sexta-feira, 19 de junho de 2026

Criança é atirada aos crocodilos num jardim zoológico britânico. Polícia encobre identidade do criminoso e toda a gente percebe porquê


Paulo Hasse Paixão

Um menino de três anos foi levado de urgência para o Hospital Addenbrooke’s, em Cambridge, Inglaterra, na quinta-feira, depois de ter sido atirado para um recinto de crocodilos no jardim zoológico Johnsons of Old Hurst, em Cambridgeshire, por um suspeito descrito apenas como um homem de 30 anos oriundo de Norfolk. A criança sofreu ferimentos graves e o seu estado é considerado “crítico, mas estável”.

O criminoso, que a polícia acredita não conhecer o menino, foi detido por suspeita de tentativa de homicídio.

A inspectora da polícia local, Verity McCann, afirmou a propósito da ocorrência:

“Neste momento, estamos a falar com pessoas que estavam no jardim zoológico no momento deste incidente angustiante para compreender melhor as circunstâncias. Acreditamos que o homem detido e a criança não se conheciam. Os polícias estão a prestar apoio à família do rapaz no hospital e os nossos pensamentos estão com eles”. 

O chocante ataque accionou alegadamente uma investigação de largo espsctro por parte dos detectives da Unidade de Crimes Graves da Polícia de Cambridgeshire. O público está, naturalmente, a exigir mais informações sobre o suspeito, além da sua idade e sexo.

As autoridades estão a entrevistar testemunhas que estavam presentes no zoo para melhor compreender as circunstâncias do ataque. O próprio zoo ainda não emitiu um comunicado sobre o incidente, embora os crocodilos que estavam no recinto não tenham sido eutanasiados, segundo os relatos.

Mas na verdade, esta peça devia ter como manchete o seguinte texto:

Criança de 3 anos é atirada aos crocodilos por imigrante muçulmano , num jardim zoológico britânico.

Sim, o Contra aposta o servidor em que está instalado que este título será factual porque:

1 – A comunicação social desactiva sempre os comentários dos feeds de notícias como estas, quando imigrantes ou muçulmanos estão implicados no crime;
2 – A polícia descreve o criminoso simplesmente como um “homem de Norfolk”. Se fosse um nativo britânico, a sua identidade teria sido divulgada de pronto;
3 – O Silêncio do Jardim Zoológico confirma as suspeitas levantadas nos dois pontos anteriores, se preciso fosse.

As coisas são como são e as “autoridades” britânicas já não enganam ninguém.

Título, Imagem e Texto: Paulo Hasse Paixão, ContraCultura, 19-6-2026

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