quarta-feira, 8 de abril de 2026

Orban’s Leaked Call With Putin Was A Masterclass In Leadership

Andrew Korybko 

There was nothing subservient or compromising about it, rather, it was full of self-assurance and mutual benefit

Hungary’s latest Russiagate scandal concerns a leaked recording of Prime Minister Viktor Orban’s call with Putin, the transcript of which was translated and published by Bloomberg. They also summarized it in their more widely known report here with the sensationalist headline that “Orban Offered to Be ‘Mouse’ Aiding ‘Lion’ in Call With Putin” in response to him referencing one of Aesop’s Fables. This misleadingly suggested subservience and lent false credence to claims that he’s compromised.

The reality is that Orban’s call with Putin, just like Foreign Minister Peter Szijjarto’s with Sergey Lavrov that was also misportrayed as part of a Russiagate scandal just before their political opponents did so with this one, was a masterclass in leadership. Far from what the abovementioned title of Bloomberg’s most popular summarized report of the transcript implied, Orban wasn’t subserviating himself to Putin but helping Trump organize the US leader’s proposed American-Russian Summit in Budapest.

It was in this context that Orban referenced Aesop’s Fable about the mouse and the lion to emphasize that “I can help in any way” in likely allusion to the help that Putin had already hitherto provided to Hungary through continued Russian energy supplies for maintaining economic stability. Orban then echoed Putin’s praise of Trump’s negotiating style. Then conversation than ended with Orban asking Putin how he’s been doing in general, after which he said thank you and good-bye in Russian.

All of this was masterful because it showed Orban’s unique role in facilitating the Russian-US “New Détente” that Putin and Trump want, he praised Putin and Trump in equal measure, and went further with Putin through his humorous reference and speaking Russian. That’s how a real leader should behave when speaking to his counterparts from more globally influential countries. There was nothing subservient or compromising about it, rather, it was full of self-assurance and mutual benefit.

First Impressions Of The Surprise US-Iranian Ceasefire

Andrew Korybko 

The victor only be confidently determined upon the conclusion of a peace deal based on the fate of Iran’s enriched uranium, nuclear program, missile program, oil exports to China, and the petroyuan

The US and Iran agreed to a two-week ceasefire, the details of which haven’t been confirmed by both, that averted Trump’s threat to destroy Iran, The alleged statement by Iran’s Supreme National Security Council that CNN and others shared was condemned as fake by Trump, who shared Foreign Minister Seyed Abbas Araghchi’s vague X post on his Truth Social account instead. Whatever the truth about the terms may be, US-Iranian talks will resume in Islamabad on Friday. Here are five preliminary thoughts:

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1. Israel Won’t Wage War On Iran Without The US

While Israel might have wanted the US to achieve their shared goals through military means, it won’t obnoxiously impede the implementation of the ceasefire so as to not risk the the US hanging it out to dry, ergo its acceptance of this decision that thus facilities Friday’s planned talks. If those two’s negotiations stall, then Israel might try to provoke Iran into resuming full-fledged hostilities if it senses that the US would join in, though it’s unlikely to attempt this if it senses that the talks are going well.

2. Multisided Security Guarantees Are Likely Required

Iran requires the US withdrawing its forces from the Gulf, whether to the status quo ante bellum, more than that, or entirely. Meanwhile, the US and Israel demand the removal of Iran’s enriched uranium, at least international monitoring of its nuclear program, and curbs on its missile program at minimum. US sanctions, including secondary ones, could snapback if war resumes. As for the Gulf, the UAE and Israel might become military allies, while the rest of the region militarily consolidates under Saudi leadership.

3. The US Probably Won’t Accept The Petroyuan

The petroyuan, which refers to Iran’s alleged requirement of payment in yuan for safe transit across the strait, probably won’t figure into any peace deal. The US would rather that Iran split payment with Oman in dollars as a form of reparations that would also strengthen the role of the petrodollar than allow the petroyuan to emerge as a competitor. Likewise, the US might also demand that Iran eventually zero out its oil sales to China in exchange for sanctions relief, even if this is only informally agreed to.

