segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

[Atualidade em xeque] O planeta dos boquirrotos

José Manuel

O mundo está pasmo, até arriscaria dizer sob tensão mesmo, provocada pelas últimas atitudes do boquirroto de Mar-a-Lago, mais precisamente o atual presidente laranja da Casa Branca.

Laranja em todos os sentidos, diga-se de passagem, nas atitudes, na pele e naquele cabelo tipo desalinho arrumado.

Lindo!

A mim não enganou desde o primeiro mandato de 2017 a 2021.

Se alguém desejar conferir as minhas palavras, é só procurar na Internet os quatro artigos escritos por mim, na revista virtual "Cão que fuma", lá de Lisboa, em 2017, a ver na seguinte ordem: 

Donald, de 16-01-2017 

Sieg Heil, de 23-1-2017 

A dupla face, de 31-1-2017 

Mega & Maga, de 4-4-2017 

BINGO! acertei todas com nove (9) anos de antecedência e melhor, sempre tive a certeza de que ele perderia a reeleição, apesar de não ter escrito isso.

O povo americano pode ser inocente, mas não trouxa.

Venceu a última, porque lá, assim como por cá, estamos muitíssimo mal de políticos, na dúvida e após um governo Biden fraco, era melhor não arriscar.

Porém, ao que tudo indica, a vitória sobe à cabeça dos fracos e o resultado é este que estamos acompanhando.

Aliás, não custa lembrar o que escreveu o biografo TimothyL. O'Brien em seu livro "Trump Nation: The Art of Being The Donald":

"Trump é uma pessoa perigosa", alerta O'Brien.  É perigoso porque é intencionalmente ignorante e profundamente intolerante. Porque é inseguro sobre quem ele é, e exagera em suas reações.

Alguém que tem acesso ao ‘botão nuclear’, mas não tem nenhum senso sobre parâmetros dos assuntos globais é, por natureza, uma pessoa perigosa!"

O fato de ter retirado o narco terrorista venezuelano do poder, não tem nada de heroísmo, pois defender o seu país e seus jovens do assédio de narcotraficantes é dever de todos, inclusive de países limítrofes à própria Venezuela, coisa difícil de se esperar tal a pobreza de responsabilidades que impera pelos lados da América do Sul.

De lá para cá uma série de atitudes desconexas, mas midiáticas como auxílio a Bolsonaro, não realizado, auxílio à Ucrânia não realizado, ou melhor, oferecendo partes da própria ao outro boquirroto e criminoso.

Depois, auxílio oferecido ao povo do Irã com quase duas centenas de mortes pelo regime sanguinário e não realizado.

Agora por último mais uma atitude desconexa de invadir uma nação europeia e membro da OTAN, à moda czarista, além de abandonar a própria OTAN da qual o país dele é um dos idealizadores.

Atitudes midiáticas bem ao seu modo exibicionista podem acabar levando o seu país a uma crise sem parâmetro desde o fim da segunda Guerra em 45 ou 81 anos passados em que os Estados Unidos tiveram um desenvolvimento fantástico. 

Repetindo O'Brien, "Alguém que tem acesso ao ‘botão nuclear’, mas não tem nenhum senso sobre parâmetros dos assuntos globais é, por natureza, uma pessoa perigosa!"

Faço votos de que seja só midiatismo exagerado para projeção pessoal, mas sua última fala ao governo da Dinamarca com relação a não ter recebido o prêmio Nobel, não me deixa chegar a essa conclusão e projeto muitíssimos problemas no planeta enquanto ele esteja no comando da nação americana apesar de que desta vez escrevo com toda a certeza de que sofrerá impedimento muito proximamente, pois os Estados Unidos não se comparam a nenhuma nação Sul-Americana

Título e Texto: José Manuel, janeiro 2026 

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