quarta-feira, 14 de março de 2018

Não, não é maluqueira: é tão só o amanhã caso continuemos tolhidos perante estas criaturas

Helena Matos


Vale a pena ler este decálogo de 19 pontos (antigamente os decálogos tinham dez pontos, agora as contas devem ser outras) publicado na revista de um sindicato espanhol que entre outras coisas propõe “Prohibir el fútbol en los patios de recreo.”  e ”Eliminar libros escritos por autores machistas y misóginos entre las posibles lecturas obligatorias para el alumnado. Ejemplos de libros y/o autores machistas a eliminar de los temarios: Pablo Neruda (Veinte poemas de amor y una canción desesperada), Arturo Pérez Reverte y Javier Marías (cualquiera de sus libros).” …

Não, as criaturas que escrevem isto não são malucas nem excêntricas. O que está por trás da presente onda dita femenista é tão só o ódio do costume ao ocidente, ao capitalismo e ao pluralismo político.

Agora são feministas, amanhã podem ser animalistas, depois de amanhã nativistas…
Tudo leva ao mesmo: o ódio à nossa forma de vida.

Como de costume as criaturas investem chamando nomes a torto e a direito. Mal apodam alguém esse alguém torna-se um pestífero. À cautela os demais dizem que sim, realmente, pois também…

As criaturas rejubilam e continuam. Exigem que os professores e juízes tenham formação em feminismo. Que as empresas criem planos de igualdade. Que se patrocinem programas ditos feministas… Com elas, as criaturas, a avaliar. A julgar. A condenar. Continuem a achar que isto não vos toca e um dia vão descobrir que elas já vos descobriram.
Título e Texto: Helena Matos, Blasfémias, 13-3-201

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