quinta-feira, 5 de novembro de 2026

Trump: a maior derrota de sempre desde Obama

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Calorão, temporais e frio: veja como fica o tempo no Rio de Janeiro nos próximos dias

Termômetros podem chegar aos 35°C no sábado, mas máxima não deve passar dos 24°C no domingo

Mariana Motta

Depois de uma madrugada de chuva intensa, trovoadas e mais de 3,4 mil raios, o Rio de Janeiro deve enfrentar novos episódios de instabilidade nos próximos dias. A previsão da Climatempo indica alternância entre períodos de calor, pancadas de chuva e queda nos termômetros ao longo do fim de semana.

Foto: FernadoMaia

Nesta quinta-feira (5), a manhã deve ter uma trégua na chuva, mas novas áreas de instabilidade podem se formar a partir da tarde, com possibilidade de temporais em diferentes regiões do estado. Mesmo com a previsão de chuva, o calor continua, e a temperatura máxima na capital pode chegar a 35°C.

Segundo a Climatempo, núcleos de chuva que se desenvolveram sobre o Paraná e São Paulo avançaram em direção ao Rio de Janeiro e ganharam intensidade principalmente sobre a Baía de Sepetiba. A meteorologistas explicam que esse tipo de temporal tem menor previsibilidade, por estar associado a áreas de instabilidade menores, que se formam e se intensificam rapidamente.

Como fica o tempo no Rio até domingo?

Na sexta-feira (6), a temperatura diminui. O sol aparece entre muitas nuvens, e a máxima prevista é de 27°C. Ainda há possibilidade de chuva a qualquer momento do dia, com intensidade fraca a moderada.

Time da virada! Vasco faz jus ao apelido e quebra escrita na Arena da Baixada

Vasco da Gama venceu o Athletico-PR por 3x1, fora de casa, e se afastou da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro

Foto: Matheus Lima/Vasco

Altair Alves

“O Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor”. Há quase 40 anos, essa é uma das icônicas músicas da arquibancada vascaína, entoada a plenos pulmões pelo torcedor quando a equipe se encontra atrás no placar. E na última quarta-feira (4/11), o Cruzmaltino conseguiu a virada do placar contra o Athletico, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena da Baixada. Com isso, a equipe comandada por Pedro Emanuel aplicou a sexta virada na competição de 2026.

O Vasco viu o Athletico-PR abrir 1 a 0 com Mendoza ainda no primeiro tempo. No entanto, o time voltou com uma postura diferente e conseguiu na etapa final fazer 3 a 1, com gols de Aguirre (contra), Bruno Duarte e Gabriel Pereira.

A primeira virada aconteceu justamente contra o Palmeiras, adversário da semifinal da Copa do Brasil, ainda na quinta rodada do torneio, em São Januário. Duas rodadas depois, o Cruzmaltino venceu o clássico contra o Fluminense, no Maracanã. Na ocasião, o time deixou o Tricolor das Laranjeiras abrir 2 a 0 de vantagem, mas conseguiu finalizar o jogo com o triunfo.

[Aparecido rasga o verbo – Extra] Uma “luz divina” que nunca se apagará

Aparecido Raimundo de Souza

ESTIVEMOS ONTEM (04.11.2026) NO VELÓRIO em despedida da brilhante e querida atriz GLOBAL, ELIANA ROCHA, nascida aos 14 de abril de 1944 e (falecida em 03.11, 2026), aos 82 anos).  A cerimônia aconteceu no “Funeral House Pacaembu”, na Avenida Pacaembu, 1254 no Bairro do mesmo nome, aqui em São Paulo. A atriz nasceu em Santos, litoral de São Paulo e, em face disso o adeus final foi levado a efeito nesta capital paulista.

Num primeiro momento, a família não havia divulgado onde seria o sepultamento, apenas o local do velório, obviamente um instante reservado somente para os mais próximos e alguns jornalistas ligados a REDE GLOBO, ao SBT, a “REVISTA QUEM”, e a  “REVISTA CÃO QUE FUMA”. 

Apesar desse sigilo, muitos artistas e fãs da inesquecível Eliana, se dirigiram para esta região do Pacaembu, localidade próxima do bairro da Consolação na zona oeste de São Paulo. Em todo o momento em que estivemos, por aqui, não registramos nenhum incidente durante o decorrer da cerimônia.

