sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

1º de março de 2026: 'Fora Lula, Moraes e Toffoli!'


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A orgia mais longeva da história


Rodrigo Constantino

Todos estão falando de Toffoli, mas uma manchete chamou minha atenção: "Fictor inclui bordel e ex-traficante na lista de credores". Em recuperação judicial, a holding financeira é acusada de fraude na tentativa de compra do Banco Master, e possui uma dívida declarada de R$ 4,2 bilhões. Entre os 13 mil credores, há um tradicional bordel da zona leste de SP.

Li num grupo esta quinta e gostei da síntese: o Brasil é a orgia mais longeva da história. Lembrei da frase ao ler essa reportagem, além de todos os textos sobre o caso Toffoli. Tenho receio de generalizar, de buscar no passado distante casos escandalosos de corrupção, pois isso de certa forma alivia os culpados de hoje, dilui sua responsabilidade num histórico mais abrangente.

O Brasil sempre foi um bordel. Isso não quer dizer que não tenha piorado. Nas últimas duas décadas, com a forte predominância petista no poder, era inevitável essa deterioração do que já era um tanto ruim. Se o patrimonialismo sempre foi um câncer em nossa "república", ele piorou muito com o PT. Se o nepotismo era um problema frequente, tornou-se pior. E por aí vai.

O Brasil não é um país sério faz tempo, é uma esculhambação total, várzea, paraíso dos bandidos, terra da impunidade, ícone do patrimonialismo que confunde a coisa pública com a privada. Mas é inegável que o que era terrível piorou muito

Flavio Gordon, em coluna publicada na Gazeta do Povo, busca em Calígula e no modelo soviético paralelos para o que aconteceu com o Brasil nos últimos anos. Toffoli seria o cavalo Incitatus que o imperador pervertido quis indicar ao Senado Romano, para humilhar de vez o que já estava bastante degradado. E os soviéticos, ao colocar lealdade ideológica acima de tudo, alçaram a mediocridade a um novo patamar na gestão pública. Diz Gordon:

Sim, mais do que simplesmente repetir o patrimonialismo brasileiro consagrado, o lulopetismo deu-lhe a fundamentação teórico-ideológica, sem nunca deixar de fingir que o combatia. Antonio Gramsci – pai intelectual do partido e grande teórico do aparelhamento – forneceu o mapa: conquistar a hegemonia por meio da ocupação capilar das instituições; transformar a cultura em instrumento de poder; converter tribunais, universidades, agências e estatais em pontos de sustentação de um projeto de longo prazo; enfiar seus militantes (os “companheiros”) nas mais variadas posições de poder e influência. Inspirando-se na ideia gramsciana de “Estado ampliado”, o PT traçou o objetivo de governar não apenas o Executivo, mas dirigir o imaginário, a linguagem e os próprios critérios de legitimidade social.

Orban Is Right: Ukraine Has Truly Become Hungary’s Enemy

Andrew Korybko 

It’s also the enemy of Europe’s conservative-nationalists, who’d be left leaderless if Kiev and Brussels succeed in ‘democratically deposing’ Orban during early April’s next parliamentary elections and replacing his leadership of their movement with a collection of anti-Russian Polish figures

Hungarian Prime Minister Viktor Orban recently declared that “As long as Ukraine demands that Hungary be cut off from cheap Russian energy, Ukraine is not simply our opponent, Ukraine is our enemy.” This followed him accusing Ukraine of meddling in Hungary’s next parliamentary elections in early April, which echoes last summer’s assessment by Russia’s Foreign Intelligence Service and his own Foreign Minister Peter Szijjarto, with all this following last spring’s referendum meddling accusations.

As was explained here at the time, Orban claimed that Ukraine conspired to manipulate the results of the poll over whether to support its EU membership plans, which coincided with Hungary reportedly downing a Ukrainian drone and tit-for-tat diplomatic expulsions on espionage-related grounds. These escalating tensions are occurring amidst Kiev’s persecution of its ethnic Hungarian minority that was described more at length here. Orban also just accused Ukraine of treating them as “cannon fodder”.

