Estação de Massamá/Barcarena: escadas rolantes PARADAS
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Paradas estavam, paradas estão, paradas estarão...😡 até quando?
Estação de Massamá/Barcarena: escadas rolantes PARADAS
Triunfo das trevas: Estado do Massachusetts legaliza aborto sem restrições até ao momento do parto
Paulo Hasse Paixão
A governadora democrata do Massachusetts, Maura Healey, sancionou uma lei que permite efetivamente o aborto durante todos os nove meses de gravidez, até ao momento do parto. As mulheres liberais que encheram a sala celebraram alegremente a assinatura da lei
A lei anterior restringia o
aborto após as 24 semanas a circunstâncias específicas: preservar a vida da
paciente, a saúde física ou mental, uma anomalia fetal letal ou um diagnóstico
grave incompatível com a vida sustentada fora do útero sem intervenção extraordinária.
Essa estrutura foi agora abolida.
A nova lei, enganosamente
intitulada “Lei de Priorização do Acesso do Doente a Cuidados” (H. 5595), determina que um aborto pode ser realizado por um
médico com base exclusivamente no julgamento da parturiente e do médico. Nenhum
processo de revisão clínica se pode sobrepor a este juízo e à decisão da
parturiente.
Massachusetts Governor Maura Healey signs the bill for abortions up to birth as Democrats celebrate. pic.twitter.com/BlfTobYbeD
— LifeNews.com (@LifeNewsHQ) August 10, 2026
Como se aprisiona um homem sem erguer uma única parede
Marcos Paulo Candeloro
O século XX descobriu, com atraso considerável e um custo em cadáveres que ainda não terminamos de contar, que fuzilar dissidentes é método rudimentar. Deixa corpo, deixa viúva, deixa mártir, e obriga o regime a explicar-se, sendo a explicação exatamente aquilo que poder algum concede de bom grado. Foi por isso que, em algum ponto da longa digestão burocrática que separa Stálin de Brejnev, a psiquiatria soviética ofereceu ao Estado uma solução de elegância quase geométrica. Em vez de matar o inconveniente, bastava diagnosticá-lo.
O nome técnico da coisa era esquizofrenia lenta, categoria forjada por Andrei Snejnévski e sua escola no Instituto Serbsky. A genialidade perversa do conceito residia em sua elasticidade, porquanto dispensava sintomas visíveis. O paciente podia raciocinar com clareza, trabalhar, criar filhos, pagar seus tributos, e ainda assim padecer de enfermidade latente cujo único sinal clínico consistia, grosso modo, em discordar do Partido. Reformismo obsessivo. Delírio de reivindicação de direitos. Perseverança patológica na defesa daquilo que o sujeito insistia em chamar de verdade. Vladímir Bukóvski contrabandeou para o Ocidente, em 1971, cerca de centena e meia de páginas documentando o procedimento, e a Associação Mundial de Psiquiatria ainda levaria seis anos para condená-lo formalmente, em Honolulu. A União Soviética retirou-se da entidade em 1983, poupando-se do constrangimento da expulsão. Ninguém foi condenado. Todos foram tratados.
Ora, seria enormemente reconfortante supor que semelhante engenhoca só floresce no solo húmido do socialismo real, e por isso mesmo convém lembrar de Yuri Nosenko. Oficial da KGB, desertou para os Estados Unidos em 1964 trazendo informação sobre Lee Harvey Oswald, e James Angleton, chefe da contrainteligência da CIA, convenceu-se de que se tratava de plantio. Nosenko passou então algo em torno de três anos em confinamento, boa parte numa cela de concreto, submetido a privação sensorial e interrogatório hostil, sem acusação formal, sem defesa e sem que tribunal algum houvesse sido informado de sua existência. Depois foi inocentado e contratado como consultor pela mesma agência que o havia sepultado. A república mais ciosa de seu habeas corpus no planeta simplesmente não sabia que ele estava ali.