Eliana Rocha teve papel de destaque na série escrita especialmente para ela, por Miguel Falabela, onde na série desse autor, ela se perpetuou como a “Luz Divina”, e a depois, igualmente, fez um papel importantíssimo em “Pé Na Cova” e “Toma lá, Dá Cá”.

Eliana Rocha, estreou na Rede Globo em 1990 na novela “Meu Bem, Meu Mal”, seguida, a depois, por “Negócio da China”, (2008). No canal de Silvio Santos, (SBT), ela trabalhou em “Razão de viver”, “Chiquititas”, “Eu, a Vó e a Boi” (como a personagem Belize Bangalow, ficando este folhetim como o seu derradeiro trabalho nas telinhas de todo o Brasil.

Dragão de Champions

FC Porto goleou o SSC Napoli (4-1) na noite em que o Estádio superou os 20 milhões de espectadores


Na noite em que o Estádio do Dragão superou a marca dos 20 milhões de espectadores, o FC Porto bateu o SSC Napoli por 4-1 e somou os primeiros três pontos na fase de liga da Liga dos Campeões. Os centrais Jan Bednarek e Jakub Kiwior fizeram a diferença de cabeça, Samu fechou o resultado de grande penalidade e, pelo meio, Gabri Veiga voltou a assumir o papel de maestro e a assinar um golo e uma assistência pelo segundo jogo consecutivo. 

Francesco Farioli lançou Martim Fernandes e André Silva nos lugares ocupados por Zaidu e Samu frente ao Estoril Praia e o lateral, logo aos três minutos, isolou Pepê para o primeiro remate certeiro da noite, mas o lance viria a ser anulado por fora de jogo do internacional brasileiro. Pouco depois, Borja Sainz ficou perto de replicar o golo marcado na última jornada do campeonato, só que a bola saiu ligeiramente por cima. 

À terceira foi de vez: Gabri Veiga cobrou o canto à direita com precisão e Jan Bednarek, no coração da área, estreou-se a marcar na Liga dos Campeões com uma cabeçada certeira (1-0, 11m) a confirmar a entrada forte dos Dragões. No último quarto de hora da primeira parte, os italianos criaram perigo pela primeira vez e acabaram por chegar à igualdade por Scott McTominay, já perto do intervalo (1-1, 43m). 

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[Viagens & Destinos] Centro do Rio a pé

Hoje o passeio é pelo Centro do Rio de Janeiro, andando por ruas cheias de história, comércio e tradição. 

Começamos na Rua Sete de Setembro e seguimos pela Rua da Assembleia até a Rua Gonçalves Dias, onde entramos na Confeitaria Colombo, uma das mais famosas e bonitas confeitarias do Brasil, aberta em 1894. Depois passamos pela Rua do Ouvidor, uma das ruas mais antigas da cidade, e chegamos na Avenida Rio Branco. 

Voltamos para a Sete de Setembro e demos uma passada rápida na Rua Uruguaiana para ver a fachada da Casa Cavé, confeitaria centenária fundada em 1860. Na sequência, seguimos pela Rua da Carioca, Avenida República do Peru e Avenida República do Chile, onde entramos na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, com sua arquitetura em forma de cone e seus vitrais enormes. O passeio termina na Rua Senador Dantas.

📍 Trajeto do vídeo:

Rua Sete de Setembro

Rua da Assembleia

Rua Gonçalves Dias – Confeitaria Colombo

Rua do Ouvidor

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Show me!

Uma coisa é vencer uma eleição. Outra, muito diferente, é tomar o poder

Na democracia, o poder não pertence a quem governa. Pertence ao povo. Os governantes apenas o exercem, temporariamente, por delegação da vontade popular.

E toda delegação exige prestação de contas.

A história ensina que nem toda ruptura democrática chega acompanhada de tanques nas ruas, soldados armados ou generais anunciando a queda de um governo.

O poder também pode ser usurpado silenciosamente, pela manipulação das instituições, pelo desrespeito às regras ou pela supressão da vontade popular.

Mas suspeitar não é provar. E questionar não é acusar.

A democracia deve ser suficientemente sólida para conviver com perguntas e suficientemente transparente para respondê-las.

Ao acompanhar as eleições americanas, voltei a refletir sobre os diferentes sistemas de votação.

Nos Estados Unidos, não existe um modelo único. Cada estado estabelece suas regras e escolhe os equipamentos utilizados.

