segunda-feira, 22 de julho de 2019

Charada (949)

Basco está para Cabos,
assim como
Destra está para
________.

a) Tardes;
b) Cabras;
c) Barras;
d) Sestas.

domingo, 21 de julho de 2019

FC Porto começa bem a temporada 2019/2020 vencendo a Taça Ibérica

Fábio Silva é decisivo e FC Porto vence Copa Ibérica

Foto: Filipe Farinha
O FC Porto venceu o Getafe, por 2-1, conquistando a Copa Ibérica. Um golo decisivo de Fábio Silva, aos 81 minutos, revelou-se decisivo para os portistas darem a volta ao marcador e conquistarem o troféu de pré-temporada.


Fábio Silva fez 17 anos ANTEONTEM, sexta-feira, 19 de julho de 2019!

Este foi o penúltimo encontro de preparação dos 'dragões', que fecham a pré-temporada com a recepção ao Mônaco, no próximo sábado, no encontro de apresentação aos adeptos, no Estádio do Dragão.

[Produtos e Serviços] “A Uber é a melhor”

Assim falou Zaratustra, ops!, não!, foi o motorista. Passo a narrar:

Viajamos, o casal LT/CF e eu, em manhã ensolarada de um sábado, do concelho de Sintra para Alfama, em Lisboa.


Entabulada animada cavaqueira, ficamos sabendo que o chauffeur trabalha com/para quatro (!) aplicativos: Uber, Cabify, Kapten e um outro que não recordo.

Qual o melhor? – perguntamos.
“A Uber é a melhor.” – respondeu.

Ficamos sabendo que a Uber tem escritório em Lisboa, onde atende os seus parceiros, em cinco dias da semana. A Kapten também tem escritório, no entanto, atende os seus parceiros somente em três dias da semana. Os outros dois não têm escritório em Lisboa, somente em Madrid.

A Kapten é a mais barata para o passageiro, nos informou o amável chauffeur.

Motoristas de táxis continuam agindo com hostilidade vis-à-vis motoristas de aplicativos.

A Uber, fundada nos EUA, em 2009, chegou a Lisboa e ao Rio de Janeiro em 2014. Depois dela, proliferaram dezenas de empresas semelhantes, com pequeninas diferenças. O que comprova o acerto visionário da Uber.

O futuro já chegou. Quem não se adaptar vai chorar.

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[As danações de Carina] Todos os filhos deveriam ler esse texto

Carina Bratt

Recebo em meu WhatsApp uma crônica de minha amiga advogada e jornalista Ruth Manus, de São Paulo, publicada em 19 de abril de 2017 em sua coluna “Retratos e relatos do cotidiano”, parte integrante do jornal “Estadão”. Achei interessante passá-la adiante. Apesar do tempo, mais de dois anos, acredito, as palavras de Ruth estejam bem na moda e cairão como luvas de pelicas para certos filhos que desprezam seus pais.


Ou pior, os maltratam e os deixam em completo abandono. Aliás, textos como esses, nunca saem de moda. Jamais caducam ou se perdem no tempo. Com o passar dos janeiros, se solidificam, se tornam uma lição a ser seguida à risca.  Sobretudo, se irmanam a nossa vida e se transformam num aprendizado de vida. Ei-lo, pois, na íntegra.

”Quem deixou meus pais envelhecerem?
Meus pais não são velhos. Quer dizer, velho é um conceito relativo. Aos olhos da minha avó, são muito moços. Aos olhos dos amigos deles, são normais. Aos olhos das minhas sobrinhas, são muito velhos. Aos meus olhos, estão envelhecendo. Não sei se lentamente, se rápido demais ou se no tempo certo. Mas sempre me causando alguma estranheza.

Lembro-me de quando minha mãe completou 60 anos. Aquele número me assustou. Os 59 não pareciam muito, mas os 60 pareciam um rolo compressor que se aproximava. Daqui uns anos ela fará seus 70 e eu espero não tomar um susto tão grande dessa vez. Afinal, são apenas números.

Parece-me que a maior dificuldade é aprendermos a conciliar nosso espírito de filho adulto com o progressivo envelhecimento deles. Estávamos habituados à falsa ideia que reina no peito de toda criança de que eles eram invencíveis. As gripes deles não eram nada, as dores deles não eram nada. As nossas é que eram graves importantes e urgentes. E de repente o quadro se inverte.

Começamos a nos preocupar frequentemente de forma exagerada com tudo o que diz respeito a eles. A simples tosse deles já nos parece um estranho sintoma de uma doença grave e não uma mera reação à poeira. Alguns passos mais lentos dados por eles já não nos parecem calma, mas sim uma incômoda limitação física. Uma conta não paga no dia do vencimento nos parece fruto de esquecimento e desorganização e não um simples atraso como tantos dos nossos.

