domingo, 8 de março de 2026
As cabeças da Hidra
Como na lenda grega, a operação dos Estados Unidos e de Israel visa decapitar a fera que mantém o mundo e o próprio Irã sob ameaça constante. Dará certo?
Nuno Vasconcellos
“Não haverá acordo com o Irã,
a não ser a rendição total”. A frase dita pelo presidente Donald Trump não
deixa dúvidas sobre a intenção dos Estados Unidos de levar até as últimas
consequências a guerra que move contra o governo do Irã. Aliados a Israel, os
Estados Unidos vêm, há uma semana, lançando bombardeios inclementes, que têm
como alvo as principais posições militares iranianas e os líderes mais
destacados do país. Só na sexta-feira, mesmo dia em que Trump exigiu a rendição
total do regime, mais de 400 alvos iranianos foram atingidos e destruídos. Isso
sem falar nos chefões do governo, que saíram de cena sob os ataques. O mais
destacado deles foi o aiatolá Ali Khamenei. Até sábado retrasado, ele era o
“líder supremo” do regime que sufoca o país persa há quase 50 anos. Agora não é
mais.
É pouco provável que o governo
do Irã, ou o que ainda resta dele, concorde com a rendição incondicional. Em
compensação, é menos provável ainda que a ditadura, pelo menos na forma que
tinha antes do início desta guerra, resista por muito tempo. Trump pretende — e
certamente conseguirá — que algum iraniano confiável, que não seja alinhado com
o regime dos aiatolás assuma o comando do país. A pergunta é: isso é
suficiente? A resposta é: claro que não! Mudar a cabeça do regime não será a
garantia de que o Irã se submeta e, de uma hora para outra, passe a funcionar
de uma maneira completamente diferente da que funcionou nas últimas décadas.
O caminho será longo. Independentemente de quem venha a ocupar a cabeceira da mesa nas próximas semanas — ou, mais especificamente, depois que o presidente Masoud Pezeshkian sair, espontaneamente ou à força de sua cadeira — é de se esperar que o novo governante enfrente dificuldades terríveis. Isso porque a transformação do Irã em um país mais preocupado com o bem-estar da população do que em destruir aqueles que os aiatolás enxergam como a encarnação do mal — ou seja, os Estados Unidos e Israel — exige, mas não depende apenas disso, a substituição da cabeça do governo. O corpo inteiro está contaminado por meio século do fundamentalismo mais tacanho. Mas se a cabeça não for trocada, o corpo nunca irá se curar do mal que o aflige.
Aposentados e pensionistas do INSS precisam redobrar a atenção em 2026
João Financeira
O início de 2026 trouxe
novamente um cenário que exige atenção redobrada de aposentados e pensionistas
do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Entre revisões administrativas,
mudanças operacionais e o avanço de golpes cada vez mais sofisticados, a
orientação principal é clara: informação passou a ser uma das maiores formas de
proteção do benefício.
Nos últimos anos, o governo
intensificou mecanismos de controle sobre benefícios previdenciários. Essas
revisões, muitas vezes chamadas popularmente de “pente-fino”, têm como objetivo
identificar irregularidades, atualizar cadastros e garantir que os pagamentos
estejam corretos. Embora a medida seja voltada para combater fraudes, ela
também acaba atingindo beneficiários que, por falta de atualização cadastral ou
documentação incompleta, podem ter seus pagamentos suspensos temporariamente.
Por isso, especialistas em
direito previdenciário recomendam que aposentados e pensionistas mantenham seus
dados sempre atualizados e fiquem atentos às comunicações oficiais. Em muitos
casos, uma simples convocação para atualização de informações pode evitar
bloqueios ou atrasos no recebimento.
Outro ponto que preocupa é o aumento expressivo de golpes direcionados justamente ao público aposentado. Criminosos têm utilizado ligações telefônicas, mensagens por aplicativos e até falsos atendimentos para prometer revisões de benefício, liberação de valores atrasados ou supostos aumentos na aposentadoria.
[As danações de Carina] Nada mais me irrita, nem eu mesma, quando estou sozinha...
Carina Bratt
GRAÇAS AO MEU BONDOSO DEUS, cheguei a um ponto em que o mundo ao meu redor parece ter perdido o poder de me tirar do eixo. Já não me incomoda o trânsito lento, nem o vizinho fofoqueiro, ou a adolescente do som barulhento, que toca umas músicas (músicas?!) que parecem ter saído dos quintos. Sem falar num senhor quase na casa dos cem, que insiste em falar alto com ele mesmo, a dialogar com seus fantasmas na madrugada com alguém inexistente. Alguém que somente ele vê diante da sua insanidade, e, nesses instantes, ligar a TV na Rede Globo e ficar com a língua de fora com a cara daqueles debilóides do BBB.
