sexta-feira, 10 de julho de 2026
[Aparecido rasga o verbo] Clichês não industrializados
9-7-2026: Oeste sem filtro – PF descobre fraude de R$ 100 milhões no INSS usando indígenas + a fortuna de R$ 27,7 milhões do filho de Kassio Nunes Marques (STF)
🚨 O cenário político e internacional está em ebulição!
No programa de hoje, trazemos os bastidores que a grande mídia tenta esconder. Alexandre de Moraes passa por cima da PGR em nova ação contra Jair Bolsonaro, enquanto um contrato sem licitação de R$ 2,3 bilhões envolvendo Banco do Brasil e Correios levanta graves suspeitas.
No STF, o escândalo dos privilégios
continua: filho de ministro acumula fortuna em tempo recorde, e a farra dos
"penduricalhos" é mantida. E mais: a tensão global explode com
ataques dos EUA a alvos militares do Irã, próximos a usinas nucleares!
📌 DESTAQUES DE HOJE
Tensão no STF e PF: Moraes ignora PGR em buscas contra Bolsonaro; PF apreende armas e fala grosso na ONU.
Escândalos e Dinheiro Público: O contrato de R$ 2,3 Bi dos Correios; as manobras com penduricalhos nos tribunais; a fortuna de R$ 27,7 milhões do filho de Kassio Nunes Marques.
Governo Lula: O salto na população de rua; PGR mira falas do presidente; Partido Novo tenta barrar R$ 763 milhões em autopromoção.
Geopolítica em Risco: EUA atacam mais de 90 alvos no Irã e ameaçam o Brasil com novo tarifaço.
Giro de Notícias: PF descobre fraude de R$ 100 milhões no INSS usando indígenas; Flávio Dino ganha indenização; Aécio Neves fora da disputa presidencial; Copa do Mundo e lucros bilionários da Fifa.
quinta-feira, 9 de julho de 2026
Prepara o teu estômago e assiste aqui comigo
Parece estar na moda por aí a sugestão de que a Bíblia não teria a prescrição de um modelo de família e casamento (pra não falar de gênero e sexualidade…).
Recentemente, até o ministro
Flávio Dino resolveu dar pitaco no assunto…
Texto e Vídeo: Vitor Grando,
Facebook, 9-7-2026,
3h10
União Europeia ameaça a Liberdade
Telmo Azevedo Fernandes
Consideradas isoladamente,
cada uma destas medidas poderia ser vista como tendo objetivos meritórios de
reduzir acidentes na estrada, na detecção de material de abuso sexual infantil
ou na tentativa de impedir o acesso de menores a conteúdos nocivos. Aliás,
ninguém com um mínimo de decência se poderia opor à segurança rodoviária, à
protecção de crianças ou ao combate a abusadores.
Simplesmente, o Estado deixa
de se limitar a punir crimes e proteger direitos e passa a gerir
comportamentos, coloca máquinas a supervisionar indivíduos, transforma cidadãos
em agentes públicos, e gente adulta passa a ter tutela estatal.
Ao normalizar a observação e a
monitorização social, criam-se fortes incentivos a que as capacidades
instaladas e as tecnologias existentes sirvam propósitos diferentes daqueles
que são declarados pelos nossos decisores políticos.
O caso mais grave é o chamado “Chat Control”. Se o combate ao abuso sexual infantil é uma causa moral irrecusável, que é!, uma sociedade livre não pode abdicar dos seus princípios nem estigmatizar quem questiona os meios propostos por Bruxelas como alguém indiferente perante as vítimas destes crimes.
8-7-2026: Oeste sem filtro – Governo americano avalia como absurda manifestação do Itamaraty + Trump diz que o acordo com o Irã acabou
[Aparecido rasga o verbo] O casamento perfeito entre a Pulga Franja e o Veado Catingueiro Luiz Bonifácio de Andrada e Silva
Master ANULADO? E mais, diretor da PF em VEXAME INTERNACIONAL
Dois países, um coração
3-7-2026: Oeste sem filtro – M prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro
2-7-2026: Oeste sem filtro – Mulher de M enviou a Vorcaro, por telefone, o contrato de 129 milhões + Jaques Wagner é recebido com vaias em Salvador
Por que as mulheres tendem à esquerda?
