quinta-feira, 12 de março de 2026

AFP registra interação de Flávio oferecendo carinho ao cão presidencial, no Chile

Maior agência de notícias do mundo fotografou o brasileiro, ao lado de sua esposa, Fernanda, interagindo com o primeiro-cão do Chile, em pleno tapete vermelho do Palácio de La Moneda. 

Título, Texto e Imagem: Meio Independente, X, 12-3-2026, 12h49

A Farsa

Marco Angeli

Depois que o filhote de terrorista motjaba – o de papelão, porque o verdadeiro ninguém viu – foi 'eleito' o novo líder supremo do regime sanguinário, imagens intrigantes de uma enorme manifestação pró-regime foram divulgadas pela tv estatal iraniana e reproduzidas na grande mídia mundial, especialmente a canhota. 

Ora, como um regime tirânico e falido, com apenas – sendo otimista – cerca de 2% de apoio da população, seria capaz de mobilizar essa enorme multidão em comemoração à escolha do novo líder? O New York Times foi um dos que divulgaram as imagens como verdadeiras e até uma puta velha da imprensa –acostumada a maracutaias da imprensa alugada – como Glenn Greenwald entrou nesse barco. 

Muitos alegaram que se tratava de imagens geradas por IA, mas essa explicação não se mantinha, os vídeos pareciam verdadeiros. Mas como explicar isso? A resposta foi simples, e dada por @AviKaner e outros logo depois: os vídeos divulgados como manifestação de 2026 eram na realidade de seis anos atrás: é o famoso drone footage aéreo da procissão fúnebre de Soleimani em Teerã (praça Imam Khomeini/Azadi), com milhões de pessoas em 6-7 de janeiro de 2020. Foi confirmado pelo arquivo original no Wikimedia Commons (drone footage oficial de 2020), e fact-checkers recentes, que confirmam que as imagens de 2020 foram recicladas para parecerem de 2026. 

Apesar de tudo isso, a grande mídia continua a manter a farsa. Impossível não notar e refletir sobre a notável semelhança com as estratégias da esquerda mundial, que muda a realidade de acordo com suas conveniências, desde Stalin e desde sempre. Outros regimes parecidos, como o de Hitler, usou a mesma estratégia, com seu ministro da propaganda, Goebbels. Mas isso é passado. Hoje, com essas estratégias deploráveis e mentirosas, os regimes tirânicos e a esquerda só passam vergonha, divulgando mensagens de papelão.

*THE FARCE

After the cardboard terrorist cub Motjaba—because nobody saw the real one—was 'elected' the new supreme leader of the bloody regime, intriguing images of a huge pro-regime demonstration were broadcast by Iranian state TV and reproduced in the mainstream media worldwide, especially the left.

11-3-2026: Oeste sem filtro – Flávio Bolsonaro dispara e já está 8 pontos à frente de Lula

O sistema entrou em colapso moral!

No programa de hoje, revelamos a grande vitória da liberdade: o ministro Alexandre de Moraes recua, atende a PGR e arquiva o inquérito contra Elon Musk. E as portas se abrem para Donald Trump: Moraes autorizou a visita do assessor do americano a Jair Bolsonaro. 

Mas os absurdos em Brasília não param: 

O Escândalo do STF e o Banco Master: A pesquisa que liga a Corte ao escândalo, a revelação de que o escritório da esposa de Moraes usou 'fotos genéricas da internet' no código de ética do banco, e a ironia suprema: Dias Toffoli foi sorteado relator do pedido de CPI, porém ele disse que ele não pode julgar porque se julga suspeito! 

A Farra do Dinheiro: Senado aprova a criação de 18 mil cargos no Executivo, gerando um rombo de R$ 5 bilhões. 

Geopolítica: Flávio Bolsonaro sela aliança da direita com Maria Corina Machado na posse de Kast no Chile (com Lula ausente), enquanto os EUA lançam ataques a embarcações iranianas no Estreito de Ormuz. 

A velha mídia não quer que você veja essas conexões. 

