sexta-feira, 31 de maio de 2019

[Discos pedidos] Ninguém me ama... ninguém me quer...

Sanjo BILL da Galiza, 31-5-2019
Lúcio Alves canta composição de Antonio Maria.  Me lembrei deste ícone seresteiro ao 'revelar' a foto de Bill.

Atenção! Não tenho a intenção de ridicularizar a música seresteira, muito menos quem sofreu ou esteja sofrendo por amor...

Simplesmente, me lembrei dessa canção ao ver a pose do meu cachorro - a quem não falta nada, graças a Deus.

Ah, e quanto à canção, bateu grande saudade de uma rodada/noite de seresta. 

Presidente Bolsonaro almoça com caminhoneiros no restaurante do posto de gasolina. (Já imaginou se ele fosse popular?)


Bolsonaro almoça ao lado do Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, do Porta-Voz da presidência, Otávio Rêgo Barros, e demais colegas caminhoneiros, trabalhadores fundamentais para o funcionamento do Brasil.


Folha do Brasil, 31-5-2019

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Folha do Brasil, 31 de maio de 2019

Contas públicas têm saldo positivo de R$ 6,6 bilhões

Kelly Oliveira

As contas públicas registraram saldo positivo em abril. De acordo com dados divulgados hoje (31), em Brasília, pelo Banco Central (BC), o setor público consolidado, formado pela União, estados e municípios, anotou superávit primário de R$ 6,637 bilhões no mês passado.


Em abril de 2018, o resultado também foi positivo, entretanto menor: R$ 2,9 bilhões. Esse foi o maior resultado para abril desde 2017, quando houve superávit primário de R$ 12,908 bilhões.

O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, era esperado resultado positivo nas contas públicas devido ao aumento de receitas características desta época do ano, como o pagamento de imposto de renda por pessoas físicas e jurídicas e recebimento trimestral pelo governo de royalties e participações. “Em abril, tem um conjunto de receitas sazonais ocasionando esse superávit”, disse Rocha.

No mês passado, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) foi o principal responsável pelo saldo positivo, ao apresentar superávit primário de R$ 6,133 bilhões.
Os governos estaduais anotaram saldo positivo de R$ 1,043 bilhão, e os municipais, negativo em R$ 312 milhões.

As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram déficit primário de R$ 227 milhões no mês passado.

Superávit
De janeiro a abril, o setor público acumula superávit primário de R$ 19,974 bilhões, acima dos R$ 7,291 bilhões de igual período de 2018. Esse é o maior resultado para o primeiro quadrimestre desde 2015, quando houve superávit primário de R$ 32,4 bilhões.

O resultado positivo no acumulado do ano vem deste mês e de janeiro, quando foi registrado superávit de R$ 46,897 bilhões. Em fevereiro e março deste ano houve déficit primário: R$ 14,931 bilhões e R$ 18,629 bilhões, respectivamente.

Depois de quatro anos em queda, carteira assinada volta a crescer

No período foram gerados 480 mil postos de trabalho formais, diz IBGE

Vitor Abdala

Depois de 16 trimestres (quatro anos) seguidos de queda, o emprego no setor privado com carteira de trabalho assinada voltou a crescer. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), o indicador cresceu 1,5% no trimestre encerrado em abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram gerados 480 mil postos de trabalho formais no período, totalizando 33,1 milhões de trabalhadores nessa situação.

“O aumento reflete o início de um quadro favorável. É a primeira vez que a categoria carteira de trabalho respira desde o início da crise em 2014”, disse o pesquisador do IBGE Cimar Azeredo.

Azeredo explica que a alta foi puxada pelos setores de educação e saúde, de trabalhadores de baixo nível educacional da mineração, da construção, do transporte e dos profissionais liberais.

Apesar da alta dos empregos com carteira de trabalho assinada, houve também uma alta nos empregos informais, isto é, aqueles sem carteira. A alta foi 3,4%, ou seja, 368 mil pessoas a mais do que no trimestre encerrado em abril do ano passado. No total, 11,2 milhões de pessoas estavam nessa situação no trimestre encerrado em abril deste ano.

Apesar das altas na comparação com abril do ano passado, os dois tipos de trabalho (formal e informal) mostraram estabilidade em relação ao trimestre encerrado em janeiro deste ano.