Num dado momento já não sabemos se são eles que estão de fato vivendo as sequelas da velhice que se aproxima ou se somos nós que estamos excessivamente tensos, por começarmos a sentir o indescritível medo da hipótese de perdê-los mesmo que isso ainda possa levar 30 anos.

Charada (948)

Num ano comum
(365 DIAS),
qual o maior número possível
de sextas-feiras 13
que podemos obter?

Charada (947)

Qual o
menor número
de pessoas que devem
estar numa festa
para que seja possível garantir que,
pelo menos,
três delas
nasceram no mesmo mês?


Charada (946)

Cinco amigas querem
alugar cinco casas.
A, B, C, D e E,
dispostas em banda.
Considerando as seguintes premissas,
qual a casa que deve ser
alugada por cada amiga?


a) Mônica quer ter apenas uma vizinha e prefere que esta tenha aves;
b) Susana tem um gato e não quer vizinhas que tenham cães;
c) Zélia tem um coelho e Magda tem um cachorro;
d) Olga tem um canário e não quer vizinhas que tenham gatos.

sábado, 20 de julho de 2019

Charada (945)

Um arqueiro disparou 6 flechas
contra um alvo com três círculos.
O círculo azul exterior valia 3 PONTOS,
o círculo vermelho intermédio valia
6 e o círculo amarelo central valia 10.

Considerando que o arqueiro acertou
sempre no alvo e obteve 25 PONTOS,
quantas flechas acertaram
em cada círculo?

Charada (944)

Descubra os
diferentes
anagramas
da palavra
CIDADES.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Governo lista 47 ações realizadas em 200 dias de gestão

Pedro Rafael Vilela

No balanço de 200 dias de gestão apresentado nesta quinta-feira (18), em cerimônia no Palácio do Planalto, o governo listou 47 ações, divididas em sete eixos, que estão em andamento ou foram realizadas ao longo do período. A lista inclui, por exemplo, o anúncio do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) ( ), alcançado depois de duas décadas de negociações, a aprovação da medida provisória que libera capital estrangeiro nas empresas aéreas e a isenção de vistos para turistas de Austrália, Estados Unidos, Canadá e Japão que desejem visitar o Brasil. 

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
De acordo com o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, a ideia é realizar um balanço do governo a cada 100 dias. "Os quatros anos de governo Bolsonaro serão assim, a cada 100 dias, nós prestamos conta", disse. 

O governo também citou como avanço o aumento de mais de R$ 4,4 bilhões de recursos do Plano Safra 2019/2020 destinado aos agricultores familiares atendidos pelo Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o montante de R$ 6,5 bilhões em seguros para produtores rurais. A aprovação do Cadastro Positivo, que estabelece um banco de dados obrigatório de bons pagadores, também figura entre os itens apresentados no balanço.

Na área de meio ambiente, o governo destacou o lançamento do projeto "Juntos pelo Araguaia", uma parceria do governo federal com os estados de Goiás e Mato Grosso. O objetivo é a recuperação das áreas degradadas por meio da recomposição florestal, conservação do solo e da água. Na primeira etapa, uma área de 10 mil hectares será recuperada, com investimentos de mais de R$ 100 milhões. "É o maior projeto de recuperação de uma bacia hidrográfica no mundo", disse Onyx. 

No setor de ciência e tecnologia, o destaque foi a assinatura do Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), entre Brasil e Estados Unidos, para uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara, no Maranhão. 

Confira um resumo das ações apresentadas pelo governo nos 200 primeiros dias de gestão:

EIXO AMBIENTAL
1. Lançamento do projeto “Juntos pelo Araguaia”

EIXO CIDADANIA
2. Distribuição de mais de 1,3 mil toneladas de alimentos para 86 mil famílias indígenas e quilombolas

3. Reconhecimento dois territórios de comunidades quilombolas: Cariongo, no município de Santa Rita (MA), e Santo Antônio do Guaporé, no município de São Francisco do Guaporé (RO) com, respectivamente, 559 hectares e 7.221 hectares

4. Estação Cidadania
Espaço criado pelo Ministério da Cidadania para o desenvolvimento de programas e ações culturais, práticas esportivas e de lazer, formação e qualificação profissional, serviços socioassistenciais e políticas de prevenção à violência em áreas de vulnerabilidade social. Desde abril, segundo o governo, foram entregues à população nove unidades da Estação Cidadania, para fortalecimento dos vínculos comunitários, com estimativa de alcance de 170 mil pessoas por mês

