Título e Imagem: Info Livre, Facebook, 5-4-2026, 15h
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Projeto de lei anti-sharia já encontrou resistência no Congresso
Projeto de lei sobre Sharia propõe barreira jurídica preventiva e levanta debate sobre limites da liberdade religiosa no Brasil
Allan dos Santos
O Projeto de Lei nº 824/2026,
de autoria do deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP),
abriu uma nova frente de debate no Congresso Nacional ao propor a proibição da
promoção e aplicação de normas jurídicas da Sharia — o conjunto de princípios
religiosos do Islã — no território brasileiro.
A proposta é um mecanismo de
proteção aos direitos fundamentais e à soberania jurídica nacional, gerou
reação imediata de entidades islâmicas como Associação Nacional de Juristas
Islâmicos (ANAJI), que alega riscos de inconstitucionalidade e discriminação
religiosa.
O que propõe o projeto
O texto do PL estabelece, em
linhas gerais, três eixos centrais:
1.
Vedação à aplicação de sistemas jurídicos
paralelos, com foco específico na Sharia;
2.
Proteção de direitos fundamentais, especialmente
de mulheres, crianças e homossexuais;
3.
Alteração da Lei de Migração, permitindo a
negativa de entrada no país a indivíduos que defendam ou promovam a Sharia.
Na justificativa, o autor sustenta que o Estado brasileiro não pode admitir a coexistência de sistemas normativos que, em determinadas interpretações, poderiam colidir com a Constituição Federal.
Rachadinha de Alcolumbre que a imprensa se cala
O silêncio precisa ser rompido
Allan dos Santos
Um acordo firmado no âmbito de
investigação sobre suspeitas de “rachadinha” envolvendo o senador Davi
Alcolumbre tornou-se alvo de questionamentos na Justiça Federal após
autoridades não localizarem o documento nos sistemas oficiais.
A controvérsia gira em torno
de um acordo de não persecução penal (ANPP) celebrado com o ex-assessor
parlamentar Paulo Boudens, apontado como operador do esquema. O instrumento,
previsto no Código de Processo Penal, permite que investigados evitem ação penal
mediante confissão e reparação de danos.
O caso teve origem em 2021,
após reportagem da revista Veja relatar que assessoras vinculadas ao gabinete
de Alcolumbre teriam sido contratadas sob a condição de devolver entre 80% e
90% de seus salários, prática conhecida como “rachadinha”. A denúncia levou o
senador Alessandro Vieira a apresentar representação ao Supremo Tribunal
Federal.
Na sequência, a
subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo conduziu a apuração e firmou o
acordo com Boudens, que assumiu a responsabilidade pelos fatos investigados.
Apesar disso, o conteúdo do ANPP não foi anexado à ação de improbidade administrativa movida posteriormente na Justiça Federal do Rio Grande do Sul. O processo, conduzido pelo juiz Fábio Mattiello, busca apurar eventual dano ao erário, independentemente de foro privilegiado.
"Não, Folha, golpismo é descondenar o candidato preferido do establishment e seus comparsas"
Leandro Ruschel
A militância de redação da Folha, que JAMAIS chamou o
PT de "extrema-esquerda", agora trata Flávio Bolsonaro como
"ultradireita" e afirma que "duvidar de eleições é
golpismo"
Não, @folha. Golpismo é descondenar o candidato preferido do establishment e seus comparsas, e alçá-lo à presidência numa eleição marcada por censura e perseguição em massa contra opositores, criando um verdadeiro estado de exceção para reprimir quem ousou reclamar. Nenhuma pessoa minimamente honesta pode afirmar que houve liberdade para a direita no processo eleitoral de 2022, conduzido por um ministro HOSTIL a um dos candidatos.
Quem pode esquecer dos
milhares de posts censurados? Como os que apontavam a ligação ÓBVIA do
Descondenado com ditaduras latino-americanas.
Ou a compilação de reportagens
sobre escândalos de corrupção do PT, tratada como "desordem
informacional" pelo vice-presidente do tribunal que conduziu a eleição — o
mesmo que foi depois recompensado com o Ministério da Justiça do Descondenado.
