segunda-feira, 17 de junho de 2019

A falsa emergência climática

Cristina Miranda

Em 2009 rebentou um escândalo que viria a abalar a agenda do “Apocalipse Climático”: uma fuga de e-mails da Climatic Research Unit da Universidade de East Anglia no Reino Unido chefiada por Phil Jones, revelava que um grupo de cientistas americanos e britânicos, concertados entre si, mentiram sobre o suposto aquecimento global.

O Climategate, – como passou a ser chamado – e denunciado cá pelo Expresso, feriu de morte a Conferência de Copenhaga que se seguiu nesse ano tendo sido por isso um fiasco. Esta revelação acabou com a farsa da emergência climática? Não. Ela segue e aqui explico por quê.



Com efeito, a descoberta não podia ter sido mais chocante. As milhares de mensagens e  documentos anexos não deixavam dúvidas: para justificar um aquecimento global inexistente, foram manipulados dados climáticos; houve obstrução ao acesso por outros cientistas aos dados e pesquisas que serviam de base para a “teoria” do aquecimento; houve redefinição do processo de revisão científica a fim de manter diferentes pontos de vista fora da literatura científica; houve  discussão para afastar um investigador céptico da sua posição de editor num importante jornal científico; houve preocupação em esconder as divergências entre temperaturas observadas com as fictícias; houve abordagem sobre uma COMPLETA FALTA DE AQUECIMENTO na última década. Ainda, num dos mails de Phil Jones pode ler-se: “o mundo vai cair sobre mim se eu disser que o mundo esfriou a partir de 98”.  E noutro: “você sabe que não sou político no máximo gostaria de ver a mudança climática acontecer de modo a que a ciência pudesse ser provada”. Dúvidas? Continuemos…

Mas quem era afinal este Dr. Phil Jones? Nada mais nada menos do que o homem mais influente no IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) por seu registo da temperatura global ser o mais importante dos 4 conjuntos de dados de temperatura que servem de base no IPCC e governos para sustentar a teoria do aquecimento. Também é a peça chave do grupo restrito de cientistas responsáveis por promover o quadro das temperaturas mundiais transmitido pelo gráfico a que chamaram de “hockey stick” de Michael Mann (um amigo dos tempos de universidade de Jones), responsável pela inversão da história do clima ao declarar que após 1000 anos de temperaturas em declínio, as temperaturas globais tinham disparado para níveis nunca antes registados. Apesar deste gráfico eliminar o Período Quente Medieval que é um facto científico, foi o ícone do movimento do aquecimento global de origem antropogênica. Porém, em 2003, não tardou a contestação aos dados estatísticos utilizados para criar o “hockey stick” quando um perito canadiano Steve McIntyre denunciou que os dados estavam enviesados. Descobrira que Dr. Hansen através da manipulação dos programas de computador no seu registo de temperatura no GISS (Goddard Institute for Space Studies) alterou dados ao reduzir temperaturas passadas e ajustar em alta, as recentes. Resultado? Ameaças e acusações de que estava ao serviço dos interesses petrolíferos. Pois…

Faziam parte da lista desta “elite” científica do IPCC, não só a equipa do “hockey stick” Dr. Mann,  Dr. Jones e o seu colega da CRU, Keith Briffa, como também Ben Santer, responsável pela controversa re-redação de passagens chave do relatório do IPCC de 1995; Kevin Trenberth responsável pelo alarmismo sobre atividade dos furacões junto do IPCC; Gavin Schmidt o braço direito  de Al Gore;  o Dr. James Hansen cujo registo de dados de temperatura no Goddard Institute for Space Studies é o segundo mais importante a seguir ao da CRU. Este pequeno grupo de cientistas foi durante anos o mais influente na promoção do alarme do aquecimento global em todo o mundo através do papel que desempenharam no cerne do (IPCC) da ONU. 

Depois deste escândalo ficou claro que a teoria do aquecimento global não passava de uma farsa levado a cabo por um grupo minúsculo, mas coeso de cientistas em promiscuidade com os governos e ONU. Assim sendo por que se continuou a alimentar a farsa? A resposta é tão simples: dinheiro. Biliões dele.

