Tatiane Melchior Stefanello Hodson
É triste ver que depois de tudo que o
Brasil passou nos últimos anos, ainda existam pessoas que votam no Lula por
conta das narrativas e fake news petistas de anos atrás.
Confesso que estou numa bolha fora do
círculo esquerdista propositalmente. Meus amigos fanáticos petistas de anos
atrás hoje são ex-amigos, pois não dá para aguentar tanta baboseira de quem apoia
o comunismo.
Mas sei que muitos eleitores de Lula
votam nele porque odeiam o Bolsonaro, e justificam o voto porque acreditam que
"Bolsonaro fala muita m*", " Bolsonaro é misógino e fala mal das
mulheres", "Bolsonaro foi um genocida e negacionista durante a
pandemia, e por isso muita gente morreu".
Esse ódio visceral a Jair não tem base
nos fatos, mas é fruto da narrativa petista.
Acho que Lula conseguiu renascer das
cinzas porque a lavagem cerebral da esquerda foi muito ampla e bem-sucedida.
Conseguiram fazer o nome Bolsonaro ser odiado por motivos pífios, ou
inexistentes, e assim alavancar um cadáver eleitoreiro como contrapartida ao
"monstruoso miliciano".
Isso demonstra a força das narrativas
programadas.
Felizmente, nem todo eleitor da
esquerda é um comunista convicto e militante fanático. Essa raça existe e é
perigosa.
Mas grande parte dos eleitores de Lula
são apenas vítimas de um processo psicológico que pode ser descrito como uma
lavagem cerebral: a propaganda totalitária, que foi utilizada pelo comunismo,
nazismo e fascismo no passado. O petismo utiliza essas mesmíssimas técnicas.
Esse processo realizado pela esquerda, consegue martelar na mente do eleitor os eventos insignificantes e as mentiras descaradas sobre Bolsonaro, alimentando essas narrativas por anos a fio. A lavagem cerebral também consegue cegar o eleitor em relação às ações criminosas de Lula, apagando os eventos significativos do consciente de suas vítimas, colocando um véu sobre a realidade. Mesmo que a pessoa veja a realidade com seus próprios olhos, ela não consegue discernir o certo do errado, a mentira da verdade.





