[Daqui e Dali] Divórcio: sim ou não?
Humberto Pinho da Silva
Vou abordar assunto muito
delicado: o divórcio.
O repúdio pode ter várias
causas. Em geral, é resultado de namoro apressado ou imperfeito; para não falar
do abandono, na adolescência, dos preceitos da religião cristã
Manuel Bernardes na
"Nova Floresta" aconselha "Casam primeiro as idades, as
condições, as saúdes e as qualidades; e então casarão bem, as pessoas. Doutro
modo, já de antemão levam o divórcio meio feito."
Malaquias, em 2:16, lembra
que Deus detesta o repúdio, ou seja, o divórcio.
E Jesus assevera: “Eu,
porém, digo-vos: quem repudiar a sua mulher, exceto no caso de concubinato,
expõem-na ao adultério, e quem casar com a repudiada, comete adultério”
(Mt.5:31)
Paulo, aos romanos (7:2),
reafirma o que Jesus disse: "A mulher está ligada ao marido, enquanto ele
vive. Se falecer, fica livre e não adultera se casar de novo. E, em carta aos
corintos, São Paulo, reafirma "Eu prescrevo, não eu, mas o Senhor, que a
mulher, não se separe do marido. Se, porém, se separar, que permaneça sem se
casar, ou que se reconcilie com o marido, e este não a repudie” – I Cor.7:11
Portanto: a dissolução do casamento está vedada aos cristãos; porém há Igrejas Evangélicas que o admitem, baseando-se no texto que Mateus escreveu – "exceto em caso de adultério"
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O melhor São João de Portugal: nossa experiência no Porto
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Santo Antônio – Lisboa 2026
Um domingo diferente no Aterro do Flamengo
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quarta-feira, 8 de julho de 2026
[Quadro da Quarta] Juramento da Quadra de Tênis
Em 20 de junho de 1789, os membros do Terceiro Estado francês fizeram o juramento do jogo da péla (pt) ou juramento da quadra de tênis (br) em francês: Serment du Jeu de Paume), votando "para não se separar e se reunir onde for necessário, até que a Constituição do reino seja estabelecida".
Foi um evento crucial na Revolução
Francesa. Os Estados-Gerais foram chamados para tratar da crise fiscal e
agrícola do país, mas ficaram atolados em questões de representação
imediatamente após a reunião em maio de 1789, principalmente se votariam por
ordem ou por cabeça (o que aumentaria o poder do Terceiro Estado, visto que
superavam em número os outros dois estados por uma grande margem).
Em 17 de junho, o Terceiro
Estado passou a se autodenominar Assembleia Nacional, liderada
por Honoré Gabriel Riqueti, Conde de Mirabeau.
Na manhã de 20 de junho, os
deputados ficaram chocados ao descobrir que a porta da câmara estava trancada e
guardada por soldados. Eles temeram imediatamente o pior e ficaram ansiosos com
a iminência de um ataque real do rei Luís XVI, portanto, por sugestão de
um de seus membros Joseph-Ignace Guillotin, os deputados se reuniram num tribunal interno
de jeu de paume no distrito de Saint-Louis da cidade de Versalhes,
perto do Palácio de Versalhes.
Lá, 576 dos 577 membros do
Terceiro Estado fizeram um juramento coletivo de "não se separar e se
reunir onde quer que as circunstâncias o exijam, até que a constituição do
reino seja estabelecida".
A única pessoa que não aderiu ao juramento foi Joseph Martin-Dauch de Castelnaudary, que executaria apenas as decisões tomadas pelo monarca. Wikipédia
![]() |
| Óleo sobre tela, Jacques-Louis David, 1791, Museu Carnavalet, Paris |
As moças da margem do Sena
Cristina de Pisano
Maria Antonieta levada para o Cadafalso
Romeu e Julieta
[Língua Portuguesa] História ou estória
Flávia Neves
A palavra mais correta e
socialmente aceita é história, sendo essa a forma preferencial. A
palavra estória aparece em dicionários e no vocabulário ortográfico da Academia
Brasileira de Letras mas não é unanimemente aceita.
