domingo, 8 de fevereiro de 2026
Horror: Professora é morta a facadas por aluno em faculdade de Porto Velho
Autor do crime foi preso em flagrante após ser contido por outros estudantes
O Dia
A professora de Direito Juliana Santiago, de 41 anos, morreu após ser atacada a facadas por um aluno dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), na noite de sexta-feira (6), em Porto Velho, Rondônia. O autor do crime foi preso em flagrante.
Segundo a instituição, o
suspeito foi identificado como João Junior. Ele é estudante regular do local.
Juliana chegou a ser socorrida
em estado grave e levada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos
ferimentos.
Após o crime, João Junior foi
contido por estudantes que estavam no local. Em seguida, preso pela Polícia
Militar (PM). Ainda não há informações sobre a motivação do crime. O caso está
sendo investigado pela Polícia Civil.
Nas redes sociais, o centro
universitário lamentou a morte da professora e decretou luto de três dias.
"Uma perda irreparável que fere seus familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica. A violência que silenciou sua voz não apagará seu legado. Sua trajetória e compromisso com a formação jurídica permanecerão como referência de excelência acadêmica, ética e dignidade. Nos solidarizamos com todos os que sofrem esta dor imensurável e reafirmamos que a educação jamais será vencida pela violência", publicou.
Um exemplo, dos milhares, da hipocrisia da militância nas redações…
— Diego Muguet (@diegomuguetrj) February 7, 2026
A grande hipocrisia da comunicação social de esquerda:
— Cianurosex (@cianurosex) February 7, 2026
O de Kathy Griffin foi "uma piada", agora que o Donald Trump fez um meme de macaco com os Obama é o fim do mundo... pic.twitter.com/95DSbvhf1P
[As danações de Carina] A tarde eterna dos que se esqueceram que precisavam partir
Carina Bratt
A PRAÇA, como sempre, estava cheia de sombras alongadas, distendidas, como se o sol tivesse preguiça de se despedir e ir embora. Ali, sentados nos bancos gastos, estavam os que já tinham passado da hora de dizer adeus e morrer. Não eram essas criaturas, fantasmas, tampouco moradores de rua, ou malandros. Apenas homens e mulheres que, por algum capricho do destino ficaram vagando pela Terra além do prazo que a vida costumava impor.
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| Foto daqui |
Conversavam em murmúrio, sem alterar a voz
como quem não quer chamar a atenção. Um falava das guerras que já não existia,
outro lembrava de amores que se dissolveram como fumaça num ontem tão distante
que nem o passado saberia dizer detalhadamente onde havia ficado. Havia a dona
Luzia, uma senhora que bordava flores em panos de cores invisíveis, e um
velhote, ou melhor, o seu Bozó, que ria sozinho, gargalhava como se tivesse
guardado, para si mesmo, uma piada ‘dos-tempos-do-ronca’, uma bobagem sem graça
que ninguém mais entenderia.
Todos, sem tirar nem pôr, carregavam em seus
costados, o peso árduo e desventurado de uma eternidade improvisada. O curioso
é que não havia tristeza. Em oposto, reinava nos corações dessas criaturas, uma
calma esquisita e misteriosa, uma tranquilidade para lá de anormal, um sossego
maleável com rosto fechado num misterioso indecifrável de como se o mundo
tivesse se esquecido deles e, por isso, todos viviam sem atropelos, sem
correrias e o melhor de tudo, sem pressa da chegada de um novo porvir com cara de
amanhã.
O relógio da estação de trem marcava as horas, mas para todos que cruzavam as linhas férreas o tempo já não tinha serventia. Estavam todos os ali residentes além da contagem dos anos dados pelo Criador, a bem da verdade, gozando de uma dilatação distendida para um divorciado da pressa de dar de cara com a taciturnidade fria da morte. E no passar quase parando daquela tarde tranquila que parecia suspensa no ar, os que passaram da hora de partir desta para melhor, descobriram que a vida, quando se estende além do previsto, deixa de ser obrigação e vira apenas mera contemplação.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Bêbados esquecem. Conservadores não deveriam
Dizem que o sujeito bebe pra esquecer.