5. Ampliação do Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte

6. Entrega de veículos adaptados
Para reforçar o atendimento da assistência social às famílias mais vulneráveis, o governo federal entregou, no primeiro semestre de 2019, 120 carros e 70 micro-ônibus para municípios brasileiros em 16 estados: AP, BA, CE, ES, MA, MG, MS, PA, PR, RN, RR, RS, SC, SE, SP e TO

7. Ampliação dos canais de alerta para notificação de população em situação de risco

Lançado “Dicionário do Calão do Minho” com palavrões, gírias e expressões minhotas

altominho.tv

Chama-se “Dicionário de Calão do Minho” mas, muito mais do que palavrões, são os regionalismos, gírias e outras linguagens marginais e informais daquela região e arredores que alimentam a obra agora lançada por João Carlos Brito.


No total, o livro apresenta 1.700 palavras e expressões típicas do Minho e a respetiva “tradução”.


“A ideia é, de uma forma divertida, fazer com que a riqueza linguística típica do Minho não se perca, uma vez que há muitos termos que hoje em dia já só os mais velhos entendem”.

João Carlos Brito deu exemplos: no Minho, ainda se diz “estou barado” quando se quer expressar espanto ou admiração.

Borronas” são marcadores, “cabaneiro” é coscuvilheiro, “forrinhos” é o sótão, “peteiro” é mealheiro, “fox” é lanterna, “chieira” é vaidade, “corisca” é ponta de cigarro, “lostra” é bofetada e “fragonete” é furgão.

Há ainda a “maneira” que é braguilha, a “malina” que é mau cheiro, as “cabrunhas” que são os caroços de fruta e o “mata-bicho” que significa pequeno-almoço, refeição ligeira ou mesmo um copinho de aguardente pela manhã.


São termos que praticamente só se entendem no Minho e, em muitos casos, só mesmo em locais muito específicos da região”, diz João Carlos Brito, sublinhando que a grande tipicidade linguística advém, sobretudo, das zonas do interior.

Entre as 1.700 palavras e expressões esmiuçadas no livro, constam ainda “canté” (que significa “quem dera” ou “era bom”), “enjerido” (cheio de frio), “esganhadar” (arranhar), “estar de furrica” (diarreia) e “estonar” (descascar).


A obra contém, ainda, 29 artigos desenvolvidos sobre palavras e expressões que são típicas do Minho, aventando a sua origem e explicação, numa perspetiva sociolinguística e etimológica.

É o caso, por exemplo, de “alpergata”, nome dado por muitos minhotos ao chinelo de pano com sola em corda ou a sandálias de pano.

Venezuela: Quanto menos inocente Sergio Moro for, melhor



O título da newsletter desta semana faz referência a uma frase do dramaturgo alemão Bertold Brecht: “Quanto mais inocentes eles forem, mais merecem levar um tiro”. Ele proferiu essas palavras ao então amigo Sidney Hook, em Nova York, em 1935, quando os dois falavam sobre os expurgos e assassinatos conduzidos na União Soviética. Algumas das pessoas assassinadas tinham relações com Brecht — traduziram ou publicaram seus livros — o que torna sua declaração mais macabra. (A história foi contada no livro de memórias de Sidney Hook e, no Brasil, no livro ‘Os Intelectuais’, de Paul Johnson)

Mas, a despeito da vida de profunda subserviência aos ideais comunistas, vou dar o benefício da dúvida a Brecht pelo menos neste comentário e dar razão a ele. Vou interpretar da seguinte forma: Em um regime profundamente monstruoso como era o soviético, ser inocente não é uma opção. É preciso conspirar pela sua derrubada o tempo todo, dia e noite. 

E onde entra o ministro da Justiça, Sergio Moro, nesta história? No dia 7 deste mês, a Folha de S. Paulo publicou uma reportagem com ares de denúncia sugerindo que o então juiz incumbido da Lava Jato e a Procuradoria Geral da República trocaram mensagens com procuradores venezuelanos perseguidos pela ditadura de Nicolás Maduro. As supostas mensagens enviadas para os colegas da Venezuela mostrariam como a empreiteira Odebrecht teria pagado propinas a membros do governo Maduro na Suíça. 

Segue um trecho da reportagem:

Os procuradores começaram a debater o assunto na tarde do dia 5 de agosto de 2017, depois que Moro escreveu ao chefe da força-tarefa de Curitiba, Deltan Dallagnol, no aplicativo Telegram.
 
"Talvez seja o caso de tornar pública a delação da Odebrecht sobre propinas na Venezuela", disse o juiz. "Isso está aqui ou na PGR?"
 
