terça-feira, 13 de outubro de 2015

Racismo no Mackenzie pode ter sido praticado pela extrema-esquerda

Luciano Henrique

O título deste post pode parecer sensacionalista, mas na verdade é apenas a constatação do óbvio diante de mais jornal velho. Depois que a extrema-esquerda passou a ser percebida pela população como algo mais sujo do que pau de galinheiro, não cessam de aparecer casos de “crimes de ódio” sem nenhuma evidência de seu praticante, mas atribuídos pela extrema-esquerda à direita.

Conforme lemos em uma notícia do site da BLOSTA Pragmatismo Político, veja a notícia de um caso de racismo no Mackenzie:


Uma pichação com teor racista foi encontrada num dos banheiros masculinos da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, na tarde da última terça-feira. “Lugar de negro não é no Mackenzie. É no presídio”, diz a mensagem […] O caso foi denunciado por alunos nas redes sociais e logo viralizou. A estudante Tamires Gomes Sampaio, diretora do Centro Acadêmico João Mendes Jr., do curso de Direito da Mackenzie, e segunda vice-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), lamentou que o ato criminoso e racista represente aquilo “que passa na cabeça de muitos que permeiam pelo Mack”.

“O negro foi historicamente segregado no Brasil, desde a abolição da escravidão, fomos sistematicamente jogados para as periferias; nossos costumes, religião, luta, lazer, tudo que vinha de nós foi criminalizado. Foi determinado um papel e um lugar para o negro, e coitado do que tentasse ultrapassar o limite que nos foi colocado (…). Não é a toa que vivemos um genocídio da população negra no nosso país. A carne mais barata do mercado e a mais marcada pelo Estado é a negra (…). Volto novamente a dizer: podem chorar e escrever nas paredes quantas vezes quiser elite, branca, racista, MAS vai ter preto na universidade SIM”.

A estudante de jornalismo da universidade, Michelli Oliveira, foi outra a criticar a atitude racista, cuja autoria ainda é desconhecida. “O tempo de escravidão já acabou e temos os mesmos direitos dos filhinhos de papais da classe média e alta deste país. Não vamos apenas limpar suas casas e cuidar das suas portarias, iremos sentar na mesa junto com vocês e seremos patrões como vocês”, escreveu.

Por meio de nota, a diretoria da faculdade também se posicionou contra o ocorrido, dizendo que “repudia todo ou qualquer ato, ação ou manifestação de cunho racista”, garantindo ainda que “já foi feita a denúncia aos órgãos e instâncias responsáveis pela apuração” e que também foi instaurado um procedimento interno.

Essa não é a primeira vez que mensagens racistas aparecem na universidade. A última vez aconteceu em agosto deste ano quando, também em um banheiro, foi encontrada a pichação: “O Mack não deveria aceitar nem negros e nem nordestinos”.

Não demorou para que os bolivarianos atribuíssem o caso à “elite branca”, ou seja, instrumentalizassem o evento para atacar oposicionistas.

Mas aí precisamos retornar ao óbvio, conforme citei no título do post. Os fatos do mundo nos obrigam a entender que diante deste evento, temos as seguintes opções:

1.       Pessoas de “direita” são racistas e manifestaram intolerância
2.       Pessoas de “esquerda” são racistas e manifestaram intolerância
3.       Ou até pior, podem ser pessoas de esquerda que fizeram isso só para acusar pessoas da direita

Qualquer pessoa que diga que as três alternativas não são possíveis estará mentindo. Logo, uma ação tão abjeta pode ter sido cometida tanto por um antipetista como por um petista. Se assim o é, por qual razão eles se empolgam tanto por utilizarem o evento como instrumento de campanha política? Resposta: por que temos sido lentos em apontar o dedo na direção dessa gente por sua mistura de irresponsabilidade, mendacidade e barbarismo. Se cobrássemos o preço destas alegações sem provas, eles teriam mais timidez em descer tanto de nível.

E este é outro fato do mundo: mesmo sem provas em mãos, eles acusam a direita de crimes que estes não cometeram (ou, melhor dizendo, para os quais não há prova de sua culpa, o que juridicamente dá no mesmo). Precisamos criar mais este esclarecimento perante o público de como a extrema-esquerda é pérfida até nisso. 
Título, Imagem e Texto: Luciano Henrique, Ceticismo Político, 9-10-2015

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