Maior agência de notícias do mundo fotografou o brasileiro, ao lado de sua esposa, Fernanda, interagindo com o primeiro-cão do Chile, em pleno tapete vermelho do Palácio de La Moneda.
Título, Texto e Imagem: Meio Independente, X, 12-3-2026, 12h49
Maior agência de notícias do mundo fotografou o brasileiro, ao lado de sua esposa, Fernanda, interagindo com o primeiro-cão do Chile, em pleno tapete vermelho do Palácio de La Moneda.
Título, Texto e Imagem: Meio Independente, X, 12-3-2026, 12h49
Marco Angeli
Depois que o filhote de terrorista motjaba – o de papelão, porque o verdadeiro ninguém viu – foi 'eleito' o novo líder supremo do regime sanguinário, imagens intrigantes de uma enorme manifestação pró-regime foram divulgadas pela tv estatal iraniana e reproduzidas na grande mídia mundial, especialmente a canhota.
Ora, como um regime tirânico e falido, com apenas – sendo otimista – cerca de 2% de apoio da população, seria capaz de mobilizar essa enorme multidão em comemoração à escolha do novo líder? O New York Times foi um dos que divulgaram as imagens como verdadeiras e até uma puta velha da imprensa –acostumada a maracutaias da imprensa alugada – como Glenn Greenwald entrou nesse barco.
Muitos alegaram que se tratava de imagens geradas por IA, mas essa explicação não se mantinha, os vídeos pareciam verdadeiros. Mas como explicar isso? A resposta foi simples, e dada por @AviKaner e outros logo depois: os vídeos divulgados como manifestação de 2026 eram na realidade de seis anos atrás: é o famoso drone footage aéreo da procissão fúnebre de Soleimani em Teerã (praça Imam Khomeini/Azadi), com milhões de pessoas em 6-7 de janeiro de 2020. Foi confirmado pelo arquivo original no Wikimedia Commons (drone footage oficial de 2020), e fact-checkers recentes, que confirmam que as imagens de 2020 foram recicladas para parecerem de 2026.
Apesar de tudo isso, a grande mídia continua a manter a farsa. Impossível não notar e refletir sobre a notável semelhança com as estratégias da esquerda mundial, que muda a realidade de acordo com suas conveniências, desde Stalin e desde sempre. Outros regimes parecidos, como o de Hitler, usou a mesma estratégia, com seu ministro da propaganda, Goebbels. Mas isso é passado. Hoje, com essas estratégias deploráveis e mentirosas, os regimes tirânicos e a esquerda só passam vergonha, divulgando mensagens de papelão.
*THE FARCE
After the cardboard terrorist cub Motjaba—because nobody saw the real one—was 'elected' the new supreme leader of the bloody regime, intriguing images of a huge pro-regime demonstration were broadcast by Iranian state TV and reproduced in the mainstream media worldwide, especially the left.
O sistema entrou em colapso moral!
No programa de hoje, revelamos a grande vitória da liberdade: o ministro Alexandre de Moraes recua, atende a PGR e arquiva o inquérito contra Elon Musk. E as portas se abrem para Donald Trump: Moraes autorizou a visita do assessor do americano a Jair Bolsonaro.
Mas os absurdos em Brasília não param:
O Escândalo do STF e o Banco Master: A pesquisa que liga a Corte ao escândalo, a revelação de que o escritório da esposa de Moraes usou 'fotos genéricas da internet' no código de ética do banco, e a ironia suprema: Dias Toffoli foi sorteado relator do pedido de CPI, porém ele disse que ele não pode julgar porque se julga suspeito!
A Farra do Dinheiro: Senado aprova a criação de 18 mil cargos no Executivo, gerando um rombo de R$ 5 bilhões.
Geopolítica: Flávio Bolsonaro sela aliança da direita com Maria Corina Machado na posse de Kast no Chile (com Lula ausente), enquanto os EUA lançam ataques a embarcações iranianas no Estreito de Ormuz.
A velha mídia não quer que você veja essas conexões.