Há eleitores que preenchem cédulas de papel, posteriormente contabilizadas por leitores eletrônicos. Outros utilizam máquinas nas quais fazem suas escolhas numa tela, com a produção de um registro físico do voto. Existe ainda a votação por correspondência, mediante cédulas de papel submetidas a procedimentos de verificação e contagem.

Trump’s Legacy Will Ultimately Be Determined By The Outcome Of The Third Gulf War

Andrew Korybko 

If the conflict drags on or he provokes Iran into obliterating the Gulf’s energy infrastructure in retaliation for being nuked, for example, then the resultant surge in the cost of living that was responsible for the Republicans’ latest bloodbath will sweep MAGA into the dustbin of history in 2028 

The Democrats retook control of Congress in an electoral bloodbath that decimated the Republicans during the midterms. Many had predicted that this would happen, and it’s not because of the Canadian meddling that the White House recently drew attention to or any other countries’ related efforts, but due to the cost of living surging as a result of the Third Gulf War that Trump initiated with Bibi. Higher oil prices naturally translated into higher prices across the board that hit average Americans very hard. 

Trump earlier threatened to become “Mr. Veto” if the Republicans lost control of Congress, elaborating that the Supreme Court recently strengthened his executive authority, and his sharing on social media of a pic of a red hat with the word “VETO” on it after the results poured in suggests that he’s serious. That’s sensible since it would be illogical for him to pass up the opportunity to veto legislation against his agenda when the Democrats don’t have the two-thirds supermajority in both chambers to overrule him. 

The Democrats will therefore have to either compromise over the next two years or the US will remain legislatively paralyzed with both sides blaming the other ahead of the next elections. The Democrats might also try to once again impeach Trump, but they lack the two-thirds supermajority in the Senate to oust him from office, so it would only be symbolic. In any case, Trump might pivot towards foreign policy if domestic policy is deadlocked, which could have important implications for many countries.

Direita institucional dizimada

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João Pereira dos Santos

Ontem elogiei André Ventura por ter afirmado que não concederia asilo político a Bolsonaro, demonstrando que coloca os portugueses e os interesses nacionais acima das suas simpatias pessoais e das conveniências políticas estrangeiras.

Hoje, Donald Trump mostrou-nos o que acontece quando a direita abandona esses princípios, resvala para o globalismo do costume e se deixa capturar por interesses alheios aos dos povos que governa: é reduzida, e muito bem, à insignificância.

Trump ganhou as eleições com uma agenda simples: reemigração, recuperação da indústria americana, restabelecimento da ordem publica nas cidades e melhoria das condições de vida da classe trabalhadora. Era uma agenda soberanista, que pretendia devolver aos americanos o controlo das suas fronteiras, da sua economia e do seu destino.

E conseguiu alguns resultados interessantes. A imigração caiu drasticamente, com estimativas que apontam para um saldo migratório negativo, pela primeira vez em décadas, demonstrando que controlar as fronteiras é, acima de tudo, uma questão de vontade política. Começou também a proteger a economia americana através da imposição de tarifas alfandegárias, procurando incentivar o regresso da produção industrial e dos empregos bem remunerados aos Estados Unidos.

Tudo isto correspondia às aspirações de milhões de americanos que estavam cansados de ver o seu país governado em função dos interesses de toda a gente, excepto dos seus próprios cidadãos.

Até que veio Israel.

Não me interpretem mal. Entre uma democracia e organizações terroristas islamistas que veneram os responsáveis por algumas das maiores atrocidades da História, sei perfeitamente de que lado estou. Mas jamais submeteria o meu povo a um brutal agravamento do custo de vida para financiar uma guerra em defesa de um aliado estrangeiro.

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Nota Oficial 

[Quadro da Quarta] Virgem Maria amamentando rodeada de anjos

Jean Hey, 1493

Wikipédia 

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O Despertar 
Cavalos 
Suzanne no banho 
A Batalha de Palestro 
Um funeral em Ornans

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Douglas Ruas confirma três nomes para o seu secretariado; veja quem são e os planos para 2027

Governador eleito do RJ concedeu entrevista coletiva nesta terça-feira, 3 de novembro

Quintino Gomes Freire

O governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), apresentou nesta terça-feira (3/11), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no Centro da capital, três integrantes de seu futuro secretariado. Os escolhidos são Anderson Monteze, para a Secretaria de Planejamento, Gestão e Inovação; Maria Gabriela Bessa, que comandará a Casa Civil e Governança; e a vice-governadora eleita Fernanda Louback (PL), que ficará à frente da Secretaria de Políticas Inclusivas e da Mulher. 