Lula lá (em Roma)

FratresInUnum.com

O mesmo papa que se recusou responder aos dubia de quatro cardeais, dois dos quais viram a morte sem verem uma resposta sua, preferiu responder pessoalmente à carta do ex-presidente e atual presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em duas instâncias, pela justiça brasileira.

Os cleaners de plantão se apressaram em justificar a atitude do pontífice, alegando que ele apenas respondeu misericordiosamente à carta de um ex-chefe de estado e atribuindo a utilização política da missiva aos petistas e a crítica à mesma aos maldosos conservadores. É óbvio que esta tática não passa de um fingimento estúpido.


Com efeito, embora seja possível que um papa cometa lapsos, não pode ser um lapso o fato de os cometer sempre na mesma direção. Errar sempre no mesmo sentido não é um erro, mas um acerto.

Francisco é um papa de esquerda e não se esforça por disfarçá-lo. É simples! Basta aceitar os fatos. O negacionismo dos cleaners não é apenas uma tentativa de “tapar o sol com a peneira” mediante análises textuais forçadas, em que se procura dissimular a realidade através da exploração do campo semântico das palavras, interpretadas em seu sentido mais estrito, mas é um esforço completamente inútil: querem tornar ambíguo o que o próprio Francisco faz questão de desambiguar. Ele quer ser o líder da esquerda mundial, quer ocupar o lugar que Lula pretendia quando fundou o Foro de São Paulo.

O paralelo entre o pontífice argentino e o presidiário brasileiro transcende em muito o recurso da negação – assim como Lula, Francisco acaba de conceder entrevista a uma televisão mexicana em que, perguntado sobre o caso do ex-cardeal McCarrick, simplesmente tentou se eximir, dizendo que “não sabia de nada”. Na verdade, ele não se limita à histérica defesa do multiculturalismo na política de imigração e do ecologismo psicótico, mas acaba de promover um seminário sobre a “ameaça dos nacionalismos” e de convocar uma conferência para a criação de uma nova ordem econômica mundial em 2020, na cidade de Assis.

Presidente Bolsonaro no programa “The Noite”, 31 de maio de 2019

LIVE com o presidente Bolsonaro, 30 de maio de 2019


Folha do Brasil, 30-5-2019

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[Aparecido rasga o verbo] Amiguinho da onça

Aparecido Raimundo de Souza

TODA VEZ QUE O EURÍPIDES ia cobrar o tal do Horácio, quem aparecia para atender à porta era a mulher dele, uma jovem com dezessete anos, acompanhada de um garotinho nos braços. O apartamento do sujeito ficava no segundo andar, no final de um corredor comprido e de frente para a porta de um banheiro nojento que exalava um mau cheiro que se sentia de longe a catinga.

Cada andar do prédio comportava vinte residências, ou melhor, apertadas e raquíticas quitinetes, já que os aposentos, por dentro, não iam além de uma sala enorme, uma cozinha americana e um quarto. Não havia área de serviço e os residentes quando queriam lavar suas roupas tinham que subir para um terraço onde o senhorio instalara um tanque e um varal coletivo que ocupava todo o pavimento.

Aquela já era a quarta vez que o Eurípides batia a campainha na casa do Horácio e também a quarta vez que a mulher dele vinha atender, com a criança no colo e a resposta à mesmíssima das vezes anteriores:
- O senhor deu azar novamente. O Horácio ainda não chegou e nem sei a que horas vai dar as caras. O senhor não quer entrar, tomar uma água, ou um cafezinho?

Nas visitas passadas Eurípides recusara os convites. Não ficava bem entrar, sentar, tomar café, ainda mais com aquele pedaço de mau caminho que o ilustre caloteiro mantinha em casa. Verdade, a mulher do Horácio, embora fosse uma mocinha recém-saída das fraldas, dava um belo de um caldo. Não era de se jogar fora. E a safadinha atendia à porta vestida em poucas roupas.

Uma sainha muito curta, uma blusinha colada ao corpo insinuando um par de peitos fartos, sem sutiã, os biquinhos dos mamilos arrebitados. Sem falar nas pernas bem feitas, na barriguinha com o umbiguinho de fora e, nos lábios carnudos que se abriam sensuais e tentadores. Resumindo: a esposa do Horácio indubitavelmente se constituía numa tremenda de uma tesãozinha.

