Buffet:
Salada, Bacalhau e Vitela
Provei esta e aquele:

Atendente simpático.
Dans un article de Valeurs actuelles consacré à Éric Zemmour, l'écrivain Denis Tillinac considère que « l’événement politique de la rentrée, c’est le succès de son livre Le Suicide français. À preuve la focalisation sur sa personne d’une haine de facture quasi djihadiste. Pétainiste pour les uns, fasciste pour les autres, il est harcelé par une meute à peu près unanime car il pointe avec une acuité cruelle les vrais ressorts de notre décrépitude morale. De notre dépossession affective. De notre mise au rebut de l’Histoire. »
Selon lui, « on peut discuter certaines des analyses de Zemmour, estimer qu’il isole trop l’objet de ses amours — la France — dans un contexte de chambardement historique mondial. […] Reste la pertinence globale du diagnostic, énoncé par un homme courageux ». Il souligne également que, comme « il n’épargne pas la droite "officielle", elle se signale par un mutisme apeuré. »
Dans Figarovox, le sociologue, chroniqueur et auteur québécois Mathieu Bock-Côté estime que « Le suicide français est un livre d'histoire. Ou si on préfère, la chronique d'une décadence ». Bock-Côté écrit ainsi que Zemmour ouvrirait « un conflit de légitimité avec le régime soixante-huitard en refusant de souscrire à sa légende. Il a ainsi décidé de marquer son désaccord le plus complet avec l'époque, quitte à donner à l'occasion dans l'exagération, quitte à succomber à l'esprit de système, quitte à embellir exagérément les temps jadis et à noircir exagérément le présent. Mais on aurait bien tort d'y réduire sa pensée. Il révèle surtout un clivage politique authentique, recouvert par la fausse alternative entre libéraux-sociaux et sociaux-libéraux : faut-il poursuivre "l'émancipation" soixante-huitarde ou faut-il engager le réenracinement de l'homme ? »Wikipédia
Paulo Hasse Paixão
No épico ensaio vídeo que
deixamos em baixo, Disparu diz muito daquilo que é preciso saber sobre a
infame manobra a que Christopher Nolan sujeitou a obra de Homero.
Para além da iniquidade do casting e
das aberrantes incorrecções históricas que implodem na cenografia (o guarda
roupa é pobre ou implausível e um dos barcos usados no filme é uma
reconstituição de um Drakkar, usado pelos vikings dois mil anos
depois da era em que se desenvolve a acção da Odisseia); para além da
cinematografia desleixada e do processo de banalização e desvalorização da
linguagem (aparentemente, as “audiências modernas” são excessivamente estúpidas
para suportarem uma tradução séria do grego homérico); para além de ser mais que evidente que existe no projecto de Nolan a clara intenção de
destituir a obra dos seus mais elevados valores (e por acréscimo ou
consequência, destituir a civilização ocidental das suas mais gloriosas
referências); para além da eloquência de Disparu, que vale a pena apreciar (não
é fácil fazer o que ele faz, assim espontaneamente, em vídeo), há que enfatizar
o que o youtuber afirma no fim da sua assertiva dissertação,
porque é mesmo necessário que toda a gente tenha consciência do que está aqui
em causa.
Um dos eixos fundamentais na
narrativa da Odisseia assenta na circunstância de que um grupo de aristocratas
de Ítaca e de outras ilhas vizinhas ocupa literalmente a casa real de Ulisses,
usando e abusando da mesa e da adega e dos criados durante a sua prolongada
ausência (20 anos – 10 de guerra, 10 de regresso), na expectativa de que um
deles seja escolhido para usurpar o seu trono e desposar a sua mulher,
Penélope, que tenta por todos os meios recusar avanços e protelar a decisão de
declarar rei morto, rei posto. A pressão e a humilhação a que a rainha é
submetida é imensa e insustentável, mas ela persiste na sua fidelidade ao
marido, acreditando que ele está vivo e regressará a casa.