Por que tanto espanto?!
Quando jornalistas denunciavam abusos e perseguições
contra Bolsonaro, eram chamados de “blogueiros”, e muitos preferiam o silêncio
Garantias constitucionais não podem depender de quem é atingido.
Vocês alimentaram esse
monstro!
Texas BBQ leva churrasco de fogo de chão e shows ao Shopping Metropolitano Barra
Texas BBQ acontece de 21 a 23 de agosto no Shopping Metropolitano Barra com churrasco de fogo de chão, chope artesanal, música ao vivo e área infantil
Quintino Gomes Freire
Durante os três dias, o público poderá
experimentar cortes especiais preparados em diferentes estações de churrasco.
Uma das atrações será o tradicional fogo de chão, técnica em que as carnes são
assadas lentamente perto da brasa.
Além dos cortes bovinos, o
festival terá outras opções gastronômicas e chope artesanal. A programação
inclui shows ao vivo durante o fim de semana.
“O Texas BBQ chega ao Shopping Metropolitano Barra para oferecer uma experiência que vai muito além da gastronomia. É um evento para reunir famílias e amigos em torno da boa comida, da música e de momentos de lazer, reforçando o shopping como um espaço de convivência e entretenimento para nossos clientes”, afirma Aline Piubel, gerente de Marketing do Shopping Metropolitano Barra.
Flávio Bolsonaro estreia campanha presidencial com ato na Praia de Copacabana
Flávio Bolsonaro fará seu primeiro ato da campanha presidencial no domingo (16), na Praia de Copacabana, em uma manifestação organizada pela cúpula do PL no Rio
Quintino Gomes Freire
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) escolheu um cenário conhecido do bolsonarismo para fazer sua primeira demonstração de força na campanha. O senador dará a largada na corrida ao Palácio do Planalto no próximo domingo (16), na Praia de Copacabana, palco usado diversas vezes por Jair Bolsonaro para reunir apoiadores.
Com previsão de sol no Rio
de Janeiro, a cúpula estadual do PL prepara um ato ao ar
livre inspirado nas manifestações realizadas pelo ex-presidente na orla. A
organização pretende mobilizar dirigentes partidários, parlamentares,
candidatos e militantes.
A escolha também tem peso
simbólico. Flávio Bolsonaro começará a campanha no estado onde
construiu sua trajetória eleitoral e foi eleito senador, em 2018. Além disso,
fará o primeiro ato em um local ligado às principais mobilizações políticas do
pai.
Durante a Presidência e,
sobretudo, depois de deixar o Palácio do Planalto, Jair
Bolsonaro usou Copacabana como palco em diferentes
momentos. Os atos foram marcados por bandeiras do Brasil, discursos em carros
de som e convocações feitas pelas redes sociais.
A opção por uma manifestação
aberta, em vez de um lançamento restrito a convidados, será o primeiro teste da
capacidade de Flávio Bolsonaro de levar às ruas a base
política construída pelo ex-presidente.
Copacabana se tornou um dos principais palcos do bolsonarismo no país. Ainda presidente, Bolsonaro reuniu apoiadores na orla durante as comemorações do Bicentenário da Independência, em 7 de setembro de 2022.
Pedrinho rebate Bap e faz provocação ao presidente do Flamengo
Presidente do Vasco da Gama, Pedrinho rebate críticas do mandatário do Flamengo, Bap, e ironiza gestor do rival
Aniele Lacerda
Presidente do Vasco, Pedrinho
concedeu entrevista nesta terça-feira (11) durante evento do sorteio das
quartas de final da Copa do Brasil. O gestor do Clube carioca tratou de vários
assuntos, entre eles as críticas do atual mandatário do Flamengo, Bap.
Desde anúncio do interesse de
Marcos Lamacchia em adquirir a SAF do Gigante da Colina, o gestor do rival está
incomodado. Recentemente, ele voltou a tecer críticas sobre a condução do
processo, pelo fato de ser o enteado de Leila Pereira, gestora do Palmeiras.
