segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A todos os amigos, leitores e frequentadores...



Jim Pereira

Despedida

Ernesto Ribeiro
Ano maldito.
Estou me despedindo disso tudo com dois buracos no coração.
E mais ódio do que jamais senti.
Em rigor, cada ano é pior do que o outro. Aqui no inferno, a montanha de merda só se acumula e o fedor só piora.
Mas neste ano apocalíptico, eu conheci um novo tipo de traição. Pois veio das duas mais antigas pessoas que eu ainda acreditava que pudessem ser meus amigos. Fui roubado, traído e abandonado por tipos paradoxais: um homem e uma mulher inteligentes demais de um lado, burros demais de outro.
Não me deixou surpreso; eu sempre espero o pior da Humanidade. O que conta aqui é a infinita criatividade do ser humano em se rebaixar de novas maneiras, cada vez mais torpes, como numa disputa para ver quem é mais desprezível.
Claro que mais cedo ou mais tarde a fraqueza mental e a ausência de caráter, princípios e decência fariam aqueles dois sub-humanos afundarem na própria merda que constitui suas almas.
E considerando que ambos tinham 40 anos de idade e o vício em crack quando desapareceram, depois de fazerem a opção pela mediocridade absoluta, não me surpreendeu: apenas me revelaram um novo patamar de baixeza.
Eu não imaginava que ratos podiam furar o fundo do poço e chegar ao esgoto caindo tão rápido.
Em outra época, eu desejaria matá-los com um tiro na cabeça de cada um.
Mais tarde, para não desperdiçar uma bala, eu ia preferir e espancá-los até a morte. E mais recentemente, para me poupar do esforço, simplesmente torturá-los durante dias, até que me implorassem a misericórdia de um fim rápido.

"É linda, porém, muito suja."

Otacílio Guimarães
Oi Jim, tudo bem?
Primeiramente quero lhe desejar um novo ano bem melhor que este que está no final e lhe dar os parabéns pelo seu blog e seu trabalho em prol da decência humana.
Segundamente (!?!?!?... hehehe!?) comento que o artigo abaixo também se constitui num documento em defesa da decência humana. Estive na Rússia e gostei muito de suas belezas naturais, mas não gostei nada do povo russo, me referindo aqui às massas estúpidas que lá, tanto quanto no Brasil, abundam. Rússia e Brasil são países talhados para o surgimento dos Putins e os Lulas da vida. Deixemos a Dilma Roussef de lado pois esta é hors concours e nem merece comentários de tão idiota que é.  
Mas o que eu quero mesmo comentar neste e-mail é o artigo da Tatiana Valadares Gonçalves sob o título A diferença entre os Estados Unidos e o Brasil. Tatiana disse tudo e eu nada teria a acrescentar a não ser uma coisa: as diferenças entre os Estados Unidos e o Brasil são tantas que não dá para enumerar, e as semelhanças se resumem numa simples palavra: NENHUMA!
O problema, amigo, é que a inveja é um sentimento próprio dos inferiores. Veja o seguinte: no Brasil quando alguém é bem-sucedido por méritos próprios, ao invés de ser admirado e imitado, é invejado e criticado. Muitos dizem: está bem de vida porque roubou.
Como bem disse a Tatiana, o brasileiro não costuma olhar para dentro de si a fim de perceber sua inferioridade e tentar corrigir a desvantagem que tem em relação a outros povos. Não lê as notícias verdadeiras sobre o desastre que é o governo brasileiro e prefere descobrir o que os governos de outros países estão fazendo de errado. Um evento como este comentado por ela do massacre numa escola, é motivo para considerar todos os norte-americanos loucos. Entretanto, os mais de 50 mil assassinatos ocorridos no Brasil todos os anos não lhes causam nenhuma preocupação. Ou seja, vivem para fora e não para dentro como deveria ser. Se importam com a vida alheia sem cuidar da sua própria.  


Recentemente eu estive no Rio de Janeiro com minha esposa que não conhecia o Brasil. Perguntei-lhe o que tinha achado do Rio e sua resposta foi: “É linda, porém, muito suja”. E olha que nós estivemos apenas na parte nobre do Rio de Janeiro, ou seja, Lagoa, Botafogo, Copacabana e no centro onde fica a Cinelândia. Como não somos celebridades, não subimos os morros para conhecer as favelas cariocas. Imagine qual teria sido seu comentário caso tivéssemos ido até lá.