Conservadores, moralistas e religiosos criticam.
Não, não é assim que funciona, dizem eles.
Beber faz mal, dizem eles.
Esquecer é fuga, dizem eles.
Mas, e eles?
Acordei e me dei conta disso.
Esqueceram a caminhada do Nikolas.
Esqueceram o caso das sandálias Havaianas.
Esqueceram o cachorro Orelha.
Esqueceram o Clesão.
Esqueceram a Magnitski.
Esqueceram o banco Master.
O Toffoli.
Esqueceram até mesmo o careca matando Bolsonaro aos poucos.
A bebida nunca fez esquecer.
Faz é lembrar de tudo sem filtro, sem vergonha, sem censura.
Conservadores de Instagram não bebem. Não fumam. Dormem cedo. Vão à missa todo domingo.
E não lembram de porra nenhuma.
Não querem lembrar.
As notícias de hoje apagam as de ontem.
O jornalismo profissional morreu
Paulo Figueiredo
A rede de televisão ABC, o canal de notícias CNN e o jornal Washington Post serviram como modelo para a imprensa brasileira. A Globo copiou o Jornal Nacional do CBS Evening News, a GloboNews nada mais é do que uma CNN brasileira, e o Washington Post é o fetiche de todo jornalista saudoso da época do Watergate (que hoje sabemos ter sido uma operação de desestabilização da CIA, que se sentia ameaçada por Nixon, mas isso é outra história). É a isso que eles enchem a boca para chamar de "jornalismo profissional".
Como ensino nos meus cursos, na década de 2010 o jornalismo desses veículos (que sempre teve uma tendência de esquerda) deu uma guinada ideológica aguda. Durante o primeiro governo Trump, eles se tornaram basicamente uma máquina de propaganda difamatória e das pautas woke mais alucinadas e lacradoras. Foi por isso que eu disse, em 2020, à Thais Oyama, que "o jornalismo profissional morreu".
E agora, estão todos quebrados. É hora de enterrar os corpos.
Acabamos de ter demissões em massa no Washington Post, a ABC reformulou todo o seu jornalismo há poucos meses, e a CNN teve em 2025 o seu pior ano em 30 anos. Tudo está colapsando.
Sem dinheiro da USAID e outras ajudas governamentais, o exército de militantes de esquerda travestidos de jornalistas está passando fome. Está acontecendo e vai acontecer ainda mais no Brasil. A Globo não vai resistir a quatro anos sem verba governamental, e os anunciantes, por mais ideológicos que sejam, em algum momento vão embora quando percebem que não há mais audiência.
O jornalismo profissional
morreu. Vida longa ao jornalismo independente.
Texto: Paulo Figueiredo,
X,
6-2-202619h57
"Você sabe com quem está falando?"
Mario Sabino
Sob os auspícios de Flávio Dino, o STF validou o
aumento de penas em um terço por crimes contra a honra cometidos contra
funcionários públicos no exercício das suas funções
Isso significa que, perante a lei, calúnia, injúria e difamação são consideradas ofensas maiores se dirigidas, por exemplo, aos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo, incluídos entre outros agentes do Estado.
É evidente absurdo lógico quando se leva em conta que, de acordo com a Constituição, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, a não ser quando se trata de preservar os mais fracos, nunca os mais fortes.
A pretexto de proteger o serviço público, a maioria dos ministros do STF continua firme, portanto, na sua investida contra a liberdade de expressão, iniciada desde que eles se arrogaram o papel de únicos defensores da democracia, na base do prende e arrebenta.
Edson Fachin, atual presidente do Supremo, foi um dos votos vencidos. De acordo com ele, o aumento das penas se choca com a ordem democrática e contraria a jurisprudência do próprio STF em relação ao direito à crítica e ao assédio judicial a jornalistas.
