domingo, 22 de março de 2026

[Discos pedidos] Abençoado Sol (III)

Onde é? Qual o nome? 😉

Istvan Kapitany Might Succeed In Hungary Where George Soros Failed

Andrew Korybko 

He’s the opposition’s chief economist and tasked with de-Russifying the energy industry if they win, which would catalyze cascading consequences that subordinate Hungary to globalism like Soros has sought to do, thus making this former Shell vice president Hungary’s grey cardinal in that event

The Third Gulf War has been raging for almost a month and the global energy crisis has only just begun. The disruption of regional exports and destruction of energy infrastructure have already led to price spikes that are expected to further worsen as strategic reserves dry up. Energy-intensive industries might scale back production, fuel-saving measures like reduced school weeks could follow, and rationing can’t be ruled out. Under such conditions, reliable access to affordable energy is a national security priority.

The Hungarian opposition party Tisza, which is expected to give Viktor Orban’s ruling Fidesz a run for its money ahead of next month’s parliamentary elections, has made de-Russifying the energy industry a major part of their platform. This remains the case in spite of the global energy crisis due to the influence of their European and Ukrainian patrons. Even if they drop that policy or announce that it’ll be postponed, which is possible given its unpopularity right now, there’s a good reason not to believe them.

It was announced in January that Istvan Kapitany, Shell’s former Vice President for Mobility till 2024, will join Tisza as its chief economic advisor. Local news magazine Mandiner reported that Shell made record profits throughout the course of the Ukrainian Conflict ranging from $5-20 billion more a year since 2022 when compared to 2021. He’s thought to still own a lot of shares, however, which contextualizes why he reaffirmed Tisza’s energy de-Russification policy in his first interview that month.

He was appointed precisely for implementing this policy, particularly through his vast array of industry contacts that he cultivated during his nearly four-decade-long career at Shell, so there shouldn’t be any doubt that Tisza does indeed want to achieve this even if they shift their rhetoric for electoral purposes. Foreign Minister Peter Szijjarto warned after Kapitany’s aforementioned interview that household utility costs would triple and industrial production could plummet, thus leading to economic suicide.

IRPF 2026: período da declaração começa nesta segunda, 23/3, entenda novidades deste ano

Novidade importante neste ano é a evolução do sistema Meu Imposto de Renda (MIR), a versão online da declaração. A plataforma permitirá, por exemplo, retificar declarações feitas no programa tradicional, emitir impressões completas e acessar ferramentas de ajuda diretamente na web


Renata Granchi

A declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026 já tem data e horário para começar: 23 de março, às 8h, com término em 29 de maio de 2026, às 23h59, conforme estabelecido na Instrução Normativa nº 2.312/2026. Este ano, a Receita Federal espera receber cerca de 44 milhões de declarações, número superior ao registrado nos últimos anos.

“Entre as mudanças deste ano estão a atualização dos critérios de obrigatoriedade, a ampliação da declaração pré-preenchida, a antecipação das restituições e novas funcionalidades digitais para facilitar o preenchimento e o envio das informações”, explica o professor de Contabilidade, Tiago Slavov.

Quem é obrigado a declarar?

Uma das principais mudanças está nos valores que determinam quem é obrigado a declarar. O limite anual de rendimentos tributáveis recebidos em 2025 é de R$ 35.584 – no ano base 2024 o valor era de R$ 33.888. Já para a atividade rural, o limite de receita bruta passou para R$ 177.920 – no ano base 2024 o valor era de R$ 153.199,50.

Também devem apresentar a declaração pessoas que, no ano de 2025:

– Receberam rendimentos isentos ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil;

– Realizaram operações em bolsa superiores a R$ 40 mil ou com ganhos tributáveis;

– Tiveram ganho de capital na venda de bens;

– Possuíam bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro;

– Passaram à condição de residente no Brasil durante o ano;

– Possuem investimentos ou entidades controladas no exterior, “trusts” ou rendimentos internacionais, conforme regras da Lei nº 14.754/2023.

O jornalista que foi censurado por Dino virou “perseguidor”

Nem a Folha teria coragem de dizer algo tão absurdo! 

Título, Texto e Imagem: André Marsiglia, X, 21-3-2026, 12h26

Pela expressão facial da Ana Gomes, alguém acabou de dizer umas quantas verdades!!!

