segunda-feira, 9 de março de 2026

‘Bandidos do Cante’ vão representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção

Grupo alentejano, com a canção "Rosa", venceu a 60ª edição do Festival RTP da Canção

Rui Frias

O grupo alentejano Bandidos do Cante, com a canção "Rosa" [vídeo abaixo], foi o vencedor da 60ª edição do Festival RTP da Canção, que se realizou este sábado (7), em Lisboa, ganhando assim o direito a representar Portugal no Festival da Eurovisão que decorrerá na Áustria, em maio.

Foto: Pedro Pina

"Rosa" foi a canção mais votada pelo público e a segunda mais votada pelo júri, obtendo assim uma pontuação acumulada de 22 pontos. Em segundo lugar ficou a canção "Jurei", de Dinis Mota, com 16 pontos (10 do público + 6 do júri) , tantos quanto a canção "Fumo", do grupo "Nunca Mates o Mandarim" (8 pontos do público + 8 pontos do júri).

A música preferida do júri regional, composto pelas delegações do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores, foi "Canção do Querer", de João Ribeiro, que, no entanto, conseguiu apenas dois pontos na votação do público.

Com a vitória, os Bandidos do Cante sucedem ao grupo madeirense Napa como representantes portugueses na Eurovisão, num ano marcado por várias ameaças de boicote devido à presença de Israel.

David Castello-Lopes s'intéresse au Christ-Roi de Lisbonne

The DROP Act Is An Unprecedented Weapon Of Financial Warfare Against Russia

Andrew Korybko 

Russia’s oil clients would be coerced under pain of sanctions into dumping it or scaling support for Ukraine if this bill passes

Anti-Russian hawk Michael McCaul, who importantly serves as the Chairman of the House Foreign Affairs Committee, announced the introduction in the House in early February of the bipartisan “Decreasing Russian Oil Profits” (DROP) Act that was earlier introduced in the Senate last December. If it passes, then Trump would have the power to impose targeted sanctions against anyone buying, importing, or facilitating the export of Russian oil, with exceptions only possible under one of three conditions.

The first is that the funds owed to Russia for such purchases must be credited to an account in their country, can only be used “to facilitate transactions in agricultural commodities, food, medicine, or medical devices”, and their government must commit to significantly reduce its purchase of Russian oil. The second is that such funds are used to either arm or rebuild Ukraine, while the third is that the government of their country provides significant economic or military support to Ukraine.

The first two conditions are unacceptable to Russia, but the third isn’t since it’s already selling oil to countries that significantly support Ukraine. The condition of providing significant economic and military support to Ukraine, which is an arbitrary distinction since no minimum level of each is described, in exchange for no targeted sanctions could lead to more arms and funds flowing into Ukraine. That could in turn impede the fulfilment of Russia’s goals and perpetuate the conflict unless Russia compromises.

Therein lies the purpose of the DROP Act: its authors envisage the US successfully coercing Russia’s remaining oil clients across the world into replacing their imports with other suppliers’ (since Russia wouldn’t realistically continue exports under the first two conditions) or scaling support for Ukraine. This makes it an unprecedented weapon of financial warfare, which could also be paired with Indian-like punitive tariffs if legal workarounds are employed, thus likely raising the number of parties that comply.

A 'Constituição' Palestina para Destruir Israel

Bassam Tawil

Original em inglês: The Palestinian 'Constitution' to Destroy Israel

Tradução: Joseph Skilnik

Foto: Jaafar Ashtiyeh/AFP via Getty Images

Em consonância com a tentativa de persuadir os Estados Unidos e o restante da comunidade internacional de que os palestinos desejam criar um Estado democrático "baseado no estado de direito e na dignidade humana", a liderança da Autoridade Nacional Palestina publicou, na semana passada, uma minuta da "constituição" provisória dos palestinos.

A minuta da "constituição", de 162 artigos, demonstra, no entanto, que se e quando os palestinos tiverem um Estado próprio, ele não será, na realidade, nada diferente dos dois miniestados que tiveram nas duas últimas décadas: o regime do Hamas na Faixa de Gaza e da Autoridade Nacional Palestina (ANP) na Cisjordânia.

Ambos os regimes palestinos falharam terrivelmente em relação às suas populações, principalmente privando-as da ajuda internacional, da democracia, de oportunidades, de eleições livres e da liberdade de expressão.