Humberto Pinho da Silva
Eu tinha doze a treze anos, não mais, quando minha mãe
declarou, em derradeiro dia de julho, com largo e bom sorriso bailando nos
finos lábios encarnados, vermelhos e acetinados como cerejas:
"Este ano vamos passar o mês de agosto a
Trás-os-Montes…”
A imaginação infantil excitou-se: pelos meus olhos de
criança, logo surgiu a pastoril e singela aldeia de minha mãe, esbraseada de
sol acariciador, sob o bom e cálido manto azul do Vale da Vilariça.
Nessa noite, que me pareceu eterna, percorri as
macadamizadas ruas da aconchegante povoação, aninhada nas fraldas da serra de
Bornes.
Vi – como vi! – as cacarejantes galinhas à mistura com
pachorrentos marrecos, cevados e esqueléticos cachorros, que livremente
circulam pelas calçadas, cobertas de morenas palhinhas, morenas como a gente e
o pobre centeio, que vegeta pelas serras.
Vi a desmedida pá do forno comunitário, colhendo das
incandescentes brasas pães redondinhos, estaladiços, saborosos e fumegantes.
Na manhã seguinte parti no ronceiro comboio do Douro,
junto à janela para melhor observar o rio, que, após a Régua, se atravessava a
vau.
Em Vila Flor, a Flor das Vilas, como dizia Raul de Sá
Correia, o “Rossas" levou-nos em velha viatura até à “Quinta do Bem”, onde
o prestável feitor, festivamente, nos acomodou.
Pouco depois conheci o Nero. Cãozarrão, guarda da quinta, que após meiga carícia, se afeiçoou a mim.
Rafael Nogueira
Existe uma velha sabedoria segundo a qual as instituições valem menos pelo que dizem de si mesmas do que pelo que fazem quando ninguém está olhando. O Supremo Tribunal Federal tem levado o provérbio a teste. O debate sobre a reforma do STF reaparece com a pontualidade de uma febre terçã: surge, esquenta, assusta e desaparece antes que qualquer remédio seja ministrado. A novidade é que o diagnóstico ganhou precisão técnica suficiente, e clamor público de tal monta, que a omissão se tornou mais difícil de justificar.
O Brasil construiu, na Constituição de 1988, um tribunal que acumula
funções que a maioria das democracias constitucionais distribuiu com cuidado
entre instituições distintas. O STF é corte constitucional ao modo kelseniano,
última instância em matéria constitucional e tribunal competente, em hipóteses
definidas pela Constituição, para julgar autoridades com prerrogativa de foro.
O resultado é uma concentração de poder que tornaria Montesquieu
desconfortável. E que faz qualquer governo disputar cada cadeira como se
disputasse a noiva ideal.
A comparação ilumina o problema. A Alemanha optou por mandato de doze anos,
vedada a recondução, com aposentadoria compulsória aos sessenta e oito. A
Turquia adotou mandato fixo de doze anos sem recondução. A Hungria segue lógica
semelhante. A Espanha estabeleceu mandatos de nove anos com renovação parcial.
Em quase todos os sistemas constitucionais que refletem seriamente sobre
legitimidade judicial, a permanência prolongada sem mandato fixo aparece como
exceção, e a previsibilidade das vagas como virtude institucional.
O Brasil, por contraste, preserva uma quase vitaliciedade, limitada apenas
pela aposentadoria compulsória aos setenta e cinco anos. São mandatos sem termo
certo, como se a República devesse esperar pacientemente que o tempo resolvesse
o que o legislador não quis ordenar. Nos Estados Unidos o mandato vitalício
subsiste, mas cercado por freios institucionais que o Brasil não trouxe no
pacote quando fez a importação.
A Suprema Corte americana julga cerca de oitenta casos por ano, e só aqueles que ela mesma escolhe. O STF recebe dezenas de milhares de processos por ano e decide em volume imensamente superior, muitas vezes por decisões individuais.