Quando enfim Ulisses chega a Ítaca, apercebe-se da intrusão, do abuso, da arrogância e da deslealdade dos seus súbditos e mata-os a todos.
Apenas em junho, dos 2.205 postos cadastrados no Rio, 2.100 foram notificados quanto à falta ou ausência de fornecimento dos dados fiscais sobre a compra e a venda de combustíveis
Patricia Lima
O setor de combustíveis fluminense apresenta dados alarmantes. Segundo a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-RJ) cerca de 95% dos postos do Rio não enviaram ou encaminharam, de forma incompleta, os dados fiscais sobre a compra e a venda de combustíveis. Somente em junho, dos 2.205 postos cadastrados no Rio, 2.100 foram notificados quanto à falta ou ausência de fornecimento dos dados; o que, segundo a pasta, compromete o controle fiscal e impede o combate a fraudes e à atuação do crime organizado.
![]() |
| Foto: Agência Brasil |
De acordo com o Ministério
da Justiça e Segurança Pública, quase metade dos postos de combustíveis do
Rio pode ter algum tipo de ligação com o crime organizado. E a ausência de
registros regulares de compra e venda dos insumos, impede a identificação de
fraudes, o rastreamento de operações suspeitas e a apuração dos desvios pelos
auditores fiscais.
No setor, as fraudes fiscais
são as principais fontes de financiamento das organizações criminosas. Segundo
investigações, dinheiro do tráfico de drogas e de outros crimes seriam lavados
via faturamento dos postos, como se fossem resultado da venda de combustíveis e
de produtos das lojas de conveniência. As fraudes seriam facilitadas porque
cerca de 40% das transações ainda são feitas em dinheiro, dificultando o
rastreamento financeiro.
Outro indício criminoso identificado nas investigações é o esquema da chamada “bomba baixa”, quando o equipamento é adulterado para abastecer uma quantidade menor do que a indicada na bomba, fazendo o consumidor pagar a mais por uma litragem que não recebeu. Investigadores ouvidos pelo RJ2 avaliam que apenas uma quadrilha lucrou R$ 1,6 milhão mensais com a fraude.
A venda da SAF do Vasco ganhou
um novo capítulo nesta semana. O advogado André Sica, representante de Marcos
Lamacchia na negociação, confirmou que o acordo de investimentos já foi
assinado e protocolado na Justiça. Em entrevista ao ge, ele detalhou os pilares
do projeto e afirmou que a operação prevê mais de R$ 3 bilhões em compromissos
para recuperar o Vasco da Gama.
Segundo Sica, o objetivo
inicial do investimento é resolver o maior problema financeiro do Clube: o
endividamento. Ele explicou que a recuperação judicial envolve cerca de R$ 1,3
bilhão em débitos, valor que pode cair para aproximadamente R$ 800 milhões após
negociações com credores. Somadas as dívidas fiscais, o montante chega perto de
R$ 1,1 bilhão.
O advogado destacou que a
proposta vai muito além da compra das ações da SAF. Segundo ele, o projeto foi
estruturado para quitar dívidas, equilibrar o fluxo de caixa, investir no
futebol e melhorar a infraestrutura do Gigante da Colina, garantindo recursos
para os próximos anos.
“Estamos
falando de quase R$ 1,1 bilhão em dívidas”
Ao explicar o tamanho da
operação, André Sica afirmou que o pagamento do passivo é a base do acordo
firmado entre o investidor e o Cruzmaltino.
– A operação faz efetivamente
o repasse de valores para pagamento dessas dívidas. É o ponto básico. A gente
está falando de quase R$ 1,1 bilhão em dívidas que precisam ser pagas.
Na sequência, o advogado
explicou que o investidor também assumirá a responsabilidade de equilibrar as
contas do clube. Segundo ele, atualmente o Vasco arrecada cerca de R$ 500
milhões por temporada, mas possui despesas próximas de R$ 800 milhões.
– A diferença entre um ponto e
o outro, eu preciso aportar. E assim por diante, até nos próximos cinco anos eu
vou equilibrar o caixa.