Salta aos olhos que a nova "constituição" repete e reafirma as posições e as políticas de longa data, velhas conhecidas da ANP e do Hamas, especialmente em relação a Israel e aos judeus. Entre elas, o "direito de retorno" dos refugiados palestinos e de seus descendentes às suas antigas casas, em sua maioria já inexistentes, dentro de Israel, a continuidade do pagamento de estipêndios a terroristas palestinos, um programa também conhecido como "Pagamento por Assassinato", e a perpétua negação da longa história e das raízes religiosas dos judeus em Jerusalém.

O Artigo 12 da "Constituição" endossa o "direito de retorno", o que significa inundar Israel com milhões de palestinos para que os judeus se tornem minoria em seu próprio país e Israel deixe de existir como Estado judeu:

"o Estado da Palestina trabalha pela unidade da terra e do povo na pátria e na diáspora e está comprometido em alcançar a independência, acabar com a ocupação e garantir o direito de retorno dos refugiados, de acordo com as resoluções de legitimidade internacional."

A nova "Constituição" está, na realidade, dizendo que os palestinos querem seu próprio Estado, mas também querem transferir milhões de seus cidadãos para o território soberano do Estado vizinho. A mensagem continua sendo: "o que é meu é meu e o que é seu também é meu."

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Frente fria muda o tempo no Rio e derruba temperatura máxima nesta semana

A passagem de uma frente fria deve mudar o tempo no Rio de Janeiro a partir desta segunda-feira (9), com queda nas temperaturas e previsão de chuva ao longo da semana. Segundo a previsão, a máxima pode cair para 28°C na segunda e 25°C entre quarta e quinta

Quintino Gomes Freire 

Foto: Alexandre Macieira/Riotur

A cidade do Rio de Janeiro deve começar a semana com mudança no tempo. A passagem de uma frente fria a partir desta segunda-feira (9) provoca queda nas temperaturas e mantém a previsão de chuva nos próximos dias. A tendência é de céu mais carregado, ventos moderados e pancadas de intensidade fraca a moderada em diferentes momentos da semana.

Neste domingo (8), o tempo ainda foi marcado pelo calor e pela presença de áreas de instabilidade antes da virada no quadro meteorológico. A aproximação da frente fria já vinha alterando o céu da cidade, com aumento de nuvens e possibilidade de chuva entre o fim da tarde e a noite.

Para esta segunda-feira (9), a previsão é de céu nublado e pancadas isoladas na madrugada, com chuva fraca a moderada a partir da manhã. A máxima prevista é de 28°C, abaixo do calor registrado no fim de semana, enquanto os ventos devem seguir de moderados a ocasionais mais intensos.

FC Porto cede empate ao Benfica

FC Porto defrontou o Benfica na 25.ª jornada da Liga (2-2)

O FC Porto empatou no Estádio da Luz (2-2) e continua na liderança da tabela classificativa com quatro pontos de vantagem para o Sporting (62) e sete sobre Benfica (59) na 25.ª jornada do campeonato. 

Francesco Farioli mudou seis peças no onze apresentado em Alvalade - Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Oskar Pietuszewski e Deniz Gül foram titulares nas posições ocupadas por Pablo Rosario, Francisco Moura, Seko Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes e Terem Moffi na Taça - e uma dessas apostas abriu a contagem bem cedo. 

Logo aos 10 minutos, na sequência de um apoio frontal de Deniz Gül, Alan Varela isolou Victor Froholdt e o internacional dinamarquês inaugurou o marcador na recarga de um remate inicialmente travado por Trubin (0-1). 

Na única ocasião em que teve de se aplicar durante a primeira parte, Diogo Costa fez uma grande defesa de recurso a um cruzamento desviado por Martim Fernandes os portistas dilataram a vantagem em cima do minuto 40: Gabri Veiga lançou longo para Oskar Pietuszewski e o extremo polaco teve espaço para conduzir e classe para finalizar (0-2). 

domingo, 8 de março de 2026

Onde é? Qual o nome? 😉

 

As cabeças da Hidra

Como na lenda grega, a operação dos Estados Unidos e de Israel visa decapitar a fera que mantém o mundo e o próprio Irã sob ameaça constante. Dará certo?