As pequenas contradições da vida, os reveses,
os abalos, os descalabros que antes eram capazes de acender em mim uma chama de
impaciência, de intolerância e infelicidade, hoje se dissolvem como fumaça no
ar. Nada mais me irrita, nada mais me tira do sério, do prumo, nada mais me
desvia da tranquilidade, porque aprendi que a irritação é apenas um convite
para desperdiçar energia. Descobri, mesmo saco de gatos rosnando, que o
silêncio é mais forte que qualquer resposta atravessada, e que a calma que vem
de dentro de mim é uma espécie de arma invisível contra o caos reinante.
Nada mais me cala a voz, ou me sufoca, me constrange, ou me assusta. Nada, porque percebi que cada situação é apenas um reflexo daquilo que eu escolhi carregar dentro de mim. Se me abasteço de uma leveza pura, tudo se torna suportável. Se carrego paz, até o inesperado se torna bem-vindo. Nada mais me irrita, não porque o mundo aqui dentro, ou lá fora, tenha mudado, mas porque eu resolvi mudar. Da água para o vinho. E nessa mudança, encontrei uma liberdade rara: a de não ser refém das pequenas tempestades que antes me roubavam a serenidade, que me tolhiam de estar em paz comigo mesma.
sábado, 7 de março de 2026
[Versos de través] Passeio
De um exílio passado entre a montanha e a ilha Vendo o não ser da rocha e a extensão da praia.
De um esperar contínuo de navios e quilhas
Revendo a morte e o nascimento de umas vagas.
De assim tocar as coisas minuciosa e lenta
E nem mesmo na dor chegar a compreendê-las.
De saber o cavalo na montanha. E reclusa
Traduzir a dimensão aérea do seu flanco.
De amar como quem morre o que se fez poeta
E entender tão pouco seu corpo sob a pedra.
E de ter visto um dia uma criança velha
Cantando uma canção, desesperando,
É que não sei de mim. Corpo de terra.
Hilda Hilst
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Aquela
Árias Pequenas. Para Bandolim
Êxtase
Dez chamamentos ao amigo
Trump quer saber se pode marcar um golo de livre ao FC Porto (!!!)
Tiago Ferreira Resende
Insólito
O presidente dos Estados
Unidos fez várias menções ao FC Porto durante um discurso na Casa Branca,
proferido no âmbito da recepção ao Inter Miami. Trump recordou o jogo entre o
FC Porto e o Inter de Miami no Mundial de Clubes, que a equipa portuguesa
perder por 2-1. Esse jogo foi o primeiro da história do futebol em que uma
equipa dos EUA venceu uma equipa europeia.
“Nenhum jogo do Inter Miami no
Mundial de Clubes foi mais importante do que aquele frente ao FC Porto. O Porto
marcou primeiro, mas vocês voltaram mais fortes do intervalo e empataram.”
Trump lembrou depois o momento decisivo da partida, protagonizado por Lionel
Messi, que também estava na Casa branca. “Aos 54 minutos, o Leo chegou-se à
frente para um dos seus famosos livres, batendo a bola de forma a contornar a
barreira para bater o guarda-redes e fazer um golo sensacional.”
A meio da intervenção, Trump interrompeu o discurso para fazer uma pergunta que provocou gargalhadas entre os presentes. “Será que eu também era capaz de marcar um livre ao FC Porto se treinasse muito?”
Você sabia?
Eu não sabia que Lula, Mantega, Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e companhia eram de direita... https://t.co/DPG8bMJXJo
— Rodrigo Constantino (@Rconstantino) March 5, 2026
Não foi o Ocidente que começou esta guerra
O único estadista europeu que apoiou a ofensiva de Israel e dos EUA foi Zelensky. Porque, tal como Israel, não pode ignorar a guerra que a teocracia iraniana declarou contra o Ocidente
É tão fácil condenar e
criticar a ofensiva de Israel e dos EUA contra o Irão, ou duvidar do seu
resultado. Para condenar, lá está o curioso direito internacional, cujos
rigores só se aplicam a dois países no mundo (Israel e os EUA). Para criticar,
enumera-se tudo o que pode correr mal, como se tudo estivesse a correr bem
antes. Para duvidar, explica-se que o Irão nunca será a Suíça, como se só a
transformação do Irão numa Suíça pudesse justificar o esforço de o desarmar.