[Varig/Aerus] A banana

Hoje, 31 de dezembro, é o último dia do ano. Para nós, ex-trabalhadores da Varig e Aposentados Aerus, é só mais um dia, quer dizer, é o dia da véspera do sétimo ano. Sim, vai fazer sete anos que os ex-trabalhadores da Varig não veem a cor dos seus direitos: não receberam os salários atrasados (quando a empresa fechou havia quatro meses que não recebiam os seus salários), não puderam sacar o FGTS, não puderam receber as suas poupanças no Instituto Aerus de Seguridade Social… enfim, a eles foi lhes mostrada uma grande banana.


Quanto aos já aposentados e pensionistas do Aerus tiveram os seus benefícios reduzidos em até 92%!
De 1993 a 2006, a então SPC (Secretaria de Previdência Complementar), atualmente deguisée em Previc, (órgão govenamental responsável pela fiscalização das entidades de previdência privada) assistiu, de camarote, à degringolada da situação econômico-financeira do Instituto e ia “aprovando” as teimosas renegociações entre a maior patrocinadora e o instituto. Foram vinte e uma vezes que se sentaram à mesa para… empurrar com a barriga a catástrofe que se avizinhava.
Quando o samba descambou de vez, em abril de 2006, a Previc se mandou e está até hoje fazendo cara de paisagem.

domingo, 30 de dezembro de 2012

¿Quién se atreve a decir la verdad al poder?

Solzhenitsyn no tuvo el eco que merecía y tampoco hay voces críticas que le sigan
Monika Zgustova

Hace exactamente 50 años, la novela de Solzhenitsyn Un día en la vida de Ivan Denisovich, que describe una jornada en un campo de trabajos forzados estalinista, irrumpió en el escenario ruso e internacional como un castillo de fuego en el cielo oscuro. Su publicación fue posible gracias a la tímida apertura política de la era Jrushchov. En aquel entonces los rusos sabían que existían campos de concentración porque conocían a personas que habían estado encerradas en ellos. Pero nadie había leído el testimonio directo de uno de esos presos.
Los millones de rusos que habían pasado por esos campos apreciaron la valentía del autor pero le echaron en cara la suavidad y benevolencia del testimonio. En Occidente, en cambio, el tema del gulag era prácticamente inédito y el libro causó sensación.
En los años 60, la prensa occidental comparó a Solzhenitsyn con Dostoievski y Tolstoi. En 1970 le otorgaron el Nobel de Literatura. Eran los tiempos de la guerra fría y el mundo occidental sabía sacar provecho de los males soviéticos. Tras la publicación en Occidente, en 1973, deArchipiélago Gulag, un detallado y potente tratado acerca del sistema penitenciario bajo Stalin, el gobierno conservador de Brezhnev no soportó que un intrépido le desafiara con su crítica y echó al escritor al destierro.

Solzhenitsyn sostenía que los intelectuales rusos fallaron en lo más esencial: hablar sobre las víctimas de la represión

Una vez exiliado en los Estados Unidos, la estrella de Solzhenitsyn empezó a palidecer. A pesar de que uno de los grandes diplomáticos e intelectuales estadounidenses, George Kennan, afirmara queArchipiélago Gulag era “la acusación más poderosa de un régimen político que jamás se haya puesto en manifiesto en los tiempos modernos”, los intelectuales norteamericanos se centraron más en la postura de Solzhenitsyn hacia la política y la sociedad contemporánea y la juzgaron poco políticamente correcta.

Tony Carreira, esse é o cara!

Assisti, por acaso, (digo 'por acaso' porque a entrevista começou, me chamou a atenção, e a personalidade do cara me fez ficar assistindo), à entrevista de Tony Carreira, no Porto Canal, à dupla Júlio Magalhães e… menina cujo nome não gravei.

Num cenário televisivo, repito, de jararacas, surucucus, peruas, plumas e paetês, é um oásis de valores, assistir à modéstia de um verdadeiro vencedor!

Cara, sete horas dando autógrafos depois de um show no Pavilhão Atlântico! Porque, explicou ele: “quando eu comecei eu ficava com uns postais à espera que alguém me pedisse um autógrafo… então, agora, quando eu olho para o fim da fila e sei o tempo que a pessoa está ali, à espera... é preciso gostar muito de alguém!

No final do programa, ele ganhou um violão de uma empresa de Braga que fabrica violões que são exportados all over the world, inclusive para o Japão e Coreia do Sul!

Fim do mundo...


Domingueira (30-12-2012)



Diferenças entre os EUA e o Brasil

Por isso me espanta tanto a reação de alguns brasileiros; filhos coniventes de um país que elege ladrões, sai na rua pelado no carnaval cantando a própria desgraça e termina tudo em pizza.
  
