quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Israel, a obsessão do mundo

Leah Levy Cohen Ligia 

Ontem escrevi sobre Lula. Hoje é a vez de Macron. Mudam o sotaque, a gravata, o idioma e a pose diante do púlpito, mas Israel permanece no mesmo lugar: o banco dos réus da Assembleia Geral da ONU. É impressionante perceber que o mundo está pegando fogo em vários cantos, mas, quando os líderes internacionais chegam a Nova York, parece existir apenas um incêndio digno de discursos inflamados, gestos indignados e lágrimas protocolares: Israel e Gaza.

A guerra entre Rússia e Ucrânia continua, e não estamos falando de uma crise distante, mas de uma guerra no quintal da Europa, com drones, mísseis, cidades atacadas e ameaças cada vez mais próximas das fronteiras. A situação não está apenas preocupante, está fedendo, e Macron sabe disso, tanto que há poucos dias alertou para o aumento dos ataques híbridos russos contra a Europa e a própria França.

Mesmo assim, na ONU, Israel continua despertando uma indignação que nenhum outro conflito parece provocar. Macron falou em justiça, soberania, direito internacional e no retorno da “lei da selva”, criticou Israel e afirmou que a situação em Gaza deveria envergonhar o mundo. Até aí, nenhuma novidade, porque culpar Israel na ONU já faz parte do protocolo, quase como testar o microfone antes do discurso. O problema foi quando, embalado pela própria eloquência, declarou que o Hamas nunca havia operado na Cisjordânia.

Talvez Macron conheça uma versão alternativa do Hamas, uma espécie de filial organizada que respeita fronteiras administrativas e atua exclusivamente dentro dos limites de Gaza. Porque o Hamas real, aquele que recruta, financia e planeja atentados também na Judeia e Samaria, aparentemente não foi apresentado ao presidente francês. Nada como falar com absoluta convicção sobre uma realidade que não se conhece, pois essa segurança dos desinformados é sempre impressionante.

Sobre as razões do ódio à Rússia

Paulo Hasse Paixão 

Boris Johson assusta-se com a sua própria falsa bandeira. Setembro de 2026, fronteira da Ucrânia com a Polónia

É convicção do ContraCultura que o motivo fundamental da hostilidade das elites ocidentais para com a Rússia é que esta é a última nação verdadeiramente cristã no mundo. E que vive muito bem com o seu património histórico, cultural e religioso. Ironicamente, é o Kremlin que guarda, no século XXI, o legado da Civilização Ocidental. E é isso que incomoda o globalismo luciferino do eixo Bruxelas-Washington, fundamentalmente: a fé cristã, o tradicionalismo, a responsabilidade de um povo que vive historicamente, com consciência de si e dos seus valores, com devoção à pátria e ao seu significado, e com o consequente respeito pelos seus antepassados.

A teoria de VertigoPolitix, explanada num post que foi entretanto censurado pelo X, será assim incompleta. Mas nem por isso incorreta. Os recursos são sempre alvo da cobiça alheia, na geopolítica da coisa, principalmente considerando o liberal-globalismo, niilista e imperialista e ávido e ultra materialista que domina nos tempos que correm os corredores do poder neste lado do hemisfério.

“Em 2010, foi descoberto o campo de gás de Yuzivska no Donbas, contendo combustível suficiente para abastecer todo o continente europeu durante 60 anos. Barack Obama pressionou o então presidente ucraniano, Viktor Yanukovych, para permitir que as empresas norte-americanas o explorassem, mas o pedido foi negado. A CIA orquestrou então um golpe de Estado na Ucrânia e estabeleceu um Estado fantoche em 2014.

A NATO interveio e começou a construir cidades-fortaleza ao longo das fronteiras perto de enclaves étnicos russos na região de Donbas, na Ucrânia, gastando 30 mil milhões de dólares no processo. Após seis anos de intenso bombardeamento de artilharia contra alvos civis, Kiev enviou 90.000 soldados para a sua fronteira leste no final de 2021, o que levou Putin a solicitar (com base no artigo 51.º do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas) uma Operação Militar Especial para proteger os cidadãos russos — em perfeita conformidade com o direito internacional.

