domingo, 29 de março de 2026
[As danações de Carina] Simplesmente nada além de assustada
AQUELE BARULHO INFERNAL veio do nada. Na verdade, foi um estalo seco, como se o mundo tivesse quebrado um galho de uma árvore invisível. O meu coração disparou. Os olhos foram mais longe. Procuraram uma explicação plausível, mas só havia silêncio. O medo não estava no som, pelo contrário, se fazia presente na ausência dele. Assustada, euzinha percebi que não era o estalo seco que me inquietava, mas a lembrança de quantas vezes já havia vivido esse sobressalto: o telefone que tocava de madrugada, a porta que batia sem vento, a notícia da morte de um parente dada sem um remédio anestésico para enganar os resquícios do desassossego.
O susto é sempre maior do que o motivo. E
o exórdio, a cada nova meta, se faz maior e mais degradante. E então, como quem
ri ‘abestalhadamente’ de si mesma, respirei fundo. Tão fundo que meu estômago
quase saiu esmagado pelos fundilhos dos meus ouvidos. Apesar disso tudo, o
mundo seguiu igual, mas dentro de mim, bem lá no amago do amago que nem sei
onde fica, permaneceu a marca indelével de mais um instante em que o tempo
parou, estancou, se deteve, deixou de existir só para me lembrar que estar vivo
é também, na maioria das vezes, se assustar, mesmo com uma simples barata com a
cara daquele pacato cidadão batizado como Gregor Samsa.
Gregor Samsa, para quem não sabe, surgiu em cena como um modesto e pacato homem do povo. Um ilustre não muito ilustre, mas um desconhecido pra lá de sussa. Caixeiro viajante de profissão, ficou famoso no mundo inteiro por ser ou por se transformar no personagem central daquele famoso escritor austro húngaro de língua alemã, um tal de Kafka. Por conta de uma história escrita em 1912 e tornada pública em 1915. O barulho infernal veio do nada. Como veio do nada, isso dará mais corpo e profundidade ao meu texto. Como disse, foi um estalo seco, tipo assim, como se o mundo tivesse levado um soco e quebrado um galho de árvore de rosto invisível.
sábado, 28 de março de 2026
[Versos de través] Túnel
Há dias em que se formam imagens de não existir.
Meu ser esvai-se em correntes líquidas…
Outrora fluidas em circuitos que não compreendo bem
Mas que se espraiam em telas de um cinza embaçado…
Uma ânsia de quimeras onde torres bailam o seu mistério…
Circunspecto, espio minha sorte em cartas de ciganos
Que ofuscam iluminuras de estrelas passageiras…
Sorte má ou sorte boa, vida que degredo se esvai…
No túnel, o conforto pode durar um dia ou cinco anos.
Pouco se sabe dos relógios que se movem na invernia,
Pouco se contempla o que há para além do túnel,
Pouco se questiona se ainda é possível ser-se em Mim.
Ofegante transcurso de páginas sem cor neste almaço
Onde registro impressões quando ainda respirar posso.
Já não sei o que sou nem de que sou feito, matéria inerte.
Só, ainda teimo o quanto há de vida, no túnel teimo.
Fernando de Moraes Gebra
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Shopping na Barra recebe exposição com camisas históricas de seleções e bolas das Copas do Mundo
''Expo Lendas do Futebol'' ocorre no Shopping Metropolitano, da próxima quarta-feira, 1º de abril, até ao dia 15 de maio
Raphael Fernandes
Da próxima quarta-feira (1/4) até o dia 15/5, o Shopping Metropolitano, na Barra Olímpica, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, recebe uma exposição dedicada à história das Copas do Mundo e aos grandes momentos do futebol internacional. A mostra, intitulada de ”Expo Lendas do Futebol”, reúne camisas de seleções de diferentes países e épocas, além de bolas oficiais utilizadas em diversas edições do Mundial.
A exposição apresenta uma linha do tempo com as bolas de todas as edições da Copa, desde 1930, incluindo modelos icônicos, como a ”Telstar” e a ”Azteca”, usadas nos Mundiais de 1970 e 1986, respectivamente, ambos no México; a ”Jabulani”, utilizada na África do Sul, em 2010; e a ”Brazuca”, do Brasil, em 2014.
