Tatiane Melchior Stefanello Hodson
Depois de lavar incansavelmente a
roupa suja familiar em frente aos holofotes midiáticos, Michelle cansou de ser
apenas a "lavadeira". Afinal, faltam poucos meses para a eleição, e a
coceira por um cargo importante, que possa colocá-la em extrema evidência
novamente, é muito mais importante do que tirar o PT do poder.
Atrapalhar a candidatura de Flávio com
um vídeo ridículo não foi suficiente. Michelle quer alçar vôos e votos mais
altos. Decidiu que é a mulher mais poderosa do Brasil e fundou a sua própria
Liga da Justiça: as "Imparáveis".
Escolheu a Mulher- Maravilha como o personagem que representa o seu movimento feminista de direita (como se feminismo de direita existisse).
Michelle está equivocada em suas
atitudes e desejos. Seus fãs inflaram seu ego a tal ponto que ela não resistiu
ao canto da sereia. Acreditou na adulação dos fãs, que a colocaram num
pedestal, sem entender que muitos deles só almejam a desunião do movimento
conservador no país.
Não a culpo por sonhar, mas há uma
grande diferença entre querer ajudar o Brasil, e saber o seu lugar como
coadjuvante política.
Em vez de atrapalhar a candidatura de
Flávio, ela deveria ter respeitado a decisão do marido e trabalhado com afinco
e humildade pela eleição do enteado.
Será que Michelle não percebe que, ao antagonizar o seu "galego", ela está ajudando o inimigo?






