Pastorear «carneiros» para a mobilidade sustentável

Telmo Azevedo Fernandes

Em 2019 o país já tinha uma Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Ciclável e como isso aparentemente não bastava, em 2023 surgiu também uma Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Pedonal. Confesso que não sei se existe uma Estratégia Nacional para Subir Escadas ou para Atravessar Ruas, mas sei que, agora, o governo do Dr. Montenegro decidiu integrar tudo numa única nova Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa. 

Os nossos políticos entenderam que andar de bicicleta e andar a pé, atividades que a humanidade dominava antes da invenção do Estado moderno, necessitam agora de planos, grupos de trabalho, e estruturas administrativas. Dizem que o objetivo é a “transferência de utilizadores” do transporte individual para modos considerados sustentáveis, havendo até um eixo destas políticas dedicado a “cultura e comportamentos”. 

A mentalidade dos nossos decisores públicos não dá para mais. Em vez de se ocuparem a construir passeios melhores ou eliminar buracos das ruas, entendem que escolhas dos seus concidadãos são erradas e por isso há que alterar comportamentos de forma administrativa. Parte-se da conclusão de que há uma proporção correcta de cidadãos que se deve deslocar a pé, de bicicleta ou de automóvel, e depois tenta-se reorganizar centralmente as cidades para aproximar a realidade das tabelas de virtude imaginadas pelos burocratas. 

Porém, o objetivo deveria ser maximizar acessibilidades, reduzir tempos e custos de deslocação, melhorar segurança e corrigir externalidades reais. E se, em resultado disso, mais pessoas caminharem ou andarem de bicicleta, óptimo. Mas se continuarem a preferir o automóvel porque é a solução mais conveniente à sua vida concreta, isso não constitui uma falha moral nem administrativa. 

A mulher que se recusou a desistir

Da carreira como delegada ao drama vivido com as filhas no Brasil e nos Estados Unidos, a trajetória de Rebeca Ramagem e a decisão de transformar dor e adversidade em uma nova missão

Rogerio Pires 

Há dias em que a vida muda sem pedir licença. Para Rebeca Ramagem, um deles começou na porta de um avião.

Era 17 de novembro de 2025. No Galeão, ela embarcava para os Estados Unidos com as duas filhas, uma de 14 anos e outra de 7. Na entrada da aeronave, agentes da Polícia Federal apresentaram um mandado de busca pessoal assinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

As malas foram retiradas do voo e abertas uma a uma. Celular, computadores e outros objetos foram apreendidos. Segundo Rebeca, até o aparelho da filha caçula foi levado.

Para quem acompanha o noticiário, são palavras técnicas. Mandado. Busca. Apreensão.

Para uma menina de sete anos, é outra coisa. É ver estranhos mexendo nas roupas da família. É olhar para a mãe cercada de agentes e não entender o motivo.

Rebeca contou depois que as filhas entraram em pânico. Já dentro do avião, gravou um vídeo com as duas ao lado. “A mamãe tomou uma busca”, disse. E completou: “A gente é forte. Juntas.”

Confesso que, de tudo o que li sobre esse caso, foi essa palavra que ficou comigo. Juntas.

Quem é Rebeca

Rebeca tem uma trajetória que fala por si.

Foi delegada da Polícia Civil de Roraima por 12 anos e chefiou a Delegacia de Defesa da Mulher. Passou boa parte da vida do outro lado do balcão, atendendo mulheres em situação de violência e fazendo valer a lei.

[Viagens & Destinos] Vendaval em Copacabana: Nascer do sol com ventania forte na praia

Um vendaval forte atingiu o Rio de Janeiro e eu fui registrar tudo de perto!

Neste vídeo, começo no calçadão de Copacabana, na altura do Posto 2, e desço até a beira da praia para mostrar a força do vento durante o nascer do sol.

As aves, incluindo gaivotas, enfrentavam dificuldade para voar em meio à ventania intensa.

Depois, subo de volta ao calçadão, já na divisa entre Copacabana e Leme, sigo pela Avenida Princesa Isabel e entro na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, onde encerro o passeio.