Nasce “O Cruzeiro”

Paulo Briguet

Não é por acaso que escolhemos 7 de abril para nascer. É o Dia do Jornalista. Há quase 200 anos, Líbero Badaró morreu pela liberdade. Vamos reviver esse desafio, apesar dos sicários e magistrados do presente. À imprensa brasileira, é necessário seguir a direção de Jesus a Nicodemos — e nascer de novo.

Não é por acaso que somos O Cruzeiro. Sob essa constelação, resgatamos a herança da inteligência nacional: a ousadia de David Nasser, o estilo de Drummond, a força de Rachel de Queiroz, a agudeza de Millôr e a grandeza de Nelson Rodrigues. Honramos o idioma e a alta cultura como antídotos contra a barbárie.

Não é por acaso que rejeitamos a arrogância dos “iluminados”. Nosso jornalismo nasce do respeito humilde diante da realidade. A vaidade é um obstáculo à verdade. Não somos salvadores da pátria; somos artesãos de uma apuração que não se renderá a interesses que não se ancorem nos fatos.

Não é por acaso que responderemos às perguntas clássicas do lead mirando sempre a sétima e inquietante indagação de Carlos Lacerda: E daí? Este jornal nasce para dar sentido ao caos, conectando a informação à vida real e às liberdades individuais pela força da pura verdade.

Em busca do centro perdido

Rafael Nogueira

A última década brasileira foi uma coleção de sobressaltos. Colapso de prestígios, ascensão de novos líderes, recuos humilhantes, judicialização da política, guerra digital e, agora, a revolução tecnológica que promete redesenhar inteligência, trabalho e vida social. Mas houve um fio condutor: a luta entre energia moral e sobrevivência burocrática, entre imaginação política e administração do medo, entre um país que queria reencontrar o seu caminho e um sistema que só tinha mapas para fora dele.

O Brasil nasceu como continuação de um projeto civilizacional português, reforçado pela transferência da corte, pela centralização política e pela construção de uma unidade que nos poupou do rio de sangue que precedeu a formação das nações hispano-americanas. A Proclamação da República rompeu esse fio. Apagou símbolos, desmontou mediações, substituiu maturação institucional por oligarquia e fragmentação.

Daí veio a amnésia da Nova República que prometeu liberdade e cidadania, e entregou ideologia, centrão e teatro de democracia, para esquecermos do que vemos com os olhos e ouvimos com os ouvidos a fim de entendermos o mundo pelo que certos iluminados nos informam.

Em 2018, o que muitos tomaram por acidente eleitoral foi a irrupção de uma nova linguagem e de uma nova energia histórica. A internet abriu uma comunicação sem intermediários, improvisada, tosca, mas viva. Era a ruptura digital.

Dela nasceu o "herói moral", cuja força não vinha de partido nem de conchavo, mas da capacidade de ouvir e encarnar multidões até então tratadas como massa inerme. O bolsonarismo foi, naquele momento, menos máquina do que emoção, representando a política que volta a ser drama, conflito, promessa de grandes dias.

Hugo Moura evita gol do Barracas Central e salva o Vasco; veja lance

Volante do Vasco da Gama, Hugo Moura foi decisivo para evitar a derrota da equipe na Argentina, pela estreia na Copa Sul-Americana

Altair Alves 

Foto: Marcelo Endelli/Getty Images

O Vasco da Gama estreou na Copa Sul-Americana, nesta terça-feira (7), com empate sem gols diante do Barracas Central, na Argentina. Um dos responsáveis pelo resultado foi o volante Hugo Moura, que salvou o time em lance decisivo.

O lance aconteceu aos 18 do segundo tempo, quando Tapia cobrou escanteio e, após desvio, a bola sobrar limpa para Tobio na pequena área. O zagueiro finalizou e Hugo Moura travou com a ponta da chuteira evitando o gol certo do adversário.

7-4-2026: Oeste sem filtro – Trump anuncia cessar-fogo com Irã + Parlamentares querem saber quem usou o celular na conversa com Vorcaro + OAB paulista cobra da PGR investigação sobre ministros do STF + Indígenas queimam caveiras em frente ao Congresso


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BOLSOCARLOS 🎤 | “Detalhes Ocultos”

[Quadro da Quarta] La Promenade

O Passeio (francês: La Promenade) é uma pintura a óleo sobre tela do pintor impressionista francês, Pierre-Auguste Renoir, datada de 1870. O quadro mostra um jovem casal a passear fora da cidade, por um caminho num bosque. 

