terça-feira, 27 de outubro de 2026

[Livros & Leituras] O Pequeno Príncipe

Antoine de Saint-Exupéry, Editora AGIR, Brasil, 1956, 94 páginas.

Le Petit Prince (prt: O Principezinho; bra: O Pequeno Príncipe) é uma novela do escritor, aviador, aristocrata, francês Antoine de Saint-Exupéry, originalmente publicada em inglês e francês em abril de 1943 nos Estados Unidos. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feito pelo autor que contava suas experiências de aviação no deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para a novela. 

Em abril de 1943, Saint-Exupéry deixou os Estados Unidos para combater as tropas nazis e deu o manuscrito à sua companheira, a jornalista Sylvia Hamilton, que o vendeu à Morgan Library & Museum de Nova Iorque 25 anos depois. 

Se trata de uma das obras literárias mais traduzidas no mundo, tendo sido publicado em mais de 220 idiomas e dialetos.

O autor do livro foi também autor das ilustrações originais.

A sensação de impotência


Há momentos em que o silêncio não significa concordância.

Significa cansaço.

Um cansaço que não vem do corpo, mas da alma. Das notícias que nos deixam perplexos, das perguntas sem respostas e da impressão de que nossas vozes já não são ouvidas.

É a sensação de impotência.

Aquela que nos invade quando percebemos que, apesar de nossos esforços, o país parece seguir por caminhos que não escolhemos.

Votamos. Participamos. Defendemos nossas convicções. Acreditamos que a cidadania pode influenciar os destinos de uma nação.

E, de repente, surge uma pergunta desconcertante.

De que adianta?

É uma pergunta perigosa.

Porque uma democracia não se enfraquece apenas quando suas instituições falham. Também perde vitalidade quando seus cidadãos deixam de acreditar na possibilidade de transformá-la.

Há uma diferença entre perder uma eleição e perder a esperança.

A primeira faz parte da democracia. A segunda compromete seu futuro.

Não podemos exigir que a realidade corresponda sempre às nossas expectativas, mas temos o direito de questionar, discordar, fiscalizar e exigir explicações.

Esse direito não pertence aos vencedores nem aos vencidos.

Era expectável: Le Pen amplia vantagem nas sondagens presidenciais enquanto França mergulha no caos

Paulo Hasse Paixão

As sondagens mostram que Marine Le Pen consolidou a sua liderança na acesa corrida presidencial francesa do próximo ano, no contexto dos motins cada vez mais violentos e generalizados no país. 

Le Pen na liderança.

Segundo a Elabe, empresa francesa de sondagens de opinião, Marine Le Pen, líder do Rassemblement National (RN), lidera a corrida presidencial francesa de 2027, com 32% das intenções de voto. Jean-Luc Mélenchon, líder do partido de extrema-esquerda La France Insoumise, surge com 15,5%. O ex-primeiro-ministro francês Édouard Philippe, líder do Horizons, partido centrista-globalista alinhado com o estabelecimento francês, obtém não mais que 15,5% das preferências dos eleitores. Raphaël Glucksmann, líder do partido eurofederalista de centro-esquerda Place Publique, alcançou um apoio semelhante, com 15%.

Na mesma sondagem, Bruno Retailleau, líder do partido Republicans, de direita tradicional, recebeu 6,5% dos votos. David Lisnard, presidente da Câmara de Cannes, cidade na costa sudeste de França, e líder do partido liberal Nouvelle Énergie, obteve 5,5%. Éric Zemmour, cujo partido Reconquête desafia Le Pen pela direita, não vai além dos 3%.

A sondagem foi realizada entre 14 e 16 de Outubro, no meio dos protestos em curso em França, mas antes da significativa escalada de violência de dia18, que assistiu ao incêndio da sede da câmara municipal de Limoges. 

Tendências passadas e futuras.