Mas naquele dia, Eurípides resolveu aceitar o convite e saborear o cafezinho. Não custava nada, tampouco tiraria pedaço. Que mal havia em perder alguns minutos ao lado daquela flor maltratada, apesar disso, rara joia de valor inestimável que mexia, e muito, com seu coração de homem às portas de um ataque de nervos?
- O senhor tome assento, por favor...

Eurípides se acomodou num sofá encardido, de dois lugares apenas, fedendo a urina e a cocô. A mulher botou o menino no chão e o rodeou com uma pá de brinquedos. Passou a cozinha que comportava um fogão de quatro bocas, uma mesinha cheia de panelas, pratos e copos, amontoados, misturados a restos de uma cesta básica dessas de supermercados, com pacotes de arroz, pela metade, feijão, lata de óleo e duas caixas de leite.
- Não repare a bagunça. Sabe como é. Quem tem criança pequena...

Comissária, Comissário de Voo, parabéns!


O que já postamos sobre este dia:

Charada (884)

Qual o
jogo
que
pode ser
jogado com
senhoras?

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Para quem (ainda) acha que a Avaaz é uma ONG séria...

Estamos tão orgulhosos da Avaaz


Queridos amigos e amigas da Avaaz,

Estamos tão orgulhosos de nosso movimento.

Depois de Trump, Brexit e Bolsonaro, a Europa poderia ser o próximo alvo nas eleições do último final de semana. O último poder democrático global de confiança a se afogar em fake news e no ódio da extrema-direita.

Para enfrentar essa ameaça histórica, a Avaaz expôs e forçou a derrubada do que, provavelmente, foram as maiores redes de desinformação DA HISTÓRIA. Redes cujo veneno teve mais de 3 BILHÕES de visualizações por ano em apenas seis países. O suficiente para alcançar cada um dos eleitores cerca de vinte vezes!

E já que extremistas cheios de ódio também apostam no não-comparecimento dos eleitores às urnas, nós lançamos campanhas inspiradoras de defesa da democracia para incentivar as pessoas a votarem. Elas foram vistas mais de 100 milhões de vezes em toda Europa dias antes da eleição!

O resultado: a maior participação de eleitores em 25 anos! A “onda” de extrema-direita minguou e virou “marola”. Os sociais democratas defensores da justiça e a centro-direita pró-Europa seguem sendo os maiores partidos, e aconteceu uma verdadeira tsunami democrática com os Partidos Verdes, heróis do clima, e os Liberais Democratas, defensores apaixonados da União Europeia, que agora manterão o equilíbrio do poder na nova Europa!

Nossa vitória sem precedentes contra a desinformação saiu nas capas dos jornais de todo o mundo. Jaume Duch Guillot, diretor-geral do Parlamento Europeu, disse: “a Avaaz tem sido uma força poderosa que ajuda o Parlamento Europeu a engajar as pessoas a votarem nessa eleição de 2019”.

Da Espanha ao Vale do Silício, continue lendo para conhecer os bastidores de nossos esforços nesse período eleitoral. Esse foi um trabalho financiado por 80 mil doadores da Avaaz, outros 80 mil voluntários e quase 2 milhões de membros. E assim fizemos história. Obrigado!!!

Nunca estivemos tão orgulhosos. De todos nós.


Nem um pio sobre a vitória de Mateo Salvini, na Itália, e Marine Le Pen, na França, dois odientos, odiosos e venenosos políticos da extrema-direita!

Ah, no terceiro parágrafo deste panfleto, esta ONG de extrema-esquerda, portanto, desonesta e de má-fé, menciona Trump, Brexit e Bolsonaro: Trump e Bolsonaro foram ELEITOS pelo povo – destaco a vitória de Jair Messias Bolsonaro, por sufrágio direto e universal – e o “Brexit” é o resultado de uma consulta POPULAR.

Joe diGenova: Mueller wants Americans to believe Trump is a criminal and it's up to Congress to impeach him

Joseph diGenova - Fox News


Bret Baier says Robert Mueller made it exponentially harder for Nancy Pelosi to hold back call for impeachment
Special counsel Robert Mueller's statement on the Russia investigation gave ammunition to Democrats who want to impeach President Trump, says 'Special Report' anchor Bret Baier.

