sábado, 7 de fevereiro de 2026

Bêbados esquecem. Conservadores não deveriam

Walter Biancardine

Dizem que o sujeito bebe pra esquecer.
Conservadores, moralistas e religiosos criticam.
Não, não é assim que funciona, dizem eles.
Beber faz mal, dizem eles.
Esquecer é fuga, dizem eles.

Mas, e eles?
Acordei e me dei conta disso.

Esqueceram a caminhada do Nikolas.
Esqueceram o caso das sandálias Havaianas.
Esqueceram o cachorro Orelha.
Esqueceram o Clesão.
Esqueceram a Magnitski.
Esqueceram o banco Master.
O Toffoli.
Esqueceram até mesmo o careca matando Bolsonaro aos poucos.


A bebida nunca fez esquecer.
Faz é lembrar de tudo sem filtro, sem vergonha, sem censura.

Conservadores de Instagram não bebem. Não fumam. Dormem cedo. Vão à missa todo domingo.
E não lembram de porra nenhuma.

Não querem lembrar.
As notícias de hoje apagam as de ontem.

O jornalismo profissional morreu

Paulo Figueiredo 

A rede de televisão ABC, o canal de notícias CNN e o jornal Washington Post serviram como modelo para a imprensa brasileira. A Globo copiou o Jornal Nacional do CBS Evening News, a GloboNews nada mais é do que uma CNN brasileira, e o Washington Post é o fetiche de todo jornalista saudoso da época do Watergate (que hoje sabemos ter sido uma operação de desestabilização da CIA, que se sentia ameaçada por Nixon, mas isso é outra história). É a isso que eles enchem a boca para chamar de "jornalismo profissional". 

Como ensino nos meus cursos, na década de 2010 o jornalismo desses veículos (que sempre teve uma tendência de esquerda) deu uma guinada ideológica aguda. Durante o primeiro governo Trump, eles se tornaram basicamente uma máquina de propaganda difamatória e das pautas woke mais alucinadas e lacradoras. Foi por isso que eu disse, em 2020, à Thais Oyama, que "o jornalismo profissional morreu". 

E agora, estão todos quebrados. É hora de enterrar os corpos. 

Acabamos de ter demissões em massa no Washington Post, a ABC reformulou todo o seu jornalismo há poucos meses, e a CNN teve em 2025 o seu pior ano em 30 anos. Tudo está colapsando. 

Sem dinheiro da USAID e outras ajudas governamentais, o exército de militantes de esquerda travestidos de jornalistas está passando fome. Está acontecendo e vai acontecer ainda mais no Brasil. A Globo não vai resistir a quatro anos sem verba governamental, e os anunciantes, por mais ideológicos que sejam, em algum momento vão embora quando percebem que não há mais audiência. 

O jornalismo profissional morreu. Vida longa ao jornalismo independente.

Texto: Paulo Figueiredo, X, 6-2-202619h57 

"Você sabe com quem está falando?"

Mario Sabino

Sob os auspícios de Flávio Dino, o STF validou o aumento de penas em um terço por crimes contra a honra cometidos contra funcionários públicos no exercício das suas funções

Isso significa que, perante a lei, calúnia, injúria e difamação são consideradas ofensas maiores se dirigidas, por exemplo, aos presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo, incluídos entre outros agentes do Estado. 

É evidente absurdo lógico quando se leva em conta que, de acordo com a Constituição, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, a não ser quando se trata de preservar os mais fracos, nunca os mais fortes. 

A pretexto de proteger o serviço público, a maioria dos ministros do STF continua firme, portanto, na sua investida contra a liberdade de expressão, iniciada desde que eles se arrogaram o papel de únicos defensores da democracia, na base do prende e arrebenta. 

Edson Fachin, atual presidente do Supremo, foi um dos votos vencidos. De acordo com ele, o aumento das penas se choca com a ordem democrática e contraria a jurisprudência do próprio STF em relação ao direito à crítica e ao assédio judicial a jornalistas. 

Para Fachin, o direito à crítica contundente a agentes públicos deve ser garantido por eles estarem sujeitos ao maior escrutínio da sociedade. A crítica contundente é até mesmo indispensável ao controle democrático do poder, de acordo com o ministro. 

Só que os democratas do STF não querem saber de controle nenhum. Para eles, qualquer controle é ameaça intolerável. 

