sábado, 1 de abril de 2017

O pensamento do Cube Militar: “31 de março”

General Gilberto Pimentel

Há trinta e dois anos, no mês de março é sempre igual. A mídia, aquela mesma mídia que à época incitou, cobrou e desafiou as Forças Armadas a deixarem os quartéis e dar um basta na situação de anarquia e nas claras ameaças à nossa frágil democracia, rebusca seus arquivos na cata obsessiva de “atos e fatos”, que denigram a inevitável intervenção dos militares e o governo de salvação nacional que se seguiu, de resto também exigido pela massa das forças vivas do país.

Nem uma palavra sobre a realidade caótica que vivia a nação no período que antecedeu o 31 de março, sob patrocínio e financiamento do governo instituído. Nada sobre a intenção que tinham os próprios dirigentes, à frente o presidente da República, de transformar o país numa ditadura vermelha como confessam abertamente hoje, uns poucos corajosos e insuspeitos líderes, à época participantes da subversão marxista.

Completo silêncio a respeito das incontestáveis realizações que ocorreram no período em que os militares estiveram no poder. Nem uma palavra sobre termos nos transformado na oitava economia do mundo. Nada, absolutamente nada, sobre as monumentais hidrelétricas que até hoje nos abastecem de energia limpa; sobre as rodovias penetrantes e transversais que ligaram definitivamente o país de norte a sul, de leste a oeste; o salto das comunicações; obras do porte de uma Rio-Niterói; o desenvolvimento da Amazônia. Nem uma linha sobre o clima de ordem e segurança que reinava na sociedade. Nada disso interessa.

Preferem reviver em longas e repetitivas arengas a “história” do guerrilheiro do Araguaia cujo corpo até hoje não foi encontrado ou de fantasiosos massacres de índios patrocinados pelo regime. Logo o Exército, que deu um Marechal Rondon ao Brasil. Que ainda hoje cuida da saúde, da educação e da integração do silvícola, como nenhuma outra instituição o faz, nos mais afastados rincões da selva amazônica.

Exalta a mídia o clima de liberdade que hoje predomina no país. E quem pode contestar o valor da liberdade? É claro que todo ser humano deseja vivê-la! Foi exatamente para assegurá-la que as FFAA foram às ruas naqueles anos. Foi para impedir que se implantasse aqui um regime totalitário cujo princípio é exatamente o da negação desse precioso valor.
Título e Texto: General Gilberto Pimentel, Presidente do Clube Militar, 28 de março de 2017
Colaboração: Francisco Barros

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