terça-feira, 29 de setembro de 2026

Distopia do Reino Unido: Andy Burnham anuncia novo “Ministério da Verdade” para combater alegada desinformação

O líder do governo britânico revelou planos para uma nova agência destinada a combater a “desinformação”, ou seja: todo e qualquer ponto de vista que desagrade ao regime

Paulo Hasse Paixão 

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, anunciou a criação de um Centro Nacional de Defesa da Informação, com o objetivo de combater a alegada desinformação estrangeira e os “ataques de informação”. O centro irá colaborar com agências de inteligência, forças policiais e plataformas de redes sociais para lidar com o que o governo caracteriza como ameaças, usando a Rússia como principal pretexto.

Discursando na Assembleia Geral das Nações Unidas esta semana, Burnham descreveu a iniciativa como uma resposta a campanhas estrangeiras que espalham narrativas “distorcidas e falsas”, que, segundo ele, minam a unidade e a confiança nacionais. Acusou especificamente a Rússia de gastar anualmente 1,3 mil milhões de libras (aproximadamente 1,7 mil milhões de euros) em esforços de desinformação, incluindo o uso de bots e sites editoriais fraudulentos. 

Burnham alegou ainda a interferência russa nas eleições gerais britânicas de 2019 e a amplificação das chamadas “narrativas de extrema-direita”, revelando nas entrelinhas que o verdadeiro propósito do centro é o de suprimir as críticas à imigração em massa e à diversidade, equidade e inclusão patrocinadas pelo Estado, bem como o de calar as vozes que se levantam contra uma guerra contra a Rússia, que os regimes europeus estão a tentar fomentar, com algum desespero.

A imprensa, todos os dias, consegue surpreender pela desonestidade e pela maldade

Maria Pinto

Agora andam como ratazanas à procura de pessoas que pouco ou nada têm na vida, só para conseguirem fazer propaganda ao sistema Volta


É preciso ser muito maquiavélico e reles para usar a miséria dos outros para promover uma agenda. Com certeza que muitas pessoas em condições miseráveis aproveitam esse dinheiro das garrafas e latas, mas não seria mais digno pesquisar e promover programas ou associações que poderiam ajudar essas pessoas e montaram uma peça jornalística sobre isso? Não... Nem pensar!

Essas pessoas, antes do sistema Volta, já existiam, já passavam por dificuldades. Só que aquilo que interessa às redacções do jornalismo maquiavélico é promover a agenda climática e, neste caso, promover o sistema Volta, como é o caso desta vergonhosa publicação da CNN.

Espero que pelo menos, tenham tido vergonha na cara, e tenham feito uma vaquinha e oferecido um cabaz básico à pobre coitada que usaram como fantoche para o circo que montaram.

Título, Imagem e Texto: Maria Pinto, Facebook, 29-9-2026, 7h12

28-9-2026: Oeste sem filtro – Dino atua, desbragadamente, como cabo eleitoral + Gilmar tenta paralisar investigações sobre o Master

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[Livros & Leituras] O crime do Padre Amaro

Obras completas de Eça de Queiroz, volume IV, Círculo de Leitores. Lisboa, abril de 1980, 454 páginas. Escrito entre outubro de 1878 e outubro de 1879.  

O Crime do Padre Amaro é uma das obras do escritor português Eça de Queiroz mais difundida por todo o mundo. Trata-se de uma obra polémica, que causou protestos da Igreja Católica, ao ser publicada em 1875, em Portugal.

Esta obra é principalmente um documento humano e social do país e da sua época escrito com a maestria de Eça de Queiroz. É também a primeira realização artística do realismo português.

O Crime do Padre Amaro retrata o romance entre Amaro e a jovem Amélia, que surge num ambiente em que o próprio papel da religião é alvo de grandes discussões e a moralidade de cada um é posta à prova. Enquanto a trágica história de amor se desenvolve, personagens secundários travam instigantes debates sobre o papel da fé.

Eça e o anticlericalismo no seu esplendor.

👍👍👍👍

Afinal, é Eça de Queiroz ou Queirós? Curiosamente, o próximo da fila de leitura estampa Eça de Queirós: 

[Aparecido rasga o verbo] Batendo frontalmente nas bases dos “ladrões do povo” haveriam diferenças gritantes desses “enganadores” para os demais “maquiavélicos” e “safardanas” que enlameiam os eternos carentes de proteção?