Para Fachin, o direito à crítica contundente a agentes públicos deve ser garantido por eles estarem sujeitos ao maior escrutínio da sociedade. A crítica contundente é até mesmo indispensável ao controle democrático do poder, de acordo com o ministro.
Só que os democratas do STF não querem saber de controle nenhum. Para eles, qualquer controle é ameaça intolerável.
A validação da norma absurda ultrapassa as circunstâncias desta nossa quadra temporal e se inscreve na tradição brasileira de hierarquia, personalismo e desigualdade social.
6-2-2026: Oeste sem filtro – PF conclui perícia médica (pela Polícia?!) de Bolsonaro e envia laudo ao STF + Apesar das doenças crônicas, a PF ACHA que Bolsonaro deve continuar na prisão + Presidente do Congresso da Venezuela pede perdão às vítimas da ditadura + Fundo de Previdência do Amapá investiu 400 milhões no Master
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| Foto: Mateus Bonomi/AFP |
5-2-2026: Oeste sem filtro – CPMI do INSS expõe bastidores que o governo Lula tentou segurar + Lula admite ter conversado com Daniel Vorcaro (pra falar sobre o técnico do Vasco?)
Fachin pede ajuda a um dos maiores especialistas em Ética
4-2-2026: Oeste sem filtro – M faz dobradinha com Toffoli em defesa da indecência + PT tenta censurar críticas durante campanha eleitoral + Congresso aprova pacote que aumenta privilégios
A sabedoria da esquina e a saudade do imperador
Veja a íntegra do discurso de Nikolas Ferreira no Parlamento Europeu
TSE - Tribunal Superior Eleitoral
3-2-2026: Oeste sem filtro – Careca do INSS usava nome de Lulinha + EUA e Venezuela normalizam relações diplomáticas
Ex-empregado diz que Careca do INSS citava Lulinha ao tratar com parceiros comerciais
Quando o sistema se encontra, a democracia costuma ficar do lado de fora
2-2-2026: Oeste sem filtro – Lula distribui 'tapinhas' a integrantes do STF + Em depoimento, Toffoli sugeriu perguntas para proteger Vorcaro
A imprensa e o mundo real
Supremão: o retrato de uma ditadura criminosa
[Pernoitar, comer e beber fora] Solar dos Presuntos
Fomos, o casal LT/HT e eu, ao “Solar dos Presuntos”.
De entrada, por sugestão do Atendente: umas tirinhas de presunto:
Já comemos melhores.
O couvert era pão, (um quentinho), azeitonas e um queijo – que o casal elogiou.
Como principais:
Bife de lombo à portuguesa:
Quase se dispensava a faca para cortar o bife.[Versos de través] Dez chamamentos ao amigo
Hilda Hilst
Se te pareço noturna e imperfeita Olha-me de novo. Porque esta noiteOlhei-me a mim, como se tu me olhasses.
E era como se a água
Desejasse
Escapar de sua casa que é o rio
E deslizando apenas, nem tocar a margem.
Te olhei. E há tanto tempo
Entendo que sou terra. Há tanto tempo
Espero
Que o teu corpo de água mais fraterno
Se estenda sobre o meu. Pastor e nauta
Olha-me de novo. Com menos altivez.
E mais atento.
Hilda Hilst
Tenta-me de novo
Amavisse
Labareda das águas
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Oeste 308 está no ar!
O desastre econômico do governo Lula e a ligação do Catar com grupos terroristas estão entre os destaques desta edição
Depois de virar o mundo de ponta-cabeça para atribuir ao país um falso protagonismo e a doutrina igualmente artificial do “Sul Global”, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está perto de prestar outro tremendo desserviço ao Brasil. Pior: desta vez, os danos provocados podem ir muito além de constrangimentos ou do abastecimento da usina de memes da internet.
