Front Populaire – La revue des souverainistes de droite, de gauche, d’ailleurs et de nulle part, nº 25, juin-juillet-août 2026, Éditions du Plénitre, Levallois-Perret, 160 pages.
terça-feira, 30 de junho de 2026
Fascination islamophile
Sujet délicat, l’islam ? Pas pour Ferghane Azihari qui
s’insurge contre la soumission des élites françaises à une religion qu’il
considère en porte à faux avec les principes républicains et les valeurs
portées par la modernité libérale
« Il faut que nous soyons bien curieux, nous autres Welches de l’Occident, puisque nous compilons sans cesse ce qu’on doit penser des peuples de l’Asie, qui n’ont jamais pensé à nous », notait Voltaire auprès du baron de Tott, en commentant son mémoire sur les Turcs et les Tartares (1). Par un tour de passe-passe historique, voilà cependant que l’Occident est aujourd’hui accusé d’indifférence envers les autres cultures : « Nous apprenions la langue des autres, nous parlions l’anglais et le français et, au fond, nous ne nous demandions jamais pourquoi les autres n’apprenaient pas notre langue à nous », se désole l’écrivaine franco-marocaine Leïla Slimani dans son dernier essai intitulé Assaut contre la frontière, oubliant de rappeler que la tradition orientaliste européenne n’a jamais eu son pendant en terre d’islam (2).
Une quête d'exotisme
Dès le Moyen Âge, lettrés juifs et chrétiens d’Europe se sont passionnés pour l’arabe, la philosophie et les sciences orientales. Cette avidité contraste avec le dédain durable que l’Orient musulman manifesta envers l’Occident, même lorsque l’écart culturel se creusait à son désavantage. L’orientaliste marxiste Maxime Rodinson lui-même le reconnaissait : « L’Orient musulman a eu bien moins de curiosité envers l’Occident chrétien avant le XVIIIe siècle que celui-ci n’en avait à son égard (3). » C’est ce que Roger Caillois objectait déjà à Claude Lévi-Strauss et sa célèbre conférence Race et histoire. L’enquête ethnologique, l’étude systématique de l’Autre, n’a-t-elle pas été, jusqu’à une date récente, l’apanage presque exclusif de la civilisation occidentale ? Preuve, s’il en fallait, de son ouverture singulière à l’altérité. Lévi-Strauss finit d’ailleurs par l’admettre implicitement : « Déjà l’Islam me déconcertait par une attitude envers l’histoire contradictoire à la nôtre, et contradictoire en elle-même : son souci de fonder une tradition s’accompagne d’un appétit destructeur de toutes les traditions antérieures (4). »
[Livros & Leituras] Justiça para um carrasco
TEX, G. L. Bonelli, nº 69, abril de 1982, Editora Vecchi, Rio de Janeiro, 162 páginas, Cr$ 80. (*)
Não conhecia o Tex. Meus “heróis” da adolescência foram: Fantasma, Mandrake, Tarzan, Zorro, Billy the Kid…
Flanelinhas cobram R$ 30 em Copacabana, Guarda se omite e vídeo de Luan Lennon termina em confusão com camelôs
Influenciador registra cobranças por vagas públicas na Avenida Atlântica, questiona agentes da Guarda Municipal e acaba envolvido em tumulto que exigiu a intervenção da Polícia Militar
Bruna Castro
O influenciador Luan Lennon voltou a viralizar nas redes sociais nesta segunda-feira ao divulgar um novo vídeo denunciando a atuação de flanelinhas na Avenida Atlântica, em Copacabana, durante a intensa movimentação provocada pelo jogo da Seleção Brasileira.
Nas imagens, Luan aborda
homens que cobravam R$ 20 e R$ 30 de motoristas para estacionar em vagas
públicas ao longo da orla. Segundo o influenciador, as cobranças configuram
extorsão praticada diariamente contra moradores e turistas que frequentam um
dos principais cartões-postais do país.
O episódio ganha contornos
ainda mais graves quando Luan procura uma equipe da Guarda Municipal posicionada
a poucos metros do local onde as cobranças ocorriam. O influenciador questiona
por que nenhuma providência estava sendo tomada diante da situação. Um dos
agentes responde que não havia presenciado qualquer irregularidade.
