domingo, 28 de junho de 2026

Um estranho magnetismo

Henrique Pereira dos Santos

Um dia destes, depois de eu ter feito uns comentários favoráveis à coerência e consistência estratégica que os EUA têm vindo a demonstrar na guerra com o Irão (que dois artigos de Bernardo Ribeiro da Cunha me ajudaram a nomear, falando da vitória da contenção), um amigo meu disse ironicamente qualquer coisa sobre o meu apoio a Trump.

Acontece que reconhecer que a consistência estratégica dos EUA no Irão não tem qualquer relação com apoios ou desapoios a Trump.

As pessoas não são indiferentes, não será igual estar Trump ou Obama a tomar decisões nesta guerra, mas eu não acho que os governantes sejam inteiramente livres nas suas decisões, nem Trump, nem mesmo Khamenei, Putin ou Xi Ji Ping, todas estas pessoas, e mais as que governam países democráticos, como Trump ou Nethanyahu, tomam decisões dentro de contextos sociais e políticos que limitam a sua vontade de fazer isto ou aquilo.

A doutrina de contenção, para usar a expressão de Bernardo Ribeiro da Cunha nos artigos que citei, é visível na intervenção na Venezuela (Maduro é removido, mas não se mexe mais que o necessário para que o regime se alinhe com os interesses ocidentais), em Cuba (não há intervenção directa, mas um dos efeitos da mudança Venezuela é a capitulação do regime cubano que as reformas apresentadas pelos seu presidente representam) ou no Irão, não são possíveis de ser desenhadas e aplicadas porque um dia o presidente dos EUA, seja ele qual for, acordou e decidiu isto ou aquilo.

Atribuir a Trump a decisão final de lançar uma ofensiva no Irão é razoavelmente correcto - no topo do processo de decisão ele poderia decidir o contrário - mas pensar que é Trump que orienta todo o processo de decisão que culmina na sua decisão final, é achar que os governos mandam muito mais do que realmente mandam.

République une et indivisible ? Mensonge : le Parlement vient de l’enterrer

Julien Michel

C’est une capitulation abjecte. Une trahison en bonne et due forme de tout ce que la République française a de plus sacré


Le 23 juin 2026, l’Assemblée nationale a voté l’introduction dans la Constitution de la définition même du communautarisme, dans le cadre du projet d’autonomie pour la Corse. Ce n’est pas une simple réforme technique : c’est un coup de poignard dans le dos de l’indivisibilité républicaine, de l’égalité devant la loi et de l’unité nationale.

Comme l’explique avec lucidité le constitutionnaliste Benjamin Morel, on inscrit désormais dans la loi fondamentale la possibilité d’octroyer des droits particuliers sur la base d’une identité culturelle, linguistique ou religieuse. Pandore est ouverte. Et la France va s’y noyer.

Ceux qui minimisent en disant « ce n’est qu’une île » sont des imbéciles ou des complices. La Réunion est aussi une île, avec une histoire riche, et personne n’a jugé bon de lui accorder des privilèges communautaristes. Mais pour la Corse, parce qu’elle brûle, parce que des voyous ont manifesté, incendié des bâtiments publics et attaqué des commissariats après la mort d’Yvan Colonna (assassin d’un préfet de la République !), l’État s’agenouille.

Gérald Darmanin compare l’assassinat de Colonna à celui de Samuel Paty, puis félicite la « jeunesse corse » – ces mêmes jeunes qui ont mis le feu à l’île. Il ose parler de « promesse tenue à la jeunesse corse en 2022 ». Quelle honte ! L’État français récompense la violence. Il montre à tous les séparatistes, régionalistes et islamistes que le chantage paie, que la République est faible et négociable.

Les complices de cette forfaiture

Le texte a été voté par les Insoumis (Mélenchon s’en est même vanté à Saint-Denis), par Olivier Faure, et même par Gabriel Attal, cet opportuniste qui avait fait de l’interdiction de l’abaya au lycée son cheval de bataille avant de se coucher. La droite ? Trop molle ou complice par abstention. Tous savaient pourtant. Le Conseil d’État avait alerté. Onze constitutionnalistes avaient tiré la sonnette d’alarme dans Le Monde. Peu importe : l’opportunisme politique et la peur de la violence ont primé sur l’intérêt supérieur de la Nation.