R$
500 milhões para reforçar o futebol do Vasco
Outro destaque do acordo é um aporte exclusivo de R$ 500 milhões para fortalecer o futebol do Time de São Januário. De acordo com André Sica, o dinheiro será destinado apenas para melhorar o departamento de futebol, seja com contratações, aumento da folha salarial ou outras despesas que elevem o nível competitivo da equipe.
#NoticiasAoVivo #PoliticaBrasil #Trump #GovernoLula #Geopolitica #STF #Brasil #Economia #UltimasNoticias
Relacionados:En appelant Marine Le Pen
à s’éloigner des urnes au nom de la “morale”, une partie de la gauche renie le
principe qu’elle défendait hier au Brésil
Victor Eyraud
En politique, la cohérence est
une dette où seuls les intérêts comptent. A quoi bon défendre un précepte et
s’y tenir, quand on peut changer de conviction au gré de ses causes ?
Quand Marine Le Pen annonce le maintien de sa candidature et
son pourvoi en Cassation – qui, rappelons-le, fait encore jouer la présomption
d’innocence –, une bonne partie de ses adversaires s’insurge pour enterrer la candidate
ressuscitée : « Imagine-t-on un président condamné ? » Leurs
positions passées répondent pour eux : ça dépend, est-il de gauche ?
La démocratie est un fragile équilibre
entre la Politique et le Droit.
Au fond, le procès ravive
cette question de principe qui plane au-dessus des arguties juridiques : est-il
sain et bon que des juges empêchent un candidat à la présidentielle à quelques
mois du rendez-vous démocratique cardinal ? Dans ses motivations
d’ailleurs, la cour d’appel de Paris considère ce dilemme à sa juste
valeur.
Et justifie son arbitrage qui
prend le contrepied du « trouble à l’ordre public démocratique » sorti
du chapeau en première instance : il faut « apprécier la
proportionnalité de la sanction au regard de l’atteinte portée [à] la
liberté de choix de l’électeur, condition d’expression du suffrage
démocratique. » Pourtant, certains balaient encore le débat d’un
revers de la main : « Les politiciens ne sont pas au-dessus des lois !
» C’est vite oublier que la démocratie est un fragile équilibre entre
la Politique et le Droit. La gauche comprenait cette subtilité du temps de
Lula.
Lula « illibéral » comme Le Pen ?
Remontons moins de dix ans en
arrière. Mouillé dans “l’affaire Petrobras” et reconnu coupable d’avoir accepté
un pot-de-vin de 3,7 millions de reais, Luiz Inácio Lula da Silva
est condamné en appel le 24 janvier 2018 à douze ans et un mois de prison.
Incarcéré en avril, l’ancien président du Brésil, alors favori des sondages,
est déclaré inéligible pour l’élection présidentielle d’octobre.
Deux mois avant le suffrage, le comité des droits de l’homme de l’ONU, constitué d’experts des droits civils et politiques, implore la justice brésilienne d’autoriser le chef des travaillistes à se présenter tant que tous ses recours n’auront pas été épuisés. En vain. Lula est derrière les barreaux quand Jair Bolsonaro l’emporte face à son remplaçant au pied levé, Fernando Haddad.
Com apenas 20 pontos em 19 rodadas, o Vasco da Gama busca reforços para reagir e sair do Z4 no Campeonato Brasileiro
Altair Alves
Antes mesmo da abertura oficial da janela de transferências, o Vasco já trabalha para reforçar o elenco visando a sequência da temporada. Após a derrota no Campeonato Brasileiro, o técnico Pedro Emanuel [foto] comentou, em entrevista coletiva, sobre a possibilidade de novas contratações e indicou que o Cruzmaltino segue atento ao mercado.
![]() |
| Foto: João Guerra/ge |
A situação da equipe na
competição aumenta a necessidade de reforços. Com o revés para o Vitória, o
Vasco permanece no Z4, ocupando a 17ª colocação, com 20 pontos conquistados. O
aproveitamento de 35% preocupa, já que historicamente está dentro da faixa registrada
por times que acabam rebaixados para a Série B.
