terça-feira, 21 de julho de 2026

“Ces productions ont-elles vraiment amélioré le sort de l’humanité?”

Que ceux qui se désolent de la sclérose des sciences et de la philosophie en terre d’Islam se rassurent!

Pendant que Spinoza se livrait à la critique biblique, pendant que Newton étudiait la physique à Cambridge, pendant que les physiocrates jetaient les bases de la prosperité en plaidant en faveur de la liberté du commerce et de l’industrie, les societés turques et árabes enployaient, grâce aux revenus qu’elles tiraient de la piraterie et du trafic d’esclaves, de nombreux savants consommant du temps, de l’encre et du papier à rédiger des livres sur l’organization de la cité idéale sur la base de prescriptions attribuées à un Bédouin illetré du VIIe  siécle qui se croyait mandaté par un être invisible.

Ces productions ont -elles vraiment amélioré le sort de l’humanité?

Texte: Ferghane Azihari, in “L’Islam contre la modernité, pages 123 et 124, Copie: JP, 21-7-2026

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L’Islam contre la modernité

Ortega enterrou as eleições. E ninguém aqui se assustou?

Chama-se Nicarágua. Prenderam a oposição, calaram a Igreja e acabaram com o voto. No Brasil, o roteiro só mudou de sotaque

Rogerio Pires 

Daniel Ortega cansou de fingir.

No domingo, diante de milhares de apoiadores reunidos em Manágua para celebrar os 47 anos da Revolução Sandinista, o ditador da Nicarágua anunciou, sem meias palavras, que o país não terá mais eleições. “Não haverá mais eleições aqui para que eles tentem tomar o governo e o poder”, disse, referindo-se à oposição, que ele acusa de servir aos Estados Unidos.

Não é uma ameaça velada. É um plano de governo.

O homem que está no comando desde 2007 acabou de sepultar a última encenação democrática que ainda restava. E fez isso com a naturalidade de quem comenta o tempo, ao lado da mulher, Rosário Murillo, hoje elevada ao cargo de “copresidenta” por uma reforma constitucional feita sob medida.

Para chegar até aqui, Ortega seguiu um roteiro conhecido. Primeiro vieram os opositores: presos, exilados, alguns até despojados da própria nacionalidade. Depois, a Igreja: padres e bispos expulsos, entidades religiosas fechadas, fiéis vigiados. Em 2018, quando o povo foi às ruas, o regime respondeu com mais de 300 mortos. Hoje, o casal controla o Judiciário, as Forças Armadas e o Parlamento. Uma ditadura de família, sem pudor.

Isso te lembra alguma coisa?

Distopia do Reino Unido: Trabalhistas elaboram planos para obrigar redes sociais a dar prioridade à imprensa corporativa

O governo britânico quer obrigar as plataformas de rede social a dar prioridade a veículos de comunicação de serviço público “fiáveis”, como a infiável BBC, levantando preocupações sobre a despótica influência do estabelecimento globalista na cobertura noticiosa online

Paulo Hasse Paixão

O governo trabalhista britânico propôs novas medidas para obrigar as plataformas de rede social a dar prioridade aos conteúdos dos “veículos de comunicação de serviço público”, incluindo a BBC, como parte dos esforços para combater a “desinformação”. Um ‘Livro Verde’ publicado a 22 de Junho exige que as plataformas tornem as chamadas fontes de notícias “fiáveis” mais visíveis, mesmo que os utilizadores não as procurem activamente.

A proposta surge numa altura em que um número crescente de britânicos, principalmente o público mais jovem, recorre às redes sociais como principal fonte de notícias. Os ministros defendem que é necessário um acesso mais fácil a fornecedores de notícias “confiáveis” e regulamentados para “combater a disseminação de informações falsas online”, além de ajudar as emissoras de serviço público a manterem-se competitivas num panorama mediático cada vez mais fragmentado.

O plano faz parte de uma revisão mais ampla da radiodifusão britânica, que inclui também propostas para uma transição para a televisão através da Internet e um acesso gratuito alargado a grandes eventos desportivos. A Secretária da Cultura, Lisa Nandy, defendeu que as fontes de notícias “confiáveis” desempenham um papel vital no apoio à democracia e à coesão social. A medida relaciona-se claramente com a volição totalitária das elites políticas na Grã-Bretanha, como a censura e criminalização do discurso na web, ao abrigo da Lei de Segurança Online.

A Secretária da Cultura Lisa Nandy afirmou relativamente à proposta do governo trabalhista, que ainda vem da era Starmer:

Estabelecimento político canadense aprovou e retificou em junho projeto de lei “anticristão”, que criminaliza citações bíblicas

Paulo Hasse Paixão

Os deputados e senadores canadenses aprovaram o radical Projeto de Lei C-9 em junho deste ano, que permite a criminalização da citação de excertos da Bíblia, especialmente aqueles que incidem na homossexualidade e no gênero. 