No self-respecting state can have normal ties with any state that treats its co-ethnics in such a terrible way, let alone while threatening its energy security and meddling in its elections. That’s the behavior of a bonafide enemy state, not simply a renegade former partner with whom ties are presently tense. By explicitly drawing attention to this political reality, Orban is also implying that opposition leader Peter Magyar is Ukraine’s ‘Manchurian candidate’, thus making support for him informally akin to treason.

[Aparecido rasga o verbo] Nada mais gostoso que acordar feliz

Aparecido Raimundo de Souza

HOJE, SEXTA-FEIRA, acordei feliz. Não foi por causa de uma grande conquista, nem por uma notícia extraordinária. Foi simplesmente porque o sol mavioso atravessou a fresta da cortina e pousou no meu rosto como quem diz: “levanta, seu corno, o dia já começou”. O café feito pela Silvinha, minha secretária do lar, parecia mais cheiroso, os pães que ela trouxe da padaria mais saborosos, e até o barulho da galera andando no calçadão da praia ganhou um ritmo de música. A felicidade, percebi, não estava em algo que eu esperava, mas no que já se fazia ali, ou seja, no instante presente, no simples ato de existir.

Quando a felicidade chega, é outra coisa. Tomo meu banho, engulo o café e enquanto caminho em direção ao trabalho, noto que as pessoas parecem mais leves. Talvez não fossem, oxalá apenas uma leve impressão minha, ou apenas o reflexo do meu olhar. Porque quando se acorda feliz, o mundo inteiro parece conspirar a favor. O ônibus atrasado vira oportunidade de contemplar o céu, o vizinho rabugento soa como personagem de comédia, e até o trabalho ganha contornos de aventura. Hoje, sexta-feira, a coisa se repetiu. Acordei feliz de novo. Darei início, daqui a pouco, à operação “Café queimado”, em homenagem a minha amiga Ana Paula, esposa do meu caríssimo amigo Reginaldo e isso me fez pensar...

Pensar em quê? Ah, lembrei! Quantas vezes deixamos a felicidade para depois, como se fosse prêmio de uma corrida interminável? Mas ela é teimosa, insiste em se esconder nos detalhes, nos abraços rápido, nas gargalhadas inesperadas, no silêncio que conforta. Até no sujeitinho chato que vou levar daqui a pouco para Brasília em direção à Cornuda, perdão, Papuda. De onde foi que eu tirei essa tal de Cornuda? É a idade. É a idade. Talvez amanhã eu acorde preocupado, ou cansado, ou simplesmente indiferente. Mas hoje não. Hoje, sexta-feira, acordei feliz, e decidi que carregarei essa alegria até a noite, como quem segura uma chama pequena, mas suficiente para iluminar o caminho.

Insegurança esvazia Cinelândia e derruba faturamento de bares; Amarelinho registra queda de 50%

Comércio tradicional reduz horário de funcionamento e adota medidas de segurança após avanço de arrastões na região

Victor Serra

Frequentar a Cinelândia à noite, tradição que atravessa gerações no Rio, tem virado um programa cada vez mais raro, e principalmente, para os mais corajosos. Uma sequência de furtos e arrastões registrada desde o início do ano vem esvaziando a região e atingindo em cheio bares e comércios tradicionais que ajudaram a moldar a identidade boêmia do Centro.

Amarelinho, instalado há 105 anos na Praça Floriano, viu o faturamento cair cerca de 50%. No Super Bar, vizinho ao estabelecimento, a queda chegou a 30%. Segundo relatos de comerciantes, o recuo no movimento reflete o medo de frequentadores e turistas de circular pela área, principalmente à noite.

A situação se agrava neste período de pré-carnaval. Após o fim dos blocos, a região costuma concentrar grupos menores espalhados pela Praça e arredores, o que, segundo comerciantes, tem facilitado a ação de criminosos e ampliado o número de furtos, especialmente contra visitantes.

