domingo, 8 de abril de 2018

General Paulo Chagas lança desafio a Boechat

Rodrigo Constantino

Ricardo Boechat é aquele jornalista “libertário” que já defendeu até o ditador comunista Fidel Castro. Boechat é tido por alguns mais desatentos como imparcial, mas seu coração pertence mesmo à esquerda. Minto. Pertence à extrema-esquerda. Ele nutre clara simpatia por socialistas, e sempre dá um jeito de suavizar a barra de petistas, enquanto adora detonar sempre a direita.

Mas pelo visto foi cutucar onça com vara curta. Resolveu provocar o general Paulo Chagas, aquele que escreveu mensagem de apoio ao general Villas Boas, afirmando estar pronto para a luta patriótica se necessário, para garantir a ordem no país. Eis sua mensagem que viralizou nas redes sociais:


Pois bem, ao ser atacado por Boechat por essa mensagem, o general reagiu, e publicou novas mensagens direcionadas especificamente ao jornalista da Band:




Agora resta saber se Boechat vai se mascarar de black bloc e enfrentar, ao lado do MST, a cavalaria do Exército Brasileiro…
Título, Imagens e Texto: Rodrigo Constantino, Gazeta do Povo, 6-4-2018

Um comentário:

  1. Sendo politicamente prolixo...
    Como muitos leitores, a maioria militante cibernético, se manifesta ideologicamente de forma um tanto radical, tanto para este ou aquele lado, criando um emaranhado de conceitos dispares sobre a mesma posição e o mesmo assunto, resolvi meter minha colher neste mingau.
    Ambas as ideologias pretendem representar o melhor para os interesses da população. Ambas falham nesta tarefa!
    A grande dificuldade é que os argumentos de ambos os lados, apoiados pela pseudo intelectualidade militante numa mescla de intransigentes posicionamentos, que em nada afeta o dia a dia do cidadão comum.
    Plagiando Joãozinho trinta, “pobre gosta de soluções, quem gosta de tergiversações e teorias é intelectual”, seja lá o que isto signifique.
    As possíveis soluções passam necessariamente por uma política permanente de concessões mútuas, onde o conflito direto não pode manter-se apenas no campo das ideias, mas num exercício, objetivo, de servir sua excelência, o povo, respeitando e priorizando a democracia e o estado de direito, como meta maior.
    Qualquer submissão exigida por um lado , seja por atos radicais, ou por teorias revolucionarias , peca, pelo abandono da finalidade política como serviço a ser prestado aos cidadãos.
    Entenda-se- política- como uma ciência determinante na organização social com reflexos na vida dos indivíduos, ou como ensina Aristóteles, a arte de governar a “polis”.
    No exercício desta, seus postulantes, não podem limitar-se a filosofias ou "discursorréias" teóricas, que nem chegam ao entendimento de seus próprios correligionários. Menos ainda, sugerir, ou incitar atos radicais, ou mudanças no pensar naqueles que deles divergem.
    O livre pensar deve ser defendido, e repeitado, do contrário, se sujeita aos mesmas concepções imputadas ao outro. Aceitaras como correto o feito ao outro e aceitaras como preceito a ti. ( Dito popular.)
    Déspotas, independentes de ideologia, e que se locupletam ao chegar ao poder, devem ser combatidos e alijados de disputas.
    O exagerado modernismo nos convívios sociais deve ser tão combatido, como a retrógado conservadorismo.
    A religião seja qual for nunca poderia ser um orientador de costumes que classificasse os cidadãos, como melhores ou piores. A neutralidade religiosa deve ser base essencial do estado, e a liberdade de opção individual deve ser respeitada.
    O estado há de ser sempre laico, sem que a condição filosófica dos seus lideres políticos, seja empecilho, ou facilitador do acesso aos maiores postos.
    Qualquer ideologia que pregue o extermínio ou a eliminação social dos opositores deve ser execrada, e autoriza para si, o mesmo tratamento proposto.
    Portanto ser ideologicamente de direita ou esquerda, é uma questão menor!
    As qualidades, enquanto ser social, e o trabalho em prol do bem do próximo, torna o escolhido, capacitado ou não!
    Independente de conceitos filosóficos retrógrados, ou de revoluções libertadoras.
    Como não consigo me enquadrar em nenhuma das laterais, procuro amparo num centro (embora colega afirme que isto é ficção, eu diria que enquanto existirem lados, existe posição intermediaria) que aceite o século vinte e um, preservando algumas coisas da idade média, e votando, (ou não votando!), pelo melhor que estas tenham a oferecer.

    Paizote

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