Título e Vídeo: Matia Viana Ruas, Facebook, 23-3-2026, 11h04  

Jornalismo ativista? Cobarde? Ignorante? Esquerdista? Cada um que escolha....

Leiam o que o Obstipador escreveu, e pensem se fosse alguém de direita a cometer esse atentado terrorista…

João Braz


Analisem o modo como o Obstipador dá a notícia… imaginem que era alguém de direita, do Chega, do que fosse, o que não seria de vomitário sobre o extremismo, o perigo do nazismo, do fascismo, nas televisões, o nosso ex-PJ agora MAI, os partidos de esquerda, o Tavares, o Carneiro, a Leitão, o Pacheco, etec4tcetc...

É este duplo critério, este nojo, que faz mesmo parecer que se toma um lado, mas não, é muito mais profundo que isso, exige-se apenas lucidez e lutar contra os FDP. E um gajo ganha o direito de dizer Filhos da… faciosos ou cobardes.

A marcha "ficou marcada por incidente violento".

O "objeto incendiário foi lançado".

A PSP "deteve agressor".

Entre o escárnio e o descrédito: o que Folha e Estadão dizem sobre o STF

Felipe Vieira

Os editoriais publicados neste sábado por Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo não deixam margem para dúvida: há uma crise aberta de credibilidade no Supremo Tribunal Federal. E, mais do que isso, há um movimento claro da grande imprensa de romper o silêncio e tratar o problema como estrutural — não mais episódico. 

A Folha é mais direta, quase indignada. Em editorial recente, o jornal classificou a atuação de Gilmar Mendes como “um escárnio”, ao analisar decisões que beneficiaram o colega Dias Toffoli no contexto do caso Banco Master.

O texto vai além do caso concreto. Ao afirmar que “tudo se passou como se houvesse uma jogada combinada”, a Folha abandona qualquer cautela retórica e sugere algo ainda mais grave: a percepção de um comportamento corporativo dentro da Corte.

Já o Estadão segue outra linha — menos explosiva na forma, mas talvez mais profunda no diagnóstico.

Ao falar em “dimensão do descrédito do Supremo”, o jornal aponta que o problema já ultrapassou decisões específicas e passou a atingir a confiança institucional. O editorial destaca que há um “declínio consistente da confiança social no STF”, resultado de decisões que enfraquecem os mecanismos de controle e ampliam a percepção de blindagem interna.

Enquanto a Folha denuncia, o Estadão estrutura.

Enquanto a Folha acusa movimentos concretos de proteção entre ministros, o Estadão enquadra o fenômeno como uma erosão institucional mais ampla, com impacto direto na democracia.

Homem tenta vender celular roubado para a própria vítima e é preso, em Nova Iguaçu

Aparelho foi subtraído em dezembro do ano passado

O Dia

Um homem foi preso em flagrante quando tentava vender um celular roubado para a própria vítima, nesta sexta-feira (20), em um shopping de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. 

De acordo com as investigações, a mulher teve o aparelho roubado em dezembro do ano passado. Ela registrou a ocorrência na 58ª DP (Posse) e, pouco depois, um homem entrou em contato para avisar que estava com o celular, mas que entregaria apenas após pagamento em dinheiro e uma recompensa.

Com as informações, os agentes montaram um cerco estratégico e o encontro foi marcado no shopping. De longe, os policiais acompanharam a chegada do criminoso, que se sentou à mesa da vítima.

O ladrão retirou o celular do bolso e entregou para a mulher, que reconheceu o aparelho. Um segundo homem acompanhou a cena da mesa ao lado. Assim que a vítima confirmou que o celular era dela, os policiais reagiram e prenderam o criminoso. O outro homem foi detido.

[As danações de Carina] Ninguém me ouve, mas estou pedindo socorro

Carina Bratt

NA SALA cheia de vozes, eu sou a única que não fala nada. Sou o silêncio. Em sua melhor forma de expressão eu sou o silêncio. Todos falam, riem, opinam, e eu… eu apenas existo. Ou penso que existo. Será que existo? Carrego nos olhos cansados um pedido de socorro que ninguém lê, um grito forte que não atravessa o ar. Tipo assim, como se as minhas palavras fossem feitas de fumaça: se desfazem antes de chegarem a qualquer ouvido, ou melhor dito, de qualquer ouvido.

