terça-feira, 31 de março de 2026
Avião faz pouso de emergência em SP após motor explodir
Fragmentos em chamas caíram na área do Aeroporto de Guarulhos, provocando princípio de incêndio
O Dia
O motor de um avião explodiu
logo após a decolagem no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na
noite deste domingo (29), forçando o piloto a fazer um pouso de emergência.
Ninguém ficou ferido.
A aeronave, da Delta Air Lines, operava o voo DL 104, com destino a Atlanta,
nos EUA. O trajeto era realizado por um Airbus A330-323, que levava 272
passageiros e 14 tripulantes.
A decolagem ocorreu por volta das 22h49, mas, pouco depois, a tripulação foi
alertada sobre um problema em uma das asas.
Imagens mostram o momento em que a turbina esquerda da aeronave pega fogo logo
após sair do solo. Com a explosão, fragmentos em chamas se desprenderam e
caíram na área do aeroporto, provocando um princípio de incêndio no gramado.
No áudio das gravações, a torre de controle alerta sobre "fogo na asa". O piloto responde: "Nós sabemos, vamos precisar voltar". A aeronave iniciou procedimentos de emergência e retornou ao aeroporto de origem, onde pousou em segurança.
[Aparecido rasga o verbo – Extra] Será que o 31 de março de 1964 saiu definitivamente de cena, ou essa doença maligna continua insepulta e ativa como o 8 de janeiro de 2023?
Aparecido Raimundo de Souza
Entendo que essa
historinha para uma matilha de bois, um enxame de vacas, uma biblioteca de
bestas e éguas, e uma constelação de jumentos quadrados dormirem fede
“malcheirosamente” ou vergonhosamente nos buracos dos narizes daqueles cidadãos
que têm vergonha na cara. Ao meu fraco entender, (levando em conta o tenebroso
e escabroso, horroroso e de certa forma pitoresco 8 de janeiro de 2023, entre
outras avacalhações e aberrações tétricas e inóspitas, vindas à depois), tudo,
TUDOOOOOOO... não passou de uma grande esparrela, ou uma bem construída tramoia
falsificada, mentirosa e bem engendrada para fazer os “cus fedidos”, os otários
e manés, de braços dados com os bocas abertas e atoleimados acreditarem que o
brazzzil está nos trilhos, rumo a um amanhã melhor.
Entretanto, cá entre
nós, todo esse sombrio tétrico, esse rumor e falatório postiço não vai além de
um tremendo “zum-zum-zum” mentiroso, recalcado e falsificado, tipo um amontoado
de pratos de comidas vencidos e azedos servidos aos manés e moradores de ruas.
Mergulhando às cegas com os óculos sem lentes, no 31 de março de 1964, qual o
cenário político que vem à tona? A
figura de João Goulart o (Jango) que defendia reformas de base, como o
Emplastro Poroso Sabiá, a Reforma Agrária e a melhor piada de todas, a maior
intervenção do Estado na economia, o que geraria resistência das elites
conservadoras e militares. Havia forte tensão (ou a Polarização) entre os
movimentos sociais (sindicatos, estudantes, ligas camponesas) e setores
conservadores (os empresariados e, de lambuja, a Igreja e boa parte da
imprensa).
O tal golpe (ou seria a influência externa) ocorreu em plena Guerra Fria, com apoio explícito dos EUA, que temiam uma guinada socialista no Brasil. Mas entre tapas e bordoadas, caralho, o que aconteceu em 31 de março? Um enorme e fantasioso “Movimento militar”. Tropas e Trapas, Tripas e Trepas de Minas Gerais marcharam em fila indiana, (ou seja, uns iam para um lado e outros para a puta que os pariu), não, por favor, me perdoem, seguiam em direção ao Rio de Janeiro, iniciando a ofensiva contra o governo. Nisso, veio à tona, a Banda Calypso, melhor dizendo, o Colapso político: João Goulart perdeu o apoio da esposa, do seu cachorrinho particular, do gatinho de estimação e pasmem, do Congresso e o “mais melhor” mandou para o ralo a aliança entre os governadores estratégicos, ou seja, aqueles da “panelinha” ficando isoladamente sujo e cagado de bosta.
A mentalidade totalitária vai criando raízes na sociedade brasileira
Leandro Ruschel
Na União Soviética e na Alemanha Oriental, por exemplo, a delação contra opositores do regime era incentivada pelo Estado como dever cívico. Vizinhos denunciavam vizinhos, colegas denunciavam colegas — e os delatores sentiam ORGULHO por contribuir com a "justiça revolucionária".
Perceba que o sujeito em questão, um perfil no X, não apenas sente orgulho da sua denúncia ter gerado efeito — ele se vangloria publicamente de que Moraes usou exatamente o print do seu post como base para o despacho. Segundo a Gazeta do Povo, o despacho de Moraes sequer cita a postagem original de Eduardo Bolsonaro — cita a captura de tela desse internauta, que dizia: "esse vídeo precisa chegar ao ministro".