Os deputados do Partido Liberal forçaram a aprovação do projeto na fase de relatório, depois de terem encerrado todo o debate sobre o projeto na fase de comissão. A lei recebeu posteriormente a retificação do Governador Geral, que representa a coroa britânica, anglicana, no Canadá.

A Campaign Life Coalition (CLC) criticou duramente a aprovação do projeto de lei C-9 e apelou aos “cristãos e defensores da vida para se prepararem para uma crescente hostilidade”. David Cooke, gestor de campanhas da CLC e pastor cristão afirmou complementarmente:

“Com a aprovação do Projeto de Lei C-9, os cristãos e os defensores da vida enfrentarão certamente um nível totalmente novo de hostilidade, uma vez que a porta se abre para a perseguição real sob o manto de uma suposta legalidade.”

Cooke afirmou que a lei foi apresentada como visando combater o “ódio”, mas, na realidade, trata-se de um pacote legislativo que, segundo líderes religiosos de várias comunidades cristãs,

“poderá levar a acusações de ódio contra fiéis – e que capacita polícias e juízes ideologicamente motivados para atacar, pela primeira vez, a própria palavra de Deus em questões de vida, família e fé”.

Cooke acrescentou ainda:

Live com Daniela Marques: política e economia


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Marca da seleção enfrentará drama quando Ronaldo sair

Portugal perderá atenção mediática e receitas sem o futebolista Cristiano Ronaldo, que garantiu ter disputado o sexto e último Mundial e avaliará a continuidade na seleção, antecipa o diretor-executivo do Instituto Português de Administração de Marketing (IPAM)

Lusa

Pode ser um bocadinho duro de dizer, mas do ponto de vista de marca, Ronaldo é incomparavelmente maior do que toda a seleção portuguesa e mais não sei quantas juntas. Não estou a fazer uma análise desportiva, mas de marca: vai ser um drama quando ele sair, porque as pessoas ainda não tem a noção da atenção mediática que se perderá. Vamos cair numa escada rolante a grande velocidade”, projetou à agência Lusa, Daniel Sá. 

O avançado e capitão, de 41 anos, tornou-se o primeiro a marcar em seis edições, mas Portugal ficou pelos ‘oitavos’, ao ser derrotado pela campeã europeia Espanha (1-0), que, no domingo, conquistou o Campeonato do Mundo pela segunda vez, após 2010, com um triunfo na final sobre a Argentina (1-0, após prolongamento), bicampeã sul-americana e então detentora do título. 

Ciente de que “fabricar ídolos é uma ferramenta poderosíssima na geração de atenção mediática”, Daniel Sá sugere que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) “desenhe uma estratégia para o pós-Ronaldo”, acautelando a ausência imediata de um sucessor à altura do recordista de jogos (233) e golos (146), vencedor do Euro2016 e da Liga das Nações em 2019 e 2025. 

É ele quem lhes faz rubricar vários contratos e ganhar muito dinheiro há mais de 20 anos. Acredito que a FPF estará a preparar uma narrativa diferente, porque não pode estar dependente de uma pessoa só e tem de exibir outro tipo de argumentos. Obviamente, há mais do que Ronaldo no futebol português, mas devem explorar bem essa nova estratégia”, apelou. 

Envolvido em estudos regulares no IPAM sobre Ronaldo, Daniel Sá adverte que a dimensão futebolística já é, das quatro variáveis examinadas, a que “menos interfere” na visibilidade do dianteiro, que foi campeão saudita pelo Al Nassr em 2025/26, sob orientação do treinador Jorge Jesus, recém-contratado como sucessor do espanhol Roberto Martínez na seleção lusa. 

Lugares públicos e privados do RJ deverão afixar informativos sobre o risco de AVC

Lei aprovada pela Alerj visa orientar a população sobre como identificar um AVC, cuja ocorrência tende a aumentar em 20% no inverno

Patricia Lima

Apesar de muitas regiões do Brasil, como a Sudeste, apresentarem um inverno pouco rigoroso, é nessa estação que ocorre o maior número de casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Segundo o Instituto Nacional de Cardiologia (INC), os registros da doença podem crescer em até 20% durante a estação, especialmente em dias que a temperatura não passa dos 14 graus.

Em vista disso, a Assembleia do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou a Lei nº 11.239/26, que prevê a afixação de placas e cartazes em locais públicos e privados de grande circulação de pessoas com informações sobre como identificar sinais de AVC.

A norma determina que os avisos devem ser instalados em estações e terminais de transporte coletivo, instituições de ensino, hospitais, clínicas, shoppings, centros comerciais, academias, órgãos públicos, bares, restaurantes e outros estabelecimentos com grande fluxo de pessoas no Estado do Rio.