O mundo ao meu redor me pede força, mas não percebe o peso que me dobra. Eu sorrio para não incomodar, concordo para não atrapalhar, finjo para não ser descoberta. Penso que estou morta por dentro. E por fora também. É uma morte lenta, gradativa, pesada, chata, pegajosa, Dentro de mim há um incêndio que ninguém vê, uma tempestade que ninguém escuta, principalmente os que não tem os ouvidos grampeados no lugar certo. Cada vez que tento falar, o eco que sai da minha garganta me devolve o silêncio.

O socorro que peço não é barulhento. É discreto, quase paralítico, usa um par de muletas invisíveis, uma tira nos olhos tímida como uma lagartixa numa cadeira de rodas sem rodas, ou pior, como quem pede desculpas por existir sem existir. Mas é um pedido urgente. É o tipo de urgência urgentíssima que não aparece em sirenes, porém corrói devagar, come pelas beiradas. É uma urgência cínica, vagabunda, prostituta. Parece aquela idiota sentada no próprio rabo em frente ao STF, uma imbecilóide que desgasta, como ferrugem grudada na alma dos boçais e ‘caraminguados’.

Talvez mais tarde, daqui a pouco, amanhã no pior dos mundos, um dia, sei lá, alguém perceba o meu desconforto. Talvez role um olhar mais atento ou uma alma caridosa descubra que o meu sorriso é uma máscara mal costurada. Oxalá, ou oxacá, uma mão amiga se estenda antes que eu me afunde de vez num mar de águas profundas. Até lá, sigo aqui: invisível, inaudível, sigo devagar, quase parando, mas ainda viva e respirando. Não sei por quanto tempo, mas viva. E como viva, eu vivo!

sábado, 21 de março de 2026

[Versos de través] Poemas aos homens do nosso tempo

Hilda Hilst

Enquanto faço o verso, tu decerto vives. 
Trabalhas tua riqueza, e eu trabalho o sangue.
Dirás que sangue é o não teres teu ouro
E o poeta te diz: compra o teu tempo.

Contempla o teu viver que corre, escuta 
O teu ouro de dentro. É outro o amarelo que te falo. 
Enquanto faço o verso, tu que não me lês 
Sorris, se do meu verso ardente alguém te fala. 

O ser poeta te sabe a ornamento, desconversas:
“Meu precioso tempo não pode ser perdido com os poetas”.
Irmão do meu momento: quando eu morrer
Uma coisa infinita também morre. É difícil dizê-lo:
MORRE O AMOR DE UM POETA.

E isso é tanto, que o teu ouro não compra,
E tão raro, que o mínimo pedaço, de tão vasto
Não cabe no meu canto.


Hilda Hilst, 1974

Anteriores:
Porque há desejo em mim 
Passeio 
Aquela 
Árias Pequenas. Para Bandolim 
Êxtase

Mansão de Marcio Garcia, no Joá, tem redução drástica de preço e segue à venda

Inicialmente anunciada por 50 milhões de dólares, considerada uma das mais caras à venda no país, a propriedade agora aceita propostas a partir de 100 milhões de reais

Victor Serra

Após quase dois anos no mercado, a mansão do ator e apresentador Marcio Garcia no Joá, bairro nobre da Zona Sudoeste do Rio, teve uma redução expressiva em seu preço. Inicialmente anunciada por 50 milhões de dólares, considerada uma das mais caras à venda no país, a propriedade agora aceita propostas a partir de 100 milhões de reais, segundo o corretor Cristiano Piquet, responsável pela negociação.

Em entrevista à coluna Play, do jornal O Globo, Piquet explicou que a mudança reflete o cenário econômico atual e a dificuldade de encontrar compradores dispostos a pagar o valor original: “Devido à realidade do país, não foi possível encontrar um cliente para pagar o que a casa vale, então o Marcio está disposto a escutar propostas.

Ele acrescentou que o apresentador não tem pressa para fechar negócio: “Marcio está feliz na casa, sem pressa de vender, mas, se alguém fizer uma proposta tentadora, ele vende, pois os filhos já estão fora de casa e ele não precisa mais de tanto espaço.”

Com 6.000 m², a mansão oferece vista privilegiada para o mar e para a Pedra da Gávea. A infraestrutura do imóvel é completa, incluindo piscina semiolímpica, jacuzzi, minigolfe, cinema, boate, academia, sete suítes e 18 banheiros.