Ou do documentário IMPEDIDO de
ir ao ar por talvez ser negativo à campanha do Descondenado? A
té uma das ministras que votou
pela censura reconheceu a natureza do que estava sendo feito, mas justificou
como um caso "excepcionalíssimo"...
E o que dizer do assunto que virou PROIBIDO: as urnas?
Serbia Thwarted A Major Ukrainian Terrorist Attack Against Hungary
Andrew Korybko
It was aimed at meddling in next Sunday’s parliamentary
elections in order to help depose Orban
Serbian President Aleksandar
Vucic announced that
the authorities discovered two bombs planted along the TurkStream
gas pipeline transiting through his country. Their location in close
proximity to the Hungarian border suggests that it was the target of this
attempted terrorist attack. Hungary receives
60% of its gas through this Russian-originating pipeline so a sudden
disruption would be disastrous for its economy. It could also throw the
population into panic ahead of Sunday’s
parliamentary elections.
On that topic, the EU and
Ukraine have been meddling in the democratic process in order to help the
opposition that’s under their influence depose incumbent Prime Minister Viktor
Orban, who they each despise due to him being a conservative-nationalist that
prioritizes Hungarian interests. Neither like that he refused to arm Ukraine
and continues openly buying energy from Russia. If he wins despite their
meddling efforts, however, then they plan to delegitimize his victory through
the latest
Russiagate plot.
That’s Plan B, while Plan A is
of course for him to lose, to which end the attempted terrorist attack on
TurkStream could have furthered that goal had it not been thwarted by Serbia.
As was touched upon in the introduction, the population could have been thrown
into panic, thus possibly inclining more of them to vote for the pro-EU
opposition upon thinking that Hungary would then need the EU more than ever.
Even if Orban still won, the economy would still crash, thus falsely
legitimizing preplanned protests.
About that, even though RT downplayed the scenario of “a Maidan on steroids” if the opposition loses, the combination of the latest Russiagate plot and a crashing economy could still serve as the “publicly plausible” triggers for giving this a shot out of desperation to topple Orban even if it ultimately fails. At the very least, the security services’ dispersal of the rioters could be exploited as the pretext for EU sanctions, including radical measures for de facto freezing Hungary out of the bloc.
[Sétima Arte] Sacré Coeur – Son règne n’a pas de fin
Pays de production: France
Langue originale: français
Genre: docufiction sur le
catholicisme
Durée: 1h50
Date de sortie: 1er octobre 2025
« Sacré-Cœur », un film chrétien devenu objet politique
Le documentaire-fiction
consacré à la vie d’une mystique a dépassé les 250 000 entrées après
les polémiques entourant sa sortie, relayées par les médias de la sphère
Bolloré.
Par Laurent Telo
« On s’attendait à faire 20 000 entrées. J’y vois donc quelque chose de divin, une faveur de Dieu sur ce film. » En réfléchissant bien, c’est l’explication la plus sensée qu’Hubert de Torcy, distributeur de son état, a trouvée pour expliquer l’inattendu succès de son film Sacré-Cœur, un documentaire-fiction sur la vie d’une grande mystique du XVIIe siècle, sainte Marguerite-Marie Alacoque, qui mêle images reconstituées du calvaire de Jésus et témoignages contemporains d’ecclésiastiques et de dévots. Un long-métrage à tout petit budget (environ 800 000 euros) qui n’aurait jamais dû déborder de la niche de fidèles à laquelle il était destiné, mais qui dépasse, depuis sa sortie le 1er octobre, les 250 000 entrées.
domingo, 5 de abril de 2026
Cigarro eletrônico a arder força voo da TAP a aterrar de emergência
Pequeno aparelho entrou em combustão quando estava dentro de uma mala no compartimento da bagagem
João Carlos Rodrigues
Um pequeno cigarro eletrônico arrumado dentro da mala quase provocou uma tragédia num voo da TAP de Gatwick, no Reino Unido, para o Porto. O aparelho começou a arder dentro do compartimento das bagagens, de onde começou a sair fumo. Valeu a calma da tripulação, que conseguiu romper o 'bloqueio' feito pelos passageiros no corredor e extinguir o incêndio. A aeronave teve de aterrar de emergência no mesmo aeroporto 14 minutos depois.