Assim, Pedrinho ironizou o mandatário do Rubro-Negro e rebateu suas
declarações.
– A gente está seguindo a risca todos os processos. Os que falam besteira sem saber, eles são contraditórios porque a própria história de vida e de gestão deles cai em contradição com o que eles falam. Eles têm que se preocupar com os clubes deles e não com o Vasco – disse Pedrinho, que concluiu:
11-8-2026: Oeste sem filtro – m. persegue fonte de jornalista e sufoca liberdade de imprensa + Reencontro de Michelle e Flávio Bolsonaro
O Ronaldinho dos negócios ataca novamente
A reunião secreta com Patrushev mostrou que Lula já escolheu um lado para o Brasil
10-8-2026: Oeste sem filtro – Complô petista contra vice de Flávio Bolsonaro é revelado + Defesa de Marcelo Conde pede que m. deixe relatoria do caso que envolve a própria mulher
Para o Descondenado, ser anticomunista é ser "anti-latino-americano"
Justiça censura TV Record e proíbe exibir entrevista de Cabrini e ex-marido de Maria da Penha é preso
Dia dos Pais para todos. Menos para um
Brasileiro preso em Cuba é acusado de espionagem e pode ser condenado à morte
terça-feira, 11 de agosto de 2026
[Aparecido rasga o verbo] Quando o assim do nada, o “meu tudo” se engrandeceu
Aparecido Raimundo de Souza
Permaneceu no ambiente só a cadeira de
balanço encostada na parede que ninguém mais sentou, o relógio cuco no corredor
que parou na hora exata da partida, o armário do quarto que ainda guardava as
mesmas roupas, o peso do silêncio que demorou e não quis ir embora e o nome que
já não se ouvia em voz alta na porta principal da frente da casa, porque quem
chamava, ou quem respondia, já não se fazia mais presente. E o peito sentido
apertava, a garganta fechava, e a gente dizia com toda a dor do mundo: acabou.
Passou. Esse não volta nunca mais. Eu também já pensei assim, confesso. Muitas
e muitas vezes. É o que os olhos veem, é o que a razão grita bem forte dentro
da cabeça, é o que a lógica fria tenta explicar: o corpo parou, a vida acabou,
ponto final, fim da história.
Mas o coração, nossa, o coração, esse
eterno teimoso, esse que não aprendeu a obedecer às regras impostas, esse que
sabe de coisas que a inteligência humana ainda não conseguiu decifrar
sussurrava devagar, murmurava baixinho, quase sem voz, bem lá no, onde ninguém
mais ouvia: “não é bem assim, não é o fim|. É só uma mudança estratégica de
lugar”. Pode parecer triste, à primeira vista,
pode doer muito ouvir que a morte não é
o fim, porque isso, de certa forma, lembra de imediato, num sem pestanejar, o
quanto já perdemos, o quanto já choramos, o quanto a saudade apertou forte o
nosso vazio até faltar o socorro essencial, qual seja o ar que nos mantém
vivos.
Dói admitir sim, confesso, mas é exatamente nela, nessa passagem que tanto tememos, que tanto evitamos falar, que está guardada a nossa maior, a mais doce, a mais verdadeira e a mais segura esperança. A morte nunca foi o lugar onde se perde quem se ama. Nunca será. Pelo contrário, a morte é o lugar reservado, calmo, tranquilo, sereno e luminoso, onde, um dia, (sempre há um dia) encontraremos todos os nossos antepassados de novo, ou da mesma forma teremos os benfazejos de abraça-los inteiros, saudosos, como nunca mais havíamos feito. Dito de outra forma: vistos. Aqueles que um dia fizeram o nosso dia a dia valer a pena, que estiveram presentes em cada pedacinho pequeno ou grande da nossa história. E quem seriam essas criaturas?