Luan insiste que a prática
acontecia diante dos próprios guardas e cobra uma atuação mais firme da
fiscalização. O diálogo rapidamente passou a repercutir nas redes sociais,
reacendendo o debate sobre a ausência de fiscalização contra flanelinhas em uma
das áreas mais visitadas do Rio de Janeiro.
Ao mesmo tempo, o vídeo
registra dezenas de ambulantes clandestinos ocupando o calçadão da Avenida
Atlântica. No entanto, durante a conversa com a Guarda Municipal, Luan critica
o que considera uma atuação desproporcional da fiscalização, afirmando que haveria
maior preocupação em reprimir vendedores ambulantes do que em enfrentar a
atuação dos flanelinhas.
A fala, entretanto, é mal compreendida por alguns ambulantes clandestinos próximos, que, como sempre, vendem sem nenhum tipo de fiscalização comidas e bebidas bem na frente dos quiosques que pagam aluguéis altíssimos. Sem entender que a crítica era dirigida à postura da fiscalização, alguns passam a ameaçar o influenciador e avançam em sua direção. A confusão cresce rapidamente e exige a intervenção da Polícia Militar, que controla a situação e conduz alguns dos envolvidos, conforme mostram as imagens divulgadas por Luan.
[Aparecido rasga o verbo] Meus medos do amanhã que estão por vir
Aparecido Raimundo de Souza
“É maravilhoso passar por um momento de medo tétrico, notadamente depois que ele se vai e fica, em seu lugar, a mais completa e envolvente paz de espírito”.Tompson de Panasco, pensador de rua, Praça da Sé, São Paulo, Capital
ELE CHEGA sorrateiramente. Sempre
devagar, quase sem barulho. É na hora em que a luz se apaga, que o silêncio da
casa aumenta, que o corpo pede um pouco de paz e a mente meio cansada, ou
melhor, para lá de estafada, insiste em ficar acordada. É nessa hora que
aparece o meu medo do amanhã. Justamente o receio do amanhã. Não sei explicar
os motivos. Não é um sobressalto grande, gritante, sufocativo de monstros ou
abarrotado de catástrofes anunciadas. É uma onda pequena, fina, persistente,
que se instala no meu peito como uma sombra leve, mas ao mesmo tempo
intransigente que não sai de jeito nenhum. É um sobressalto inesperado,
acredito, do que eu não sei, do que não posso controlar. Obviamente um
espavento de tudo o que ainda não aconteceu e que, no entanto, dói dentro de
mim como se fosse algo real.
Tenho uma pusilanimidade acovardada,
por exemplo, de que o amanhã traga dores que eu ainda não aprendi a suportar.
Um destoado tremelique de perder as pessoas que moram no meu coração, de ver
quem amo sofrer sem que eu possa fazer nada, de ouvir notícias que mudem tudo
de uma hora para outra. Sinto uma asfixia meio que pesada de não dar conta: dos
pagamentos mensais, das obrigações, das expectativas, do cansaço que já sinto
hoje (aos setenta e três) e que parece que tudo em derredor vai crescer ainda
mais quando o sol nascer outra vez. Tenho ojeriza de que os meus sonhos
continuem só sonhos, de que o tempo passe mais rápido do que a minha capacidade
de realizar, de chegar ao fim de mais um dia e sentir que mais uma vez eu
fiquei devendo a mim mesmo alguma coisa que deixei de fazer.
Tenho medo de igual forma de mudanças que eu não pedi, de caminhos que se fecharam sem aviso, assombro de ficar sozinho mesmo no meio de gente. Me invade um cagaço de errar de novo, de não ser suficiente forte, de ver a vida seguir seu curso e eu ali, aqui ou acolá, parado, estático, os olhos chorosos, embaçados, só olhando o meu tempo se esvair. Muitas vezes eu finjo que ele, o meu espavento não existe no meu dia a dia. Levanto cedo, tomo meu banho, faço meu café, cumpro a rotina, sorrio, converso comigo mesmo num diálogo onde ninguém me responde, sequer viva alma me retruca, e por algumas horas esse entrave se esconda atrás dos movimentos do dia. Mas logo ele volta. Na hora da pausa, no olhar vazio para a varanda do apartamento, às vezes na janela do quarto, na respiração mais funda que eu preciso fazer de vez em quando para jurar a mim mesmo que estou vivo.
