▼

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

“Cockpit Clash” & “Pilot Brawl”: The Media’s Grotesque Distortion of the Attempted Flydubai Hijacking

A stabbed captain. A hijack distress code. A plunging aircraft packed with Israelis. Yet major media outlets still called it a “pilot fight,” “cockpit brawl” or “clash.” The coverage of Flydubai Flight FZ1073 showed how quickly terrorism targeting Israelis can be softened, qualified and reframed

Rachel O'Donoghue 

Key Takeaways

·         The evidence pointed early to an attempted hijacking, not a “pilot fight.” Major outlets still used “brawl,” “clash” and “altercation.”

·         The New York Times repeatedly foregrounded doubt even as its own reporting documented the stabbing, plunge and attempted takeover.

·         The coverage reflected a broader problem the media appears to have with Israeli victims: an instinct to soften, qualify and cast doubt on attacks targeting them.

Wednesday’s attempted hijacking of Flydubai Flight FZ1073 carried chilling echoes of an earlier era of aviation terrorism. Fifty years after Entebbe – when Palestinian and German terrorists hijacked an Air France flight originating in Tel Aviv and separated Jewish and Israeli hostages before an audacious IDF rescue – a commercial jet packed with Israelis once again became the target of an attempted mass-casualty terror attack.

This time, catastrophe was averted not by commandos arriving on the ground, but by the extraordinary actions of those already in the air. A badly wounded captain managed to release the cockpit door, allowing passengers and crew to rush in and overpower the attacker before reserve pilots aboard the flight took control of the aircraft.

The footage emerging from passengers’ phones captured just how terrifying those moments were: screams as the aircraft plunged, blood inside the cabin, a wounded captain and the aftermath of a desperate struggle to prevent the plane from crashing.

Read more »

Um comentário:

  1. Você não despreza a militância de redação o suficiente.

    E o problema não é só no Brasil.

    Ontem, o copiloto de um voo da Flydubai de Dubai para Tel Aviv, com 174 passageiros a bordo, a maioria israelenses, tentou derrubar o avião.

    O terrorista, natural de Omã, esfaqueou o comandante dentro da cabine e jogou a aeronave em queda de milhares de pés. O piloto, sangrando, resistiu heroicamente e conseguiu destravar a porta. Passageiros e tripulantes invadiram a cabine e dominaram o sujeito. O avião pousou na Arábia Saudita.

    Hoje, Netanyahu confirmou o que já estava óbvio: o copiloto passou por "doutrinação islamista radical".

    Pois bem. Para a Reuters, foi uma "suposta briga entre pilotos". Para a BBC, uma "briga física". Para a Sky News, uma "briga entre pilotos". Para a CNN, uma "altercação violenta". Para o New York Times, uma "altercação entre o piloto e o copiloto". E a imprensa brasileira, claro, reproduziu sem pestanejar.

    Cobrado, o Times respondeu que, ao contrário de "ativistas e partidários", não publica especulação. Um comandante esfaqueado e um avião despencando com 174 pessoas a bordo viram "especulação". Apenas isso...

    Esse é o padrão da militância de redação globalista, especialmente na Europa. Eles ESCONDEM do público, SEMPRE, a autoria dos crimes cometidos por imigrantes, sobretudo muçulmanos.

    No Reino Unido, uma auditoria oficial concluiu no ano passado que as autoridades fecharam os olhos, por mais de uma década, para gangues de origem paquistanesa que abusaram de MILHARES de meninas inglesas, por medo de serem chamadas de racistas. E a imprensa foi cúmplice. Em 2004, o Channel 4 engavetou, a pedido da polícia, um documentário que mostrava o aliciamento de meninas em Bradford, com o argumento de que poderia provocar distúrbios raciais. O filme só foi ao ar três meses depois. Enquanto isso, o abuso continuou.

    A imprensa hoje não passa de um aparelho da esquerda globalista, um órgão de desinformação em massa a serviço do controle político. E quem paga o preço são justamente as vítimas que ela esconde.

    ResponderExcluir

Não publicamos comentários de anônimos/desconhecidos.

Por favor, se optar por "Anônimo", escreva o seu nome no final do comentário.

Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente. Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-