Entre os sintomas de um Acidente Vascular Cerebral estão fraqueza em um lado do corpo, boca torta, dificuldade para falar, perda da visão, tontura intensa ou dor de cabeça muito forte – sintomas que aparecem de forma repentina. A orientação de especialistas é procurar ajuda imediatamente. O horário em que os sintomas começaram deve ser repassado à equipe médica. Comida, bebida ou remédios não devem ser oferecidos à pessoas em crise.

20-7-2026: Oeste sem filtro – Alcolumbre usou avião da FAB para participar do Festival de Parintins + Decreto de Lula para censurar redes sociais entram em vigor


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[Livros & Leituras] L’Islam contre la modernité

 Ferghane Azihari, Les Presses de la Cité, Paris, janvier 2026, 400 pages.

Dans L’Islam contre la modernité, Ferghane Azihari fait une critique sans concession de la religion musulmane et de l’asservissement systématique des peuples qu’elle conquiert. Il raille dès l’introduction les « indigénistes revanchards et les tiers-mondistes pénitents » qui, fustigeant l’Occident, idéalisent les sociétés musulmanes et empêchent ainsi tout débat objectif.  

Il commence par rappeler comment l’Islam a transformé le berceau de la civilisation en tombeau : fossoyeuse de nombreux peuples et cultures, cette religion a en effet purement et simplement éradiqué l’Afrique romaine et ses racines grecques, les foyers bouddhistes qui fleurissaient en Afghanistan et une grande partie du monde byzantin. Ces régions avaient pourtant atteint un niveau de développement élevé avant l’irruption des adorateurs belliqueux de Mahomet. Leur état actuel montre à quel point leur islamisation a été nuisible, les maintenant dans un dramatique obscurantisme. « Leurs regards furent si captifs de La Mecque qu’ils ignorèrent le patrimoine gisant sous leurs pieds, laissant aux infidèles la charge de l’exhumer, à l’image des hiéroglyphes qui ont attendu l’arrivée du Français François Champollion pour être déchiffrés au XIXe siècle » se désole l’auteur. Dans des lignes inspirées, poétiques, il imagine ce que seraient ces régions si elles n’avaient pas été asservies, étouffées sous le joug de l’Islam.

Il consacre la deuxième partie de son essai à détruire la fable de l’islam des Lumières, aussi illusoire qu’un « stalinisme à visage humain ». Loin du mythe du dialogue interculturel et de la légende de la transmission, les Arabes musulmans ont selon lui plutôt fait preuve d’un sectarisme persistant. Il explique que l’’éclat de l’islam ancien réside paradoxalement dans sa faiblesse car l’épanouissement des sciences et des arts durant les premiers califats est surtout dû aux contributions des non musulmans. Alors qu’au Moyen-Age un certain nombre de clercs chrétiens apprenaient l’arabe pour étudier le Coran, les musulmans refusaient de se pencher sur les langues étrangères. Le fameux philosophe Averroès n’a ainsi jamais pu mettre la main sur La Politique d’Aristote car elle n’avait jamais été traduite en arabe… L’auteur fait également un sort à l’idée, affirmée en 2020 par Emmanuel Macron, que l’Islam est « actuellement en crise », ce qui supposerait qu’il ait précédemment rayonné et engendré de la prospérité. S’il admet que l’histoire musulmane n’est pas que belliqueuse et recèle des foyers d’esprits remarquables, il note qu’un grand nombre de ces extraordinaires savants ont joui d’une plus grande postérité en dehors des frontières de l’Islam que dans leur propre communauté. C’est le cas d’Averroès, du chirurgien Abu Al-Qasim ou du médecin Ibn An-Nafis, à qui l’on doit la découverte de la circulation sanguine. Il avance notamment l’hypothèse, étayée par l’islamologue Charles Pellat, que la science et l’enseignement dans le monde musulman ont pâti de la création des madrasas, écoles étroitement contrôlées par le pouvoir religieux. Plus généralement, l’idée que toute vérité figure dans le Coran et que son message est indépassable, l’impossibilité de le critiquer, étouffent fatalement la réflexion et le débat nécessaires au progrès intellectuel et social.

[Aparecido rasga o verbo] Drama de um ato só

Aparecido Raimundo de Souza

A GENTE costuma pensar que o drama é uma coisa de palco grande, de cortinas de veludo, de vozes estridentes que enchem a sala e de gritos que ecoam nos corredores. A gente espera que tudo venha anunciado, com luzes que de repente surgem do nada, de músicas que encantam, de atores e atrizes que choram e riem, riem e choram, enfim, tudo assim, num espetáculo escrito com letras de forma: “agora vem a parte triste”.

