terça-feira, 21 de abril de 2015

Portugal melhora no Índice de Progresso Social e entra para o top 20 mundial

Portugal subiu quatro lugares no Índice de Progresso Social e passou a fazer parte do top 20 mundial, deixando para trás países como Espanha, França e Itália.
Marlene Carriço

Barcarena, foto: JP
Portugal subiu quatro posições no Índice de Progresso Social ocupando, em 2015, o 18º lugar, à frente de países como Espanha, França e Itália. Em causa estão indicadores relacionados com necessidades humanas básicas, bem-estar e oportunidades, que permitem perceber a qualidade de vida das pessoas em todo o mundo.

Os indicadores onde Portugal melhor pontua são os da água e saneamento, acesso ao conhecimento básico e direitos individuais. Já no que toca às condições das moradias, Portugal “tem oportunidade de melhorar”, assim como no que diz respeito à sustentabilidade dos ecossistemas e ao acesso à educação superior. É este o resumo que é feito sobre Portugal, pela ONG norte-americana Social Progress Imperative.

Este Índice classifica 133 países, de acordo com o seu desempenho social e ambiental, medindo o progresso social de 99% da população mundial, através de 52 indicadores. Desenvolvido para medir o progresso social independentemente do Produto Interno Bruto (PIB), o Índice de Progresso Social permite perceber se os cidadãos têm acesso a um vasto conjunto de indicadores de progresso, incluindo serviços básicos, direitos e liberdades, oportunidades, saúde, educação, habitação e segurança.

A Noruega ocupa o lugar cimeiro, seguida da Suécia (2º), Suíça (3º), Islândia (4º) e Nova Zelândia (5º). O Canadá (em 6º no ranking) é o país dos G7 com o melhor desempenho, com uma pontuação superior à dos Estados Unidos (16º). No extremo oposto, Zimbabué, Vietname e Turquemenistão surgem como os países pior classificados.

Onde o mundo demonstra estar pior classificado neste Índice é nos indicadores da “tolerância e inclusão”, “direitos individuais”, “acesso à educação superior” e “sustentabilidade do ecossistema”. Estas são questões onde até mesmo os países mais avançados podem ter dificuldade em alcançar uma pontuação elevada, diz a Deloitte em comunicado. 
Título e Texto: Marlene Carriço, Observador, 21-4-2015

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