O presidente do instituto (e idealizador do mapa-múndi invertido), Marcio Pochmann, vem afastando servidores experientes e qualificados que discordam dos seus métodos e ideias e se recusam a submeter o trabalho técnico a diretrizes ideológicas. Ocorre que o IBGE, que ainda trabalha com base no retrato econômico de 2010, está prestes a concluir a revisão do PIB amparado nos dados de 2021. Como os números do instituto orientam a tomada de decisões que influenciam na vida do país, estatísticas eventualmente contaminadas não produzem ruído — produzem dano.
“Estatística é leitura que dá sono em muitos brasileiros, mas é essencial para tomadores de decisão”, argumenta Eugenio Esber. “Isso diz respeito não apenas a grandes empresas ou investidores”. O índice de inflação, por exemplo, regula contratos de aluguel. A medição de preços determina o consumo. Salários, juros e políticas públicas dependem desses números. Ao contrário de mapas surrealistas, que só provocam riso, estatísticas balizadas por linhas ideológicas podem produzir desastres econômicos.
O governo petista se encarrega de ampliar a hecatombe. “Se existisse uma Olimpíada da incoerência fiscal, o Brasil teria conquistado todas as medalhas nos últimos três anos de governo Lula”, afirma Carlo Cauti. “Arrecadação recorde? Ouro. Dívida pública fora de controle? Prata. Rombo superior a R$ 1 trilhão por ano? Bronze.” O país avança para uma crise fiscal profunda, capaz de comprometer até serviços públicos básicos. Cauti resume o comportamento do governo numa frase: “O Brasil arrecada como um país escandinavo, gasta como um país europeu e oferece serviços públicos de padrão africano”.
[Aparecido rasga o verbo] E a besta ressurgiu mais forte dos infernos
Aparecido Raimundo de Souza
Essa desgraça de Fula
da Garganta Profunda, segundo os moradores próximos, caíra de madura. Em face
disso, separado de suas demais coirmãs, por uma ventania repentina, esse animal
se encontrou sozinho. Se pilhou navegando em águas, terras e campos desconhecidos,
embora quem a visse, ainda que de relance, diria que a infâmia parecia ter sob
seus costados, a aparência de uma independência maligna “meio precoce”.
Muito tempo depois,
veio à tona, que a tal aberração de fato, fora gerada de uma adversidade
estranha. Por assim, se viu apelidada pela alcunha de “Fula da Garganta
Profunda”. Como tal, vestida em sua casca cavalgadurada, a coisa se
transformara num organismo eucarionte desses bem quadrados. Possuía, seu corpo
raquítico, as mazelas de todas as imundícies.
Em seu rosto chupado,
reinavam um par de olhos funestos que lembrava perfeitamente os esbugalhos de
um ladrão prestes a atacar. De longe a maldita observava em silêncio as
criaturas ao seu entorno. De tanto observar, percebeu, de imediato, a fraqueza
dos seres humanos, ou seja, dos bandos de infelizes que moravam próximo.
Assimilou num piscar
de pálpebras, a agilidade de como eles lutavam para sobreviver a trancos e
barrancos em vista do escasso que possuíam. Entendeu, a besta Mula, que para
viver ali, teria que a cada dia matar um leão às expensas desses ingênuos.
Afinal, uma casta de simplórios, imbecilizados e manés, não se fazia assim tão
difícil de achar.
Enraizado de cu e bunda nesse propósito, Fula da Garganta Profunda sentia (apesar dos pesares) a falta do carinho murmurante de sua falecia mãe, a dona Besta-Fera. Lembrava, todavia, que precisava se criar, ser forte, indestrutível. Com o passar dos dias, criou vida e forma e se fez poderoso.
Torcida do Vasco detona trabalho de Diniz e critica mexidas no time
Torcedores do Vasco da Gama não pouparam críticas a Fernando Diniz após mais um tropeço da equipe atuando em São Januário
Altair Alves
Em jogo de muitas chances claras desperdiçadas e polêmicas de arbitragem, Vasco e Chapecoense empataram por 1 a 1 pelo Campeonato Brasileiro. Após a partida, na noite desta quinta-feira (5), torcedores do Gigante da Colina mandaram recados ao técnico Fernando Diniz.