A validação da norma absurda ultrapassa as circunstâncias desta nossa quadra temporal e se inscreve na tradição brasileira de hierarquia, personalismo e desigualdade social. 

6-2-2026: Oeste sem filtro – PF conclui perícia médica (pela Polícia?!) de Bolsonaro e envia laudo ao STF + Apesar das doenças crônicas, a PF ACHA que Bolsonaro deve continuar na prisão + Presidente do Congresso da Venezuela pede perdão às vítimas da ditadura + Fundo de Previdência do Amapá investiu 400 milhões no Master

Foto: Mateus Bonomi/AFP

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[Pernoitar, comer e beber fora] Solar dos Presuntos

Fomos, o casal LT/HT e eu, ao “Solar dos Presuntos”. 

De entrada, por sugestão do Atendente: umas tirinhas de presunto: 

Já comemos melhores.

O couvert era pão, (um quentinho), azeitonas e um queijo – que o casal elogiou.

Como principais:

Bife de lombo à portuguesa

Quase se dispensava a faca para cortar o bife.

[Versos de través] Dez chamamentos ao amigo

Hilda Hilst

Se te pareço noturna e imperfeita 
Olha-me de novo. Porque esta noite
Olhei-me a mim, como se tu me olhasses.
E era como se a água
Desejasse 

Escapar de sua casa que é o rio
E deslizando apenas, nem tocar a margem. 

Te olhei. E há tanto tempo
Entendo que sou terra. Há tanto tempo
Espero
Que o teu corpo de água mais fraterno
Se estenda sobre o meu. Pastor e nauta 

Olha-me de novo. Com menos altivez.
E mais atento. 

Hilda Hilst

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Tenta-me de novo 
Amavisse 
Labareda das águas 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Oeste 308 está no ar!

O desastre econômico do governo Lula e a ligação do Catar com grupos terroristas estão entre os destaques desta edição

Depois de virar o mundo de ponta-cabeça para atribuir ao país um falso protagonismo e a doutrina igualmente artificial do “Sul Global”, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) está perto de prestar outro tremendo desserviço ao Brasil. Pior: desta vez, os danos provocados podem ir muito além de constrangimentos ou do abastecimento da usina de memes da internet. 

O presidente do instituto (e idealizador do mapa-múndi invertido), Marcio Pochmann, vem afastando servidores experientes e qualificados que discordam dos seus métodos e ideias e se recusam a submeter o trabalho técnico a diretrizes ideológicas. Ocorre que o IBGE, que ainda trabalha com base no retrato econômico de 2010, está prestes a concluir a revisão do PIB amparado nos dados de 2021. Como os números do instituto orientam a tomada de decisões que influenciam na vida do país, estatísticas eventualmente contaminadas não produzem ruído — produzem dano. 

“Estatística é leitura que dá sono em muitos brasileiros, mas é essencial para tomadores de decisão”, argumenta Eugenio Esber. “Isso diz respeito não apenas a grandes empresas ou investidores”. O índice de inflação, por exemplo, regula contratos de aluguel. A medição de preços determina o consumo. Salários, juros e políticas públicas dependem desses números. Ao contrário de mapas surrealistas, que só provocam riso, estatísticas balizadas por linhas ideológicas podem produzir desastres econômicos. 

O governo petista se encarrega de ampliar a hecatombe. “Se existisse uma Olimpíada da incoerência fiscal, o Brasil teria conquistado todas as medalhas nos últimos três anos de governo Lula”, afirma Carlo Cauti. “Arrecadação recorde? Ouro. Dívida pública fora de controle? Prata. Rombo superior a R$ 1 trilhão por ano? Bronze.” O país avança para uma crise fiscal profunda, capaz de comprometer até serviços públicos básicos. Cauti resume o comportamento do governo numa frase: “O Brasil arrecada como um país escandinavo, gasta como um país europeu e oferece serviços públicos de padrão africano”. 

[Aparecido rasga o verbo] E a besta ressurgiu mais forte dos infernos

Aparecido Raimundo de Souza

EM MEIO A UM ENORME LIXÃO perto de um terreno abandonado e totalmente jogado aos vermes mais peçonhentos, escudados sob a sombra de uma árvore diferente das demais, vivia um vegetal lenhoso de compleição estrambólica que o povo das redondezas apelidara de “a árvore dos larápios”. Aos pés dela, jazia uma jovem besta chamada Fula da Garganta Profunda.