Lula quer que você culpe o Pix, o celular e o cachorro por dívidas
Em mais um discurso de improviso, presidente demonstra que dará muito trabalho para marqueteiros na campanha
Andreza Matais
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| Foto: Hugo Barreto//Metrópoles |
Para Lula, basta tirar o Pix, o celular e os cachorros para resolver o problema do endividamento do brasileiro.
Sem filtro, o presidente
demonstra que vai dar muito trabalho para seus marqueteiros nas eleições
presidenciais.
Ganha o eleitor, que pode
decidir o seu voto com base no que pensa o candidato. Se eleito, serão 16 anos
no poder.
Quem tem ou já teve dívidas
sabe o quanto isso afeta toda uma família. O quanto é difícil deitar a cabeça
no travesseiro sem saber como sair do buraco cavado pelos juros altos.
Os discursos de improviso
revelam que Lula perdeu a capacidade de sentir na pele o problema do eleitor,
sua principal qualidade. É sintomático.
A maioria dos brasileiros não se endivida porque compra de forma compulsiva, como colocou, mas porque o orçamento não cobre mais despesas básicas, incluindo nessa conta celular e pacote de dados.
Itens essenciais para quem vive no mundo real.
E oferecer empréstimo para
cobrir empréstimo não deixa de ser empréstimo.
Ao dizer que as pessoas fazem compras impulsivas e depois colocam a culpa no governo, Lula só reforça o estereótipo de que todo brasileiro é desonesto e se endivida porque quer.
Quem tenta empreender, para ficar num exemplo, está sufocado por impostos.
27-3-2026: Oeste sem filtro – Bolsonaro em casa para cumprir a domiciliar
Além disso, detalhamos o bate-boca histórico que fez a CPMI do INSS perder o controle, o relatório final pedindo o indiciamento de Lulinha e a nova ofensiva do PL, que protocolou queixa-crime contra o ministro Gilmar Mendes.
Para completar o caos: Alexandre de Moraes limita o Coaf e o STF aprova novo limite salarial de quase R$ 79 mil para juízes!
Neste programa, você vai entender tudo
sobre:
👉 O estado de saúde e as restrições de
Bolsonaro no condomínio.
👉 A confusão pesada entre Lindbergh
Farias e Alfredo Gaspar na CPMI.
👉 O embate direto entre o Congresso e o
STF (Gilmar Mendes e Moraes).
👉 O teto salarial do Judiciário que
está gerando revolta.
👉 Bastidores de Zema, Flávio Bolsonaro e a situação de Braga Netto.
sexta-feira, 27 de março de 2026
[Aparecido rasga o verbo] Trinta coisas que nunca verei
Aparecido Raimundo de Souza
‘Acredito que nunca verei um “dinoceronte” treinando um balé dantesco antes de sentar à sua bunda balofa na cadeira do “plenariordinário” da Suprema Corte’.Carina Bratt de ’Bicho solto’
2. O fim dos bandidos
e das facções criminosas.
3. A justiça de
verdade sem aquela porra de venda lhe cobrindo a cara, perdão, a fuça.
4. A corrupção voadora
sendo estuprada nos gabinetes flamejantes e engalanados da Câmara dos deputados
e do “Senado Fedemal”.
5. Um peixe andando de
bicicleta pela Avenida Brasil usando uma
camisa do Flamengo com a cara estampada do pato Donald Trompa munido de um binóculo espionando a Amazônia.
6. Políticos
desonestos tomando porradas e sendo surrados pela plebe sofredora pelas ruas,
praças e avenidas famosas das mais diversas capitais desse país entregue às
moscas e aos ratos de esgoto.
7. Ministros do STF
agindo com lisura e construindo verdadeiramente não um apodrecido “Estrado
Demoniatrático de Direito”, mas um honroso soberbo e decente Estado Democrático
de Direito.
8. O papagaio da Ana
Maria Braga, do “Mais você”, recitando versos de Mário Quintana, acompanhado
por uma vaca executando a “Quinta Sinfonia” de Beethoven ao violino.
9. A Alegria brilhando
nos olhos de todas as pessoas que sofrem vitimadas por alguma doença incurável.
10. A pobreza de uma
vez para sempre erradicada.