Nuno Vasconcellos

“Não haverá acordo com o Irã, a não ser a rendição total”. A frase dita pelo presidente Donald Trump não deixa dúvidas sobre a intenção dos Estados Unidos de levar até as últimas consequências a guerra que move contra o governo do Irã. Aliados a Israel, os Estados Unidos vêm, há uma semana, lançando bombardeios inclementes, que têm como alvo as principais posições militares iranianas e os líderes mais destacados do país. Só na sexta-feira, mesmo dia em que Trump exigiu a rendição total do regime, mais de 400 alvos iranianos foram atingidos e destruídos. Isso sem falar nos chefões do governo, que saíram de cena sob os ataques. O mais destacado deles foi o aiatolá Ali Khamenei. Até sábado retrasado, ele era o “líder supremo” do regime que sufoca o país persa há quase 50 anos. Agora não é mais.

É pouco provável que o governo do Irã, ou o que ainda resta dele, concorde com a rendição incondicional. Em compensação, é menos provável ainda que a ditadura, pelo menos na forma que tinha antes do início desta guerra, resista por muito tempo. Trump pretende — e certamente conseguirá — que algum iraniano confiável, que não seja alinhado com o regime dos aiatolás assuma o comando do país. A pergunta é: isso é suficiente? A resposta é: claro que não! Mudar a cabeça do regime não será a garantia de que o Irã se submeta e, de uma hora para outra, passe a funcionar de uma maneira completamente diferente da que funcionou nas últimas décadas.

O caminho será longo. Independentemente de quem venha a ocupar a cabeceira da mesa nas próximas semanas — ou, mais especificamente, depois que o presidente Masoud Pezeshkian sair, espontaneamente ou à força de sua cadeira — é de se esperar que o novo governante enfrente dificuldades terríveis. Isso porque a transformação do Irã em um país mais preocupado com o bem-estar da população do que em destruir aqueles que os aiatolás enxergam como a encarnação do mal — ou seja, os Estados Unidos e Israel — exige, mas não depende apenas disso, a substituição da cabeça do governo. O corpo inteiro está contaminado por meio século do fundamentalismo mais tacanho. Mas se a cabeça não for trocada, o corpo nunca irá se curar do mal que o aflige.

Aposentados e pensionistas do INSS precisam redobrar a atenção em 2026

João Financeira

O início de 2026 trouxe novamente um cenário que exige atenção redobrada de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Entre revisões administrativas, mudanças operacionais e o avanço de golpes cada vez mais sofisticados, a orientação principal é clara: informação passou a ser uma das maiores formas de proteção do benefício.

Nos últimos anos, o governo intensificou mecanismos de controle sobre benefícios previdenciários. Essas revisões, muitas vezes chamadas popularmente de “pente-fino”, têm como objetivo identificar irregularidades, atualizar cadastros e garantir que os pagamentos estejam corretos. Embora a medida seja voltada para combater fraudes, ela também acaba atingindo beneficiários que, por falta de atualização cadastral ou documentação incompleta, podem ter seus pagamentos suspensos temporariamente.

Por isso, especialistas em direito previdenciário recomendam que aposentados e pensionistas mantenham seus dados sempre atualizados e fiquem atentos às comunicações oficiais. Em muitos casos, uma simples convocação para atualização de informações pode evitar bloqueios ou atrasos no recebimento.

Outro ponto que preocupa é o aumento expressivo de golpes direcionados justamente ao público aposentado. Criminosos têm utilizado ligações telefônicas, mensagens por aplicativos e até falsos atendimentos para prometer revisões de benefício, liberação de valores atrasados ou supostos aumentos na aposentadoria.

[As danações de Carina] Nada mais me irrita, nem eu mesma, quando estou sozinha...

Carina Bratt

GRAÇAS AO MEU BONDOSO DEUS, cheguei a um ponto em que o mundo ao meu redor parece ter perdido o poder de me tirar do eixo. Já não me incomoda o trânsito lento, nem o vizinho fofoqueiro, ou a adolescente do som barulhento, que toca umas músicas (músicas?!) que parecem ter saído dos quintos. Sem falar num senhor quase na casa dos cem, que insiste em falar alto com ele mesmo, a dialogar com seus fantasmas na madrugada com alguém inexistente. Alguém que somente ele vê diante da sua insanidade, e, nesses instantes, ligar a TV na Rede Globo e ficar com a língua de fora com a cara daqueles debilóides do BBB.