[Daqui e Dali] Uma história de amor: O menino e o cão

Humberto Pinho da Silva

Eu tinha doze a treze anos, não mais, quando minha mãe declarou, em derradeiro dia de julho, com largo e bom sorriso bailando nos finos lábios encarnados, vermelhos e acetinados como cerejas:

"Este ano vamos passar o mês de agosto a Trás-os-Montes…”

A imaginação infantil excitou-se: pelos meus olhos de criança, logo surgiu a pastoril e singela aldeia de minha mãe, esbraseada de sol acariciador, sob o bom e cálido manto azul do Vale da Vilariça.

Nessa noite, que me pareceu eterna, percorri as macadamizadas ruas da aconchegante povoação, aninhada nas fraldas da serra de Bornes.

Vi – como vi! – as cacarejantes galinhas à mistura com pachorrentos marrecos, cevados e esqueléticos cachorros, que livremente circulam pelas calçadas, cobertas de morenas palhinhas, morenas como a gente e o pobre centeio, que vegeta pelas serras.

Vi a desmedida pá do forno comunitário, colhendo das incandescentes brasas pães redondinhos, estaladiços, saborosos e fumegantes.

Na manhã seguinte parti no ronceiro comboio do Douro, junto à janela para melhor observar o rio, que, após a Régua, se atravessava a vau.

Em Vila Flor, a Flor das Vilas, como dizia Raul de Sá Correia, o “Rossas" levou-nos em velha viatura até à “Quinta do Bem”, onde o prestável feitor, festivamente, nos acomodou.

Pouco depois conheci o Nero. Cãozarrão, guarda da quinta, que após meiga carícia, se afeiçoou a mim.

[Viagens & Destinos] Amanhecer na Praia Vermelha – Rio de Janeiro


Anteriores:

Copacabana à noite 
Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem 
Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026 
Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural) 
Tijuca a pé

quarta-feira, 11 de março de 2026

Onze cadeiras e um problema

Rafael Nogueira

Existe uma velha sabedoria segundo a qual as instituições valem menos pelo que dizem de si mesmas do que pelo que fazem quando ninguém está olhando. O Supremo Tribunal Federal tem levado o provérbio a teste. O debate sobre a reforma do STF reaparece com a pontualidade de uma febre terçã: surge, esquenta, assusta e desaparece antes que qualquer remédio seja ministrado. A novidade é que o diagnóstico ganhou precisão técnica suficiente, e clamor público de tal monta, que a omissão se tornou mais difícil de justificar.

O Brasil construiu, na Constituição de 1988, um tribunal que acumula funções que a maioria das democracias constitucionais distribuiu com cuidado entre instituições distintas. O STF é corte constitucional ao modo kelseniano, última instância em matéria constitucional e tribunal competente, em hipóteses definidas pela Constituição, para julgar autoridades com prerrogativa de foro. O resultado é uma concentração de poder que tornaria Montesquieu desconfortável. E que faz qualquer governo disputar cada cadeira como se disputasse a noiva ideal.

A comparação ilumina o problema. A Alemanha optou por mandato de doze anos, vedada a recondução, com aposentadoria compulsória aos sessenta e oito. A Turquia adotou mandato fixo de doze anos sem recondução. A Hungria segue lógica semelhante. A Espanha estabeleceu mandatos de nove anos com renovação parcial. Em quase todos os sistemas constitucionais que refletem seriamente sobre legitimidade judicial, a permanência prolongada sem mandato fixo aparece como exceção, e a previsibilidade das vagas como virtude institucional.

O Brasil, por contraste, preserva uma quase vitaliciedade, limitada apenas pela aposentadoria compulsória aos setenta e cinco anos. São mandatos sem termo certo, como se a República devesse esperar pacientemente que o tempo resolvesse o que o legislador não quis ordenar. Nos Estados Unidos o mandato vitalício subsiste, mas cercado por freios institucionais que o Brasil não trouxe no pacote quando fez a importação.

A Suprema Corte americana julga cerca de oitenta casos por ano, e só aqueles que ela mesma escolhe. O STF recebe dezenas de milhares de processos por ano e decide em volume imensamente superior, muitas vezes por decisões individuais.

