sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Os "Rapefugees" Afegãos da Suécia

Ingrid Carlqvist

§ De acordo com a polícia, cerca de 90 rapazes, "em sua maioria crianças refugiadas do Afeganistão", foram apreendidos suspeitos de terem ligação com abusos sexuais em massa ocorridos em um concerto.

§  Um tema recorrente nos artigos recentes escritos por feministas proeminentes é a convicção de que os homens de etnia sueca agem exatamente da mesma forma que as gangues de estupradores formadas por migrantes.

§  É possível chegar somente a uma conclusão: as feministas suecas preferem proteger mais das críticas homens muçulmanos do que proteger mulheres suecas de abusos sexuais.

§  Ninguém nos abrigos para mulheres irá reconhecer que o abuso sexual em massa de mulheres suecas tenha algo a ver com a etnia ou religião do criminoso. Elas assinalavam que não queriam "generalizar", em seguida desligavam o telefone.

§ Ninguém é capaz de adivinhar o que os políticos suecos intencionam fazer a respeito dos "Rapefugees" que já se encontram no país.

Cenas de um festival de música de verão em Malmö... Esquerda: quatro rapazes cercam e abusam sexualmente de uma garota. Direita: policiais apreendem um suspeito, enquanto ao fundo vítimas de abusos sexuais choram. O fotógrafo reportou que meninas suecas foram abusadas sexualmente por grupos de rapazes "de background estrangeiro".

Na Passagem do Ano Novo, o mesmo tipo de abuso sexual em massa, o vocábulo em árabe é "Taharrush", ocorrido na cidade de Colônia, também ocorreu na Suécia, mas a polícia e a mídia optaram por ocultar o fato. Os homens, depois ficou-se sabendo, eram em sua maioria afegãos, que alegavam ser "crianças refugiadas desacompanhadas".

Na realidade, muitas delas tinham muito mais que 18 anos, estas crianças são agora chamadas por um nome novo recentemente cunhado "Rapefugees" (algo como "Estrufugiados"), em vez de "crianças refugiadas".

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