Do balcão para o esquema de proteção entre funcionários

A mudança mais visível tem sido no horário de funcionamento. O Amarelinho, que avançava pela madrugada, deixou de operar até as três da manhã e agora encerra as atividades, no máximo, por volta da uma. A decisão foi confirmada pelo gerente do estabelecimento ao jornal O Globo. O Super Bar adotou a mesma estratégia diante da redução do público e do aumento da sensação de insegurança.

Aproveitamento do Vasco em 2026 é pior que o de 2025; compare os números

Vasco da Gama começou a temporada com atuações abaixo da crítica depois de um 2025 que terminou em frustração com o vice da Copa do Brasil

Altair Alves

A temporada de 2026 começou com as expectativas renovadas para a torcida do Vasco, que esperava um ano melhor que o anterior. No entanto, o que se vê neste começo de temporada é um aproveitamento pior se comparado aos nove jogos iniciais de 2025. 

Foto: Jorge Rodrigues/AGIF

Das nove partidas, o Cruzmaltino venceu três, empatou três e perdeu outras três vezes, fazendo 12 dos 27 pontos possíveis, com um aproveitamento de aproximadamente 44%, contra os 51% de 2025.

Na coletiva após o jogo contra o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro, Diniz falou sobre o momento oscilante do Vasco, que apresenta sinais de bom desempenho, mas dificuldade em converter em resultado.

— Estou aqui para ser pressionado. Os números são esses, mas o rendimento não era para ser esse desde o ano passado. Eu vou sustentar e acredito que os números vão mudar. Não conversei nada com a diretoria. Sou seguro daquilo que faço.

No entanto, é importante levar em conta que, em 2026, há três jogos pelo Brasileirão entre os disputados, enquanto em 25 a competição começou mais tarde. A estreia foi apenas em 30 de março, em vitória sobre o Santos.

Compare os resultados de 2025 e 2026

Em 2026, o aproveitamento do Vasco é de aproximadamente 44%, enquanto, em 2025, foi de cerca de 51%. A diferença é pouca para 2025, que teve o mesmo número de vitórias, mas apenas uma derrota e cinco empates.

Veja um comparativo dos resultados dos primeiros nove jogos de cada ano.

Lula é um Opala

Diego Muguet

A esquerda está doida com a comparação do Flávio Bolsonaro comparando o Lula a um Opala

O barulho nas redes sociais foi imediato, mas a verdade é que, quando a gente abre o capô dessa analogia, percebe que ela é muito mais pertinente do que os militantes gostariam de admitir. A irritação surge justamente porque a metáfora toca na ferida de um governo que tenta rodar em 2026 com uma mecânica ultrapassada.

O Opala, por mais que tenha seus entusiastas e sua importância histórica, é o símbolo perfeito de algo que já teve seu tempo. O grande problema de tentar governar o Brasil hoje com as ideias de décadas atrás é o mesmo de querer usar um seis cilindros como carro de uso diário: o custo de manutenção é proibitivo.

Estamos vendo um governo que gasta sem freio, mantendo uma máquina pública inchada e pesada, onde o contribuinte é obrigado a injetar litros e litros de impostos apenas para o motor não apagar na primeira subida.

A Corte julgou a própria Corte

Os dez ministros do Supremo Tribunal Federal decidiram nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, por unanimidade, que não há suspeição a Dias Toffoli. Declararam plena validade dos atos não republicanos praticados pelo ministro. Expressaram - como esperado - apoio pessoal, afirmando a inexistência de impedimento. 

Enquanto relatórios da Polícia Federal apontavam indícios, contratos milionários, mensagens extraídas de celulares citavam autoridades e provas consistentes vinham à tona, decisões concentravam as investigações nas mãos de quem aparecia na própria investigação. O resultado foi este: nada a ver, tudo regular. 

Não houve afastamento cautelar por prudência, investigação direta ao ministro, nada, apenas chancela coletiva. E então Toffoli deixou a relatoria, pleno, com a certeza de que tudo será ocultado e de que, depois do Carnaval, a população ainda de ressaca irá esquecer de tudo. 