While he made it clear that his investigation is closed, the main takeaway from outgoing Special Counsel Robert Mueller’s surprise farewell statement to the media Wednesday is that he desperately wanted to take down President Trump, but simply couldn’t find a way to do it.

In a parting shot to cap off two years of outrages, Mueller tried to convince the American people that their duly elected president is a criminal who couldn’t be charged due to a technicality, and therefore it’s up to Congress to impeach him.

If not for a flimsy piece of paper that the Justice Department’s Office of Legal Counsel (OLC) compiled long ago, Mueller suggested, the president of the United States would be in the dock for “obstructing” an investigation into a conspiracy theory about his campaign and the Russian government.

This is so ridiculous that Mueller didn’t even dare to say it plainly. Instead, he fell back on the convoluted language in his report, hoping to obfuscate an issue that Attorney General William Barr had previously clarified by determining that the special counsel’s investigation did not produce sufficient evidence to justify charging President Trump with obstructing justice.

“If we had had confidence that the president clearly did not commit a crime, we would have said so,” Mueller told reporters, explaining that, as part of the Justice Department, his office was “bound by” the OLC’s opinion.

“Charging the president with a crime was, therefore, not an option we could consider,” Mueller said.

That’s a fantasy Mueller just tried to sell on national TV. Here’s the reality.

If President Trump actually committed a crime, there is nothing in the OLC’s opinion that would have prevented the special counsel or the attorney general from saying so.

Presidente Bolsonaro toma café da manhã com bancada feminina no Congresso (+ vídeo do discurso do presidente)

Presidente diz que mulheres são o ponto de equilíbrio

Andreia Verdélio

O presidente Jair Bolsonaro recebeu hoje (30) senadoras e deputadas da bancada feminina para tratar de pautas de interesse das mulheres.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, também foi convidado e compareceu ao café da manhã, no Palácio do Planalto.

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
“Por muitas vezes vocês são o norte para nós e o ponto de equilíbrio, e a razão sempre fala muito mais alto ao lado das mulheres”, disse Bolsonaro, em discurso.

“A força do Executivo e do Legislativo, juntos, com todo respeito ao Dias Toffoli, é muito forte. E é muito bom termos aqui a Justiça ao nosso lado, ao lado do que é certo, do que é razoável e ao lado do que é bom para o nosso Brasil”, disse o presidente.

Ontem (29), o STF confirmou a proibição de trabalho insalubre de gestantese lactantes. Em votação, os ministros do STF consideraram inconstitucional o trecho da reforma trabalhista que abriu a possibilidade de gestantes e lactantes trabalharem em atividades e locais insalubres, devendo ser realocadas em outro tipo de serviço. Não sendo possível, a empregada será afastada e terá direito a receber salário-maternidade.

De acordo com a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), a decisão do Supremo envolve uma pauta importante para as mulheres e a presença do ministro Toffoli no encontro de hoje demonstra que os poderes estão unidos.

A parlamentar contou que o presidente do STF exaltou o trabalho das mulheres no Legislativo, mas lembrou que a representação feminina ainda é pequena.

“Ele falou também da carreira da magistratura, onde a mulheres ocupam uma boa porcentagem até um determinado ponto, mas quando sobem para o topo da carreira, já cai o número de participação de mulheres”, disse Joice.

Governo vai acabar com farra de diárias e passagens em conselhos ministeriais

O governo decidiu acabar com a farra de diárias e passagens de integrantes de conselhos ministeriais. Somente no Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos são quase quatrocentos conselheiros em doze conselhos, na maioria militantes partidários.

Ministra Damares Alves, foto: EBC

Metade dos conselheiros é de representantes de ONGs, “organizações não-governamentais” que não vivem sem dinheiro governamental, até para bancar suas viagens. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O governo pretende substituir a farra de viagens por videoconferências, aproveitando as possibilidades oferecidas pela moderna tecnologia.

No Conanda, conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, 14 dirigentes de ONGs torram R$40 mil por mês com suas idas e vindas.

Cada conselheiro de ONG recebe diárias de R$321 e mais R$95 para deslocamento, além das passagens aéreas de ida e volta para Brasília.