Em 2016, quando decidiu colaborar com a Lava Jato, a Odebrecht reconheceu ter pago propina para fazer negócios em 11 países além do Brasil, incluindo a Venezuela, mas as informações fornecidas pela empresa e por seus executivos foram mantidas sob sigilo por determinação do Supremo Tribunal Federal. 

LIVE com o presidente Bolsonaro, 18 de julho de 2019

Folha do Brasil, 18-7-2019

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[Aparecido rasga o verbo] Hérnia de hiato

Aparecido Raimundo de Souza

MEU CORAÇÃO BRIGA comigo o tempo todo querendo parar de bater dentro do meu peito. Sinaliza, num silêncio cheio de gritos aterrorizantes, que quebrará o vínculo existente entre nós sem prévio aviso ou carta de demissão. Senhor de si e fatível, imbuído numa soberba coonestada e ímpar, o desgraçado não me dará tréguas. Apregoa com todas as letras que me arranjará um infarto fulminante. Assim do nada. Eu acredito nessa hipótese, como o óbvio se acasala ao remediar. Estou atado, desde muito, como se vivesse numa cela das masmorras de Alcatras. Difícil sair vencedor. Meu coração é um verdugo. Tem pavio longo e uma sede quase sexual de me tirar do ar. E o fará, com certeza, no acaso de um momento em que achar conveniente. Aos sessenta e seis, contabilizo como as leituras das crônicas de Luiz Fernando Veríssimo, uma plêiade de chegados meus que deixou saudades.

Gente que fazia parte direta do meu relacionamento cotidiano. De repente essas criaturas partiram no clima dessa contusão que a medicina descreve como uma lesão tecidual isquêmica irreversível. Grosso modo, AVC. Por conta dele, amigos e companheiros de anos de histórias vividas num mesmo andejar, como por encanto, sumiram do pedaço. Viajaram assim como Paulo Amorim, Ariano Suassuna, passagem só de ida. Partiram para algum lugar escondidinho, lá em cima, no imensurável, como súditos fictícios de um rei que nunca mostra a face. Assemelhado a um ligeiro piscar de olhos, meus caríssimos submergiram num tsunami gigantesco e impetuoso de um mar revolto e bravio, como se estivessem todos encordoados dentro de um barco muito pequeno e adinamicamente frágil e valetudinário.

O certo, e o que de fato eu sei, ou melhor, o que me restou, não mais que a percepção de entender aos trancos e barracos, que os meus simpatizantes e fraternos, abismaram sem tempo para um bilhete de despedida. Sequer um grito, um oi, um telefonema, uma mensagem no Facebook, ou um adeus, ou até breve de duas ou três linhas no WhatsApp. Meu Deus! Não quero ser pessimista, ou excessivamente arreado e vazio. Longe disso! Tampouco almejo fazer com que as criaturas que me cercam tenham pena de mim, e em razão disso se prostrem ao meu lado, deprimidas, conturbadas, amedrontadas, como pulgas com tempo de vida curto em pelo de cachorro prestes a ingressar num pet-shop para banho e tosa. Estou me preparando, todavia, para o momento fatal. Isso é necessário. O alinhavo veloz se faz emergencial.

Para a aventura desconhecida com gosto de infelicidade, nada como se antecipar para não ser pego de surpresa, de calças curtas. Morrer assim sem aviso, para qualquer ser vivente, é uma enorme e desproporcional falta de sorte. Uma tragédia que não aflorou devidamente anunciada. Deve ser chato, maçante e desagradável não poder ir e vir a bel prazer dos próprios passos. Pior, aterrador, amolante e enfadonho, não enxergar o mundo à volta. Martirizante não gozar do vento batendo no rosto, desalinhando os cabelos, ou se deleitar com o calor das ruas e praças apinhadas de sorrisos se abrindo em rostos afogueados de futuro. Imagino ser insípido e intolerável não ouvir o canto dos pássaros, o burburinho da vida plena se quadruplicando. Espero que nesse dia em que o meu coração der na telha de me meter, goela adentro, o tal do infarto fulminante estômago abaixo, me calar a voz, de vez, o céu esteja lindo.

Charada (943)

Qual das seguintes
expressões não é uma
redundância?

Celebração festiva;
Amanhecer o dia;
Surdo dos ouvidos;
De sua livre escolha.

Presidente Bolsonaro sanciona lei que inclui dados sobre autismo



quinta-feira, 18 de julho de 2019

[Discos pedidos] Bandeira 2


Bandeira 2 é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo, entre 1º de outubro de 1971 e 18 de julho de 1972, em 179 capítulos. Foi a 15ª "novela das dez" exibida pela emissora. Escrita por Dias Gomes e dirigida por Wálter Campos e Daniel Filho, foi produzida em preto-e-branco.