Nesse ponto, todo mundo se engana. Redondamente. O drama de verdade não avisa. Não tem intervalo. Não tem segundo ato. Não tem ensaio. É um ato só, um ato curto e grosso, mudo e calado, e acontece onde menos se espera: num ponto de ônibus, numa fila de banco, na feira livre, na mesa de uma padaria às seis e quinze da tarde, quando o dia já está cansando de ser dia, e a chuva doída para dar o fora, começa a cair fina, grudenta e persistente.

Foi ali nesse momento que eu vi a situação dele.

Era um homem de estatura mediana, uns sessenta e poucos anos, os cabelos brancos e ralos caídos na testa enrugada. Usava um casaco de lã que foi bastante útil em outros tempos, mas hoje trazia as bainhas desfiadas e uma mancha antiga de algum remédio no cotovelo esquerdo. Entrou devagar, quase parando, como quem tem medo de atrapalhar o ar, e foi direto ao balcão mais afastado.

Quando a garçonete de olhos verdes se aproximou com um sorriso fagueiro e mavioso, pediu pão simples, manteiga e queijo em fatias, três unidades e um café com leite duplo e logo corrigiu, baixo, quase sem som: “faz a bebida meio a meio. Nem muito preto, nem muito branco, por favor”. Enquanto esperava para ser servido, se ateve a olhar rapidamente para todas as direções e antes de garota dar meia volta, completou: “O estômago já não é mais o mesmo. Obrigado”.

A beldade sorriu de modo faceiro e cortês dando por concluído que havia entendido de primeira, ou melhor, (como quem já ouvira aquele pedido umas mil vezes de outros clientes que chagaram vinte ou trinta minutos atrás), e foram embora agraciados antes dele colocar os pés ali. Enquanto esperava, o cidadão apoiou as duas mãos no mármore. Mãos grandes, marcadas, as veias saltadas, unhas curtas e limpas, de quem trabalhou a vida inteira com o que a força e o tempo lhe permitiram.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Juventude sem valores, sem regras, sem referências: um diagnóstico da crise atual


Maria Helena Costa

Vivemos dias em que um simples vídeo nas redes sociais expõe uma realidade dolorosa: gerações inteiras de jovens parecem flutuar sem âncora. Sem valores morais sólidos, sem regras claras e sem referências verdadeiras. O que vemos não é um mero “problema de geração”, mas o fruto amargo de uma cultura que rejeitou a autoridade de Deus. Até hoje, a sociedade tem-se aconselhado com supostos experts, recorrendo a métodos, técnicas e a toda a sorte de instruções para tentar mudar este cenário. Contudo, o resultado foi o fracasso total. Como cristãos reformados, não podemos limitar-nos a lamentar ou a insistir nessas mesmas soluções humanas. Chegou a hora de deixar de lado quaisquer preconceitos e, finalmente, olhar para esta realidade à luz das Escrituras. 

A realidade observada

Muitos jovens crescem hoje num vácuo espiritual e moral. A família desestruturada, a escola relativista, as redes sociais como principal educadora e a ausência de autoridade legítima criaram uma geração que “faz o que é recto aos seus próprios olhos” (Juízes 21:25).

Uma das causas mais profundas é a terceirização precoce da educação. Colocar os filhos na creche desde muito cedo significa, na prática, entregar as primeiras e mais formativas referências a outros adultos e, principalmente, aos pares. Em muitos casos, esses adultos são mais permissivos e chegam até a criticar abertamente os pais que tentam impor limites ou valores. Em vez de os pais e avós serem as principais vozes de autoridade e amor, a criança passa a ter como modelo de comportamento os colegas de creche e educadores que, muitas vezes, não partilham da mesma visão moral e espiritual dos pais.

Acresce ainda outra decisão aparentemente “neutra”, mas profundamente danosa: a convicção de que não se deve criar os filhos “na religião dos pais”, mas deixá-los livres para, mais tarde, escolherem por si mesmos. O resultado é uma geração sem bases seguras e firmes. Sem uma cosmovisão cristã sólida, transmitida desde a infância, o jovem fica vulnerável a qualquer vento de doutrina, ideologia ou prazer passageiro.

Não se trata apenas de uma rebeldia passageira. É a manifestação prática da depravação total descrita na Bíblia: o coração humano, ferido pelo pecado, inclina-se naturalmente para a autonomia e rejeita qualquer limite externo (Romanos 3:10-18; Jeremias 17:9). 

Rio precisa de ordem, não de romantização da ilegalidade

Em artigo, Quintino Gomes Freire afirma que o Rio precisa ampliar o Tolerância Zero e deixar de tratar a desordem como parte da identidade carioca

Foto: Rafael Catarcione/RioTur

O carioca vive reclamando que a cidade está desorganizada, que virou uma bagunça e que alguém precisa fazer alguma coisa. Mas sempre que alguém resolve agir, porém, recebe uma avalanche de críticas. A cantilena é sempre a mesmo: “podia estar roubando”, “podia estar matando”. Sempre ignorando que direta ou indiretamente, a camelotagem clandestina está quase sempre ligada ao crime organizado.