Anteriores:
La tailleuse de soupe 
James Monroe 
Jacques-Bénigne Bossuet 
A coroação de Pedro II 
Amor entre as ruínas 
“O Concerto”, Nicolas Tournier, 1630-1635

terça-feira, 7 de abril de 2026

[Livros & Leituras] Populicide

Philippe de Villiers, Éditions Fayard, Paris, décembre 2025, 398 pages. 

« J’ai décidé, avec ce livre-testament, de ne jamais brider ma plume. J’écris sans scrupule. Je livre, sans aucune précaution pour les âmes sensibles, le fond de ma pensée, avec l’obsession de relever le pays, de le redresser, de le sortir du cloaque. 

Je suis hanté par la disparition du peuple auquel j’appartiens. Je vois le gouffre s’ouvrir. Comme disait Chateaubriand à propos de Fouché et Talleyrand, je vois le vice appuyé sur le bras du crime, je vois la complaisance appuyée sur le bras des lâches. Le consentement des autorités intellectuelles, morales et spirituelles. Le grand affaissement. On a perdu la matrice. Bientôt la France habitera encore au même endroit, mais elle aura changé de résidents. La brutalisation et la mutation du peuple d’origine ouvrent déjà sur un nouvel espace qui se dessine. 

“Procissão da burrinha” em Braga

Este é um dos momentos altos da semana santa na cidade 


As origens remontam ao século XVIII. A tradição do cortejo bíblico “vós sereis o meu povo”, também conhecido como a “procissão da burrinha” foi recuperada e mantida há cerca de 30 anos nas ruas de Braga. O momento é uma manifestação da celebração da Páscoa e interpreta a história da salvação. 

Com mais de 800 figurantes, o desfile apresenta quadros vivos que vão desde o chamamento de Abraão até à infância de Jesus. O nome popular advém do momento mais aguardado: a imagem de Nossa Senhora montada numa burrinha, simbolizando a Fuga para o Egito. 

Este é um evento onde a fé e a cultura de Braga se fundem, celebrando a identidade de um povo que preserva a sua memória através desta impressionante encenação bíblica de rua.

Crimes do Hamas, ninguém sabe, ninguém viu

Khaled Abu Toameh 

O Hamas está reconstruindo a sua máquina financeira arrecadando impostos, taxas e tarifas alfandegárias sobre mercadorias que entram na Faixa de Gaza. O dinheiro não está sendo investido na reconstrução. A bem da verdade, o dinheiro está sendo usado para reconstruir a infraestrutura militar do grupo terrorista. Foto: membros mascarados dos "Comitês de Proteção Popular" controlados pelo Hamas tomam posse de um caminhão de ajuda humanitária no sul da Faixa de Gaza em 3 de abril de 2024. Foto: Said Khatib/AFP via Getty Images

Enquanto a atenção internacional está focada na guerra com o Irã, o grupo terrorista palestino Hamas intensificou a repressão contra o povo palestino em conformidade com a sua campanha para reassegurar agressivamente o seu controle sobre a Faixa de Gaza. 

As medidas do Hamas violam o plano do presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, para o fim da guerra entre Israel e Hamas, que eclodiu em 7 de outubro de 2023, quando o grupo terrorista apoiado pelo Irã invadiu Israel e assassinou mais de 1.200 israelenses e estrangeiros. 

Segundo o plano de paz de Trump, anunciado no final do ano passado:

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"a carne do bicho na panela como se fosse um troféu"

A Toca do Lobo

No banquete das vaidades tropicais, onde o sutil é diariamente esmagado pelo exibicionismo e a política se confunde com um reality show de baixo orçamento, fomos brindados com a mais nova iguaria do "Palácio Real de Brasília": a paca ao molho pardo.

A patética cena (mais uma do casal) foi exibida com a nitidez de um pesadelo de Kafka, porém com trilha sonora brega e figurino de gosto duvidoso: a primeira-dama, munida de um avental que provavelmente custa o PIB de uma pequena cidade do interior, manuseia os pedaços do animal silvestre enquanto o presidente, num papel de monarca em repouso após a exaustiva tarefa de falar (e fazer) besteiras, aguarda o veredito do paladar.