Aparecido Raimundo de Souza

ACREDITAMOS PIAMENTE que os verdadeiros ladrões, e por convizinhos dessa palavra, os que se desviaram da retidão moral,  os pilantras, os amaldiçoados, os larápios, os denegridos, os sem noção, os infectos mais peçonhentos, os ratos de esgotos, as serpentes venenosas e malditas, precisam, ou melhor dito, precisariam, além de três colhões, se fazerem cozidos aquela coragem dos “Destemidos com D maiúsculo”, e além disso, serem mais estrênuos que os veados que dão seus cus por prazeres, os rabicós que entraram nas danças  frenéticas dos paus e rebolam, e gozam com as picas dentro, os que gritam, esperneiam e choram. Todavia, em seguida saem rindo, embora tenham a consciência dos peidantes arrombados. Esses paspalhões, para englobarem tudo o que acima enumeramos e mais um pouco, estabelecem, sobretudo, os pontos chaves dos destemidos e aguerridos, dos denodados e, grosso modo, se declaram “de buzanfas sorridentes para paus e cacetes de todos os tamanhos e grossuras dispostos efetivamente para servirem como “cordeirinhos-marionetados” a todas as estripulias existentes”.

Mesmo norte, os indivíduos para enganarem os povos sofridos, as massas desvalidas, os descamisados, os manés, os bobocas e os babacas, os “bocas abertas”, os sem eira nem beira, os portadores dos fedegosos sujos de merda e os bobalhões e, de contrapeso, os analfabetos e ainda os apalermados, os “mocorongos” e abobalhados de pai e mãe que acreditam  nas leis existentes, na justiça falha, nos juízes e promotores, nos ministros comprados da pocilga STF, nos parlamentares e nos códigos superados e existentes. Esses sujeitos todos, precisariam, a bem da verdade, enfrentarem, de peitos abertos, as caras lavadas e prontas para tapas e tabefes, recepcionarem sem medo os riscos futuros sabendo que não poderão, ou melhor escrito, não poderiam voltar atrás. Conscientizarem, que para conviverem com as bandas “dos contras”, bem ainda terem consigo as convicções de que não poderão voltar jamais a serem honestos, haja o que houver.

Mesmo caminho, esses antipáticos deveriam rezar as cartilhas dos absurdos e terem em mente (ainda que desistissem da empreitada), jamais, fossem ou em que circunstâncias surgissem, em hipóteses nenhuma terem a chance de retrocederem, ou darem meia volta, menos ainda, sonharem com as renúncias e pleitearem ser íntegros de novo honrados ou probos. Também terem avivadas na porra da consciência a certeza das escolhas feitas. Por conta da própria sobrevivência, lutarem de unhas e dentes, lembrando sempre que adotaram, por vontades próprias e sem coações e do mesmo modo, manifestaram os desejos de pontilharem por trilhares obscuros, sujos, cagados, portanto entenderem que pugnaram por sendas sem os regozijos do perdão e da volta, como via outra, por estradas sem retornos, ou ainda por veredas distanciadas das benesses das civilidades. 

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Do 7 de outubro à Padroeira, com escala na adega

Leah Levy Cohen Ligia 

Enquanto Israel se prepara para votar, uma viagem secreta a Abu Dhabi virou a notícia do dia e trouxe de volta a pergunta que o país tenta responder há quase três anos: quem sabia o quê antes de 7 de outubro? Segundo a Associated Press, Benjamin Netanyahu teria viajado aos Emirados Árabes Unidos no fim de semana para pedir ao presidente Mohamed bin Zayed que negasse ter feito um alerta sobre uma possível grande ofensiva do Hamas pouco antes do massacre. A notícia se baseia em fontes que não se identificaram, o gabinete de Netanyahu nega ter recebido o tal aviso e os Emirados, até agora, não parecem com nenhuma pressa de participar desse animado campeonato de desmentidos. É muita diplomacia para uma conversa que, oficialmente, talvez nem tenha existido, e muita gasolina de avião para pedir que alguém confirme que nunca disse aquilo que supostamente disse.