Ou seja, um ministro do Supremo está oficialmente utilizando denúncias de militantes nas redes sociais como gatilho para ações judiciais contra um ex-presidente da República. Mesmo para o padrão persecutório dos últimos anos, é impressionante.
E a denúncia em si é ridícula. Eduardo Bolsonaro gravou um vídeo durante a CPAC, no Texas, onde disse ao público presente: "Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo no Brasil que você não pode calar um movimento de forma injusta, tirando o seu líder." Trata-se de uma fala retórica, dirigida a uma plateia, em um evento público. Eduardo sequer disse QUANDO o pai veria as imagens.
30-3-2026: Oeste sem filtro – M intimida Bolsonaro
🚨 O CAOS NA POLÍTICA E NA ECONOMIA: DE ROMBOS BILIONÁRIOS AO CERCO DO STF!
No programa de hoje, fazemos um raio-X completo das notícias que vão impactar o seu bolso e o futuro do Brasil. O governo Lula fecha o mês com um rombo assustador de R$ 30 bilhões, enquanto prepara um pacote de "bondades" de R$ 403 bilhões em pleno ano eleitoral. De onde vai sair esse dinheiro? 🤔
Além disso, os bastidores fervendo em Brasília: Alexandre de Moraes avança com novas decisões e multas bilionárias contra caminhoneiros, a defesa de Jair Bolsonaro é encurralada no STF e a CPMI do INSS termina em pizza, lembrando os piores cenários do Mensalão.
Enquanto a crise política aumenta, Ronaldo Caiado surge como o nome do PSD para a presidência em 2026 e a cidade de Bento Gonçalves dá uma aula ao Brasil, substituindo o Bolsa Família por geração de empregos.
📌 O que vamos debater hoje:
[Aparecido rasga o verbo] Um final inesperado
Aparecido Raimundo de Souza
Os donos tentavam
manter a compostura, mas impossível não rir diante daquela explosão de alegria.
Cada cachorro parecia esquecer o mundo entregue ao prazer simples de existir. A
mim me pareceu um caos organizado, uma celebração sem pauta, uma sinfonia de
latidos e corridas. E quem passava pela praça, ou cruzava, fosse indo ou vindo,
mesmo sem cachorro, acabava parando para espiar. Porque naquela orgia de pelos
e patas, patas e pelos, havia uma lição silenciosa: às vezes, a felicidade está
em se permitir ao excesso.
Aquele excesso
bucólico de brincar, de correr e de viver. O sol de repente, inventou de se
despedir atrás dos prédios quando a cidadezinha começou a sua festa secreta. As
luzes acenderam em cascata, as vitrines se puseram a piscar, buzinas competindo
com risadas, vendedores gritando ofertas como se fossem pregões de carnaval.
Era uma outra orgia. Agora a orgia se fazia de sons e cores: o vermelho dos
semáforos misturado ao amarelo dos anúncios, o cheiro de pipocas sendo
estouradas brigando com o perfume caro que escapava das moças que iam e vinham.
Cada esquina parecia
querer ser mais intensa que a outra, como se houvesse uma disputa invisível
pelo título de “excesso perfeito”. E no meio desse caos, eu caminhava. Primeiro
irritado, depois abatido, e no final das contas, rendido. Havia algo de irresistível
naquela desordem: uma celebração da vida em sua forma mais crua, sem roteiro,
sem ensaio. A cidadezinha, naquela noite, não se fazia apenas cenário. Virara
protagonista de sua própria orgia de existências.
Quase oito da noite, e a feira da praça fervilhava. Bancas coloridas disputavam atenção, cada uma oferecendo sua própria tentação. O cheiro de pastel se misturava ao doce da goiabada, ao caldo verde, as pizzas, enquanto o pregão do feirante competia com o riso das crianças. De repente, percebi: não era apenas uma feira. Ao meu redor se formara uma orgia dos sentidos. Uma explosão desordenada de cores, sons e aromas, todos se atropelando, todos querendo ser protagonistas.
segunda-feira, 30 de março de 2026
Lembrando aos Portugueses
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!
O que os museus brasileiros têm — e o público não vê
Reservas técnicas abarrotadas contrastam com periferias sem acesso à memória: por que não transformar acervos ocultos em filiais vivas dos grandes museus?
Rafael Azevedo
Há algo de profundamente contraditório na forma como lidamos com o nosso patrimônio cultural: enquanto comunidades inteiras vivem à margem do acesso à memória, milhares de obras permanecem guardadas, invisíveis, nas reservas técnicas dos grandes museus. São acervos cuidadosamente acondicionados, catalogados, estudados — mas não vistos. Patrimônio preservado, mas não fruído. Memória protegida, mas não compartilhada.
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| Museu de Ciências da Terra, Urca, Rio de Janeiro |
As reservas técnicas cumprem
uma função indispensável. São o coração invisível dos museus, onde se garante a
conservação, a pesquisa e a integridade das coleções. Nenhuma política séria de
preservação pode prescindir desses espaços. O problema não está na sua
existência, mas na escala do que nelas permanece retido — muitas vezes, a maior
parte dos acervos institucionais.