Pois, eu que desembarcara no Galeão em 29 de março de 1972, "dei de cara" com essa novela, já ia para lá da metade. Me impressionavam as atuações dos atores. E duas músicas da trilha internacional ficaram para sempre na minha alma: Mamy Blue e Love's Whistle. Na minha e nas de milhões de brasileiros.

No dia 1º de novembro de 1971 entrava no ar no horário das 22h na Globo a novela Bandeira 2. Escrita por Dias Gomes e dirigida por Daniel Filho e Wálter Campos, a história retratava o universo dos bicheiros, e tinha Paulo Gracindo como protagonista.

A trama girava em torno de Artur do Amor Divino, conhecido como Tucão (Paulo Gracindo), e sua rivalidade com Jovelino Sabonete (Felipe Carone), com quem disputava a supremacia nos negócios do jogo do bicho na região do bairro de Ramos, zona norte do Rio de Janeiro. Além da rivalidade nos negócios, Tucão e Jovelino Sabonete ainda viram seus filhos, Taís (Elizângela) e Márcio (Stepan Nercessian), respectivamente, se apaixonarem, dando início a um amor proibido em meio àquele cenário de contravenção.

Neste cenário também se encontra Noeli (Marília Pêra), que é motorista de táxi e porta-bandeira da escola de samba Imperatriz Leopoldinense. Desquitada de Tavinho (José Augusto Branco), ela é uma mulher independente que desperta paixões, entre elas a de Zelito (José Wilker), filho de Tucão que vive recluso em seu quarto, pintando quadros. Noeli também é muito amiga de Zé Catimba (Grande Othelo), um dos mais antigos e queridos integrantes da escola de samba.

Um grande sucesso, Bandeira 2 alçou Paulo Gracindo a grande astro da TV graças à popularidade de Tucão, que, mesmo contraventor, conquistou a audiência. No entanto, segundo o site Teledramaturgia, o personagem chegou ao ator por acaso. Isso porque o ator Sérgio Cardoso havia pedido para protagonizar uma novela de Dias Gomes, que lhe apresentou Tucão. Mas o astro não gostou do personagem e pediu para mudá-lo, proposta que foi rejeitada pelo autor. Por conta disso, Dias Gomes sugeriu ao diretor Daniel Filho o nome de Paulo Gracindo que, até então, só fazia coadjuvantes e grã-finos. Bandeira 2, portanto, se tornou um divisor de águas na carreira de Gracindo.

Já para a atriz Marília Pêra, Bandeira 2 não foi um momento feliz. Isso porque a atriz aceitou a personagem Noeli acreditando que seria a grande estrela da novela, algo que não aconteceu em razão da enorme popularidade de Tucão. Assim, ela acabou pedindo para sair da novela, mas não teve o seu pedido atendido.

Toffoli diz que decisão sobre dados do Coaf não impede investigações

Andre Richter

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli [foto], disse hoje (18) que sua decisão envolvendo o compartilhamento de dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e da Receita Federal não impede investigações sobre crimes.

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
Ontem (17), Toffoli determinou a suspensão de todas as investigações que foram baseadas em dados fiscais repassados pelo Coaf e pela Receita Federal ao Ministério Público (MP) sem autorização judicial.

Segundo o presidente, o Coaf e a Receita podem repassar uma comunicação de crime ao MP, por meio de um relatório global de dados, sem detalhes específicos. De acordo com o ministro, para ter acesso às informações completas do contribuinte, o MP precisa de autorização da Justiça para quebra do sigilo fiscal e bancário.

Durante uma coletiva de imprensa em Cuiabá, onde participou de um evento, o presidente do STF também disse que votou pela constitucionalidade do repasse de dados globais, em 2016, quando o STF autorizou a Receita Federal a obter dados bancários dos contribuintes para fins fiscais.

"Se o detalhamento é feito sem a participação do Judiciário, qualquer cidadão brasileiro está sujeito a um vasculhamento na sua intimidade. Isso é uma defesa do cidadão. Essa decisão não impede as investigações. Essa decisão, ela autoriza, como foi no julgamento do Supremo, no plenário, as investigações que tiveram origem do compartilhamento global e depois o detalhamento com autorização judicial. É uma defesa do cidadão."

Ontem (17), após a divulgação da decisão, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, disse que vê a decisão com preocupação.

As forças-tarefas da Operação Lava Jato em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro disseram que a decisão terá impacto em "muitos casos" que apuram corrupção e lavagem de dinheiro. O levantamento preciso ainda não foi realizado.
Título e Texto: Andre Richter; Edição: Valéria AguiarAgência Brasil, 18-7-2019

Mecias de Jesus defende permissão para dirigir aos 16 anos

Agência Senado

O senador Mecias de Jesus (PRB-RR) [foto] defendeu nesta quarta-feira (17), em Plenário, o projeto de lei (PL) 3.973/2019 de sua autoria que Altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503, de 1997) para permitir a emissão de licença para dirigir a partir dos 16 anos de idade.