O problema de brincar de ser rei e rainha é que, eventualmente, esquece-se que as leis — aquelas coisas incômodas escritas em papel timbrado — deveriam valer para os moradores do castelo, assim como valem para os plebeus. A paca, esse pobre roedor que só queria existir em paz na mata, torna-se o símbolo de um governo que degusta absurdos com um sorriso no rosto.

De acordo com a Lei de Crimes Ambientais, o ato de caçar pacas é punido com detenção de 6 meses a 1 ano e multa, a menos que você tenha uma nota fiscal de um criadouro ou a fome de um náufrago. Mas para o casal "real", a nota fiscal é só um mero detalhe burocrático que não combina com a estética do Instagram. O que importa é a autenticidade da "iguaria", mesmo que ela venha temperada com uma generosa dose de desinformação e um desprezo olímpico pelas normas que Luís XVI e Maria Antonieta versão "Sai da Baixo", na prática, deveriam zelar.

Passageiros denunciam ‘corredor de assédio’ no Galeão com xingamentos e oferta irregular de serviços

Relatos incluem abordagens insistentes, transporte fora das plataformas e câmbio ilegal no Aeroporto Internacional Tom Jobim, mesmo com presença de agentes públicos

Gabriella Lourenço

Desembarcar no Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) tem sido motivo de queixas de passageiros diante de uma sequência de abordagens insistentes logo após a saída da área restrita. O que deveria marcar o início da estadia na cidade ou o retorno para casa dá lugar, muitas vezes, a um ambiente de pressão e desorganização.

No setor de chegadas internacionais, viajantes descrevem um “corredor de assédio”, com ofertas simultâneas de transporte, passeios, chips de celular, limpeza de calçados e até câmbio de moedas. Em muitos casos, a negativa não encerra a insistência, e os passageiros seguem acompanhados até deixarem o terminal.

A situação foi registrada em apuração do Jornal O Globo, que acompanhou o movimento no local e reuniu relatos de quem passou pelo aeroporto. Ao deixar a área destinada aos táxis credenciados, o cenário muda. Fora desse espaço, há queixas sobre ausência de fiscalização e atuação de pessoas sem identificação clara oferecendo corridas fora das plataformas oficiais. Alguns vestem camisetas com a palavra “táxi”, mas sem vínculo com cooperativas autorizadas.

De acordo com depoimentos colhidos pelo jornal, mesmo após a recusa, esses intermediários permanecem ao lado dos passageiros tentando convencê-los, muitas vezes com promessas de preços semelhantes aos serviços regulamentados — o que nem sempre se confirma. Em alguns casos, clientes são levados até o setor de embarque para utilizar veículos que operam de forma irregular.

6-4-2026: Oeste sem filtro – Imobiliária da toga: M triplica patrimônio milionário em imóveis

Nesta transmissão ao vivo, trazemos uma análise completa dos bastidores da política nacional e do cenário geopolítico internacional

Discutimos os dados recentes sobre o patrimônio imobiliário da família de Moraes, as novas condenações do STF sobre o 8 de Janeiro e a polêmica envolvendo as liminares e voos de desembargadores e ministros.

Também vamos desvendar o que significa o sigilo de 8 anos imposto pelo Banco Central sobre a liquidação do Master, os impactos do fim da janela partidária na Câmara (com o PL saindo fortalecido) e as recentes atitudes de figuras políticas como Janja e João Campos.

No cenário internacional, a tensão escala: Donald Trump faz declarações fortes sobre operações de resgate e um possível conflito aberto entre EUA e Irã.

Para fechar, analisamos o caso do bar no Rio de Janeiro multado por antissemitismo e restrição a cidadãos estrangeiros.

[Aparecido rasga o verbo] Pensamentos fúteis como coca cola sem gás

Aparecido Raimundo de Souza

Do nada
CHAMAS se erguem, corpos dançam no relâmpago, noite em combustão.

Natureza
Trovão na montanha, o choque de duas pedras, eco sem descanso.

Avassalador
Olhar que devora, vento rasga o silêncio, pele em tempestade.

Conturbado
Noite sem sossego, ventos rasgam pensamentos, silêncio quebrado.

No final, o bobo sou eu
Risos que escapam, na roda, todos dançam. O bobo sou eu.

Lentidão
Mar em fúria ruge, espumas devoram a praia, e o céu perde o sossego.