Essa desgraça de Fula da Garganta Profunda, segundo os moradores próximos, caíra de madura. Em face disso, separado de suas demais coirmãs, por uma ventania repentina, esse animal se encontrou sozinho. Se pilhou navegando em águas, terras e campos desconhecidos, embora quem a visse, ainda que de relance, diria que a infâmia parecia ter sob seus costados, a aparência de uma independência maligna “meio precoce”.

Muito tempo depois, veio à tona, que a tal aberração de fato, fora gerada de uma adversidade estranha. Por assim, se viu apelidada pela alcunha de “Fula da Garganta Profunda”. Como tal, vestida em sua casca cavalgadurada, a coisa se transformara num organismo eucarionte desses bem quadrados. Possuía, seu corpo raquítico, as mazelas de todas as imundícies. 

Em seu rosto chupado, reinavam um par de olhos funestos que lembrava perfeitamente os esbugalhos de um ladrão prestes a atacar. De longe a maldita observava em silêncio as criaturas ao seu entorno. De tanto observar, percebeu, de imediato, a fraqueza dos seres humanos, ou seja, dos bandos de infelizes que moravam próximo.

Assimilou num piscar de pálpebras, a agilidade de como eles lutavam para sobreviver a trancos e barrancos em vista do escasso que possuíam. Entendeu, a besta Mula, que para viver ali, teria que a cada dia matar um leão às expensas desses ingênuos. Afinal, uma casta de simplórios, imbecilizados e manés, não se fazia assim tão difícil de achar.

Enraizado de cu e bunda nesse propósito, Fula da Garganta Profunda sentia (apesar dos pesares) a falta do carinho murmurante de sua falecia mãe, a dona Besta-Fera. Lembrava, todavia, que precisava se criar, ser forte, indestrutível. Com o passar dos dias, criou vida e forma e se fez poderoso.

Torcida do Vasco detona trabalho de Diniz e critica mexidas no time

Torcedores do Vasco da Gama não pouparam críticas a Fernando Diniz após mais um tropeço da equipe atuando em São Januário

Altair Alves

Em jogo de muitas chances claras desperdiçadas e polêmicas de arbitragem, Vasco e Chapecoense empataram por 1 a 1 pelo Campeonato Brasileiro. Após a partida, na noite desta quinta-feira (5), torcedores do Gigante da Colina mandaram recados ao técnico Fernando Diniz. 

Foto: André Durão

Quando a fase não é boa, nada dá certo. O Vasco teve amplo domínio, criou muitas oportunidades, mas não conseguiu derrotar a Chapecoense em São Januário. O Cruzmaltino abriu o placar com Puma Rodríguez, teve chances de matar o jogo, mas sofreu o empate em golaço de falta de Jean Carlos no final.

Nas redes sociais, os torcedores do Vasco protestaram muito pelo tropeço diante de um adversário frágil. Na primeira rodada, o Gigante da Colina perdeu de virada para o Mirassol, e Fernando Diniz virou alvo de muitas críticas pelo começo ruim na competição. Veja os comentários sobre o treinador abaixo:

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@fraga desenhos / GZH e ZERO HORA

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Ônibus explode e pega fogo na Barra da Tijuca

Coletivo da linha 862 começou a incendiar na Avenida Armando Lombardi; passageiros conseguiram sair sem ferimentos

Mariana Motta

Um ônibus da linha 862, que faz Rio das Pedras–BarraShopping, pegou fogo na madrugada desta quinta-feira (5) na Barra da Tijuca, e chegou a explodir na parte dianteira do veículo. O incêndio ocorreu enquanto o coletivo deixava passageiros na Avenida Armando Lombardi, próximo ao viaduto do metrô. Apesar do susto, ninguém se feriu.

Testemunhas relataram que as chamas começaram na parte inferior do ônibus, possivelmente no motor ou na bateria, e se espalharam rapidamente. Passageiros e o motorista conseguiram desembarcar a tempo, antes que o fogo se alastrasse. Imagens registradas no local mostram a explosão na parte dianteira do veículo, que chamou a atenção de quem passava pelo trecho.

Fachin pede ajuda a um dos maiores especialistas em Ética

O patético senhor Fachin quer elaborar um Código de Ética para seus colegas ministros do Supremo, que resistem (por que será, não é mesmo?). 