– Eu já estou no futebol profissional há 17 anos como jogador, e 17 anos como treinador. O mercado está aberto, então tudo é possível: entradas, saídas. Isso cabe naturalmente a nós debater isso internamente. Mas quando fui contratado, era para trabalhar essa equipe, e com os jogadores que estão a minha disposição. Acredito que hoje tivemos melhorias, não aquela que gostaríamos, que era conquistar pontos. Se não ganhássemos, pelo menos levar um ponto, que nos alimentaria também na tabela, mas isso não foi possível. Por isso mesmo vamos continuar trabalhando. Vai começar o ciclo de jogos infernal, o que é normal. E essas questões, ao longo do tempo, vocês vão ganhando conhecimento. Agora naturalmente não vou compartilhar com vocês. Cada coisa no seu tempo, o mercado está aberto e tudo é possível.
Aparecido Raimundo de Souza
O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do “Bom Dia Brasil”, veio a óbito nesta manhã de quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.
A informação desse óbito foi confirmada pela assessoria de comunicação
da unidade, que não informou a causa da morte.
Em nota, disse apenas:
"A Clínica São Vicente lamenta o falecimento do jornalista Renato
Machado na manhã desta quinta-feira e expressa suas condolências à
família".
Renato Machado era casado com a também jornalista Mônica Morel.
Era
pai da atriz Maria Eduarda Machado e avô de
Serena, sua primeira neta, de nove meses.
Esse brilhante jornalista nasceu no Rio de Janeiro aos 24 de março de
1943.
Um grande amigo que tive o prazer de conviver com ele, por alguns
anos.
Perda irreparável.
O jornalismo está de luto.
Que o Pai Maior conforte a sua família e os amigos
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, de Vila Velha, no Espírito Santo, 17-7-2026
“Citizen Vigilante” serves as a warning to governments
that if they don’t secure their borders, enforce laws and protect their most
vulnerable, then ordinary people will resort to self-help
Thane Rosenbaum
Movie audiences everywhere
await the premiere of Christopher Nolan’s star-studded summer blockbuster, “The
Odyssey,” featuring Matt Damon. Meanwhile, another movie, “Citizen Vigilante,”
helmed by a largely unknown German director and starring Armie Hammer, who
suffered the cancellation consequences of #MeToo, failed to get a commercial
release.
Nonetheless, “Citizen
Vigilante” tops Amazon’s VOD streaming list at No. 1 and has received a 94%
Rotten Tomatoes audience score. Other platforms are streaming the film with
similar audience enthusiasm.
A tale of two movies depicting
Europe: one centered in Ancient Greece; the other delving into the dark side of
today’s continent. In “The Odyssey,” a victorious general tries to make his way
home after 10 years at war and another decade in a brutal journey back.
“Citizen Vigilante” is about how an entire homeland can be surrendered to
foreigners who violently take over the mores of a civilization, are placated by
cowardly governments and assured that their crimes will go unpunished.
“The Odyssey” is about the
aftermath of war; “Citizen Vigilante” is about a war to come, where citizens
must decide whether they are prepared to reclaim their nations and ensure the
safety of their families.
For this reason, “Citizen
Vigilante” is the true thriller and truth-teller of the summer. If you can see
only one movie, skip the lines at the multiplex, forgo the IMAX technology and
contemplate a “Mad Max” morality. Expose yourself to a fictional tale that is
looking all too real each day—and will soon be playing at a theater near you.
Not a movie theater, but a
theater of war on city streets.
“Citizen Vigilante” is no cinematic achievement. It’s low-budget, self-financed fare. Grimly lit. Poorly plotted. And no score or soundtrack to speak of. Hammer, always compelling, is no longer a matinée “star.” No matter how many times the movie gets streamed, a career comeback is not likely from this performance.