Tem de tudo nos doze conselhos no âmbito do Ministério da Mulher etc, alguns superpostos e grande parte de utilidade duvidosa.
Título e Texto: Diário do Poder, 30-5-2019


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O tempo

Nelson Teixeira

O tempo, em verdade, não existe além dos movimentos de vossa própria consciência que registra automaticamente o que já fez, o que faz e o que fará. Daí a criação humana de medidas para quantificá-lo em forma organizacional. O devido estudo deste conceito ajuda a compreender a imortalidade do espírito universal.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 30-5-2019

Charada (883)

Por que razão
o Barbosa barbeiro
prefere cortar
o cabelo a dois
homens baixos em
vez de cortar
o cabelo a um
homem alto?

quarta-feira, 29 de maio de 2019

[Pernoitar, comer e beber fora] Estrela do Bico, culinária lusófona


Fica em Massamá, na Avenida Azedo Gneco, lote 61 (rua da Igreja, logo no início).
Serve comida portuguesa, brasileira e africana, garante a publicidade do restaurante.



Fomos, o casal LT/HT e eu, lá jantar.
Ele pediu “açorda de camarão”,
ela, “carapauzinhos na telha com arroz de feijão”,
e myself, secretos de porco grelhados”: servidos numa tábua com batata frita, arroz e feijão, e seis ou sete molhos. Não provei nenhum, até porque a carne estava bem saborosa, não necessitando, de “disfarces” complementares.

Ele gostou da açorda e elogiou o arroz de feijão;
Ela gostou dos carapaus;
E eu, dos secretos.

O ambiente é bonito e tranquilo.

Os banheiros, tanto o 👨 e o 👩 bem limpinhos.

Não achei barato, tampouco caro. 😃

Um ponto negativo, na minha opinião (mas não é o único, tem bastantes restaurantes que adotam o mesmo): telas de televisão afixadas nas paredes. No caso deste restaurante, duas. Uma de cada lado, e, pelo que percebi, passando programas diferentes. Volta e meia, o atendente – que eu juraria ser o dono – no meio do salão, olhando para a tela, atrás e acima de nós. Então, para solicitar algo, a gente tem que incomodar o atendente que, de repente, está assistindo ao capítulo final da novela “Direito de Nascer”, percebe?

No mais, pode ir lá. Talvez nos encontremos.

Anteriores:

Bolsonaro vai a pé do palácio à Câmara homenagear humorista do SBT

Andreia Verdélio e Karine Melo

O presidente Jair Bolsonaro surpreendeu hoje (29) ao deixar o Palácio do Planalto por volta das 9h30 e ir a pé em direção ao Congresso Nacional. Cercado por seguranças, Bolsonaro foi direto para a Câmara dos Deputados, onde está sendo realizada uma sessão em homenagem ao humorista Carlos Alberto de Nóbrega, do programa A Praça é Nossa, do SBT.

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
A sessão foi solicitada e está sendo presidida pelo deputado federal Alexandre Frota (PSL-SP). Além de Bolsonaro, estão presentes os ministros Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, Osmar Terra, da Cidadania, e Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional.

Em discurso rápido durante a solenidade, Bolsonaro reafirmou que é fã do humorista. Segundo o presidente, Nóbrega atinge positivamente todos os brasileiros. " Sem humor, sem alegria não se tem razão de viver", disse.

O presidente deixou a solenidade antes do fim e seguiu para o Palácio do Planalto. Onyx Lorenzoni disse que Bolsonaro deixou o café da manhã com a bancada do partido Novo para prestigiar Carlos Alberto de Nóbrega. "Ele quis fazer uma surpresa e nem gastou gasolina" brincou. Ainda sobre a presença do presidente no compromisso que não estava na agenda oficial, o ministro disse que foi um "gesto de carinho com Carlos Alberto, com o Parlamento e um respeito à própria arte".

Ontem (28), o humorista foi recebido por Bolsonaro no Palácio do Planalto. Em vídeo publicado no Twitter, o presidente manifestou a satisfação de receber "esta lenda da televisão brasileira que, há décadas, alegra a todos nós em seu velho e querido banco [do programa A Praça é Nossa] ".

Título e Texto: Andreia Verdélio e Karine Melo; Edição: Valéria Aguiar, Agência Brasil, 29-5-2019

Bolsonaro compareceu à sessão solene em homenagem a humorista

Lara Haje

O presidente da República, Jair Bolsonaro, compareceu à sessão solene em homenagem ao humorista Carlos Alberto de Nóbrega, que se realizou na manhã desta quarta-feira (29) na Câmara dos Deputados. “Sem humor e sem alegria não há razão de viver”, disse Bolsonaro na sessão. “Nunca é tarde para ser feliz”, acrescentou. O presidente ficou na mesa por cerca de meia hora e foi embora.