Imaginem esse mesmo cenário no governo Bolsonaro, com um de seus filhos citado na investigação!
Alguém chamaria isso de coincidência ou as acusações de
interferência na PF e obstrução da Justiça já estariam dominando o noticiário?
Título,
Imagem e Texto: Elisa Brom, X, 29-6-2026, 22h15
Brasil recebe a nova Escola de Futebol do FC Porto em Belo Horizonte
Décima escola Dragon Force by FC Porto fora de Portugal, a sétima inaugurada no espaço de apenas um ano
29-6-2026: Oeste sem filtro – Lula cita Hitler e associa Santa Catarina ao racismo + PF alega falta de pessoal e pede mais tempo + Futuro de Bolsonaro novamente nas mãos de M
🚨 PAUTA COMPLETA DE HOJE:
O Embate: Lula ataca Jorginho Mello [foto acima] e governador aciona a PGR por xenofobia.
Eleições: Pesquisa BTG mostra empate técnico entre Lula (47%) e Flávio (44%). Lula cai no Nordeste!
Decisão no STF: Moraes define futuro da domiciliar de Bolsonaro e arquiva 8/1 para deputados.
Economia em Alerta: Tesouro confirma rombo de R$ 53 bilhões e Alcolumbre prepara pauta-bomba de R$ 30 bi.
Investigações: PF pede mais prazo no caso Lulinha e PGR analisa inquérito de Flávio Bolsonaro.
Cenário Internacional: Milei posta foto com Flávio e prevê "maré azul"; Acordo entre EUA e Irã.
Governo: Lula testa 'cercadinho', anuncia Desenrola Adimplentes e novo limite do MEI.
Big Tech: Rumble parte para cima no processo contra Moraes.
#Politica #NoticiasAoVivo #Lula #JorginhoMello #Bolsonaro #AlexandreDeMoraes #STF #FlavioBolsonaro #Milei #SantaCatarina #Economia #GovernoFederal
[Livros & Leituras] Balzac: A comédia humana – 7.º volume
A Solteirona, Eugénie Grandet… Honoré de Balzac, Livraria Civilização Editora, Composto e impresso na Companhia Editora do Minho, Barcelos, abril de 1980, 615 páginas. A Solteirona
segunda-feira, 29 de junho de 2026
[Sétima Arte] Citizen Vigilante
Por que o filme gerou polêmica?
Em Citizen Vigilante, Armie Hammer interpreta um empresário americano que vive na Croácia e decide fazer justiça com as próprias mãos. O personagem passa a perseguir criminosos violentos, estupradores, além de políticos e juízes que considera coniventes com esses crimes, transformando-se em uma figura controversa que divide a opinião pública.
Segundo a descrição oficial do filme, o vigilante se torna um herói para parte da população ao mesmo tempo em que é caçado pelas autoridades. O órgão alemão FSK (Voluntary Self-Regulation of the Film Industry) recusou a classificação indicativa da obra por considerar que sua violência extrema e a representação de ataques contra imigrantes poderiam incentivar crimes semelhantes.
Sem classificação etária, Citizen Vigilante não pode ser promovido de forma convencional na Alemanha nem exibido na maioria dos cinemas, embora sua venda seja permitida mediante verificação de idade.
Diretor processa órgão
alemão
O diretor Uwe Boll (Rampage) afirmou que está processando o FSK pela decisão de não classificar o filme. Em entrevista, o cineasta classificou a medida como uma forma de censura e disse acreditar que ela viola a Constituição alemã.
"Eu acho que fizeram isso de propósito", continuou o diretor. "Foi uma decisão deliberada de censura. Contratei um advogado para reclamar, mas perdemos por seis votos a dois, pois me disseram que o filme incitava violência contra imigrantes."
Depois, questionado sobre suas visões políticas, Böll disse que "não é nazista". "Agora estão dizendo que se você for conservador em qualquer coisa - social, sexual, política - você é um nazista", criticou. "Mas é assim que as coisas estão no momento. Se você questionar qualquer coisa - como as centenas de bilhões injetados na Ucrânia - então você é amigo de Putin ou nazista, ou ambos."