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
A justificativa do parlamentar é de que os jovens de hoje sabem manejar com facilidade equipamentos de avançada tecnologia e possuem um apurado senso de responsabilidade quanto aos seus direitos e deveres, devendo, portanto, ter acesso à habilitação mais cedo do que no passado.

— Creio ser uma medida justa, pois cobra respeito às regras que regem a nossa organização social, concedendo crédito de confiança e respeito aos jovens do Brasil — disse.
Título e Texto: Agência Senado, 17-7-2019

“jovens de hoje sabem manejar com facilidade equipamentos de avançada tecnologia e possuem um apurado senso de responsabilidade quanto aos seus direitos e deveres”, além de poderem votar – um ato de extrema responsabilidade. Portanto, é aproveitar o projeto deste senador para definir a idade da maioridade penal: 16 anos. Sem isto, é demagogia barata!

CNN viewers are outraged at what a black Trump supporter said, and they want to find him

"All this... far left talk is kind of scaring me"


Carlos Garcia

Some CNN viewers were outraged at an interview with a young African American supporter of President Donald Trump, and they took to social media to express their anger.

Kevin Martin of Pennsylvania told CNN's Van Jones that he voted for Trump in the 2016 election, and he still planned to vote for him in 2020, despite a few misgivings.

"All this, kind of this, far left talk is kind of scaring me, when it comes to the border," he said, though the rest of his statement was edited out.

"Look, I mean, I was raised in a conservative family, and I'm in business, I'm a business consultant, and business is great. And I don't want to lose that," Martin explained.

"And I know that a lot of the rhetoric coming out of the White House off Twitter, is concerning," he admitted, "but putting personal feelings aside, I think that we're having a great economic boom, I mean, people are risking their lives to come here."

What was the response?

Many of those on the left who watched the segment were angry that Martin said that he would support Trump in 2020 because his business was doing better. Several users said he need to be re-educated.

J'accuse — The New Yorker Is Trying to Silence Me

Alan M. Dershowitz

Alan Dershowitz. Photo: John Lamparski/Getty Images for Hulu

I recently learned, from a source close to The New Yorker magazine, that its editor, David Remnick, has commissioned a hit piece against me for the explicit purpose of silencing my defense of President Trump, Prime Minister Netanyahu, and the State of Israel. Remnick despises Trump and Netanyahu, and is well known for his strong anti-Israel bias. Remnick explicitly told people that I must be silenced because mine has been the most persuasive voice in favor of what Remnick feels pose dangers to values he holds dear, and that he will use the credibility of The New Yorker to accomplish this goal.

The New Yorker used to be a great literary magazine. I read it for its short stories, profiles of literary figures, film and drama reviews, humorous vignettes, and clever cartoons. But since David Remnick took over as editor, left wing politics have trumped non-partisan literature. Profiles have become personal attacks on Remnick's political enemies and hagiographies of his political friends.

Among Remnick's most persistent enemies are Benjamin Netanyahu and Donald Trump. Ad hominem attacks on the Israeli Prime Minister include mocking his name ("Netanyahoo") and calling him a "mendacious mouse." Remnick consistently singles out Israel for condemnation, while ignoring real violations of human rights.

An op-ed in the Jerusalem Post observed that "under Remnick's reign, The New Yorker, and particularly Remnick himself, repeatedly and obsessively focuses on what Remnick perceives to be the failings of the state of Israel," accusing it of "medievalism," "apartheid" and "xenophobia." Its one-sided views have been "posted prominently on the website of "Intifada – The Voice of Palestine."

The Committee for Accuracy in Middle East Reporting in America has characterized Remnick's writings as "almost frantic agitation" against the Netanyahu government. Israel and/or its leaders are scorned for being "bigoted," "arrogant" and "stubborn," and for displaying "ineptitude" and a penchant for "fantasy." The Palestinian leaders, on the other hand, are "moderate and constructive." Remnick's attacks on President Trump are even more ad hominem, calling him "unhinged," "chaotic," "corrupt," "infantile" and comparing him to Nero.

The New Yorker's reputation for objectivity, fairness and scrupulous fact checking has been replaced by a growing awareness that nothing it publishes should be taken as true without rigorous independent checking, especially when it comes to Israel, Netanyahu, and Trump. The same is true when it comes to public figures Remnick believes are supporters of his sworn enemies. I know, because Remnick has arranged for a like-minded attack journalist named Connie Bruck to target me in a mendacious hit piece designed to still my voice on Israel, Netanyahu, and Trump.