11. O falido e
inoperante INSS deixando definitivamente de ser uma latrina cheia de merda onde
se abrigam “I”mpostores, “N”oiados, “S”alteadores e “S”alafrários em respeito
às imensas e infindáveis famílias de idosos que todos os meses tomam nos retos
de seus respectivos cus no momento em que comparecem nessas instituições
financeiras conhecidas como ”bancos” para receberem seus mirrados e
inexpressivos benefícios.
12. Debaixo da Terceira Ponte, um peixe pedalando uma bicicleta com esforço, enquanto espiava, boquiaberto, um avião passando sobre ele fazendo abdominais para manter a forma e pousar no Santos Dumont sem amedrontar os passageiros.
Santa Teresa ganhará ‘bunker’ secreto para reuniões privadas e encontros de alto padrão
O espaço, localizado na parte alta do bairro, será acessado apenas por indicação, e cada encontro passará por uma curadoria prévia para avaliar se o perfil da reunião está alinhado com a proposta
Victor Serra
Santa Teresa vai ganhar, nos próximos meses, um novo espaço voltado a reuniões privadas e encontros de alto padrão, com uma proposta pouco comum na cidade. Batizado de Yamantaw, o local aposta na discrição como principal ativo e funcionará sem divulgação pública, letreiro ou acesso aberto.
O espaço, localizado na parte
alta do bairro, será acessado apenas por indicação, e cada encontro passará por
uma curadoria prévia para avaliar se o perfil da reunião está alinhado com a
proposta. O objetivo é garantir não só privacidade, mas também controle sobre
quem frequenta o ambiente.
O nome traduz o conceito.
Yamantaw faz referência ao Monte Yamantau,
na Rússia, frequentemente associado a estruturas subterrâneas e
teorias sobre instalações ultrassecretas. A inspiração ajuda a entender o
posicionamento do projeto, que aposta no inacessível como valor.
Essa lógica aparece também na arquitetura. O espaço foi desenhado com estética de bunker, com predominância de concreto e ferro, criando uma sensação de isolamento. Ao mesmo tempo, o ambiente incorpora elementos que suavizam essa rigidez, como uma coleção de carros clássicos usada para compor a atmosfera. Entre os modelos previstos está o Porsche 356, além de ícones mais recentes do mercado brasileiro, como o Escort XR3 e o Gol GTI. Ao todo, serão 46 veículos, que não estarão disponíveis para uso, funcionando como parte da ambientação.
Idosa é arrastada pelo chão durante assalto em Copacabana
Criminoso fugiu na garupa da moto de um comparsa após conseguir roubar a bolsa da vítima
O Dia
Uma idosa foi jogada e arrastada pelo chão durante um assalto na Rua Xavier da Silveira, em Copacabana, na Zona Sul, na tarde desta quinta-feira (26). Imagens registradas por câmeras de segurança mostram que o crime aconteceu na calçada, em frente a um prédio, por volta das 13h.
No vídeo, o bandido aparece puxando a bolsa da
vítima, que estava no seu ombro, fazendo com que ela caia. De forma truculenta,
ele insiste até conseguir levar o item. Logo em seguida, um pedestre que
passava pela região tenta intervir, mas o criminoso consegue subir na garupa da
moto de um comparsa e foge.
Nas redes sociais, moradores da região mostram
indignação com a violência. "À luz do dia, é muito revoltante! Cidade
completamente largada. Zona Sul, em que se paga um IPTU altíssimo. Segurança
zero!", disse um internauta.
"Revoltante uma senhora sendo assaltada e ainda jogada no chão, como se não tivesse história, como se não fosse alguém que merece respeito e dignidade. Até quando vamos assistir a cenas assim e normalizar a violência? Isso não pode ser tratado como mais um caso. É desumano, é cruel, é inaceitável", lamentou outro.
26-3-2026: Oeste sem filtro – O teto salarial de R$ 78,7 mil no STF + CPI do Banco Master, CPMI do INSS e a ligação de Lulinha com a Fictor
No programa de hoje, analisamos os
temas mais polêmicos e urgentes do Brasil e do mundo.
Enquanto o STF define um teto salarial astronômico de quase R$ 79 mil para juízes e integrantes do Ministério Público, a Justiça da Itália aceita a extradição de Carla Zambelli, acendendo um alerta máximo nos bastidores políticos.