O incidente ocorreu a 8 de
fevereiro, foi reportado pela própria companhia aérea ao Gabinete de Prevenção
e Investigação a Acidentes Aéreos e Ferroviários (GPIAAF) e e demonstra os
riscos deste tipo de aparelhos eletrônicos. O Airbus A320-214, com capacidade
para 180 passageiros e seis tripulantes, tinha acabado de descolar quando,
"antes de atingir os 10000 pés (3000 mil metros), a tripulação de cabine
localizada na traseira da aeronave, detectou um forte cheiro a queimado e
informou imediatamente o chefe de cabine". "Este deu indicações para
contactarem o cockpit e reforçou a tripulação de cabine para a zona do
evento. Nesta fase, doze passageiros levantaram-se e obstruíram o corredor",
explica o relatório do GPIAAF.
"Após identificada uma bagagem de mão numa bagageira superior em fogo, a tripulação de cabine utilizou um extintor de cabine e rapidamente extinguiu as chamas e o fumo dissipou. A aeronave regressou a Gatwick, tendo aterrado em segurança cerca de 14 minutos depois da descolagem. A equipa de combate a incêndios inspecionou a zona afetada e a bagagem de mão foi retirada para uma avaliação adicional", acrescenta o GPIAAF.
[As danações de Carina] De repente, a cortina de fundo se abre revelada
Carina Bratt
NO TEATRO DA VIDA, há sempre uma cortina. Essa cortina não sei por qual motivo é pesada, vermelha, aliás, um vermelho tétrico às vezes parece empoeirada, outras vezes se coaduna reluzente. Ela separa o que se mostra do que se esconde, o espetáculo da preparação, o riso da lágrima.
Naquela noite de estreia, a pequena
cidade interiorana parecia suspensa em expectativa. O público aguardava,
inquieto, o início da peça. As luzes se apagaram, e o silêncio se fez tão
profundo, tão intenso, que até o respirar dos presentes parecia um ato ousado.
A cortina, imóvel, guardava segredos.
Mas eis que, por descuido ou destino,
ela, do nada, se abriu de repente. Se escancarou antes da hora. Não havia
atores prontos, nem falas ensaiadas. Apenas gente comum, em seus gestos banais.
O contrarregra ajeitando o cenário, a atriz principal acertando a calcinha, uma
outra retocando o batom.
O diretor nervoso, com olhar aflito
mordia as unhas. O público, sentado, sala cheia, se fazia quieto, mas num
instante, se moldou atônito. Na verdade, essa galera viu, num piscar de olhos,
o que não deveria ver. E o que exatamente não deveria ser visto? A verdade por
trás da ilusão.
E foi nesse instante de clima denso que
se revelou o maior espetáculo. Porque a vida, ao contrário do teatro, não tem
ensaio. O que se mostra sem máscara é sempre mais intenso. A cortina de fundo,
ao ser revelada, expôs não a fragilidade da arte, mas a sua essência: o humano,
imperfeito, o mundo real, o agora de todos nós.
O aplauso no final, retumbou. Veio tímido, depois forte, como quem agradece não pela ficção, mas pela coragem de mostrar o que há por trás dela. Desde então, euzinha, aprendi a desconfiar das cortinas. Aliás, confesso, tenho um medo meio mórbido. Motivos não me faltam. Elas escondem, mas também protegem. E quando se abrem sem aviso, revelam que o espetáculo mais bonito é aquele que efetivamente não estava no ‘script’, se esvaiu dentro de um previsto meio que impreciso.
Bar na Lapa é multado em R$ 9,5 mil por barrar americanos e israelenses
O bar Partisan, na Lapa, foi multado em R$ 9,5 mil pelo Procon Carioca após exibir uma placa dizendo que cidadãos dos Estados Unidos e de Israel não eram bem-vindos. A prefeitura classificou a prática como discriminatória e abusiva
Quintino Gomes Freire
O bar Partisan, na Lapa, foi multado em R$ 9.520 pelo Procon Carioca depois de colocar na entrada do estabelecimento uma placa informando que cidadãos dos Estados Unidos e de Israel não eram bem-vindos.
