O jornalista Gilmar Ferreira destacou que a virada diante do Fluminense renovou crença no trabalho de Renato Gaúcho
França Fernandes
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| Foto: André Durão |
É fácil enxergar que a troca
de peças na estrutura ofensiva do Vasco com a saída do trio Rayan, Coutinho e
Vegetti exigia melhora na forma de se defender, algo que, aos poucos, Thiago
Mendes, Saldivia e Cuiabano deram ao time. Principalmente, na medida em que
melhoraram a condição física. A partir da compactação do tal “bloco baixo”, o
time ganha competitividade e as peças começam a fazer a diferença.
Vejam: dos oito gols do Vasco sob o comando de Renato, seis foram de jogadores das linhas médias (Thiago Mendes e Cauã, dois cada, Cuiabano e Nuno) e só dois de atacantes. E reparem que vejo Cuiabano como dublê de meia, como o técnico pede que ele atue. Zubeldía não contava que, com a vantagem de dois gols, o Fluminense aliviasse a marcação — sobretudo das bolas altas, como nos 3 a 2 sobre o Athletico.
Mas aconteceu, e serve de
alerta para o time de Zubeldía, cujo forte é justamente o equilíbrio na forma
como compete com e sem a bola. As saídas de Martinelli, Acosta, Savarino e
Samuel Xavier tiraram do conjunto tricolor energia e qualidade. E o Vasco de
Renato Gaúcho, ajustado a partir das alterações e vitaminado por uma torcida
que já enxerga as virtudes do time, acreditou tanto na virada que a obteve nos
acréscimos.
Título e Texto: França Fernandes, Vasco Notícias, 20-3-2026
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