Conjunto habitacional inaugurado em 1906 e hoje em estado de degradação pode ser incluído no projeto de requalificação urbana que prevê intervenções no entorno da Praça Onze e da Sapucaí
Victor Serra
A reforma de um dos conjuntos
habitacionais mais antigos do país pode finalmente sair do papel depois de mais
de vinte anos. A histórica e centenária Vila Operária da Avenida
Salvador de Sá, no Estácio, pretende ser incluída no projeto de
requalificação do Praça Onze Maravilha, que vai revitalizar o todo
o entorno do Sambódromo da Marquês de Sapucaí.
A proposta foi apresentada
nesta terça-feira (10/03), durante a primeira audiência pública realizada na
Câmara Municipal do Rio para discutir o projeto. A sugestão partiu do
vereador Pedro Duarte, presidente da Comissão de Assuntos Urbanos,
que também conduziu o encontro, e foi bem recebida pelo secretário municipal de
Desenvolvimento Econômico, Osmar Lima.
O projeto, anunciado pelo
município em novembro do ano passado, prevê intervenções urbanísticas que
alcançam trechos dos bairros do Catumbi, Estácio e Cidade
Nova. Entre as medidas previstas estão a demolição do Viaduto 31 de
Março, a construção de uma biblioteca de referência e a criação de um
boulevard para interligar a área, nos moldes do Porto Maravilha.
Patrimônio histórico em estado de deterioração
Durante a audiência, Pedro Duarte chamou atenção para o estado de degradação do conjunto. A vila, que pertence à prefeitura, abriga atualmente cerca de 120 famílias e apresenta sérios problemas estruturais. Boa parte das edificações mantém estruturas de madeira originais que, com o passar do tempo, vêm se deteriorando. Em alguns blocos, escadas internas já desabaram, obrigando moradores a improvisar acessos para os andares superiores. O sistema elétrico antigo também levanta preocupação, especialmente pelo risco de incêndio. Além disso, partes das construções apresentam danos estruturais visíveis. Há registros de varandas que desabaram e de áreas comuns em estado precário.
Governo Lula apagou tudo
Allan dos Santos
A Presidência da República afirmou
oficialmente que não possui qualquer registro documental de reuniões
realizadas no Palácio do Planalto envolvendo o empresário Daniel Vorcaro,
controlador do Banco Master, e integrantes do governo federal — incluindo um
encontro que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva já admitiu
publicamente ter ocorrido.
A resposta foi enviada pela
Presidência em atendimento a um pedido feito com base na Lei de Acesso à
Informação. A solicitação buscava documentos relativos a reuniões realizadas no
Planalto entre o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que passou a atuar como
consultor do Banco Master, e integrantes do núcleo do governo.
A resposta oficial foi direta e
cínica: nenhuma ata, lista de participantes, gravação de áudio, filmagem ou
registro documental foi produzido.
Isso inclui o encontro ocorrido em 4
de dezembro de 2024 — reunião que o próprio Lula confirmou em entrevista ao
portal UOL, quando relatou ter recebido Vorcaro no Palácio do Planalto para
discutir a situação do Banco Master.
Em outras palavras, segundo a versão
oficial do governo, um banqueiro investigado reuniu-se com o presidente da
República dentro do Palácio do Planalto e o encontro simplesmente não deixou
vestígios administrativos.
O pedido de acesso buscava
especificamente documentos relacionados a encontros entre Guido Mantega e o
chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como
Marcola.
A prova
Registros da ferramenta Agenda Transparente indicam que Mantega esteve ao menos seis vezes no Palácio do Planalto em reuniões com o chefe de gabinete presidencial. Pelo menos quatro desses encontros ocorreram já no período em que o ex-ministro atuava como consultor do Banco Master.
A visita que mudou o tabuleiro
Allan dos Santos
A autorização concedida pelo ministro Alexandre de Moraes para que o assessor do Departamento de Estado americano Darren Beattie visite o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão, no Complexo da Papuda, marca um momento político delicado e carregado de implicações que vão muito além de um simples encontro protocolar. Trata-se de um episódio que, na prática, projeta para fora das fronteiras brasileiras uma disputa que até aqui vinha sendo tratada como assunto interno do Judiciário e da política nacional.