Senado aprova MP que reestrutura ministérios; texto segue para sanção

Agência Senado

O Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (28), por 70 votos a favor e 4 contrários, o texto-base da Medida Provisória 870/2019, que reorganizou a administração do governo federal com a aglutinação de ministérios e a mudança de algumas de suas atribuições. Foi mantida a alteração feita na Câmara dos Deputados, que transferiu o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça e Segurança Pública para a pasta da Economia. O texto aprovado foi o Projeto de Lei de Conversão (PLV) 10/2019, do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), proveniente da MP. A matéria segue para sanção presidencial.

Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Atribuições

A primeira MP editada pelo governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, reduziu de 29 para 22 o número de ministérios e redistribuiu atribuições. Quatro pastas têm status ministerial, vinculadas à Presidência da República (Casa Civil, Secretaria de Governo, Secretária-geral e Gabinete de Segurança Institucional), além da Advocacia-Geral da União (AGU) e da presidência do Banco Central.

Entre as novas competências dadas pela medida provisória ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República estão a de planejar, coordenar e supervisionar a gestão de incidentes computacionais, a proteção de dados, o credenciamento de segurança e o tratamento de informações sigilosas.

Já quanto à Controladoria-Geral da União (CGU), a novidade em relação à legislação atual é que a auditoria do órgão ficará a cargo da Secretaria de Controle Interno da Secretária-geral da Presidência da República.

Foi alterada ainda a redação da atribuição dada pela MP à Secretaria de Governo da Presidência da República. Em vez de supervisionar, coordenar, monitorar e acompanhar as atividades e as ações dos organismos internacionais e das organização não-governamentais (ONGs) no território nacional, o órgão deverá, segundo o texto, "coordenar a interlocução” do governo federal com essas organizações e acompanhar as ações e os resultados da política de parcerias com elas, promovendo “boas práticas para efetivação da legislação aplicável”.

Economia

Além do Coaf, o Ministério da Economia assumiu ainda as atribuições dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e do Trabalho, que foram extintos. Incorporou também as atividades da Previdência Social, que já estavam no antigo Ministério da Fazenda desde o governo Temer.

[Pensando alto] “A Petrobrás é do povo brasileiro” e outras bobagens

Pedro Frederico Caldas

Você pode encarar um erro como uma besteira a ser esquecida, ou como um resultado que aponta a uma nova direção
Steve Job

Acho engraçado o fervor com que muitos esbravejam que a Petrobrás pertence ao povo brasileiro, como se toda e qualquer empresa que esteja no País, mesmo estrangeira, não pertença, de alguma forma e no mesmo sentido, ao povo brasileiro.

Toda empresa gera riqueza, dá empregos, paga impostos e produz bens e serviços.  Se abstrairmos a existência de todas as fazendas, comércio, fábricas, transporte, prestação de serviço e o que mais funcione como unidade econômica, o que restará para garantir o meio de vida das pessoas? Nada, absolutamente nada.

Nesse sentido, todos os fatores de produção nos são úteis e necessários, e, na medida em que deles tiramos nosso meio de vida, direta ou indiretamente, nos pertencem como garantia de nossa subsistência.
Em economia o mais importante não é o que se vê. O mais importante é o conjunto das relações econômicas não percebidas, entretidos que estamos em concentrar nossa atenção naquilo que vemos.

Vamos para uma pequena cidade, onde as coisas são mais visíveis. Empregados de um banco, de uma fábrica, de uma loja, ou de um escritório sentem com precisão a importância dessas instituições ante a realidade palpável de que delas tiram seu sustento, seu meio de vida. O dono do mercadinho, da padaria ou a professora, que recebem parte dos salários desses empregados em pagamento dos bens que lhes vendem ou do serviço que lhes presta não têm essa percepção imediata. O nexo de causalidade econômica se perde, para quem não está atento, nas diversas etapas do fenômeno.