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| Foto: André Durão |
Quando a fase não é boa, nada
dá certo. O Vasco teve amplo domínio, criou muitas oportunidades, mas não
conseguiu derrotar a Chapecoense em São Januário. O Cruzmaltino abriu o placar
com Puma Rodríguez, teve chances de matar o jogo, mas sofreu o empate em golaço
de falta de Jean Carlos no final.
Nas redes sociais, os
torcedores do Vasco protestaram muito pelo tropeço diante de um adversário
frágil. Na primeira rodada, o Gigante da Colina perdeu de virada para o
Mirassol, e Fernando Diniz virou alvo de muitas críticas pelo começo ruim na
competição. Veja os comentários sobre o treinador abaixo:
30 chutes, mais de 500 passes trocados e mesmo assim não venceu. Já vi esse filme antes.
— rc11 (@11rczin) February 6, 2026
Fernando Diniz é intragável. pic.twitter.com/CgTIzITQis
5-2-2026: Oeste sem filtro – CPMI do INSS expõe bastidores que o governo Lula tentou segurar + Lula admite ter conversado com Daniel Vorcaro (pra falar sobre o técnico do Vasco?)
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| @fraga desenhos / GZH e ZERO HORA |
Fachin pede ajuda a um dos maiores especialistas em Ética
4-2-2026: Oeste sem filtro – M faz dobradinha com Toffoli em defesa da indecência + PT tenta censurar críticas durante campanha eleitoral + Congresso aprova pacote que aumenta privilégios
A sabedoria da esquina e a saudade do imperador
Veja a íntegra do discurso de Nikolas Ferreira no Parlamento Europeu
TSE - Tribunal Superior Eleitoral
3-2-2026: Oeste sem filtro – Careca do INSS usava nome de Lulinha + EUA e Venezuela normalizam relações diplomáticas
Ex-empregado diz que Careca do INSS citava Lulinha ao tratar com parceiros comerciais
Quando o sistema se encontra, a democracia costuma ficar do lado de fora
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Ônibus explode e pega fogo na Barra da Tijuca
Coletivo da linha 862 começou a incendiar na Avenida Armando Lombardi; passageiros conseguiram sair sem ferimentos
Mariana Motta
Um ônibus da linha 862, que faz Rio das Pedras–BarraShopping, pegou fogo na madrugada desta quinta-feira (5) na Barra da Tijuca, e chegou a explodir na parte dianteira do veículo. O incêndio ocorreu enquanto o coletivo deixava passageiros na Avenida Armando Lombardi, próximo ao viaduto do metrô. Apesar do susto, ninguém se feriu.
Testemunhas relataram que as chamas começaram na parte inferior do ônibus, possivelmente no motor ou na bateria, e se espalharam rapidamente. Passageiros e o motorista conseguiram desembarcar a tempo, antes que o fogo se alastrasse. Imagens registradas no local mostram a explosão na parte dianteira do veículo, que chamou a atenção de quem passava pelo trecho.
Fachin pede ajuda a um dos maiores especialistas em Ética
O patético senhor Fachin quer elaborar um Código de Ética para seus colegas ministros do Supremo, que resistem (por que será, não é mesmo?).
Ele resolveu pedir ajuda para um dos maiores especialistas do Brasil no assunto: o ex-presidiário Luis Inácio Lula da Silva!
Agora a coisa vai!
Afinal, quando se trata de
integridade, honestidade e ética, Lula é um verdadeiro mestre.