O sistema presidencial francês utiliza um concurso eleitoral de dois turnos. Na primeira volta, podem concorrer todos os candidatos de todos os partidos. Se nenhum candidato obtiver mais de 50% dos votos na primeira volta, os dois candidatos mais votados avançam para a segunda volta, num confronto direto.De acordo com várias sondagens realizadas ao longo do ano, Le Pen está projetada para vencer a primeira volta, mas sem chegar aos 50% dos votos. No entanto, também é previsível que vença a segunda volta, independentemente de quem seja o seu adversário.

Cristiano Ronaldo está na pré-lista de Portugal para próxima Data Fifa

Seleção lusitana irá encarar Dinamarca e País de Gales nos próximos dias 14 e 17; presença do camisa 7 nos jogos ainda não é certa 

Foto: Patrícia de Mello Moreira/AFP

Pedro Logato

O atacante Cristiano Ronaldo, de 42 anos, pode voltar à seleção portuguesa na próxima Data Fifa. De acordo com informações da imprensa portuguesa, o nome do ídolo do Real Madrid está na pré-lista de Jorge Jesus para os próximos desafios da Liga das Nações, no próximo mês. Portugal enfrenta Dinamarca e País de Gales, nos próximos dias 14 e 17.

A federação portuguesa deseja que Cristiano Ronaldo esteja de volta nesta lista. Porém, os dirigentes terão que intermediar o conflito entre o camisa 7 e o técnico Jorge Jesus. No último dia 10, o presidente da Federação de Portugal, Pedro Proença, abordou a situação.

"Este é o momento da tranquilidade, da serenidade. Há uma grande vontade de termos o nosso capitão de volta. Haverá um processo disciplinar normal. As instâncias de forma independente irão avaliar. O que registamos neste momento é uma vontade, primeiro da FPF de ter o capitão rapidamente conosco, uma vontade já expressa do nosso selecionador nacional, que disse que desde que desportivamente esteja em condições teremos o nosso capitão conosco e algo fundamental: uma grande vontade de o nosso capitão voltar à seleção, espaço onde ele se diz, e muito bem, feliz", afirmou o dirigente em contato com repórteres durante um evento em Portugal.

[Livros & Leituras] Valeurs Actuelles – Nouvelle formule

Nº 4690, du 15  au 21 octobre 2026

Honramos sua memória!

Existe? Qual?


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Aparecido Raimundo de Souza

NAQUELA CONGREGAÇÃO, havia um silêncio obeso e pesado, um “cala boca” denso e empanturrado que antecedia cada novo culto. As pessoas, como robôs controlados, vinham, se sentavam, cantavam os hinos com voz baixa e se recolhiam em face de ninguém de peito e coragem, ter a suficiente autonomia para olhar nos olhos dele. O pastor infame, desprezível e ignóbil, considerado por todos como um ignominioso e amaldiçoado, subia ao púlpito com ar de autoridade, falando com firmeza e proclamando as suas barbáries como “palavras de ordem”. Todos abaixavam a cabeça. Entretanto, quando ele virava as costas, os olhares da maioria se encontravam, os lábios se aproximavam e a verdade que ninguém ousava dizer em voz alta, brotava, saltava à tona e morria embaciada e desvanecida.

— Esse maldito é um ladrão — sussurravam os mais antigos, com os olhos cheios de tristeza.

Outros, mais abrasados pelo ódio, acrescentavam numa espécie de coro esfacelado sem se fazerem presentes as entonações e os clamores das vozes ativas:

— É um pilantra, que aproveita da fé de quem não tem outra saída. Mais atrás, ocupando os bancos derradeiros, as senhoras abraçadas aos seus maridos, filhos e netos, emendavam, as vozes embargadas para não serem reconhecidas. Sabiam, de antemão, se fossem descobertas, os castigos lancinantes chegariam sem os contornos da piedade:

— E sempre sobra para nós, que pagamos o pato, completavam aturdidos, outros irmãos como se as paredes pudessem ouvir ou pior, denunciá-los.