20-3-2026: Oeste sem filtro – Lula tenta culpar Bolsonaro (que surpresa!) pelo escândalo Master + Vorcaro dá os primeiros passos para delação premiada + Mendonça diz que o papel do juiz não é ser estrela + Gilmar, o chorão, espicaça Mendonça

🚨 A política e a economia brasileira estão fervendo! 

No programa de hoje, revelamos os bastidores do pânico no STF com a delação de Vorcaro, que promete abalar as estruturas de Brasília em plena campanha eleitoral. E mais: o que está por trás dos repasses milionários envolvendo a J&F, a consultoria Master e o silêncio sobre figuras ligadas aos ministros Nunes Marques e Dias Toffoli? 

Enquanto isso, Alexandre de Moraes analisa o prontuário médico de Jair Bolsonaro, e os rumores de uma prisão domiciliar ganham força nos bastidores.

Na economia, o alerta vermelho está aceso: o preço do diesel disparou com a crise no Estreito de Ormuz, e Lula fala em criar estoques para o Brasil "não chupar dedo".

sexta-feira, 20 de março de 2026

Jordan Bardella, pourquoi cette fébrilité?

Parce que vous venez de faire 1,5% à Paris?

 Vous aviez tout. La puissance de votre parti, le plus riche d’argent public de France, une longue histoire, des vétérans de la politique, Marine Le Pen, vous-même, Marion Maréchal, Éric Ciotti, Thierry Mariani, et vous faites 1,5% dans la capitale. 

Désormais, il vous reste les paroles: vous m'emboîtez le pas en appelant à voter contre la gauche à Paris, quelques heures avant la fin de la campagne. Moi, j’ai posé un acte: je décide de me désister pour apporter 10,4% des voix pour battre la gauche. Voilà le geste concret d’une femme de droite. 

Et vous dans les actes? Dans dix communes de plus de 30 000 habitants, dix villes essentielles à la définition politique du pays, vous maintenez vos candidats au second tour, au risque de faire gagner la gauche, sans aucune chance pour vous de gagner. Comme moi, vous avez tendu la main aux LR. Partout, votre main a été refusée. À Paris, j'ai choisi d'être plus responsable qu’eux; vous avez choisi d'être aussi irresponsables qu'eux. Vous avez décidé de leur ressembler. Pourquoi? Pour grappiller quelques postes de conseillers municipaux. Vous mettez tout le monde, y compris vos électeurs, en danger. Aucun sens des responsabilités. 

"Donald Trump, esta guerra é sua, e a crise na economia mundial já caiu no seu colo."

Assim Patrícia Campos Mello encerra seu artigo na Folha, hoje

Leandro Ruschel

Depois da busca pela imposição da CENSURA, a principal bandeira dos globalistas é a derrubada de Donald Trump, por conta do estrago gigantesco que ele produziu ao projeto globalista. 

Poucos militantes de redação representam melhor o movimento do que Patrícia Campos Mello, uma das principais promotoras da censura em massa no Brasil. 

Quem pode esquecer a fake news promovida por ela ainda durante a campanha eleitoral de 2018, quando acusou apoiadores de Bolsonaro de financiarem disparos em massa por WhatsApp, entre o primeiro e segundo turno? Acusação que o TSE julgou improcedente por falta de provas. 

Posteriormente, ela escreveu um livro que serviu de base para a onda de censura e perseguição política no Brasil, segundo os próprios ministros, que chegaram a citar o panfleto autoritário nos seus votos persecutórios. 

Escrevendo hoje para a Folha, jornal do qual faz parte do conselho editorial, ela deixa clara a estratégia globalista: utilizar o conflito no Irã para atacar Trump — na prática, fazendo o jogo dos aiatolás iranianos.

Cristina Pîrv cresceu com racionamento de comida, casa gelada no inverno...

Cristina Pîrv jogou vôlei profissional na Romênia nos anos 80 e 90, época em que o país vivia o pior do regime de Ceaușescu. 

Ela cresceu com racionamento de comida, fila pra comprar qualquer coisa básica, casa gelada no inverno porque energia era cortada, e o medo constante de ser vigiada ou denunciada por vizinho, professor, colega. 

Quem passou por isso não tem paciência pra teoria floreada para adolescentes em sala de aula. 

Era fome controlada, medo em cada esquina, zero liberdade pra sonhar ou sair do lugar. 

O mais triste é ver uma multidão que nunca sentiu frio de verdade, nunca viu a mãe esconder pão, defender o mesmo sistema como se fosse salvação da própria incompetência. 