Em qualquer outro lugar, essa história já seria suficientemente rocambolesca para alimentar uma campanha eleitoral inteira. Em Israel, porém, ela precisa disputar espaço com guerras em várias frentes, ameaças do Irã, Hamas, Hezbollah, Houthis, soldados mobilizados há anos, famílias exaustas, uma economia pressionada e um país que ainda não conseguiu descobrir onde termina o trauma e começa a campanha. Aqui, até a urna precisa de capacete, colete e aplicativo do Pikud Haoref. O eleitor israelense não vai escolher apenas um governo. Vai decidir o que fazer com o homem que estava no comando quando aconteceu a maior tragédia da história recente do país e que, apesar de tudo, continua sendo visto por uma parcela enorme da população como o único político com experiência suficiente para conduzir Israel no meio desse incêndio regional.

As pesquisas colocam o campo contrário a Netanyahu na frente em número de cadeiras, mas isso não significa necessariamente que esse grupo conseguirá formar um governo. Em Israel, ganhar eleição é só a primeira fase do videogame. Depois é preciso montar uma coalizão com partidos que discordam entre si sobre religião, serviço militar, assentamentos, economia, tribunais, árabes, judeus, sábado, domingo e provavelmente até sobre qual hummus merece o nome de hummus. É possível ter mais cadeiras, comemorar diante das câmeras, distribuir abraços e descobrir, poucas semanas depois, que ninguém consegue se sentar à mesma mesa sem começar uma nova guerra civil antes da sobremesa.

Alemanha: Três afegãos cadastrados violam rapariga de 17 anos, documentando a barbárie em vídeo

Paulo Hasse Paixão

Uma jovem alemã do grupo feminista Lukreta publicou um vídeo a denunciar mais uma violação coletiva cometida por estrangeiros no seu país, desta vez envolvendo três suspeitos afegãos acusados ​​de estupro de uma jovem de 17 anos em Dortmund. 

Os três homens – Quais W., de 20 anos, Burhanulla N., de 19 anos, e Kambiz H., de 25 anos – estão a ser julgados no Tribunal Regional de Dortmund por uma série de acusações graves, incluindo violação e filmagem de vídeo pornográfico de menor.

Os três homens terão atraído a vítima para o seu apartamento em setembro de 2024, na cidade de Dortmund, sob um falso pretexto. Uma vez no apartamento, os suspeitos embriagaram a jovem ao ponto de esta perder os sentidos.

O procurador Fabian Weishaupt afirmou a este propósito:

A Alemanha partida e partidária.

A ruptura de setembro de 2026 deixará vestígios fortes na geografia político-cultural

 António Justo 

As eleições regionais alemãs de setembro de 2026 deixaram de ser um simples teste de meio mandato para se tornarem no retrato de uma Alemanha partida, cansada e ideologicamente inquieta. Entre Berlim, Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e Saxónia-Anhalt, o velho arco de poder formado pela CDU, SPD, Verdes e liberais aparece em decomposição, enquanto os extremos, à direita e à esquerda, se afirmam como intérpretes do descontentamento e de uma nova política… 

Em Berlim, o Die Linke alcançou uma vitória histórica com 25,7% dos votos, tornando-se a principal força política da Cidade-Estado. A CDU, que liderava o governo local, caiu para cerca de 19% a 20%, e a AfD subiu para 16,2%. O dado mais simbólico é a possibilidade de Elif Eralp, uma jovem política de origem turca, vir a assumir a presidência da Câmara de Berlim, procurando formar governo com o SPD e os Verdes. Isso representa uma transformação profunda porque a esquerda radical deixa de ser apenas protesto e passa a reivindicar poder executivo. Em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, o cenário inverte-se. A AfD venceu com 37,9% a 38,3% dos votos, superando por margem estreita o SPD, que ficou pelos 35,5%. A CDU sofreu uma derrota histórica, caindo para 4,9%, abaixo da cláusula de barreira de 5%, ficando sem representação parlamentar. Na Saxónia-Anhalt, a AfD consolidou a sua subida com 43,8%, legitimando-se nas urnas para reivindicar o governo, embora o chamado cordão sanitário continue a tentar impedi-lo. 