Diziam que ele, o larápio, sabia de antemão como chegar ao coração dos mais simples e fracos, para depois lhes esvaziarem as prateleiras dos alimentos mais essenciais. E não eram apenas palavras jogadas ao vento. O homem já havia estado atrás das grades, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, não uma, mas duas outras vezes. Alardeavam que em outras congregações, o amaldiçoado afanou as poupanças de famílias que economizaram a vida inteira, extorquindo os que viviam com tão pouco, enquanto a sua presença satânica enchia a própria vida de excessos. Viajando pelo mundo afora com uma mulher de reputação duvidosa, uma prostituta de gestos refinados, ninguém ousava desmascarar a tal rameira e trazer à tona as suas estrepolias, por puro horror e pânico ensombrados numa estupefação sem precedentes.

[Livros & Leituras] Valeurs Actuelles + CAUSEUR

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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Caos no Brasil: Lula vence eleições contra todas as expectativas, depois de suspensão da contagem durante 2 horas


Paulo Hasse Paixão

A noite passada não foi bem dormida para milhões de brasileiros

Quase todas as sondagens e previsões até domingo à tarde davam Flávio Bolsonaro à frente; mas a contagem final deu a vitória a Lula, com 51,77% contra 48,23%.

A pedra de toque desta reviravolta parece ter sido uma polémica decisão do Supremo Tribunal. O juiz Cristiano Zanin, nomeado por Lula, alargou a votação a todo o país até às 19h00, hora de Brasília, após queixas de ambas as campanhas, e o Tribunal Eleitoral, o TSE, suspendeu a contagem por cerca de duas horas. 

Uma espécie de flashback.

Acontece que quando a contagem foi reatada, as tendências inverteram-se: Bolsonaro, que liderava o escrutínio passou num curto espaço de tempo para o vencido da noite. Este é um filme que já vimos acontecer, numa outra federação das Américas, em 2020. 

Parlamentares da oposição, entre os quais membros do Partido Liberal (PL) de Bolsonaro, afirmam que Zanin atropelou a autoridade do TSE para beneficiar apenas Lula. O deputado Marcel van Hattem classificou a decisão do Supremo como “absurda” e uma tentativa de vencer “nos tribunais”, e disse que vai procurar a destituição dos ministros que abusaram do seu poder.

Sobre os motins e outras coisas


João José Brandão Ferreira

Introdução

“Quanto mais liberdades nos derem, mais nós havemos de exigir. Devemos obrigar o governo às cedências que rebaixam e às violências que revoltam”.

Brito Camacho (Republicano empedernido)1 

Hoje vamos abordar três questões:

– O que se passa na Europa com enfoque na França;
– A Autoridade do Estado;
– O que se passa em Portugal agora, cujo último leitmotiv é a questão das rendas de casa. 

É demais para um só escrito pelo que vou ter de abreviar e muito. 

***** 

“Nunca lisonjeei os homens ou as massas, diante de quem tantos se curvam, no mundo de hoje, em subserviências que são uma hipocrisia ou uma abjecção”.
António de Oliveira Salazar, 7-1-1949

1º -  O que se passa na Europa é apenas mais um episódio da queda do Império Romano do Ocidente, versão União Europeia (UE) século XXI.

Resume-se em duas frases: excesso de “camas fofas e banhos quentes”; meteram os bárbaros dentro da cidade; naturalmente que estes vão tomar conta dela.

A Europa está podre. E está podre sobretudo de valores. E agora vai ficar mais pobre; as contas desequilibraram-se, pudera, a única coisa que sabem fazer é enviar dinheiro para cima dos problemas, o que ilude a coisa mas não remove causa alguma.

A UE, por este andar, vai implodir e mais cedo do que tarde (fica para outra vez). Vamos passar por tumultos avantajados. Parece que é cíclico.