Ele resolveu pedir ajuda para um dos maiores especialistas do Brasil no assunto: o ex-presidiário Luis Inácio Lula da Silva! 

Agora a coisa vai! 

Afinal, quando se trata de integridade, honestidade e ética, Lula é um verdadeiro mestre.

Ou, se você quiser dizer isso em inglês:

He is a real MASTER! 💰

Texto e Imagem: Marcelo Rocha Monteiro, X, 4-2-2026, 1h15 

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[Viagens & Destinos] Tijuca a pé


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Algumas ruas do Grajaú 
Feira da Glória – A maior feira livre do Rio de Janeiro 
Um bairro tranquilo no subúrbio carioca: Vila da Penha 
Copacabana: Réveillon e depois 
Algumas ruas da Vila da Penha

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

A sabedoria da esquina e a saudade do imperador

Rafael Nogueira

Dizem uns doutores que o brasileiro não sabe votar, que vota por obrigação, em quem paga mais, sempre alheio aos destinos da Pátria. Se você pensa isso, doutor, faça-me um favor: desça à rua. Pare num balcão de padaria, num banco de praça, numa fila qualquer, e verá que o Brasil é tema tão constante quanto o clima. E não é conversa fiada. O povo tem um bom senso mais aguçado que o de muito sociólogo. Ele discute, opina e se indigna porque procura, desesperadamente, uma voz que traduza em atos o que ele sente na alma.

E se o voto fosse só “boca de urna” e favorzinho local, ninguém se daria ao trabalho de atacar o voto de opinião, aquele em que o eleitor escolhe por afinidade de valores e por visão de país, e não por promessa de favor. Desde 2018, goste-se ou não, o voto ideológico e nacional tem pesado mais do que o pragmatismo de quarteirão. O eleitor cobra vereador e prefeito pelo asfalto; mas, para legislar e governar Estado e União, prefere quem tenha norte, alguém que saiba por que faz obras e a quem elas servem.

Em 2026, o choque não será entre siglas, mas entre dois modos de existir. De um lado, as “Pessoas de Qualquer Lugar” (os anywheres de David Goodhart), uma casta tecnocrática de seminário com coffee break, fluente em ONGs e mercado, que trata o Brasil como ativo de carteira, próspero para poucos e indiferente ao resto. Do outro, as “Pessoas de Algum Lugar” (somewheres): gente com raízes, bairro, paróquia e ofício, para quem a economia é o pão de amanhã e segurança é condição de vida.

É em defesa dessa maioria enraizada que surge o que alguns chamam, com desdém, de “populismo”. Para mim, o nacional-populismo é, antes de tudo, o instinto de autopreservação que aparece quando o povo percebe que a democracia exige um “nós”, e que, sem identidade compartilhada, sem o afeto pelo que é nosso, a oikofilia de Roger Scruton, não há confiança mútua. Ninguém se sacrifica por uma planilha, mas muitos se sacrificam por uma pátria.

Erro comum é supor que esse impulso pede um parlamentarismo anglófilo, de modelo distrital, no qual o poder se dissolve entre oligarquias, lobbies e comissões. Nossa tradição é outra: ibérica, católica, organicista. Para nós, o localismo é vital, é no município que a vida acontece, mas, para o local florescer, o nacional precisa de força e unidade, de exemplo e continuidade.

A história ensina, com teimosia pedagógica, que o parlamentarismo puro, sem chefia forte, sempre nos soou estranho. O brasileiro desconfia do “primeiro-ministro” refém do balcão e do toma-lá-dá-cá. Isso não é desprezo do Congresso: o Parlamento é o lugar do debate. Mas a Chefia de Estado é o lugar da mais alta liderança, das grandes decisões e do maior exemplo.

Veja a íntegra do discurso de Nikolas Ferreira no Parlamento Europeu

O Grammy e a imbecilidade política das celebridades

Leandro Ruschel

Você jamais deveria dar grande peso às opiniões políticas de artistas. A esmagadora maioria não passa de idiotas completos quando o assunto é política, história ou economia — e eu posso demonstrar isso com facilidade.

No Grammy, por exemplo, a cantora Billie Eilish foi ovacionada por uma plateia composta quase inteiramente por celebridades militantes de extrema-esquerda (99,9%) como ela, depois de afirmar:

“Ninguém é ilegal em terras roubadas.”