Que loucura!
Final das contas, meu adeus ficou no bilhete

Vazio
Vida oca soa como tambor sem batida, eco sem ninguém.

Miragem às avessas
Olhos sem luz, oásis vira deserto, verdade se esconde.

Fim da estrada
Morri sem saber, segredo ficou na bruma, silêncio eterno.

Será verdade?
Um amor prometido, flor guardada no tempo, vento anuncia romance.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Alckmin diz que 'quem defende ditadura não devia nem ser candidato'

Título e Imagem: Info Livre, Facebook, 5-4-2026, 15h  

Alckmin no Irã: foto de posse só com homens e momento inoportuno 

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Projeto de lei anti-sharia já encontrou resistência no Congresso

Projeto de lei sobre Sharia propõe barreira jurídica preventiva e levanta debate sobre limites da liberdade religiosa no Brasil

Allan dos Santos 

O Projeto de Lei nº 824/2026, de autoria do deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), abriu uma nova frente de debate no Congresso Nacional ao propor a proibição da promoção e aplicação de normas jurídicas da Sharia — o conjunto de princípios religiosos do Islã — no território brasileiro.

A proposta é um mecanismo de proteção aos direitos fundamentais e à soberania jurídica nacional, gerou reação imediata de entidades islâmicas como Associação Nacional de Juristas Islâmicos (ANAJI), que alega riscos de inconstitucionalidade e discriminação religiosa.

O que propõe o projeto

O texto do PL estabelece, em linhas gerais, três eixos centrais:

1.      Vedação à aplicação de sistemas jurídicos paralelos, com foco específico na Sharia;

2.      Proteção de direitos fundamentais, especialmente de mulheres, crianças e homossexuais;

3.      Alteração da Lei de Migração, permitindo a negativa de entrada no país a indivíduos que defendam ou promovam a Sharia.

Na justificativa, o autor sustenta que o Estado brasileiro não pode admitir a coexistência de sistemas normativos que, em determinadas interpretações, poderiam colidir com a Constituição Federal.

Rachadinha de Alcolumbre que a imprensa se cala

O silêncio precisa ser rompido

Allan dos Santos 

Um acordo firmado no âmbito de investigação sobre suspeitas de “rachadinha” envolvendo o senador Davi Alcolumbre tornou-se alvo de questionamentos na Justiça Federal após autoridades não localizarem o documento nos sistemas oficiais.

A controvérsia gira em torno de um acordo de não persecução penal (ANPP) celebrado com o ex-assessor parlamentar Paulo Boudens, apontado como operador do esquema. O instrumento, previsto no Código de Processo Penal, permite que investigados evitem ação penal mediante confissão e reparação de danos.

O caso teve origem em 2021, após reportagem da revista Veja relatar que assessoras vinculadas ao gabinete de Alcolumbre teriam sido contratadas sob a condição de devolver entre 80% e 90% de seus salários, prática conhecida como “rachadinha”. A denúncia levou o senador Alessandro Vieira a apresentar representação ao Supremo Tribunal Federal.

Na sequência, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo conduziu a apuração e firmou o acordo com Boudens, que assumiu a responsabilidade pelos fatos investigados.

Apesar disso, o conteúdo do ANPP não foi anexado à ação de improbidade administrativa movida posteriormente na Justiça Federal do Rio Grande do Sul. O processo, conduzido pelo juiz Fábio Mattiello, busca apurar eventual dano ao erário, independentemente de foro privilegiado.

"Não, Folha, golpismo é descondenar o candidato preferido do establishment e seus comparsas"

Leandro Ruschel

A militância de redação da Folha, que JAMAIS chamou o PT de "extrema-esquerda", agora trata Flávio Bolsonaro como "ultradireita" e afirma que "duvidar de eleições é golpismo"


Não, @folha. Golpismo é descondenar o candidato preferido do establishment e seus comparsas, e alçá-lo à presidência numa eleição marcada por censura e perseguição em massa contra opositores, criando um verdadeiro estado de exceção para reprimir quem ousou reclamar. Nenhuma pessoa minimamente honesta pode afirmar que houve liberdade para a direita no processo eleitoral de 2022, conduzido por um ministro HOSTIL a um dos candidatos.