O que se passa em França é apenas mais um pico de guerra política e social: a questão das escolas é apenas uma desculpa. Aliás, a miudagem até aos 18 anos devia estar inibida e proibida, de se manifestar, pois apenas atinge a maioridade (por convenção) aos 18 anos. Até lá, são em boa linguagem portuguesa, uns fedelhos. Eu também já fui um fedelho e sei muito bem o que é isso.

Ora um fedelho o que tem a fazer até à maioridade, isto é, em atingir a idade adulta e estar apto (alguns jamais estarão…) a influir na sociedade o que tem que fazer é aprender. Aprender a ser educado e aprender a ser instruído de modo a ganhar asas, a ser um ser independente e útil à sociedade, onde nasceu ou está inserido (e todos, mesmo os que herdaram meios de subsistência que lhes permite não trabalhar, deviam ser obrigados a ter um ofício, pois o ócio é o pai e a mãe de todos os vícios).

Tem de saber esperar e observar, e quando não o sabe fazer ou não quer, tem que ser posto na “ordem”. A ordem liberta mais do que oprime.

Ora a França nunca mais atinou depois da malfadada Revolução Francesa tão incensada por muitos, talvez porque nunca lhes passou pela cabeça o que foi sofrê-la e suas consequências. E, até hoje tem sido um fartote. Hoje está com um déficit orçamental de mais de 5%, e uma dívida enorme; está a caminho da bancarrota.

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A prorrogação das trevas


Segundo a definição do Hospital Albert Einstein, a síndrome de Estocolmo “é um fenômeno psicológico observado em contextos de violência, ameaça ou privação de liberdade, no qual a vítima desenvolve empatia, afeição ou até defesa pública do agressor”. Entre seus sintomas estão “justificativas ou minimização da violência sofrida”, “negação do risco real da situação”, “dependência emocional acompanhada da crença de que o agressor ‘é quem pode ajudar’” e “defesa ativa do agressor”. A reeleição de Lula neste 25 de outubro confirma que a síndrome de Estocolmo também tem sua versão política. 

Depois de uma decisão inédita de Cristiano Zanin, que prorrogou em duas horas o horário de votação, Lula venceu Flávio Bolsonaro por menos de 4 pontos porcentuais dos votos válidos. “Pela primeira vez desde a Proclamação da República, o advogado de um presidente candidato à reeleição, e por ele premiado com uma vaga no Supremo Tribunal Federal, decidiu monocraticamente adiar por duas horas o encerramento de uma votação nacional”, afirmou Augusto Nunes, na reportagem de capa desta edição. “Pela primeira vez desde que o Brasil adotou o sistema da eleição em dois turnos, um candidato derrotado no primeiro (por uma diferença de 2 milhões de votos) venceu o segundo (com uma vantagem de quase 5 milhões). Pela primeira vez no mundo, um político conseguiu anexar mais de 10 milhões de cabeças a seu rebanho de eleitores”.

Além da ajuda de mais um amigo ministro, Lula e seu “exército” comandado por André Janones fizeram o diabo: acusaram Flávio Bolsonaro de planejar o desmonte de programas sociais e do Pix, a retirada de direitos trabalhistas e a redução das férias dos trabalhadores. Tentaram associá-lo a escândalos sexuais. Espalharam a falsidade segundo a qual o inimigo pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Fora o resto. 

Uma madrugada, uma canetada e uma pulga atrás da orelha

Leah Levy Cohen Ligia

Tem lembrança que não envelhece. Pode passar quase meio século, mudar o país, mudar o governo, mudar o corte de cabelo da gente e mudar também a quantidade de paciência disponível para acompanhar apuração eleitoral, que certas cenas continuam intactas na memória. Ficam lá, muito bem guardadas, sem pagar aluguel e sem aceitar mudança de endereço.