É o que acontece com a acertada política de Tolerância Zero adotada pelo prefeito Eduardo Cavaliere nas praias da Zona Sul. A iniciativa, ao menos em sua proposta inicial, não tem nada de extraordinário. Busca fazer valer as regras que sempre existiram e promover um choque de ordem entre o Leme e o Leblon. Só no Rio de Janeiro que combater atividade ilegal e clandestina que sustenta redes de falsificadores e contrabandistas, que indiretamente acabam ligados até mesmo a facções criminosas causa algum espanto. Na verdade, a Prefeitura está apenas cumprindo sua obrigação.

Chegamos ao ponto de um procurador da República sustentar que não caberia à Prefeitura do Rio fiscalizar as praias da própria cidade: ele quer suspender o programa. Diz que a competência pra fiscalizar a orla seria da União. Pela lógica torta do funcionário concursado, seria necessário colocar a Polícia Federal ou até a Marinha para caminhar pela areia e verificar se cada ambulante possui licença. Um disparate. Aliás, como tem sido a atuação do MP Federal sempre que tem se metido no cotidiano da cidade: parece querer ver os assaltantes tomando conta das praias, os drogados e adictos nas ruas defecando e atacando cidadãos – há casos vários até de estupro infantil – e agora querem ver as mercadorias falsificadas gerando lucros à quadrilhas do crime organizado. O MP Federal ignora a destruição de Prédios Tombados Federais, o vilipêndio de monumentos protegidos pelo Iphan, acha irrelevantes nos sucessivos – e bem curiosos – incêndios em bens da UFRJ, mas atua seguidamente pra proteger assaltantes, cracudos e agora os camelôs clandestinos vendedores de mercadoria contrafeita ou roubada. Com essa atuação, o Brasil vai longe!

Previsão indica aproximação de frente fria durante a semana no Rio

Até quarta-feira (22), tempo deve permanecer estável no município

Romulo Cunha

O tempo estável, de céu com poucas nuvens e temperatura alta, como neste domingo (19), deve se repetir nos próximos três dias na cidade do Rio. Contudo, na quinta-feira (23), há possibilidade de chuva, devido aproximação de uma frente fria.

Neste domingo, o predomínio foi de céu claro no município por causa da atuação de um sistema de alta pressão. Segundo o Alerta Rio, a cidade teve temperatura máxima de 33°C, às 13h, no Aeródromo de Jacarepaguá, na Zona Sudoeste. A mínima, de 12°C, aconteceu às 7h, com registro na Base Aérea do Campo dos Afonsos, na Zona Oeste.

Com o calor, cariocas e turistas compareceram à praia de Copacabana, na Zona Sul, para se refrescar no mar calmo e aproveitar o dia ensolarado. 

O erro de desistir de Flávio antes mesmo de a eleição começar

A tese de que Flávio “reelege Lula” parte de duas premissas frágeis: a confiança cega nas pesquisas e a ideia de que a eleição brasileira será disputada em condições normais

Leandro Ruschel


A pergunta parece pragmática: por que apoiar Flávio Bolsonaro se, pelas pesquisas, ele acabaria reelegendo Lula?

É uma dúvida compreensível. Ninguém sério quer entregar o país de bandeja para o PT. Ninguém que entenda a gravidade do momento deveria tratar eleição como torcida, vaidade ou capricho familiar. Mas a pergunta, do jeito que costuma ser formulada, parte de duas premissas que precisam ser enfrentadas antes de qualquer conclusão: a primeira é que as pesquisas são confiáveis; a segunda é que o jogo será limpo.

E, a esta altura, acreditar nas duas coisas exige um esforço quase heroico de ingenuidade.

O principal líder da direita brasileira está preso e inelegível. Jair Bolsonaro foi retirado do tabuleiro. O nome que venceu a esquerda, que organizou o campo conservador e que continua sendo a liderança inconteste da direita não pode disputar. Isso, por si só, já bastaria para mostrar que não estamos diante de uma eleição normal.

Mas o problema não para aí. Qualquer outro nome que incomode demais pode ser colocado sob pressão pelo aparato institucional. Inquérito, inelegibilidade, tornozeleira, denúncia, decisão judicial, censura, investigação seletiva: o cardápio já está aberto e em uso. Quando um lado entra na eleição com seu principal líder fora do jogo e com seus possíveis substitutos sob ameaça permanente, não se trata de disputa democrática comum. Trata-se de eleição administrada.