Tatiana Valadares Gonçalves
Uma coisa que me chateou bastante ontem, foi que diante da notícia tão triste do massacre das crianças em Connecticut, ao invés de meditar, parar o coração um momento para pensar e mentalizar algo bom para quem sofria com a tragédia, muita gente do meu círculo de amizades resolveu bombardear minha caixa de mensagens, inclusive me telefonar, com comentários inúteis sobre os EUA, a segurança, o povo, etc.

Registro aqui a minha decepção com cada um que se achou no direito de julgar e generalizar o fato.
Agora me espanta que isso tenha vindo de brasileiros, o Brasil é um país tão seguro e organizado, né?
Eu fui obrigada a escutar que os americanos são todos doentes mentais, que aqui é uma fábrica de malucos e o que estou fazendo aqui num lugar que não tem segurança. Sabe qual é a diferença entre isto aqui e o que os brasileiros têm ai? Ordem.

Aqui tem muito maluco sim, tanto quanto aí, só que aqui o maluco se suicida depois da cagada, por que ele sabe que a JUSTIÇA será feita. Ele sabe o lhe espera. No Brasil, a gente sabe o que acontece com o maluco. Nada!  

Daqui a sete anos no máximo, dois malucos que jogaram a filha de 5 anos pela janela estarão fazendo compras no Shopping Center Norte. Sabe quando isso aconteceria aqui? Nunca. Daqui a 5 anos, a maluca Ritchtofen estará passeando no Parque do Ibirapuera com o cachorro e tirando fotos no Instagram.  

Doentes mentais, revoltados, loucos e psicopatas não existem somente aqui ou aí no Brasil, eles estão no mundo, não há como evitá-los. Mas eu prefiro viver em um lugar onde existe uma simples diferença: Cumprimento da Lei.

Por isso me espanta tanto a reação de alguns brasileiros; filhos coniventes de um país que elege ladrões, sai na rua pelado no carnaval cantando a própria desgraça e termina tudo em pizza.

Digressão sobre a vida, a morte e a dignidade humana

Otacílio Guimarães
 

Braúna, 22 de Julho de 2012, foto: Rapper Ouriço
Acho que toda vida é preciosa, porém, depende do agraciado com a vida dar-lhe dignidade. Significa isto conduzir a vida com dignidade. O problema é saber o que significa a dignidade. O mais importante é lutar pela dignidade e preservá-la já que a dignidade está sempre sendo ameaçada pelos que não têm a menor noção da dignidade humana. Os governos, por exemplo, não respeitam a dignidade humana, principalmente quando são governos autoritários e, mais ainda, totalitários.  
Mas isto é tema para encher uma biblioteca, e eu não tenho talento nem para escrever um livro. Portanto, vou escrever aqui apenas sobre a indignidade com que o ser humano trata os seus semelhantes no momento de sua morte.
Somente os ricos são enterrados com dignidade. Compram por antecipação seus mausoléus. Em países miseráveis como o Brasil, nem os da classe média têm um enterro decente. Geralmente são enfiados em gavetas fétidas e imundas que já serviram para a decomposição de vários antecessores. Nessas gavetas o caixão é enfiado juntamente com as coroas de flores hipocritamente remetidas por quem não está sentindo absolutamente nada pela morte daquele ser humano. E tudo, cadáver e flores, apodrecem juntos. Nem Dante imaginaria o que acontece dentro daquela gaveta imunda e inumana a transformar um ser humano morto apenas em restos putrefatos. Qual ser humano gostaria de acabar assim? Mas é assim que os entes queridos são mandados para a sua morada eterna pelos seus maiores amantes quando em vida. Quanta hipocrisia e quanta falsidade!
A decência humana manda que um cadáver de um morto seja enterrado na terra ou cremado, e não enfiado numa gaveta imunda e fétida de um cemitério acompanhado de coroas de flores que a hipocrisia humana lhes ofertou após a morte. A maldade começa no caixão pois o cadáver quase não é visto, apenas o rosto, posto que enchem o caixão de flores. Qual o significado disto? Acho que flores não são para enfeitar defuntos e enterrar um defunto envolto em flores é coisa de primitivos.

Tida e mantida


Humberto Luna Filho
Nós, brasileiros que trabalhamos e produzimos, esperamos que esse início de ano seja de reflexão e que a sociedade como um todo, tome o mais rapidamente possível, consciência da situação de desgoverno em que vivemos. Esses últimos dez anos foram para o Brasil, anos de infelizes inovações. Um semi-analfabeto foi plantado na presidência da República e na sequência uma primeira mulher, totalmente despreparada para o cargo, mas mesmo assim, eleita presidente.