A fiscalização foi realizada
na noite de sábado (4). Segundo a Secretaria Municipal de Proteção e
Defesa do Consumidor, a medida adotada pelo bar foi considerada abusiva e
discriminatória.
De acordo com o órgão, a placa
fere o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe recusa de
atendimento sem justificativa legítima. A secretaria afirma que critérios de
exclusão baseados em nacionalidade não são permitidos pela legislação.
A multa, no entanto, não
alterou o funcionamento do estabelecimento, que seguiu operando normalmente.
Até a manhã deste domingo, o bar ainda não havia se manifestado oficialmente
sobre o caso.
O Partisan funciona
na Lapa desde 2023 e se apresenta ao público como um bar
antifascista.
Título e Texto: Quintino
Gomes Freire, Diário do Rio, 5-4-2026
🚨 Vocês realmente sabem quem é o BESSIAS, homem de Lula que será o próximo ministro do STF?
Preparem-se...
É bem pior do que parece.
Ouçam o que o sujeito diz
sobre os presos políticos do 8 de janeiro e sobre Alexandre de Moraes.
🚨 Vocês realmente sabem quem é o BESSIAS, homem de Lula que será o próximo ministro do STF? Preparem-se... É bem pior do que parece.pic.twitter.com/nPZ3yVM2KX
— Fernanda Salles (@reportersalles) April 4, 2026
Nós vamos honrar esses inocentes
Conheçam, em poucas linhas, mais essa história de um homem inocente, condenado a 14 anos de prisão (inclusive por “organização criminosa ARMADA”) por causa de um PIX de 500 reais.
Uma República é feita de direitos iguais para todos ou não tem República.
Só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso. Alcides Hahn [foto], assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília, não quebrou nada, não tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de objetividade ou enquadramento a nenhum tipo penal específico. Precisa apenas de uma fundamentação. De um “entendimento” bem-amarrado. E está tudo ok. “Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu nenhum delito”, mas fazia parte da “multidão”.
A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o grande crime “multitudinário”. A gordura parece escorrer de cada uma dessas palavras. E me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma ideia absurda. E aqui, diria: um processo absurdo. Alcides não tem foro privilegiado, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve sua conduta individualizada? Irrelevante. Não tinha a intenção de dar golpe nenhum? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante de uma cidade pacata do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas.
O Senado sob a luz dos holofotes
Os movimentos mais recentes da política mostram que o senador é muito mais do que um deputado de luxo. E o eleitor precisa ter cuidado redobrado na hora de escolhê-lo
Um fato que deveria ser óbvio,
do tipo que todo brasileiro deveria estar cansado de saber, veio à tona no
atual mandato parlamentar e, ao que tudo indica, influenciará as escolhas de
muitos eleitores na campanha deste ano. O fato é: o Senado Federal é muito mais
importante do que tem se mostrado nos últimos anos.
De uma hora para outra, o país acordou para a realidade de que o senador é mais do que um deputado de safra especial. É mais do que o condestável que se dizia nos tempos da República Velha, quando a casa nada mais era do que o destino final dos “presidentes dos Estados” — como antigamente eram chamados os governadores — depois que cumpriam seus mandatos.
Um dos que, nos últimos dias,
chamaram atenção para a importância do senado foi o presidente Luiz Inácio Lula
da Silva. Em entrevista a uma emissora de Fortaleza, na quinta-feira da semana
passada, Lula disse que, por ser eleito para um mandato de oito anos — enquanto
todos os demais mandatos eletivos do país são de quatro anos —, o senador
“pensa que é Deus”.
Exageros à parte, os senadores são, de fato, fundamentais na estrutura de poder do Brasil — embora poucos deles venham demonstrando estatura suficiente para agir como protagonistas. Parece que, agora, tudo será diferente. Pela primeira vez, desde a promulgação da Constituição de 1988, os nomes dos candidatos à chamada “Câmara Alta” do Congresso deixarão de ser vistos como coadjuvantes de luxo nas chapas dos partidos e saltarão para o centro do palco.