As pequenas contradições da vida, os reveses, os abalos, os descalabros que antes eram capazes de acender em mim uma chama de impaciência, de intolerância e infelicidade, hoje se dissolvem como fumaça no ar. Nada mais me irrita, nada mais me tira do sério, do prumo, nada mais me desvia da tranquilidade, porque aprendi que a irritação é apenas um convite para desperdiçar energia. Descobri, mesmo saco de gatos rosnando, que o silêncio é mais forte que qualquer resposta atravessada, e que a calma que vem de dentro de mim é uma espécie de arma invisível contra o caos reinante.

Nada mais me cala a voz, ou me sufoca, me constrange, ou me assusta. Nada, porque percebi que cada situação é apenas um reflexo daquilo que eu escolhi carregar dentro de mim. Se me abasteço de uma leveza pura, tudo se torna suportável. Se carrego paz, até o inesperado se torna bem-vindo. Nada mais me irrita, não porque o mundo aqui dentro, ou lá fora, tenha mudado, mas porque eu resolvi mudar. Da água para o vinho. E nessa mudança, encontrei uma liberdade rara: a de não ser refém das pequenas tempestades que antes me roubavam a serenidade, que me tolhiam de estar em paz comigo mesma.

[Discos pedidos] Neil Sedaka (* 5-6-1941, Nova Iorque – † 22-11-2022, Los Angeles)

sábado, 7 de março de 2026

[Versos de través] Passeio

Hilda Hilst

De um exílio passado entre a montanha e a ilha 
Vendo o não ser da rocha e a extensão da praia.
De um esperar contínuo de navios e quilhas
Revendo a morte e o nascimento de umas vagas.
De assim tocar as coisas minuciosa e lenta
E nem mesmo na dor chegar a compreendê-las.
De saber o cavalo na montanha. E reclusa
Traduzir a dimensão aérea do seu flanco.
De amar como quem morre o que se fez poeta
E entender tão pouco seu corpo sob a pedra.
E de ter visto um dia uma criança velha
Cantando uma canção, desesperando,
É que não sei de mim. Corpo de terra.


Hilda Hilst

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Aquela
Árias Pequenas. Para Bandolim 
Êxtase 
Dez chamamentos ao amigo

120.511 visitas! Muito obrigado! 🙏 🫂

 


Trump quer saber se pode marcar um golo de livre ao FC Porto (!!!)

Tiago Ferreira Resende 

Insólito

O presidente dos Estados Unidos fez várias menções ao FC Porto durante um discurso na Casa Branca, proferido no âmbito da recepção ao Inter Miami. Trump recordou o jogo entre o FC Porto e o Inter de Miami no Mundial de Clubes, que a equipa portuguesa perder por 2-1. Esse jogo foi o primeiro da história do futebol em que uma equipa dos EUA venceu uma equipa europeia.

“Nenhum jogo do Inter Miami no Mundial de Clubes foi mais importante do que aquele frente ao FC Porto. O Porto marcou primeiro, mas vocês voltaram mais fortes do intervalo e empataram.” Trump lembrou depois o momento decisivo da partida, protagonizado por Lionel Messi, que também estava na Casa branca. “Aos 54 minutos, o Leo chegou-se à frente para um dos seus famosos livres, batendo a bola de forma a contornar a barreira para bater o guarda-redes e fazer um golo sensacional.”

A meio da intervenção, Trump interrompeu o discurso para fazer uma pergunta que provocou gargalhadas entre os presentes. “Será que eu também era capaz de marcar um livre ao FC Porto se treinasse muito?”

Você sabia?

Não foi o Ocidente que começou esta guerra

O único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque, tal como Israel, não pode ignorar a guerra que a teocracia iraniana declarou contra o Ocidente

É tão fácil condenar e criticar a ofensiva de Israel e dos EUA contra o Irão, ou duvidar do seu resultado. Para condenar, lá está o curioso direito internacional, cujos rigores só se aplicam a dois países no mundo (Israel e os EUA). Para criticar, enumera-se tudo o que pode correr mal, como se tudo estivesse a correr bem antes. Para duvidar, explica-se que o Irão nunca será a Suíça, como se só a transformação do Irão numa Suíça pudesse justificar o esforço de o desarmar.

