José Manuel
Não sou o George, aquele, o
Orwell nem precisaria perder tempo em escrever algo inútil como um livro de
clarividências como a obra 1984.
Pessoalmente me baseio em 80
anos de história real nos quais sobrevivi à quase totalidade desse lapso negro
de tempo.
A história do século XX sem nos aprofundarmos em séculos passados, me ensina, por exemplo, que guerras provocadas por bárbaros estúpidos como foi o caso da Alemanha ou do Japão, países que apesar de serem "a priori" considerados altamente civilizados, conseguiram chegar ao ponto de barbárie, de tragédias e carnificina provocadas contra países e seu próprio povo.
E a história também me mostra
que em casos extremos como o que está ocorrendo em países islâmicos, teocratas
com ideologia absurda para o século XXI, a solução Hiroshima e Nagasaki talvez
seja a última opção viável ao encerramento de tão nefastas agressões, antes que
isso se torne um conflito generalizado ao planeta.
Pode parecer forte, mas,
certamente, mais um lapso curto de tempo no momento atual e assistiríamos a uma
síndrome nuclear desproposital.
O que esperar de um governo
com ideologia de martírio pessoal com passaporte para encontrar as 25 virgens
num pseudo e infundado paraíso, e que assassina 30 mil jovens em manifestações pacíficas? Que escorraça em praça pública, mulheres que
se recusam a usar véus e vestimentas por eles determinados. Onde está a
humanidade desses bárbaros?
Seguem exatamente o cardápio violento da Alemanha e Japão em suas devidas épocas, atacando com violência todos os países, inclusive parceiros no seu entorno, sem razões ponderáveis que justifiquem tamanha aberração.
A reação da humanidade pode e
deve ser proporcional ao que produzem de nefasto, até mesmo pela preservação da
nossa espécie.
O Japão, por exemplo, assim
como a Alemanha, atacou todos os países à sua volta, e os próprios Estados Unidos
em outro continente, assim como a Europa respectivamente em atos covardes,
meramente de terror e ilusão infundada de domínio territorial sem objetivo
claro do por quê.
Apenas as suas expansões
colonialistas à época, para eles justificariam essas agressões, que ao
contrário aos dias atuais nos mostra que para chegar às potências comerciais
que são, o Japão não precisou usar os métodos absurdos do passado, tampouco
aumentar sua extensão territorial.
Nem a Alemanha!
Pessoalmente sou contra qualquer
ato arbitrário e excluidor de seres humanos.
Mas vamos chegar a um momento
em que a ideologia irá corromper os princípios básicos da vida forçando os
responsáveis a tomarem atitudes muito sérias para proteger o resto da
humanidade, pois nada a não ser a força demove o fanatismo religioso.
Alguém teria que fazer!
Título e Texto: José Manuel, março 2026
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O momento atual e a história

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