[Discos pedidos] Les plus grands duos du cinéma français ++

Muito além do futebol — 3

As conquistas importantes — no futebol, na geopolítica e na vida — dependem de se conhecer o terreno, lidar com as adversidades e se impor sobre os adversários


Nuno Vasconcellos

Agora é para valer. A partir de amanhã, contra a equipe do Japão, a seleção brasileira decidirá, partida por partida, seu destino na Copa do Mundo. Se perder uma, estará fora. Tomara que a má impressão das duas primeiras rodadas tenha ficado definitivamente no passado e que o time treinado por Carlo Ancelotti confirme daqui por diante a evolução demonstrada no jogo contra a seleção da Escócia. E que pratique um futebol capaz de devolver ao torcedor o direito de sonhar com o título. Um sonho que, com toda sinceridade, tem sido impossível nos últimos mundiais.

Isso mesmo. O torcedor brasileiro, nas Copas mais recentes, às vezes até se deixa iludir pelo esforço marqueteiro em torno de jogadores que parecem mais preocupados com o corte de cabelo do que com a aplicação em campo. A verdade, porém, é que o respeito que alguns adversários ainda demonstram pela seleção brasileira se deve mais ao que o time já foi do que naquilo que ele ainda é. As possibilidades de vitória se sustentam apenas na tradição e nas glórias do passado — sem qualquer conexão com a realidade de um time que se mostra realmente preparado para vencer.

Isso mesmo. Os jogadores da seleção até demonstram vontade de triunfar. Eles até parecem desejar, com sinceridade, levantar o troféu e serem novamente aclamados como os melhores do mundo. Infelizmente, essa não tem sido a realidade. Nas Copas passadas, o time brasileiro não fez por merecer qualquer conquista. Na verdade, nem a CBF nem as forças que influenciam a convocação e a escolha dos 11 jogadores que entram em campo de camisas amarelas para representar o Brasil têm se mostrado capazes de trazer dos mundiais algo que vá além das colocações secundárias, alcançadas após a conquista do pentacampeonato, em 2002.

Tomara que, sob comando de Ancelotti, a história tenha um desfecho diferente do que teve sob o comando de Carlos Alberto Parreira, em 2006, de Dunga, em 2010, de Felipão, em 2014, e de Tite, em 2018 e 2022 — treinadores que se mostraram incapazes de compreender o que se passava sob seus narizes. Em que pese a insistência do italiano em pôr em campo jogadores que dividem a opinião da torcida, o fato é que o time já demonstrou, na última partida da fase de classificação, contra o time da Escócia, uma aplicação tática que reduz a dependência crônica que o time brasileiro parece ter do talento individual dos principais craques.

E tem gente que insiste em negar a existência de um regime totalitário no Brasil

Leandro Ruschel

Lula chama Bolsonaro de "genocida" e "canibal". 

"É do jogo político", afirma a "justiça". 

Bolsonaro sugere que Lula será delatado por Maduro. 

"CRIME!", afirma a mesma "justiça".

Título, Imagem e Texto: Leandro Ruschel, X, 27-6-2026, 13h57 

[As danações de Carina] Sobre o amor

Carina Bratt

AS PESSOAS, que se dizem entendidas no amor, geralmente professam escancaradamente que ele se dá ou se constrói por inteiro, que chega devagar, que chega sem pressa e em surdina. Outros mais moderados, afirmam em alto e bom som e de pés juntos, que ele precisa ser conquistado.

Euzinha, do alto da minha pouca experiência, acho que aquele amor tido como bonito e verdadeiro, indestrutível e acima de qualquer suspeita chega movido pela vontade, pelo desejo e obviamente pela escolha. Esse amor é o que conheço como verdadeiro. É aquele amor que entra sem bater palmas, sem tocar a campainha, sem fazer alarde.

O amor verdadeiro pega a gente distraída, assim meio que de surpresa pelada, sem nada, e se instala de forma duradoura onde deveria estar. E onde deveria estar? No coração, na alma, no mais profundo do nosso âmago. Esse amor se faz eterno e imorredouro. Se faz coeso, grudento, indissolúvel. Se for bem cuidado, com carinho pode durar uma vida inteira.