Motorista invade ciclovia na Praia do Recreio e quase atropela ciclistas e pedestres
Testemunhas dizem que veículo percorreu um longo trajeto até retornar à pista destinada aos veículos, neste sábado (4)
O Dia
Nas imagens, é possível ver o
veículo em alta velocidade, passando muito próximo de ciclistas, banhistas e
pedestres que praticavam atividades físicas no local. Em um dos momentos, um
cadeirante aparece atravessando a ciclovia justamente quando o carro passa pela
área proibida. Assista:
Carro é flagrado trafegando em alta velocidade na ciclovia da praia do Recreio dos Bandeirantes, no fim da manhã deste sábado (4)
— Jornal O Dia (@jornalodia) April 4, 2026
Crédito: Reprodução/Redes sociais pic.twitter.com/Cqh0wlkwvd
Direto e sem rodeios: Renato Gaúcho responde críticas a Léo Jardim
Técnico do Vasco da Gama minimiza erros do goleiro, defende atuação e aponta falha coletiva na derrota para o Botafogo
Anderson Montalvão
Após a derrota do Vasco para o Botafogo, o goleiro Léo Jardim virou alvo de críticas nos dois gols sofridos. Na coletiva, porém, Renato Gaúcho saiu em defesa do Camisa 1 e afastou qualquer responsabilização individual pelo resultado.
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| Foto: Matheus Lima |
O treinador destacou a
qualidade dos lances e reforçou que não viu falhas do goleiro:
– Sinceramente, não vejo
falha do Léo. O cara deu um chute na gaveta. O outro foi um cruzamento, e a
bola, infelizmente, o encobriu. Quando falo que a gente falhou é algo coletivo.
Não importa se o jogador falhou ou não no lance. Ele é um grande goleiro, sem
dúvida alguma, passa muita confiança para todos nós – disse e completou:
– No futebol, quando não
ganha, sempre alguém aparece para ser o culpado, ou dois ou três culpados. A
gente tem que entender.
Renato também adotou um tom
realista ao comentar o momento da equipe e reforçou a necessidade de ajustes,
especialmente no aspecto de concentração:
– Não vamos ganhar todas. Mas os adversários também precisam da vitória. O que precisamos corrigir ainda mais é a falta de atenção. Todas as vezes que a gente se desliga, nós tomamos gol.
Sorriso pôs a mão na ferida do FC Porto e para o Famalicão foi ouro sobre azul
Não é para qualquer coração aguentar o que se passou no Estádio do Dragão. Mesmo tendo feito tudo ao contrário, o FC Porto esteve perto de vencer com um golo aos 90+1’, mas o Famalicão reagiu aos 90+9’, a tempo de materializar a brava exibição que fez contra o líder (2-2). A equipa de Farioli volta a perder pontos e é o candidato menos em forma na segunda volta da I Liga
Francisco Martins
A celebração foi algo
atabalhoada. Sorriso quis festejar em cima dos bancos dos fotógrafos e talvez
não tenha estado empoleirado tempo suficiente para que as lentes o apanhassem.
O extremo do Famalicão é praticante daquela moda de ter a mão ligada mesmo quando
não há motivo aparente para tal. No entanto, após a celebração do 1-1, teve
mesmo que ser enfaixado com o propósito de conter o sangue que escorria.
Quem apanhasse a imagem fora
do contexto, diria que tinha acabado de tirar a mão da ferida do FC Porto.
O líder do campeonato sofreu uma emboscada feita pelas emoções. Muitas vezes, os dragões usam-na a seu favor, mas, aqui, pareciam estar a fazer peso nos bolsos. Já o tempo se aproximava, com os descontos, dos três algarismos quando Victor Froholdt lavrou um pedaço do relvado com uma entrada à queima despropositada. Roméo Beney aproveitou a virilidade descontrolo do dinamarquês e infiltrou-se na área no lance em que Rodrigo Pinheiro fez o 2-2, anulando, aos 90+9’, uma vantagem que os azuis e brancos tinham conquistado oito minutos antes.
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| Foto: Diogo Cardoso |
O FC Porto vai mancando nesta
segunda volta. Soma já uma derrota e três empates, sendo o candidato ao título
que mais pontos perdeu (9) na derradeira metade da I Liga. Benfica e Sporting
cederam ambos apenas 4. O maior perigo vem do lado dos leões. Caso a equipa de
Alvalade vença o jogo que tem em atraso, pode ficar a apenas 2 pontos do topo.