Entretanto, se o banco, ou a fábrica, ou a loja deixa de existir, o impacto será sentido por todos. Nesse momento, os negócios na comunidade são altamente prejudicados e todos sentem que perderam algo que antes não tinham a sensação de lhes pertencer. Trazido esse fato para o âmbito nacional, vimos, com olhos de ver, que a queda de atividade das empresas em geral e o fechamento de um sem-número delas, provocados pela crise que nos engolfou e ainda nos engolfa, causou diminuição de renda para todos e, no limite, via desemprego e encerramento de atividades, pobreza para muitos. Assim fica mais claro que a perda de ativos não se dá somente para o dono, afeta, direta ou indiretamente, a todos.

Portanto, meus caros amigos, o total das relações de produção interessa ao conjunto da sociedade e determina o seu maior ou menor bem-estar econômico.

Você terá a percepção mais aguda disso se perdeu o emprego ou viu seu negócio fechar as portas. Aí você verá que a Petrobrás não é sua no sentido em que politicamente as pessoas, ideologicamente motivadas ou não, proclamam.

Serenidade

Nelson Teixeira

Busquemos a serenidade, a mansuetude e a calma.

Sejamos senhores de nós mesmos, evitando o auto desequilíbrio causado por não sabermos lidar com certas atitudes de nossos semelhantes.

Lembremo-nos de que obteremos o ganho espiritual na medida em que nos reeducamos através destas pequenas provas que passamos diariamente.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 29-5-2019

Charada (882)

Quem são
as mulheres
que vivem
mais tempo
do que
os maridos?

[A verdade política] Estamos certos, mas passe "KY" antes...


Vanderlei dos Santos Rocha

Pois,
Estou de saco cheio sobre alguns assuntos doentios.
Tentam de todos os jeitos questionar-me porquês, sobre os quais não tenho culpa nenhuma.

A fome africana é culpa dos africanos.

A escravatura negra no mundo foi feita por negros africanos, que escravizavam castas inferiores.
Dos cinco maiores países do mundo, nós brasileiros temos o único 100% habitável.
Os outros continentes destruíram suas florestas e hoje cagam regras sobre a nossa Amazônia.
Querem que a protejamos, então paguem por ela.

Os ecologistas jamais discutem o crescimento populacional.
A única maneira possível foi inventar a teoria do gênero.

Os protetores de animais domésticos, passam o dia procurando com seus iPhones dramatizações de maus tratos para criminalizarem pessoas.

Ser homem virou doença virótica, fiquem longe deles.

Meu sábio avô dizia:
- Um homem para ser um macho de verdade, tem que dar o "cu" uma vez e dizer que não gostou.

Nós fomos roubados pela classe política e empresarial desde 1985, com os jornais, rádios e televisões protegendo-os.

A Internet nos salva, hoje em dia, das verdadeiras "fake news" publicadas por esses bastardos.
Teve uma jornalista, Eliane Cantanhede, que publicou em 2006 que era absurdo o governo do ladrão de 9 dedos ajudar a Varig. Não escreveu uma linha sequer quando este mesmo governo tornou Eike Batista o maior bilionário do país.

Houve deputados e senadores com dívidas para a Varig, nunca pagas.
Os governos estaduais cobravam ICMS 90 dias adiantado da empresa.
O governo federal, apesar da empresa ser uma concessão, ditava política de preços.
As despesas operacionais em dólar e os preços absurdos dos insumos nacionais.
Nunca um jornalista comparou o preço do combustível de aviação no Brasil com outros países.
A legislação trabalhista brasileira obrigava as empresas terem o dobro de funcionários de uma empresa de igual porte no resto do mundo.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Comissão de Assuntos Econômicos rejeita volta de extintor obrigatório nos veículos

Anderson Vieira

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) rejeitou proposta que altera o Código de Trânsito Brasileiro para incluir o extintor com carga de pó ABC na lista de itens obrigatórios dos veículos. A medida está prevista no PLC 159/2017, do deputado Moses Rodrigues (MDB-CE), analisado nesta terça-feira (28).

O projeto foi rejeitado pelo relator, Styvenson Valentim (Pode-RN). Insatisfeito, o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) chegou a apresentar um voto em separado, pela aprovação, que foi considerado prejudicado.