Há quem defenda que devemos utilizar o
termo história para a narração de fatos documentados e situações reais sobre o
passado da humanidade e o termo estória para a narração de fatos imaginários,
de ficção.
Há, também, quem condene o uso da
palavra estória. Visto a palavra história abranger os dois significados,
consideram desnecessário o uso da palavra estória.
Diferença entre história e estória
História e estória têm sua origem na
palavra grega historía. A forma estória também tem influência da
palavra em inglês story. Estória é uma forma antiga da palavra
história, que deveria ter caído em desuso.
Tal não aconteceu e esta palavra é
utilizada atualmente não como sinônimo de história, mas para distinguir a
história de fatos reais das histórias das fábulas e contos infantis.
Exemplos de diferenciação entre história e estória
terça-feira, 7 de julho de 2026
[Aparecido rasga o verbo] O casamento perfeito entre a Pulga Franja e o Veado Catingueiro Luiz Bonifácio de Andrada e Silva
Aparecido Raimundo de Souza
Não bastasse, podemos topar ainda com
outros arteiros astuciosos e velhacos diplomados de marginais, de antas, onças,
toupeiras, leões, papagaios e até um imbecil que todos respeitam como sendo o
presidente. Na floresta também tem uma infinidade de raízes que se enroscam no
chão como mãos antigas, os dedos calejados, as pelancas expostas, sem falar em
rios caudalosos disfarçados de “Lagos Paranoás”.
Sem mencionar, mas já o fazendo,
abelhas e zangões “picadeiros” que correm com voz de trovão (lembram, ainda que
distanciados, do Thor Marves Cominos, aquele herói que acabou virando desenho
infantil). Não poderia faltar o “mencionamento” de um puteiro enorme onde
centopeias enormes e de uma infinidade de aves rasteiras (perdão, de aves
trepadeiras) que abrem as suas asas e fazem uma espécie de sombra negra e
gigantesca pior que a da pacata Chernobil.
Essas aves trepadeiras vivem no reino
encantado do STF. São as (“Santas Travestidas de Futriqueiras”). Quem tem o
infortúnio tormentoso e a infelicidade de entrar ali pela primeira vez, ao
espiar para cima, vislumbrará um céu enegrecido que parece se impor aos nossos
medos. Os ratos acostumados a dar golpes, a tomarem café com queijos importados
de paraísos fiscais, e, por debaixo das cuecas e calcinhas, na surdina, o
dinheiro dos desvalidos e aposentados do INSS costumam sumir em malas de
viagens, como foi o caso do “onrado deucuputado” Geddel Vieira Lima. Aqueles
que conseguem acessar e sair ilesos, ficam maravilhados com a imensidão, com a
força e, sobretudo, com o que parece (pelo menos, para eles) ser eterno.
Quase ninguém abaixa o olhar
suficientemente para ver o que cabe num fio de capim, onde no cérebro núcleo
dessa podridão descabida, uma estátua com uma birosca nos olhos permanece
sentada como cafetina que trepou bastante, deu o rabo até as pregas sumirem nos
cafundós das camas de motéis baratos, e agora está gozando de uma polpuda
aposentadoria vinda dos cofres arraigados do suntuoso Banco Master.
Foi assim que ele a encontrou. Ou ela, nunca saberemos.
[Estórias da Aviação] Shirley Bomba: A noite em que uma lata de spray quase derrubou um Jumbo
Ela entrou no cockpit do 747 e jogou gás nos pilotos - 30 de outubro de 1990
No meio do Atlântico, a 9.000 metros de altitude, uma passageira invade o cockpit do Boeing 747 da VARIG e dispara gás lacrimogêneo direto na face dos pilotos — que ficam incapacitados enquanto o avião segue sozinho com 372 pessoas a bordo. Essa é a história real do Voo VARIG 709, das falhas em cadeia que tornaram aquilo possível, e do comandante que acordou no meio da madrugada e salvou todo mundo.