Um retrato real de como o Rio de Janeiro enfrenta os fenômenos climáticos mais intensos, direto das ruas e da praia.

Título, Texto e Vídeo: Ruas e Lugares, 22-9-2026

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23-9-2026: Oeste sem filtro – Janja excluída + Zanin nega abertura de CPI do caso Master no Senado + 14 países seguem EUA e classificam PCC e CV como grupos terroristas + Flávio peita TRE e exibe quadro de Jair

[Daqui e Dali] Pode haver leigos na Igreja?

Humberto Pinho da Silva

Quando se reconhece que pouco ou nada se sabe de certo assunto, é costume dizer "Sou leigo nessa matéria!"

Na Igreja não deve haver fiéis que sejam leigos. Todos os cristãos devem ser evangelizadores – por palavras, ações e conduta de vida. 

Igreja de Santo António, Lisboa

Evangelizar é trazer alguém a Cristo. Não é angariar prosélitos para que a Igreja cresça em quantidade, pouco se preocupando com a qualidade.

O neófito, uma vez convertido, precisa de integrar-se num grupo de crentes, que pode ser, ou não, o mesmo do evangelizador.

Billy Graham, um dia disse: “O convertido ou reconvertido, após haver corrido várias comunidades, inclina-se para a de seus pais e avós”. Cito de cor.

Na Igreja há muitas tarefas. O sacerdote pode indicar, conhecendo a capacidade, educação, e conhecimentos adquiridos por cada um.

Uma é tarefa de todos: evangelizar. Mas, para o fazer, precisa de estar preparado para enfrentar o mundo.

Na Bíblia existem passagens obscuras, que só se percebe devidamente depois de bem esclarecidas. É recomendável frequentar com assiduidade a catequese para adultos, ou a aula dominical. Se o catecúmeno escolhe a Católica, pode integrar-se na Igreja diocesana ou comunidade, com poucas diferenças. Exemplo: Franciscanos, Beneditinos, Dominicanos etc., etc. Ou a mais recente, semelhante às pentecostais, que atualmente encontra-se em grande expansão. Possui canais de TV e emissoras de rádio, a "Canção Nova".

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Desesperadamente à procura de soldados

Paulo Hasse Paixão

Há um amplo conjunto de imbróglios políticos e sociais relacionado com a propaganda regimental no Ocidente, sempre que tenta mobilizar as massas para a guerra com a Rússia.

No caso deste artigo da BBC, dá vontade de perguntar: quando se coloca em dúvida se “nós” estamos psicologicamente preparados para a guerra, que “nós” é este? 

O pronome da primeira pessoa do plural não pode certamente incluir os cidadãos de “extrema-direita”, negacionistas-racistas e inimigos do Estado, que o regime britânico prende ao ritmo de 34 infelizes por dia. Não se pode esperar destas pessoas desprezíveis que estejam psicologicamente preparadas para uma guerra inventada pelas elites que as desprezam, ou que vão combater em nome de quem as encarcera a torto e a direito por delito de opinião, certo? Ainda assim, trata-se de uma boa fatia da população (na verdade todos os que têm objecções às políticas de imigração e asilo do Reino Unido). Vamos estimar, de forma muito conservadora, considerando por exemplo as sondagens que colocam o Reform UK no topo das preferências eleitorais no país, em 25% dos britânicos.

Depois, temos os cidadãos de “extrema-esquerda”, uma boa parte daqueles que votam trabalhista, que votam no YouParty de Jeremy Corbyn e noutros pequenos partidos comunistas e socialistas que existem na Grã-Bretanha. Não serão estes com certeza que o regime pretende engajar para a união cívica e o voluntarismo militar: ou têm viva simpatia pelos russos (muitas vezes decorrente de uma equivoca nostalgia soviética) ou puro nojo do país em que nasceram. Num ou noutro caso, não são propriamente os recrutas ideais para carne de canhão. Constituem seguramente uns bons 20% da população total e aqui já temos quase metade da base de recrutamento completamente anulada.