O Ronaldinho dos negócios ataca novamente
Da Telemar ao Careca do INSS, o sobrenome Lula da Silva atravessa duas décadas de negócios milionários sem nunca ser condenado. Coincidência ou método?
Rogerio Pires
Se eu contasse essa história sem
revelar o nome do personagem, o leitor provavelmente acharia que inventei. Um
monitor de zoológico, sem qualquer histórico empresarial relevante, vira sócio
de uma empresa de mídia. A empresa recebe milhões de uma gigante das
telecomunicações. Vinte anos depois, o mesmo nome reaparece, agora citado por
um informante da Polícia Federal num dos maiores escândalos do país.
O personagem é Fábio Luís Lula da
Silva. O Lulinha. Filho mais velho do presidente da República.
O primeiro capítulo: a tele e o filho
do presidente
A história começa em 2005, no primeiro
governo do pai. A Telemar, que depois se transformaria na Oi, investiu R$ 5
milhões na Gamecorp, empresa que tinha Lulinha entre os sócios. O caso chegou a
ser levantado na CPMI dos Correios, em plena crise do mensalão, e as perguntas
eram as óbvias: por que uma concessionária de telefonia, cujo negócio depende
diretamente de decisões do governo federal, colocaria dinheiro na empresa do
filho do presidente?
A resposta demorou quase quinze anos
para ganhar contornos concretos. Em dezembro de 2019, a 69ª fase da Lava Jato,
batizada de Operação Mapa da Mina, foi atrás do rastro completo. A suspeita do
Ministério Público Federal: o grupo Oi/Telemar teria transferido mais de R$ 132
milhões a empresas ligadas aos sócios de Lulinha, das quais cerca de R$ 82
milhões teriam ido à própria Gamecorp. Segundo o MPF, a empresa sequer tinha
capacidade de prestar os serviços para os quais foi contratada, e a contratação
foi feita sem cotação de preços, com valores acima do mercado.
O procurador do caso resumiu a tese da acusação de forma brutal: o maior ativo que a Oi buscava na Gamecorp era o fato de que, entre os sócios, estava o filho do então presidente da República.
A reunião secreta com Patrushev mostrou que Lula já escolheu um lado para o Brasil
Em dois dias, assessor de Putin passou por Defesa, Itamaraty, Marinha, Arsenal Naval e UFRJ, num roteiro que está longe de parecer uma simples conversa sobre fertilizantes
Leandro Ruschel
Na terça-feira, 4 de agosto, o presidente da República recebeu no Palácio do Planalto um homem que dirigiu o serviço secreto russo. A reunião não constava da agenda oficial da Presidência. Quem contou não foi o Planalto. Foi a embaixada da Rússia.
O nome dele é Nikolai
Patrushev. E, se alguém acha que isso foi apenas um encontro sobre
fertilizantes, precisa olhar para a agenda inteira. Em dois dias, esse homem
entrou no Ministério da Defesa, no Itamaraty, no comando da Marinha, no Arsenal
de Marinha do Rio, na UFRJ e a bordo do maior navio de guerra da América
Latina.
E, no meio disso tudo, o
ministro da Defesa do Brasil disse em público que, se os Estados Unidos
quisessem invadir o país, ele abriria o portão.
Patrushev não é um secretário
de comércio exterior. Ele dirigiu o FSB, o serviço de segurança da Rússia,
herdeiro direto da KGB. Depois foi secretário do Conselho de Segurança russo,
cargo que deixou em 2024. Hoje é assessor direto de Putin e preside o Conselho
Marítimo da Rússia.
O Kremlin não mandou ao Brasil
um vendedor de navio cargueiro. Mandou um homem da estrutura de segurança do
Estado russo. E o Brasil abriu tudo.
A lista conta a história. Primeiro, a reunião com Lula, fora da agenda oficial. Depois, o ministro da Defesa, José Múcio. O comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen. A secretária-geral do Itamaraty. Celso Amorim, no Planalto. Em seguida, Patrushev foi ao Rio de Janeiro: Arsenal de Marinha, Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico, UFRJ e inauguração de uma exposição dedicada ao almirante soviético Sergey Gorshkov.