Charada (942)

Qual a figura
mitológica
que se esconde
nesta estranha
palavra?
OLNUCVA

Mais de uma centena de pessoas em concentração em defesa da PSP em Massamá

A iniciativa tinha como objetivo “valorizar e agradecer” a intervenção das forças de segurança devido às agressões e às muitas críticas públicas que sofrem no desempenho das suas funções.

Agência Lusa

Foto: Tiago Petinga/Agência Lusa
Mais de uma centena de pessoas esteve esta terça-feira presente numa concentração em defesa da PSP, em frente à esquadra de Massamá, em Sintra, com os presentes a agradecerem o trabalho dos agentes e a condenarem as críticas que são alvo.

A iniciativa foi organizada pelo grupo de Moradores de Massamá na rede social Facebook, tendo em conta as agressões que os agentes são alvo e as muitas críticas públicas que sofrem no desempenho das suas funções.

“Queremos demonstrar às nossas forças policiais que estamos com eles e valorizamos o seu trabalho. Não concordamos com o crescimento do sentimento de impunidade que existe e deve ser desmotivador enfrentarem vários perigos para salvaguardar a segurança pública, com o seu trabalho a ser questionado por questões de pormenor”, disse à Lusa Maria de Sousa, administradora do grupo que organizou a iniciativa.

A moradora defendeu que a iniciativa tinha como objetivo “valorizar e agradecer” a intervenção das forças de segurança.

“Acho que a nível nacional todos o deviam fazer, deviam demonstrar a todas as forças policiais que o cidadão de bem, que cumpre os seus deveres para ter direitos, defende a PSP e a GNR e que pretende um ambiente se segurança”, salientou.

A recepção, no aeroporto de Brasília, ao presidente Bolsonaro na volta da reunião do Mercosul, na Argentina

Glenn tenta fabricar escândalo, mas fracassa de novo

Eduardo Bolsonaro em Washington. Quem deve decidir?


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quarta-feira, 17 de julho de 2019

A resposta do governador do Estado do Rio de Janeiro à esganiçada – deputada federal – Talíria Petrone


Ao lado da esganiçada deputada [foto acima] está o deputado David Miranda – mulher do militante Greenwald – que se diz negro, mas parece caucasiano.

Veja o vídeo:

CNN pushes narrative that President Trump is racist to group of women. It brutally backfires

That. Did. Not. Go. Over. Well. At. All.


Chris Enloe

CNN correspondent Randi Kaye asked eight Dallas-area women on Tuesday's "Anderson Cooper 360" if they thought President Donald Trump's recent tweets attacking four progressive congresswomen are racist — and it did not go over well for CNN.

"How many of you don't think what the president said is racist?" Kaye asked the women, all of whom are Trump supporters.

In unison, all the women raised their hands.

The women told Kaye:
·         "I'm a brown-skinned woman. I am a legal immigrant. I agree with [Trump]."
·         "He was saying that if they hate America so much because what we're seeing out of them and hearing out of them — they hate America. If it's so bad, there's a lot of places they can go."
·         "Actually, I think it's a demonstration of how their ideology spills over even though they're American now, so to speak."
·         "They're not acting American."
·         "We know the president is not racist. He loves people from Hispanics to black people — all across the board."

One exchange in particular highlighted the narrative CNN sought to push.

"I'm glad the president said what he said because all they're doing is — they're inciting hatred and division and that's not what our country is about. It's not about that at all—," one of the women told Kaye.

"But isn't that what the president does with some of his own comments?" Kaye interjected. "His own racist comments?"

Ministério Público acusa Air France de negligência no desastre do voo Rio de Janeiro em que morreram 228 pessoas

O MP diz que a companhia aérea "foi negligente e imprudente" ao não informar devidamente os seus pilotos sobre os procedimentos a adotar em caso de anomalias no acidente que causou 228 mortos em 2009

Agência Lusa

A justiça francesa acusou a companhia aérea Air France de negligência, na sequência da investigação ao acidente aéreo do voo Rio de Janeiro-Paris, que causou 228 mortos em 2009, confirmou esta quarta-feira a AFP.

Foto: AFP/Getty Images
O Ministério Público considerou que a companhia aérea Air France “foi negligente e imprudente” ao não informar devidamente os seus pilotos sobre os procedimentos a adotar em caso de anomalias nas sondas que permitem controlar a velocidade do aparelho. Isto após vários acidentes do mesmo género que tinham ocorrido no mês anterior ao acidente com aquele voo, segundo a acusação datada de 12 julho, e à qual a AFP teve acesso.