A pergunta, portanto,
impõe-se: quantos museus poderiam existir hoje, se parte desse patrimônio
ocioso fosse transformado em presença ativa nos territórios que mais carecem de
acesso à cultura?
Não se trata de esvaziar
instituições centrais, nem de comprometer critérios técnicos de conservação.
Trata-se de pensar modelos inteligentes de circulação e descentralização,
capazes de levar exposições permanentes ou de longa duração a bairros periféricos,
cidades médias e regiões historicamente afastadas dos grandes circuitos
culturais. Em vez de um acervo concentrado e invisível, um patrimônio
distribuído, acessível e socialmente ativo.
Essa estratégia produziria ganhos em múltiplas dimensões. Do ponto de vista social, ampliaria o acesso à memória e permitiria que comunidades historicamente excluídas se reconhecessem — ou se descobrissem — no patrimônio nacional. Do ponto de vista educacional, criaria novos polos de formação, pesquisa e sensibilização cultural. E, do ponto de vista institucional, consolidaria a presença dos grandes museus brasileiros como referências nacionais efetivas, e não apenas como equipamentos localizados em determinadas capitais.
Rio terá tempo estável e calor moderado até à véspera da Semana Santa
Segundo o Alerta Rio, cidade deve registrar predomínio de sol, poucas nuvens e baixa chance de chuva nos próximos dias
O Dia
A cidade do Rio de Janeiro deve enfrentar uma sequência de dias com tempo estável e temperaturas elevadas até quinta-feira (2), véspera da Semana Santa. De acordo com o Sistema Alerta Rio, a previsão indica predomínio de sol, variação de nuvens e baixos índices de chuva ao longo do período.
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| Praça Paris, na Glória, região central do Rio. Foto: Érica Martin/O Dia |
Na segunda-feira (30), o céu
varia entre parcialmente nublado e claro, sem previsão de chuva. As
temperaturas devem ficar entre 18°C de mínima e 30°C de máxima.
Já na terça-feira (31), o
cenário se mantém semelhante, com sol entre nuvens e tempo firme. Os
termômetros devem registrar mínima de 19°C e máxima de 28°C.
Na quarta (1º), o tempo segue estável, embora haja aumento de nebulosidade ao longo do dia. Ainda assim, não há previsão de chuva. As temperaturas variam entre 20°C e 33°C.
Agentes da Força Municipal passam a atuar na Cinelândia e em outras áreas do Centro
Divisão de elite da Guarda Municipal ainda deve chegar a outras 19 regiões
O Dia
A Força Municipal iniciou, neste domingo (29), a expansão de sua atuação com policiamento preventivo em uma nova área no Centro, que abrange a região da Avenida Presidente Vargas, Campo de Santana, Central do Brasil e Cinelândia. A definição do novo espaço segue critérios técnicos baseados na análise de manchas criminais e dados estatísticos, que priorizam regiões e horários com grande incidência de roubos e furtos.
A implementação da divisão de elite da Guarda Municipal está sendo realizada de maneira gradual e teve início, no dia 15 de março, em outros dois perímetros: o Jardim de Allah, na Zona Sul do Rio, e a área que inclui a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza e a Estação Leopoldina, na região Central.
"O emprego do efetivo segue uma lógica estratégica, sempre orientada por dados operacionais e informações do setor de inteligência. Essa expansão reforça nosso compromisso de atuar de forma complementar às forças policiais, com foco específico na redução de roubos e furtos, que impactam diretamente a rotina da população", destacou o Secretário de Segurança Urbana, Brenno Carnevale.
[Sétima Arte] A outra face
A Outra Face (em inglês: Face/Off) é um filme norte-americano de 1997, do gênero ação e ficção científica de 1997, realizado por John Woo, escrito por Mike Werb e Michael Colleary e protagonizado por John Travolta e Nicolas Cage.
Travolta faz o papel de Sean
Archer, um agente do FBI, cujo maior inimigo é Castor Troy, um terrorista
protagonizado por Cage. Numa operação antiterrorismo ultrassecreta, ambos
assumem a aparência (e consequentemente a identidade) um do outro.
Foi o primeiro filme com total controlo criativo por parte de John Woo, realizador conhecido pelos seus filmes realizados em Hong Kong. Foi recebido de forma positiva pelos críticos e um sucesso de bilheteira, totalizando $245 milhões a nível global. Foi também nomeado para o Óscar de Melhor Edição de Efeitos Sonoros.
Duração: 139 minutos
IMDB: 7,3/10
domingo, 29 de março de 2026
Os Únicos Líderes com Coragem de Enfrentar o Reinado de Terror do Irã
Majid Rafizadeh
Original em inglês: The Only Brave Leaders Standing Against Iran's Reign of Terror
Tradução: Joseph Skilnik
Durante 47 anos, o mundo
aguentou um regime que consistentemente infligiu terror, sofrimento e
violência, tanto dentro de suas próprias fronteiras quanto ao redor do mundo.
Desde a sua fundação em 1979, a República Islâmica do Irã, construiu a sua
identidade em torno da repressão, da brutalidade e da exportação da ideologia
radical.