A esquerda simplesmente não funciona. 

Nunca funcionou, nunca melhorou a vida de ninguém, nunca construiu nada além de ressentimento, fome, violência e repressão.

Texto: Não Esqueço, X, 19-3-2026, 20h32 

“que o Nikolas seja o Kirk de amanhã”

Universidade virou linha de produção de militante, que não esconde mais o desejo de matar seu opositor por divergência de ideia

Até aí: Zero novidade.

Mas é sempre bom lembrar que tudo isso você banca através dos seus impostos.

A direita precisa de um plano para quando chegar ao poder, mudar essa patifaria.

Título, Imagem e Texto: Nikolas Ferreira, X, 19-3-2026, 23h49

[Aparecido rasga o verbo] Se ao menos aquele Policarpo fosse o Quaresma...


Aparecido Raimundo de Souza

MANHÃ ensolarada, logo cedo, antes das oito, a fila de acesso aos consultórios dos ginecologistas, os doutores Xapiroca Eutanásio Durão e Metrô Brumâncio Carcomido estavam com mais de vinte pessoas em fila de espera. Por conta desse evento, gente se esparramava numa fila malparida pelo extenso corredor quase penteando às barbas dos elevadores. O único atendente não tinha tempo nem de se coçar.

Carecia, a criatura, de ser rápida para que as pessoas não esperassem muito e os doutores não ficassem o dia todo só naquele lugar, tendo em vista que após às treze horas, ambos se mandariam para darem plantão em outras localidades. Nesse pé, o rapaz tentava, da melhor forma, ser rápido e eficiente, levando em conta que cada representante feminina do sexo frágil devida à sua aparência debilitada e enfermiça necessitava ser atendida o mais breve possível, muito embora, cada paciente não ficasse mais que vinte minutos torrando as paciências dos especialistas. A vigésima sexta da fila foi convocada
— Próxima, por gentileza...

Uma senhora aí pela casa dos cinquenta se aproximou:
— Bom dia. Seu nome?
— Dorotéia Xumbrega Volante.
— Xumbrega com X ou Ch?
— Com xis, de chupeta tipo essas que ficam bailando em boca de recém-nascidos.

— A senhora tem hora marcada?
— Sim.
— E qual é o seu médico?
— O doutor de sempre, ora bolas...
— Temos dois. A senhora é paciente do doutor Xapiroca ou do doutor Brumâncio?

— Do doutor Metro Brumâncio.
— É doutor Metrô, senhora, com chapeuzinho no o.
— Obrigada pela correção.

— Tem plano?
— De quê?
— Médico, ora bolas.
— Não, não tenho. Vou pagar a consulta. Qual o valor?

Gilmar Ferreira destaca sinais importantes no Vasco após virada no Maracanã

O jornalista Gilmar Ferreira destacou que a virada diante do Fluminense renovou crença no trabalho de Renato Gaúcho

França Fernandes

Foto: André Durão

A vitória do Vasco, por 3 a 2, na virada emocionante sobre o Fluminense, na quarta-feira (18), renova a crença no trabalho de Renato Gaúcho. Isso porque o que se viu no Maracanã não foi “banho de bola tático” sobre um dos adversários mais ajustados da Série A do Brasileiro, mas um conjunto de ações coletivas que acabou desestruturando o sistema tricolor e fortalecendo a autoestima vascaína.

É fácil enxergar que a troca de peças na estrutura ofensiva do Vasco com a saída do trio Rayan, Coutinho e Vegetti exigia melhora na forma de se defender, algo que, aos poucos, Thiago Mendes, Saldivia e Cuiabano deram ao time. Principalmente, na medida em que melhoraram a condição física. A partir da compactação do tal “bloco baixo”, o time ganha competitividade e as peças começam a fazer a diferença.

Vejam: dos oito gols do Vasco sob o comando de Renato, seis foram de jogadores das linhas médias (Thiago Mendes e Cauã, dois cada, Cuiabano e Nuno) e só dois de atacantes. E reparem que vejo Cuiabano como dublê de meia, como o técnico pede que ele atue. Zubeldía não contava que, com a vantagem de dois gols, o Fluminense aliviasse a marcação — sobretudo das bolas altas, como nos 3 a 2 sobre o Athletico.