A escalação polêmica de
Armie Hammer
O cineasta ainda defendeu a escalação de Armie Hammer, que enfrenta acusações de abuso sexual de múltiplas mulheres desde 2021. Ao final da investigação policial, concluiu-se que não havia provas suficientes para indicar o ator pelos crimes, mas ele ainda foi dispensado de sua antiga agência e removido do filme Casamento Armado (2022).
"Escalei Armie
Hammer para o papel principal porque ele é um ótimo ator e também porque
ele estava com um projeto cancelado e queria trabalhar", afirmou.
"Ele não foi acusado de nada, não houve processo. Ele era apenas um cara
famoso que estava aprontando. Ele é um cara bonito e carismático, que poderia
ser James Bond. Aliás, ele seria perfeito para o papel."
Angelo Cordeiro, Portal Terra, 29-6-2026, 11h21
IMDb: 6,8
Zelensky’s 40-Day Influence Operation Against Russia Is Unlikely To Succeed
Andrew Korybko
Neither average Russians nor the elite are capable of
influencing Putin, who’s the only person on the Russian side that decides when
the Ukrainian Conflict ends and on what terms, and not even a radical spike in
Ukrainian strikes is likely to convince him to de facto surrender like Zelensky
demands
Zelensky announced in a post on Telegram that
he approved a 40-day operation to influence Russia to end the Ukrainian
Conflict. The innuendo is that it should freeze the frontlines without
first obtaining full control over Donbass like Putin hoped would happen as the
quid pro quo per the reported
“Spirit of Anchorage” whereby Trump was supposed to first coerce
Zelensky into withdrawing from that region. Extrapolating further, Zelensky
probably also wants NATO
peacekeepers, which Russia shouldn’t oppose.
In pursuit of this end, which
would indisputably amount to a Russian defeat that Putin never signaled any
interest thus far in even countenancing no matter what might happen, Zelensky
will almost certainly ramp up his US-assisted
strikes against Russia. This can be intuited from him reporting in the
same post just before announcing his 40-day influence operation that he
received a briefing about these strikes. The timing also points to this being
his modus operandi considering September’s Duma elections.
As was assessed here in mid-May, Putin’s foes hope that United Russia fares worse than its 49.82% of the popular vote during the last elections in 2021, thus forcing it into a coalition with either the communist or nationalist opposition parties as a symbolic defeat for Putin. Zelensky’s 40-day influence operation will stretch into early August, thus giving Putin around six weeks to wrap up the conflict per Zelensky’s calculations and selling the outcome as a victory in order to boost his party’s ratings before the elections.
Greve dos rodoviários causa caos no Rio, com lotação, atraso e vandalismo em ônibus
Mateus Aguiar
O Rio Ônibus informou
que 800 veículos estavam em circulação e afirmou que as empresas estão
mobilizadas para colocar toda a frota nas ruas. Em nota, a entidade fez um
apelo aos motoristas e rodoviários para que compareçam às garagens, a fim de
que a normalidade do serviço seja restabelecida o quanto antes.
“Lembramos a importância do respeito à legalidade e à determinação da Justiça, que exige pelo menos 50% da frota circulando para atender a população”, disse o sindicato das empresas.
Reforço nos trilhos
Diante do impacto na mobilidade, trens e metrô reforçaram a operação nesta manhã. A TrensRJ informou que colocou viagens extras em todos os ramais pela manhã e por volta das 12h, para atender a demanda adicional provocada pela greve dos ônibus municipais e pela antecipação do retorno para casa por causa do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo.
Qual é a chance da justiça investigar isso aí? 🤡
Para surpresa de ninguém, a esquerda e suas milicias digitais organizadas...
"Acuse os seus opositores daquilo que você faz."
Título, Imagem e Texto: Leandro
Ruschel, X,
29-6-2026, 12h19
[Sétima Arte] Sully – o herói do rio Hudson
Sully (bra: Sully - O Herói do Rio Hudson; prt: Milagre no Rio Hudson]) é um filme de drama biográfico lançado em 2016, dirigido e coproduzido por Clint Eastwood e escrito por Todd Komarnicki, que conta a história do Voo US Airways 1549 e do piloto Chesley Burnett Sullenberger III, baseado na autobiografia Highest Duty: My Search for What Really Matters, de Sullenberger e Jeffrey Zaslow.
