sábado, 4 de maio de 2019

Por detrás dos abraços e tapinhas nas costas…

FratresInUnum.com

Aparecida. Assembleia dos bispos em andamento. Clima pesado! A devoção a Bergoglio nunca esteve tão fervorosa… Ele é o único argumento.

Qualquer bispo que suba à tribuna para tecer críticas ao governo Bolsonaro, defender índios e quilombolas, protestar contra o desarmamento e a reforma da previdência, é aplaudido com entusiasmo.


Exatamente como denunciou Dom Angélico Sândalo Bernardino dias atrás, não se mencionam os nomes para a eleição da presidência na próxima segunda-feira. Entre os próprios bispos, vige certa perplexidade. Tudo corre de modo discreto, talvez porque a eleição já esteja resolvida e Dom Jaime Spengler e Dom Joel já estejam eleitos, talvez porque tenham medo dos infiltrados (do Fratres?).

Infelizmente, a CNBB acomodou-se orgulhosamente à sua tradicional posição petista e, como dizia Augusto Nunes no programa “Os Pingos nos Is” de ontem, na Rádio Jovem Pan, “com isso, a CNBB se tornou uma entidade parecida com a UNE, não tem maior representatividade, não tem a maior importância, só trata de política”.

Os conservadores (sim, dizem que há alguns lá — um deles, usa batina o ano todo, mas na Assembleia tira, “corporativisticamente”, o clergyman do armário), por sua vez, fazem o que podem: estão astuciosamente articulando uma roda de sanfona para o fim do encontro.

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