No fim dos anos 70 ou começo dos 80, meu avô era sócio de uma metalúrgica no ABC. Eu era adolescente. Lembro de um piquete na porta da fábrica, de Lula à frente da mobilização e de uma agressão contra meu avô. Lembro principalmente do estado em que ele ficou: assustado, abalado, quase em pânico. Essa é a minha lembrança, a marca que aquele episódio deixou em mim. Não estou apresentando uma ata notarial da adolescência nem esperando que alguém carimbe a minha memória com reconhecimento de firma. Estou contando o que vivi e por que, para mim, política nunca foi só um gráfico colorido na televisão.

Desde aquele dia, passei a olhar para Lula com uma antipatia muito particular. É pessoal. Podem discordar, está tudo bem. Cada um tem direito à sua opinião, e eu tenho direito à minha memória, que, infelizmente, não aceita ser atualizada por aplicativo. Tem gente que guarda foto de infância; eu guardo a lembrança do meu avô voltando daquele episódio. Não é exatamente o tipo de recordação que a gente escolhe para decorar a sala.

Lula trabalhou como metalúrgico por alguns anos. Depois, afastou-se da Villares por licença sindical e passou a fazer carreira no sindicato, onde trabalhava e recebia pela função. Para mim, o torno mecânico foi uma fase; o microfone sindical acabou ficando com o papel principal. E reza uma velha história, dessas que circulam há décadas, que ele teria cortado o próprio dedo para se aposentar por invalidez. Nunca apareceu prova disso, e as checagens dizem que o acidente foi de trabalho. Mas a lenda continua firme. O dedo se foi; a história ganhou vida própria.

Também não entendo de política. Pelo menos é o que digo antes de passar horas lendo notícia, comparando números, desconfiando de gráficos e discutindo mentalmente com comentaristas que nem sabem que estou na sala. Não entendo de política, mas tenho uma especialização informal em acompanhar apuração de madrugada, adquirida à força e sem direito a certificado. Moro em Israel, fiquei acordada até quase três da manhã para esperar o resultado brasileiro e, no fim, ganhei uma eleição, uma olheira nova e a sensação de que meu travesseiro foi o único candidato que perdeu todos os votos.

[Sétima Arte] Embalos de sábado à noite

Saturday Night Fever (no Brasil, Os Embalos de Sábado à Noite; em Portugal, Febre de Sábado à Noite) é um filme americano de 1977, um drama musical produzido por Robert Stigwood, dirigido por John Badham e com roteiro de Norman Wexler baseado num artigo do jornalista Nick Cohn para o jornal The New York Times.

Sinopse

Tony Manero (personagem de John Travolta) é um jovem que vive no Brooklyn. Ele é um excelente dançarino de disco music e só fica feliz nos fins de semana, depois de passar a semana trabalhando numa loja de tintas. Enquanto se prepara para participar de um concurso numa discoteca, ele vive uma crise amorosa.

Tony acaba vencendo o concurso, mas não fica satisfeito por achar que os segundos colocados são, em realidade, superiores a ele e sua parceira e que só não levaram o prêmio por serem latinos.

O filme transcorre mostrando as picardias de Manero e seus colegas e todos na expectativa do grande torneio que ao final se mostra uma experiência vazia para ele. 

domingo, 25 de outubro de 2026

Oeste eleições 2026: Apuramento e Resultados ao vivo

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Por que acredito que Flávio fará um bom governo

The Musk-Trump Duo’s Leverage Of Starlink/Starshield Is The Key To Peace In Ukraine

Andrew Korybko 

After Musk and Trump already demonstrated that Ukraine’s use of Starlink/Starshield can be throttled in an instant, therefore risking the collapse of the entire front line if taken to the extreme of a full-scale shutdown, Zelensky might be more pliable to a peace deal with Putin

SpaceX founder Elon Musk confirmed that Ukraine violated the terms of service for using Starlink, which is the civilian analogue of the military-run Starshield, by using it in lethal offensive drone attacks. Zelensky candidly disclosed in mid-October that “We also use Starlink for mid-range strikes against enemy military targets in our temporarily occupied territories” so Musk’s claim is irrefutable. This contextualizes the reported slowdown of its services earlier in October amidst new tensions with the US.