A decisão do ministro do Supremo
Tribunal Federal ocorre após a defesa de Bolsonaro solicitar autorização para
que o assessor americano, recentemente nomeado para acompanhar a política de
Washington em relação ao Brasil, pudesse visitá-lo. O encontro foi autorizado
para ocorrer dentro da unidade prisional e deverá contar inclusive com a
presença de um intérprete, cujo nome será previamente informado ao STF.
O gesto tem um significado que
ultrapassa a formalidade jurídica. Ao permitir a visita, Moraes reconhece
implicitamente que o caso envolvendo o ex-presidente brasileiro passou a
despertar interesse direto de atores políticos estrangeiros, especialmente nos
Estados Unidos. E não se trata de uma curiosidade acadêmica ou diplomática
trivial. Beattie ocupa uma função ligada à formulação e acompanhamento da
política americana para o Brasil, o que faz com que sua presença em Brasília
carregue inevitavelmente um peso político.
Nos últimos meses, o assessor americano tem se destacado como crítico da atuação do Supremo Tribunal Federal e, em especial, das decisões de Moraes envolvendo Bolsonaro e seus aliados. Em manifestações públicas, ele chegou a classificar o ministro como um dos principais responsáveis por um ambiente de censura política no país. Essas declarações provocaram inclusive reações do Itamaraty, que chegou a convocar representantes diplomáticos dos Estados Unidos para pedir esclarecimentos.
A panela de pressão explodiu em Brasília!
No programa de hoje, revelamos os bastidores do pedido de impeachment e o
pedido de PRISÃO contra o ministro Alexandre de Moraes.
O clima azedou no STF: enquanto Moraes, Vorcaro e o chefe da PF degustavam uísque Macallan em Londres, Flávio Dino critica juízes que buscam o 'Bezerro de Ouro' e Fachin manda um recado sobre distanciamento.
Justiça de Dois Pesos: Moraes revoga a prisão domiciliar de idosa doente do 8/1, enquanto a Argentina dá um tapa na cara do sistema e reconhece manifestante como refugiado.
O Cerco Político: O senador Eduardo Girão vai para cima de Alcolumbre por blindar o STF e a CPMI do INSS corre risco de atraso com o apagão de depoentes.
Direita avança: Bolsonaro pede para receber assessor de Trump na prisão, e Flávio Bolsonaro vai à posse de Kast, no Chile, após Lula desistir.
A grande mídia vai focar na agenda do governo e esconder o 'Bezerro de Ouro'.
A coroação de Pedro II aos 15 anos de idade, em 18 de julho de 1841, por François-René Moreaux, no Museu Imperial, Petrópolis.
Pedro II (nome
completo: Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano
Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga; Rio
de Janeiro, 2 de dezembro de 1825 – Paris, 5 de
dezembro de 1891), cognominado "o Magnânimo", foi
o segundo e último monarca do Império do Brasil, reinando por 58
anos (1831–1889).
Filho mais novo do
imperador Pedro I do Brasil e da imperatriz consorte Maria
Leopoldina da Áustria, integrou o ramo brasileiro da Casa de
Bragança.
Nascido no Palácio Imperial de São Cristóvão, tornou-se imperador ainda criança, após a abdicação de seu pai e a partida deste para Portugal, em 1831. Wikipédia.
Anteriores:Mário Sabino
Gilmar Mendes escreveu no X
que “a exposição pública de conversas de cunho estritamente privado,
desvinculadas de qualquer ilicitude, constituiu uma gravíssima violação ao
direito à intimidade e uma demonstração da barbárie institucional que transgride
todos os limites impostos pelas leis e pela Constituição”.
Concordo que expor conversas íntimas é condenável, mas, no caso de Vorcaro, a exposição mostrou parte da sua teia de relações político-empresariais e como ele operava junto a personagens poderosos. Foi também complemento para a compreensão da personalidade do personagem ao dar a medida da sua cafonice, do seu deslumbramento, do seu provincianismo travestido de cosmopolitismo, da sua arrogância, da vacuidade da sua existência.