E mesmo quando o sistema não precisa retirar formalmente uma candidatura, ele pode fazer algo igualmente eficiente: controlar as condições do debate. Foi o que aconteceu em 2022. Um lado fez campanha com muito mais liberdade. O outro foi sistematicamente censurado, limitado, enquadrado e vigiado. Ideias, vídeos, falas, denúncias e perfis foram tratados como ameaça institucional. Não é possível discutir “viabilidade eleitoral” ignorando esse contexto.

É aqui que entram as pesquisas.

What’s Driving Germany’s Planned €800 Billion Remilitarization?

Andrew Korybko 

Ideological, economic, and personal interests are responsible for the ruling liberal elite’s fateful decision that’ll lead to Germany replacing the US as Russia’s top perceived adversary

The Financial Times reported in early July that “Germany to borrow €800bn for rearmament in historic shift”. The larger context concerns the “NATO 3.0” concept that the US is implementing whereby it’s pushing the European members of the bloc to take more responsibility for their security. In practice, this means that the EU will lead Russia’s containment in Western Eurasia per the new “cordon sanitaire” that Trump 2.0 built around it over the past year, with Germany planning to play the main role in this theater.

It’s presently competing with Poland for leadership over Central & Eastern Europe (CEE) in coordination with its Ukrainian junior partner, but even if Poland manages to carve out a “sphere of influence” for itself, Germany’s planned €800 billion remilitarization ensures that it’ll remain a force to be reckoned with. It’s already the case that “The EU Poses A Much More Credible Threat To Russia Than The Inverse”, but now, “Germany Might Replace The US As Russia’s Top Perceived Adversary”.

Former President and incumbent Deputy Chair of the Security Council Dmitry Medvedev warned in early May about the 1941-threat posed by Germany’s remilitarization, and recently, top Russian expert Dmitry Trenin argued that it’s now the EU – and not the US – that’s fanning the flames of war with Russia. Since Germany is the bloc’s de facto leader, it therefore follows that it’s the country most responsible for placing NATO and Russia on the path to clashing around 2030 like Moscow now expects is possible.

FIFA destaca Diogo Costa entre os guarda-redes do Mundial

Capitão do FC Porto liderou os Power Rankings do Campeonato do Mundo

Terminada mais uma edição do Campeonato do Mundo, a FIFA publicou a versão final dos Power Rankings e Diogo Costa destaca-se como o guarda-redes com a melhor nota individual na classificação desenvolvida sob a orientação de Arsène Wenger, antigo treinador e atual Diretor de Desenvolvimento do organismo que tutela o futebol mundial.

Tendo por base nas métricas recolhidas durante os 104 jogos do torneio que a Espanha venceu, a FIFA divulgou “uma análise objetiva e baseada em dados do desempenho de cada jogador” e reconheceu as boas exibições do capitão do FC Porto na baliza de Portugal.

Autor de 20 defesas em cinco jogos - foi eleito MVP na última jornada da fase de grupos -, o número 1 da seleção nacional somou ainda 207 ações com bola (114 dentro da área e 93 fora) diante da RD Congo (1-1), do Uzbequistão (5-0), da Colômbia (0-0), da Croácia (2-1) e da Espanha (0-1).

Analisados os “dados de desempenho mais detalhados do planeta”, através dos quais a FIFA procura “avaliar a performance em diferentes áreas, destacando os principais atributos de cada jogador”, Diogo Costa foi quem mais exibiu “capacidade de fazer a diferença na defesa da baliza, demonstrando presença, autoridade e capacidade para dominar a respectiva área”.

[Sétima Arte] Greyhound: na mira do inimigo

Greyhound é um filme de guerra norte-americano dirigido por Aaron Schneider, estrelado por Tom Hanks, Stephen Graham, Rob Morgan e Elisabeth Shue e lançado em 2020. 

O filme, uma adaptação do romance The Good Shepherd (1955) do escritor britânico C.S. Forester, retrata uma missão naval durante a Batalha do Atlântico. Nesta missão, um comandante americano busca defender um comboio naval aliado de submarinos alemães.

Inicialmente agendado para ser lançado nos cinemas americanos em 12 de junho de 2020 pela distribuidora Sony Pictures Releasing, o longa teve sua estreia adiada indefinidamente e posteriormente cancelada devido à pandemia de COVID-19.

A Sony posteriormente vendeu os direitos de distribuição do filme para a Apple TV+, que distribuiu o filme de forma digital em 10 de julho daquele mesmo ano.

Greyhound recebeu críticas positivas em relação às suas sequências de ação e o uso efetivo de sua curta duração. No Oscar 2021, o filme recebeu uma nomeação para o prêmio de melhor som. Wikipédia 

domingo, 19 de julho de 2026

[Antigamente] ALF, o ETeimoso


ALF, um acrônimo da expressão inglesa Alien Life Form, ou seja, forma de vida alienígena, gira em torno de Gordon Shumway, um extraterrestre peludo do planeta destruído chamado de Melmac.