Quem pode esquecer dos milhares de posts censurados? Como os que apontavam a ligação ÓBVIA do Descondenado com ditaduras latino-americanas.

Ou a compilação de reportagens sobre escândalos de corrupção do PT, tratada como "desordem informacional" pelo vice-presidente do tribunal que conduziu a eleição — o mesmo que foi depois recompensado com o Ministério da Justiça do Descondenado.

Ou do documentário IMPEDIDO de ir ao ar por talvez ser negativo à campanha do Descondenado? A

té uma das ministras que votou pela censura reconheceu a natureza do que estava sendo feito, mas justificou como um caso "excepcionalíssimo"...

E o que dizer do assunto que virou PROIBIDO: as urnas?

Serbia Thwarted A Major Ukrainian Terrorist Attack Against Hungary

Andrew Korybko 

It was aimed at meddling in next Sunday’s parliamentary elections in order to help depose Orban

Serbian President Aleksandar Vucic announced that the authorities discovered two bombs planted along the TurkStream gas pipeline transiting through his country. Their location in close proximity to the Hungarian border suggests that it was the target of this attempted terrorist attack. Hungary receives 60% of its gas through this Russian-originating pipeline so a sudden disruption would be disastrous for its economy. It could also throw the population into panic ahead of Sunday’s parliamentary elections.

On that topic, the EU and Ukraine have been meddling in the democratic process in order to help the opposition that’s under their influence depose incumbent Prime Minister Viktor Orban, who they each despise due to him being a conservative-nationalist that prioritizes Hungarian interests. Neither like that he refused to arm Ukraine and continues openly buying energy from Russia. If he wins despite their meddling efforts, however, then they plan to delegitimize his victory through the latest Russiagate plot.

That’s Plan B, while Plan A is of course for him to lose, to which end the attempted terrorist attack on TurkStream could have furthered that goal had it not been thwarted by Serbia. As was touched upon in the introduction, the population could have been thrown into panic, thus possibly inclining more of them to vote for the pro-EU opposition upon thinking that Hungary would then need the EU more than ever. Even if Orban still won, the economy would still crash, thus falsely legitimizing preplanned protests.

About that, even though RT downplayed the scenario of “a Maidan on steroids” if the opposition loses, the combination of the latest Russiagate plot and a crashing economy could still serve as the “publicly plausible” triggers for giving this a shot out of desperation to topple Orban even if it ultimately fails. At the very least, the security services’ dispersal of the rioters could be exploited as the pretext for EU sanctions, including radical measures for de facto freezing Hungary out of the bloc.

[Sétima Arte] Sacré Coeur – Son règne n’a pas de fin

Réalisation et scénario: Sabrina et Steven Gunnell

Pays de production: France

Langue originale: français

Genre: docufiction sur le catholicisme

Durée: 1h50

Date de sortie: 1er octobre 2025

Il y a 350 ans, en France, Jésus a fait connaître son cœur brûlant d’amour à Sainte Marguerite-Marie. Aujourd’hui, dans le monde entier, la puissance du Sacré-Cœur transforme encore des vies.
Un docu-fiction saisissant qui nous plonge au cours des siècles dans le mystère du Sacré-Cœur de Jésus et nous révèle son Amour personnel et inconditionnel.

« Sacré-Cœur », un film chrétien devenu objet politique

Le documentaire-fiction consacré à la vie d’une mystique a dépassé les 250 000 entrées après les polémiques entourant sa sortie, relayées par les médias de la sphère Bolloré.

Par Laurent Telo

« On s’attendait à faire 20 000 entrées. J’y vois donc quelque chose de divin, une faveur de Dieu sur ce film. » En réfléchissant bien, c’est l’explication la plus sensée qu’Hubert de Torcy, distributeur de son état, a trouvée pour expliquer l’inattendu succès de son film Sacré-Cœur, un documentaire-fiction sur la vie d’une grande mystique du XVIIe siècle, sainte Marguerite-Marie Alacoque, qui mêle images reconstituées du calvaire de Jésus et témoignages contemporains d’ecclésiastiques et de dévots. Un long-métrage à tout petit budget (environ 800 000 euros) qui n’aurait jamais dû déborder de la niche de fidèles à laquelle il était destiné, mais qui dépasse, depuis sa sortie le 1er octobre, les 250 000 entrées.