Há também o aspecto da
vingança social, que não justifico, mas constato. Em um país como o Brasil,
onde a impunidade grassa, a ridicularização de gente criminosa, perversa no
desprezo a suas vítimas, pode ser a única pena a ser paga por ela, infelizmente.
Ao ler a postagem do decano no
X, comentei que há uma distância imensurável entre o que Gilmar acha
“gravíssimo” e o que é efetivamente gravíssimo em relação a Vorcaro, dono do
banco de fachada usado para executar um estelionato bilionário.
Na minha cada vez mais modesta
opinião, mas não só, a barbárie institucional promovida pelo STF é bem mais
grave do que o vazamento de conversas íntimas do estelionatário com a
influencer. Com o caso Master, o tribunal chegou ao seu nível mais baixo de reputação
depois de transgredir todos os limites das leis e da Constituição a pretexto de
“defender a democracia”.
Desculpe o leitor se me repito na sequência, recorrendo ao autoplágio, mas a repetição é incontornável em país tão redundante.
O cerco se fechou em
Brasília e o mundo arde em chamas!
No programa de hoje, analisamos a bomba do dia: o Senado atinge assinaturas para a CPI contra Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no escândalo do Banco Master. Para piorar o clima no STF, a esposa de Moraes detalha um contrato de R$ 129 milhões, a PF afirma que pode recuperar mensagens apagadas de celulares e Gilmar Mendes critica os vazamentos.
Acompanhe também os tremores no Brasil e no Mundo:
Segurança de Peso: Estados Unidos decidem classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas globais.
O Mundo em Guerra: O 10º dia de conflito tem rio de fogo em Teerã, base dos EUA atacada e a escolha do filho de Khamenei como novo Líder Supremo do Irã. Trump reage!
Governo: Lula manda Janja representar o Brasil na ONU.
A grande mídia tentará abafar os R$ 129 milhões.
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Aparecido Raimundo de Souza
EU NÃO ESCUTEI o primeiro choro,Não vi o primeiro cocozinho.
O primeiro xixizinho,
O primeiro banho,
A primeira troca de fralda,
A primeira mamada,
O primeiro arroto...
Eu não vi o primeiro bocejo,
O primeiro soninho, o primeiro sorriso enquanto dormia,
O primeiro medo quando alguma coisa a assustou no bercinho...
Da mesma forma, não vi, não ouvi, não captei
O primeiro suspiro,
O primeiro acordar com dores na “barriguinha”,
A primeira vez em que chupou o dedinho...
Não vi a primeira vez em que acordou com soluços
No meio da noite, querendo colo e atenção.
Também eu não estava lá para acalentá-la
E mergulhar meus dedos em seus cabelos ralinhos da cor do mel...
Eu não vi a primeira bagunça que fez em seus brinquedos,
O primeiro dentinho, o sangue escorrendo no vestidinho branco.
André Perrin, Éditions L’Artilleur, Paris, septembre 2025, 224 pages.
«Une introduction magistrale à ce travail de la pensée critique qui est visiblement devenu, de nos jours, la chose la moins bien partagée du monde intellectuel et artistique hexagonal.»Depuis la chute du mur de Berlin et
l’effondrement de l’empire soviétique, il semble que les idées libérales aient
gagné la partie: de fait, le système de production capitaliste et l’économie de
marché se sont imposés au point que ceux-là mêmes qui persistent à les
vilipender dans leurs discours se gardent bien de les remettre en question
lorsque, d’aventure, le pouvoir politique leur est confié.
La pensée progressiste, qui se
développait jusque-là sous le régime de la lutte des classes, s’est trouvée
désorientée par l’épuisement du «grand récit» révolutionnaire. Les classes
laborieuses dont elle se voulait le porte-parole se sont détournées d’elle et,
à son grand scandale, se sont mises à «voter mal».
Désormais orpheline de la classe ouvrière, elle s’est cherché un peuple de substitution et elle a cru le trouver en agrégeant différentes «minorités», ethniques et sexuelles. Renonçant à la lutte des classes au profit de la lutte des races et de la lutte contre «toutes les discriminations», elle en est arrivée à renier l’héritage des Lumières et à promouvoir des conceptions réactionnaires et obscurantistes, parfois même franchement délirantes.
