segunda-feira, 16 de março de 2026

The EU Poses A Much More Credible Threat To Russia Than The Inverse

Andrew Korybko 

If the US oversees the optimization of the EU’s military-industrial complex, military logistics, and other defense-related matters with a view towards “dwarfing” Russia’s associated capabilities, then the challenge that Russia might face along its western frontier could mirror the one in June 1941

Russian Foreign Minister Sergey Lavrov repeated long-standing policy in a recent interview when he told his interlocutor that “We are not going to attack any part of Europe. We have absolutely no reason to do so. And if Europe opts to materialize its threats to prepare for war against us and starts attacking Russia, the president said that it will not be a special military operation on our part, it will be a full-scale military response with all available military means in accordance with the doctrinal documents on this matter.”

To elaborate, Russia never had any plans to risk World War III by invading the Baltic States and/or Poland, whose hostile populations would also represent an enduring security threat in any occupation. All such talk to the contrary is simply a reflection of what can be described as the trauma from the darker periods of their shard history with Russia, the details thereof being beyond the scope of this analysis to expound upon. It’s sufficient to know that there’s no basis to claims of militant Russian revanchism towards them.

That being said, there’s no doubt that Poland and the rest of its European NATO allies in general pose credible security threats to Russia, but their nature is evolving and typically cautious Putin won’t authorize a first strike at the risk of sparking World War III. Prior to Russia’s development of hypersonic missiles, US missile defense infrastructure in Poland undermined Russia’s nuclear second-strike capabilities, but the aforesaid arms have since restored strategic parity by neutralizing this threat.

Academia de Hollywood ignora morte de Brigitte Bardot

Na cerimônia do Oscar de ontem, a Academia não incluiu Brigitte Bardot na homenagem aos mortos de 2025 na indústria do cinema. 

Bardot na sacada do hotel Copacabana Palace durante suas férias no Brasil,1964

No ano passado, fez o mesmo com Alain Delon.

Está claro que duas estrelas que marcaram uma época foram ignoradas, tiveram a sua memória cancelada, porque se posicionavam à direita no espectro político.

O nome dessa vergonha é estalinismo.

Texto: Mario Sabino, X, 16-3-2026, 9h29

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Oscar 2026 exclui Brigitte Bardot de homenagem aos mortos em cerimônia

Não, Estadão, a perseguição não é inócua

Adolfo Sachsida

O editorial é excelente, mas chega a uma conclusão equivocada. O Estadão acerta ao afirmar que a perseguição a um jornalista é, na verdade, uma perseguição a toda a sociedade. No entanto, erra ao concluir que a imprensa não se intimidará. 

Infelizmente, a realidade mostra o contrário. Há sete anos jornalistas vêm sendo perseguidos no chamado inquérito das fake news. Veículos de comunicação foram censurados. Profissionais tiveram contas bloqueadas, sofreram processos e foram silenciados. 

Durante todo esse período, porém, o Estadão parecia estar de férias. Nada disse quando chamavam essas medidas de “prisão de blogueiros”, como se a violação de garantias fundamentais fosse algo menor apenas porque atingia quem estava fora da grande imprensa. 

Ainda assim, é positivo ver o Estadão finalmente despertar — para não dizer reconhecer que, em muitos momentos, apoiou boa parte dessa perseguição. 

Mas é preciso não se iludir: ser perseguido pelo STF tem custos reais. Custos financeiros, jurídicos e, sobretudo, custos em liberdade. 

Os “blogueiros” de quem tantos tripudiaram são a prova viva do preço que se paga quando o arbítrio passa a ser tolerado. 

Título e Texto: Adolfo Sachsida, X, 15-3-2026,12h21

Esta nota é vergonhosa

Leandro Ruschel 

Por que o @plnacional_ não denuncia a TORTURA sofrida por @jairbolsonaro, que jamais deveria ter sido condenado por um crime que não cometeu, quanto mais mantido preso diante do seu frágil estado de saúde. 

Com esse tipo de "oposição", fica muito fácil para o regime manter o estado de exceção. Não é apenas o ex-presidente que sofre pela perseguição política, mas milhares de brasileiros. 

Até quando?

