terça-feira, 1 de agosto de 2017

Turistas (islâmicas 'inglesas') acusam hotel de proibir o uso de burquini na piscina (Sem imagem, de propósito)

‘Elegi’ a matéria abaixo porque me soou ter sido escrito por um português – não sei se vai continuar repórter/jornalista...

Alexandre R. Malhado

Duas mulheres acusam os funcionários de um hotel em Albufeira de lhes pedir para "seguir a cultura portuguesa". Hoteleiros desmentem queixa

Um hotel em Albufeira terá proibido duas mulheres oriundas do Reino Unido de usar burquini na piscina das instalações. Segundo as queixosas, o funcionário ainda terá pedido para as turistas "seguirem a cultura portuguesa".

Segundo o jornal The Sun, o incidente ocorreu a Maryya Dean, 36 anos, e à sua cunhada Hina, que se sentiram "humilhadas" após esta proibição. "Fomos completamente humilhadas. Fomos expulsas como se tivéssemos cometido algum crime", lamenta a Maryya Dean, sem revelar de que hotel se trata.

Segundo Dean, tudo aconteceu quando estava de férias no Algarve com os quatro filhos, a cunhada e outros parentes. Ao jornal The Mirror, a turista queria usar estas férias como um "escape" da sua doença bipolar. Além do aviso, o empregado do hotel deu como exemplo as filhas, que estavam a usar um fato-de-banho normal. Mas a britânica disse que se sentia mais confortável de burquini, por razões religiosas e culturais. "O homem começou a fazer referências culturais e disse que as mulheres portuguesas usam biquínis e que nós devíamos fazer o mesmo", descreveu Maryya ao Mirror Online.

Lembre-se que a polémica do burquini, uma peça de roupa usada por algumas mulheres muçulmanas para irem à praia sem exporem o corpo, também ocorreu em França. Pelo menos três autarquias já proibiram o uso do burkini nas praias, alegando tratar-se de um símbolo religioso e, por isso, contrário ao princípio ao princípio da laicidade.

"São acusações sem fundamento", dizem os hoteleiros

Para o presidente da Associação de Hoteleiros do Algarve, Elidérico Viegas, as acusações feitas por Marrya Dean aos tablóides britânicos "não tem qualquer fundamento".

Ao Jornal de Notícias, o representante dos hoteleiros algarvios diz que não tem conhecimento de "qualquer queixa apresentada numa unidade da região". "O lógico teria sido terem apresentado queixa e quererem apontar o nome da unidade onde isso aconteceu", acrescenta.

Para Viegas, este caso é "um fait diver da seally season". "Os ingleses são useiros e vezeiros em apresentar queixas para obter indemnizações, vejam-se os casos recentes das alegadas intoxicações alimentares, que já deram origem a processos em tribunal, depois do governo britânico ter tido conhecimento", observa. O representante reforça que o Algarve é "tolerante e aberto a todas as culturas e credos".
Título e Texto: Alexandre R. Malhado, Revista SÁBADO, 1-8-2017

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Um comentário:

  1. A Marine Le Pen queria ir a uma reunião num país islâmico. Dizem-lhe para colocar um véu seguindo a cultura do dito país. Recusou usar o véu para ir a uma reunião num país islâmico. Não foi à reunião. Não afirmou sentir-se humilhada, apenas não meteu o véu e não entrou onde o exigiam. Chamaram-lhe xenófoba e islamofóbica.

    Duas muçulmanas querem entrar com um burkini numa piscina privada de um hotel de um país ocidental. Dizem-lhe para seguirem a cultura do país onde estão. As ditas vão para a imprensa queixar-se, afirmar que se sentiram humilhadas por, no país ocidental exigirem que sigam a cultura ocidental. Os donos do hotel são acusados de xenofobia e islamofobia...

    Ou seja, um ocidental vai a um país islâmico, recusa seguir a dita cultura, é xenófobo. Um Islâmico vai a um país ocidental, recusa seguir a cultura do dito país, quem o recebe é que é xenófobo. Com estas evidências há malta a afirmar que a cultura ocidental está sob ataque e deve ser protegida - essa malta é acusada de ser supremacista branca, racista, xenófoba, islamofóbica e nazi.
    Adenda: as raparigas nem sequer levavam um burkini... ou seja, os títulos da imprensa até nisso mentem. O que queriam era usar leggings e fato de banho.
    Sarah Geoffrey

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