#NoticiasAoVivo #PoliticaBrasil #Trump #GovernoLula #Geopolitica #STF #Brasil #Economia #UltimasNoticias
Relacionados:Aparecido Raimundo de Souza
Senti o peso do silêncio se
engrandecer, aquilatei a distância de tudo o que me era caro fluir pelos vãos
dos dedos. Nesse sonho meio estrambótico, vi rostos entristecidos que choravam,
outros que alimentavam uma certa ironia e pareciam indiferentes, e me deparei,
no mesmo trilho, ou até aliviados e isso doeu mais do que a própria morte.
Pensei em tudo o que deixei para depois: os abraços que não dei, as palavras
que engoli, os sonhos que não tentei realizar, o tempo inerte que gastei com
coisas que não valiam nada.
No minuto seguinte, subi ao ponto mais
alto da consciência, onde tudo parecia claro, e da mesma forma desci ao fundo
da dúvida, perguntando ao meu “eu” interior:
— Era mesmo esse o meu fim? Tudo o que eu vivi até hoje, acabou assim?Mas no meio de todo esse caminho, algo do nada mudou. Não foi o fim. Eu não morri. Não passei para o outro lado. Voltei. E voltei radiante. No momento em que regressei, abri os olhos e percebi que estava aqui, respirando, com o coração batendo forte, assustado, mas energicamente vivo.E foi aí que entendi: essa “morte prematura” ou seja lá o nome que essa coisa possa ter, e que eu confesso que vivi, foi um aviso. Não foi a desgranhenta para me levar de vez, mas para me fazer ver que a vida não espera. Muitas vezes andamos por aí como autônomos, como se fôssemos viver para sempre, deixando o amor para depois, as mudanças para amanhã, a felicidade para um dia qualquer.
Bem-vindo a mais um passeio pelo Ruas e Lugares!
Neste vídeo, convido você a conhecer o Museu Nacional, localizado na histórica Quinta da Boa Vista, no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro.
Você verá como está o Museu Nacional durante sua reconstrução, conhecerá parte dos ambientes já reabertos ao público e passeará pelos belíssimos jardins da Quinta da Boa Vista, um dos parques mais tradicionais e importantes da cidade.
Criado por Dom João VI em 6 de junho de 1818, inicialmente com o nome de Museu Real, o Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil. Sua primeira sede funcionava no Campo de Santana e, em 1892, a instituição foi transferida para o histórico Palácio de São Cristóvão, antiga residência da Família Imperial, onde permanece até os dias atuais.
Ao longo de mais de dois séculos, o Museu Nacional reuniu um dos mais importantes acervos científicos da América Latina, com milhões de peças de valor histórico, arqueológico, antropológico, paleontológico, zoológico e geológico.
Em setembro de 2018, um incêndio de grandes proporções atingiu o Palácio de São Cristóvão e provocou a perda de grande parte do acervo. Desde então, pesquisadores, restauradores e diversas instituições brasileiras e internacionais vêm trabalhando na reconstrução do edifício e na recuperação desse importante patrimônio científico e cultural.
Este vídeo foi gravado durante a fase de reabertura parcial do Museu Nacional, registrando um momento histórico da reconstrução e da retomada das visitas públicas.
Durante nossa visita estavam em cartaz duas exposições especiais:
🏛️ Bastidores da Ciência – apresenta ao público o trabalho desenvolvido nos laboratórios e setores técnicos do Museu Nacional, revelando processos de restauração, conservação, paleoarte, taxidermia, modelagem digital, ilustração científica e diversas outras atividades que fazem parte do cotidiano de um grande museu de ciências.
🎨 Rescaldo das Memórias – exposição do artista Vik Muniz, criada a partir de cinzas e fragmentos resgatados após o incêndio de 2018. Instalada justamente na sala onde o fogo teve início, a mostra convida à reflexão sobre memória, perda, reconstrução e esperança.
Hélder Gomes
O bandoneón não é argentino.
Foi desenvolvido na década de 1840 pelo comerciante e fabricante alemão
Heinrich Band, em Krefeld, que lhe deu o nome e o promoveu como alternativa
portátil ao órgão para as capelas sem meios, mas também para a música popular alemã.