O que está em causa não é apenas uma mudança de governos regionais. É uma mudança de mentalidades, de geografia eleitoral e de legitimidade democrática… 

Ukraine Might Be Plotting A False Flag Drone Attack On Southern Europe

Andrew Korybko 

Zelensky has an interest in implicating Russia in an attack on NATO so as to exploit the latest hysteria

French President Emmanuel Macron and Italian Defense Minister Guido Crosetto debunked a recent report from Spanish media that cited an anonymous source close to the Lithuanian Defense Ministry to claim that the CIA allegedly believes that Russia is plotting drone strikes on Southern Europe. The context concerns the hysteria among some European leaders that Russia might soon test NATO’s resolve. Finnish President Alexander Stubb earlier declared that such talk is counterproductive to EU interests.

It was therefore refreshing that the abovementioned officials followed his lead instead of going with the narrative flow for whatever their ulterior motives might have been. Nevertheless, the fact that this story was planted in the media in the first place and by an anonymous source close to the Lithuanian Defense Ministry at that is unnerving, especially amidst speculation of an impending Ukrainian false flag seeing as how Kiev has an interest in implicating Russia in an attack on NATO so as to exploit the latest hysteria.

Earlier this year, Ukraine attacked one of Russia’s “shadow fleet” vessels in the Mediterranean from a drone base in Libya while one of its naval drones washed ashore on a Greek island in the Ionian Sea, both developments of which confirmed that Kiev has both aerial and naval drone capabilities in the area. It could therefore employ them for false flag attacks in Southern Europe in an attempt to manipulate European NATO (E-NATO) into at least more aggressively cracking down on Russia’s “shadow fleet”.

A NFL chega ao Maracanã e revela uma das maiores hipocrisias do futebol carioca

O Rio ganha com a chegada da NFL, mas o entusiasmo exagerado da imprensa com o futebol americano contrasta com a resistência ao uso do Maracanã pelo Vasco. E a tentativa de barrar uma bela parceria comercial do clube torna tudo ainda mais absurdo

Alvaro Tallarico

Não sou fã de futebol americano. Já tentei assistir algumas partidas, procurei entender melhor as regras e até reconheço que existe uma complexidade tática interessante naquele esporte. Mas confesso que minha paciência costuma acabar muito antes de o jogo terminar. São tantas interrupções, substituições, reuniões e intervalos que, quando a partida finalmente engrena, alguém pede outro tempo. Ainda assim, fiquei satisfeito com a chegada da NFL ao Maracanã. O Rio precisa receber grandes eventos, movimentar o turismo, atrair investimentos e aproveitar melhor o potencial de um dos estádios mais conhecidos do planeta. Apesar de grande parte da mídia estar forçando uma barra para empurrar esse futebol americano para nós, brasileiros, amantes da bola redonda.

Porém, o confronto entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens é mais uma oportunidade de mostrar a capacidade da cidade de receber espetáculos internacionais. A NFL sabe produzir um grande evento como poucas organizações esportivas. Existe uma indústria inteira funcionando ao redor de cada partida, com experiências para os torcedores, produtos exclusivos, festas, música e uma estrutura de entretenimento que vai muito além do gramado. Quem acompanha o Super Bowl sabe que, muitas vezes, o intervalo desperta tanto interesse quanto o próprio jogo.

Aliás, talvez seja justamente esse o segredo do futebol americano, saber vender muito bem tudo aquilo que acontece enquanto a bola não está em movimento.

O que me incomoda é a maneira como parte da imprensa brasileira abraça qualquer produto cultural norte-americano, muitas vezes com um entusiasmo que beira a reverência, e a falsidade. Basta a NFL desembarcar por aqui para surgirem reportagens, transmissões especiais, comentaristas explicando as regras e uma cobertura que parece determinada a convencer o público de que estamos diante do acontecimento esportivo mais fascinante do ano. O brasileiro pode até aprender a gostar de futebol americano, mas não precisa ser tratado como alguém que ainda não descobriu uma maravilha da civilização...

133.º aniversário celebra-se esta segunda-feira no Dragão

Bandeira do FC Porto será hasteada às 10h junto à Porta 1 do Estádio

O Futebol Clube do Porto vai comemorar 133 anos de vida com um programa que terá como arranque simbólico a habitual cerimónia pública do hastear da bandeira. 