Resultado da colheita: recorde mundial na produção de corruptos. Em um ano sete ministros de Estado, foram demitidos por serem ladrões do erário graças a denúncias da imprensa livre. Outros continuaram ministros porque sabiam demais. Uma quadrilha formada nos podres porões do Palácio do Planalto composta por deputados presidente de partido, tesoureiro de partido e banqueiros, vão para a cadeia graças ao Supremo Tribunal Federal (STF) que apesar de infiltrado por alguns ministros de reputação duvidosa, mesmo assim, deu prova de sua independência.

O Estado está aparelhado. Todos os cargos chaves da administração pública federal são hoje ocupados por cegos ideológicos, sindicalistas incompetentes e descarados beneficiários do sistema que usam o cargo para enriquecer, desde que paguem o dízimo ao partido e facilite a ação de terceiro à chave do cofre. A meritocracia e principalmente o respeito à coisa pública passam longe. Tudo isso reflete de maneira altamente negativa na vida do país que esse ano já arrecadou em impostos um trilhão e quinhentos bilhões de reais. É muito dinheiro para alimentar ladrões e ser desperdiçado pelos pseudos burocratas incompetentes, pendurados no cabide oficial.

Temos uma educação que não educa, não prepara, a ponto de forçar o governo a criar o imoral sistema de cotas nas universidades para que esses despreparados não fiquem pelo caminho. Por que não melhor o ensino básico? Cotas em universidades para negros, para índios e para os que cursaram escolas públicas não passa de descriminação. Negros, índios, e pobres não necessitam de cotas, necessitam dos meios que o governo não lhes dá.

O quê que você tá fazendo aí no meu lugar?

Kenzo, 30-12-2012, 10h16, foto: JP

sábado, 29 de dezembro de 2012

Boa noite!


A Rendeira

Como a rendeira, tece o seu bordado,
Trabalhando a cantar horas a fio,
Quer seja na choupana ou beira-rio,
Ponto sol, ponto lua, eis seu traçado.

Assim, com o olhar perdido no vazio,
Entrelaçando o gesto acautelado,
Papel de risco sobre o almofadado,
Vai surgindo a sua arte no macio.

Desde o nascer do sol até o poente,
Devemos questionar, interiormente,
ser inútil sofrer pelo passado.

Tecendo a paz e o amor, a renascença,
Conhece-te a ti mesmo, em tua presença,
Como faz a rendeira em seu bordado.

Poema e Quadro: Ever Botelho

"O povo brasileiro, em sua maioria, acredita naquilo que não funciona: governo, destino e deus"

Otacílio Guimarães
Não acredito em destino, mas sim, em decisão, atitude, querer fazer, decidir. Quem acredita em destino fica preso na inércia esperando que o destino resolva seus problemas. O povo brasileiro, em sua maioria, acredita justamente naquilo que não funciona: governo, destino e deus. Fica esperando que os três macomunados resolvam seus problemas. O resultado aí está bem à vista. Meu genro jamais sairá do Brasil porque acha que o país está vivendo o melhor momento de sua história e que muito em breve será a maior potência mundial. Entendeu? Bem, as empresas em que ele e minha filha trabalham estão inseridas no contexto da filosofia lulo-petista, ou seja, no capitalismo de comparsas, e eles são funcionários importantes e ganham muito bem. Me impressionou ver o luxo do apartamento em que eles moram na Lagoa, no Rio, mantendo duas empregadas, uma babá e uma cozinheira arrumadeira. Isto na Austrália não existe, é coisa para milionários. 

Lagoa Rodrigo de Freitas, foto: Igor, 30-10-2007
Meu caso foi bem diferente. Eu terminei vindo para a Austrália por ódio ao Brasil e por necessidade de recuperar a minha dignidade, pois quem vive num país como o Brasil perde a dignidade humana, a menos que faça parte do esquema, se é que fazer parte do esquema não seja em última instância não ter dignidade alguma. Eu nunca fiz parte de esquema nenhum e sempre vivi do meu trabalho e dos meus esforços. Larguei um emprego muito bem remunerado no Bradesco porque nunca fui de puxar o saco de nenhum sacana banqueiro que gosta de puxas-saco. E o Brasil está cheio desse tipo de gente em todas as áreas. Quem for puxa-saco ou mão leve no Brasil, termina se dando bem. Sou muito grosseiro para essas gentilezas.
Outrossim, em viagem, estamos aqui em Alice Springs, ou mais precisamente, num hotel nas Ayers Rock, onde chegamos ontem. Já fomos a Kata Tijuka e no final do dia voltamos para Alice. Amanhã pegamos um vôo para Perth onde passaremos o final do ano. De lá, voltaremos para Darwin para preparar a viagem para o Japão.