Vila Operária centenária do Estácio pode finalmente ser restaurada em projeto da Praça Onze Maravilha

Conjunto habitacional inaugurado em 1906 e hoje em estado de degradação pode ser incluído no projeto de requalificação urbana que prevê intervenções no entorno da Praça Onze e da Sapucaí

Victor Serra 

A reforma de um dos conjuntos habitacionais mais antigos do país pode finalmente sair do papel depois de mais de vinte anos. A histórica e centenária Vila Operária da Avenida Salvador de Sá, no Estácio, pretende ser incluída no projeto de requalificação do Praça Onze Maravilha, que vai revitalizar o todo o entorno do Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

A proposta foi apresentada nesta terça-feira (10/03), durante a primeira audiência pública realizada na Câmara Municipal do Rio para discutir o projeto. A sugestão partiu do vereador Pedro Duarte, presidente da Comissão de Assuntos Urbanos, que também conduziu o encontro, e foi bem recebida pelo secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Osmar Lima.

O projeto, anunciado pelo município em novembro do ano passado, prevê intervenções urbanísticas que alcançam trechos dos bairros do CatumbiEstácio e Cidade Nova. Entre as medidas previstas estão a demolição do Viaduto 31 de Março, a construção de uma biblioteca de referência e a criação de um boulevard para interligar a área, nos moldes do Porto Maravilha.

Patrimônio histórico em estado de deterioração

Durante a audiência, Pedro Duarte chamou atenção para o estado de degradação do conjunto. A vila, que pertence à prefeitura, abriga atualmente cerca de 120 famílias e apresenta sérios problemas estruturais. Boa parte das edificações mantém estruturas de madeira originais que, com o passar do tempo, vêm se deteriorando. Em alguns blocos, escadas internas já desabaram, obrigando moradores a improvisar acessos para os andares superiores. O sistema elétrico antigo também levanta preocupação, especialmente pelo risco de incêndio. Além disso, partes das construções apresentam danos estruturais visíveis. Há registros de varandas que desabaram e de áreas comuns em estado precário.

Planalto diz que reunião entre Lula e banqueiro do Banco Master “não deixou registros”

Governo Lula apagou tudo

Allan dos Santos 

A Presidência da República afirmou oficialmente que não possui qualquer registro documental de reuniões realizadas no Palácio do Planalto envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e integrantes do governo federal — incluindo um encontro que o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva já admitiu publicamente ter ocorrido.

A resposta foi enviada pela Presidência em atendimento a um pedido feito com base na Lei de Acesso à Informação. A solicitação buscava documentos relativos a reuniões realizadas no Planalto entre o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que passou a atuar como consultor do Banco Master, e integrantes do núcleo do governo.

A resposta oficial foi direta e cínica: nenhuma ata, lista de participantes, gravação de áudio, filmagem ou registro documental foi produzido.

Isso inclui o encontro ocorrido em 4 de dezembro de 2024 — reunião que o próprio Lula confirmou em entrevista ao portal UOL, quando relatou ter recebido Vorcaro no Palácio do Planalto para discutir a situação do Banco Master.

Em outras palavras, segundo a versão oficial do governo, um banqueiro investigado reuniu-se com o presidente da República dentro do Palácio do Planalto e o encontro simplesmente não deixou vestígios administrativos.

O pedido de acesso buscava especificamente documentos relacionados a encontros entre Guido Mantega e o chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.

A prova

Registros da ferramenta Agenda Transparente indicam que Mantega esteve ao menos seis vezes no Palácio do Planalto em reuniões com o chefe de gabinete presidencial. Pelo menos quatro desses encontros ocorreram já no período em que o ex-ministro atuava como consultor do Banco Master.

Moraes cede visita de assessor de Trump a Bolsonaro

A visita que mudou o tabuleiro

Allan dos Santos

A autorização concedida pelo ministro Alexandre de Moraes para que o assessor do Departamento de Estado americano Darren Beattie visite o ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão, no Complexo da Papuda, marca um momento político delicado e carregado de implicações que vão muito além de um simples encontro protocolar. Trata-se de um episódio que, na prática, projeta para fora das fronteiras brasileiras uma disputa que até aqui vinha sendo tratada como assunto interno do Judiciário e da política nacional.

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal ocorre após a defesa de Bolsonaro solicitar autorização para que o assessor americano, recentemente nomeado para acompanhar a política de Washington em relação ao Brasil, pudesse visitá-lo. O encontro foi autorizado para ocorrer dentro da unidade prisional e deverá contar inclusive com a presença de um intérprete, cujo nome será previamente informado ao STF.

