terça-feira, 6 de outubro de 2026

O Comunicado de Cristiano Ronaldo, na íntegra: das críticas a Jorge Jesus ao pedido de desculpas a Portugal

João Sousa

Cristiano Ronaldo divulgou, esta terça-feira, um longo comunicado no qual explica a sua versão dos factos que o levaram a abandonar o estágio da selecção nacional, em ruptura com Jorge Jesus.

No documento, o capitão da selecção de Portugal sustenta que o seleccionador faltou à palavra duas vezes e revela um plano de oito pontos que queria que Jesus afirmasse em público.

Ronaldo também pede desculpa aos portugueses e aos colegas de selecção por ter abandonado o estágio.

Lê aqui o comunicado de Cristiano Ronaldo na íntegra:

"Tal como prometi, decidi contar, na primeira pessoa e de forma direta, as circunstâncias que envolveram o último estágio da Seleção Nacional.

Após o Mundial 2026 preparei uma carta aos portugueses, que ainda guardo, com as palavras que lhes quero dirigir quando abandonar, definitivamente, a nossa equipa.

No final da competição, logo no voo de regresso dos Estados Unidos, o Presidente da Federação pediu e insistiu que eu ponderasse a decisão de sair porque a FPF queria que eu continuasse.

Logo a seguir pediu que lhe desse a minha opinião sobre o nome do atual Selecionador e que ele estava a ponderar, a par de outros nomes que não me revelou.

Respondi ao Presidente da Federação que, em minha opinião, seria a escolha certa.

Ruas vence em 79 cidades e Paes lidera em 13 no primeiro turno

Candidato do PL teve maioria em praticamente todas as regiões do estado; ex-prefeito do Rio foi o mais votado na capital, e em outros 12 municípios

Leonardo Brito

O mapa eleitoral do primeiro turno da disputa pelo Governo do Rio de Janeiro mostrou uma vantagem territorial de Douglas Ruas (PL) sobre Eduardo Paes (PSD). O candidato do Partido Liberal terminou à frente em 79 dos 92 municípios fluminenses, enquanto o ex-prefeito do Rio liderou em 13 cidades. 

Na votação estadual, Ruas recebeu 49,27% dos votos válidos, contra 42,76% de Paes. A diferença entre os dois foi de pouco mais de seis pontos percentuais. O resultado municipal, porém, revela uma distribuição diferente daquela observada apenas na soma estadual: enquanto Paes concentrou suas vitórias em um grupo menor de cidades, Ruas ficou na frente na maior parte do território fluminense. 

O melhor desempenho percentual de Douglas Ruas foi registrado em São José do Vale do Rio Preto, na Região Serrana. O candidato do PL recebeu 70,87% dos votos válidos no município. Também teve votações acima de 65% em cidades como São Pedro da Aldeia (68,06%), Casimiro de Abreu (67,07%), Saquarema (66,71%), Italva (66,26%), São José de Ubá (65,55%), Paty do Alferes (65,73%), Sumidouro (65,41%) e Araruama (65,90%).

Paes, por sua vez, alcançou seu maior percentual em Comendador Levy Gasparian, no Centro-Sul Fluminense, onde recebeu 56,94% dos votos válidos. O candidato do PSD também venceu na capital, em Niterói e em outros municípios do interior.

Na Região Metropolitana, Ruas vence na maioria das cidades

A vantagem de Douglas Ruas aparece com força na Região Metropolitana. O candidato do PL venceu em municípios populosos da Baixada Fluminense e do entorno da capital.

Em São Gonçalo, Ruas alcançou 59,99% dos votos, contra 33,96% de Paes. Em Itaboraí, foram 59,30% contra 33,61%. Em Belford Roxo, o candidato do PL teve 57,81%, enquanto Paes registrou 34,02%.

Ruas também venceu em Nova Iguaçu (56,70%), São João de Meriti (54,42%), Nilópolis (54,04%), Mesquita (56,47%), Queimados (53,78%), Seropédica (53,24%), Japeri (52,50%), Magé (53,35%), Guapimirim (60,07%), Itaguaí (55,14%), Paracambi (51,39%), Rio Bonito (63,70%), Tanguá (61,70%) e Cachoeiras de Macacu (62,19%).

Em Duque de Caxias, uma das maiores cidades do estado, a disputa foi mais equilibrada. Ruas terminou na frente com 49,33%, contra 42,52% de Paes.

O grande vencedor


Toda eleição tem vencedores.

Os que recebem mais votos.

Os que conquistam mandatos.

Os que sobem aos palanques, abraçam correligionários e fazem discursos de agradecimento.

Esta eleição teve um vencedor muito particular.

Não fez campanha.

Não pediu voto.

Não participou de comícios.

Não apareceu no horário eleitoral.

Não concedeu entrevistas.

Não tinha redes sociais.