Ao seguir um sinal de rádio amador, ele acaba caindo na garagem da família americana Tanner, de Riverside, Califórnia. A típica família de classe média — Willie o pai e assistente social, Kate a mãe, com os filhos Lynn (adolescente) e Brian (criança), além da gata Lucky — se vê obrigatoriamente acolhendo o forasteiro alienígena.

A série foi criada pelo marionetista, roteirista, e produtor de televisão Paul Fusco (dois bonecos controlados – um para plano médio, um para corpo inteiro, além da voz) e pelo diretor, roteirista, ator e produtor Tom Patchett.

Estreou em 22 de setembro de 1986, ficou no ar até 24 de março de 1990, contando com 102 episódios em 4 temporadas, na rede NBC. 

No Brasil, estreou na Rede Globo com o nome ALF, o ETeimoso em 1987 aos domingos no horário das 12h.

Auge do sucesso no Brasil, ALF teve dois vídeos VHS lançados pela Lorimar Home Vídeo em 1987, cada qual contendo quatro episódios da primeira temporada da série. Foi exibida pela emissora carioca até 1995.

No final da década de 1990, teve uma rápida passagem pela Rede Bandeirantes, onde era exibido de segunda a sexta, às 20h00, antecedendo o programa Documento Especial.

Calado até às eleições de outubro

Um tirano que trancou um ex-presidente para a própria família


Rogerio Pires

Comece por uma imagem simples: uma porta. 

Do lado de dentro, um homem de 71 anos que carrega no corpo as marcas de uma facada que quase o matou em 2018. Do lado de fora, os filhos, os netos, os amigos. E, a partir da semana que vem, também o presidente de um país vizinho, que atravessaria a fronteira para um aperto de mão. 

Nenhum deles pode entrar. 

A decisão saiu na sexta-feira, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Ficam suspensas por 30 dias todas as visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar em Brasília. As exceções cabem numa linha: médicos, fisioterapeutas e advogados. Antes disso, o senador Flávio Bolsonaro, filho mais velho e pré-candidato à Presidência, já havia sido proibido de visitar o pai por 90 dias. 

E há um terceiro prazo, o mais revelador de todos. Visitas de caráter político ou eleitoral estão vedadas até o fim das eleições de outubro. Foi com base nessa regra que o ministro negou, no sábado, o pedido para que Javier Milei, presidente da Argentina, visitasse Bolsonaro no dia 25, quando estará no Brasil para a convenção que deve oficializar a candidatura de Flávio. 

O estopim de tudo isso? Uma carta. Escrita à mão. Um pai dizendo ao filho que confia nele e pedindo união à família. Flávio publicou a carta nas redes. Para o ministro, isso violou a cautelar que proíbe Bolsonaro de se manifestar em redes sociais, inclusive por meio de terceiros. A defesa alegou que o ex-presidente não sabia que o texto seria divulgado. O argumento foi integralmente rejeitado. 

Mas a forma jurídica não esgota a pergunta política. E a pergunta política é uma só: qual o tamanho proporcional da resposta a uma carta de pai para filho? 

"A parcialidade, militância e produção de desinformação por empresas ditas 'jornalísticas'"

Marco Angeli

A enorme crise desencadeada na mídia norte americana pela recusa de entidades jornalísticas em transmitir o pronunciamento ao vivo do presidente Trump enfia o dedo diretamente numa ferida que é do mundo todo:

A parcialidade, militância e produção de desinformação por empresas ditas 'jornalísticas', mas que não passam de veículos camuflados de propaganda dos que pagam mais.

Caso típico, no Brasil, da rede globo e seus satélites. Instalados confortavelmente atrás da fachada do 'jornalismo', essas empresas encharcam o mundo de desinformação, casos que vão da cobertura mentirosa da crise do Covid19 até o encobrimento de fraudes e favorecimento de candidatos em eleições de todo o mundo.

Esses mesmos que jamais são responsabilizados e nunca são punidos por aquilo que cometem e que só tem um nome: crime.

O questionamento viral a respeito que ocorre hoje talvez tenha um efeito saneador: o de livrar o mundo, talvez parcialmente, dessas pragas da desinformação que, infelizmente, têm o poder de criar ou destruir governos.

Esse é o cerne numa questão em que Donald Trump insiste há anos, a de expurgar do cenário 'empresas jornalísticas' que insistem em agir contra o que sua própria concessão para operar obriga, nas democracias: a de informar sem parcialidade, e deixar a opinião ou crítica para o público que paga pela sua existência.