Os atos permanecem válidos, e o poder exercido continua produzindo efeitos. A decisão política já estava tomada, como tantas decisões monocráticas adotadas até aqui. 

O processo foi redistribuído e agora está sob a relatoria de André Mendonça. Nova fase, novo relator - mas com a estrutura já consolidada e os atos anteriores preservados. 

Eu avisei. 

12-2-2026: Oeste sem filtro – PF expõe digital de Toffoli no caso master e Fachin convoca reunião + TSE REJEITA pedido de suspensão de homenagem carnavalesca a Lula


No programa de hoje, cobrimos a grave crise entre o STF e a Polícia Federal: o ministro Dias Toffoli rebate o relatório da PF sobre o caso Banco Master, enquanto Edson Fachin envia o material para a PGR e a oposição se mobiliza por um novo pedido de impeachment. 

Também analisamos: 

Justiça: As vitórias de Nikolas Ferreira (TRE-MG) e Jorge Seif (TSE) nos tribunais

Polêmica: Janja será destaque em carro alegórico na Sapucaí e o inusitado 'criadouro de larvas' inaugurado por Randolfe Rodrigues. 

Economia e Internacional: Milei aprova reforma trabalhista na Argentina e TCU aponta falhas milionárias em publicidade do Banco do Brasil

Acompanhe a análise completa sobre a tensão em Brasília e os gastos do Governo Lula

#STF #Toffoli #Janja #NikolasFerreira #Política #BancoMaster #Milei #Notícias 

Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, André Marsiglia, Adalberto Piotto, Carlo Cauti, Rodrigo Constantino e Alexandre Garcia estão reunidos em Oeste Sem Filtro, apresentado por Paula Leal.

O programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 17h45 às 19h45. 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Entrevista com Flávio Bolsonaro | CEO Conference 2026

Neste painel da CEO Conference 2026, o senador Flávio Bolsonaro fala sobre política brasileira e sobre o cenário eleitoral do país neste ano. A moderação é da jornalista Amanda Klein.

Assista ao vídeo completo e acompanhe reflexões que podem orientar suas decisões de investimento.

Nível da imprensa tupiniquim

Esta manchete do Portal UOL é das coisas mais aberrantes que eu já vi, mas retrata com clareza o nível de uma boa parcela do jornalismo tupiniquim.


Para além do absurdo de afirmar que “o carro atropelou e matou o motociclista”, a manchete também é absurdamente enganosa em relação aos fatos e ao contexto do acidente. 

Segundo matéria do Metrópoles: “Uma câmera de segurança registrou o momento em que o carro atravessa a Avenida Nove de Julho, no sentido Marginal Pinheiros, para entrar no túnel — o sinal estava verde para o veículo. Nesse momento, surge um motociclista que seguia em direção à Avenida Cidade Jardim. O veículo atinge a moto em cheio. 

Nas eleições em Portugal, já vimos o mesmo roteiro:

quando o resultado agrada à esquerda, é “vitória da democracia”. Quando desagrada, vira “ameaça democrática”

Democracia não é selo ideológico. Não pertence a partido nem a líder algum. Quem só reconhece o voto popular quando vence não passe de um tirano.

No Brasil, em nome de “salvar a democracia”, vimos garantias sendo relativizadas contra a direita e em benefício de Lula.

O truque da esquerda é antigo e cada vez mais previsível em todo o mundo.

Texto e Vídeo: Helio Beltrão, X, 11-2-202611h39

A ONU é um lixo! Trump está totalmente certo de esvaziar esse troço...

Título: Rodrigo Constantino, X, 11-2-2026, 17h05 

Fernando Diniz continua sua imparável carreira no Vasco da Gama…

por que o presidente gosta muito dele…

Com o novo tropeço, o Vasco chegou à terceira derrota consecutiva neste Brasileiro e entrou na zona de rebaixamento


França Fernandes 

O Vasco da Gama foi derrotado pelo Bahia nesta quarta-feira (11), por 1×0, em São Januário, jogo válido pela 3ª rodada do Campeonato Brasileiro, e segue sem vencer na competição e já figura na zona de rebaixamento.

