João Braz
Em Portugal sobrevive um dos
mitos políticos mais ingénuos ou mais hipócritas: o de que um candidato
partidário, após décadas de militância ideológica, acorda subitamente imparcial
no dia seguinte à eleição. Como se a identidade política fosse um pijama que se
despe à porta do cargo público.
Não se sabe se esta ficção
deve ser atribuída à hipocrisia dos que a propagam ou à infantilidade dos que
nela acreditam.
(Não há nenhum candidato guevariano, a imagem é meramente ilustrativa e aplica-se a qualquer dos polos).
Título, Texto e Imagem: João
Braz, Facebook,
22-1-2026, 18h11

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