Mãe e filha foram atingidas enquanto caminhavam pela Avenida Nossa Senhora de Copacabana
Mariana Motta
Uma mulher de 25 anos e uma criança de 4 anos ficaram feridas após uma estrutura de telecomunicações desabar sobre as duas na noite desta terça-feira (25), em Copacabana, na Zona Sul do Rio. O acidente aconteceu na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, na altura da Rua Dias da Rocha. As vítimas foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e levadas ao Hospital Municipal Miguel Couto.
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| Foto: Reprodução/TV Globo |
Segundo a Secretaria
Municipal de Saúde, mãe e filha foram atendidas e liberadas posteriormente.
Nenhuma das duas corre risco de vida. A mulher sofreu ferimentos no rosto e
precisou levar pontos, enquanto a criança teve fraturas em alguns dedos dos
pés.
A estrutura que caiu era um armário óptico pertencente a uma empresa privada de telecomunicações. Segundo a RioLuz, não foi possível identificar, até o momento, qual companhia é responsável pelo equipamento ou obter outras informações que permitam identificar a empresa. O material foi retirado da via e o local precisou ser interditado.
Segundo informações divulgadas
pelo RJ1, da TV Globo, a mulher havia buscado a filha
na escola e seguia com ela para casa, no Rio Comprido. As duas
caminhavam de mãos dadas próximas a um ponto de ônibus, de intenso movimento,
quando foram atingidas pela estrutura.
Imagens de uma câmera de
segurança de um prédio em frente ao local registraram o momento do acidente.
Após a queda, pessoas que estavam nas proximidades prestaram os primeiros
socorros até a chegada do Corpo de Bombeiros.
Estrutura apresentava sinais de corrosão
Imagens feitas antes do
acidente mostram sinais de corrosão na parte inferior da estrutura. Horácio
Magalhães, presidente da Sociedade Amigos de Copacabana afirmou
ao O Globo que a entidade já havia pedido à Secretaria
Municipal de Conservação (Seconserva) a retirada do
equipamento por causa de seu estado de conservação.
O licenciamento para a
instalação do equipamento havia sido solicitado em 2016 pela SBA Torres
Brasil. Conforme informações do RJ1, porém, a estrutura teria
sido posteriormente alugada. A Seconserva ainda busca
identificar quem é o responsável pelo equipamento.
Título e Texto: Mariana
Motta, Diário do Rio, 26-8-2026, 14h08

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