Lito Sousa, que comanda o
Aviões e Músicas, está há mais de 15 anos nas mídias descomplicando a aviação e
tirando o medo das pessoas de voar de avião. Mecânico Internacional de
aeronaves, acumula mais de 37 anos de experiência na aviação comercial.
Também é piloto privado e
especialista em Fatores Humanos e Safety, sendo hoje um dos maiores
palestrantes no Brasil.
Lito Sousa desenvolveu sua metodologia única que já tirou o medo de voar de mais 5000 pessoas e agora é dono da maior escola de aviação do país que forma mecânicos de aeronaves, pilotos, comissárias e engenheiros, e através de parcerias com muitas empresas aéreas, é responsável por colocar a maioria dos novos profissionais no mercado de aviação.
Apresentação e criação: Lito SousaIdealização e direção: Mila Seidl
Produção e Redes Sociais: Camila Dourado
Captação e Edição: Nathan Cézar
Motion Graphic: Nathan Cézar
Roteiro: Lito Sousa
Marketing: Bruno Triaquim e Larissa Alves
Vinheta de abertura: Maurício Duarte (@mauriciodgs) / Ivo Duran (@ivoduran)
00:00 - Introdução
03:18 - O Jumbo
05:15 - Shirley
09:38 - Uma linda mulher
13:35 - O herói acorda
19:36 - Novo destino
25:53 - Lições, legado e o destino do PP-VNA
segunda-feira, 6 de julho de 2026
Poland Finally Realizes The Geostrategic Challenge Posed By Ukraine
Andrew Korybko
Poland’s leading conservative newspaper Rzeczpospolita
belatedly wrote about this
Polish journalist Marek
Kutarba published a piece about how “Volodymyr
Zelensky would like to take Donald Tusk’s place in European salons”. He
wrote that, “From Kiev’s perspective, [the Polish-Ukrainian
dispute] isn’t a dispute about the past. It’s the beginning of a rivalry
over the region’s future: who will be the West’s main partner in policy toward
Russia, who will define the security agenda of Central and Eastern Europe, and
who will become the political center of gravity in this part of the continent.”
Kutarba elaborated that
“Warsaw’s problem is that [Germany and Ukraine] are simultaneously our key
partners and our most important competitors. They differ only in the scale and
nature of this competition. In Germany’s case, it’s about structural dominance
in the EU and the ability to dictate European policy. In Ukraine’s case, it’s
about competing for the status of a ‘key state’ for the West, including the
United States, in the context of containing Russia.”
According to Kutarba, “Ukraine
is no longer merely a beneficiary of Polish support. It is becoming what it was
destined to become – our competitor. A competitor who, thanks to the war, now
has a stronger political argument in relations with Washington, Berlin, and
Brussels than Poland, even though Poland is building one of NATO’s largest
armies. Meanwhile, Ukraine already has a second NATO army, albeit outside its
structures.” Left unmentioned is that Germany plans to build the EU’s largest
army.
Reflecting on what Kutarba wrote, Poland finally realizes the geostrategic challenge that Ukraine poses to it, namely as a rival for regional leadership that’s coordinating with Germany to contain Poland. Zelensky’s top advisor Mikhail Podolyak explicitly declared in summer 2023 that their countries would become competitors after the Ukrainian Conflict ends and that “we will clearly adopt pro-Ukrainian positions, protect these interests, fiercely defend them”, but this was ignored by Poland’s ruling duopoly.
[Sétima Arte] Questão de Honra
A Few Good Men (bra: Questão
de Honra; prt: Uma Questão de Honra) é
um filme norte-americano de 1992 dos
gêneros drama, policial e suspense, dirigido por Rob Reiner, com roteiro de Aaron
Sorkin baseado em sua peça teatral homônima.
O American Film Institute elegeu a
fala "You can't handle the truth!", pronunciada por Jack
Nicholson no clímax do filme, como a 29.ª melhor fala do cinema de todos os
tempos.
Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem e inexperiente procurador da Marinha dos EUA, é encarregado de defender dois fuzileiros, perante a Corte Marcial, acusados de serem os responsáveis pelo homicídio de um soldado americano na Base Naval de Guantánamo.