Festival de comida mineira chega a Copacabana com pratos típicos, doces e cachaças
Evento acontece neste sábado (15) e domingo (16), com entrada gratuita, feira de produtos mineiros, cervejas artesanais e programação musical
Mariana Motta
A comida mineira vai ganhar espaço em Copacabana neste fim de semana. Nos dias 15 e 16 de agosto, a Praça do Lido recebe o Festival UAI, evento gratuito que reúne pratos típicos de Minas Gerais, música, cachaças, licores, queijos, doces e atrações para toda a família. A programação acontece das 12h às 21h nos dois dias.
Entre os pratos que estarão
disponíveis no festival estão feijão-tropeiro, torresmo, costela na brasa, tutu
à mineira, frango com quiabo, sanduíche de linguiça mineira e sanduíche servido
no pão de queijo. O evento também terá outras opções da culinária tradicional
do estado.
Além da gastronomia, o público
poderá conhecer produtos típicos de Minas em uma feira
dedicada a cachaças e licores. A programação inclui ainda queijos da Serra da
Canastra e doces mineiros em compotas.
O Festival UAI também
terá cervejas artesanais e uma área kids para as crianças. A programação de
shows ainda será divulgada pela organização e terá apresentações ligadas à
música de raiz.
Serviço:
Festival UAI
Data: 15 e 16 de agosto
Horário: sábado e domingo, das 12h às 21h
Local: Praça do Lido, Copacabana
Entrada: gratuita
Atrações: comida mineira, feira de cachaças e licores, queijos da
Serra da Canastra, doces em compotas, cervejas artesanais, música e área kids.
Título e Texto: Mariana Motta,
Diário do Rio, 10-8-2026
[Livros & Leituras] Nos vrais maîtres
Histoire secrète des hommes qui vendent la France à l’UE
Ghislain Benhessa, Éditions l’Artilleur/Toucan, Paris, février 2026, 176 pages.
Qui gouverne vraiment la France ? Les politiques… ou des juges que personne ne connaît ?
Alors que les démocraties européennes
sont en crise, un coupable tout trouvé s’impose : l’UE et sa Commission
non élue, dirigée par l’omniprésente Ursula von der Leyen. Mais cette
accusation passe à côté de l’essentiel.
Dans ce livre implacable, Ghislain
Benhessa démontre que le centre du pouvoir est ailleurs. La vraie « machine »
qui pilote, c’est la Cour de justice basée à Luxembourg. Elle fabrique le
Droit, qui s’impose aux États, aux gouvernements et aux parlements. À
l’ombre des peuples, les hommes en noir décident. Et les politiques
s’exécutent.
Mais qui sont ces juges qui
verrouillent la domination de l’UE et interdisent toute marche arrière ?
D’où viennent-ils ? Quelles sont leurs convictions, leur idéologie ?
En remontant le fil de cette histoire cachée,
Ghislain Benhessa expose la face compromise de l’Europe. Aux côtés de Walter
Hallstein, premier président de la Commission et ex-militant nazi, le
lecteur découvre avec stupeur des figures aussi troublantes que Maurice
Lagrange, artisan méticuleux du statut des Juifs de Vichy, ou Karl Roemer,
acteur du pillage des biens français au service du IIIe Reich.
De Jean Monnet à Emmanuel Macron, des années 1950 à nos jours, la liste est longue de ceux qui, à Bruxelles comme à Paris, ont fait le choix d’en finir avec la France souveraine. Officiellement pour le Bien du peuple. Mais peut-être surtout pour le leur.
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
[Sétima Arte] O Dia da Coruja
***
Baseada no romance homônimo de
Leonardo Sciascia, esta história trata das dificuldades enfrentadas por um
policial do norte que investiga um assassinato da máfia em uma pequena cidade
siciliana em 1961.