A obra cinematográfica é estrelada por Tom Hanks, Aaron Eckhart, Laura Linney, Anna Gunn, Autumn Reeser, Holt McCallany, Jamey Sheridan e Jerry Ferrara. Wikipédia
IMDb: 7,4
domingo, 28 de junho de 2026
Um estranho magnetismo
Henrique Pereira dos Santos
Um dia destes, depois de eu
ter feito uns comentários favoráveis à coerência e consistência estratégica que
os EUA têm vindo a demonstrar na guerra com o Irão (que dois artigos de Bernardo Ribeiro da Cunha me ajudaram a nomear, falando da vitória da contenção), um amigo meu disse ironicamente qualquer coisa sobre
o meu apoio a Trump.
Acontece que reconhecer que a
consistência estratégica dos EUA no Irão não tem qualquer relação com apoios ou
desapoios a Trump.
As pessoas não são
indiferentes, não será igual estar Trump ou Obama a tomar decisões nesta
guerra, mas eu não acho que os governantes sejam inteiramente livres nas suas
decisões, nem Trump, nem mesmo Khamenei, Putin ou Xi Ji Ping, todas estas
pessoas, e mais as que governam países democráticos, como Trump ou Nethanyahu,
tomam decisões dentro de contextos sociais e políticos que limitam a sua
vontade de fazer isto ou aquilo.
A doutrina de contenção, para
usar a expressão de Bernardo Ribeiro da Cunha nos artigos que citei, é visível
na intervenção na Venezuela (Maduro é removido, mas não se mexe mais que o
necessário para que o regime se alinhe com os interesses ocidentais), em Cuba
(não há intervenção directa, mas um dos efeitos da mudança Venezuela é a
capitulação do regime cubano que as reformas apresentadas pelos seu presidente
representam) ou no Irão, não são possíveis de ser desenhadas e aplicadas porque
um dia o presidente dos EUA, seja ele qual for, acordou e decidiu isto ou
aquilo.
Atribuir a Trump a decisão final de lançar uma ofensiva no Irão é razoavelmente correcto - no topo do processo de decisão ele poderia decidir o contrário - mas pensar que é Trump que orienta todo o processo de decisão que culmina na sua decisão final, é achar que os governos mandam muito mais do que realmente mandam.
République une et indivisible ? Mensonge : le Parlement vient de l’enterrer
Julien Michel
C’est une capitulation abjecte. Une trahison en bonne
et due forme de tout ce que la République française a de plus sacré
Le 23 juin 2026, l’Assemblée nationale a voté l’introduction dans la Constitution de la définition même du communautarisme, dans le cadre du projet d’autonomie pour la Corse. Ce n’est pas une simple réforme technique : c’est un coup de poignard dans le dos de l’indivisibilité républicaine, de l’égalité devant la loi et de l’unité nationale.
Comme l’explique avec lucidité
le constitutionnaliste Benjamin Morel, on inscrit désormais dans la loi
fondamentale la possibilité d’octroyer des droits particuliers sur la base
d’une identité culturelle, linguistique ou religieuse. Pandore est
ouverte. Et la France va s’y noyer.
Ceux qui minimisent en disant
« ce n’est qu’une île » sont des imbéciles ou des complices. La
Réunion est aussi une île, avec une histoire riche, et personne n’a jugé bon de
lui accorder des privilèges communautaristes. Mais pour la Corse, parce qu’elle
brûle, parce que des voyous ont manifesté, incendié des bâtiments publics et
attaqué des commissariats après la mort d’Yvan Colonna (assassin d’un préfet de
la République !), l’État s’agenouille.
Gérald Darmanin compare
l’assassinat de Colonna à celui de Samuel Paty, puis félicite la
« jeunesse corse » – ces mêmes jeunes qui ont mis le feu à l’île. Il
ose parler de « promesse tenue à la jeunesse corse en 2022 ». Quelle
honte ! L’État français récompense la violence. Il montre à tous
les séparatistes, régionalistes et islamistes que le chantage paie, que la
République est faible et négociable.
Les complices de cette forfaiture
Le texte a été voté par les Insoumis (Mélenchon s’en est même vanté à Saint-Denis), par Olivier Faure, et même par Gabriel Attal, cet opportuniste qui avait fait de l’interdiction de l’abaya au lycée son cheval de bataille avant de se coucher. La droite ? Trop molle ou complice par abstention. Tous savaient pourtant. Le Conseil d’État avait alerté. Onze constitutionnalistes avaient tiré la sonnette d’alarme dans Le Monde. Peu importe : l’opportunisme politique et la peur de la violence ont primé sur l’intérêt supérieur de la Nation.