O genocídio

Henrique Pereira dos Santos

Antes do escrito: Ana Sá Lopes tem hoje uma crónica delirante (o contrário é que seria de estranhar) no Público em que faz uma coisa habitual no jornalismo militante: pega na declaração de Montenegro de que não quer ser o pai da austeridade, que se refere, evidentemente, ao gasto público imprudente do governo de Sócrates, e diz que Montenegro está a chamar pai da austeridade a Passos Coelho. Logo que vi a declaração de Montenegro, apesar da sua interpretação ser linear e simples, disse para os meus botões que não tardaria a ser acusado de estar a chamar pai da austeridade a Passos Coelho. Delirantes, ainda vá, frequentemente até é divertido. Mas não podiam ser um bocadinho menos previsíveis? 

Falemos então do genocídio em curso, levado a cabo pelos Israelitas para eliminar os palestinianos. 

Comecemos num ponto arbitrário, o momento da fundação do Estado de Israel, em que haveria cerca de 630 mil judeus e 1,3 a 1,4 milhões de árabes a que poderemos chamar palestinianos (havia ainda uma minoria relevante de cristãos). 

De acordo com os mais radicais defensores da ideia de genocídio em curso, desde esse momento que Israel vem executando um genocídio, que se traduz hoje na existência de cerca de 14 milhões de palestinianos em todo o mundo, incluindo os cerca de 1,7 milhões em Israel, três milhões e picos na Cisjordânia, dois milhões e picos na faixa de Gaza e três milhões e picos na Jordânia que anexou parte da Palestina histórica há uns anos largos). 

Mas isto é contra a vontade de Israel, argumentar-se-á. 

Talvez, mas dentro de Israel havia uns 150 mil palestinianos, depois da guerra da independência, e hoje são dez vezes mais e Israel reconhece-lhes todos os direitos cívicos e políticos. 

A Faixa de Gaza foi administrada por Israel depois da guerra dos seis dias (nos trinta anos anteriores tinha sido administrada pelo Egipto), durante quase quarenta anos, até Israel retirar unilateralmente, entregando o governo da Faixa de Gaza a palestinianos. 

Uma oportunidade de ouro para executar um genocídio como deve ser, visto que dentro das fronteiras de Israel o genocídio terá falhado: nestes quase oitenta anos a população árabe de origem palestiniana multiplicou-se por dez. 

[Quadro da Quarta] A Festa de Baco

The Feast of Bacchus (Sine Cerere et Baccho friget Venus), 1640. Pintura de Jan Brueghel  le Jeune (1601-1678) e Jan Balen (1611-1654) 

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Interior com jovem mulher ao piano 
Cristo na coluna  
A Escola de Atenas 
Adoração dos Magos 
[Quadro da Quarta] O Anjo caído 
Le cardinal Richelieu sur la digue de Rochelle 
Declaração de Independência, EUA, 4 de julho de 1776

O gato, o palanque e a indignação seletiva


Leah Levy Cohen Ligia

Ontem, Lula subiu novamente à tribuna da ONU e fez o que já virou tradição em seus discursos internacionais: vestiu a beca de juiz do Oriente Médio, proferiu a sentença contra Israel e voltou para casa convencido de que acabara de resolver aquilo que judeus e árabes não conseguiram resolver nos últimos cem anos. Chamou de genocídio a guerra travada pelo governo Netanyahu, reservou uma frase protocolar aos atos terroristas do Hamas e ainda concedeu a Francesca Albanese o selo presidencial de proprietária da verdade. Tudo muito equilibrado, naturalmente. De um lado, uma organização terrorista que invadiu casas, assassinou famílias, violentou mulheres e sequestrou civis. Do outro, o país que ousou sobreviver ao ataque. Para o atual governo brasileiro, porém, parece que legítima defesa tem prazo de validade, especialmente quando quem se defende é judeu.