Recusando-se a fazer um acordo com a Promotoria, Kaffee, com a ajuda da Capitã-de-Corveta Joanne Galloway (Demi Moore), buscarão a verdade por trás dos fatos, a fim de desmascararem os verdadeiros responsáveis pelo crime ocorrido. Wikipédia
domingo, 5 de julho de 2026
O vírus que tomou o Partido Democrata e ameaça adoecer a América
Aos 250 anos, a nação mais livre e próspera da história
começa a sentir os efeitos de uma doença política incubada por décadas nas
universidades, nos sindicatos e nas primárias democratas
Leandro Ruschel
Há 250 anos, os Estados Unidos
nasceram de uma desconfiança radical contra o poder concentrado. Não foi um
acidente histórico. A ideia fundadora era simples e profunda: o governo existe
para servir ao cidadão, não para redesenhá-lo; o Estado deve ser limitado,
não adorado; a propriedade, a liberdade de expressão, o direito de
defesa e a vida comunitária não são concessões da autoridade, mas barreiras
contra ela.
Esse arranjo produziu a nação
mais livre e próspera da história humana. E é justamente por isso que o que
está acontecendo agora deveria assustar qualquer pessoa minimamente séria.
A ameaça mais grave contra os Estados Unidos não vem de um exército estrangeiro, nem de uma potência rival cruzando o oceano. Vem de dentro. Vem de uma mutação ideológica que, durante décadas, foi tratada como folclore universitário, militância juvenil, exagero retórico, “coisa de estudante”. Hoje essa militância vence primárias, ocupa prefeituras, chega ao Congresso e empurra o Partido Democrata para uma região cada vez mais hostil aos fundamentos da própria América.
A sigla é DSA: Democratic
Socialists of America. O nome foi escolhido para tranquilizar. “Socialistas
democráticos” soa quase europeu, domesticado, inofensivo. Dá a impressão de que
se trata de uma social-democracia de bem-estar social, com impostos altos,
sindicatos fortes e um verniz escandinavo. Mas a fachada engana. No vocabulário
marxista, “democrático” raramente significa liberdade, alternância de poder e
império da lei. Significa, antes, a pretensão do partido de falar em nome do
povo.
A Alemanha Oriental se chamava “democrática”. A Coreia do Norte também.
[As danações de Carina] Não inflói, nem contribói - Mas diverte muito!
sábado, 4 de julho de 2026
Varig 820: A fumaça que mudou o mundo da aviação
Em 11 de julho de 1973, o voo 820 da Varig, operado por um Boeing 707, se aproximava de Paris quando um incêndio invisível começou a se espalhar pela cabine.
O que parecia um voo normal, rapidamente
se transformou em uma das maiores tragédias da aviação mundial.
Master ANULADO? E mais, diretor da PF em VEXAME INTERNACIONAL
No vídeo de hoje vamos comentar a tentativa de anular o caso Master, mas se é pra falar em nulidade, eu tenho umas sugestões.
E mais, a situação extremamente
vexatória do diretor da Polícia Federal.
Bora lá?😏
Dois países, um coração
3-7-2026: Oeste sem filtro – M prorroga prisão domiciliar de Bolsonaro
2-7-2026: Oeste sem filtro – Mulher de M enviou a Vorcaro, por telefone, o contrato de 129 milhões + Jaques Wagner é recebido com vaias em Salvador
Por que as mulheres tendem à esquerda?
1-7-2026: Oeste sem filtro – Vorcaro tentou calar jornalista que sabia do esquema do Master + Vitória de Carla Zambelli + Polícia Civil isenta Bolsonaro
ADF Internacional assume defesa de casal condenado por homeschooling e diz que sentença é ‘100% ideológica’
30-6-2026: Oeste sem filtro – Entrevista exclusiva com Flávio Bolsonaro em Buenos Aires
O Problema da Escravidão em Efésios 6.5-9
Vitor Grando da Silva Pereira
Há certas passagens na
Escritura Sagrada que nos rendem muitos problemas sociais e intelectuais. É
natural que seja assim. C. S. Lewis, numa de suas sábias colocações, disse
que se a teologia cristã encaixasse muito facilmente na nossa cabeça, a
explicação mais provável é que ela não seria outra coisa do que fruto do
intelecto humano.
