Caminhada de Nikolas Ferreira coloca vidas em risco, diz líder petista
Que deplorável! https://t.co/sNZ6G66iVP
— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) January 23, 2026
STF se desespera com caminhada de Nikolas:
sentiram?
🚨 Ministros do STF reagiram publicamente à caminhada de Nikolas, e explico por que essa reação soa como puro desespero. Quando o Supremo reage assim, é porque sentiu.
Mostro como o ataque serve para tentar dividir e acuar a direita, justamente no momento em que a caminhada vem reenergizando a base e elevando o ânimo de apoiadores.
Analiso por que esse movimento revela um STF mais acuado do que nunca, incomodado com a capacidade de mobilização política e simbólica que a direita voltou a demonstrar.
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Caverna digital
Oba! Agora vai!
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Marcha pela Liberdade e Justiça
Até o pano da Miriam Leitão acabou
Qual a lógica?
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, decidiu não apenas defender Dias Toffoli, relator do caso Banco Master, como também intimidar publicamente quem ousa questionar a atuação da Corte. Em carta oficial, Fachin afirmou que “não há irregularidade” na conduta de Toffoli e avisou que o STF “não se dobra a ameaças ou intimidações”, insinuando que críticas, questionamentos e cobranças públicas seriam ataques ilegítimos à instituição.
ResponderExcluirO STF não responde ao mérito das suspeitas, não esclarece conflitos de interesse e não enfrenta os fatos. Opta-se por transformar a crítica em ameaça e o escrutínio público em crime moral contra a democracia.
Na sequência, o decano Gilmar Mendes reforçou o coro corporativo. Em suas redes sociais, celebrou o arquivamento, pela PGR, do pedido de afastamento de Toffoli, classificando a decisão como prova do “funcionamento regular das instituições da República”. Nenhuma linha sobre as conexões suspeitas, nenhuma palavra sobre o escândalo financeiro que já ganhou repercussão internacional. Apenas aplausos à PGR, chefiada por alguém que ele próprio indicou.
Gilmar Mendes antecipou publicamente seu entendimento sobre uma eventual arguição de suspeição de Toffoli, caso o tema chegasse ao STF. Ou seja, revelou o voto antes do julgamento, eliminando qualquer vestígio de imparcialidade.
Enquanto isso, a revista do poder global, The Economist, publicou uma reportagem dura sobre o colapso do Banco Master, afirmando que a liquidação do banco “enreda políticos e juízes” e que o desdobramento do caso está ficando “cada vez mais feio”.
Enquanto no Brasil se repete que “não há irregularidades”, lá fora a pergunta já mudou: como o sistema permitiu isso - e quem está sendo protegido?
O STF, que deveria ser o “guardião da Constituição”, passou a agir como um escudo de autoproteção, erguido não para defender o cidadão, mas para blindar a si próprio. Não por acaso, cresce a sensação de revolta e desamparo; o brasileiro comum já não vê no Supremo um árbitro, mas um poder fechado sobre si mesmo - distante, imune e indiferente às consequências de seus atos nefastos.