Dezenas de milhares de seus
próprios cidadãos foram mortos, torturados ou presos simplesmente por
expressarem dissidência ou quererem as liberdades básicas que nós consideramos
a coisa mais normal do mundo.
O regime esmagou protestos,
silenciou jornalistas e empregou o medo e a intimidação para manter o seu
controle sobre o poder.
Gerações inteiras de iranianos
viveram sob um aparato estatal que trata a humanidade como algo descartável,
contudo, por décadas, a comunidade internacional não só fez vista grossa para
esta situação, como também financiou e viabilizou ativamente esse espetáculo de
horrores que já dura meio século.
Este é um regime que personifica o terror em todos os níveis, um regime cuja brutalidade não tem paralelo na história moderna e, por demasiado tempo, a sua perversidade permaneceu impune.
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| O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, observa um míssil "Quasem Soleiman" durante um desfile militar em Teerã, em 21 de setembro de 2024. Foto: Atta Kenare/AFP via Getty Images |
Lembrando aos Brasileiros
De um povo heróico o brado retumbante,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.
Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.
Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!
Eduardo Bolsonaro apresenta Flávio no CPAC e dá um passo decisivo no cenário internacional
Ice
No palco do CPAC, nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro não aparece apenas como anfitrião. Ele assume uma posição muito mais clara e simbólica. Sua presença já não é a de um coadjuvante, mas a de alguém que se consolida como um fiel escudeiro, um elo direto entre o movimento conservador brasileiro e o ambiente político internacional. O gesto de apresentar Flávio Bolsonaro carrega mais do que formalidade. Representa um movimento estratégico que mostra maturidade, alinhamento e, principalmente, projeção global.
Eduardo conduz o momento com segurança, como quem entende o peso daquele espaço. Ele não apenas introduz o irmão, ele sustenta uma narrativa de continuidade, de resistência e de expansão. Fica evidente que há uma construção em curso. O Brasil deixa de ser apenas um tema interno e passa a ser apresentado como parte de um debate maior, que envolve valores, poder e influência no cenário mundial.
Quando Flávio Bolsonaro assume a palavra, o discurso ganha tom pessoal. Ele fala do pai, Jair Bolsonaro, com a carga de quem viveu de perto cada momento. Não é uma fala distante, é direta, quase íntima, carregada de convicção. A comparação com Donald Trump surge como ponte natural, conectando experiências e criando identificação imediata com o público presente.
O Brasil é colocado no centro da discussão. Um país grande demais para ser ignorado, com recursos estratégicos e influência suficiente para impactar decisões globais. A mensagem é clara. O que acontece no Brasil não é um evento isolado, é parte de algo maior, algo que pode alterar o equilíbrio entre nações.
Ao mencionar o atual governo, Luiz Inácio Lula da Silva, o contraste se intensifica. Não se trata apenas de política interna, mas de caminhos distintos para o país. De um lado, uma visão alinhada ao Ocidente e aos valores conservadores. Do outro, um direcionamento que, segundo o discurso, afasta o Brasil desse eixo.
Censura do CPAC?
Eduardo Bolsonaro
Grande controvérsia no Brasil hoje: gravei minha entrada no CPAC e disse que meu pai veria as imagens.
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| Foto: Daniel Cole/Reuters |
Não se surpreenda, se eu
estivesse no Brasil, Moraes, muito provavelmente, mandaria a sua polícia
federal🐶 em minha casa confiscar meu aparelho para,
na prática, fazer “fishing expedition”, tentando encontrar algo para me
incriminar.
Título, Vídeo e Texto: Eduardo Bolsonaro, X, 29-3-2026, 3h46
Roubaram bilhões dos aposentados
Leandro Rudchel
O filho do Descondenado é um dos investigados.
O PT, que se apresenta como "defensor dos pobres", conseguiu enterrar as investigações, com ajuda do Supremo, que se apresenta como "defensor da democracia".
Na foto, parlamentares petistas e seus aliados aparecem comemorando mais um crime em massa que ficará impune.
O quanto é preciso ser otário
para acreditar nesse pessoal?
Título e Texto: Leandro Ruschel, X, 28-3-2026, 15h02
[As danações de Carina] Simplesmente nada além de assustada
AQUELE BARULHO INFERNAL veio do nada. Na verdade, foi um estalo seco, como se o mundo tivesse quebrado um galho de uma árvore invisível. O meu coração disparou. Os olhos foram mais longe. Procuraram uma explicação plausível, mas só havia silêncio. O medo não estava no som, pelo contrário, se fazia presente na ausência dele. Assustada, euzinha percebi que não era o estalo seco que me inquietava, mas a lembrança de quantas vezes já havia vivido esse sobressalto: o telefone que tocava de madrugada, a porta que batia sem vento, a notícia da morte de um parente dada sem um remédio anestésico para enganar os resquícios do desassossego.