Valerá a pena perder tempo com
tais argumentos? São apenas buracos para as avestruzes meterem a cabeça. Nenhum
toca o problema fundamental: a razão de ser da teocracia iraniana é a guerra
apocalíptica contra o Ocidente. Por isso, tem promovido agressões terroristas,
ajudado Putin e trabalhado para adquirir armas que lhe permitam devastar
Israel. Para os seus líderes, tão fanáticos como corruptos, não há limites.
Viu-se em janeiro, quando massacraram dezenas de milhares de opositores. Vê-se
agora, quando procuram alargar a guerra bombardeando quase todos os seus
vizinhos.
Não foi o Ocidente que começou esta guerra. O que o Ocidente está a fazer é tentar pôr-lhe termo. Durante anos, esperou que sanções e diplomacia contivessem o Irão. Os mullahs contornaram as sanções, e tourearam a diplomacia. Com a Rússia e a China interessadas nos seus recursos e na sua agressividade, não estão sozinhos. O povo iraniano sofre as restrições económicas. Ao regime, porém, nunca faltaram armas e dinheiro para sustentar braços armados no Líbano, em Gaza, ou no Iémen.
6-3-2026: Oeste sem filtro – M mais perto da cadeia depois de mensagens de Vorcaro? + Toffoli nega acesso a provas obtidas durante relatoria no Caso Master + Justiça americana pede novos documentos no caso Filipe Martins
sexta-feira, 6 de março de 2026
[Aparecido rasga o verbo] O que efetivamente determina o nosso destino?
Aparecido Raimundo de Souza
“Uma jovem que começa num bairro esquecido pode se tornar inventora de
futuros. Uma mulher que inicia a sua jornada em meio ao silêncio pode
descobrir, num piscar de olhos a sua voz no palco do mundo. O início não é
sentença, é apenas uma peça do cenário”. Tudo isso e muito mais pode ser lido
no livro de Maria Isabel Szpacenkopf em seu “O olhar do poder”. O que realmente
molda o caminho, nas palavras, agora na visão de Raul Parelo em “A vida
suspeita do subversivo”, é “a coragem de continuar, mesmo quando o horizonte
parece distante demais”.
Parinoush Saniee em seu romance “O livro do destino” deixa claro e
cristalino que o ponto de chegada “não é uma linha reta, mas um mosaico de
acasos e decisões”. O ponto de partida, pode ser humilde, doloroso ou até mesmo
bastante caótico — mas não é uma prisão. Cada curva, cada queda, cada
levantada, cada recomeço acrescenta uma nova camada à narrativa. E, no fim, o
que importa “não é de onde se veio, mas o que se construiu ao longo da
travessia”.
Assim, a crônica da nossa vida ensina: nenhum ponto de partida indica o
destino. O que o determina alimentando é a persistência em caminhar, a ousadia
constante em mudar de rota e a fé persistente em que o amanhã pode ser
diferente do ontem. E o ontem, do hoje. O ponto de onde se inicia a viagem, é
apenas uma circunstância inicial, um instante que nos situa no tempo e no
espaço, mas não nos aprisiona de nenhuma forma.
A filosofia ensina que o ser humano é um esboço em aberto: não nasce pronto, se constrói aos poucos. Martin Heidegger em “Ser o tempo” fala do “ser-aí” lançado no mundo, mas com a liberdade de se projetar além das condições dadas”. Sartre, por sua vez, lembra que “a existência precede a essência” — ou seja, não somos definidos pelo lugar de onde viemos, mas pelas escolhas que fazemos.
“A matéria é mentirosa, do título ao final”
Fonte: tororó.
A matéria é mentirosa, do título ao final,
mostrando que o único intuito é usar meu nome para ganhar leitores e acenar
para a militância à qual esse jornal serve.
Não vetei oito nomes e muito menos aceitei Eduardo
Cunha no partido.
Não sou presidente nacional nem estadual do partido,
mas sempre fui claro, inclusive em entrevistas: não serei usado para eleger
pessoas que não têm os mesmos princípios e valores que eu.
Isso é responsabilidade e respeito com meu
eleitor.
O post que fez Vorcaro chamar Bolsonaro de "idiota"
Aqueles que vivem de esquemas não costumam gostar de
gente honesta mesmo...
Título, Texto e Imagem: Rodrigo Constantino, X, 5-3-2026, 10h48
William Waack: "Caio o que te chamou mais atenção nas mensagens de Vorcaro?"