Poles Shouldn’t Let Themselves Be Duped By Zelensky’s Dishonest Reconciliation Attempt

Andrew Korybko 

His five-step plan is nothing more than a distraction from him doubling down on his anti-Polish policies

Zelensky announced a five-step plan last week for improving ties with Poland after his state-level glorification of the Volhynia Genocide’s OUN-UPA culprits sent them into a tailspin. The first is “decisions on the diplomatic track”, likely in reference to assuring Poland that top Ukrainian figures will stop talking about their dispute, both the core issues thereof and other facets. The purpose is to prevent further escalations such as that which followed Budanov’s false comparison of Poland with Russia in early July.

The second step is opening up all of the Ukrainian secret police’s and foreign intel agency’s archives on the Volhynia Genocide. Marta Havryshko, a US-based author and researcher focused on Ukrainian nationalism, the far right, and the Russo-Ukrainian War, noted that these archives have already been open for years. In her view, this announcement is a distraction from the government’s quietly increased funding of the Ukrainian Institute of National Memory, which is responsible for heroizing the OUN-UPA.

Moving along, the third step is Kiev’s decision to grant Warsaw many more permits to search for and exhume the remains of the Volhynia Genocide’s victims in order for them to then finally have a proper burial. If implemented at scale like Poland has long sought to have happen, then this would indisputably address one of the core issues of their dispute, but it would still fall short of formal Ukrainian recognition of this war crime and an end to its glorification of the culprits.

[As danações de Carina] Buraco de tatu

Carina Bratt

ENGRAÇADO como são as coisas. Hoje de manhã, rodando aqui pelo sitio Shangri-Lá, eu mais a Ellen, neta de Aparecido e Silvia, uma amiga que trouxemos de Vila Velha, achamos um. Mas alto lá: um o quê? Um trocinho redondo, bem feito, a terra nova ao redor ainda úmida, como se tivesse sido cavado na hora em que o sol nascia. Quem passa rápido certamente não veria. Tem que abaixar, olhar devagar, espiar com toda a calma, tipo assim, com os olhos de quem já conhece o jeito gostoso da terra. É um buraco de tatu. Não tem engano. Um minúsculo buraco de tatu. 

Meu pai sabia tudo de buraco. Na roça do sitio da minha avó, onde eu passei um bom tempo da minha infância, cresci, ouvindo ele dizer que ‘tatu é bicho que não gosta de viver em sociedade‘. Não faz alarde. Não canta, não toca, não faz pirraça. Não deixa rastro de onde vem nem para onde vai. Se assemelha muito, em dias de agora, aos nossos ladrões de terninhos de grifes dependurados em nossas costas mamando nas tetas desse povo sem eira nem beira. Quando você vê a porta redonda na terra, ele já está lá há três dias, ou já foi embora há três noites.

Ninguém nunca vê assim de cara, no tapa, um tatu cavando. Ele faz tudo no escuro mais escuro, no silêncio calma e tranquilo como quem cumpre um acordo antigo com o chão. Meu pai tinha uma teoria engraçada. Ele apregoava que ‘cada buraco de tatu guardava um segredo. Uma confidência enorme, grandiosa, ‘mais maior’ que as dos nossos ‘reconditórios’. Tanto poderia ser um osso de galinha que ele roubou do terreiro de noite, como uma moeda de dois reais (na época dele, um vintém que alguém perdeu há cinquenta anos), como poderia ser, de igual forma, uma tristeza que a gente enterrou sem querer e depois esqueceu que existia.

Estacionamento de shopping pode ficar de graça no RJ

Proposta em tramitação na Alerj prevê até seis horas de gratuidade mediante apresentação de nota fiscal e proíbe exigência de valor mínimo de compra

Mariana Motta

Motoristas do Estado do Rio de Janeiro podem ter uma nova regra para o uso de estacionamentos em shoppings, centros comerciais e estabelecimentos similares. O Projeto de Lei nº 7.926/2026, em análise na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), propõe o fim da cobrança para consumidores que realizarem compras ou contratarem serviços nesses locais. 

Pela proposta, o cliente que apresentar a nota fiscal ou comprovante de consumo terá direito à gratuidade do estacionamento por até seis horas. Caso a permanência ultrapasse esse período, o estabelecimento poderá cobrar apenas o valor referente ao tempo excedente.

O texto estabelece ainda que os empreendimentos não poderão exigir valor mínimo de compra para conceder o benefício. A medida valeria para shoppings centers, galerias comerciais, centros empresariais com área comercial integrada e outros estabelecimentos semelhantes.

Avisos deverão informar direito dos consumidores

Caso seja aprovado e sancionado, o projeto também obrigará os estabelecimentos a divulgarem, em locais de fácil visualização, informações sobre o direito à gratuidade do estacionamento para clientes que comprovarem o consumo no local. A proposta prevê que o descumprimento da norma poderá resultar em penalidades com base no Código de Defesa do Consumidor (CDC).