Aqui você também vai entender o desabafo de Braga Netto para Wajngarten sobre se sentir abandonado, o novo cerco de Alexandre de Moraes a Tagliaferro, e a polêmica decisão sobre a participação exclusiva de mulheres biológicas em categorias femininas no esporte.
Além disso, trazemos os detalhes exclusivos sobre a atuação de Lulinha, a nova gafe de Lula e a presença de Nicolás Maduro em um tribunal de Nova Iorque.
Fique por dentro de tudo o que a grande mídia não te conta em detalhes!
No programa de hoje, você vai ver:
quinta-feira, 26 de março de 2026
Casal morre ao cair do 9º andar de prédio durante briga em Sergipe
Antes da queda, vizinhos foram esfaqueados ao tentar intervir na discussão
O Dia
Um homem e uma mulher morreram após caírem do 9º andar de um prédio, na noite desta terça-feira (24), em Aracaju, Sergipe. Segundo a Polícia Militar (PM), a queda ocorreu durante uma briga entre o casal. As vítimas foram identificadas como Washington Luís da Silva Matos e Ane Jaqueline Costa Santos Matos.
Uma mulher, atingida por
golpes de arma branca nas costas, foi encaminhada por uma equipe do Serviço de
Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para atendimento médico. Ela segue com
quadro estável.
Um homem, com lesões na cabeça, axila e dedo, foi socorrido para uma unidade de
saúde e outra pessoa também teve ferimento leve em um dos dedos, informou a
Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SE).
O advogado do casal, Ricard Cezar, afirmou que ambos enfrentavam problemas de saúde mental e apresentavam episódios recorrentes de alucinações e sensação de perseguição.
[Viagens & Destinos] Feira da Glória — domingo no Rio de Janeiro
Praia do Leme de manhã – Ondas, exercícios e rotina carioca
Amanhecer na Praia Vermelha – Rio de Janeiro
Copacabana à noite
Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem
Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026
Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural)
Tijuca a pé
Algumas ruas do Grajaú
quarta-feira, 25 de março de 2026
[Quadro da Quarta] James Monroe
James Monroe, quinto presidente dos EUA, de 1817 a 1825, quadro de Samuel Morse, 1819.
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A coroação de Pedro II
Amor entre as ruínas
“O Concerto”, Nicolas Tournier, 1630-1635
Entre Platão e o tiozão
Rafael Nogueira
Vivo, por sorte ou sina, entre
dois mundos que raramente se falam. De um lado, a universidade, os livros, os
colegas de debate, e os olavetes. Todos brigam entre si com uma ferocidade que
só vendo. Do outro, gente simples: o mecânico, o pescador, o comerciante, a
vizinha aposentada, o assessor de político, e o próprio político, em geral,
inteligentemente "simples". Cada campo tem certeza de que a política
é terreno seu. Os primeiros porque estudaram. Os segundos porque viveram. Quem
está com a razão? Os dois, em parte. E nenhum dos dois, inteiro.
Há duas maneiras igualmente
burras de arruinar a vida política de um país. A primeira é entregá-la a quem
acredita que a sociedade funciona como um problema de geometria moral. A
segunda, confiar que toda a sabedoria necessária já está pronta na mesa do bar,
entre um palpite sobre o câmbio, outro sobre o centroavante e um terceiro sobre
como resolver o Brasil em quinze minutos. A democracia decente, quando existe,
vive no intervalo entre esses dois ridículos.
O erro do intelectual é um
velho conhecido. Platão foi a Siracusa com a esperança de instruir o poder,
lapidando o governante, convertendo força em sabedoria. E deu errado. Assim
como deu errado para Heidegger, no século XX. É a tentação de Siracusa, defeito
segundo o qual a inteligência se apaixona tanto pela própria lógica, que
esquece que homens não são triângulos, que cidades não são diálogos.
A política morre quando
abstrações teóricas tentam governar sozinhas, sem consideração pelo contexto,
pelas limitações humanas e pelo povo real.
Mas convém não cair no erro
oposto.
O tiozão, aqui, não é
caricatura ofensiva, mas símbolo daquele homem que talvez jamais tenha lido
Burke, Aristóteles ou Thomas Reid, mas distingue, por instinto moral e
experiência herdada, a boa solução de uma maluquice. Percebe logo quando o
remédio custará mais do que a doença. Não redige artigos para revistas
indexadas, mas conhece a textura da vida como ela é. Sabe onde a burocracia
aperta, onde a violência sangra, onde o imposto humilha, onde a escola falha.