O momento está marcado para as 10h00 desta segunda-feira, dia 28 de setembro, junto à Porta 1 do Estádio do Dragão.

Como manda a tradição, depois de hasteada a bandeira e entoado o hino, serão homenageados os sócios, atletas, treinadores e dirigentes já falecidos.

O Museu também celebra o 13.º aniversário e quem recebe a prenda são os sócios do Clube, que nesta data comemorativa podem usufruir de um desconto de 50% na aquisição de entradas para a Tour FC Porto.

Preste atenção nos suplentes dos candidatos

Marcelo Guterman

No próximo dia 4 de outubro, estaremos escolhendo dois senadores. Todo mundo presta atenção nos candidatos, mas não se liga em algo igualmente importante: os seus suplentes. Segundo reportagem do G1 no mês passado, nada menos do que 42 suplentes assumiram as vagas dos titulares desde 2019, de maneira provisória ou permanente. Isso é mais da metade do Senado. Hoje, são 10 os senadores que ocupam vagas de senador de maneira permanente, ou 12% das cadeiras.

Vou falar sobre o caso de São Paulo, cada um que procure as informações de seu próprio Estado. Um dos dois senadores em fim de mandato é um tal de Giordano, do Podemos, que ocupou a vaga do Major Olímpio, quando este faleceu, em 2021. Ou seja, dos 8 anos em que o eleitor achou que o Major Olímpio ocuparia o Senado, 6 foram ocupados pelo Giordano. 

Temos também o caso de suplentes que ocupam a vaga de senadores que saem para ocupar ministérios. Nesta legislatura temos 3 casos: Flávio Dino (MA), que saiu para o ministério da Justiça, Camilo Santana (CE), ministro da Educação e Renan Filho (AL), ministro dos Transportes.

Em São Paulo, essa discussão é importante porque, dos cinco principais candidatos, três ocupam ou já ocuparam ministérios (e podem ocupar novamente), e um, Derrite, é pule de 10 para ser ministro da Segurança Pública de Flávio se este for eleito. Vejamos.

- Simone Tebet (MDB): o suplente é Laio Morais, do PT, advogado do Prerrogativas. Ou seja, o eleitor escolhe Tebet como se fosse uma alternativa de centro, e leva pra casa um advogado petista, no caso de Lula ganhar a eleição e Tebet permanecer no ministério.

- Marina Silva (Rede): o suplente é o professor da rede estadual Djalma Nery, do PSOL, um eco-ativista. Pelo menos aqui, temos coerência na chapa.

[Sétima Arte] Braveheart – Coração valente

 Braveheart (Brasil: Coração Valente / Portugal: Braveheart - O Desafio do Guerreiro) é um filme norte-americano de 1995, estrelado e realizado por Mel Gibson. 

Estreou no Brasil em 14 de Julho de 1995 e nos cinemas portugueses em 15 de dezembro daquele ano.

Braveheart recebeu dez indicações ao Oscar, ganhou em cinco categorias, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção (para Mel Gibson).

Sinopse

O filme retrata a figura histórica de William Wallace, guerreiro, patriota escocês e herói medieval. O realizador tenta conferir ao protagonista uma faceta mais romântica e idealista e menos sanguinária.

A ação situa-se em finais do século XIII, tempo em que os rebeldes escoceses lutavam contra o domínio do rei inglês Eduardo I.

Depois de, ainda criança, ter assistido à morte de seu pai às mãos do exército inglês, Wallace é acolhido por um tio que lhe dá uma educação esmerada e erudita. Depois de percorrer o mundo, volta à sua Escócia natal e apaixona-se por uma jovem camponesa.

Para escapar à deliberação real de que um senhor feudal inglês tinha direito a dormir com uma noiva no dia do seu casamento (direito de prima nocte), contraem matrimónio secretamente.

domingo, 27 de setembro de 2026

O grande circo da ONU

Respeitável público!

Hoje tem espetáculo?

Tem, sim, senhor!