É perfeitamente possível criticar Netanyahu, questionar decisões militares, sofrer com a morte de civis palestinos e exigir que toda guerra respeite limites. Eu mesma não terceirizo meu pensamento a governo algum. Mas existe uma distância enorme entre criticar políticas israelenses e transformar Israel na origem de todos os males do planeta. Quando a indignação de alguém só funciona diante de Israel, enquanto permanece em repouso absoluto diante do Irã, da Síria, do Iêmen, do Sudão, do Afeganistão e de tantas outras tragédias, talvez não estejamos diante de consciência humanitária. Talvez seja apenas o velho antissemitismo que trocou a suástica pelo lenço palestino, aprendeu algumas palavras novas e passou a se apresentar como militância progressista.

No Brasil, isso já deixou de ser um acidente isolado. O antissemitismo não apenas cresceu: acomodou-se, tirou os sapatos e colocou os pés sobre a mesa. Judeus são cobrados publicamente pelas decisões de um governo situado a milhares de quilômetros, escolas judaicas reforçam a segurança, símbolos religiosos precisam ser escondidos e qualquer manifestação de medo recebe como resposta uma palestra sobre Netanyahu. O preconceito agora vem com bibliografia, palavras em inglês e aparência de virtude. E quando o próprio presidente da República repete acusações máximas contra Israel, concede credibilidade automática aos seus acusadores e trata como verdade revelada uma narrativa profundamente contestada, ele talvez não esteja redigindo uma autorização oficial para odiar judeus, mas certamente está oferecendo aos antissemitas um salvo-conduto moral carimbado no Palácio do Planalto.

Grupo que alugou o Colégio São Paulo, no Arpoador, anuncia reforma para abrir escola que pode ser a mais cara do Rio

Unidade da Concept terá capacidade para 800 alunos, com mensalidades que podem atingir R$ 12 mil; reforma prevê novos espaços de aprendizagem e café na cobertura com vista para a praia

Victor Serra 

Quase dois anos depois do anúncio do fim das atividades do tradicional Colégio São Paulo, na Vieira Souto, o imóvel que ocupa um dos endereços mais valorizados do Rio já tem novo destino. O Grupo SEB, que alugou o complexo educacional no Arpoador, vai transformar o espaço em uma unidade da escola Concept, com previsão de abertura em fevereiro de 2028.

A mudança, segundo os executivos da marca de ensino, será radical. O prédio que funcionou por 103 anos sob responsabilidade da Congregação das Irmãs Angélicas de São Paulo passará por uma reforma completa, com projeto do escritório americano Perkins&Will. A característica fachada de mármore do conjunto modernista será substituída por uma nova proposta arquitetônica.

A unidade será a quarta escola Concept do país, que já possui operações em São Paulo, Salvador e Ribeirão Preto. A previsão é receber até 800 alunos e começar com turmas da Educação Infantil ao 4º ano do Ensino Fundamental, para crianças a partir de 1 ano. A grade será ampliada gradualmente nos anos seguintes.

O projeto terá cerca de 10 mil metros quadrados, mais de 20 ambientes colaborativos e 34 espaços de aprendizagem. Entre eles estão bibliotecas, estúdios de podcast, laboratórios, espaços maker, parques de exploração e descoberta e pátios. O complexo também terá quadra poliesportiva, áreas para aulas de lutas e dança e auditório. Na cobertura, está previsto um café com vista para a praia.

Pietro Antonelli vira alvo por seguir Jair Bolsonaro nas redes sociais

Ator virou alvo de críticas por seguir o ex-presidente nas redes. A coluna pergunta: desde quando follow virou declaração de voto?

Andrei Lara 

Pietro Antonelli, ator de Quem Ama Cuida, virou alvo nas redes depois que internautas descobriram que ele seguia Jair Bolsonaro no TikTok. A repercussão rendeu críticas e, depois, o ator deixou de seguir algumas contas.

E daí, gente?

É curioso como algumas pessoas transformaram a lista de quem alguém segue numa espécie de prontuário ideológico. Agora, aparentemente, não basta saber em quem a pessoa vota. É preciso fiscalizar quem ela acompanha, quem curte e, daqui a pouco, até quem aparece no “Para Você”.

A coluna não sabe em quem Pietro vota. E, francamente, um follow não é urna, filiação partidária nem declaração de amor.