O susto é sempre maior do que o motivo. E
o exórdio, a cada nova meta, se faz maior e mais degradante. E então, como quem
ri ‘abestalhadamente’ de si mesma, respirei fundo. Tão fundo que meu estômago
quase saiu esmagado pelos fundilhos dos meus ouvidos. Apesar disso tudo, o
mundo seguiu igual, mas dentro de mim, bem lá no amago do amago que nem sei
onde fica, permaneceu a marca indelével de mais um instante em que o tempo
parou, estancou, se deteve, deixou de existir só para me lembrar que estar vivo
é também, na maioria das vezes, se assustar, mesmo com uma simples barata com a
cara daquele pacato cidadão batizado como Gregor Samsa.
Gregor Samsa, para quem não sabe, surgiu em cena como um modesto e pacato homem do povo. Um ilustre não muito ilustre, mas um desconhecido pra lá de sussa. Caixeiro viajante de profissão, ficou famoso no mundo inteiro por ser ou por se transformar no personagem central daquele famoso escritor austro húngaro de língua alemã, um tal de Kafka. Por conta de uma história escrita em 1912 e tornada pública em 1915. O barulho infernal veio do nada. Como veio do nada, isso dará mais corpo e profundidade ao meu texto. Como disse, foi um estalo seco, tipo assim, como se o mundo tivesse levado um soco e quebrado um galho de árvore de rosto invisível.
sábado, 28 de março de 2026
[Versos de través] Túnel
Há dias em que se formam imagens de não existir.
Meu ser esvai-se em correntes líquidas…
Outrora fluidas em circuitos que não compreendo bem
Mas que se espraiam em telas de um cinza embaçado…
Uma ânsia de quimeras onde torres bailam o seu mistério…
Circunspecto, espio minha sorte em cartas de ciganos
Que ofuscam iluminuras de estrelas passageiras…
Sorte má ou sorte boa, vida que degredo se esvai…
No túnel, o conforto pode durar um dia ou cinco anos.
Pouco se sabe dos relógios que se movem na invernia,
Pouco se contempla o que há para além do túnel,
Pouco se questiona se ainda é possível ser-se em Mim.
Ofegante transcurso de páginas sem cor neste almaço
Onde registro impressões quando ainda respirar posso.
Já não sei o que sou nem de que sou feito, matéria inerte.
Só, ainda teimo o quanto há de vida, no túnel teimo.
Fernando de Moraes Gebra
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Shopping na Barra recebe exposição com camisas históricas de seleções e bolas das Copas do Mundo
''Expo Lendas do Futebol'' ocorre no Shopping Metropolitano, da próxima quarta-feira, 1º de abril, até ao dia 15 de maio
Raphael Fernandes
Da próxima quarta-feira (1/4) até o dia 15/5, o Shopping Metropolitano, na Barra Olímpica, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, recebe uma exposição dedicada à história das Copas do Mundo e aos grandes momentos do futebol internacional. A mostra, intitulada de ”Expo Lendas do Futebol”, reúne camisas de seleções de diferentes países e épocas, além de bolas oficiais utilizadas em diversas edições do Mundial.
A exposição apresenta uma linha do tempo com as bolas de todas as edições da Copa, desde 1930, incluindo modelos icônicos, como a ”Telstar” e a ”Azteca”, usadas nos Mundiais de 1970 e 1986, respectivamente, ambos no México; a ”Jabulani”, utilizada na África do Sul, em 2010; e a ”Brazuca”, do Brasil, em 2014.
Lula quer que você culpe o Pix, o celular e o cachorro por dívidas
Em mais um discurso de improviso, presidente demonstra que dará muito trabalho para marqueteiros na campanha
Andreza Matais
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| Foto: Hugo Barreto//Metrópoles |
Para Lula, basta tirar o Pix, o celular e os cachorros para resolver o problema do endividamento do brasileiro.
Sem filtro, o presidente
demonstra que vai dar muito trabalho para seus marqueteiros nas eleições
presidenciais.
Ganha o eleitor, que pode
decidir o seu voto com base no que pensa o candidato. Se eleito, serão 16 anos
no poder.
Quem tem ou já teve dívidas
sabe o quanto isso afeta toda uma família. O quanto é difícil deitar a cabeça
no travesseiro sem saber como sair do buraco cavado pelos juros altos.
Os discursos de improviso
revelam que Lula perdeu a capacidade de sentir na pele o problema do eleitor,
sua principal qualidade. É sintomático.
A maioria dos brasileiros não se endivida porque compra de forma compulsiva, como colocou, mas porque o orçamento não cobre mais despesas básicas, incluindo nessa conta celular e pacote de dados.
Itens essenciais para quem vive no mundo real.
E oferecer empréstimo para
cobrir empréstimo não deixa de ser empréstimo.
Ao dizer que as pessoas fazem compras impulsivas e depois colocam a culpa no governo, Lula só reforça o estereótipo de que todo brasileiro é desonesto e se endivida porque quer.
Quem tenta empreender, para ficar num exemplo, está sufocado por impostos.
27-3-2026: Oeste sem filtro – Bolsonaro em casa para cumprir a domiciliar
Além disso, detalhamos o bate-boca histórico que fez a CPMI do INSS perder o controle, o relatório final pedindo o indiciamento de Lulinha e a nova ofensiva do PL, que protocolou queixa-crime contra o ministro Gilmar Mendes.
