domingo, 3 de janeiro de 2016

Mamadores de tetas estatais dão chilique na Argentina

Luciano Henrique

É uma difícil decisão: o que mais devemos temer? Os traficantes de drogas ou os bolivarianos? Um traficante traz danos à sociedade, muitas vezes por vias indiretas, pois alimenta o crime e gera pessoas capazes de cometerem crimes, principalmente quando estão dopadas ou correndo atrás da manutenção de seu vício. Mas um liberal pode não ligar muito para isso, em nome da liberdade individual de se ferrar. Seja como for, há problemas sociais a serem considerados. Mas se eu não quiser usar drogas, não preciso temer um traficante, se desconsiderarmos os demais efeitos adversos. Mas um bolivariano defende que seus líderes privilegiados – incluindo chefes de coletivo, profissionais apadrinhados, etc. – mamem nas tetas estatais em um processo necessariamente dependente do saqueamento estatal. Quanto aos bolivarianos, não temos a mesma escolha diante daquela que temos diante de um traficante: não podemos escolher nos livrar de seu saqueamento estatal.

Ambos são meios baixos e repelentes de se levar a vida. Na Argentina, esta escória está revoltada com o corte de cargos comissionados feito por Mauricio Macri. Ao invés de se esconderem do mundo com vergonha – como bandidos fariam – eles foram às ruas protestar. O carnaval acontece apenas em fevereiro, mas o lema dessa gosma humana é: “quero mamar”.

Muitos foram se manifestar, convocados pela ATE (Associação de Trabalhadores do Estado). Estão furiosos com o corte de vinte e quatro mil cargos apadrinhados. A notícia do Globo lembra: “De acordo com o jornal ‘La Nación’, o quadro de funcionários da administração pública cresceu 54% nos doze anos de gestão kirchnerista iniciada em maio de 2003, passando de aproximadamente duzentos e quarenta mil para mais de trezentos e setenta mil funcionários.”

Estão irritados da mesma forma que traficantes e seus sicários ante o fechamento de várias de suas “bocas” e a perda de pontos de venda. Procurar uma ocupação decente, sem depender de apadrinhamento, deve causar urticária nessa gente. 
Título, Imagem e Texto: Luciano Henrique, Ceticismo Político, 1-1-2016

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