Veneziano Vital do Rêgo (E) apresentou voto separado pela aprovação do projeto, mas foi vencido pela posição do relator, Styvenson Valentim (D), que votou pela rejeição; Esperidião Amin (C) pediu mais estudos. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
A obrigatoriedade do equipamento já havia sido derrubada em setembro de 2015 pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que o considerou desnecessário diante da evolução tecnológica da indústria automobilística. O relator enfatizou a existência de inovações que apontam para a redução do número de incêndios, apesar do aumento da frota. É o caso do corte automático do combustível em caso de colisão, localização do tanque de combustível e uso de materiais e revestimentos com mais resistência ao fogo.

— Não existe nada que comprove a eficácia da obrigatoriedade do uso do extintor. O fato de ser R$ 70, R$ 100 ou R$ 20 nem é o caso. Não existem estatísticas, como o cinto de segurança, o airbag e o encosto de cabeça, que têm eficácia comprovada. Além disso, é facultativo. Quem quiser pode ter em seu carro. Ele não está proibido — afirmou, antes da votação.

Styvenson disse ainda que é mais seguro que motoristas e passageiros abandonem o veículo em chamas e demandem ajuda especializada, como do Corpo de Bombeiros, em vez de tentar debelar o incêndio por conta própria, com os riscos que tal prática poderá trazer, tanto para os usuários quanto para aqueles que estão nas proximidades do fogo.

A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) concordou com os argumentos do relator e destacou que, caso a lei seja aprovada, uma consequência natural de mercado será a elevação do preço dos equipamentos. Além disso, ela disse que não recebeu nenhuma demanda da população de Tocantins sobre o assunto.

Bolsonaro gravou participação no Programa do Ratinho e no The Noite – SBT Brasil


Jair Bolsonaro gravou nesta segunda-feira (27) uma participação no Programa do Ratinho e outra no The Noite, de Danilo Gentilli, ambos do SBT. O presidente ainda comentou sobre os atos em defesa do Governo, que ocorreram neste domingo (26), em várias cidades do país.


A entrevista com Danilo Gentili irá ao ar nesta sexta-feira (31 de maio, 00h45). Já a com Ratinho está programada para a próxima terca-feira (3 de junho, 22h15). 

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Percival Puggina

Não chega a ser novidade. A mudança vem acontecendo de modo gradual. Parcela crescente dos brasileiros que um dia confiaram seus votos à esquerda foi mudando de opinião e essa mudança acabou na grande reviravolta da cena política em outubro de 2018. Há quem morra de saudades.

Vale a pena lembrar, muito especialmente a alguns setores da mídia tradicional (estou falando, entre outros, da Folha de São Paulo, Estadão, Zero Hora, O Globo e demais veículos do seu grupo) certos fatos relacionados àquela eleição. O candidato escolhido pelos partidos que tradicionalmente formavam a maioria do Centrão era Geraldo Alckmin. As nove siglas que se coligaram para elegê-lo compunham mais da metade das cadeiras na Câmara dos Deputados. Contudo, a coligação em torno do tucano acabou obtendo menos de 5% dos votos. Foi um claro abandono do comandante da nau tucana por seus marujos, que majoritariamente se transladaram para o barquinho de Bolsonaro

A jogada valeu para assegurar o mandato de muitos. Diploma pendurado na parede é garantia da autonomia e permite a segunda traição. Em três meses os ex-marujos de Alckmin e parceiros de Bolsonaro recompuseram o Centrão e já começavam a reabrir a firma quando a opinião pública reagiu nas redes sociais. Imediatamente deram um passo atrás. Em tom de mágoa, afirmaram tratar-se de um mal-entendido. Estavam todos cumprindo seus deveres constitucionais.

Nenhuma das três coisas surpreende. Nem a traição a Alckmin, nem a traição a Bolsonaro, nem a completa traição à verdade contida na afirmação de estarem cumprindo seu dever. Esta última situação só acontece nas raras ocasiões em que o interesse próprio coincide com as exigências do interesse nacional. O que realmente surpreende é a defesa que os veículos de comunicação acima mencionados passaram a fazer do Centrão, confundindo-o com o Congresso Nacional, buscando torná-lo imune a toda crítica, numa atitude tipicamente bipolar. Num momento transformam a crítica numa conduta revolucionária, autoritária, capaz de acabar com a democracia; noutro, reduzem a gigantesca mobilização social do dia 26, de apoio ao governo e suas reformas, a Sérgio Moro e a Paulo Guedes, às proporções de um comício na esquina do bar do Zé.