Valerá a pena perder tempo com tais argumentos? São apenas buracos para as avestruzes meterem a cabeça. Nenhum toca o problema fundamental: a razão de ser da teocracia iraniana é a guerra apocalíptica contra o Ocidente. Por isso, tem promovido agressões terroristas, ajudado Putin e trabalhado para adquirir armas que lhe permitam devastar Israel. Para os seus líderes, tão fanáticos como corruptos, não há limites. Viu-se em janeiro, quando massacraram dezenas de milhares de opositores. Vê-se agora, quando procuram alargar a guerra bombardeando quase todos os seus vizinhos.

Não foi o Ocidente que começou esta guerra. O que o Ocidente está a fazer é tentar pôr-lhe termo. Durante anos, esperou que sanções e diplomacia contivessem o Irão. Os mullahs contornaram as sanções, e tourearam a diplomacia. Com a Rússia e a China interessadas nos seus recursos e na sua agressividade, não estão sozinhos. O povo iraniano sofre as restrições económicas. Ao regime, porém, nunca faltaram armas e dinheiro para sustentar braços armados no Líbano, em Gaza, ou no Iémen.

6-3-2026: Oeste sem filtro – M mais perto da cadeia depois de mensagens de Vorcaro? + Toffoli nega acesso a provas obtidas durante relatoria no Caso Master + Justiça americana pede novos documentos no caso Filipe Martins


Duvido que isso aconteça. Tá muito protegido ele. Torcendo para me provarem o contrário.

Que Deus abençoe nossa nação.

Jornal maravilhoso e competente.

Cada enxadada uma minhoca. 


FIM da JURISTOCRACIA!!! QTAL "LAPIDAÇÃO" aos CORRUPTOS!!?

Vocês acreditam que Moraes usava o próprio celular? Até meu au-au "aposta" que Moraes tem trocentos chips.

sexta-feira, 6 de março de 2026

[Aparecido rasga o verbo] O que efetivamente determina o nosso destino?

Aparecido Raimundo de Souza

HÁ QUEM ACREDITE piamente que o primeiro passo dado define toda a caminhada. Mas a vida, com a sua ironia silenciosa, insiste em provar o contrário. Frei Beto leciona que “O ponto de partida é apenas um instante congelado no tempo, tipo uma fotografia inicial que não contém o filme inteiro”. O destino, por sua vez, agora visto pela ótica de Carolina Vigna, “é uma obra em constante reescritação feita de desvios, encontros inesperados e escolhas que por sua vez se multiplicam como bifurcações invisíveis.

“Uma jovem que começa num bairro esquecido pode se tornar inventora de futuros. Uma mulher que inicia a sua jornada em meio ao silêncio pode descobrir, num piscar de olhos a sua voz no palco do mundo. O início não é sentença, é apenas uma peça do cenário”. Tudo isso e muito mais pode ser lido no livro de Maria Isabel Szpacenkopf em seu “O olhar do poder”. O que realmente molda o caminho, nas palavras, agora na visão de Raul Parelo em “A vida suspeita do subversivo”, é “a coragem de continuar, mesmo quando o horizonte parece distante demais”.

Parinoush Saniee em seu romance “O livro do destino” deixa claro e cristalino que o ponto de chegada “não é uma linha reta, mas um mosaico de acasos e decisões”. O ponto de partida, pode ser humilde, doloroso ou até mesmo bastante caótico — mas não é uma prisão. Cada curva, cada queda, cada levantada, cada recomeço acrescenta uma nova camada à narrativa. E, no fim, o que importa “não é de onde se veio, mas o que se construiu ao longo da travessia”.

Assim, a crônica da nossa vida ensina: nenhum ponto de partida indica o destino. O que o determina alimentando é a persistência em caminhar, a ousadia constante em mudar de rota e a fé persistente em que o amanhã pode ser diferente do ontem. E o ontem, do hoje. O ponto de onde se inicia a viagem, é apenas uma circunstância inicial, um instante que nos situa no tempo e no espaço, mas não nos aprisiona de nenhuma forma.