Grupo alentejano, com a canção "Rosa", venceu a 60ª edição do Festival RTP da Canção
Rui Frias
O grupo alentejano Bandidos do Cante, com a canção "Rosa" [vídeo abaixo], foi o vencedor da 60ª edição do Festival RTP da Canção, que se realizou este sábado (7), em Lisboa, ganhando assim o direito a representar Portugal no Festival da Eurovisão que decorrerá na Áustria, em maio.
![]() |
| Foto: Pedro Pina |
"Rosa" foi a canção
mais votada pelo público e a segunda mais votada pelo júri, obtendo assim uma
pontuação acumulada de 22 pontos. Em segundo lugar ficou a canção
"Jurei", de Dinis Mota, com 16 pontos (10 do público + 6 do júri) ,
tantos quanto a canção "Fumo", do grupo "Nunca Mates o
Mandarim" (8 pontos do público + 8 pontos do júri).
A música preferida do júri
regional, composto pelas delegações do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo,
Alentejo, Algarve, Madeira e Açores, foi "Canção do Querer", de João
Ribeiro, que, no entanto, conseguiu apenas dois pontos na votação do público.
Com a vitória, os Bandidos do Cante sucedem ao grupo madeirense Napa como representantes portugueses na Eurovisão, num ano marcado por várias ameaças de boicote devido à presença de Israel.
Andrew Korybko
Russia’s oil clients would be coerced under pain of
sanctions into dumping it or scaling support for Ukraine if this bill passes
Anti-Russian hawk Michael
McCaul, who importantly serves as the Chairman of the House Foreign Affairs
Committee, announced the introduction in the House in early February of the
bipartisan “Decreasing
Russian Oil Profits” (DROP)
Act that was earlier
introduced in the Senate last December. If it passes, then Trump would
have the power to impose targeted sanctions against anyone buying, importing,
or facilitating the export of Russian oil, with exceptions only possible under
one of three conditions.
The first is that the funds
owed to Russia for such purchases must be credited to an account in their
country, can only be used “to facilitate transactions in agricultural
commodities, food, medicine, or medical devices”, and their government must
commit to significantly reduce its purchase of Russian oil. The second is that
such funds are used to either arm or rebuild Ukraine, while the third is that
the government of their country provides significant economic or military
support to Ukraine.
The first two conditions are
unacceptable to Russia, but the third isn’t since it’s already selling oil to
countries that significantly support Ukraine. The condition of providing
significant economic and military support to Ukraine, which is an arbitrary
distinction since no minimum level of each is described, in exchange for no
targeted sanctions could lead to more arms and funds flowing into Ukraine. That
could in turn impede the fulfilment of Russia’s goals and perpetuate the
conflict unless
Russia compromises.
Therein lies the purpose of the DROP Act: its authors envisage the US successfully coercing Russia’s remaining oil clients across the world into replacing their imports with other suppliers’ (since Russia wouldn’t realistically continue exports under the first two conditions) or scaling support for Ukraine. This makes it an unprecedented weapon of financial warfare, which could also be paired with Indian-like punitive tariffs if legal workarounds are employed, thus likely raising the number of parties that comply.
Bassam Tawil
Original em inglês: The
Palestinian 'Constitution' to Destroy Israel
Tradução: Joseph Skilnik
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| Foto: Jaafar Ashtiyeh/AFP via Getty Images |
Em consonância com a tentativa
de persuadir os Estados Unidos e o restante da comunidade internacional de que
os palestinos desejam criar um Estado democrático "baseado no estado de
direito e na dignidade humana", a liderança da Autoridade Nacional
Palestina publicou, na semana passada, uma minuta da "constituição"
provisória dos palestinos.
A minuta da
"constituição", de 162 artigos, demonstra, no entanto, que se e
quando os palestinos tiverem um Estado próprio, ele não será, na realidade,
nada diferente dos dois miniestados que tiveram nas duas últimas décadas: o
regime do Hamas na Faixa de Gaza e da Autoridade Nacional Palestina (ANP) na
Cisjordânia.