Título, Imagem e Texto: Leandro Ruschel, X, 15-3-2026, 12h25

Empate no fim frustra Vasco, mas time se mostra competitivo

O Vasco mais uma vez se mostrou competitivo e indica sinais de melhora no comando de Renato Gaúcho no Brasileiro

França Fernandes 

Andrés Gomez em Cruzeiro X Vasco, foto:Gilson Lobo/AGIF

O empate do Vasco em 3 a 3 contra o Cruzeiro trouxe sabores distintos ao paladar do torcedor vascaíno. A equipe carioca foi valente ao virar a partida no Mineirão, sofreu a baixa de um jogador expulso, viu tudo voltar a ficar igual no placar e, mesmo assim, buscou o terceiro gol. O empate cruzeirense nos acréscimos impediu a segunda vitória de Renato Gaúcho no comando do time.

A visão mais objetiva aponta para um jogo em que o Vasco deixou escapar uma vitória em Belo Horizonte. E é fato. Os três pontos estavam nas mãos vascaínas até os acréscimos. Mas, pelas circunstâncias da partida, vale ressaltar que, mesmo com as adversidades, o Vasco mais uma vez se mostrou competitivo e indica sinais de melhora com Renato Gaúcho no Brasileirão.

Barros resume a instabilidade vascaína

Os sete minutos de Barros no segundo tempo sintetizam a instabilidade que o Vasco é capaz de proporcionar no Campeonato Brasileiro. O volante havia acabado de marcar os dois gols da virada vascaína e, em poucos minutos, foi expulso de forma infantil no Mineirão, em lance idêntico ao que fez o jogador levar cartão vermelho no clássico do Carioca contra o Flamengo.

O primeiro tempo das duas equipes foi fraco. Nada aconteceu de relevante antes e depois da falha de Paulo Henrique — que deu condição ao ataque cruzeirense no lance do primeiro gol. O Vasco voltou com muito mais interesse no segundo tempo, quando chegou à virada em menos de 15 minutos.

Sarah Knafo qualifiée au second tour


Éric Zemmour 

Chers amis, 

La Reconquête de nos communes est d’ores et déjà un succès. 

J’ai le plaisir de vous annoncer que Reconquête! a remporté dès le premier tour plus d’une centaine de mairies partout en France. 

Je félicite les cadres de notre mouvement qui ont travaillé sans relâche durant ces derniers mois afin de développer notre ancrage territorial. 

Reconquête! sera également présent dans plus d’une cinquantaine de seconds tours partout en France grâce à nos listes Reconquête mais également à nos listes « Divers droite » et sans étiquette. 

La mission que j’ai confiée à notre jeune mouvement lors de l’Université d’été 2025 est une réussite : 

- Nous avons présenté des listes Reconquête dans les communes les plus peuplées de France: comme par exemple à Nice avec Cédric Vella, à Bordeaux avec Virginie Bonthoux-Tournay, à Toulouse avec Arthur Cottrel, dans la métropole lyonnaise avec Olivier Roche ou encore à Evreux avec Jean Messiha. 

Na noite de Oskar, o FC Porto recebeu a estatueta de melhor argumento

Os dragões vão nascer, viver e morrer da pressão e do momento logo a seguir a ela. O FC Porto fez contra o Moreirense (3-0) o jogo-tipo da era Farioli. O recurso aos suplentes não deixou a equipa abrandar na 26ª jornada da I Liga

Francisco Martins

No final desta semana, os juniores do FC Porto conseguiram um resultado impactante contra o Sporting (6-0). Na ficha de jogo, constaram Mateus Mide, Martim Chelmik, Bernardo Lima e Duarte Cunha, todos campeões do mundo de sub-17 por Portugal à espreita de afirmação nos patamares superiores. É ilógico que, caso fosse do interesse dos dragões, Oskar Pietuszewski também pudesse ter ido ajudar.

Foto: Diogo Cardoso

Aos 17 anos, anda pela equipa principal do FC Porto a fazer o papel de adulto. As estrelas do cinema já desfilavam na passadeira vermelha da gala dos Óscares quando Pietuszewski se impôs ao Moreirense. Caso contrário, a Academia ainda ia a tempo de lhe dar a estatueta de melhor ator e ao FC Porto pelo melhor argumento. Ninguém adivinharia que o polaco fosse capaz de fazer mais do que Ángel Alarcón fez na primeira metade da época.