Com o novo tropeço, o Vasco chegou à terceira derrota consecutiva nesta edição do Brasileiro. Considerando ainda a reta final do campeonato passado, o time soma agora cinco partidas seguidas sem vitória na Série A, aumentando a pressão.

A derrota em casa empurrou o Cruzmaltino para a zona de rebaixamento, cenário que acende o sinal de alerta em São Januário. Mesmo ainda no início do campeonato, a sequência negativa preocupa, já que a equipe repete as dificuldades já apresentadas anteriormente.

11-2-2026: Oeste sem filtro – Investigado no caso Master joga quase meio milhão de reais pela janela + Lula admite que algo deu errado na Bahia (só na Bahia?) + Brasil mantém pior posição no índice de Percepção da Corrupção

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[Viagens & Destinos] Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural)


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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Exclusivité : le fils de Jair Bolsonaro sur CNews + Flávio Bolsonaro responde jovens conservadores na França + A estratégia internacional de Flávio Bolsonaro

ICE Crime

O risco do encerramento da falência do grupo Varig : oportunidade, legalidade e limites


O pedido formulado pela Administradora Judicial K2 Consultoria Econômica ao Juízo da 1ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro, visando ao encerramento do processo de falência do Grupo VARIG, exige análise cautelosa, técnica e, sobretudo, juridicamente responsável.

Em 2 de fevereiro de 2026, foram protocoladas petições nos autos do Processo de Falência nº 0260447-16.2010.8.19.0001, nas quais a Administradora Judicial sustenta que as empresas VARIG, RIO-SUL e NORDESTE se encontram em fase de consolidação final, indicando haver perspectiva concreta de encerramento da falência e sugerindo providências objetivas destinadas à conclusão definitiva do feito. Referidas manifestações constam, entre outras, às fls. 163.429 a 163.467 dos autos.

Sob a ótica estritamente administrativa, é compreensível que a administradora judicial busque a finalização do processo. Todavia, os interesses da administração da massa falida não se confundem, nem podem se sobrepor, aos direitos materiais dos credores trabalhistas, cuja proteção goza de estatura constitucional e legal privilegiada.

Não há juridicidade, nem razoabilidade, no encerramento de um processo falimentar sem a prévia e integral satisfação dos créditos trabalhistas, em especial:

 • os depósitos de FGTS não recolhidos;

 • os meses em que houve omissão no recolhimento;

 • a multa de 40% incidente sobre o saldo do fundo, devida a todos os ex-empregados.

A falência não é um fim em si mesma. Trata-se de instrumento jurídico destinado, entre outros objetivos, à realização ordenada do ativo e ao pagamento dos credores segundo a hierarquia legal. Encerrar o feito com créditos trabalhistas pendentes equivale a esvaziar a própria finalidade do processo falimentar.

Welcome to the 'EUSSR': Unpopular European Regimes Grasping for Power Crack Down on Dissent


Robert Williams

So, if you are an unpopular regime desperately clinging to power, what do you do? 

In supposed democracies, this latest "benefit " to your people - cracking down on dissent "democratically" -- means using technology rather than firepower to crush freedom of speech. 

"⚠️Danger: Governments will dictate what you see, burying opposing views and creating echo chambers controlled by the state. Free exploration of ideas? Gone—replaced by curated propaganda." — Pavel Durov, Founder and CEO of Telegram, X, February 4, 2026. 

"⚠️Danger: Vague definitions of 'hate' could label criticism of the government as divisive, leading to shutdowns or fines. This can be a tool for suppressing opposition. These aren't safeguards; they're steps toward total control. We've seen this playbook before—governments weaponizing 'safety' to censor critics." — Pavel Durov, X, February 4, 2026. 

"Congress shall make no law respecting an establishment of religion, or prohibiting the free exercise thereof; or abridging the freedom of speech, or of the press; or the right of the people peaceably to assemble, and to petition the Government for a redress of grievances." — First Amendment to the United States Constitution. 