O gesto tem um significado que ultrapassa a formalidade jurídica. Ao permitir a visita, Moraes reconhece implicitamente que o caso envolvendo o ex-presidente brasileiro passou a despertar interesse direto de atores políticos estrangeiros, especialmente nos Estados Unidos. E não se trata de uma curiosidade acadêmica ou diplomática trivial. Beattie ocupa uma função ligada à formulação e acompanhamento da política americana para o Brasil, o que faz com que sua presença em Brasília carregue inevitavelmente um peso político.

Nos últimos meses, o assessor americano tem se destacado como crítico da atuação do Supremo Tribunal Federal e, em especial, das decisões de Moraes envolvendo Bolsonaro e seus aliados. Em manifestações públicas, ele chegou a classificar o ministro como um dos principais responsáveis por um ambiente de censura política no país. Essas declarações provocaram inclusive reações do Itamaraty, que chegou a convocar representantes diplomáticos dos Estados Unidos para pedir esclarecimentos.

10-3-2026: Oeste sem filtro – Farra do whisky com Vorcaro complica situação de M

A panela de pressão explodiu em Brasília!

No programa de hoje, revelamos os bastidores do pedido de impeachment e o pedido de PRISÃO contra o ministro Alexandre de Moraes.

O clima azedou no STF: enquanto Moraes, Vorcaro e o chefe da PF degustavam uísque Macallan em Londres, Flávio Dino critica juízes que buscam o 'Bezerro de Ouro' e Fachin manda um recado sobre distanciamento. 


Acompanhe também a reviravolta internacional e o drama do 8/1:

Justiça de Dois Pesos: Moraes revoga a prisão domiciliar de idosa doente do 8/1, enquanto a Argentina dá um tapa na cara do sistema e reconhece manifestante como refugiado. 

O Cerco Político: O senador Eduardo Girão vai para cima de Alcolumbre por blindar o STF e a CPMI do INSS corre risco de atraso com o apagão de depoentes. 

Direita avança: Bolsonaro pede para receber assessor de Trump na prisão, e Flávio Bolsonaro vai à posse de Kast, no Chile, após Lula desistir. 

A grande mídia vai focar na agenda do governo e esconder o 'Bezerro de Ouro'.

[Quadro da Quarta] A coroação de Pedro II

A coroação de Pedro II aos 15 anos de idade, em 18 de julho de 1841, por François-René Moreaux, no Museu Imperial, Petrópolis. 

Pedro II (nome completo: Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga; Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 1825 – Paris, 5 de dezembro de 1891), cognominado "o Magnânimo", foi o segundo e último monarca do Império do Brasil, reinando por 58 anos (1831–1889).

Filho mais novo do imperador Pedro I do Brasil e da imperatriz consorte Maria Leopoldina da Áustria, integrou o ramo brasileiro da Casa de Bragança.

Nascido no Palácio Imperial de São Cristóvão, tornou-se imperador ainda criança, após a abdicação de seu pai e a partida deste para Portugal, em 1831. Wikipédia.

Anteriores:
Amor entre as ruínas 
“O Concerto”, Nicolas Tournier, 1630-1635 
Construção do Palácio de Versailles 
Paisagem mediterrânica 
O menestrel no seu jumento 

terça-feira, 10 de março de 2026

Barbárie institucional é a promovida pelo STF

Mário Sabino

Gilmar Mendes escreveu no X que “a exposição pública de conversas de cunho estritamente privado, desvinculadas de qualquer ilicitude, constituiu uma gravíssima violação ao direito à intimidade e uma demonstração da barbárie institucional que transgride todos os limites impostos pelas leis e pela Constituição”.

Concordo que expor conversas íntimas é condenável, mas, no caso de Vorcaro, a exposição mostrou parte da sua teia de relações político-empresariais e como ele operava junto a personagens poderosos. Foi também complemento para a compreensão da personalidade do personagem ao dar a medida da sua cafonice, do seu deslumbramento, do seu provincianismo travestido de cosmopolitismo, da sua arrogância, da vacuidade da sua existência.

Há também o aspecto da vingança social, que não justifico, mas constato. Em um país como o Brasil, onde a impunidade grassa, a ridicularização de gente criminosa, perversa no desprezo a suas vítimas, pode ser a única pena a ser paga por ela, infelizmente.