One of the “Five Reasons Why Trump Is More Serious Than Ever About Cutting Deals With Putin” is because “Trump Feels Challenged To Assert Himself As The Alpha” after Zelensky explicitly defied his demands not to target Russian refineries. It’s therefore entirely plausible that he and Musk agreed to temporarily slow down Ukraine’s use of Starlink and Shield to send Zelensky a message. The resultant confusion over who was responsible was probably deliberate so as to diffuse perceived responsibility.

Returning to Musk’s recent posts, the cited one saw him remind everyone that “Starlink remains critical to the defense of Ukraine, as it is the only system that cannot be jammed or blown up, at least for now. Were Starlink to be turned off, the Ukrainian front line would collapse immediately. This is NOT a threat, it is simply a statement of fact. Starlink was also crucial to preventing Russia from overrunning Ukraine in the early days of the war, as all other means of communication were destroyed or jammed by Russia.”

[Antigamente] Tartarugas Ninja

Wikipédia
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He-Man 
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Programa de aniversário de Um ano do programa "Jovem Guarda" – exibido em 28-8-1966 
Porteiro Severino 
O Gordo e o Magro 

O analógico e o digital na disputa do voto

Encerrada a campanha, fica claro que a polarização não se limitou à disputa entre a direita e a esquerda, mas também aos meios utilizados na campanha

Nuno Vasconcellos

A disputa pela presidência da República este ano foi a mais polarizada da história. Tão polarizada que, pode-se dizer sem medo de errar, a briga entre a direita e a esquerda se estenderá além da apuração e se prolongará pelo próximo mandato presidencial. Petistas e bolsonaristas levaram as divergências a um ponto irreconciliável e há 100% de chances de que o próximo presidente — não importa quem seja eleito — enfrente dificuldades para construir um consenso capaz de livrar o Brasil das dificuldades que o aguardam. As diferenças estão nos mínimos detalhes. Inclusive nos recursos de abordagem do eleitor utilizados pelas duas candidaturas.

Pode-se dizer que a candidatura do senador Flávio Bolsonaro deu preferência às ferramentas digitais. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, recorreu aos recursos mais analógicos possíveis na abordagem do eleitor. Não cabe, aqui, fazer qualquer juízo de valor nem considerar que um dos métodos de caça ao voto é mais moderno do que o outro. Afinal, os dois candidatos terminaram o primeiro turno praticamente empatados, chegam ao dia da eleição com chances de vitória e nem mesmo o debate promovido pela TV Globo na noite de sexta-feira foi capaz de revelar um favorito. 

PRIMEIRO TURNO

Flávio se apoiou nas ferramentas digitais porque não havia outra escolha a fazer. Sem passagem pelo Executivo, sem realizações importantes no currículo e com a candidatura lançada menos de um ano antes da eleição, Flávio tinha no sobrenome o principal (senão o único) recurso para se aproximar do eleitor.

Chegou aonde chegou porque, além do prestígio herdado do pai, foi hábil no uso dos recursos digitais — que seu grupo político manuseia com eficiência desde 2018. A campanha do PL captou a insatisfação da sociedade com os preços dos alimentos, a revolta diante das taxas de juros reais mais indecorosas do mundo, o medo da criminalidade, a lerdeza no combate à violência e a incapacidade das políticas públicas de atender às necessidades da população. E teve a competência de, por meio das redes sociais, traduzir essa insatisfação numa linguagem simples, direta e objetiva — que foi capaz de unir multidões em torno da necessidade de mudanças.

Multidão lota a Praia da Barra + JN: Último dia de campanha de Flávio Bolsonaro

 
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Lula e Flávio são os melhores candidatos de ambos os espectros 
"Se você é contra isso, se não aguenta mais um governo que usa a estrutura pública em benefício próprio, MUDA! VOTA 22!" 

