▼

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

[Pernoitar, visitar, comer e beber fora] Braga e o Mosteiro de São Martinho de Tibães

Antes de chegar ao hotel, em Braga, fomos visitar os santuários de Bom Jesus e Sameiro. Depois de feito o check-in na Albergaria da Sé, saímos passear no centro de Braga. Visitamos a Sé de Braga.

Braga é uma bonita cidade, limpa e bem ordenada.

Jantamos no restaurante O Jacó.



No dia seguinte, de partida para Aveiro, fomos visitar o Mosteiro de São Martinho de Tibães. Nunca tinha ouvido ou lido sobre este mosteiro.
Uma visita que recomendo.

O Mosteiro de São Martinho de Tibães, também referido como Mosteiro de Tibães, localiza-se na freguesia de Mire de Tibães, concelho de Braga, distrito de mesmo nome, em Portugal. O conjunto engloba a Igreja de Tibães e o Cruzeiro de Tibães.



Anteriores:

Um comentário:

  1. “Objeto de uma intervenção integrada de recuperação, restauro e reabilitação, e universo de múltiplas e variadas atividades culturais, o Mosteiro é um espaço de percursos apoiados na história, que os livros e as marcas deixadas pelo tempo nos contam, e pelas estórias que cada um fará desta visita.

    Nos finais do século XI foi fundado o mosteiro românico que recebeu, em 1110, Carta de Couto doada por D. Henrique e Dona Teresa. Em 1567, tornou-se a Casa-Mãe da Congregação de São Bento de Portugal e do Brasil.

    Na primeira metade do século XVII, deu-se início à grande campanha de reedificação e ampliação do mosteiro, da qual resultou o conjunto hoje existente. O início das obras filia-se ainda na corrente maneirista, mas o barroco e o rococó haveriam de triunfar nas alterações desenvolvidas nos finais do século XVII e ao longo de todo o século XVIII.

    Com a extinção das Ordens Religiosas, o mosteiro é encerrado em 1833/1834 e os seus bens inventariados e vendidos. A igreja, a sacristia, o claustro do cemitério e uma parte do edifício e da cerca (passal) ficam em uso paroquial. A cerca conventual (1838) e o edificado monástico (1864) passam para mãos particulares após venda em hasta pública.

    Adquirido pelo Estado Português em 1986, vazio e em avançado estado de degradação, vê então assegurada a sua preservação e salvaguarda patrimonial.

    As obras executadas ao longo dos anos restauraram e reabilitaram diversos espaços, dotando este monumento de uma hospedaria e de um restaurante geridos por uma comunidade religiosa, readquirindo assim velhas funções monásticas de apoio e acolhimento do visitante.”

    ResponderExcluir

Não publicamos comentários de anônimos/desconhecidos.

Por favor, se optar por "Anônimo", escreva o seu nome no final do comentário.

Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente. Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-