Leah Levy Cohen Ligia  

E quem abre o picadeiro é António Guterres, mestre de cerimônias desta grande temporada da ONU. Com voz grave, ele anuncia que o mundo está em crise, que os conflitos se multiplicam e que a paz anda desaparecida. Em seguida, chama os líderes para o palco. Senhoras e senhores, acomodem-se: teremos discursos inflamados, piruetas diplomáticas, leões rugindo e pelo menos um homem bala disparado contra a própria organização.

A Assembleia Geral ainda não terminou, mas o elenco principal já passou pelo palco. A última rodada está prevista para segunda-feira e ainda pode aparecer algum número extra. Até agora, porém, já vimos de tudo: protestos, cadeiras vazias e muita gente explicando por que a culpa é sempre do número anterior. No circo tradicional, o apresentador promete diversão. Guterres anunciou uma semana de guerras, impunidade e reforma institucional. Diversão mesmo, só para quem gosta de ver políticos explicando como o mundo desandou sem jamais admitir que talvez tenham ajudado a empurrar o carrinho.

Lula entrou como encantador de elefantes. Trouxe para o meio da arena o bicho enorme chamado Gaza e disse que não dava para fingir que ele não estava ali. Chamou de genocídio as ações do governo Netanyahu, mas também reconheceu que civis israelenses pagaram o preço dos atos terroristas do Hamas. Foi um número de condução delicada: tentar levar um animal gigantesco pelo centro do picadeiro sem que metade da plateia gritasse que ele estava olhando para o lado errado. E, já que estamos falando de Lula, fica também a menção honrosa a Francesca Albanese, citada por ele com a declaração de que ela não pode ser silenciada. A homenagem entrou no programa sem que ela precisasse subir ao palco. Na ONU, até a menção honrosa pode provocar vaia, aplauso e discussão no intervalo.

Adeus, Mouraria! 😢

Repórter Sábado: Lixo, droga e violência consomem agora o bairro da Mouraria

O Repórter Sábado viveu uma semana na Mouraria, o bairro histórico lisboeta onde agora há grades nas portas. Foi visto muito lixo, droga, sem-abrigos e violência.

A equipa conheceu ainda Leo, o estrangeiro que mobilizou os moradores contra a insegurança e iniciou uma revolução naquele bairro.

Vídeo: 16-3-2026 

Entramos na Mouraria e no Martim Moniz para mostrar o que muitos não veem!

Neste vídeo, percorremos as ruas da Mouraria e do Martim Moniz, em Lisboa, para conhecer de perto alguns dos negócios, estabelecimentos e atividades que fazem parte desta zona multicultural de Portugal. 

Conversámos com pessoas, observámos o movimento das ruas e procurámos perceber como funcionam alguns negócios ligados às comunidades imigrantes que vivem e trabalham nesta região. 

🔎 O que realmente acontece por trás das portas destes estabelecimentos?

Flávio Bolsonaro reúne apoiadores em motocarreata por Jacarepaguá ao lado de Douglas Ruas e Gutemberg Fonseca

Flávio Bolsonaro participou de motocarreata por Jacarepaguá neste sábado (26), evento organizado por Gutemberg Fonseca reuniu Douglas Ruas, Carlos Portinho e Carlos Jordy

Quintino Gomes Freire


O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) participou, neste sábado (26/9), de uma motocarreata que percorreu diversos bairros de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio. O ato foi organizado pelo candidato a deputado federal Gutemberg Fonseca (PL) e contou com a presença de Douglas Ruas, candidato ao Governo do Estado, e dos candidatos ao Senado Carlos Portinho e Carlos Jordy, todos do PL.

A mobilização começou na Barra Olímpica e reuniu motociclistas e apoiadores que acompanharam os candidatos pelas ruas da região. Bandeiras do Brasil e materiais de campanha marcaram o percurso, que terminou no Anil.

A motocarreata encerrou a agenda de Flávio Bolsonaro no estado neste sábado. Pela manhã, o candidato havia participado de outro evento do mesmo formato em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

Motocarreata passou por Curicica, Taquara, Pechincha e Freguesia

A concentração começou às 15h, na Avenida José Wilker, atrás do Shopping Metropolitano, na Barra Olímpica.