Não comandava grupos de WhatsApp.

Não votou.

Na verdade, sequer podia falar com seus eleitores.

Estava preso.

Incomunicável.

E, ainda assim, esteve presente durante toda a eleição.

Foi ele quem escolheu o candidato à Presidência.

Geraldo Alckmin ataca a liberdade educacional

Os grandes derrotados

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[Livros & Leituras] A relíquia

Eça de Queirós, Círculo do Livro, São Paulo, Brasil, 234 páginas. 

A Relíquia é um romance realista fantástico do escritor português Eça de Queiroz, publicado em 1887 no Porto, pela Typographia de A. J. da Silva Teixeira.

O autor deu-lhe como subtítulo, a agora célebre frase ”sobre a nudez forte da verdade — o manto diáfano da fantasia”. A obra é influenciada pela Vida de Jesus e São Paulo, ambas de Ernest Renan, e pelas Memorias de Judas, de Ferdinando Petruccelli della Gattina.

Alguns autores acusaram Eça de Queiroz de ter plagiado a obra de Petruccelli della Gattina.

Enredo

A Relíquia começa com a apresentação do narrador e protagonista da história, Teodorico Raposo, que busca explicar ao leitor o que o motivou a escrever suas memórias. Ele nos diz que a principal motivação está no facto de tanto ele como seu cunhado, Crispim, acreditarem que aquelas memórias contêm "uma lição lúcida e forte" da vida, sendo merecedoras da imortalidade que só "a literatura propicia". A narração se concentra numa viagem feita por Teodorico ao Egito e à Palestina, logo após uma decepção amorosa. Buscando fugir ao modelo de "guia de viagem", Teodorico nos conta com suposta "sobriedade e sinceridade" os casos que provocaram mudanças significativas em sua vida, principalmente no que tange à herança que supunha merecer.

[Aparecido rasga o verbo] Talvez, lá no distante da curva...

Aparecido Raimundo de Souza

BERREDO MACIEL estava sentado na mesa de número quinze numa cadeira de plástico, bem lá num canto escondido da padaria, observando o movimento da avenida movimentada como quem tenta decifrar um código secreto tipo Dan Brown. O barulho das xícaras batendo, o chiado da máquina de café e, de fundo, o som distante de um ônibus atrasado que nunca chegava no horário. Na cabeça de Berredo Maciel, uma frase martelava impiedosa: “eu só queria morrer em paz”. Não era um grito de desespero incontido, mas um suspiro cansado, desgostoso, como quem amargurado e descontente com a vida que levava, pedia silêncio em meio de um barulho ensurdecedor que não dava um minuto de trégua.

Ao seu lado, uma garota de uns quinze anos lembrava a Liesel Meminger, aquela órfã que roubava livros e havia chegado de bicicleta fazendo um pequeno barulho ao cruzar por ele, como se a sua passagem espalhasse folhas secas pelo chão enladrilhado. O vento ameno que vinha da porta de entrada onde ficava o forno trouxe o cheiro de pão recém‑saído, e por um instante, em vista do pequeno barulho, Berredo Maciel fechou os olhos e deixou o aroma envolver seu peito pensando que talvez a paz não fosse um destino final, mas um ponto de parada inesperado entre um suspiro e outro. Lembrou que não precisava de um funeral pomposo tipo o de Elvis Presley, ou mais recentemente do Renner, da dupla com Rick. Bastava um momento calmo de silêncio acolhedor, um copo grande de café com leite e açúcar e a certeza de que ainda havia algo que cheirava a vida.

Quando a porta do “vai e vem” se abriu, (voltando, de novo a mocinha parecida com a Liesel Meminger) dando acesso ao interior do estabelecimento, recordou momentaneamente que com ela entrou uma réstia tênue de luz clara vinda, tipo assim, de uma tarde que insistia em ser quente mesmo no inverno que cobria a cidade. Ele se levantou, passou no caixa, pagou o café e saiu. Se foi sem saber se a frase ainda ecoava dentro de seu “eu” interior, ou se fazia pulsante com aquela sensação de que, talvez, só talvez, a paz fosse simplesmente caminhar ao lado dele, devagar, de modo que pudesse andar despreocupado, sem pressa de chegar à lugar nenhum. Nesse cenário, Berredo Maciel entre o barulho da avenida e o cheiro de pão, numa espécie de estalo vindo de algum lugar desconhecido, aprendeu, ou melhor se deu conta entendendo que “morrer em paz” poderia ser só um jeito de viver um pouco mais... um pouco mais livre, leve e solto.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno: ‘Urnas falaram’

Segundo o ex-presidente, o resultado deixou claro que o povo brasileiro ‘deseja mudança, quer atenção e respeito’


BAND

O ex-presidente Michel Temer (MDB) declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Flávio Bolsonaro terminou a apuração em primeiro lugar, com 47,03% dos votos válidos, o equivalente a 56.104.503 votos. Lula ficou em segundo, com 45,16%, ou 53.879.538 votos.