E o amor roubado? Entendam amor roubado, aquele amor tomado na marra, na força, no tapa, ou seja, o que é tirado de nós por debaixo dos panos. O amor roubado ao qual faço referência, quero deixar bem claro, para que se faça entendido se trata daquele amor pego à força, no tapa, furtado, roubado, surrupiado com más intenções.

O amor roubado vem com o rosto encoberto, sem mostrar seu âmago, se faz carecido, é sonso e dissimulado. Não é puro, nem cristalino. No fundo, a intenção é unicamente a de fazer algum tipo de mal perverso, provocar um dano, visando prejudicar alguém. O amor roubado, nasce assim, no espaço oco, cresce num cantinho obscuro e ataca.

Onde é? Qual o nome? 😉

sábado, 27 de junho de 2026

Democrats hoping to blame Trump for World Cup failures forced to change strategy after great success

Carlos Garcia

Many are furious at the report and say so on social media.

The fantastic success of the World Cup in the U.S. has soured many Democrats who were hoping it would be a black eye for President Donald Trump, according to a Politico report.

The report found that many believed the complex logistics of organizing the global event might be too much for American officials but that that hope has been dashed so far.

'What an absolute crock of an article.'

"I think that there was a little bit of like liberal wishcasting that this would maybe be a disaster to sort of stick it to Trump,” said Democratic strategist Rob Flaherty. "It hasn’t yet been."

It went on to say that Democrats have pivoted from criticizing the tournament in anticipation of its failure to praising local officials rather than crediting the Trump administration.

The Politico report was unwelcome on social media, where many on the left expressed their outrage.

"This is the most hilarious stretch I've ever read," replied A.J. Delgado, who identifies as anti-Trump. "Yes, nothing makes Dems more uncomfortable than Dem-mayor Boston; Dem-mayor Atlanta; Dem-mayor Miami and more doing a great job hosting. This is like saying Dems are struggling with the Knicks' success."

"Why would Democrats grapple with it being that it’s democratic cities that benefited from it? Pretty stupid headline," responded Leslie Marshall.

"What an absolute crock of an article," said another X user.

Ukraine’s Spree Of Strikes Against Russia Is More Showmanship Than Strategy

Andrew Korybko 

The primary motive is to produce dramatic visuals for helping Ukraine’s overall cause as war fatigue in the West becomes more palpable and Trump’s political one ahead of November’s midterms after his loss to Iran

Zelensky recently boasted about his country’s long-range strikes against Russia in the Urals and Western Siberia, which followed an earlier large-scale strike against Moscow after several months of sporadic strikes against St. Petersburg. He also announced a 40-day influence operation aimed at coercing Russia into freezing the Ukrainian Conflict, which will likely include many more such attacks. These latest moves coincide with the EU disbursing the first €3.2 billion installment of its €90 billion loan to Ukraine.

Palpable war fatigue in the West as reaffirmed by Czechia, Slovakia, and even Hungary under its new EU-friendly government refusing to finance the aforesaid loan, which preceded Bulgaria’s new government banning arms supplies to Ukraine, arguably pushed Zelensky to authorize attacks with dramatic visuals. Trump once described him as “the greatest salesman on Earth”, and true to form, he knows how to put on a show to keep his audience interested and the cash flowing. That’s the first purpose of these strikes.

The second is to reinforce the false narrative that “Ukraine is winning”, which has been gradually reintroduced by the Mainstream Media throughout the past half-year after earlier being completely discredited by summer 2023’s failed counteroffensive. A State Department representative parroted this claim word-for-word just last week, but as RT’s Sergey Poletaev argued, “The drone war is a distraction. Watch the front” as Russia continues gaining ground in Liman, Rai-Aleksandrovka, and Konstantinovka.

Pescoço lindo!

26-6-2026: Oeste sem filtro – M se contradiz, Casimiro na mira do governo e caos no PL

O clima esquentou na política e na internet!

Alexandre de Moraes se contradiz no STF ao criticar a abertura de inquéritos baseados apenas em notícias, gerando forte repercussão.

Enquanto isso, o influenciador Casimiro (CazéTV) vira alvo de cobranças do governo e é ironizado por políticos da direita: "Viu no que dá apoiar bandido?". 

Os bastidores de Brasília estão em chamas: Valdemar Costa Neto volta dos EUA às pressas para conter um racha histórico no PL.