Muito além do futebol — 3
As conquistas importantes — no futebol, na geopolítica e na vida — dependem de se conhecer o terreno, lidar com as adversidades e se impor sobre os adversários
Nuno Vasconcellos
Agora é para valer. A partir de
amanhã, contra a equipe do Japão, a seleção brasileira decidirá, partida por
partida, seu destino na Copa do Mundo. Se perder uma, estará fora. Tomara que a
má impressão das duas primeiras rodadas tenha ficado definitivamente no passado
e que o time treinado por Carlo Ancelotti confirme daqui por diante a evolução
demonstrada no jogo contra a seleção da Escócia. E que pratique um futebol
capaz de devolver ao torcedor o direito de sonhar com o título. Um sonho que,
com toda sinceridade, tem sido impossível nos últimos mundiais.
Isso mesmo. O torcedor brasileiro, nas
Copas mais recentes, às vezes até se deixa iludir pelo esforço marqueteiro em
torno de jogadores que parecem mais preocupados com o corte de cabelo do que
com a aplicação em campo. A verdade, porém, é que o respeito que alguns
adversários ainda demonstram pela seleção brasileira se deve mais ao que o time
já foi do que naquilo que ele ainda é. As possibilidades de vitória se
sustentam apenas na tradição e nas glórias do passado — sem qualquer conexão
com a realidade de um time que se mostra realmente preparado para vencer.
Isso mesmo. Os jogadores da seleção
até demonstram vontade de triunfar. Eles até parecem desejar, com sinceridade,
levantar o troféu e serem novamente aclamados como os melhores do mundo.
Infelizmente, essa não tem sido a realidade. Nas Copas passadas, o time
brasileiro não fez por merecer qualquer conquista. Na verdade, nem a CBF nem as
forças que influenciam a convocação e a escolha dos 11 jogadores que entram em
campo de camisas amarelas para representar o Brasil têm se mostrado capazes de
trazer dos mundiais algo que vá além das colocações secundárias, alcançadas
após a conquista do pentacampeonato, em 2002.
Tomara que, sob comando de Ancelotti, a história tenha um desfecho diferente do que teve sob o comando de Carlos Alberto Parreira, em 2006, de Dunga, em 2010, de Felipão, em 2014, e de Tite, em 2018 e 2022 — treinadores que se mostraram incapazes de compreender o que se passava sob seus narizes. Em que pese a insistência do italiano em pôr em campo jogadores que dividem a opinião da torcida, o fato é que o time já demonstrou, na última partida da fase de classificação, contra o time da Escócia, uma aplicação tática que reduz a dependência crônica que o time brasileiro parece ter do talento individual dos principais craques.
E tem gente que insiste em negar a existência de um regime totalitário no Brasil
Lula chama Bolsonaro de "genocida" e "canibal".
"É do jogo político", afirma a "justiça".
Bolsonaro sugere que Lula será delatado por Maduro.
"CRIME!", afirma a
mesma "justiça".
Título, Imagem e Texto: Leandro Ruschel, X, 27-6-2026, 13h57
➡️ PF conclui que Flávio Bolsonaro cometeu crime de calúnia contra Lula
— Metrópoles (@Metropoles) June 26, 2026
Leia mais na coluna @manualcantaraahttps://t.co/4KbCi2E4PQ
[As danações de Carina] Sobre o amor
Carina Bratt
AS PESSOAS, que se dizem entendidas no amor, geralmente professam escancaradamente que ele se dá ou se constrói por inteiro, que chega devagar, que chega sem pressa e em surdina. Outros mais moderados, afirmam em alto e bom som e de pés juntos, que ele precisa ser conquistado.
Euzinha, do alto da minha pouca
experiência, acho que aquele amor tido como bonito e verdadeiro, indestrutível
e acima de qualquer suspeita chega movido pela vontade, pelo desejo e
obviamente pela escolha. Esse amor é o que conheço como verdadeiro. É aquele
amor que entra sem bater palmas, sem tocar a campainha, sem fazer alarde.