— Luli (@crisdemarchii) March 6, 2026
Caio Junqueira: "A grande mensagem é o Vorcaro no dia da prisão mandando uma mensagem para o Dom Pedro III perguntando se ele vai ou não bloquear a P**$ÃO?" CNN pic.twitter.com/bTtsXhcK1Z
quinta-feira, 5 de março de 2026
[Viagens & Destinos] Copacabana à noite
Copacabana Posto 6 – Night Walk com Som do Mar | 4K
Caminhada noturna em Copacabana, no Posto 6, começando à beira da praia.
O som das ondas quebrando, os barcos de pesca junto à Colônia dos Pescadores e um passeio pelo calçadão em uma noite tranquila no Rio de Janeiro.
Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem
Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026
Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural)
Tijuca a pé
Algumas ruas do Grajaú
Feira da Glória – A maior feira livre do Rio de Janeiro
Caso Master: petistas tentam empurrar a culpa para Bolsonaro, cronologia revela outra história
Cronologia de nomeações mostra que os servidores acusados já ocupavam posições estratégicas nos governos Lula e Dilma
David Agape
Na manhã de 4 de março de
2026, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a
terceira fase da Operação Compliance Zero. A decisão levou à segunda prisão de
Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, ao afastamento judicial de dois
servidores do Banco Central — ambos com tornozeleira eletrônica — e ao bloqueio
e sequestro de bens de até R$ 22 bilhões. Segundo a investigação, os dois
funcionários públicos recebiam propina para atuar como espiões internos da
autarquia em favor do banqueiro, repassando informações sensíveis e antecipando
movimentos da fiscalização.
Antes mesmo de o país absorver
a dimensão do que estava descrito nos
autos — que incluem desde planos de ataques físicos contra jornalistas até uma
rede privada de vigilância operando no entorno do banco, envolvendo até o FBI —
a tropa
digital alinhada ao governo Lula tentou emplacar nas redes a tese de
que o caso Master seria, na essência, culpa da gestão de Roberto Campos Neto,
ex-presidente do Banco Central indicado por Jair Bolsonaro. O argumento central
repetido nas redes é que o Master só teria existido porque o Banco Central
autorizou, em 2019, a transferência do controle do antigo Banco Máxima para
Daniel Vorcaro.
O problema é que essa
narrativa exige ignorar parte substancial do que as próprias investigações
revelam. A prisão dos dois servidores do Banco Central mostra que o núcleo do
esquema estava instalado na estrutura de supervisão bancária muito antes de 2019.
A cadeia de promoções que levou Paulo Sérgio Neves de Souza e Bellini Santana a
esses cargos começa em 2007 e atravessa, sem ruptura, os governos Lula, Dilma e
Temer.
A cronologia ganha ainda mais
peso quando se observa o ambiente político em torno do Banco Master já durante
o atual governo. Daniel Vorcaro manteve interlocução frequente com figuras
centrais da administração Lula e com aliados históricos do PT. Em pelo menos
uma ocasião, chegou a se reunir diretamente com o próprio presidente Lula.
A engrenagem montada anos
antes
A tese de que o escândalo Master seria um produto direto da era Bolsonaro esbarra em um dado elementar: Paulo Sérgio e Bellini não foram alçados ao núcleo da supervisão bancária por Campos Neto, nem por Bolsonaro. Eles já estavam entrincheirados ali quando Campos Neto assumiu a presidência do Banco Central, em fevereiro de 2019.
Bolsonaro junior à la conquête du Brésil
De passage à Paris, le fils de l'ex-président emprisonné expose sa méthode et son programme pour gagner la présidentielle du Brésil, le 4 octobre prochain. Et sa vision des relations franco-brésiliennes
Mériadec Raffray
4-3-2026: Oeste sem filtro – Vorcaro e mafiosos na cadeia + Mendonça critica posição da PGR no caso Master + Dino tenta salvar Lulinha
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, voltou para a prisão nesta quarta-feira (4). A ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, veio após a PF (Polícia Federal) apontar a existência de uma espécie de milícia ligada a Vorcaro para atacar e intimidar críticos, adversários e jornalistas. #CNNBrasil
quarta-feira, 4 de março de 2026
The Planned “NATO Bank” Is Expected To Finance Europe’s Impending Arms Race With Russia
Andrew Korybko
The Russian-Polish security dilemma will likely serve
as the impetus for fully unleashing and properly managing the capabilities of
European NATO as a whole per the US’ National Defense Strategy
RT drew
attention in late January to a report by Izvestia about the West’s alleged
plans to launch a “Defense,
Security, and Resilience Bank” (DSRB) by 2027. Their article relies on
in-depth research by the Atlantic
Council, which came up with the idea of what was at first called the “NATO
Bank”. The purpose is to provide “low-interest loans for defense
modernization”, thus facilitating the goal of NATO members spending 5% of GDP
on defense without significantly curtailing social and infrastructure spending.