Os melhores atores nem sempre acertam à primeira. Se assim fosse, os filmes eram todos gravados num só take e os realizadores teriam a paciência muito mais preservada. Oskar Pietuszewski precisou de alguns ensaios para acertar. Algumas tentativas davam uma boa sequência de bloopers. Quando acertou o remate em jeito, foi um deleite.

[Atualidade em xeque] Quo vadis?

José Manuel

Não sou o George, aquele, o Orwell nem precisaria perder tempo em escrever algo inútil como um livro de clarividências como a obra 1984.

Pessoalmente me baseio em 80 anos de história real nos quais sobrevivi à quase totalidade desse lapso negro de tempo.

A história do século XX sem nos aprofundarmos em séculos passados, me ensina, por exemplo, que guerras provocadas por bárbaros estúpidos como foi o caso da Alemanha ou do Japão, países que apesar de serem "a priori" considerados altamente civilizados, conseguiram chegar ao ponto de barbárie, de tragédias e carnificina provocadas contra países e seu próprio povo. 

E a história também me mostra que em casos extremos como o que está ocorrendo em países islâmicos, teocratas com ideologia absurda para o século XXI, a solução Hiroshima e Nagasaki talvez seja a última opção viável ao encerramento de tão nefastas agressões, antes que isso se torne um conflito generalizado ao planeta.

Pode parecer forte, mas, certamente, mais um lapso curto de tempo no momento atual e assistiríamos a uma síndrome nuclear desproposital.

O que esperar de um governo com ideologia de martírio pessoal com passaporte para encontrar as 25 virgens num pseudo e infundado paraíso, e que assassina 30 mil jovens em manifestações pacíficas?  Que escorraça em praça pública, mulheres que se recusam a usar véus e vestimentas por eles determinados. Onde está a humanidade desses bárbaros?

Seguem exatamente o cardápio violento da Alemanha e Japão em suas devidas épocas, atacando com violência todos os países, inclusive parceiros no seu entorno, sem razões ponderáveis que justifiquem tamanha aberração.

domingo, 15 de março de 2026

[Discos pedidos] Abençoado Sol (II)

Why Do More Russians Perceive Poland To Be An Enemy Than They Do Any Other Country?

Andrew Korybko 

Poland is Russia’s oldest rival, fought over two dozen conflicts with it over the past millennium, and makes no secret of its intent to lead Russia’s regional containment after the end of the Ukrainian Conflict

Notes From Poland drew attention in January to a report conducted by the Levada Center on behalf of the German Sakharov Society titled “Russia and the World: Enemies, Competitors, Partners”. Among other tidbits, it revealed that 62% of Russians perceive Poland to be an enemy, equal to those that perceive Lithuania the same way. Tiny Lithuania is conflated with Poland in most Russians’ minds while the UK, in second at 57%, is one of Russia’s historical rivals, so each’s placement has a certain logic to it.

Poland’s requires elaboration, however, since casual observers might be surprised by so many Russians’ perception of it as an enemy. For starters, Poland is Russia’s oldest rival, and their predecessor states fought over two dozen conflicts with one another over the past millennium. The most significant ones were over the past half-millennium since the formation of the Polish-Lithuanian Commonwealth in 1569 and even included the only foreign occupation of the Russian capital (1610-1612) since the Mongol era.

On that topic, most Russians mistakenly conflate Poland and Lithuania as a result, ergo why equal numbers perceive them as enemies since they were either in a union or a commonwealth with each other for over 400 years (1386-1795). Historical memory is only part of the reason why more Russians perceive Poland to be an enemy than they do any other country (recalling the aforesaid observation that they mistakenly conflate Poland and Lithuania) since contemporary geopolitics plays a role too.

