quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Por que Julian Assange era tão amado pela esquerda e agora é alvo de seu ódio?

Luciano Ayan


O australiano Julian Assange, o número 1 por trás do projeto Wikileaks, é hoje perseguido pela esquerda norte-americana. Em ritmo psicopático (culpando os outros por seus fracassos), os esquerdistas dizem que os dados revelados por Assange no Wikileaks ajudaram a derrubar a candidatura de Hillary.

Hoje chegam até a dizer que ele é um aliado de Putin, sendo qualificado até como um agente da KGB. O discurso soa como aqueles utilizados na época do macarthismo, só que com a chavinha virada.

Porém, há vários anos, Assange era um ídolo para esta mesma esquerda. Isso aconteceu quando o Wikileaks vazou documentos que comprometeram a administração Bush – inclusive expondo dados comprometedores sobre as guerras do Iraque e do Afeganistão – e dando um gás adicional aos candidatos esquerdistas.

Em resumo, Julian Assange era “o cara” apenas quando seus vazamentos prejudicaram candidatos republicanos. Hoje, é tratado como “o inimigo da nação” quando seus vazamentos prejudicam candidatos da esquerda. O duplo padrão se manifesta mais uma vez, mostrando como psicopatia e esquerdismo caminham em par. 
Título, Imagem e Texto: Luciano Ayan, Ceticismo Político, 5-1-2017

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