sexta-feira, 28 de julho de 2017

Derrubada cruz de pedra… Ela cai sobre os assistentes!

Luis Dufaur

A onda de ataques contra símbolos da Religião Católica gerou mais um episódio na Espanha. Porém, com um resultado imprevisto, no qual se fez sentir a mão de Deus.

A Câmara de vereadores de Larrabetzu, província de Vizcaya, de maioria ultra esquerdista, aprovou por unanimidade a demolição de uma Cruz situada no monte Gaztelumendi, próximo da estrada local.

O pretexto foi que o monumento religioso era “franquista”, pois fora erigido após a Guerra Civil espanhola (1936-1939) e não tinha manutenção.

Militantes esquerdistas de diversos matizes, comunistas, suspeitos de terroristas, nacionalistas e separatistas de regiões rivais entre si conceberam uma festa para comemorar a demolição e estraçalhamento da Cruz.

A prefeitura convocou o ato, bancou a “festa”, deixou instalar bandeiras separatistas bascas (da região) e catalãs (em disputas com os bascos), forneceu o caminhão que puxou a corda e a cobertura policial — informou o site “Contando Estrelas”.

Com os punhos fechados em alto, os presentes entoaram a “Internacional”, o velho hino da revolução comunista mundial, usado pela Revolução russa de 1917.

Mas eis que, na hora de o caminhão puxar a corda, o monumento com o sagrado símbolo da Redenção, que estava sendo conspurcado, girou inesperadamente para o lado em que se encontravam os presentes.

E, caindo, despedaçou-se no chão, gerando uma nuvem de pedras que atingiu como metralha os presentes que vituperavam contra a Cruz.

Felizmente não houve mortos, mas pelos menos seis inimigos da Cruz ficaram feridos.

Notadamente a vereadora Maria Luisa Mezo, promotora da iniciativa, que teve a tíbia e o perônio das duas pernas fraturadas por uma das pedras, submetendo-se por isso a uma cirurgia múltipla no hospital de uma cidade vizinha, paradoxalmente chamada Cruzes…

O prefeito, Iñigo Gaztelu, explicou à “Cadena SER” que a intenção era aproveitar as pedras do monumento cristão para fazer outro em memória dos militantes comunistas-nacionalistas mortos naquela guerra há 80 anos.

Segundo o jornal pró-socialista “El País”, de Madri, a prefeitura agiu de acordo com a polêmica Lei de Memória Histórica.

Alegando querer apagar as lembranças da Guerra Civil na qual o bando socialista-comunista-republicano foi derrotado, dita lei serve de subterfúgio para tentar apagar todo símbolo católico existente na Espanha. Por exemplo, retirar das ruas os nomes de santos.

Muitos habitantes da localidade discordavam desse atentado contra a Cruz. O desfecho, obviamente, foi fartamente comentado nas redes sociais.

Com Deus não se brinca! Menos ainda quando Ele parece deixar correr blasfêmias e atentados, como o dessa pequena localidade basca, até tocar no limite fixado soberanamente por Ele. 
Título, Imagens e Texto: Luis Dufaur, ABIM, 28-7-2017

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