Instead of slashing such
programs to redirect funds to defense at the risk of helping
populist-nationalists during the next elections and/or provoking unrest, they’d
only spend a fraction of the principal each year servicing their DSRB loan
instead of paying the cost upfront as if it was part of their annual
expenditures. The Executive Summary of the Atlantic Council’s in-depth research
hyperlinked to above also notes that “An additional critical function of the
DSR bank would be to underwrite the risk for commercial banks”.
This would then “enabl[e] them to extend financing to defense companies across the supply chain.” The supplementary purpose is to finance large-scale orders that these companies themselves are unable to afford on their own and most member states can’t finance either without potential populist pushback. Defense companies can then expand production, pump out the requested military-technical equipment at scale, and then sell it at a much more affordable price for accelerating NATO’s planned militarization.
Da rua ao rodapé, o que o Brasil ignora
Rafael Nogueira
As manifestações do último domingo reuniram gente em várias capitais, com a Avenida Paulista como palco principal. Nas cidades que acompanhei, de perto ou de longe, muito se gritou de correto e verdadeiro, mas faltou apoio a pessoas concretas, com nome, rosto e biografia, que passam por dramas intensos e desapareceram da pauta no momento em que mais precisavam.
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| Porto Alegre, 1-3-2026 |
Condenado pelo STF a vinte e
um anos e seis meses de prisão por crimes relacionados à alegada tentativa de
golpe de Estado, Filipe Martins foi preso preventivamente em 2 de janeiro de
2026 com base num registro de acesso ao LinkedIn depois apontado como sem valor
probatório. Ficou preso assim mesmo. A Polícia Penal do Paraná, reconhecendo
que seu histórico funcional “o coloca em condição diferenciada de risco no
convívio com a população carcerária comum”, transferiu-o para o Complexo Médico
Penal de Curitiba, unidade com maior segurança e monitoramento. O ministro
Alexandre de Moraes ordenou sua devolução imediata à Cadeia Pública de Ponta
Grossa.
A Constituição Federal, no artigo 5º, inciso XLIX, assegura a todo preso o respeito à integridade física e moral. O artigo 40 da Lei de Execução Penal reforça que tal dever recai sobre todas as autoridades. O STF, no RE 841.526, firmou que o Estado responde objetivamente pelo descumprimento dessa obrigação, chegando a reconhecer responsabilidade até em casos de suicídio de detentos. Converter a prisão em risco adicional à vida do custodiado é inversão da lógica constitucional.
O país que se diz acordado
dorme justamente quando a vigília se faz necessária.
Se o próprio aparato penitenciário registra cenário sensível e toma providências protetoras, por que o Judiciário manda o preso de volta ao ambiente de maior risco? Cabe ao Estado explicar com clareza os critérios dessa escolha. Assessor de Bolsonaro, primeiro preso por uma viagem que não fez, depois recolhido à domiciliar e novamente encarcerado por um acesso a rede social que também não realizou: concorde-se ou não com suas ideias, o que está em jogo transcende a simpatia pelo réu.
Renato Gaúcho se manifesta após acerto com o Vasco
Após acerto, o técnico Renato Gaúcho destacou a alegria
de retornar ao Vasco da Gama com postagem em rede social
França Fernandes
O técnico Renato Gaúcho publicou uma foto nas redes sociais nesta terça-feira (3) e comentou o acerto com o Vasco da Gama, demonstrando felicidade por voltar a São Januário.
Renato Gaúcho destacou a
alegria de retornar ao Gigante da Colina, Clube que comandou entre 2005 e 2006,
além de uma segunda passagem em 2008. A identificação com o Vasco e o histórico
no banco de reservas reforçam a expectativa por um novo ciclo.
A contratação foi concluída no
início da tarde, e o treinador chega com a comissão técnica composta por
Marcelo Salles e Alexandre Mendes, profissionais que já trabalharam com ele.
O contrato do técnico com o Vasco terá validade até o fim de 2026. A diretoria aposta na experiência do treinador para fortalecer o elenco e buscar maior estabilidade na temporada, especialmente no Campeonato Brasileiro.























