sexta-feira, 10 de junho de 2016

Três menores praticam estupro coletivo. Feministas e esquerdistas vão se calar, aposto!

Reinaldo Azevedo

Eis aí…

A tragédia se repete no Brasil… como tragédia.

Em um mês, ocorre o segundo estupro coletivo no Piauí, desta vez em Pajeú do Piauí, a 400 quilômetros de Teresina. Uma menina de 14 anos foi violentada por quatro homens. Um tem 19 anos. Os outros três, entre 16 e 17 anos. E agora?

Querem apostar que, desta feita, não haverá uma comoção nacional? E o silêncio nem vai se dever ao fato de que, bem…, é apenas mais um estupro, e as feministas têm mais o que fazer.

Nada disso!

É que, desta feita, entre os criminosos, há três príncipes da impunidade, não é?, três menores de idade. E é claro que se vai tentar esconder o episódio para que, como é mesmo?, “a direita não comece com a sua pregação de sempre em favor da redução da maioridade penal”.

O caso remete, claro!, aos horrores acontecidos no dia 27 de maio  de 2015 na cidade de Castelo do Piauí. Quatro adolescentes foram torturadas, estupradas e jogadas de um penhasco de cinco metros de altura. Uma delas morreu. Os agressores eram um adulto e quatro menores de 18 anos.

Não se falou, então, em cultura do estupro. É evidente que o tema da impunidade dos menores veio à luz. Imediatamente as esquerdas deram início a um movimento contra a redução da maioridade penal. “Pensadores” do quilate de um Gregório Duvivier saíram por aí a fazer humor cretino, afirmando que a “direita” — sempre ela! — gostaria de punir até os fetos ainda na barriga da mãe. Como se ele, um defensor fanático do aborto, se importasse muito com… fetos!

Mas sigamos.

O caso do Rio trouxe à luz um dos clichês das esquerdas modernas: a existência de uma tal cultura do estupro, que se revelaria até quando um homem dá um assovio para uma mulher que considera atraente — notem que não emprego a palavra “gostosa”. Aprendi que, ao usar essa expressão, um homem estaria reificando a mulher, transformando-a em coisa. Pior: em coisa comestível!

O terreno para o bobajol politicamente correto é infinito.

Gostaria muito de ver agora uma passeata de feministas contra a impunidade em razão do evento trágico acontecido em Pajeú do Piauí. Mas não haverá. Porque os covardes não ousarão atacar o sacrossanto ECA.

Prova-se uma vez mais a vigarice desses falsos indignados e seu oportunismo asqueroso. Que sentido faz acusar a existência de uma “cultura do estupro” quando se protegem estupradores? 
Título e Texto: Reinaldo Azevedo, VEJA, 9-6-2016

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