A metamorfose de William Gomes: é mais do que um agitador no FC Porto

Metamorfose tática transforma o extremo num jogador mais completo. Soma mais desarmes do que Bednarek e Kiwior em conjunto. Brasileiro foi titular em todos os jogos, surgindo como elemento fundamental na pressão alta. Condição física em níveis elevados permite jogar com a intensidade que Farioli gosta

Carlos Gouveia

Depois de uma época de explosão a nível ofensivo, em que compensou bastante a ausência de Samu, há um novo William Gomes [foto] no Dragão. Aos 20 anos, o extremo não é apenas aquele jogador que desequilibra, finta para dentro e marca golos de assinatura, estando a tornar-se cada vez mais completo. Sem perder a magia nos pés, o brasileiro assume-se como um elemento fundamental na estratégia de Francesco Farioli, ao ponto de ter "deslocado" o amigo Pepê para o outro lado. 

Foto: EPA

O que mais tem impressionado no arranque desta época é o compromisso sem bola. A pressão alta, que é uma das imagens de marca do italiano, tem passado sobretudo pela capacidade de William "saltar para cima" dos adversários, fazendo uso da velocidade e, sobretudo, de uma capacidade física que não tinha mostrado anteriormente para encurtar espaços e abafar a saída de bola adversária no último terço.

Os dados estatísticos sustentam esta transformação com clareza. No campeonato, o jovem extremo soma mais desarmes (15) do que os dois defesas-centrais titulares, Bednarek e Kiwior, juntos (13). A maioria destas recuperações de bola acontece em zonas adiantadas do terreno, originando transições rápidas e perigosas que apanham as estruturas defensivas opostas descompensadas.

No fundo, William Gomes deixou de ser apenas o autor de lances espetaculares para se assumir como o motor de intensidade da equipa portista, confirmando que o talento natural ganha outra dimensão quando aliado ao compromisso coletivo.

[Discos pedidos] Ultraje a Rigor

[Antigamente] Jô Soares entrevista Costinha, 19-9-1989

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Casa Masson: quando comprar um relógio no Centro do Rio era um acontecimento 
Programa de aniversário de Um ano do programa "Jovem Guarda" – exibido em 28-8-1966 
Porteiro Severino 
O Gordo e o Magro 

[As danações de Carina] Oração dos ‘Sete Esses’

Carina Bratt

‘Se eu não descobrir a mim mesma, nunca serei uma mulher inteira’.
Lúcia Amaral de Oliveira Ribeiro, em seu livro ‘Santiago de Compostela’.
2ª Edição - Editora Aquariana São Paulo - 2000

HOJE
eu serei breve. Escreverei sobre a ‘Oração dos Sete Esses’.

Achei interessante. E resolvi divulgar e compartilhar com todas as minhas amigas e leitoras da ‘Grande Família Cão Que Fuma’. Começa assim:

SENHOR,

Para ser Grande, eu preciso de Saúde:
Abençoa-me com a perfeita SAÚDE;

Para alimentar os meus sonhos e os meus princípios eu preciso de Sabedoria:
Abençoa-me com a sua SABEDORIA;

Que os meus Sonhos beneficiem muitas pessoas: Abençoa-me com bons e verdadeiros SONHOS;

Para trabalhar por um mundo melhor eu preciso de Serviço:
Abençoa-me com muito SERVIÇO;

Que o fruto do meu trabalho me traga a verdadeira SATISFAÇÃO;
Abençoa-me com a SATISFAÇÃO;

Que a cada dia eu busque e consiga a Superação:
Abençoa-me com a Graça da SUPERAÇÃO;

Tudo isso para que eu possa cumprir bem a minha tarefa de cidadã, de BOA FILHA, de boa mãe (quando um dia eu tiver uma criança), bem ainda de boa companheira e de excelente esposa, amiga, e principalmente, SENHOR,

DE SER DÍGNA DE SER CHAMADA ‘SUA FILHA’.

Abençoa-me, PAI.
ORIGADA, SENHOR!