O despenhamento do voo Rio-Paris da Air France em junho de 2009 deveu-se a “uma reação inadequada da tripulação após a perda momentânea das indicações de velocidade”, revelava um relatório de especialistas divulgado em 2014.

Nos termos do documento citado pela AFP, ordenado no âmbito da investigação judicial e elaborado por uma segunda equipa de especialistas, as simulações e as peritagens “provaram claramente a predominância dos fatores humanos nas causas do acidente e nos fatores que contribuíram” para o acidente. “Também determinámos que o acidente poderia ter sido evitado através de algumas ações apropriadas da tripulação”, referiram os cinco especialistas nas suas conclusões.

A queda do Airbus A330 da Air France, que se despenhou a 1 de junho de 2009 no Oceano Atlântico, ao largo do Brasil, custou a vida aos 228 passageiros e tripulantes.

Mistério do voo MH370. “Carga misteriosa de 90 quilos” adicionada ao manifesto após a decolagem

Investigadores franceses detectaram num relatório uma carga de 90 quilos, de conteúdo desconhecido, que só foi acrescentada ao manifesto depois da decolagem

Imagem: Fazry Ismail/EPA
Observador

O maior mistério de sempre do mundo da aviação tem uma nova página. Os investigadores do desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines descobriram que, depois de descolar, foi acrescentado ao manifesto do avião “uma carga de 90,7 quilos”. E o conteúdo é tão misterioso quanto o desaparecimento do aparelho, que, naquela noite de março de 2014, levava 239 passageiros a bordo.

Ghyslain Wattrelos, um engenheiro francês cuja mulher e os dois filhos seguiam a bordo do MH370, disse à imprensa francesa que a “carga misteriosa” foi descoberta num relatório sobre os passageiros e as bagagens. Este relatório foi redigido por investigadores franceses que estão à frente do caso. A França é o único país que ainda mantém aberta a investigação ao caso, segundo o Telegraph.

O francês diz também que um dos contentores que o avião transportava tinha peso a mais. “Ninguém sabe porquê”, comenta o engenheiro. “Pode ter sido incompetência ou manipulação. Tudo é possível”, acrescenta.

Os investigadores dizem que vão levar um ano a processar os novos dados. Afirmam, no entanto, que a carga – até agora desconhecida – reforça a teoria de que o piloto fez o avião cair propositadamente. Mas não explicam exatamente porquê.


O MH370 desapareceu a 8 de março de 2014 enquanto viajava de Kuala Lumpur para Pequim. Apenas 38 minutos decorridos desde que descolou, o avião perdeu o contacto com a companhia aérea. Até hoje, pouco ou nada se sabe sobre este desaparecimento. Mas são muitas as teorias sobre o que terá acontecido.

Bolsonaro participa da cúpula de chefes de Estado do Mercosul

Ana Cristina Campos

O presidente Jair Bolsonaro embarcou na manhã de hoje (17) para a Argentina, onde vai participar da 54ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul em Santa Fé. Durante o encontro, o Brasil vai assumir a presidência pro tempore (rotativa) do bloco sul-americano pelos próximos seis meses.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O principal acordo a ser assinado é o que elimina a cobrança de roaming internacional de serviços de telecomunicações entre pessoas que residem nos países-membros do bloco.

O fim da cobrança de roaming vai abranger serviços de voz (ligações em dispositivos fixos e móveis), envio de mensagens e dados, nome dado para os pacotes de acesso à internet. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações, ainda não há previsão de quando a medida passará a valer.

roaming é uma taxa cobrada quando um cliente sai de uma área da sua operadora. No caso, a quase totalidade dos planos vendidos no Brasil são limitados às fronteiras do país. Quando alguém viaja, por exemplo, para a Argentina ou o Uruguai, ao fazer uma ligação esta terá um custo adicional (à exceção de planos específicos com cobranças diferenciadas).

Outro acordo a ser assinado pelos países-membros do Mercosul deve permitir a brasileiros, argentinos, uruguaios e paraguaios ter assistência consular diplomática em embaixadas de qualquer um dos países que compõem o bloco quando não houver representação de seu país de origem.

Na prática, por exemplo, se um cidadão paraguaio estiver em um país que não tenha representação consular do Paraguai, ele poderia ser atendido nas representações de Uruguai, Brasil ou Argentina.

Logo após a reunião de cúpula, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, oferece almoço aos participantes do encontro. Às 15h30, Bolsonaro deixa Santa Fé com destino a Brasília. O desembarque na Base Aérea da capital federal está previsto para as 18h30.
Título e Texto: Ana Cristina Campos; Edição: Valéria AguiarAgência Brasil, 17-7-2019

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