Deputado português, Manuel Beninger, é homenageado com Medalha Tiradentes

Com a honraria, a Alerj reconhece o trabalho desenvolvido por Manuel Beninger na articulação e estriamento das relações institucionais e culturais entre Portugal e Brasil

Patricia Lima

Na última semana, a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) concedeu a Medalha Tirantes, maior honraria da Casa, ao deputado do município português de BarcelosManuel Beninger, pelo seu trabalho em favor do fortalecimento das relações entre Portugal e o Brasil e pela sua atuação social junto às comunidades carentes. A honraria foi entregue pelo deputado estadual Filipe Soares (União), no dia 5 de março.

Deputados Manuel Beninger e Filipe Soares

A cerimônia de entrega aconteceu no gabinete de Felipe Soares, onde o político português também foi homenageado pela sua trajetória pública, cultural e social. Na ocasião, o Soares reforçou a importância do empenho de Manuel Beninger na articulação e consolidação das relações luso-brasileiras:

“Hoje é um dia especial. Recebo no meu gabinete o deputado Manuel Beninger, da República de Portugal. Foi uma surpresa maravilhosa estar com ele aqui e fico muito feliz em honrá-lo com a maior honraria que temos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Medalha Tiradentes”, disse o deputado brasileiro.

A Medalha Tiradentes, honraria em referência a Joaquim José da Silva Xavier, mártir da Inconfidência Mineira e patrono cívico brasileiro, é concedida a pessoas e instituições que se destacam pela prestação de serviços relevantes ao Estado do Rio de Janeiro.

Quem é Manuel Beninger?

Além dos trabalhos desenvolvidos como deputado municipal de Barcelos, Beninger atua intensamente nos campos associativo e acadêmico. O deputado preside a Associação Portuguesa de Autarcas Monárquicos (APAM) e a Fundação Meninos de Bissauzinho – instituição apoiadora de crianças em situação de vulnerabilidade, dedicada a projetos sociais e educativos na Bissau. Manuel Beninger também é reitor honorário da Logos University International, onde é reconhecido pela sua contribuição educacional e cooperação internacional.

Onde é? Qual o nome? 😉

Será que o BC pisou na bola?

A despeito da rede de proteção ao Master parecer inexpugnável, o BC tinha meios para agir e impedir que a fraude chegasse ao valor que chegou. Por que não os utilizou?

Nuno Vasconcellos 

Arte: Paulo Márcio

Um mistério chama atenção entre tantas dúvidas que se acumulam em torno dessa história do Banco Master — e qualquer pessoa que conheça minimamente o funcionamento do sistema financeiro no Brasil haverá de concordar com isso. O mistério é: num sistema tão regulado como o brasileiro, onde as regras de operação são mais rígidas do que em outros países, como foi possível empilhar tanta falcatrua, tanto perrengue e tanta mutreta em um único CNPJ sem atrair a atenção e a fúria dos auditores do Banco Central?

Para deixar a dúvida ainda mais clara: como tantas tretas foram sendo feitas, uma atrás da outra, sem que ninguém agisse a tempo de impedir que elas se tornassem tão robustas e lesassem tanta gente? Como é que, num país que cria, sustenta e empodera tantas instituições supostamente destinadas a impedir que mutretas aconteçam, as mutretas bilionárias continuam vindo à tona, envolvendo cifras ainda maiores e circunstâncias ainda mais escandalosas do que as da mutreta anterior?

É secundário discutir, neste caso, se o problema do Master começou durante a passagem de Roberto Campos Neto pela presidência do Banco Central ou se já vinha desde o tempo de seu antecessor, Ilan Goldfajn. Também não é o caso de jogar toda a responsabilidade nas costas do atual presidente, Gabriel Galípolo. É claro que os problemas de qualquer instituição devem ser cobrados, em última instância, de quem a comanda. Mas uma traulitada como a do Master só alcança a força que alcançou caso conte com a participação de funcionários de vários escalões que, no limite de suas atribuições e de suas responsabilidades, fechem os olhos para o que está acontecendo.

E, antes de prosseguir, uma observação: além do Banco Central, a Receita Federal, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Tribunal de Contas da União (TCU) e outras siglas conhecidas, mantidas a peso de ouro para dar à sociedade a sensação de que conta com a proteção do Estado, também têm explicações a dar nessa história. Esses órgãos custam os olhos da cara para o contribuinte. Mas às vezes se mostram incapazes de impedir que o dinheiro do cidadão escorra entre os dedos daqueles que são pagos para zelar por ele e desapareça sem deixar rastros.