Título e Texto: Carina Bratt, de Sorocaba, interior de São Paulo, 27-9-2026

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Livre como passarinho preso em gaiola
Memórias póstumas do 11 de setembro, vinte e cinco anos depois
Mulheres enfermas e seus maridos portadores de procedimentos cruéis em decorrência de uma vida a dois deteriorada e sem futuro 

Onde é? Qual o nome? 😉

sábado, 26 de setembro de 2026

Rio de Janeiro terá dia de sol e calor neste sábado

Clima fica estável na capital, com máxima de até 32°C e alerta para o índice UV elevado

Mateus Aguiar

O primeiro sábado da primavera reserva um dia de tempo estável e predomínio de sol para o Rio de Janeiro. Segundo dados do instituto de meteorologia Climatempo, a previsão para este sábado (26/9) é de sol com variação de nebulosidade ao longo do dia, com temperaturas amenas pela manhã e elevação à tarde. 

Praia de Copacabana, foto: Daniel Martins/Diário do Rio

Os termômetros na cidade registram mínima em torno dos 19°C nas primeiras horas do dia, com a máxima podendo atingir marcas entre 30°C e 32°C no período da tarde. Não há previsão de chuva para a capital durante o dia e a noite.

Durante a manhã e a tarde, a presença do sol é garantida entre algumas nuvens. No período da noite, a nebulosidade aumenta no céu carioca, mas o tempo permanece firme.

Os ventos sopram com intensidade fraca a moderada na maior parte da cidade. O índice ultravioleta (UV) atinge níveis elevados no horário de pico solar, exigindo atenção de banhistas e praticantes de atividades ao ar livre quanto ao uso de protetor solar.

Título e Texto: Mateus Aguiar, Diário do Rio, 26-9-2026, 6h

A República é o problema

Gastão Reis

Em seu discurso de posse, em 1981, Ronald Reagan declarou o seguinte: “O governo não é a solução para o nosso problema; o governo é o problema”. Parafraseando Reagan, em outro contexto patético, é pertinente afirmar, no caso brasileiro, que o problema, desde 1889, é a república. E não se trata de exagero. A esquizofrenia institucional brasileira pode ser identificada como o progressivo afastamento das boas práticas institucionais herdadas de nossas origens lusitanas. Se não, vejamos. 

As novas pesquisas e a releitura de clássicos como “História Econômica do Brasil”, de Roberto Simonsen, dentre outros, abrem-nos novos horizontes em relação ao que foi a nossa real História, aquela baseada em fatos que foram apagados de nossa memória coletiva. Povos sem memória nacional tropeçam nas próprias pernas frágeis, que tentam conduzir a república sem *res publica*, onde o bem comum não é o objetivo. 

Vale relembrar que, nas naus, os marinheiros que aqui aportaram em 22 de abril de 1500 celebravam diariamente missas a bordo. A fé em Deus era algo que os lusitanos traziam entranhada na alma. É fato que nem sempre se comportavam como recomendavam as Escrituras, mas criaram santas casas desde 1539 (Olinda) e Santos (1543). Os jesuítas, no afã de conquistar novas almas para Cristo, não se empenharam em apagar a língua tupi-guarani dos índios. Pelo contrário, chegaram mesmo a redigir a gramática dessa língua. Ao se estudar a língua de um povo a tal ponto, torna-se evidente o respeito por ela. 

Diferentemente de outros povos europeus, os portugueses se miscigenaram com índias, produzindo, desde o início, os mestiços, seguidos dos mulatos da união entre as raças branca e negra. Provavelmente, a dominação de sete séculos da Península Ibérica pelos mouros, povo de pele morena, ensinou aos lusitanos a enxergar com respeito um outro povo cuja pele não era branca. O ditado que meu pai por vezes repetia, “Trabalho feito um mouro”, diz muito sobre a capacidade de trabalho dessa gente morena. 

Ao longo do período colonial, até a chegada da corte portuguesa em 1808, Roberto Simonsen, engenheiro com números bem pesquisados, informa-nos que o PIB e a população da dita colônia portuguesa caminharam juntos. Logo, a renda real *per capita* também era a mesma. Guardadas certas diferenças, os lusitanos criaram um segundo Portugal do outro lado do Atlântico. Foi, sem dúvida, uma história de sucesso, onde os reis portugueses jamais intervieram nas câmaras municipais de nossas vilas, cujas eleições eram religiosamente realizadas a cada três anos. O rei solicitava, inclusive, a aprovação local para os governadores-gerais indicados pela Coroa portuguesa.