Do lado do governo Lula, Jaques Wagner admite relação com ex-sócio do Banco Master e reclama de ação da Polícia Federal direto com o presidente. 

E ainda: Lula chama pessoas de "malucas" e afirma que Donald Trump quer tomar o Panamá e a Groenlândia.

No STF, reviravolta no caso 'Dark Horse' com André Mendonça assumindo a relatoria no lugar de Moraes, desespero no PCC e a trágica atualização do terremoto na Venezuela com centenas de vítimas. 

📌 PAUTAS DE HOJE:

• Moraes exposto: A contradição sobre inquéritos e notícias.

• CazéTV x Governo: A conta chegou para Casimiro? Direita reage em peso.

• Crise no PL: A volta às pressas de Valdemar Costa Neto.

• Jaques Wagner, Banco Master e a bronca na PF com Lula.

• STF: Fachin tira poder de Moraes e entrega caso 'Dark Horse' a Mendonça.

• Política Internacional: Lula ataca Trump e Marco Rubio responde Flávio Bolsonaro.

• Tragédia na Venezuela: Mais de 900 mortos no terremoto.

• Bastidores do Crime: PCC poupa alvo após acordo milionário e Careca do INSS nega delação.

[Versos de través] Memória

Manuel Cândido Pimentel 

Quantas vezes nos banhamos nas lagoas da ilha,
aquela, a do arcanjo? quantas vezes mergulhamos no anil
do mar e calcamos as areias das praias? Eu prendia
brisas nos teus cabelos e tinha sede de ti… Lembras-te, minha memória,
na lagoa do fogo o som do voo da gaivota cortando o silêncio
e o espanto de haver som, e voo, e gaivota…
E íamos e voltávamos pelas ruas da vila,
descíamos ao tagarete com o ilhéu da vila à ilharga.
Ao longe o penedo do garajau sobressaindo nas ondas…
São figuras que me falam de ti, de um momento que cristalizou
na pérola de um instante e que eu teimo guardar na memória.
Em que ilhas habitas agora, em que silêncio, em que voo de gaivota?


Manuel Cândido Pimentel, Casa da Calçada, 14-1-2024


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Tudo me fala 
Sétimo dia da Paixão 
Hoje 
Ausência

sexta-feira, 26 de junho de 2026

[Aparecido rasga o verbo] Uma lição de vida pode surgir de onde menos se espera

Aparecido Raimundo de Souza

ANTES DE TUDO, é preciso explicar para gregos e troianos o que é um Tacho. Esse trocinho (de nome feio) vem desde os tempos de nossos avós. É um recipiente grande, entranhado e geralmente coberto de metal da cabeça aos pés, fundido em cobre, alumínio ou ferro “liquifazido” usado tradicionalmente para cozinhar grandes quantidades de comidas saborosas, preparar doces, fazer melado, cozinhar mandioca ou até mesmo fabricar sabão.

Até hoje, no interior, ou nas casas de fazendas e sítios, nas cozinhas de famílias numerosas ou nas festas populares, o Tacho se faz uma peça fundamental: ele fica sobre o fogo por horas, recebendo mexidas constantes, carregado de cheiros que se espalhavam pelo quintal, pela rua, enfim, por todo o bairro. É considerado símbolo de fartura, de trabalho coletivo, de refeições feitas com calma e repletado do mais saboroso carinho.

Nesse tom, o nosso Tacho aqui transformado em formato de crônica, continua sendo aquele trocinho dos tempos idos, ou seja, segue a sua trajetória trazendo alegrias. É ele, aquele ser (inanimado), ou aquele ser pervertido, (no bom sentido) que não se sabe por qual cargas d’água, segue sendo aquele cidadão (cidadão?), que do nada, num repente, se lhe der na telha, muda a fisionomia alegre e divertida e passa a espalhar o errado em tudo o que poderia fazer de bom para dar certo.

Este meu texto de hoje, trata disso. Traz à tona, um Tacho zangado. Tudo começou no começo do final de semana, quando Dona Carabina de Assunção resolveu preparar um doce de abóbora, a sua especialidade mais requintada. O Tacho estava guardado num canto da despensa. Se fazia triste, solitário, tipo assim, querendo trepar no fogão e sentar na grelha queimadora sentindo o fogo na sua bunda. Por conta disso, se viu tirado com todo o cuidado, limpo com pano grosso e posto sobre o suporte onde ele queria realmente estar.