E, logo em seguida, mandou a ICE (polícia de imigração) “se foder”.

A frase é emocionalmente apelativa — mas racionalmente absurda.

Se as terras americanas foram “roubadas” de seus habitantes ancestrais, então, pela própria lógica dela, essas terras deveriam pertencer exclusivamente aos nativos americanos. Sendo assim, imigrantes vindos do mundo inteiro estariam tentando se estabelecer numa terra que não lhes pertence. Não é isso que o argumento implica?

TSE - Tribunal Superior Eleitoral

3-2-2026: Oeste sem filtro – Careca do INSS usava nome de Lulinha + EUA e Venezuela normalizam relações diplomáticas



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A imprensa e o mundo real 
Supremão: o retrato de uma ditadura criminosa 
Apoiando os militantes políticos (de esquerda, óbvio!) incrustrados nas redações...

[Quadro da Quarta] Paisagem mediterrânica

Pablo Picasso, Paisagemmediterrânica, criado em 1952, é um óleo vibrante e cativante na pintura de painel que mostra a mistura única do artista de cubismo e primitivismo. Esta arte está  preservada no Museu Albertina em Viena.

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O menestrel no seu jumento 
Henri de La Rochejaquelein combatendo em Cholet, 17 de outubro de 1793 
Somnambulant 
Partida das três caravelas de Cristóvão Colombo 
O sono de São Pedro

[Língua Portuguesa] Macacos me mordam: significado da expressão

Flávia Neves

Macacos me mordam foi um dos bordões mais conhecidos dos desenhos animados dos anos 70, 80 e 90. Já se lembrou? Sim, essa expressão era muito usada pelo marinheiro Popeye! Muito em voga nessa época, a expressão ‘macacos me mordam’ atualmente já está fora de moda! 

Qual a origem dessa expressão?

Algumas teorias afirmam que essa expressão poderá ter sua origem numa frase dita pelo Conde d'Eu durante a guerra do Paraguai. Conde d'Eu foi marido de D. Isabel, princesa imperial do Brasil. Usou essa expressão para indicar que essa seria a consequência que teria caso não derrotasse o líder paraguaio. Usou o termo macacos, de forma racista e incorreta, para se referir aos soldados brasileiros.

Nos desenhos animados do Popeye, macacos me mordam foi a dublagem brasileira da frase em inglês "Well, blow me down!", juntamente com as expressões sinônimas:

Tubarões me mordam!
Camarões me belisquem!
Pelas barbas do camarão!
Com mil camarões!

O que significa, então, dizer macacos me mordam?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

[Livros & Leituras] Merci BB

How Will Key Countries Respond To The US’ Attempted Restoration Of Unipolarity?

Andrew Korybko 

The US’ restoration of unipolarity risks sparking another World War if cooler heads don’t prevail

The US’ new National Security and Defense Strategies, which collectively articulate the “Trump Doctrine”, make clear that the US’ grand strategic goal is to restore its predominant position (unipolarity) over the world. Unlike during the short-lived unipolar era that followed the end of the Old Cold War, this time the US is explicitly reluctant to embroil itself in overseas conflicts that risk overextending itself, and it’ll also now rely more on its regional partners to share the burden of advancing their shared interests.

China, Russia, Iran, and North Korea are identified as the US’ adversaries, the first of them being described as “the most powerful state relative to us since the 19th century” in the National Defense Strategy, and each must now decide whether to challenge the US, balance it, or bandwagon with it. To a lesser extent, the same also applies to rising powers like India that have complicated ties with the US. In reverse order, India won’t ever challenge the US, but it’s likely to balance and bandwagon instead.

The balancing aspect relies principally on Russia for preemptively averting potentially disproportionate economic and military-technical dependence on the US that could be weaponized for coercive purposes. As for the bandwagoning aspect, this concerns India’s sincere interest in complying with its new trade deal with the US and reaching more defense ones with it too, though conditional on the first not being exploited by the US to flood its market and the second not requiring basing US troops on its soil.

By contrast, North Korea is unlikely to ever bandwagon with the US, instead preferring to balance it by triangulating between China and Russia (to avoid disproportionate dependence on either) while at times challenging it through military tests in response to the US’ regional moves. Iran’s approach will probably continue to apply all three policies: challenging the US in West Asia; balancing it by triangulating between China and Russia; and negotiating a new nuclear deal for bandwagoning with it one day.