Ao ler a postagem do decano no X, comentei que há uma distância imensurável entre o que Gilmar acha “gravíssimo” e o que é efetivamente gravíssimo em relação a Vorcaro, dono do banco de fachada usado para executar um estelionato bilionário.

Na minha cada vez mais modesta opinião, mas não só, a barbárie institucional promovida pelo STF é bem mais grave do que o vazamento de conversas íntimas do estelionatário com a influencer. Com o caso Master, o tribunal chegou ao seu nível mais baixo de reputação depois de transgredir todos os limites das leis e da Constituição a pretexto de “defender a democracia”.

Desculpe o leitor se me repito na sequência, recorrendo ao autoplágio, mas a repetição é incontornável em país tão redundante.

La gauche rouge sang

Valeurs Actuelles, nº 4658, du 4 au 10 mars 2026

9-3-2026: Oeste sem filtro – Dona Vivi complica situação de M + Lula manda Janja representar o Brasil na ONU

O cerco se fechou em Brasília e o mundo arde em chamas! 

No programa de hoje, analisamos a bomba do dia: o Senado atinge assinaturas para a CPI contra Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no escândalo do Banco Master. Para piorar o clima no STF, a esposa de Moraes detalha um contrato de R$ 129 milhões, a PF afirma que pode recuperar mensagens apagadas de celulares e Gilmar Mendes critica os vazamentos. 

Acompanhe também os tremores no Brasil e no Mundo: 

Segurança de Peso: Estados Unidos decidem classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas globais. 

O Mundo em Guerra: O 10º dia de conflito tem rio de fogo em Teerã, base dos EUA atacada e a escolha do filho de Khamenei como novo Líder Supremo do Irã. Trump reage! 

Governo: Lula manda Janja representar o Brasil na ONU. 

A grande mídia tentará abafar os R$ 129 milhões. 

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[Aparecido rasga o verbo] Como teria sido se tudo acontecesse exatamente o contrário?

Aparecido Raimundo de Souza

EU NÃO ESCUTEI o primeiro choro,

Não vi o primeiro cocozinho.

O primeiro xixizinho,

O primeiro banho,

A primeira troca de fralda,

A primeira mamada,

O primeiro arroto...

Eu não vi o primeiro bocejo,

O primeiro soninho, o primeiro sorriso enquanto dormia,

O primeiro medo quando alguma coisa a assustou no bercinho...

Da mesma forma, não vi, não ouvi, não captei

O primeiro suspiro,

O primeiro acordar com dores na “barriguinha”,

A primeira vez em que chupou o dedinho...

Não vi a primeira vez em que acordou com soluços

No meio da noite, querendo colo e atenção.

Também eu não estava lá para acalentá-la

E mergulhar meus dedos em seus cabelos ralinhos da cor do mel...

Eu não vi a primeira bagunça que fez em seus brinquedos,

O primeiro dentinho, o sangue escorrendo no vestidinho branco.

[Livros & Leituras] Paradoxes de la pensée progressiste – Le camp du bien à l’heure du woke

André Perrin, Éditions L’Artilleur, Paris, septembre 2025, 224 pages.

«Une introduction magistrale à ce travail de la pensée critique qui est visiblement devenu, de nos jours, la chose la moins bien partagée du monde intellectuel et artistique hexagonal.»
Jean-Claude Michéa 

Depuis la chute du mur de Berlin et l’effondrement de l’empire soviétique, il semble que les idées libérales aient gagné la partie: de fait, le système de production capitaliste et l’économie de marché se sont imposés au point que ceux-là mêmes qui persistent à les vilipender dans leurs discours se gardent bien de les remettre en question lorsque, d’aventure, le pouvoir politique leur est confié.

La pensée progressiste, qui se développait jusque-là sous le régime de la lutte des classes, s’est trouvée désorientée par l’épuisement du «grand récit» révolutionnaire. Les classes laborieuses dont elle se voulait le porte-parole se sont détournées d’elle et, à son grand scandale, se sont mises à «voter mal».