Há uma forma de razão encarnada nesse cidadão, a que podemos chamar de bom
senso. Desprezá-la é luxo de classes abastadas e tagarelas.
O problema começa quando
Platão despreza o tiozão e o tiozão despreza Platão.
O primeiro chama o segundo de ignorante. O segundo chama o primeiro de inútil. E ambos, nesse duelo de vaidades, deixam a cidade à mercê dos canalhas profissionais, esses sim verdadeiramente práticos, bons em saquear tanto com planilhas quanto com lábia. A democracia acaba em disputa entre soberba de gabinete e ressentimento de balcão.
Escondido no Rio: o passeio gratuito na fábrica da Ambev com chopp direto do tanque que poucos conhecem
Com degustação e agenda disputada, visita em Campo Grande revela bastidores da cerveja e expõe um roteiro fora do radar na Zona Oeste
Renata Granchi
Numa cidade onde o roteiro turístico costuma orbitar entre praias, cartões-postais e trilhas, um programa fora do circuito tradicional segue praticamente desconhecido por boa parte dos cariocas e, curiosamente, é gratuito. Na Zona Oeste, a visita guiada à fábrica da Ambev, em Campo Grande, abre as portas de um universo pouco explorado: o da produção em escala industrial de uma das bebidas mais consumidas do país.
Localizada na Estrada Rio–São
Paulo, a unidade recebe visitantes de terça a sábado em grupos de até 30
pessoas, quase sempre com lotação esgotada com cerca de dois meses de
antecedência. Sinal de que, embora ainda fora do radar popular, a experiência
já circula com força no boca a boca. Há, inclusive, lista de espera.
O tour dura cerca de duas
horas e percorre todas as etapas da produção cervejeira, do recebimento das
matérias-primas ao envase. Ao longo do trajeto, tanques de grande porte,
esteiras automatizadas e áreas de controle revelam a escala industrial por trás
de um produto cotidiano. É o tipo de passeio que, como se diz, “vale mais do
que parece à primeira vista”: mistura curiosidade técnica com uma boa dose de
experiência sensorial.
O ponto alto é justamente a degustação de chopp retirado diretamente do tanque, um detalhe que transforma a visita em algo além do didático. Aos sábados, a experiência ganha um tempero extra, com harmonizações que incluem petiscos e até combinações menos óbvias, como cerveja com doce, ampliando o repertório de sabores.
Rio inicia campanha anual de vacinação contra a gripe
Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade podem tomar imunizante
Começou nesta terça-feira (24)
a campanha de vacinação contra a gripe para todas as pessoas a partir de 6
meses de idade na cidade do Rio. O imunizante está disponível nas três unidades
do Super Centro Carioca de Vacinação e em todos os centros municipais de saúde.
A campanha vai até dia 30
de maio.
A vacinação é feita em dose
única anual. Já as crianças menores de 9 anos que serão vacinadas pela primeira
vez devem receber duas doses, com intervalo de 30 dias.
"Sem dúvida nenhuma, é a
doença que mais preocupa o sistema de saúde. Por isso, a recomendação é que
todas as pessoas com mais de seis meses de idade tomem a vacina. Ela é
produzida pelo Instituto Butantan, protege contra H1N1, H3N2 e contra a influenza
B, e está atualizada para as cepas que estão circulando no Brasil nesse
momento. Não deixe para tomar mais tarde, porque ela tem muita qualidade, com
alto grau de proteção e salva muitas vidas”, destacou Daniel Soranz, secretário
de Saúde, que acompanhou o lançamento da ação, no Super Centro de Botafogo.
A aposentada Ieda Ciríaco, de
77 anos, contou ao DIA que aproveitou a oportunidade para
receber a última dose contra a Covid-19: "Tomei a vacina da gripe e da
Covid, foi tudo muito tranquilo."
Agente comunitária de saúde, Eneida Aires, 62, reconheceu a importância da campanha: “Não estava cheio, por isso aproveitei para me vacinar, meu marido também veio hoje. Meus filhos não moram por aqui, mas também vão! É muito importante para combater as doenças”, afirmou.