Não é o caso, porém. Trata-se
da revelação de um ser que está para muito além de nossa capacidade cognitiva.
Dessa forma, considerando nossa finitude e pecado, dificuldades de compreensão
certamente surgirão.
O texto de Ef 6.5-9 é especialmente complicado porque parece legitimar a instituição da escravidão e nenhum de nós, claro, poderia admitir tal coisa. Então a crise colocada diante de nós parece ser a opção entre ficar com a autoridade das Escrituras e aceitar a legitimidade da escravidão ou rejeitar a legitimidade da escravidão e rejeitar a autoridade das Escrituras.
Mas esse é o texto que temos
em mãos e é o texto que cremos ser inspirado por Deus. Então, trago aqui alguns
pensamentos sobre o problema da escravidão que esse texto nos coloca.
1.
A escravidão aqui não deve ser entendida à luz
das imagens horrendas que temos em mente quando tratamos desse assunto. Não se
está justificando a tomada à força de pessoas de outros continentes, por
motivação racial, para subjugá-lo a um regime especialmente opressivo sob o
rigor da chibata.
2.
Alguns estudiosos estimam que os escravos
correspondiam a um terço da população de uma cidade como Éfeso. Escravos
geralmente eram considerados parte da família. Por isso, Paulo instrui os
escravos no contexto familiar1. No mundo antigo, muitos se submetiam
voluntariamente à escravidão diante da alternativa da fome. Então, qual
é a solução imediata possível a um cristão nesse contexto? A incitação
à insurreição seria uma ilusão irresponsável. Por isso, Paulo propõe algo
acessível e imediato: tratar de modo digno e humano o seu escravo.
3. O cristianismo sempre foi uma força histórica contrária à escravidão. Após a conversão do Imperador Constantino, o Império institui leis flexibilizando a escravidão. Constantino criou o instituto da “manumissio in ecclesia“, que foi uma forma de alforria estabelecida no Império Romano que conferia liberdade e cidadania a escravos através de um ritual religioso na igreja, marcando a importância crescente do cristianismo e a busca por soluções mais humanitárias para a escravidão. Essa instituição ligava o ato jurídico da libertação a um contexto espiritual, associando o perdão e a caridade cristã ao gesto de alforria; assim, a liberdade passou a ter mais do que um valor civil, mas um valor sagrado.
Reviravolta! Fernando Seabra desfaz acordo com o Vasco e fica no Coritiba
Após encaminhar acordo com o Vasco da Gama até 2027, o técnico Fernando Seabra desiste e seguirá no Coritiba
Aniele Lacerda
Fernando Seabra não será treinador do Vasco na sequência da temporada. O profissional tinha tudo certo para assinar contrato com o Clube carioca até o fim de 2027.
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| Foto: Marcos Ribolli |
No entanto, as diretorias de
Gigante da Colina e Coritiba não chegaram a um acordo para o pagamento da multa
rescisória. Diante disso, segundo apuração do Globo Esporte, Seabra desistiu do
acordo com o Vasco e seguirá na capital paranaense.
Para contratar o treinador, o
Cruzmaltino aceitou arcar com a multa rescisória, cerca de R$ 4 milhões, e
Fernando Seabra chegaria ao Rio de Janeiro na noite da última quinta-feira (2).
Todavia, o time paranaense queria receber o montante à vista, mas a equipe
carioca desejava parcelar o valor.
Com a exigência do Coritiba,
que não flexibilizou a pedida inicial, o técnico comunicou que permaneceria no
clube. Assim, o Vasco segue sem um nome certo para assumir o comando técnico da
equipe na sequência da temporada.
Título e Texto: Aniele Lacerda, Vasco Notícias, 3-7-2026
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Vasco sonda Jair Ventura; técnico se pronuncia





