Atravessou o Atlântico na bagagem de emigrantes alemães e foi no porto de
Buenos Aires que trocou os hinos pela saudade e se tornou a voz do tango, o som
mais argentino de todos, apesar da certidão de nascimento germânica. Foi com
ele que Astor Piazzolla compôs, em 1959, ‘Adiós Nonino’, uma elegia pela morte
do pai.
Horas depois de a Argentina ter eliminado a Inglaterra nas meias-finais do Mundial 2026, o fole ainda parece insuflar e comprimir-se sobre o relvado. E se o bandoneão chegou de fora e ficou, Lionel Messi nasceu em Rosário e teve de partir. Tinha uma deficiência de crescimento e um tratamento caro que nenhum clube argentino conseguiu garantir. Foi o Barcelona que o assumiu, com a condição de a família se mudar para Espanha. Chegou lá aos treze anos. Do outro lado, uns ingleses que codificaram o futebol e o veem agora ser-lhes tocado de ouvido por quem o aprendeu depois. E, em fundo, as Malvinas, sempre as Malvinas.
A rivalidade moderna nasceu nuns quartas-de-final em Wembley, em 1966: a Inglaterra venceu por 1-0, com o capitão argentino Antonio Rattín expulso e o selecionador inglês Alf Ramsey a chamar “animais” aos adversários. Rattín morreu no sábado, a poucos dias de as duas seleções voltarem a cruzar-se. Vinte anos depois de Wembley, em 1986, e quatro anos depois de a Argentina ter perdido a guerra das Malvinas para o Reino Unido – 74 dias de conflito, cerca de 649 mortos argentinos –, Diego Maradona resolveu noutros quartas-de-final com dois golos. Primeiro a “Mão de Deus”, com que empurrou a bola para a baliza à socapa do árbitro. Minutos depois, uma corrida de sessenta metros por entre meia equipa inglesa resultou no que viriam a chamar “o golo do século”. Em 1998, foi a vez de David Beckham: expulso frente à Argentina nos oitavas-de-final do Mundial de França por um pontapé em Diego Simeone, deixou os ingleses com dez e viu-os cair nas grandes penalidades. A desforra veio em 2002, em Sapporo, e coube ao próprio Beckham: um pênalti deu à Inglaterra o 1-0 que atirou a Argentina para fora ainda na fase de grupos.
Paulo Hasse Paixão
Um novo relatório revela uma fraude generalizada na
identificação etária entre os imigrantes que se declararam como menores à
entrada em Espanha, com implicações significativas para os sistemas de asilo do
país vizinho e por toda a Europa
As autoridades abriram 848
processos de determinação de idade no ano passado, mas mais de metade dos
requerentes abandonaram o processo antes de se submeterem ao exame de raio-X ao
pulso, um teste clássico usado para avaliar a idade óssea em crianças e adolescentes.
Madrid apresentou 29 queixas policiais envolvendo adultos alegadamente colocados em centros de proteção de menores. Resultados semelhantes foram relatados noutros países da Europa, incluindo França, Bélgica, Suécia e Alemanha, onde testes e investigações oficiais também encontraram elevadas proporções de imigrantes adultos entre aqueles que afirmam ser menores de idade.
Maria Helena Costa
Num país que os onipresentes ativistas de esquerda nos tentam impingir como democrático e plural, a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) — a nova PIDE — proferiu uma decisão vergonhosa, digna dos ‘tempos da outra senhora’: censurar e punir a exibição de um vídeo que, simplesmente, agradece à mãe por ter escolhido a vida. O vídeo “Obrigado Mãe”, produzido por Miguel Milhão e exibido em Maio de 2025 nos canais TVI, CNN Portugal, CMTV e News Now, foi classificado como uma violação da Lei da Televisão e do Código da Publicidade. O motivo? Ser “político”, não ser facilmente identificável como publicidade e, pior ainda, ser susceptível de “influenciar negativamente a formação da personalidade de crianças e adolescentes”. Como poderá um vídeo destes influenciar negativamente os mais novos? Sensibilizando-os para o valor absoluto da vida humana? Ou alertando-os para o mal profundo que é eliminar vidas humanas indefesas?