O amor verdadeiro pega a gente distraída,
assim meio que de surpresa pelada, sem nada, e se instala de forma duradoura
onde deveria estar. E onde deveria estar? No coração, na alma, no mais profundo
do nosso âmago. Esse amor se faz eterno e imorredouro. Se faz coeso, grudento,
indissolúvel. Se for bem cuidado, com carinho pode durar uma vida inteira.
E o amor roubado? Entendam amor roubado,
aquele amor tomado na marra, na força, no tapa, ou seja, o que é tirado de nós
por debaixo dos panos. O amor roubado ao qual faço referência, quero deixar bem
claro, para que se faça entendido se trata daquele amor pego à força, no tapa,
furtado, roubado, surrupiado com más intenções.
O amor roubado vem com o rosto encoberto, sem mostrar seu âmago, se faz carecido, é sonso e dissimulado. Não é puro, nem cristalino. No fundo, a intenção é unicamente a de fazer algum tipo de mal perverso, provocar um dano, visando prejudicar alguém. O amor roubado, nasce assim, no espaço oco, cresce num cantinho obscuro e ataca.
sábado, 27 de junho de 2026
Democrats hoping to blame Trump for World Cup failures forced to change strategy after great success
Carlos Garcia
Many are furious at the report
and say so on social media.
The fantastic success of the
World Cup in the U.S. has soured many Democrats who were hoping it would be a
black eye for President Donald Trump, according to a Politico report.
The report found that many
believed the complex logistics of organizing the global event might be too much
for American officials but that that hope has been dashed so far.
'What an absolute crock of
an article.'
"I think that there was a
little bit of like liberal wishcasting that this would maybe be a disaster to
sort of stick it to Trump,” said Democratic strategist Rob Flaherty. "It
hasn’t yet been."
It went on to say that
Democrats have pivoted from criticizing the tournament in anticipation of its
failure to praising local officials rather than crediting the Trump
administration.
The Politico report was
unwelcome on social media, where many on the left expressed their outrage.
"This is the most
hilarious stretch I've ever read," replied A.J.
Delgado, who identifies as anti-Trump. "Yes, nothing makes Dems more
uncomfortable than Dem-mayor Boston; Dem-mayor Atlanta; Dem-mayor Miami and
more doing a great job hosting. This is like saying Dems are struggling with
the Knicks' success."
"Why would Democrats
grapple with it being that it’s democratic cities that benefited from it?
Pretty stupid headline," responded Leslie
Marshall.
"What an absolute crock of an article," said another X user.
Ukraine’s Spree Of Strikes Against Russia Is More Showmanship Than Strategy
Andrew Korybko
The primary motive is to produce dramatic visuals for
helping Ukraine’s overall cause as war fatigue in the West becomes more
palpable and Trump’s political one ahead of November’s midterms after his loss
to Iran
Zelensky recently boasted
about his country’s long-range strikes against Russia in the Urals and Western
Siberia, which followed an earlier large-scale strike against Moscow after
several months of sporadic strikes against St. Petersburg. He
also announced a 40-day
influence operation aimed at coercing Russia into freezing the Ukrainian
Conflict, which will likely include many more such attacks. These latest
moves coincide with the EU disbursing the first
€3.2 billion installment of its €90 billion loan to Ukraine.
Palpable war fatigue in the
West as reaffirmed by Czechia, Slovakia, and even Hungary under its new
EU-friendly government refusing
to finance the aforesaid loan, which preceded Bulgaria’s new
government banning
arms supplies to Ukraine, arguably pushed Zelensky to authorize
attacks with dramatic visuals. Trump once described him as “the
greatest salesman on Earth”, and true to form, he knows how to put on a
show to keep his audience interested and the cash flowing. That’s the first
purpose of these strikes.
The second is to reinforce the false narrative that “Ukraine is winning”, which has been gradually reintroduced by the Mainstream Media throughout the past half-year after earlier being completely discredited by summer 2023’s failed counteroffensive. A State Department representative parroted this claim word-for-word just last week, but as RT’s Sergey Poletaev argued, “The drone war is a distraction. Watch the front” as Russia continues gaining ground in Liman, Rai-Aleksandrovka, and Konstantinovka.






