FC Porto VLOG | A vitória no Clássico 🐉💙

22-9-2026: Oeste sem filtro – Mendonça acusa m. de abuso de autoridade + Lula faz campanha eleitoral em discurso na ONU (que surpresa!) + Fux sorteado Relator de ação sobre acesso de Vorcaro ao Senado

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terça-feira, 22 de setembro de 2026

[Livros & Leituras] L’Incorrect

Culturel, conservateur & corrosif

Nº 100, double édtion, septembre 2026, SAS l’Incorrect, Paris, 103 + 69 pages. 

A emocionante e emocionada "democracia" no Brasil

Você tem duas escolhas na vida...


Airbnb é barrado em convenção do residencial do Hotel Glória

Chaves dos primeiros moradores já começaram a ser entregues; empreendimento recebeu R$ 400 milhões em obras e ainda tem 26% das unidades à venda

Victor Serra

No residencial do antigo Hotel Glória, o Airbnb ficou de fora. A convenção do condomínio, feita recentemente, permitiu a locação dos apartamentos para terceiros, mas proibiu qualquer tipo de estadia de curta duração, como as oferecidas por plataformas online. A restrição vem justamente em um momento em que o modelo ganha espaço no Rio e atrai proprietários pela possibilidade de maior rentabilidade.

As chaves dos primeiros moradores já começaram a ser entregues, após quatro anos de obras. O empreendimento tem 266 apartamentos, com duas, três ou quatro suítes e áreas de até 214 metros quadrados. Os preços variam de R$ 1,8 milhão a R$ 7 milhões. Segundo a incorporadora, 26% das unidades ainda estão à venda.

De acordo com o braço imobiliário do fundo Opportunity, que tocou a obra em parceria com a SIG, 60% dos compradores já moram no Rio, 30% vivem em outros estados e 10% são estrangeiros. 

O projeto, que recebeu R$ 400 milhões em investimentos, quase o dobro do valor inicialmente previsto, revitalizou o prédio histórico do Glória e incorporou duas novas torres residenciais construídas do zero. A fachada original, tombada pelo IRPH, foi preservada. O imóvel foi comprado pelo grupo em 2022, por R$ 90 milhões. A negociação foi revelada em primeira mão pelo DIÁRIO DO RIO. 

Até então, o Glória estava nas mãos do Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi que recebeu o imóvel como parte do pagamento de dívidas de Eike Batista. O empresário havia comprado o hotel em 2008 e chegou a anunciar a intenção de levar a bandeira Four Seasons para o endereço. O projeto, no entanto, não avançou.

Salão histórico vira espaço para festas

No segundo pavimento, o antigo salão de festas foi preservado na mesma posição, com grandes janelas voltadas para a Baía de Guanabara. O espaço tem 244 metros quadrados e já recebeu convenções e coletivas de presidentes da República.

Vasco transforma evolução em resultados e deixa o Z4 após 4 meses

Equipe melhora desempenho defensivo, ganha novas opções com os reforços e registra aproveitamento superior sob o comando de Pedro Emanuel

Altair Alves 

Vasco X Coritiba em São Januário, foto: Matheus Lima/Vasco

O Vasco deixou a zona de rebaixamento do Brasileiro após quatro meses ao golear o Coritiba por 5×0, no último sábado (19), em São Januário. A saída do Z4 na 28ª rodada também contou com o empate do Grêmio diante do Palmeiras, mas o resultado é consequência de uma evolução construída ao longo das últimas semanas, com mudanças no modelo de jogo e o impacto dos reforços contratados na janela do meio do ano.

Desde que assumiu o comando da equipe, Pedro Emanuel teve como uma das primeiras missões reduzir o número de gols sofridos. A comissão técnica reorganizou o posicionamento da defesa, aproximou os setores e deu maior atenção à recomposição e às bolas paradas.

O entendimento interno era de que o Gigante da Colina já conseguia produzir ofensivamente, mas ainda apresentava dificuldades para ocupar os espaços no terço final e transformar o volume de jogo em gols.