[As danações de Carina] Onde nós conversamos com nossos silêncios

Carina Bratt

Minhas condolências e a minha saudade à dona Vanda Caldeira Saiter, do 302, que ontem, sábado, veio a óbito.

NA VARANDA do meu apê, na Borges de Medeiros, de frente para a Lagoa Rodrigo de Freitas e o Cristo Redentor, eu e mais três vizinhas aqui do prédio, enquanto tomamos café espiamos, quietas a tarde bonita e calma se achegando vagarosa. Mandei a Lidiane, minha secretária do lar servir refrigerante com bolo de chocolate. Nos fazendo companhia, um vento ameno passa e o silêncio que se instala como nosso convidado penetra solenemente. 

Não precisamos de palavras para nos entendermos. O olhar de uma carrega o momento mágico que a outra já conhece. O gesto de ajeitar o lenço no cabelo é resposta suficiente para a pergunta que nunca foi feita. O silêncio entre eu e elas não é um silêncio vazio: é um silêncio terno, tecido de cumplicidade, de histórias que não precisam ser narradas porque já vivemos, já passamos por elas de alguma forma, juntas.

Dona Odete do 701 suspira, e o suspiro é pura lembrança. A Vanda do 302 sorri, e o sorriso dela é consolo. A Elisabeth do 202 fecha os olhos, e o fechar dos seus olhos é pura oração silenciosa. Conversamos sem falar, e nesse diálogo invisível construímos uma fortaleza intransponível contra o mundo que tantas vezes atravessamos, ora com pedaços bons, ora com momentos de recordações que não desgrudam de nosso corpo, nem de nossa alma.

O silêncio delas não é submissão, é resistência. O meu não é tristeza, é saudade. Saudade do meu papito que partiu para o andara de cima e eu não pude dizer a ele tudo o que queria ter dito. Cada uma de nós tem a sua linguagem secreta. É a linguagem bem guardadinha de quem aprendeu a se comunicar nas entrelinhas, de quem sabe que nem sempre o que importa cabe em palavras ou frases.

sábado, 14 de março de 2026

[Versos de través] Porque há desejo em mim

Hilda Hilst

Porque há desejo em mim, é tudo cintilância. 
Antes, o cotidiano era um pensar alturas
Buscando Aquele Outro decantado
Surdo à minha humana ladradura.

Visgo e suor, pois nunca se faziam.
Hoje, de carne e osso, laborioso, lascivo
Tomas-me o corpo. E que descanso me dás
Depois das lidas. Sonhei penhascos

Quando havia o jardim aqui ao lado.
Pensei subidas onde não havia rastros.
Extasiada, fodo contigo
Ao invés de ganir diante do Nada.


Hilda Hilst

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Passeio 
Aquela 
Árias Pequenas. Para Bandolim 
Êxtase 
Dez chamamentos ao amigo 
Tenta-me de novo

Praça vendida pela prefeitura na Barra da Tijuca vai dar lugar a empreendimento comercial; moradores do entorno ficam ‘revoltados’

Parte da Praça Gilson Amado, na Avenida das Américas, foi leiloada em 2023 e começou a receber intervenções neste mês; condomínio vizinho contesta venda na Justiça

Victor Serra

Parte da Praça Gilson Amado, na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, vendida pela prefeitura em leilão no fim de 2023, deve dar lugar a um empreendimento comercial. O início das intervenções no terreno, com instalação de contêiner e cercamento da área no começo de março, provocou indignação entre moradores do condomínio Riviera dei Fiori, que questionam a venda na Justiça.

O lote foi adquirido pela empresa Green Negócios e Participações Ltda, que pretende construir no local um prédio comercial com dois pavimentos e cobertura. O projeto prevê estacionamento subterrâneo, sete lojas no térreo, como padaria, farmácia, pet shop e salão de beleza, além de uma academia no segundo andar e segurança 24 horas.

