João Braz
Há uma diferença que o esgoto
humano, que são certos facínoras, não compreende... Os EUA têm mil defeitos,
podemos não gostar ou gostar de Trump, fazer todas as críticas, mas há uma
diferença que diz tudo: os americanos podem derrotar Trump nas urnas, como já
fizeram, podem fazer outras escolhas.
Já em Cuba
e em todas as ditaduras esquerdistas (atualmente no planeta só existem
ditaduras de esquerda) não há escolha, não há opção...
Só canalhas defendem o regime
cubano. Falem com cubanos que fugiram, há vários em Portugal; não com os
cubanos da elite comunista, mas com as pessoas comuns. Eles falarão das
perseguições, da prisão por pensamento e opinião divergentes etc.
Há fotos de gente portuga com aqueles tiranos canalhas, como Fidel etc.
Cuba é uma ditadura, como todos
os regimes de esquerda, não há liberdade, não há prosperidade, não há justiça,
não há felicidade, a não ser para a elite partidária.
Quem não percebe isto, não
percebe mesmo nada...
A “Ilha da liberdade” diz o
tirano russo… mas o outro é que é o ogre, o outro que foi eleito
democraticamente e que perderá se tiver que perder as eleições democráticas,
que ainda estará sujeito no seu mandato.
A queda da tirania comunista
será uma oportunidade fantástica para os cubanos tomarem o seu destino nas suas
mãos.
Não há paraísos na terra,
mas há ideologias e sistemas que são apenas infernos.
Imagem e Texto: João Braz,
Facebook,
17-3-2026, 21h41


O SILÊNCIO CÚMPLICE QUE MATA!
ResponderExcluirO regime iraniano acabou de ENFORCAR o jovem atleta Saleh Mohammadi, de apenas 19 anos. O crime? Protestar por liberdade.
Enquanto o mundo assiste horrorizado, o governo Lula e o PT continuam estendendo o tapete vermelho para ditaduras teocráticas e assassinas.
É esse o "modelo" que querem consolidar no Brasil? Não podemos nos calar diante da barbárie. O esporte chora, a liberdade sangra.
‘Ontem, na véspera do Ano Novo iraniano (Nowruz), a República Islâmica enforcou cinco adolescentes que haviam sido detidos durante os protestos de janeiro nas cidades de Qom e Ilam.
ResponderExcluirHoje, Melika Azizi, de 18 anos, da cidade de Rasht, que foi presa por queimar símbolos do regime durante os protestos, enfrenta execução iminente na prisão de Rasht sob a acusação de Moharebeh (guerra contra Allah)’.
Cadê as feministas?
Cadê os atores do Oscar?
Cadê?