Já o Famalicão, angariou uma igualdade preciosa na luta pela defesa do 5º
lugar.
A equipa de Hugo Oliveira foi carismática no Estádio do Dragão com os toques de personalidade, entre outros fornecedores, a serem dados por Gustavo Sá. Ser capitão de uma equipa da I Liga aos 21 anos significa ter um certificado de competência atarraxado ao braço. Teria sido um duro golpe para o campeonato perdê-lo no mercado de inverno para a Arábia Saudita. A classe média do futebol português precisa de mais exemplos assim.
sábado, 4 de abril de 2026
"Espero que Monark processe o Estado"
O Ministério Público de São Paulo acaba de reconhecer o ÓBVIO: que as falas de Monark sobre nazismo não configuravam apologia, mas sim uma "defesa abstrata da liberdade de convicção e expressão".
Ou seja, o próprio órgão que ajuizou a ação civil pública agora pede a sua rejeição. Levou QUATRO ANOS para chegarem a essa conclusão.
Destruíram a vida de um jovem comunicador por conta de UMA OPINIÃO sobre liberdade de expressão. Por mais que eu não concorde com o que ele disse — a ideia de nazistas terem direito a um partido —, o simples fato de discutir essa possibilidade jamais poderia ser considerado crime. O debate era sobre os limites da atuação estatal e da liberdade de expressão, não sobre a defesa do ideário nazista.
Vale lembrar o estrago que fizeram: Monark foi expulso do podcast que ajudou a criar, desmonetizado, banido do YouTube, investigado pela PGR e pelo MPF. E para piorar, a mais alta corte do país — que deveria garantir seus direitos fundamentais — expandiu a perseguição.
Não foi nada disso, Estadão... Moro não ruiu como herói ao entrar no governo Bolsonaro
Para variar, o panfleto "liberal" oferece o INVERSO da realidade
Moro ruiu como herói no EXATO momento em que resolveu colocar uma faca nas costas de Jair Bolsonaro, acreditando que enterraria o chamado "bolsonarismo" e sairia como líder inconteste da direita. Ali ele demonstrou o seu caráter e deu fôlego para a montagem do estado de exceção, que estava em seus estágios iniciais.
Vale lembrar: foi no âmbito da saída de Moro do Ministério da Justiça, sob a denúncia de que Bolsonaro estaria instrumentalizando a PF ao demitir o então diretor-geral Maurício Valeixo, que veio a primeira decisão de Moraes contra o próprio presidente da República. Logo após Bolsonaro indicar Ramagem para o cargo, Moraes impediu-o de exercer a sua prerrogativa de nomear o chefe da Polícia Federal, usando como justificativa, pelo menos em parte, as próprias acusações de Moro.
Não contente com isso, Moro participou ativamente da perseguição à direita, chegando ao ponto de ser TESTEMUNHA contra os conservadores perseguidos, acusando-os de formar um "gabinete do ódio". Na prática, nada mais do que a criminalização da atividade política de direita nas redes.
Diante do insucesso na empreitada de tomar a liderança do movimento de direita, tendo inclusive se lançado como pré-candidato a presidente, Moro recuou. Ainda durante a campanha ao Senado em 2022, passou a cortejar o eleitorado bolsonarista.
Pam Bondi is out
Who's Next? 🤔
President Trump has never had problems firing people—even his friends—and now Pam Bondi is the latest cabinet member to be rolled away on his Disassembly Line.
Trump already fired Jeff Sessions and he should have fired William Barr, but the latter sensed what was coming and resigned first. Sessions recused himself from the Russia investigation early on, earning the nickname “Mr. Magoo.” He frustrated Trump with what many saw as weakness against the Deep State. William Barr defended the president publicly, but did nothing to support him. Later, he wrote a tell-all book claiming Trump was ‘off the rails.” Five others either resigned or were fired during Trump’s first term.
Recently, Kristi Noem was dropped, and now Pam Bondi is wobbling down the conveyor belt with her stack of Epstein papers. Allegedly, the tipping point occurred when Bondi informed Swalwell of charges ahead of time. Trump was furious.