Salvatore Colasbena, um
fornecedor de construção, foi assassinado e enterrado sob um manto de alcatrão
porque ele se recusou a se juntar ao grupo de construção de estradas controlado
pela máfia. Sua viúva, Rosa, é investigada pela polícia, mas o honesto capitão
Bellodi chega a suspeitar do chefe da máfia, Don Mariano Arena, quando não
consegue encontrar testemunhas, nenhuma evidência, apenas obstrução hostil por
influências corruptas do governo.
O capitão Bellodi não tem ideia de que sua busca pela verdade agitará um ninho de vespas. Figuras poderosas têm interesse em garantir que a própria existência da máfia possa ser negada.
Para o Descondenado, ser anticomunista é ser "anti-latino-americano"
Leandro Ruschel
Não,
Descondenado.
Comece acertando a genealogia. Não foi o avô nem o bisavô. Foram os pais de Marco Rubio que deixaram Cuba, em 1956. Tentaram voltar em 1961, mas desistiram diante da repressão do regime comunista. Rubio nasceu em Miami, em 1971. Você errou duas gerações na mesma frase em que se julgou apto a diagnosticar a alma do homem.
Rubio não odeia a América Latina. Rubio odeia o que fizeram com a América Latina.
E quem fez foi você.
Foi você que, em 1990, fundou o Foro de São Paulo ao lado do carniceiro Fidel Castro. O pretexto era articular a esquerda continental depois da queda do Muro. O objetivo real era recuperar na América Latina o que o socialismo tinha acabado de perder no Leste Europeu: DITADURAS SOCIALISTAS.
E funcionou.
Cuba entrou em 2026 com o pior ano econômico em sete décadas e fechou agosto de 2025 com 1.185 presos políticos, o maior número já registrado pela Prisoners Defenders. Sessenta e sete anos de "revolução" para chegar aqui.
A Venezuela, que já foi o país mais rico da América Latina, expulsou mais de um quarto da própria população. Quase oito milhões de pessoas fugindo do "Socialismo do Século XXI".
Mas eu entendo a frustração. Trump, com Rubio ao lado, está desmontando peça por peça o projeto totalitário que você passou trinta e seis anos montando.
Would Russia Really Cease To Exist Without Maximum Victory In The Ukrainian Conflict?
Andrew Korybko
What’s altogether most important in this thought
exercise, which resembles the scenario implied by top Russian expert Vasily
Kashin in late May, is that Russia keeps pace in the arms race and that its
people remain resilient
Former Russian President and
incumbent Deputy Chair of the Security Council Dmitry Medvedev declared in
late July that “Our common task is to preserve our country. The only way to
preserve our country is victory in the special military operation.” Victory has
been officially described by the authorities from Putin on down as
demilitarizing Ukraine, denazifying it, restoring the country’s constitutional
neutrality, and having Kiev officially
recognize the loss of five regions in full.
Maximum victory would be the
best way to ensure Russia’s comprehensive national interests, but even in the
scenario that the aforesaid goals aren’t all achieved by the time that the
conflict ends per a speculative
cost-benefit calculation by Putin, Russia would likely still survive.
This scenario can’t be ruled due to the Foreign Minister Sergey Lavrov recently
reaffirming his country’s commitment to the “Spirit
of Anchorage” in which Putin would reportedly cease
hostilities if Trump gets Zelensky to cede Donbass.
The West’s (specifically the US’ and France’s) new Ukrainian-fronted “war of attrition” against Russia, which also targets civilian logistical infrastructure and is due to Trump “escalating to de-escalate” with Russia, could also change Putin’s calculations if it radically intensifies. The aforesaid factors are being shared not to imply that Russia should compromise on its pursuit of maximum victory, just to highlight why it might, thus leading to the thought exercise inspired by Medvedev’s remark.