E onde ele queria estar?  Nos braços do fogão a lenha, que toda vez que se via acionado, soltava labaredas altas. A receita a ser posta em ação, se consubstanciava simples: abóbora madura, açúcar, um pouco de água, cravo e canela. Mas como toda história que vira calamidade, nessa hora o erro começou pequeno, quase imperceptível. Dona Carabina de Assunção colocou a abóbora cortada em pedaços, acrescentou o açúcar, mas por algum motivo se distraiu com a conversa da vizinha fofoqueira que parou à porta e veio falar do Lula Mula. Dona Carabina de Assunção odeia essa desgraça.

Pois bem! Por conta dessa conversa, dona Carabina de Assunção esqueceu de mexer o que havia colocado dentro do Tacho logo no começo. Ao se dar conta do erro, vociferou:

Homem desaparece após entrar no mar de madrugada na Praia de São Conrado

De acordo com testemunhas, o homem entrou na água por volta das 3h, nas proximidades do Hotel Nacional

Victor Serra

Um homem está desaparecido desde a madrugada de quarta-feira (24/6) após entrar no mar da Praia de São Conrado, na Zona Sul do Rio. O Corpo de Bombeiros realiza buscas ininterruptas desde o acionamento, mas, até o momento, a vítima não foi encontrada.

De acordo com testemunhas, o homem entrou na água por volta das 3h, nas proximidades do Hotel Nacional, seguindo em direção às Ilhas Tijucas. Desde então, ele não foi mais visto.

As buscas são conduzidas por equipes do 3º Grupamento Marítimo (3º GMar), de Copacabana, e do Centro de Embarcações de Resgate (CER). A operação mobiliza motos aquáticas, botes infláveis, viaturas de apoio terrestre e guarda-vidas, que realizam varreduras e monitoram a área onde ocorreu o desaparecimento.

Título e Texto: Victor Serra, Diário do Rio, 26-6-2026 

Ônibus municipais do Rio deixam de aceitar dinheiro a partir deste domingo

Pagamento em dinheiro nos ônibus municipais do Rio termina neste domingo, 28 de junho, enquanto o Jaé registra mais de 200 mil novas adesões desde o anúncio da mudança

Quintino Gomes Freire 

Foto: Daniel Martins/Diário do Rio

Quintino Gomes Freire

A partir deste domingo, 28 de junho, os ônibus municipais do Rio de Janeiro deixarão de aceitar pagamento em dinheiro. Também chega ao fim o uso do cartão avulso, o verde, nas integrações tarifárias do Bilhete Único Carioca, o BUC, e do Bilhete Único Margaridas, o BUM.

Desde o anúncio da medida pela Prefeitura do Rio, em 12 de maio, mais de 200 mil pessoas aderiram ao sistema Jaé. O movimento acompanha a mudança na forma de pagamento das passagens e a ampliação da bilhetagem eletrônica no transporte público municipal.

Segundo a prefeitura, apenas 4% das viagens feitas nos ônibus municipais ainda são pagas em dinheiro. Os outros 96% dos embarques já usam meios eletrônicos.

O pagamento por PIX também ganhou força. Em cerca de um mês de operação, a modalidade já foi usada em mais de 345 mil embarques nos ônibus municipais.

PIX poderá ser usado para viagem unitária

Com o fim do dinheiro nos ônibus, os passageiros poderão pagar a tarifa pelo aplicativo Jaé, pelo cartão Jaé ou por PIX, diretamente nos validadores instalados nos veículos.

Portugal-Noruega no Estádio do Dragão

4.ª jornada da Liga das Nações está agendada para 4 de outubro às 19h45

O Estádio do Dragão vai reabrir portas à seleção quando acolher o embate da quarta jornada da Liga das Nações entre Portugal e a Noruega. 

O duelo tem apito inicial agendado para as 19h45 do próximo dia 4 de outubro, um domingo (RTP1), e marca o regresso da equipa de todos os portugueses à casa de todos os portistas. 

Este será o 17.º jogo da seleção no Estádio do Dragão, onde garantiu o apuramento para o Campeonato do Mundo de 2026 com uma goleada frente à Arménia (9-1) no passado mês de novembro. 