Ou, se você quiser dizer isso
em inglês:
He is a real MASTER! 💰
Texto e Imagem: Marcelo Rocha Monteiro, X, 4-2-2026, 1h15
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
A sabedoria da esquina e a saudade do imperador
Rafael Nogueira
Dizem uns doutores que o
brasileiro não sabe votar, que vota por obrigação, em quem paga mais, sempre
alheio aos destinos da Pátria. Se você pensa isso, doutor, faça-me um favor:
desça à rua. Pare num balcão de padaria, num banco de praça, numa fila qualquer,
e verá que o Brasil é tema tão constante quanto o clima. E não é conversa
fiada. O povo tem um bom senso mais aguçado que o de muito sociólogo. Ele
discute, opina e se indigna porque procura, desesperadamente, uma voz que
traduza em atos o que ele sente na alma.
E se o voto fosse só “boca de
urna” e favorzinho local, ninguém se daria ao trabalho de atacar o voto de
opinião, aquele em que o eleitor escolhe por afinidade de valores e por visão
de país, e não por promessa de favor. Desde 2018, goste-se ou não, o voto
ideológico e nacional tem pesado mais do que o pragmatismo de quarteirão. O
eleitor cobra vereador e prefeito pelo asfalto; mas, para legislar e governar
Estado e União, prefere quem tenha norte, alguém que saiba por que faz obras e
a quem elas servem.
Em 2026, o choque não será
entre siglas, mas entre dois modos de existir. De um lado, as “Pessoas de
Qualquer Lugar” (os anywheres de David Goodhart), uma casta tecnocrática de
seminário com coffee break, fluente em ONGs e mercado, que trata o Brasil como
ativo de carteira, próspero para poucos e indiferente ao resto. Do outro, as
“Pessoas de Algum Lugar” (somewheres): gente com raízes, bairro, paróquia e
ofício, para quem a economia é o pão de amanhã e segurança é condição de vida.
É em defesa dessa maioria
enraizada que surge o que alguns chamam, com desdém, de “populismo”. Para mim,
o nacional-populismo é, antes de tudo, o instinto de autopreservação que
aparece quando o povo percebe que a democracia exige um “nós”, e que, sem identidade
compartilhada, sem o afeto pelo que é nosso, a oikofilia de Roger Scruton, não
há confiança mútua. Ninguém se sacrifica por uma planilha, mas muitos se
sacrificam por uma pátria.
Erro comum é supor que esse impulso pede um parlamentarismo anglófilo, de modelo distrital, no qual o poder se dissolve entre oligarquias, lobbies e comissões. Nossa tradição é outra: ibérica, católica, organicista. Para nós, o localismo é vital, é no município que a vida acontece, mas, para o local florescer, o nacional precisa de força e unidade, de exemplo e continuidade.
A história ensina, com teimosia pedagógica, que o parlamentarismo puro, sem chefia forte, sempre nos soou estranho. O brasileiro desconfia do “primeiro-ministro” refém do balcão e do toma-lá-dá-cá. Isso não é desprezo do Congresso: o Parlamento é o lugar do debate. Mas a Chefia de Estado é o lugar da mais alta liderança, das grandes decisões e do maior exemplo.
O Grammy e a imbecilidade política das celebridades
Leandro Ruschel
Você jamais deveria dar grande
peso às opiniões políticas de artistas. A esmagadora maioria não passa de
idiotas completos quando o assunto é política, história ou economia — e eu
posso demonstrar isso com facilidade.
No Grammy, por exemplo, a
cantora Billie Eilish foi ovacionada por uma plateia composta quase
inteiramente por celebridades militantes de extrema-esquerda (99,9%) como ela,
depois de afirmar:
“Ninguém é ilegal em terras
roubadas.”
E, logo em seguida, mandou a
ICE (polícia de imigração) “se foder”.
A frase é emocionalmente
apelativa — mas racionalmente absurda.
Se as terras americanas foram “roubadas” de seus habitantes ancestrais, então, pela própria lógica dela, essas terras deveriam pertencer exclusivamente aos nativos americanos. Sendo assim, imigrantes vindos do mundo inteiro estariam tentando se estabelecer numa terra que não lhes pertence. Não é isso que o argumento implica?
