Os anúncios começam a definir a estrutura do governo que assumirá o Palácio Guanabara em janeiro de 2027. O principal desafio será enfrentar a situação financeira do estado, que tem um déficit estimado em R$ 14 bilhões para o próximo ano. Ruas pretende reduzir o número de secretarias, rever despesas e reorganizar áreas da administração pública.

Durante a apresentação, o governador eleito afirmou que ainda não definiu quantas pastas terá sua gestão, mas garantiu que a estrutura será menor que a atual.

“Nós ainda não temos o número definido, mas é certo que teremos uma significativa redução em relação ao número que nós temos hoje”, afirmou Douglas Ruas.

Os três nomes já integravam as articulações para a formação do governo. Como o DIÁRIO DO RIO havia antecipado, Gabriela Bessa e Anderson Monteze estavam entre os cotados para assumir funções estratégicas, enquanto Fernanda Louback já havia sido anunciada para uma pasta dedicada à inclusão e às mulheres.

Anderson Monteze terá missão de rever orçamento e criar teto de gastos

Escolhido para comandar a Secretaria de Planejamento, Gestão e Inovação, Anderson Monteze terá a responsabilidade de conduzir parte das medidas de ajuste fiscal do novo governo. Entre as primeiras tarefas estão a revisão da proposta orçamentária de 2027 e a elaboração de um projeto de teto de gastos para limitar o crescimento das despesas públicas.

[Livros & Leituras] Front Populaire

La revue de Michel Onfray, nº 26, septembre-octobre-novembre 2026, 160 pages.

Qui est complotiste?🤔

[Livros & Leituras] Valeurs Actuelles nº 4692

du 29 octobre au 4 novembre 2026, 90 pages. 

Daronco acumula 21 erros de arbitragem em jogos do Vasco; veja polêmicas

Pênalti não marcado contra o Palmeiras reacende críticas ao árbitro, que tem série de decisões contestadas em partidas do Vasco

Altair Alves

Foto: Cesar Greco/Palmeiras

O árbitro Anderson Daronco [foto] voltou a ser motivo de revolta entre os vascaínos após a derrota por 1×0 para o Palmeiras, no domingo (1), pelo jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil. A não marcação de um pênalti em toque de mão de Alexander Barboza, dentro da área, reacendeu as críticas ao juiz, que acumula um histórico controverso em partidas do Cruzmaltino. 

Foto: Cesar Greco/Palmeiras

De acordo com um levantamento do jornalista Wesley Curty, Daronco já apitou 29 partidas do Vasco com apenas 42% de aproveitamento Gigante da Colina. Além do retrospecto desfavorável, o árbitro tem aproximadamente 21 erros em jogos do Cruzmatino, incluindo possíveis pênaltis não marcados e gols anulados equivocadamente.

Entre os episódios mais lembrados estão partidas do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. Em 2015, no empate sem gols com o Coritiba, em São Januário, o Vasco teria sido prejudicado por um pênalti não marcado. Dois anos depois, na derrota por 1 a 0 para o Flamengo, outro lance de possível penalidade também entrou na lista de reclamações.

Veja os erros de arbitragem

• Vasco 0x0 Coxa – Br 15
Pênalti não marcado 

• Vasco 0x1 Flamengo – Br 17
Pênalti não marcado

• Vasco 2×0 São Paulo – Br 18
Gol mal anulado 

• Vasco 2×0 São Paulo – Br 19
Não expulsão e foi salvo pelo VAR. Além de ter sido um dos poucos árbitros a relatar na súmula os cânticos da torcida 

• Vasco 1×1 Cap – Br 19
Pênalti não marcado, salvo pelo VAR e também gol mal anulado.

How Useful Will The New P4M Platform Be For Brazil, India, & Turkiye?

Andrew Korybko 

While the EU has already subordinated itself to the US as a result of the latter’s hegemonic power play over the Global West after the start of the Ukrainian Conflict’s large-scale phase in early 2022, this doesn’t automatically mean that those three will bandwagon as the US’ other junior partners

RT drew attention to Indian External Affairs Minister Dr. Subrahmanyam Jaishankar’s remarks at the inaugural Partners for Multilateralism, International Law, Peace and Prosperity (P4M) Summit on the sidelines of the UNGA in late September. The gist is that multilateralism is being challenged like never before by “extreme competition, geopolitical tensions and actual conflicts”, which has contributed to “The 4F crisis of Fuel, Food, Fertilizer and Finance” that he argues can only be addressed multilaterally.

