segunda-feira, 16 de março de 2026

[Atualidade em xeque] Quo vadis?

José Manuel

Não sou o George, aquele, o Orwell nem precisaria perder tempo em escrever algo inútil como um livro de clarividências como a obra 1984.

Pessoalmente me baseio em 80 anos de história real nos quais sobrevivi à quase totalidade desse lapso negro de tempo.

A história do século XX sem nos aprofundarmos em séculos passados, me ensina, por exemplo, que guerras provocadas por bárbaros estúpidos como foi o caso da Alemanha ou do Japão, países que apesar de serem "a priori" considerados altamente civilizados, conseguiram chegar ao ponto de barbárie, de tragédias e carnificina provocadas contra países e seu próprio povo. 

E a história também me mostra que em casos extremos como o que está ocorrendo em países islâmicos, teocratas com ideologia absurda para o século XXI, a solução Hiroshima e Nagasaki talvez seja a última opção viável ao encerramento de tão nefastas agressões, antes que isso se torne um conflito generalizado ao planeta.

Pode parecer forte, mas, certamente, mais um lapso curto de tempo no momento atual e assistiríamos a uma síndrome nuclear desproposital.

O que esperar de um governo com ideologia de martírio pessoal com passaporte para encontrar as 25 virgens num pseudo e infundado paraíso, e que assassina 30 mil jovens em manifestações pacíficas?  Que escorraça em praça pública, mulheres que se recusam a usar véus e vestimentas por eles determinados. Onde está a humanidade desses bárbaros?

Seguem exatamente o cardápio violento da Alemanha e Japão em suas devidas épocas, atacando com violência todos os países, inclusive parceiros no seu entorno, sem razões ponderáveis que justifiquem tamanha aberração.

A reação da humanidade pode e deve ser proporcional ao que produzem de nefasto, até mesmo pela preservação da nossa espécie.

O Japão, por exemplo, assim como a Alemanha, atacou todos os países à sua volta, e os próprios Estados Unidos em outro continente, assim como a Europa respectivamente em atos covardes, meramente de terror e ilusão infundada de domínio territorial sem objetivo claro do por quê.

Apenas as suas expansões colonialistas à época, para eles justificariam essas agressões, que ao contrário aos dias atuais nos mostra que para chegar às potências comerciais que são, o Japão não precisou usar os métodos absurdos do passado, tampouco aumentar sua extensão territorial.

Nem a Alemanha!

Pessoalmente sou contra qualquer ato arbitrário e excluidor de seres humanos.

Mas vamos chegar a um momento em que a ideologia irá corromper os princípios básicos da vida forçando os responsáveis a tomarem atitudes muito sérias para proteger o resto da humanidade, pois nada a não ser a força demove o fanatismo religioso.

Alguém teria que fazer!

Título e Texto: José Manuel, março 2026  

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