Moradores afirmam que utilizavam o espaço há décadas mediante pagamento de uma taxa mensal à prefeitura e dizem ter sido surpreendidos pelo início das obras. O condomínio chegou a conseguir uma liminar suspendendo a venda do terreno, mas a decisão foi derrubada cerca de um ano depois, permitindo que a área fosse registrada em cartório pela empresa.

Prédio do INSS abandonado há 30 anos no Centro do Rio, pode virar moradia popular após proposta do MPF

Imóvel na Rua Riachuelo está vazio há mais de 30 anos e abriga atualmente 115 moradores da Ocupação Gilberto Domingos. Acordo busca garantir habitação social e encerrar disputa judicial

Gabriella Lourenço

O prédio pertencente ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), na Rua Riachuelo, no Centro do Rio, pode ser destinado a moradia popular após proposta de acordo apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal. O imóvel, que está sem uso há mais de três décadas, é ocupado atualmente por famílias em situação de vulnerabilidade social e pode passar a cumprir função habitacional caso o entendimento seja homologado.

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Hoje, o edifício abriga a Ocupação Gilberto Domingos, formada por 115 pessoas, entre elas 36 crianças e adolescentes e 14 idosos. A proposta do MPF busca garantir o direito à moradia das famílias e encerrar a disputa judicial envolvendo a posse do imóvel.

De acordo com o órgão, a permanência dos moradores no local é considerada fundamental para assegurar direitos básicos, como moradia, educação e acesso ao trabalho. Muitos dos residentes trabalham de forma informal na região central da cidade e têm filhos matriculados em escolas próximas, o que reforça a importância de manter as famílias na área.

“A manutenção dos ocupantes na localidade é necessária para a garantia de uma série de direitos fundamentais, entre os quais o direito à moradia, à educação e ao acesso ao trabalho”, afirma o procurador da República Julio Araujo, responsável pela manifestação no processo.

O MPF também argumenta que o prédio permanece sem uso há décadas, apesar de pertencer ao INSS, o que contraria o princípio constitucional da função social da propriedade.

Reunião entre órgãos públicos discutiu solução

Homem é preso em banheiro de quiosque após cobrar R$ 2,5 mil em caipirinha para turista

Vítima tentou pagar R$ 80 por bebida, mas teve valor alterado em máquina de cartão

O Dia

Um vendedor ambulante foi preso por policiais do 19º BPM (Copacabana) após aplicar um golpe de R$ 2,5 mil em um turista colombiano, na orla de Copacabana, Zona Sul do Rio. A prisão ocorreu na noite desta sexta-feira (13), dentro do banheiro de um quiosque, onde o criminoso tentou se esconder após denúncias de furto e estelionato.

De acordo com a PM, o golpe aconteceu durante a compra de uma caipirinha. O valor combinado pelo produto era de R$ 80, mas, ao passar o cartão, o golpista debitou R$ 2,5 mil. Ao perceber a irregularidade, a vítima acionou a Polícia Militar, que iniciou as buscas e localizou o suspeito.

Com o homem, foram apreendidos uma máquina de cartão, dois celulares, duas bolsas e cerca de 1g de maconha. 

A Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) registrou o caso.

Título e Texto: Redação, O Dia, 14-3-2026, 9h38

Boulos protesta + Lula, o estadista invejado + Bolsonaro herói

Que lapada!

Esse é o nível de parte do jornalismo brasileiro

Alguém sabe onde estão, por onde andam?

Existia um grupo chamado "Tortura nunca mais"… Alguém sabe se acabou? 

Existia um grupo chamado "Prerrogativas"… Alguém sabe se acabou? 

Existia uma coisa chamada "OAB"… Alguém sabe se acabou? 

Existiam dezenas de grupos de direitos humanos… Alguém sabe onde estão?

Texto: Adolfo Sachsida, X, 13-3-2026, 14h28

Noffa!!! relator age como relator

e compartilha com os colegas os fundamentos da decisão para eles votarem! 

Bonito é o Alexandre, que mantém tudo em sigilo e não leva os casos a julgamento, MESMO SABENDO que os outros só vão chancelar o que ele decidir...

Título, Imagem e Texto: Te Atualizei, X, 13-3-3026, 21h19