🪬 Há histórias que se explicam sozinhas:
BestOfFutebol
A polémica da TV do Verissimo…
A novela dos balneários…
E depois há aquelas que,
quanto mais se tenta explicar… menos sentido fazem. O caso do alegado cheiro a
amoníaco no jogo de andebol entre FC Porto e Sporting CP é uma dessas.
Não porque seja impossível que
tenha existido algo anormal.
Mas porque, para um cenário
que foi rapidamente pintado como grave, quase escandaloso… há demasiadas coisas
que simplesmente não batem certo.
E quando a narrativa cresce
mais depressa do que os factos, eu gosto sempre de parar, as vezes alguns dias,
analisar as reações dos intervenientes, respirar fundo… e questionar o que não
foi abordado.
➡️ As perguntas que continuam sem
resposta
Para um caso que foi
apresentado como grave, há uma coisa que devia ser simples: factos.
E é precisamente aí que
começam os problemas. Se estamos perante algo com a gravidade que foi sugerida,
e sim, amoníaco é gravíssimo, então há perguntas básicas que têm de ter
respostas claras.
E neste momento… não têm.
Onde estão os sinais de um
cenário de emergência no próprio momento?
Se havia um agente
potencialmente nocivo no ar, porque é que não vimos procedimentos compatíveis
com esse risco? Ao que pude apurar junto da Autoridade Nacional de Emergência e
Proteção Civil, o mínimo numa situação dessas seria evacuar o local de imediato.
E não estamos a falar de um
grupo qualquer sem noção do que fazer. Havia ali profissionais de saúde, gente
que, à partida, sabe exatamente como reagir perante um cenário desses…
E porque é que apenas alguns
elementos foram afetados… enquanto outros, no mesmo espaço, não apresentaram
qualquer tipo de reação relevante? E porque é que, se era assim tão grave, nem
sequer adotaram medidas básicas de precaução, como o uso de máscaras?
Onde estão os dados objetivos?
3-4-2026: Oeste sem filtro – Flávio Bolsonaro rebate mentiras de petistas sobre fim do PIX
A
bomba explodiu em Brasília e o cenário internacional está em alerta máximo!
Neste programa de hoje, vamos destrinchar os bastidores do escândalo envolvendo os voos do STF, os gastos sigilosos do governo Lula e a aula de economia da Argentina que a grande mídia tenta esconder.
👇 TUDO O QUE VOCÊ VAI VER:
🔴 O Cerco ao STF: Documentos sobre os
voos de Alexandre de Moraes, a reação de Fachin ao relatório dos EUA, caso
Filipe Martins e os 12 pedidos de impeachment após o caso Banco Master.
🔴 Governo em Xeque: O ato falho de Lula
no Ceará, a farra de R$ 50 milhões na "Escola de Hip-Hop", os gastos
do cartão corporativo e a triste marca de 9 estados com mais Bolsa Família do
que carteira assinada.
🔴 A Direita Reage: Flávio Bolsonaro
desmascara narrativas e Nikolas Ferreira pressiona o Senado.
🔴 O Contraste Internacional: A pobreza desaba na Argentina com Javier Milei, a hipocrisia sobre a ditadura em Cuba e a tensão máxima de guerra entre Irã e Estados Unidos.
[Versos de través] O sonho de Ulisses
Pelos caminhos brancos de Ítaca Naveguei em pleno mar, em pleno vento
Pelas ondas escuras da memória,
atravessadas de luar
E se tentei, em vão, ultrapassar o tempo,
Não foi para me salvar da morte
Foi para guardar Ítaca em mim, para sempre.
Mas coisa que procurei fixar
Queimaram-me por dentro
Como uma febre, ou uma ausência,
um cansaço imenso de pensar.
a visão longínqua e transparente
de um homem louco.
Ao cântico das sereias abandonei-me,
Inteiro, até à loucura.
E assim voguei,
de desespero e amargura
até à extrema fronteira do sonho
E no mundo brilhante e puro que ali reencontrei,
a Odisseia foi a história
que a mim próprio contei.
Alexandra Barreiros
Anteriores:
Túnel
Poemas aos homens do nosso tempo
Porque há desejo em mim
Passeio
Aquela




