Para completar o caos: Alexandre de Moraes limita o Coaf e o STF aprova novo limite salarial de quase R$ 79 mil para juízes!
Neste programa, você vai entender tudo
sobre:
👉 O estado de saúde e as restrições de
Bolsonaro no condomínio.
👉 A confusão pesada entre Lindbergh
Farias e Alfredo Gaspar na CPMI.
👉 O embate direto entre o Congresso e o
STF (Gilmar Mendes e Moraes).
👉 O teto salarial do Judiciário que
está gerando revolta.
👉 Bastidores de Zema, Flávio Bolsonaro e a situação de Braga Netto.
sexta-feira, 27 de março de 2026
[Aparecido rasga o verbo] Trinta coisas que nunca verei
Aparecido Raimundo de Souza
‘Acredito que nunca verei um “dinoceronte” treinando um balé dantesco antes de sentar à sua bunda balofa na cadeira do “plenariordinário” da Suprema Corte’.Carina Bratt de ’Bicho solto’
2. O fim dos bandidos
e das facções criminosas.
3. A justiça de
verdade sem aquela porra de venda lhe cobrindo a cara, perdão, a fuça.
4. A corrupção voadora
sendo estuprada nos gabinetes flamejantes e engalanados da Câmara dos deputados
e do “Senado Fedemal”.
5. Um peixe andando de
bicicleta pela Avenida Brasil usando uma
camisa do Flamengo com a cara estampada do pato Donald Trompa munido de um binóculo espionando a Amazônia.
6. Políticos
desonestos tomando porradas e sendo surrados pela plebe sofredora pelas ruas,
praças e avenidas famosas das mais diversas capitais desse país entregue às
moscas e aos ratos de esgoto.
7. Ministros do STF
agindo com lisura e construindo verdadeiramente não um apodrecido “Estrado
Demoniatrático de Direito”, mas um honroso soberbo e decente Estado Democrático
de Direito.
8. O papagaio da Ana
Maria Braga, do “Mais você”, recitando versos de Mário Quintana, acompanhado
por uma vaca executando a “Quinta Sinfonia” de Beethoven ao violino.
9. A Alegria brilhando
nos olhos de todas as pessoas que sofrem vitimadas por alguma doença incurável.
10. A pobreza de uma
vez para sempre erradicada.
11. O falido e
inoperante INSS deixando definitivamente de ser uma latrina cheia de merda onde
se abrigam “I”mpostores, “N”oiados, “S”alteadores e “S”alafrários em respeito
às imensas e infindáveis famílias de idosos que todos os meses tomam nos retos
de seus respectivos cus no momento em que comparecem nessas instituições
financeiras conhecidas como ”bancos” para receberem seus mirrados e
inexpressivos benefícios.
12. Debaixo da Terceira Ponte, um peixe pedalando uma bicicleta com esforço, enquanto espiava, boquiaberto, um avião passando sobre ele fazendo abdominais para manter a forma e pousar no Santos Dumont sem amedrontar os passageiros.
Santa Teresa ganhará ‘bunker’ secreto para reuniões privadas e encontros de alto padrão
O espaço, localizado na parte alta do bairro, será acessado apenas por indicação, e cada encontro passará por uma curadoria prévia para avaliar se o perfil da reunião está alinhado com a proposta
Victor Serra
Santa Teresa vai ganhar, nos próximos meses, um novo espaço voltado a reuniões privadas e encontros de alto padrão, com uma proposta pouco comum na cidade. Batizado de Yamantaw, o local aposta na discrição como principal ativo e funcionará sem divulgação pública, letreiro ou acesso aberto.
O espaço, localizado na parte
alta do bairro, será acessado apenas por indicação, e cada encontro passará por
uma curadoria prévia para avaliar se o perfil da reunião está alinhado com a
proposta. O objetivo é garantir não só privacidade, mas também controle sobre
quem frequenta o ambiente.
O nome traduz o conceito.
Yamantaw faz referência ao Monte Yamantau,
na Rússia, frequentemente associado a estruturas subterrâneas e
teorias sobre instalações ultrassecretas. A inspiração ajuda a entender o
posicionamento do projeto, que aposta no inacessível como valor.
Essa lógica aparece também na arquitetura. O espaço foi desenhado com estética de bunker, com predominância de concreto e ferro, criando uma sensação de isolamento. Ao mesmo tempo, o ambiente incorpora elementos que suavizam essa rigidez, como uma coleção de carros clássicos usada para compor a atmosfera. Entre os modelos previstos está o Porsche 356, além de ícones mais recentes do mercado brasileiro, como o Escort XR3 e o Gol GTI. Ao todo, serão 46 veículos, que não estarão disponíveis para uso, funcionando como parte da ambientação.
Idosa é arrastada pelo chão durante assalto em Copacabana
Criminoso fugiu na garupa da moto de um comparsa após conseguir roubar a bolsa da vítima
O Dia
Uma idosa foi jogada e arrastada pelo chão durante um assalto na Rua Xavier da Silveira, em Copacabana, na Zona Sul, na tarde desta quinta-feira (26). Imagens registradas por câmeras de segurança mostram que o crime aconteceu na calçada, em frente a um prédio, por volta das 13h.