Golaço de Froholdt deixa Farioli à beira da loucura

Médio dinamarquês foi o autor do segundo golo do FC Porto frente ao VfB Stuttgart (2-0) 

O remate certeiro de Victor Froholdt na vitória do FC Porto frente ao VfB Stuttgart (2-0), na segunda mão dos oitavos de final da Liga Europa, está entre os nomeados para Melhor Golo da Jornada. Para votar, basta registrar-se no site oficial da Liga Europa.


Aos 72 minutos, o internacional dinamarquês ganhou o duelo a Angelo Stiller à entrada da área e, com o pé esquerdo, desferiu um pontapé forte direcionado ao ângulo superior da baliza defendida por Alexander Nübel que Francesco Farioli depois descreveu como “um grande golo”.

19-3-2026: Oeste sem filtro – Gilmar chora novamente em homenagem a M

🚨 URGENTE: O Brasil vive um dia de caos absoluto nos bastidores de Brasília e na economia real! No programa de hoje, vamos detalhar a surpreendente saída de Fernando Haddad do Ministério da Fazenda e a chegada de Dario Durigan. O que isso significa para o seu bolso?

Enquanto isso, o fantasma da greve dos caminhoneiros volta a assombrar o país com a falta de combustíveis já afetando cidades em Santa Catarina e a disparada do petróleo. 

Para piorar o clima político, revelamos os bastidores da saúde de Jair Bolsonaro na UTI, aguardando a decisão de Alexandre de Moraes, o choro de Gilmar Mendes no STF e os escândalos milionários envolvendo ministros da Suprema Corte e censura no governo Lula. 

📌 O que você vai ver neste programa:

A Queda de Haddad: Por que ele saiu e quem é Dario Durigan, o novo homem forte da economia de Lula?

Risco de Greve Geral: Falta de combustível fecha postos, caminhoneiros em alerta e a fala polêmica de Lula.

Bolsonaro e STF: O estado de saúde do ex-presidente na UTI e o futuro nas mãos de Moraes.

Escândalos no Judiciário: Os R$ 18 milhões no STF, a anulação de sigilo por Gilmar Mendes e a censura de Flávio Dino.

Bate-boca em Brasília: Alcolumbre chama Valdemar de "mitômano". 

quinta-feira, 19 de março de 2026

[Viagens & Destinos] Praia do Leme de manhã – Ondas, exercícios e rotina carioca


Anteriores:

Amanhecer na Praia Vermelha – Rio de Janeiro 
Copacabana à noite 
Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem 
Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026 
Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural) 

[As danações de Carina – Extra] Dezenove de março, aniversário de Aparecido Raimundo de Souza, seguidos de 73 velinhas que serão apagadas logo mais à noite

Carina Bratt e Ellen de Souza

NA PEQUENA VILA VELHA, o tempo parece correr diferente. Há dias em que o vento sopra lembranças, e outros em que o sol insiste em iluminar conquistas. Foi nesse cenário que Aparecido Raimundo de Souza chegou aos seus 73 anos, não como quem apenas soma dias, mas como quem coleciona histórias. 

Aparecido é daqueles homens que carregam no olhar a marca da experiência. Cada ruga é um mapa de caminhos percorridos, cada gesto revela a paciência de quem aprendeu que a vida não se mede em pressa, mas em permanência. Aos 73, ele não celebra apenas o número, mas o peso das memórias: os amigos que ficaram, os que partiram, os sonhos que se realizaram e os que ainda esperam sua vez para florescerem. E florescerão.

Na mesa do café, hoje pela manhã, nessa quinta-feira, rodeado pela neta inseparável, Ellen de Souza, o Aparecido falará pouco, mas quando abrir a boca, todos escutarão. Suas palavras têm a força de quem já viu o mundo mudar muitas vezes, e a serenidade de quem sabe que o essencial é permanece: e nesse permanecer, celebrar o Afeto, a Fé e a Esperança. Sobretudo, a Esperança.

A crônica de seus 73 anos, hoje, aos 19 de março, os netos João Eduardo e Heitor, embora ausentes, dirão ‘Vô, nós te amamos’. Esse dia, para ele, um pouco entristecido, não é feito de grandes feitos familiares, ou mesmo heroicos, mas no fundo, bem lá no fundo, de pequenas vitórias cotidianas, o sorriso ao ver os netos de suas filhas Amanda e Luana se dando bem na vida, o orgulho de ter sustentado a sua casa com trabalho honesto, bem ainda a alegria simples de encontrar os vizinhos na rua e trocar histórias.