Justiça censura TV Record e proíbe exibir entrevista de Cabrini e ex-marido de Maria da Penha é preso
Marco Antônio Heredia Viveros concedeu entrevista ao Domingo Espetacular, mas reportagem foi proibida de ir ao ar por decisão judicial; prisão preventiva foi cumprida neste domingo
A decisão judicial determinou
que a emissora não exibisse a entrevista em suas plataformas e estabeleceu
multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. A ordem também alcançou conteúdos
relacionados à reportagem.
Na prática, a decisão impediu
que uma reportagem já produzida por um dos principais programas jornalísticos
da televisão brasileira chegasse ao público — uma censura prévia, isto
é, a intervenção do Estado antes da publicação de determinado conteúdo.
A Constituição de 1988
estabelece, em seu artigo 220, que “é vedada toda e qualquer censura de
natureza política, ideológica e artística” e determina que nenhuma lei pode
constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística.
Heredia concedeu a Cabrini sua versão sobre o caso que deu origem à Lei Maria da Penha e contestado pontos da narrativa consolidada sobre os crimes pelos quais foi condenado. O conteúdo integral da entrevista, porém, não pôde ser conhecido pelo público justamente porque sua transmissão foi proibida.
Notas dos jogadores do Vasco no empate contra o Bahia na Fonte Nova
Jair foi o principal destaque do Vasco da Gama, enquanto David e Marino Hinestroza receberam as menores avaliações na análise
Anderson Montalvão
O Vasco empatou em 0 a 0 com o Bahia neste domingo (9), na Arena Fonte Nova, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em uma partida movimentada, o Cruzmaltino apresentou uma atuação coletiva consistente, competiu de igual para igual com o adversário e teve bons momentos, principalmente na primeira etapa.
As duas equipes chegaram a
balançar as redes em duas oportunidades cada, mas os quatro gols foram anulados
por impedimento. Apesar de não ter conseguido transformar as chances em
vitória, o Vasco mostrou novamente evolução defensiva e chegou ao quarto jogo
consecutivo sofrendo apenas um gol. Veja os melhoresmomentos.
Notas dos jogadores do
Vasco
As avaliações abaixo foram
apuradas pelo ge após a partida na Arena Fonte Nova.
·
Léo Jardim: 5,5
·
Paulo Henrique: 6,0
·
Carlos Cuesta: 6,5
·
Saldivia: 5,0
·
Robert Renan: 6,0
·
Cuiabano: 5,0
·
Jair: 7,0
·
Barros: 6,0
·
Tchê Tchê: 5,5
·
Thiago Mendes: 6,5
·
Adson: 6,5
· Spinelli: 5,0
Entrada de Dragão
FC Porto venceu o FC Alverca na primeira jornada da Liga Portugal 2026/27 (2-0)
Depois de “queimar os barcos” usados no percurso rumo ao título, o FC Porto entrou com o pé direito no campeonato e conquistou os primeiros três pontos frente ao FC Alverca (2-0). Tal como aconteceu há praticamente um ano, na visita do CD Nacional ao Estádio do Dragão, Luís Godinho voltou a fazer vista grossa a dois pênaltis a favor do FC Porto. Desta feita, ao contrário do que sucedera na quinta jornada da Liga Portugal 2025/26, o VAR alertou-o em ambas as ocasiões e o juiz da AF Évora não teve alternativa senão assinalar as duas grandes penalidades.
[Sétima Arte] No vale das sombras
In the Valley of Elah (No Vale de Elah, em Portugal, No Vale das Sombras, no Brasil) é um filme norte-americano de 2007 dirigido por Paul Haggis.
No primeiro fim de semana após
retornar do Iraque, Mike Deerfield (Jonathan Tucker) desaparece. Ele passa a
ser considerado como foragido do exército, com seus pais, Hank (Tommy Lee
Jones) e Joan (Susan Sarandon), sendo informados.
Ao saber do caso, Hank, que é
um ex-policial militar, decide partir em busca do filho.