Vasco vira no fim com 2 gols de Marino e afunda o Corinthians no Z4

O Vasco da Gama venceu o Corinthians de virada por 3 a 2 e se afastou de vez da zona de rebaixamento do Brasileirão

França Fernandes

O Vasco conseguiu uma virada incrível contra o Corinthians, neste sábado (24/10), em São Januário. Em partida de duas viradas, o Cruzmaltino fez 3 a 2, ampliando a crise e a sequência sem vitórias do Timão (dez jogos), do estreante Clarence Seedorf. Quem roubou a cena, porém, foi Marino Hinestroza, que marcou pelas primeiras vezes após 33 partidas.

Puma Rodríguez abriu o placar no primeiro tempo, com o Corinthians buscando a virada na etapa final com Gustavo Henrique e Matheus Bidu. Marino, porém, marcou gols aos 42′ e 45′ parar virar de maneira incrível. O resultado faz o Vasco se afastar de vez da zona de rebaixamento, chegando à 13ª posição, com 38 pontos. Já o Timão segue no Z4, em 17º, agora com 32.

Foto: Matheus Lima/Vasco

Vasco, melhor em campo, sai na frente

O primeiro goleiro a trabalhar foi Hugo Souza. Em jogada de pé em pé, Andrés Gómez cruzou para trás, e Colidio bateu de primeira, obrigando o arqueiro corintiano a espalmar. Na sobra, Bruno Duarte também tentou, mas foi travado pela zaga, aos 8′. Aos 19′, foi a vez de Léo Jardim trabalhar. Aplaudido pelo torcedor antes do jogo como forma de “paz” após falhar contra o Boca Juniors (ARG), o arqueiro parou finalização de esquerda de Yuri Alberto.

O Vasco abriu o placar aos 34′, com seu artilheiro na temporada: Puma Rodríguez. O lateral-direito, que substituía Paulo Henrique, pegou sobra após cruzamento da esquerda, aproveitou a péssima saída de Hugo Souza e, de canhota, mandou para o gol vazio. Foi seu nono gol em 2026. Minutos depois, Andrés Gómez pediu para sair por lesão. Marino, que entrou em seu lugar, teve oportunidade de ouro para dobrar a vantagem, saindo na cara do goleiro adversário. Ao tentar tocar e deixar Bruno Duarte de frente para o gol, porém, o gramado atrapalhou, a bola subiu e o passe foi cortado no último segundo.

Segundo tempo

Nove jornadas sem perder o Norte

FC Porto venceu em Barcelos (1-0) e estabeleceu um novo máximo de vitórias no arranque da Liga em 87 anos


O FC Porto venceu o Gil Vicente por 1-0 e somou o nono triunfo nas nove primeiras jornadas da Liga Portugal - o melhor registo do Clube desde 1939/40. Um golo solitário de Borja Sainz em Barcelos deixou os Campeões Nacionais com oito e nove pontos de vantagem sobre o Benfica e o Sporting, que têm menos um jogo disputado. 

Francesco Farioli apostou em André Silva como titular no lugar de Samu e viu Oskar Pietuszewski lesionar-se no aquecimento. Borja Sainz ocupou a vaga no corredor esquerdo do ataque e teve nos pés a primeira grande oportunidade, na conclusão de um contra-ataque lançado por Gabri Veiga e conduzido por Pepê, porém o remate saiu à figura do guarda-redes.

Depois de uma tímida resposta barcelense, os Dragões instalaram-se definitivamente no meio-campo adversário e podiam ter marcado aos 21 minutos, mas a desmarcação de André Silva não correspondeu ao grande passe de Jakub Kiwior. Aos 44, na sequência do oitavo pontapé de canto a favor do FC Porto, Jan Bednarek cabeceou na direção da baliza e obrigou Lucão a mais uma intervenção para manter o nulo.