850 ans de Notre-Dame de Paris: les légendes diaboliques de la cathédrale

Foto: Sanchezn, 1º de novembro de 2007

Par Joséfa Lopez et Pascale Leray
Notre-Dame de Paris fête ses 850 ans. Michel Faul de Paris Zig Zag décrypte pour l'Express les trois portails de l'édifice et leurs représentations de Satan.
Notre Dame de Paris fête ses 850 ans en 2013. Malgré son grand âge, certains pans de son histoire restent encore mystérieux. Avec 14 Millions de visiteurs par an, c'est aujourd'hui le bâtiment français le plus visité, loin devant le Louvres, le château de Versailles ou encore Montmartre. 
Cet anniversaire est aussi l'occasion de mener à bien plusieurs projets de rénovation comme celle des Cloches ou le nettoyage des douze milles tuyaux de l'orgue dont certains datent du moyen âge. 
Notre Dame attire chaque année de nombreux croyants venus des 4 coins du monde pour admirer les reliques tels que la véritable Couronne d'épine, un Clou de la Passion et un morceau de la vraie Croix. Mais ce sont les trois portails et leurs légendes diaboliques que Michel Faul de Paris Zig Zag a choisi de décrypter pour l'Express à cette ocasion. 
Du portail Saint Anne dédié à la mère de Marie au portail du jugement dernier, les ferrures, serrures, sculptures n'auront plus de secrets pour vous.


Par Joséfa Lopez et Pascale Leray, L’Express

Enquanto muitos andam por aí a verter lágrimas de crocodilo e outros tantos a encher o nosso saco com "opiniões" catastrofistas… outros enxergam beleza e arte numa simples cápsula de café

Portuguesa transforma cápsulas de café em joias
 
Inovação e consciência ambiental são as duas prioridades do trabalho da jovem designer Sofia Canas da Mota. Dando uma nova vida ao material que os outros consideram lixo, a artista criou a coleção "Joalharia de Café" a partir de cápsulas de café tranformadas em joias e outros acessórios.
Colares, malas, brincos, pregadeiras, cintos são alguns dos artigos que fazem parte desta coleção criada sob o selo SofiaCmota - Joalharia e Eco-Design. Em declarações ao Boas Notícias, Sofia explica que a questão ambiental foi incorporada no seu trabalho, gradualmente, devido à educação que recebeu em casa.
"De início dedicava-me à joalharia contemporânea tradicional, mas a minha educação em casa sempre foi muito ecológica, sempre houve a preocupação de reciclar, reutilizar, não deitar restos fora e ao criar os primeiros objetos (a partir de cápsulas de café), em 2009, começou a fazer sentido transportar esta educação que eu tinha para a empresa", refere a artista, de 27 anos.
Sofia Mota começou por recolher as cápsulas "entre a família e os amigos, de boca a boca, mas com a participação em feiras e eventos a recolha alargou-se". "Hoje em dia já temos clientes, escolas e grandes empresas que juntam as cápsulas para nós depois recolhermos", explica.
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Acesse aqui a íntegra da matéria no Portal “Boas Notícias”

After Newtown massacre, teachers learn how to make use of handguns in the western USA

Translated from Portuguese by Francisco Vianna
Kasey Hansen, a special education teacher from Salt Lake City, Utah, said she would take a bullet to defend any of her pupils, but if she were before a gunned individual threatening her classroom pupils, she would have guts enough to react by shooting it.
Last Thursday, she was one of the 200 teachers from Utah who got together at a sport arena to be drilling on how to handle and use firearms, taught by pro-arms groups. These activists say armed educators might have a good chance of preventing fatal and aleatory shootouts in schools.

Teacher learns how to make use of a gunfire at a school in West Valley City, Utah, in the western USA. Photo: George Frey/Getty Images/AFP
This event was organized by the Sportive Shot Council of Utah, two weeks after the Newtown massacre, in the last 14th. In the carnage, a 20 years old mad guy shot and killed 20 children and six employees of the Sandy Hook School, in Connecticut.
The Council says that normally attracts some 16 teachers per year to its courses on the handling and use of handguns personal firearms, which all citizens have a right to possess and bear as privately or discretely in public, according to the 2nd Amendment to the American Constitution.
But the Thursday’s (27th) event near Salt Lake City, organized especially for teachers after the Newtown massacre in Connecticut, has attracted attention of hundreds of people, and the class was restrict for only 200 of them owing to room limitation.