The P4M’s joint statement echoes these concerns and was initially co-sponsored by Australia, Barbados, Brazil, Canada, the European Union, India, and Kenya with signatories from over a dozen countries like Turkiye as well as separate EU members such as Slovakia. Russian geo-economic guru Yaroslav Lissovolik, who runs BRICS+ Analytics, noted in his article about this group that it could “build linkages across the North-South axis between the middle powers from the developed world and the Global South.”

He expects that “the ranks of the P4M platform could well expand via the middle powers in Asia, most notably such ASEAN economies as Vietnam, Malaysia and/or Indonesia”, which are either formal BRICS members like Indonesia or BRICS+ partners like Vietnam and Malaysia. The P4M also embodies India’s long-running multi-alignment strategy and France’s newfound call for a “coalition of independents”. Here are three background briefings that concisely document recent ideational developments of relevance:

Por que Brasília olha para Washington na terça-feira

O resultado americano pode mudar o tom com a direita brasileira

Rogerio Pires 

Amanhã, terça-feira, 3 de novembro, mais de 23 milhões de americanos já terão votado antes mesmo de as urnas abrirem. Em 2022, na mesma altura, eram 15 milhões. Quando um eleitor corre para votar com essa antecedência, ele quer dizer alguma coisa. A pergunta é o quê, e quem vai entender o recado.

Donald Trump não está na cédula, mas é dele o nome que paira sobre cada urna. Estão em jogo as 435 cadeiras da Câmara e 35 das 100 do Senado, onde os republicanos têm 53 vagas contra 47. A imprensa que nunca aceitou o resultado de 2024 já escreveu o enredo: onda democrata, derrota republicana, fim de festa.

Vamos aos números que ela repete. Segundo a Reuters/Ipsos, os democratas têm 47% a 35% na intenção de voto para o Congresso, e a aprovação de Trump está em 31%. O Decision Desk HQ dá 59% de chance de os democratas retomarem a Câmara. Só que o próprio levantamento avisa o que a manchete esconde: é dado nacional, que não projeta quem controla cada Casa. Eleição americana não se decide no voto médio do país. Decide-se distrito a distrito.

E é nos distritos que a conta muda. Os novos mapas dão aos republicanos uma vantagem líquida estimada de 5 a 12 cadeiras antes de o primeiro voto ser contado. O partido também chega com dezenas de milhões de dólares a mais em recursos de campanha. No Senado, a projeção é de empate em 50 a 50, e nesse cenário quem desempata é o vice-presidente JD Vance. Uma onda que termina empatada no Senado é uma onda bem menor do que a anunciada.

Trump entendeu isso e foi para a rua. Fez comícios em mais da metade dos estados na reta final. Enquanto os adversários apostavam na pesquisa, ele apostou no corpo a corpo, o mesmo método que desmentiu os institutos em 2016 e voltou a desmentir em 2024, quando venceu em todos os estados-pêndulo. Quem aposta contra essa campanha de rua já perdeu antes.

O que pesa no bolso do eleitor, e é aí que a eleição será decidida, é a gasolina acima de US$ 4 por galão e a inflação que não cede. É o preço do posto, da feira, do aluguel. O eleitor americano vota com a carteira, como qualquer um de nós. A direita acerta quando fala de fronteira, de corte de impostos e de segurança do voto, e precisa convencer esse eleitor de que o remédio é o dela, não o de quem prometeu e não entregou.

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[Aparecido rasga o verbo] Os dois bancos e a passageira de tirar o fôlego

Aparecido Raimundo de Souza

DENTRO DO ÔNIBUS, naquele vaivém de gente subindo e descendo, atrelado ao barulho ensurdecedor, havia dois bancos que seguiam lado a lado. Um à direita, outro à esquerda. Sempre ali, calmos, firmes, cumprindo seus ofícios de receberem quem cansava os esqueletos e os pés. Até que numa das muitas paradas, subiu aquela preciosidade de tirar o fôlego.

A beldade se aprochegou vagarosamente despreocupada, acondicionada num vestidinho curto de verão, um tecido de natureza leve que dançava ao ritmo de seus passos. A jovem não fazia mal nenhum, não buscava provocar, apenas vinha, como qualquer outra pessoa, indo para onde precisava. Assim que ela pisou os primeiros passos após a roleta, o silêncio do ônibus se mexeu. E dois bancos começaram a sussurrar entre si.