No vídeo, o bandido aparece puxando a bolsa da
vítima, que estava no seu ombro, fazendo com que ela caia. De forma truculenta,
ele insiste até conseguir levar o item. Logo em seguida, um pedestre que
passava pela região tenta intervir, mas o criminoso consegue subir na garupa da
moto de um comparsa e foge.
Nas redes sociais, moradores da região mostram
indignação com a violência. "À luz do dia, é muito revoltante! Cidade
completamente largada. Zona Sul, em que se paga um IPTU altíssimo. Segurança
zero!", disse um internauta.
"Revoltante uma senhora sendo assaltada e ainda jogada no chão, como se não tivesse história, como se não fosse alguém que merece respeito e dignidade. Até quando vamos assistir a cenas assim e normalizar a violência? Isso não pode ser tratado como mais um caso. É desumano, é cruel, é inaceitável", lamentou outro.
26-3-2026: Oeste sem filtro – O teto salarial de R$ 78,7 mil no STF + CPI do Banco Master, CPMI do INSS e a ligação de Lulinha com a Fictor
No programa de hoje, analisamos os
temas mais polêmicos e urgentes do Brasil e do mundo.
Enquanto o STF define um teto salarial astronômico de quase R$ 79 mil para juízes e integrantes do Ministério Público, a Justiça da Itália aceita a extradição de Carla Zambelli, acendendo um alerta máximo nos bastidores políticos.
Aqui você também vai entender o desabafo de Braga Netto para Wajngarten sobre se sentir abandonado, o novo cerco de Alexandre de Moraes a Tagliaferro, e a polêmica decisão sobre a participação exclusiva de mulheres biológicas em categorias femininas no esporte.
Além disso, trazemos os detalhes exclusivos sobre a atuação de Lulinha, a nova gafe de Lula e a presença de Nicolás Maduro em um tribunal de Nova Iorque.
Fique por dentro de tudo o que a grande mídia não te conta em detalhes!
No programa de hoje, você vai ver:
quinta-feira, 26 de março de 2026
Casal morre ao cair do 9º andar de prédio durante briga em Sergipe
Antes da queda, vizinhos foram esfaqueados ao tentar intervir na discussão
O Dia
Um homem e uma mulher morreram após caírem do 9º andar de um prédio, na noite desta terça-feira (24), em Aracaju, Sergipe. Segundo a Polícia Militar (PM), a queda ocorreu durante uma briga entre o casal. As vítimas foram identificadas como Washington Luís da Silva Matos e Ane Jaqueline Costa Santos Matos.
Uma mulher, atingida por
golpes de arma branca nas costas, foi encaminhada por uma equipe do Serviço de
Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para atendimento médico. Ela segue com
quadro estável.
Um homem, com lesões na cabeça, axila e dedo, foi socorrido para uma unidade de
saúde e outra pessoa também teve ferimento leve em um dos dedos, informou a
Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SE).
O advogado do casal, Ricard Cezar, afirmou que ambos enfrentavam problemas de saúde mental e apresentavam episódios recorrentes de alucinações e sensação de perseguição.
[Viagens & Destinos] Feira da Glória — domingo no Rio de Janeiro
Praia do Leme de manhã – Ondas, exercícios e rotina carioca
Amanhecer na Praia Vermelha – Rio de Janeiro
Copacabana à noite
Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem
Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026
Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural)
Tijuca a pé
Algumas ruas do Grajaú
quarta-feira, 25 de março de 2026
[Quadro da Quarta] James Monroe
James Monroe, quinto presidente dos EUA, de 1817 a 1825, quadro de Samuel Morse, 1819.
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A coroação de Pedro II
Amor entre as ruínas
“O Concerto”, Nicolas Tournier, 1630-1635
Entre Platão e o tiozão
Rafael Nogueira
Vivo, por sorte ou sina, entre
dois mundos que raramente se falam. De um lado, a universidade, os livros, os
colegas de debate, e os olavetes. Todos brigam entre si com uma ferocidade que
só vendo. Do outro, gente simples: o mecânico, o pescador, o comerciante, a
vizinha aposentada, o assessor de político, e o próprio político, em geral,
inteligentemente "simples". Cada campo tem certeza de que a política
é terreno seu. Os primeiros porque estudaram. Os segundos porque viveram. Quem
está com a razão? Os dois, em parte. E nenhum dos dois, inteiro.
Há duas maneiras igualmente
burras de arruinar a vida política de um país. A primeira é entregá-la a quem
acredita que a sociedade funciona como um problema de geometria moral. A
segunda, confiar que toda a sabedoria necessária já está pronta na mesa do bar,
entre um palpite sobre o câmbio, outro sobre o centroavante e um terceiro sobre
como resolver o Brasil em quinze minutos. A democracia decente, quando existe,
vive no intervalo entre esses dois ridículos.