The problem, of course, is that usually "hate" is never defined -- meaning that anything and everything can be labeled "hate" and often is. Judgments about what constitutes "hate" become entirely subjective and run the danger of existing exclusively "in the eye of the beholder." 

France is planning a similar move, "to ban minors from Instagram and TikTok," and Germany is also seriously considering introducing such a ban as well. 

Denmark, Greece and Britain are also in various stages of either introducing or seriously considering banning X, and European authorities are simultaneously seeking to come up with other ways to close down X. 

All this is in addition to a €120 million fine that the European Commission has imposed on X under its "Delete. Silence. Abolish" Digital Services Act. 

To the European governments that refuse to acknowledge that many of their citizens are sick and tired of their repressive policies, when the ayatollahs slaughter their citizens in Iran, it is not a pressing problem, but banning X is of the highest priority.

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A demagogia que regressa pela porta da frente


Francisco Henriques da Silva

Há uma ironia difícil de ignorar no atual debate político português: os mesmos que construíram o sistema discursivo dominante parecem agora escandalizados por estarem a ser confrontados com os seus próprios métodos. Durante décadas, recorreram à demagogia, ao populismo suave e à retórica moralizante como instrumentos centrais de poder. Hoje, apontam o dedo a André Ventura como se ele fosse uma anomalia do sistema, quando, na verdade, é um produto direto dele. 

Ventura não inventou nada de essencialmente novo. Limitou-se a aplicar, com maior crueza e menos pudor, uma fórmula que já tinha provado ser eficaz. A diferença não está na técnica, mas no tom e no destinatário. O mecanismo é o mesmo: simplificação extrema, apelo emocional, identificação de culpados difusos e uso instrumental da indignação popular. 

Durante anos, o espaço público foi ocupado por buzzwords cuidadosamente escolhidas para soar bem e desarmar o contraditório. “Valores de Abril”, “Estado Social”, “coesão social”, “respeito pela Constituição” transformaram-se em mantras. Não enquanto princípios operacionais, sujeitos a avaliação e escrutínio, mas como palavras mágicas destinadas a conferir superioridade moral a quem as invocava. Serviam para tranquilizar a classe média, para criar uma sensação de pertença ao “lado certo da História” e, sobretudo, para evitar debates incómodos sobre resultados concretos. 

Na prática, essas expressões funcionaram como bloqueios à discussão séria. Questionar a eficácia de políticas públicas, a sustentabilidade de certos modelos ou a distância entre promessas e execução era rapidamente rotulado como insensibilidade social, radicalismo ou desvio ideológico. Em vez de uma cultura de implementação, criou-se uma cultura de intenções. Falou-se muito do que se queria fazer, quase nada de como fazê-lo — e menos ainda do que fazer quando falhava. 

Samu reage emocionado à lesão grave sofrida no FC Porto-Sporting

O Jogo

Samu reagiu emocionado, como seria de esperar, à confirmação de que sofreu uma lesão grave na primeira parte do FC Porto-Sporting, que o afastará do resto da temporada. "Ontem foi o dia mais azarado da minha carreira. Sofri uma lesão grave. Ainda não acredito. Estou devastado, sem palavras", revelou nas redes sociais. 

Foto: Pedro Correia

"Vou estar afastado dos relvados por alguns meses. Custa-me não poder ajudar a equipa como gostaria, a lutar no campo. Agora sou mais um adepto a apoiar pelos nossos objetivos. Confiar no plano de Deus, ser forte e positivo é o que me vai fazer voltar mais forte do que nunca. Obrigado pelas mensagens de apoio e pelas demonstrações de carinho", acrescentou.

Recorde-se que Samu foi substituído ao intervalo do FC Porto-Sporting (1-1), ontem, e devido a uma lesão grave. O avançado espanhol sofreu uma entorse no joelho direito, com rotura do ligamento cruzado anterior, à semelhança do que aconteceu com Luuk de Jong no início da época, e terá mesmo terminado a temporada. O jovem ponta-de-lança vai fazer mais exames e ouvir outras opiniões antes de se decidir se será ou não operado.

Título e Texto: Redação, O Jogo, 10-2-2026, 20h05

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