É isto. Um vídeo que mostra a realidade crua de uma interrupção voluntária da gravidez — a mulher na maca, o procedimento, o destino final de um ser humano em formação colocado num saco de lixo — foi considerado perigoso. Porque diz “não” ao aborto. Porque defende a vida. Porque, do ponto de vista do bebé, agradece à mãe por não o ter eliminado.
Como é possível que os que defendem a morte impeçam os que defendem a vida de se manifestar?
A resposta é simples e aterradora: porque a cultura dominante já não tolera o contraditório. A narrativa oficial é sagrada: o aborto é um “direito inquestionável”, uma “escolha individual”, um acto de “liberdade”. Qualquer tentativa de mostrar o que realmente acontece — que se trata da eliminação deliberada de um ser humano indefeso — é imediatamente rotulada de “desinformação”, “ataque às mulheres” ou “discurso de ódio”. E o Estado, através da sua agência reguladora, transforma-se em polícia da ideologia.
Milhares de queixas (mais de nove mil, segundo relatos) de associações pró-aborto foram suficientes para que a ERC abrisse processos contra-ordenacionais contra a TVI e a Media Livre, com multas que podem chegar aos 150 mil euros. Enquanto isso, campanhas, reportagens, séries e discursos que glorificam ou normalizam o aborto circulam livremente, sem qualquer censura. A hipocrisia é gritante: só um lado pode falar. O outro é silenciado.
Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão contra empresário investigado por comercializar um Patek Philippe adulterado com peças chinesas como se fosse original
Victor Serra
A Polícia Civil do Rio realizou, na manhã desta quinta-feira (16/07), uma operação contra o proprietário da joalheria Américas Joias, localizada no Shopping Città América, na Barra da Tijuca. O empresário é investigado por vender um relógio de luxo adulterado por R$ 200 mil.
A ação foi conduzida por agentes da 12ª DP (Copacabana), que cumpriram mandados de busca e apreensão contra o empresário André Vinícius Peralta, de 55 anos. Segundo a investigação, ele teria comercializado um relógio da marca suíça Patek Philippe como autêntico, embora a peça tivesse componentes internos de fabricação chinesa.
![]() |
| Foto: Divulgação(PCERJ |
De acordo com a Polícia Civil, o comprador adquiriu o relógio após receber a garantia de que o produto era original e estava em perfeitas condições. Posteriormente, uma perícia técnica concluiu que apenas a parte externa da peça era original, enquanto o mecanismo interno havia sido substituído, comprometendo sua autenticidade e valor de mercado.
Victor Serra
![]() |
| Foto: Daniel Martins/Diário do Rio |
A cidade do Rio de Janeiro amanheceu ainda mais gelada nesta quinta-feira (16/7) e voltou a registrar a menor temperatura de 2026. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os termômetros marcaram 10,5ºC às 6h, na estação da Vila Militar, na Zona Oeste, superando o recorde anterior de 11,3ºC, registrado na quarta-feira (15/7).
O frio também foi intenso na Baixada Fluminense. Em Xerém, distrito de Duque de Caxias, a mínima chegou a 9,6ºC, novo recorde do ano para o município. Já em Seropédica, os termômetros marcaram 10,4ºC durante a madrugada.
As baixas temperaturas são resultado da atuação de uma massa de ar frio que avançou sobre o estado após a passagem de uma frente fria no último fim de semana. Com a diminuição da nebulosidade nas últimas madrugadas, o calor acumulado durante o dia escapou com mais facilidade, favorecendo um resfriamento mais intenso.
Calor volta de forma
gradual
Apesar do amanhecer gelado, a tendência é de elevação das temperaturas ao longo do dia. Nesta quinta-feira, a máxima prevista para a capital é de 26ºC, sob predomínio de sol e sem previsão de chuva, devido à atuação de um sistema de alta pressão.