Antes disso, Portugal já tinha carimbado o passaporte rumo ao Mundial do Catar num play-off frente à Turquia (3-1) e à Macedónia do Norte (2-0). Em 2023 também garantiu a qualificação para o Euro 2024 após vencer a Eslováquia (3-2) e, em novembro de 2024, assegurou a passagem aos oitavos de final da Liga das Nações - que viria a conquistar - com uma goleada frente à Polónia (5-1). 

Michelle, a lavadeira

Tatiane Melchior Stefanello Hodson

Roupa suja lavada nas redes sociais é um sinal de imaturidade, falta de classe e vontade de aparecer. Mesmo no Brasil, o país das fofocas online

Usar sua influência digital para detonar alguém da família é uma irresponsabilidade, principalmente se a pessoa é um enteado candidato a presidente.

Ao reclamar de Flávio em praça pública sobre picuinhas e desentendimentos que mais parecem fofoca de colegial "ele foi ríspido", "me apunhalou", "me tratou com desrespeito e me humilhou", ela demonstra que não é confiável nem sabe jogar o jogo político. Seu ego falou mais alto.

A relevância política de Michelle é proveniente da sua associação com a família Bolsonaro. Sozinha e sem o apoio deles, ela não tem a mínima relevância. Sorry!

Outras ex-primeira-damas tentaram subir em importância política.

Nem Hillary Clinton conseguiu sair da sombra de Bill, apesar de ser advogada, diplomata e "secretary of state" de Obama.

Michelle Obama, advogada e autora, depois de ser a primeira-dama, só tem relevância nas fofocas e memes digitais, de que seria na verdade uma trans, e ganhou o fofo apelido de "big Mike".

Michelle Bolsonaro, ex-vendedora e secretária, deveria manter seus pés no chão como ex-primeira-dama.

Ratos são encontrados em carrinho de refeição e provocam troca de acusações após voo

Imagens circularam nas redes sociais e provocaram reações generalizadas online

Luiz Fara Monteiro


Qual seria sua reação se descobrisse que havia ratos no carrinho de refeição de um voo que você acabou de desembarcar? Um incidente grave de prestação de serviço como esse foi registrado em um voo da Arkia de Israel para a Grécia, após a descoberta de sacos contendo filhotes de rato em um carrinho utilizado para abastecer o serviço de catering, embarcado na aeronave. A ocorrência gerou uma ampla repercussão online e levou a uma troca de acusações entre a companhia aérea e a empresa de catering que prestou serviços ao voo, informa o The Jerusalem Post.

Segundo a Arkia – a segunda maior companhia de Israel que opera voos domésticos e internacionais regulares – o carrinho onde os camundongos foram encontrados vinha do depósito de produtos secos da empresa de alimentação TMM e não continha alimentos destinados ao serviço de passageiros.

25-6-2026: Oeste sem filtro – Mendonça determina transferência de Vorcaro para a Papudinha + Família de M associada ao PCC + Itamaraty ataca Flávio

⚠️ PAUTAS DO PROGRAMA DE HOJE: 

Operação e PCC: Vereador do PT é preso e MPSP revela lavagem de dinheiro na Transunião (R$ 194 milhões bloqueados). 

STF e Senado: Família de Alexandre de Moraes é associada ao PCC por relator de CPI. 

Família Bolsonaro: Valdemar minimiza atrito entre Michelle e Flávio; Flávio pede desculpas. 

Cerco a Jair Bolsonaro: PGR aguarda inquérito sobre arma para avaliar quebra da prisão domiciliar e Moraes adia decisão. 

Itamaraty vs Flávio: Governo ataca ida do senador aos EUA, chamando de "traidor da pátria"; Flávio dispensa escolta da PF. 

Tragédia Internacional: Terremoto devastador na Venezuela deixa mais de 160 mortos e Lula aciona Itamaraty. 

Movimentações da Esquerda: Lula escolhe Teresa Leitão como líder no Senado e os planos de Haddad para o Governo de SP (com França, Tebet e Marina). 

Tecnologia e Viés: Jornal revela que 80% das respostas do ChatGPT possuem argumentos de esquerda. 

#Politica  #Bolsonaro  #Lula  #STF  #NoticiasAoVivo 

quinta-feira, 25 de junho de 2026

O que eu disse sobre as bets

Este é um vídeo em reposta a meia dúzia de pessoas que deixaram comentários no meu vídeo “As Apostas Imorais da Cazé TV”.