Os números mostram a mudança de rendimento. Antes da chegada de Pedro Emanuel, o Vasco havia disputado 35 partidas em 2026, com 12 vitórias, 11 empates e 12 derrotas, alcançando 44,8% de aproveitamento. Nesse período, a equipe marcou 1,3 gol por jogo e sofreu 1,2.

Maracanã: Justiça rejeita acusação do Flamengo contra o Vasco

Justiça do Rio de Janeiro rejeita acusação do Flamengo contra o Vasco da Gama sobre danos no gramado do Maracanã

Aniele Lacerda 

Torcida do Vasco em clássico no Maracanã, foto: Matheus Lima/Vasco

A Justiça do Rio de Janeiro deu vitória para o Vasco mediante alegação do rival Flamengo sobre o gramado do Maracanã. O Rubro-Negro até apresentou um relatório para sustentar sua acusação inicial, mas o tribunal rejeitou.

Recentemente, o adversário acusou o Gigante da Colina de ter causado danos no gramado do estádio, após confronto diante do Palmeiras em 2023. No entanto, a decisão do tribunal indicou que o laudo da época era hipotético. Além disso, destacou que a apresentação das provas seria útil na fase introdutória, não para a revisão do julgamento. As informações são da ESPN e Jogada10.

– O laudo, àquela época, era meramente hipotético, o que se extrai tanto da data de sua confecção, anterior à partida, quanto, agora, das próprias expressões empregadas pelo embargante (Flamengo), todas formuladas no futuro do pretérito (“comprometeria”, “poderia”, “geraria” etc.), revelando tratar-se de prognósticos acerca de possíveis consequências futuras, e não de constatação de danos efetivamente verificados – disse a decisão, que concluiu:

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[Aparecido rasga o verbo] Pequena e quase imperceptível definição de “ladrões do povo”

Aparecido Raimundo de Souza

ALGUMAS PERGUNTAS que não querem ficar caladas dentro das bocas de quem pensa que o brazzzzzzil tem jeito.  E quais seriam tais indagações? Vamos a elas.

1.) Ainda existe esse tal câncer maligno chamado “ladrões do povo” na vida cotidiana dos brasileiros?

A resposta, infelizmente, é sim.

2.) E o que venha ser essas figuras asquerosas de “ladrões do povo”?

"Ladrões do povo" são aqueles vermes sórdidos e desprezíveis, que se apoderam do que é de toda uma coletividade. Referenciamos as verbas públicas, os recursos das comunidades, e em vez de seus integrantes trabalharem honestamente se transformam naqueles pulhas pífios e ordinários nojentos e funestos que vivem sem produzir nada, que passam os trezentos e sessenta e cinco dias do ano, tirando proveito dos mais fracos, dos que não têm força nas mãos para se defenderem. 

Dito de forma mais abrangente, são esses filhos das putas esquisitos que não movem uma palha em prol de ninguém, não ajudam em porra nenhuma, só levam e escolhem justamente quem está mais desprotegido, a saber: os pobres e depauperados, os idosos, os homens trabalhadores simples. Em ambos os lados da moeda, os aproveitadores, sem escrúpulos, ou em outras palavras, esses ratos de esgotos se afiguram como o diabo que enriquece seus bolsos às custas das dores e sofrimentos alheios.

3.) E esses “ladrões do povo” ainda seguem fodendo o povo nos dias de hoje?

Sim, e para quem não sabe ou duvida esses vigaristas abundam aos montes. E aqui me perdoem. Resolvemos GENERALIZAR, duplicando ou melhor colocado, “pluralizando” “LADRÕES DO POVO”, para ficar melhor explicado. Esses ratoneiros e punguistas das famílias brasileiras não só comem em nossas mesas, mas também se aproveitam das sobremesas “papam”, mandíbulas afiadas, as pregas de nossos rabos ao tempo em que nos impõem a todos seus crimes mais insanos e traiçoeiros. Esses seres repelentes e catastróficos podem ser vistos nas figuras desses políticos engravatados, nos gestores que desviam os dinheiros da saúde, as verbas da educação, as bufunfas da assistência, os caraminguás do INSS, roubando, afanando, extorquindo e metendo as mãos, furtando e desviando os “me fazem rir” dos mais necessitados e carecidos.