Désormais orpheline de la classe ouvrière, elle s’est cherché un peuple de substitution et elle a cru le trouver en agrégeant différentes «minorités», ethniques et sexuelles. Renonçant à la lutte des classes au profit de la lutte des races et de la lutte contre «toutes les discriminations», elle en est arrivée à renier l’héritage des Lumières et à promouvoir des conceptions réactionnaires et obscurantistes, parfois même franchement délirantes.

segunda-feira, 9 de março de 2026

‘Bandidos do Cante’ vão representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção

Grupo alentejano, com a canção "Rosa", venceu a 60ª edição do Festival RTP da Canção

Rui Frias

O grupo alentejano Bandidos do Cante, com a canção "Rosa" [vídeo abaixo], foi o vencedor da 60ª edição do Festival RTP da Canção, que se realizou este sábado (7), em Lisboa, ganhando assim o direito a representar Portugal no Festival da Eurovisão que decorrerá na Áustria, em maio.

Foto: Pedro Pina

"Rosa" foi a canção mais votada pelo público e a segunda mais votada pelo júri, obtendo assim uma pontuação acumulada de 22 pontos. Em segundo lugar ficou a canção "Jurei", de Dinis Mota, com 16 pontos (10 do público + 6 do júri) , tantos quanto a canção "Fumo", do grupo "Nunca Mates o Mandarim" (8 pontos do público + 8 pontos do júri).

A música preferida do júri regional, composto pelas delegações do Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo, Algarve, Madeira e Açores, foi "Canção do Querer", de João Ribeiro, que, no entanto, conseguiu apenas dois pontos na votação do público.

Com a vitória, os Bandidos do Cante sucedem ao grupo madeirense Napa como representantes portugueses na Eurovisão, num ano marcado por várias ameaças de boicote devido à presença de Israel.

David Castello-Lopes s'intéresse au Christ-Roi de Lisbonne

The DROP Act Is An Unprecedented Weapon Of Financial Warfare Against Russia

Andrew Korybko 

Russia’s oil clients would be coerced under pain of sanctions into dumping it or scaling support for Ukraine if this bill passes

Anti-Russian hawk Michael McCaul, who importantly serves as the Chairman of the House Foreign Affairs Committee, announced the introduction in the House in early February of the bipartisan “Decreasing Russian Oil Profits” (DROP) Act that was earlier introduced in the Senate last December. If it passes, then Trump would have the power to impose targeted sanctions against anyone buying, importing, or facilitating the export of Russian oil, with exceptions only possible under one of three conditions.

The first is that the funds owed to Russia for such purchases must be credited to an account in their country, can only be used “to facilitate transactions in agricultural commodities, food, medicine, or medical devices”, and their government must commit to significantly reduce its purchase of Russian oil. The second is that such funds are used to either arm or rebuild Ukraine, while the third is that the government of their country provides significant economic or military support to Ukraine.

The first two conditions are unacceptable to Russia, but the third isn’t since it’s already selling oil to countries that significantly support Ukraine. The condition of providing significant economic and military support to Ukraine, which is an arbitrary distinction since no minimum level of each is described, in exchange for no targeted sanctions could lead to more arms and funds flowing into Ukraine. That could in turn impede the fulfilment of Russia’s goals and perpetuate the conflict unless Russia compromises.

Therein lies the purpose of the DROP Act: its authors envisage the US successfully coercing Russia’s remaining oil clients across the world into replacing their imports with other suppliers’ (since Russia wouldn’t realistically continue exports under the first two conditions) or scaling support for Ukraine. This makes it an unprecedented weapon of financial warfare, which could also be paired with Indian-like punitive tariffs if legal workarounds are employed, thus likely raising the number of parties that comply.

A 'Constituição' Palestina para Destruir Israel

Bassam Tawil

Original em inglês: The Palestinian 'Constitution' to Destroy Israel

Tradução: Joseph Skilnik

Foto: Jaafar Ashtiyeh/AFP via Getty Images

Em consonância com a tentativa de persuadir os Estados Unidos e o restante da comunidade internacional de que os palestinos desejam criar um Estado democrático "baseado no estado de direito e na dignidade humana", a liderança da Autoridade Nacional Palestina publicou, na semana passada, uma minuta da "constituição" provisória dos palestinos.

A minuta da "constituição", de 162 artigos, demonstra, no entanto, que se e quando os palestinos tiverem um Estado próprio, ele não será, na realidade, nada diferente dos dois miniestados que tiveram nas duas últimas décadas: o regime do Hamas na Faixa de Gaza e da Autoridade Nacional Palestina (ANP) na Cisjordânia.