Confira os postos de vacinação:
FC Porto muito perto de atingir os 175 mil sócios
Dragões atualizaram o número de associados no Portal da Transparência
Carlos Gouveia
O associativismo continua a crescer no FC Porto,
que está muito perto de atingir a marca dos 175 mil sócios. O clube atualizou
os dados no Portal da Transparência dando conta que a 3 de março eram 173 801.
Foto: Miguel Pereira
Duas semanas depois esse número está
desatualizado, faltando, sabe O JOGO, muito pouco para que seja atingida essa
fasquia.
De salientar que em meados de junho do ano
passado, quando terminou uma época sem conquistas, o FC Porto tinha pouco mais
de 151 mil sócios, o que significa que ganhou mais de 22 mil nos últimos nove
meses.
Título e Texto: Carlos Gouveia, O JOGO, 24-3-2026, 18h23
24-3-2026: Oeste sem filtro – M (santo santificado) autoriza prisão domiciliar para Bolsonaro, mas só por 90 dias + Advogados vão levar caso de Filipe Martins à OEA
Vai Brasa! (??)
23-3-2026: Oeste sem filtro – Bolsonaro recebe alta da UTI e é transferido para quarto
A contrarrevolução de Donald Trump
O jornalista que foi censurado por Dino virou “perseguidor”
Jornalismo ativista? Cobarde? Ignorante? Esquerdista? Cada um que escolha....
Entre o escárnio e o descrédito: o que Folha e Estadão dizem sobre o STF
[Língua Portuguesa] Lágrimas de crocodilo
Débora Ribeiro
Significado de Lágrimas de crocodilo
expressão Choro falso, fingido,
hipócrita; choro de quem está fingindo um sentimento de tristeza. Demonstração
de tristeza que não é sincera: as lágrimas de crocodilo na despedida foram de
um constrangimento tal que não consegui assistir tamanha hipocrisia. Etimologia
(origem de lágrimas de crocodilo). A expressão lágrimas de
crocodilo deriva da junção do plural da palavra lágrima, lágrimas, e da palavra
crocodilo.
Expressões Idiomáticas
Origem da expressão "Lágrimas de
Crocodilo"
Os crocodilos, ao capturar uma presa,
abrem muito a boca para engolir completamente a sua vítima, sem a
mastigar, em razão disso suas mandíbulas pressionam suas glândulas
lacrimais, fazendo-o lacrimejar e dando a impressão de que está chorando.
Sinônimos de Lágrimas de crocodilo
Lágrimas de crocodilo é sinônimo
de: fingimento, falsidade, mentira, dissimulação, hipocrisia
Definição de Lágrimas de crocodilo
terça-feira, 24 de março de 2026
[Livros & Leituras] Breve História do 25 de Novembro – O dia em que a utopia revolucionária deu lugar à sensatez democrática
Filipe Garcia, Ideias de Ler, Porto Editora, setembro 2025, 248 páginas.
Entre abril de 74 e novembro de 75, Portugal foi comparado a “um manicómio em autogestão”. Trocaram-se agressões, lançaram-se rivais políticos ao rio, invadiram-se e bombardearam-se sedes de partidos e quartéis. O pior cenário nunca se confirmou, mas a que distância estivemos de uma guerra civil?
Em Breve História do 25 de Novembro,
Filipe Garcia traça o percurso de um país à beira do abismo e dividido entre
visões opostas para o seu futuro. Com base em investigação rigorosa e
entrevistas inéditas, revisita os tempos do PREC até ao dia que ditou o seu
desfecho, abrindo finalmente caminho à democracia tal como agora a conhecemos.
Pelo percurso revelam-se episódios até hoje desconhecidos – como um arsenal de armas que ainda se encontra enterrado –, que poderão mesmo mudar a forma como a história do 25 de novembro será contada.
Uma investigação jornalística que ajuda a fazer a verdadeira história do 25 de Novembro.José Pedro Castanheira, jornalista
Filipe Garcia. Alfacinha desde 1980, criado entre os Anjos e a Estefânia, de liceu cumprido no Camões e licenciatura em História concluída no Campo Grande, na Universidade de Lisboa, Filipe Garcia tornou-se jornalista em 2001.
Atualmente na Agência Lusa, iniciou-se na profissão no Record, seguindo depois por Focus, Sábado, Diário Económico, Diário de Notícias e Expresso.












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