A filosofia ensina que o ser humano é um esboço em aberto: não nasce pronto, se constrói aos poucos. Martin Heidegger em  “Ser o tempo” fala do “ser-aí” lançado no mundo, mas com a liberdade de se projetar além das condições dadas”. Sartre, por sua vez, lembra que “a existência precede a essência” — ou seja, não somos definidos pelo lugar de onde viemos, mas pelas escolhas que fazemos.

“A matéria é mentirosa, do título ao final”

Fonte: tororó. 

A matéria é mentirosa, do título ao final, mostrando que o único intuito é usar meu nome para ganhar leitores e acenar para a militância à qual esse jornal serve.

Não vetei oito nomes e muito menos aceitei Eduardo Cunha no partido.

Não sou presidente nacional nem estadual do partido, mas sempre fui claro, inclusive em entrevistas: não serei usado para eleger pessoas que não têm os mesmos princípios e valores que eu.

Isso é responsabilidade e respeito com meu eleitor.

Nikolas Ferreira, X, 5-3-2026

O post que fez Vorcaro chamar Bolsonaro de "idiota"

Aqueles que vivem de esquemas não costumam gostar de gente honesta mesmo... 

Título, Texto e Imagem: Rodrigo Constantino, X, 5-3-2026, 10h48

5-3-2026: Oeste sem filtro – mensagens de Vorcaro complicam situação de M + Vorcaro ameaçou inserir sites de esquerda no inquérito das fake news + Lulinha movimentou 19 milhões de reais em 4 anos

quinta-feira, 5 de março de 2026

[Viagens & Destinos] Copacabana à noite

Copacabana Posto 6 – Night Walk com Som do Mar | 4K

Caminhada noturna em Copacabana, no Posto 6, começando à beira da praia.

O som das ondas quebrando, os barcos de pesca junto à Colônia dos Pescadores e um passeio pelo calçadão em uma noite tranquila no Rio de Janeiro. 


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Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem 
Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026 
Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural) 
Tijuca a pé 
Algumas ruas do Grajaú 
Feira da Glória – A maior feira livre do Rio de Janeiro

Caso Master: petistas tentam empurrar a culpa para Bolsonaro, cronologia revela outra história

Cronologia de nomeações mostra que os servidores acusados já ocupavam posições estratégicas nos governos Lula e Dilma

David Agape 


Na manhã de 4 de março de 2026, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a terceira fase da Operação Compliance Zero. A decisão levou à segunda prisão de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, ao afastamento judicial de dois servidores do Banco Central — ambos com tornozeleira eletrônica — e ao bloqueio e sequestro de bens de até R$ 22 bilhões. Segundo a investigação, os dois funcionários públicos recebiam propina para atuar como espiões internos da autarquia em favor do banqueiro, repassando informações sensíveis e antecipando movimentos da fiscalização.

Antes mesmo de o país absorver a dimensão do que estava descrito nos autos — que incluem desde planos de ataques físicos contra jornalistas até uma rede privada de vigilância operando no entorno do banco, envolvendo até o FBI — a tropa digital alinhada ao governo Lula tentou emplacar nas redes a tese de que o caso Master seria, na essência, culpa da gestão de Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central indicado por Jair Bolsonaro. O argumento central repetido nas redes é que o Master só teria existido porque o Banco Central autorizou, em 2019, a transferência do controle do antigo Banco Máxima para Daniel Vorcaro.

O problema é que essa narrativa exige ignorar parte substancial do que as próprias investigações revelam. A prisão dos dois servidores do Banco Central mostra que o núcleo do esquema estava instalado na estrutura de supervisão bancária muito antes de 2019. A cadeia de promoções que levou Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana a esses cargos começa em 2007 e atravessa, sem ruptura, os governos Lula, Dilma e Temer.

A cronologia ganha ainda mais peso quando se observa o ambiente político em torno do Banco Master já durante o atual governo. Daniel Vorcaro manteve interlocução frequente com figuras centrais da administração Lula e com aliados históricos do PT. Em pelo menos uma ocasião, chegou a se reunir diretamente com o próprio presidente Lula.

A engrenagem montada anos antes

A tese de que o escândalo Master seria um produto direto da era Bolsonaro esbarra em um dado elementar: Paulo Sérgio e Bellini não foram alçados ao núcleo da supervisão bancária por Campos Neto, nem por Bolsonaro. Eles já estavam entrincheirados ali quando Campos Neto assumiu a presidência do Banco Central, em fevereiro de 2019.