Leiam o que o Obstipador escreveu, e pensem se fosse alguém de direita a cometer esse atentado terrorista…
João Braz
Analisem o modo como o Obstipador dá a notícia… imaginem que era alguém de direita, do Chega, do que fosse, o que não seria de vomitário sobre o extremismo, o perigo do nazismo, do fascismo, nas televisões, o nosso ex-PJ agora MAI, os partidos de esquerda, o Tavares, o Carneiro, a Leitão, o Pacheco, etec4tcetc...
É este duplo critério, este
nojo, que faz mesmo parecer que se toma um lado, mas não, é muito mais profundo
que isso, exige-se apenas lucidez e lutar contra os FDP. E um gajo ganha o
direito de dizer Filhos da… faciosos ou cobardes.
A marcha "ficou
marcada por incidente violento".
O "objeto incendiário
foi lançado".
A PSP "deteve agressor".
Está bom de ver que não foram
"neo-nazis", nem agressores de "extrema-direita", nem
"racistas". Todos estes, os que não foram, são desprezíveis. E os
seus ataques também. Mas hoje não foram esses. Hoje, foi outro extremista,
outro agente de ódio, outro politicamente motivado que atacou manifestantes pacíficos
(numa marcha onde iam mulheres e crianças).
Mas hoje, o título e a notícia
não falam de "extremista", de tentativa de "crime de ódio",
de "abortista".
Hoje, parece que foi só um
"incidente" e não um "ataque", algo que "foi
lançado" e não alguém que "lançou”, um "agressor" e não um
"criminoso".
Título, Imagem e Texto: João Braz, Facebook, 21-3-2026, 22h44
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Militantes DAS ou NAS redações?


ATENTADO EM LISBOA
ResponderExcluirNo final da Marcha pela Vida, alguém respondeu com violência e ódio: um cocktail Molotov nas ruas da nossa cidade. Isto não é protesto. Isto é terrorismo.
Quem defende a vida enfrenta agora quem promove a destruição.
Portugal não pode tolerar esta escalada.