Ambos os regimes palestinos
falharam terrivelmente em relação às suas populações, principalmente
privando-as da ajuda internacional, da democracia, de oportunidades, de
eleições livres e da liberdade de expressão.
Salta aos olhos que a nova
"constituição" repete e reafirma as posições e as políticas de longa
data, velhas conhecidas da ANP e do Hamas, especialmente em relação a Israel e
aos judeus. Entre elas, o "direito de retorno" dos refugiados
palestinos e de seus descendentes às suas antigas casas, em sua maioria já
inexistentes, dentro de Israel, a continuidade do pagamento de estipêndios a
terroristas palestinos, um programa também conhecido como "Pagamento por
Assassinato", e a perpétua negação da longa história e das raízes
religiosas dos judeus em Jerusalém.
O Artigo 12 da
"Constituição" endossa o "direito de retorno", o que
significa inundar Israel com milhões de palestinos para que os judeus se tornem
minoria em seu próprio país e Israel deixe de existir como Estado judeu:
"o Estado da Palestina
trabalha pela unidade da terra e do povo na pátria e na diáspora e está
comprometido em alcançar a independência, acabar com a ocupação e garantir o
direito de retorno dos refugiados, de acordo com as resoluções de legitimidade
internacional."
A nova
"Constituição" está, na realidade, dizendo que os palestinos querem
seu próprio Estado, mas também querem transferir milhões de seus cidadãos para
o território soberano do Estado vizinho. A mensagem continua sendo: "o que
é meu é meu e o que é seu também é meu."
A passagem de uma frente fria deve mudar o tempo no Rio de Janeiro a partir desta segunda-feira (9), com queda nas temperaturas e previsão de chuva ao longo da semana. Segundo a previsão, a máxima pode cair para 28°C na segunda e 25°C entre quarta e quinta
Quintino
Gomes Freire 
Foto: Alexandre Macieira/Riotur
A
cidade do Rio de Janeiro deve começar a semana com mudança no
tempo. A passagem de uma frente fria a partir desta segunda-feira (9) provoca
queda nas temperaturas e mantém a previsão de chuva nos próximos dias. A
tendência é de céu mais carregado, ventos moderados e pancadas de intensidade
fraca a moderada em diferentes momentos da semana.
Neste
domingo (8), o tempo ainda foi marcado pelo calor e pela presença de áreas de
instabilidade antes da virada no quadro meteorológico. A aproximação da frente
fria já vinha alterando o céu da cidade, com aumento de nuvens e possibilidade
de chuva entre o fim da tarde e a noite.
Para esta segunda-feira (9), a previsão é de céu nublado e pancadas isoladas na madrugada, com chuva fraca a moderada a partir da manhã. A máxima prevista é de 28°C, abaixo do calor registrado no fim de semana, enquanto os ventos devem seguir de moderados a ocasionais mais intensos.
FC Porto defrontou o Benfica na 25.ª jornada da Liga (2-2)
O FC Porto empatou no Estádio da Luz (2-2) e continua na liderança da tabela classificativa com quatro pontos de vantagem para o Sporting (62) e sete sobre Benfica (59) na 25.ª jornada do campeonato.
Francesco Farioli mudou seis peças no onze apresentado em Alvalade - Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Oskar Pietuszewski e Deniz Gül foram titulares nas posições ocupadas por Pablo Rosario, Francisco Moura, Seko Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes e Terem Moffi na Taça - e uma dessas apostas abriu a contagem bem cedo.
Logo aos 10 minutos, na sequência de um apoio frontal de Deniz Gül, Alan Varela isolou Victor Froholdt e o internacional dinamarquês inaugurou o marcador na recarga de um remate inicialmente travado por Trubin (0-1).
Na única ocasião em que teve de se aplicar durante a primeira parte, Diogo Costa fez uma grande defesa de recurso a um cruzamento desviado por Martim Fernandes os portistas dilataram a vantagem em cima do minuto 40: Gabri Veiga lançou longo para Oskar Pietuszewski e o extremo polaco teve espaço para conduzir e classe para finalizar (0-2).