— Ela senta aqui! — insistiu o da direita, todo prosa.  Olha como ela é delicada. Merece um cantinho bom, perto aqui da janela, pra sentir o vento... nas partes salientes... e na hora de descer...

— Não, seu desmilinguido. Aqui é melhor! — rebateu o da esquerda, meio ruidoso.  Do meu lado, ela ficará mais perto da terceira porta e obviamente mais fácil pra se locomover quando precisar deixar o recinto. Ela deve estar cansada. Olhe para o rostinho dela.

E foi assim, baixinho, mas teimoso, que a briga entre esses dois “sentadores de um coletivo” começou. Um dizendo que o seu assento era mais confortável, o outro observando que o seu se fazia mais seguro. Um elogiando a luz do sol que batia ali, o outro garantindo que ao seu lado, havia mais espaço. Enquanto isso, a jovem passageira parada, com a mão na bolsa, tentava guardar a carteira com o passe, ao tempo em que se segurava, como podia, ao arrepio em que a condução seguia a sua rota fazendo curvas e freando abruptamente diante de um trânsito caótico.  Olhando de um lado para outro, se segurando espavorida, se fazia a preciosa desatenta, sem saber onde se acomodar, mantendo, todavia, um sorriso tímido nos lábios bem torneados.

A verdade é que nenhum dos dois admitia: não era apenas sobre oferecer um lugar seguro. A coisa se fundava na admiração tola e genuína de quem se enamora e fica de queixo caído com a beleza indescritível de uma mulher de porte elegante, não sabendo muito bem (exatamente por serem  míseros bancos), como lidar com toda aquela venustidade primorosa. Queriam ambos, ser úteis, almejavam ser, obviamente, os escolhidos, mas no exagero da disputa que se fazia acirrada, quase esqueciam de ser um bocadinho ajuizado e acolhedores.

[Livros & Leituras] Benjamim e os dias cheios de nada

Pedro Chagas Freitas, Oficina do Livro, Alfragide, junho de 2026, 384 páginas. 

Benjamim vive as emoções como ninguém. A sua forma de ver a vida, de pensar a vida, de sentir a vida, é desconcertante. A existência também o é. 

Ao atravessar as páginas deste livro, vamos conhecer um caminho de emoções, de gargalhadas, de lágrimas, de medos, de coragens, este é ao mesmo tempo um diário e um caderno de sentimentos, com múltiplas camadas e ainda mais leituras. 

Pedro Chagas Freitas nasceu em Guimarães em 1979. É escritor, jornalista, formador na área da escrita criativa e orador. Com quase 40 livros publicados, é um dos autores mais lidos em Portugal e em países como a Itália, o Brasil ou o México, com vendas superiores a um milhão de cópias em todo o mundo. Vencedor do Prémio Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura em 2006, é o fundador do Campeonato Nacional de Escrita Criativa. Além da escrita, é palestrante e autor da stand-up tragedy «Sim, Eu Empurro Portas que Dizem Puxe», com a qual tem percorrido o país.

Criou dois jogos de escrita criativa — A Fábrica da Escrita e o Supergénio. Publicou, entre muitos outros, livros inesquecíveis como A Raridade Das Coisas Banais e Prometo Falhar.

Não cheguei à metade do livro. 😡

Me lembrei da raposa do Pequeno Príncipe: não me cativou, nem um pouco.

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O segredo do meu turbante 
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A relíquia

segunda-feira, 2 de novembro de 2026

[Sétima Arte] Um homem, um cavalo, uma pistola

Un uomo, un cavallo, una pistola (Brasil: Um Homem, Um Cavalo, Uma Pistola) é um filme italiano do gênero western Spaghetti lançado em 1967.

Sinopse

Tomando a identidade de um inspetor postal encontrado morto na trilha, um estranho pistoleiro caçador-de-recompensas, cavalga numa pequena cidade do oeste quando de repente, se vê em meio a um assalto à diligência executado por uma quadrilha de 20 sanguinários pistoleiros.

Descobrindo que o objeto do ataque não era um cofre cheio de ouro, mas sim a própria diligência que foi construída em ouro, ele convoca a ajuda de um velho pregador vigarista e vai atrás da perigosa quadrilha e seu precioso produto de roubo. 

No IMDb: 6,1  

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Embalos de sábado à noite 
Quando a suspeita condena (Above suspicion) 
O Meninão 
O templo da perdição