Ambos os regimes palestinos falharam terrivelmente em relação às suas populações, principalmente privando-as da ajuda internacional, da democracia, de oportunidades, de eleições livres e da liberdade de expressão.

Salta aos olhos que a nova "constituição" repete e reafirma as posições e as políticas de longa data, velhas conhecidas da ANP e do Hamas, especialmente em relação a Israel e aos judeus. Entre elas, o "direito de retorno" dos refugiados palestinos e de seus descendentes às suas antigas casas, em sua maioria já inexistentes, dentro de Israel, a continuidade do pagamento de estipêndios a terroristas palestinos, um programa também conhecido como "Pagamento por Assassinato", e a perpétua negação da longa história e das raízes religiosas dos judeus em Jerusalém.

O Artigo 12 da "Constituição" endossa o "direito de retorno", o que significa inundar Israel com milhões de palestinos para que os judeus se tornem minoria em seu próprio país e Israel deixe de existir como Estado judeu:

"o Estado da Palestina trabalha pela unidade da terra e do povo na pátria e na diáspora e está comprometido em alcançar a independência, acabar com a ocupação e garantir o direito de retorno dos refugiados, de acordo com as resoluções de legitimidade internacional."

A nova "Constituição" está, na realidade, dizendo que os palestinos querem seu próprio Estado, mas também querem transferir milhões de seus cidadãos para o território soberano do Estado vizinho. A mensagem continua sendo: "o que é meu é meu e o que é seu também é meu."

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Frente fria muda o tempo no Rio e derruba temperatura máxima nesta semana

A passagem de uma frente fria deve mudar o tempo no Rio de Janeiro a partir desta segunda-feira (9), com queda nas temperaturas e previsão de chuva ao longo da semana. Segundo a previsão, a máxima pode cair para 28°C na segunda e 25°C entre quarta e quinta

Quintino Gomes Freire 

Foto: Alexandre Macieira/Riotur

A cidade do Rio de Janeiro deve começar a semana com mudança no tempo. A passagem de uma frente fria a partir desta segunda-feira (9) provoca queda nas temperaturas e mantém a previsão de chuva nos próximos dias. A tendência é de céu mais carregado, ventos moderados e pancadas de intensidade fraca a moderada em diferentes momentos da semana.

Neste domingo (8), o tempo ainda foi marcado pelo calor e pela presença de áreas de instabilidade antes da virada no quadro meteorológico. A aproximação da frente fria já vinha alterando o céu da cidade, com aumento de nuvens e possibilidade de chuva entre o fim da tarde e a noite.

Para esta segunda-feira (9), a previsão é de céu nublado e pancadas isoladas na madrugada, com chuva fraca a moderada a partir da manhã. A máxima prevista é de 28°C, abaixo do calor registrado no fim de semana, enquanto os ventos devem seguir de moderados a ocasionais mais intensos.

FC Porto cede empate ao Benfica

FC Porto defrontou o Benfica na 25.ª jornada da Liga (2-2)

O FC Porto empatou no Estádio da Luz (2-2) e continua na liderança da tabela classificativa com quatro pontos de vantagem para o Sporting (62) e sete sobre Benfica (59) na 25.ª jornada do campeonato. 

Francesco Farioli mudou seis peças no onze apresentado em Alvalade - Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Oskar Pietuszewski e Deniz Gül foram titulares nas posições ocupadas por Pablo Rosario, Francisco Moura, Seko Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes e Terem Moffi na Taça - e uma dessas apostas abriu a contagem bem cedo. 

Logo aos 10 minutos, na sequência de um apoio frontal de Deniz Gül, Alan Varela isolou Victor Froholdt e o internacional dinamarquês inaugurou o marcador na recarga de um remate inicialmente travado por Trubin (0-1). 

Na única ocasião em que teve de se aplicar durante a primeira parte, Diogo Costa fez uma grande defesa de recurso a um cruzamento desviado por Martim Fernandes os portistas dilataram a vantagem em cima do minuto 40: Gabri Veiga lançou longo para Oskar Pietuszewski e o extremo polaco teve espaço para conduzir e classe para finalizar (0-2).