domingo, 5 de abril de 2026

BOLSOCARLOS 🎤 | “Detalhes Ocultos”

Cigarro eletrônico a arder força voo da TAP a aterrar de emergência

Pequeno aparelho entrou em combustão quando estava dentro de uma mala no compartimento da bagagem

João Carlos Rodrigues

Um pequeno cigarro eletrônico arrumado dentro da mala quase provocou uma tragédia num voo da TAP de Gatwick, no Reino Unido, para o Porto. O aparelho começou a arder dentro do compartimento das bagagens, de onde começou a sair fumo. Valeu a calma da tripulação, que conseguiu romper o 'bloqueio' feito pelos passageiros no corredor e extinguir o incêndio. A aeronave teve de aterrar de emergência no mesmo aeroporto 14 minutos depois.

O incidente ocorreu a 8 de fevereiro, foi reportado pela própria companhia aérea ao Gabinete de Prevenção e Investigação a Acidentes Aéreos e Ferroviários (GPIAAF) e e demonstra os riscos deste tipo de aparelhos eletrônicos. O Airbus A320-214, com capacidade para 180 passageiros e seis tripulantes, tinha acabado de descolar quando, "antes de atingir os 10000 pés (3000 mil metros), a tripulação de cabine localizada na traseira da aeronave, detectou um forte cheiro a queimado e informou imediatamente o chefe de cabine". "Este deu indicações para contactarem o cockpit e reforçou a tripulação de cabine para a zona do evento. Nesta fase, doze passageiros levantaram-se e obstruíram o corredor", explica o relatório do GPIAAF.

"Após identificada uma bagagem de mão numa bagageira superior em fogo, a tripulação de cabine utilizou um extintor de cabine e rapidamente extinguiu as chamas e o fumo dissipou. A aeronave regressou a Gatwick, tendo aterrado em segurança cerca de 14 minutos depois da descolagem. A equipa de combate a incêndios inspecionou a zona afetada e a bagagem de mão foi retirada para uma avaliação adicional", acrescenta o GPIAAF.

[As danações de Carina] De repente, a cortina de fundo se abre revelada

Carina Bratt

NO TEATRO DA VIDA, há sempre uma cortina. Essa cortina não sei por qual motivo é pesada, vermelha, aliás, um vermelho tétrico às vezes parece empoeirada, outras vezes se coaduna reluzente. Ela separa o que se mostra do que se esconde, o espetáculo da preparação, o riso da lágrima. 

Naquela noite de estreia, a pequena cidade interiorana parecia suspensa em expectativa. O público aguardava, inquieto, o início da peça. As luzes se apagaram, e o silêncio se fez tão profundo, tão intenso, que até o respirar dos presentes parecia um ato ousado. A cortina, imóvel, guardava segredos.

Mas eis que, por descuido ou destino, ela, do nada, se abriu de repente. Se escancarou antes da hora. Não havia atores prontos, nem falas ensaiadas. Apenas gente comum, em seus gestos banais. O contrarregra ajeitando o cenário, a atriz principal acertando a calcinha, uma outra retocando o batom.

O diretor nervoso, com olhar aflito mordia as unhas. O público, sentado, sala cheia, se fazia quieto, mas num instante, se moldou atônito. Na verdade, essa galera viu, num piscar de olhos, o que não deveria ver. E o que exatamente não deveria ser visto? A verdade por trás da ilusão.

E foi nesse instante de clima denso que se revelou o maior espetáculo. Porque a vida, ao contrário do teatro, não tem ensaio. O que se mostra sem máscara é sempre mais intenso. A cortina de fundo, ao ser revelada, expôs não a fragilidade da arte, mas a sua essência: o humano, imperfeito, o mundo real, o agora de todos nós.

O aplauso no final, retumbou. Veio tímido, depois forte, como quem agradece não pela ficção, mas pela coragem de mostrar o que há por trás dela. Desde então, euzinha, aprendi a desconfiar das cortinas. Aliás, confesso, tenho um medo meio mórbido. Motivos não me faltam. Elas escondem, mas também protegem. E quando se abrem sem aviso, revelam que o espetáculo mais bonito é aquele que efetivamente não estava no ‘script’, se esvaiu dentro de um previsto meio que impreciso.