Ele recebe a ajuda da detetive
Emily Sanders (Charlize Theron), que trabalha na jurisdição onde Mike foi visto
pela última vez.
À medida que as investigações avançam o que era um caso de desaparecimento torna-se uma suspeita de assassinato, o que faz com que Emily tenha que enfrentar o alto escalão militar.
***
Fala terráqueos como vão vcs? Cês tão legais? Como tá a Pandemia de vcs? Tá Boa? Tá ruim? Tá coisada que nem a minha? Espero que não… Eu nem posso reclamar, na verdade, sabe… eu reclamo porque a gente sempre reclama de tudo né? Então eu vou dizer que eu tô legal…
Terceiro e último filme dessa sexta-feira, primeiro de abril… dia da mentira. É um drama… de duas horas de duração chamado “No Vale das Sombras” (ou “In The Valley of Elah” no original em inglês), lançamento dele foi em 2007, então já tá velhinho. Eu tropecei nele zapeando no catálogo da Netflix. O filme estrelado por Tommy Lee Jones, Charlize Theron, Susan Sarandon e Jason Patric conta a história de Hank Deerfield (interpretado por Tommy Lee Jones) um sargento aposentado das Forças Armadas Americanas que resolve procurar pelo filho Mike (interpretado pelo ator Jonathan Tucker), que desaparece do nada, próximo à base onde estava trabalhando depois de voltar de uma campanha sangrenta na Guerra do Iraque.
domingo, 9 de agosto de 2026
[As danações de Carina] No dia dos pais, minha mãe...
Carina Bratt
Meus queridos leitores das minhas
‘Danações’ de todos os domingos e, em especial ao meu amigo Jim Pereira.
DE CORAÇÃO, rogo a todos os meus leitores de domingo, da minha coluna ‘Danações’ por contas desse domingo não ter enviado, como sempre faço a minha colaboração. A todos, pois, as minhas sinceras desculpas pelo atraso no envio do texto.
Não foi por descuido nem por
esquecimento, tampouco por falta de importância, muito pelo contrário.
O meu amigo Jim e todos os meus leitores
precisam saber o que houve. Ontem à noite, eu e Aparecido precisamos retornar
de uma viagem com certa urgência à Vila Velha.
Minha mãe precisou ser levada às pressas.
E careceu de ficar internada.
Eu e Aparecido corremos com ela, e graças
ao Pai Maior, cuidamos de tudo o que foi necessário, e nessa correria
angustiada de cada momento, acabei me esquecendo de enviar as minhas
‘Danações’.
Tudo o que era rotina e calma se desfez
em preocupações, e só agora, às 14h50 consegui respirar aliviada ao vê-la bem e
em franca recuperação. Mais calma e serena, pude dar uma parada básica e voltar
à normalidade e obviamente aos meus afazeres cotidianos. Sem me esquecer, de
enviar essa pequena ‘Nota de esclarecimento’.
Agradeço a todos e especialmente ao amigo
Jim, que todos os domingos publica os meus escritos e me acolhe com o seu
coração grandioso em face da sua paciência.
Em breve prometo entregar o texto que
deveria ter sido enviado ontem.
Aos meus leitores, em contrapartida,
repetindo, sei que merecem acima de tudo uma explicação e sei também que posso
contar com a compreensão de todos nesses momentos difíceis.
Com apreço, reiterando as minhas
desculpas sinceras,
Título e Texto: Carina Bratt, em
Vila Velha, ES, 9-8-2026
Anteriores:
[As danações de Carina] E se dissesse tudo o que eu sinto, você ainda me olharia assim?
‘Esdruxulidades’ para ninguém botar defeitos
Buraco de tatu
O meu maior desejo vem exatamente daquilo que sequer tenho coragem de revelar
Não inflói, nem contribói - Mas diverte muito!
Sobre o amor
Cochinchina

























