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Pergunta que não quer calar: o governo que se diz defensor da democracia agora é elogiado por uma ditadura teocrática.
ResponderExcluirO Irã considerou ‘valoroso’ o apoio de Lula após os ataques dos EUA.
Para o Brasil, qual o valor de se alinhar a um regime que financia o terror e oprime seu povo?
A diplomacia da incoerência a todo vapor…
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse que o advogado Cecílio Galvão foi localizado pela Polícia Federal (PF) em São Paulo, nesta segunda-feira (2/3), depois de faltar pela segunda vez ao depoimento no colegiado. Ele deverá ser alvo de condução coercitiva e prestará esclarecimentos na quinta-feira (5/3).
ResponderExcluirGalvão recebeu R$ 4 milhões de associações investigadas na farra de descontos indevidos na Previdência Social. A convocação do advogado foi aprovada em 2025 e marcada para a semana passada. Ele, porém, nunca compareceu, sendo determinada, assim, a condução forçada.
Até o início da sessão desta segunda, quando a CPMI do INSS marcou uma segunda tentativa para ouvir Cecílio Galvão, o paradeiro dele continuava desconhecido. Segundo Viana, havia pedidos para procurá-lo, além de São Paulo, no Distrito Federal e em Pernambuco.
O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023.
Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.
As reportagens levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU).
O relator da CPMI do INSS, deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), pediu que Galvão fosse ouvido ainda nesta segunda. O parlamentar pediu ao presidente da comissão para que solicitasse à PF a condução do advogado para as dependências do Senado.
Cecílio Galvão é sócio da empresa Crédito & Mercado, contratada por municípios que aportaram dinheiro de fundos previdenciários ao Banco Master e que promoveu uma palestra de Eric Fidelis, filho do ex-diretor de Benefícios do INSS André Fidelis. A dupla recebeu pagamentos milionários de lobistas e associações da farra dos descontos indevidos, segundo a PF.