Vocês não entenderam ou não quiseram entender o que eu disse...

Eu não defendi a proibição das plataformas de apostas, muito menos a interferência do Estado “para proteger os apostadores compulsivos”.

Título, Texto e Vídeo: Luís Ernesto Lacombe, YouTube, 24-6-2026

Relacionado:
As apostas imorais da Cazé TV

Bolsonaro pode ser solto, mas voltar ao jogo é outra história…

Leandro Ruschel  

Muita gente continua misturando duas coisas que não são a mesma. Uma é a chance de Jair Bolsonaro ser solto. Outra, bem mais difícil, é a chance de ele voltar a ser elegível ainda a tempo de disputar o jogo político. As duas frentes se relacionam, mas não se confundem. E entender essa diferença é essencial para não cair nem em fantasia nem em desânimo apressado. 

A soltura é o caminho menos improvável. Ela poderia vir por uma liminar na revisão criminal, hoje nas mãos de Nunes Marques. Existe precedente, existe base jurídica e existe argumento para isso. O problema não está apenas na liminar inicial, mas no que vem depois. O referendo passa pelo plenário, e o plenário é o mesmo que validou esse arranjo do começo ao fim. É por isso que o ponto decisivo talvez não seja a concessão da liminar em si, mas a possibilidade de o caso travar por pedido de vista e produzir efeito político durante meses. 

Já a elegibilidade é um problema muito maior. E aqui mora o detalhe técnico que muita gente ignora. A inelegibilidade de Bolsonaro não depende apenas da condenação criminal. Ela também está apoiada em decisões da esfera eleitoral, que continuam de pé por conta própria. Ou seja: mesmo que haja avanço numa frente, as demais seguem operando. É isso que faz a volta ao jogo formalmente muito mais difícil do que a própria soltura. 

O Brasil é um regime socialista de autoritarismo crescente

Gramsci deve estar sorrindo no inferno

Leandro Ruschel

O teórico comunista estava certo. A forma mais eficiente de impor o socialismo não é na ponta do fuzil, como fizeram os bolcheviques, mas pela conquista da cultura, em que as pessoas vão abandonando valores tradicionais e adotando o pensamento esquerdista sem nem perceber. 

Esse é o ponto que poucos entenderam. O socialismo do século XXI abandonou a estatização das fábricas e adotou a captura das instituições. Não precisa mais confiscar a propriedade quando consegue esvaziá-la por dentro. Na verdade, o confisco continua existindo, só que de forma implícita. Se um empresário não pode mais administrar a própria empresa como julga melhor, ele já não a possui de verdade. O título de propriedade permanece no papel. O conteúdo do direito é que foi expropriado. É o mesmo projeto de sempre, com outra roupagem. E é exatamente essa mutação que Gramsci anteviu. 

A estratégia foi amplamente adotada pela esquerda brasileira, pela ocupação de espaços no meio artístico, nas universidades, na imprensa, nas religiões organizadas e em outras instituições, dentro e fora do Estado, inclusive os próprios órgãos de Justiça. 

O resultado começa a aparecer como uma avalanche. Vai muito além da censura e da perseguição à direita dos últimos anos. Chega ao ponto de condenações que transformam a vida privada em campo de batalha ideológico. 

Algumas decisões judiciais recentes expõem o nível de arbitrariedade alcançado: 

1. A Ortobom, fabricante de colchões, foi condenada a pagar R$ 300 mil por danos morais coletivos porque todas as suas 24 chefias eram ocupadas por homens. Em nenhum momento o processo provou um único caso concreto de discriminação contra uma mulher. O TST entendeu que a ausência de mulheres, por si só, inverte o ônus da prova: cabia à empresa demonstrar que seus critérios de promoção eram neutros. Na prática, a estatística virou acusação. Vale lembrar que NÃO existe lei alguma que obrigue uma empresa a contratar mulheres, e que, pela Constituição, ninguém pode ser punido sem que a lei defina o crime. Mas, como a ideologia socialista EXIGE igualdade de resultados, e não igualdade de oportunidades, a empresa foi condenada. 

"Tem que ser muito pilantra para escrever uma manchete dessa!"