O início desta saga deu-se com Margaret Thatcher quando em 1974 previsões apocalípticas (sim, outras!) apontavam para um arrefecimento global. Defendia-se que se se aumentasse o CO2 (ironicamente nesta altura este gás era amigo do ambiente) aqueceria a terra dando como solução o aumento de consumo de petróleo e carvão. A crise no sector e falta de confiança no Médio Oriente, levaria Thatcher a virar-se para a energia nuclear e para justificar a necessidade de aumento de centrais, pôs dinheiro à disposição dos cientistas para desenvolver estudos fiáveis para comprovar se havia relação do CO2 no aquecimento e assim poder justificar a viabilidade do projeto. Nasce o IPCC e o 1º relatório dando um volte-face aos dados científicos de então: a Royal Society que até à data sustentava estudos de que o Sol era a causa das alterações climáticas passa meses depois para o CO2 anulando dados de décadas. Os cientistas descobrem assim que tem de haver um problema para que o dinheiro (muito dinheiro) flua e o clima passou a ser um negócio, uma indústria que gere biliões e emprega igualmente milhões de pessoas. Sem saber, Thatcher abrira a caixa de Pandora. Foi o início da politização do clima.

Não há emergência climática provocada pelo CO2. É tudo invenção. Nenhuma mudança nos últimos 1000 anos pode ser explicada pelo CO2. O clima sempre mudou.  Já foi mais quente, já foi mais frio. Há 200 anos tivemos uma Pequena Idade do Gelo onde pinturas mostram o Tamisa gelado. Ainda antes deste, o Período Quente Medieval que foi um período muito próspero de muitos vinhais na Inglaterra. Muito antes, na Idade do Bronze, outro período muito quente “O Máximo de Holocero” mais quente que o registado hoje. O Polo Norte aumenta e diminui há anos, tem a sua dinâmica própria. Está até melhor pois está a ganhar gelo. A Groenlândia 1000 anos antes era mais quente e a prova é que a estação lá construída hoje está submersa de neve e gelo e os ursos não se extinguiram: adaptaram-se. As temperaturas iniciaram subida em 1940 sem revolução industrial e no boom da industrialização, baixaram por 4 décadas! O CO2 é produto do aquecimento e não ao contrário, ou seja, quando há uma subida de temperatura, 800 anos depois há maior concentração; quando arrefece, 800 anos depois, desce a concentração. É o Sol que dirige o clima onde o CO2 é irrelevante. Está hoje provado que as manchas solares têm uma relação com as mudanças climáticas: mais manchas, mais frio; menos manchas, mais calor. O clima é controlado pelas nuvens; que as nuvens são controladas pelos raios cósmicos e que os raios cósmicos são controlados pelo sol. Os fenómenos naturais são causados pela diferença de temperatura entre os trópicos e os polos. O aumento do mar não tem a ver com degelo, mas sim com expansão térmica dos oceanos – um processo longo e lento. O buraco do ozono está a fechar.

Sabe-se já isto tudo cientificamente provado mas não basta para abalar uma simples teoria INVENTADA de uns míseros burocratas que nada mais querem senão triplicar os fundos para esta causa  por uma questão de sobrevivência própria; que querem continuar a manter o 3 mundo pobre por não poder  explorar seus recursos naturais em carvão e petróleo e impedir de desenvolver-se como se pode constatar nos documentos vazados na Cimeira de Copenhaga.

Por isso Guterres é a marionete ideal para estar à frente da ONU; Greta a menina inocente ideal para ser instrumentalizada e dar novo alento a esta farsa; e Trump é tão odiado por ter tido a ousadia de se opor a esta agenda. E os marxistas? Porque o CO2 representa a industrialização pelo capitalismo, o marxismo anticapitalista viu uma oportunidade de propagar ideologia anti-carros, anti-crescimento, anti-EUA e dedicar-se ao ativismo ambientalista PAGO para parasitar nele.

Aprenda que existe Ambiente, Poluição e Clima. Os DOIS primeiros dependem do Homem e a ele e só ele cabe o dever de cuidar e promover a sustentabilidade dos recursos; o segundo não é nem nunca foi da sua responsabilidade. Haverá sempre mudanças com ou sem humanos na Terra e o Homem nada pode fazer para o impedir. 

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Título, Imagem e Texto: Cristina Miranda, Blasfémias, 14-6-2019

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