O erro do intelectual é um
velho conhecido. Platão foi a Siracusa com a esperança de instruir o poder,
lapidando o governante, convertendo força em sabedoria. E deu errado. Assim
como deu errado para Heidegger, no século XX. É a tentação de Siracusa, defeito
segundo o qual a inteligência se apaixona tanto pela própria lógica, que
esquece que homens não são triângulos, que cidades não são diálogos.
A política morre quando
abstrações teóricas tentam governar sozinhas, sem consideração pelo contexto,
pelas limitações humanas e pelo povo real.
Mas convém não cair no erro
oposto.
O tiozão, aqui, não é
caricatura ofensiva, mas símbolo daquele homem que talvez jamais tenha lido
Burke, Aristóteles ou Thomas Reid, mas distingue, por instinto moral e
experiência herdada, a boa solução de uma maluquice. Percebe logo quando o
remédio custará mais do que a doença. Não redige artigos para revistas
indexadas, mas conhece a textura da vida como ela é. Sabe onde a burocracia
aperta, onde a violência sangra, onde o imposto humilha, onde a escola falha.
Há uma forma de razão encarnada nesse cidadão, a que podemos chamar de bom
senso. Desprezá-la é luxo de classes abastadas e tagarelas.
O problema começa quando
Platão despreza o tiozão e o tiozão despreza Platão.
O primeiro chama o segundo de ignorante. O segundo chama o primeiro de inútil. E ambos, nesse duelo de vaidades, deixam a cidade à mercê dos canalhas profissionais, esses sim verdadeiramente práticos, bons em saquear tanto com planilhas quanto com lábia. A democracia acaba em disputa entre soberba de gabinete e ressentimento de balcão.
Escondido no Rio: o passeio gratuito na fábrica da Ambev com chopp direto do tanque que poucos conhecem
Com degustação e agenda disputada, visita em Campo Grande revela bastidores da cerveja e expõe um roteiro fora do radar na Zona Oeste
Renata Granchi
Numa cidade onde o roteiro turístico costuma orbitar entre praias, cartões-postais e trilhas, um programa fora do circuito tradicional segue praticamente desconhecido por boa parte dos cariocas e, curiosamente, é gratuito. Na Zona Oeste, a visita guiada à fábrica da Ambev, em Campo Grande, abre as portas de um universo pouco explorado: o da produção em escala industrial de uma das bebidas mais consumidas do país.
Localizada na Estrada Rio–São
Paulo, a unidade recebe visitantes de terça a sábado em grupos de até 30
pessoas, quase sempre com lotação esgotada com cerca de dois meses de
antecedência. Sinal de que, embora ainda fora do radar popular, a experiência
já circula com força no boca a boca. Há, inclusive, lista de espera.
O tour dura cerca de duas
horas e percorre todas as etapas da produção cervejeira, do recebimento das
matérias-primas ao envase. Ao longo do trajeto, tanques de grande porte,
esteiras automatizadas e áreas de controle revelam a escala industrial por trás
de um produto cotidiano. É o tipo de passeio que, como se diz, “vale mais do
que parece à primeira vista”: mistura curiosidade técnica com uma boa dose de
experiência sensorial.
O ponto alto é justamente a degustação de chopp retirado diretamente do tanque, um detalhe que transforma a visita em algo além do didático. Aos sábados, a experiência ganha um tempero extra, com harmonizações que incluem petiscos e até combinações menos óbvias, como cerveja com doce, ampliando o repertório de sabores.
Rio inicia campanha anual de vacinação contra a gripe
Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade podem tomar imunizante
Começou nesta terça-feira (24)
a campanha de vacinação contra a gripe para todas as pessoas a partir de 6
meses de idade na cidade do Rio. O imunizante está disponível nas três unidades
do Super Centro Carioca de Vacinação e em todos os centros municipais de saúde.
A campanha vai até dia 30
de maio.
A vacinação é feita em dose
única anual. Já as crianças menores de 9 anos que serão vacinadas pela primeira
vez devem receber duas doses, com intervalo de 30 dias.
"Sem dúvida nenhuma, é a
doença que mais preocupa o sistema de saúde. Por isso, a recomendação é que
todas as pessoas com mais de seis meses de idade tomem a vacina. Ela é
produzida pelo Instituto Butantan, protege contra H1N1, H3N2 e contra a influenza
B, e está atualizada para as cepas que estão circulando no Brasil nesse
momento. Não deixe para tomar mais tarde, porque ela tem muita qualidade, com
alto grau de proteção e salva muitas vidas”, destacou Daniel Soranz, secretário
de Saúde, que acompanhou o lançamento da ação, no Super Centro de Botafogo.
A aposentada Ieda Ciríaco, de
77 anos, contou ao DIA que aproveitou a oportunidade para
receber a última dose contra a Covid-19: "Tomei a vacina da gripe e da
Covid, foi tudo muito tranquilo."
Agente comunitária de saúde, Eneida Aires, 62, reconheceu a importância da campanha: “Não estava cheio, por isso aproveitei para me vacinar, meu marido também veio hoje. Meus filhos não moram por aqui, mas também vão! É muito importante para combater as doenças”, afirmou.
Confira os postos de vacinação:
































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