"As urnas falaram. O povo brasileiro, autoridade única da democracia, deixou claro que deseja mudança, quer atenção e respeito. Quem entendeu isso foi reeleito. Com os demais, deu-se a renovação. Renovação que apareceu fortemente na composição do Congresso Nacional e na força da candidatura à Presidência da República que chegou ao segundo turno em primeiro lugar”, declarou Michel Temer em publicação nas redes sociais.

“A sociedade não quer fórmulas repetidas e discursos grosseiros, quer novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente. Quer, portanto, reconexão. E reconexão é Flávio”, acrescentou. 

[Sétima Arte] Par ou Ímpar


Odds And Evens,
(em português: Par ou Ímpar; em italiano: Pari e dispari) é um filme italiano de 1978, dirigido por Sergio Corbucci.

Johnny Firpo (Terence Hill) é um oficial da marinha encarregado de investigar uma quadrilha de apostas ilegais, cujo cabecilha, conhecido como «o grego» (Luciano Catenacci), é um grande jogador de poker. O chefe de Johnny pede-lhe que consiga a ajuda do camionista Charlie (Bud Spencer), um ex-jogador, que está apaixonado pela freira Susanna (Marisa Laurito). Wikipédia

No IMDb: 7,1 

Não achei graça nenhuma, vai ver que eu estava acometido de… letargia burrófila… 

Anteriores:
Indiana Jones e os caçadores da arca perdida 
Braveheart – Coração valente 
Demolidor: O homem sem medo 
Aquele que sabe viver 
Cem dias em Palermo

A conta não fecha


Passada a eleição, começa outra eleição.

A das explicações.

Alguns nomes conhecidos da política descobriram ontem uma verdade que costuma ser esquecida por quem permanece muito tempo no poder de que

urna não tem memória afetiva.

Foram varridos.

Outros chegaram.

A direita saiu fortalecida de várias disputas, ampliou sua presença no Congresso e conquistou governos estaduais importantes.

O mapa político mudou.

Até aí, eleição.

É para isso que ela existe.

O curioso aconteceu quando os brasileiros começaram a acompanhar a apuração para presidente.

Flávio Bolsonaro estava na frente.

Os números subiam. A diferença chamava atenção.

Televisões ligadas, celulares nas mãos e grupos de WhatsApp transformados em pequenas centrais de apuração.

Cada atualização provocava comemoração de um lado e silêncio do outro.

Até que…

Parou.

Não o Brasil.

Não a eleição.

A divulgação.

O novo anormal: França a ferro e fogo experimenta clima de guerra civil

Paulo Hasse Paixão 

As ruas de França estão novamente em chamas. Mas desta vez as coisas são diferentes do costume

Desde a passada segunda-feira que o país tem sido palco de protestos estudantis por todo o país. Na quinta-feira passada, o governo francês convocou uma reunião de emergência, uma vez que os protestos se tornaram rapidamente violentos, com manifestantes, muitos deles imigrantes, envolvidos em incêndios e outros atos de violência. Em alguns casos, estes “estudantes” foram vistos a entoar cânticos islâmicos e a hastear bandeiras estrangeiras.

Como o Contra já documentou, os incidentes escapam à normal agitação social que a França vive regularmente. Os níveis de violência, o aproveitamento da extrema-esquerda, o protagonismo de grupos de imigrantes e descendentes de imigrantes, bem como a abrangência dos protestos, que transcendem o âmbito estudantil, inauguram um novo patamar de confronto na sociedade francesa.

Os protestos começaram ostensiva e alegadamente como resposta à falta de professores e funcionários escolares, às turmas sobrelotadas, às infraestruturas escolares deficientes e à ventilação inadequada durante as recentes ondas de calor.

O primeiro protesto teve lugar na escola secundária Saint-Exupéry, em Créteil, um subúrbio no sudeste de Paris, na segunda-feira, 21 de setembro. Protestos semelhantes espalharam-se pela região de Paris à medida que as notícias se espalharam pelo Snapchat, Instagram e TikTok. Na terça-feira, 29 de setembro, a União dos Estudantes do Ensino Secundário (USL), o principal sindicato que representa os estudantes do ensino secundário, convocou um bloqueio nacional, interrompendo as atividades normais nos liceus franceses. Desde o bloqueio, cerca de 410 escolas secundárias em toda a França foram palco de algum tipo de protesto. O Ministério do Interior registou cerca de 440 detenções.

Os protestos começaram antes da apresentação do orçamento do governo francês na quinta-feira, 1 de outubro, que incluía cortes nas despesas públicas com o objetivo de reduzir o crescente défice e a dívida pública do país, que se situa atualmente nos 119% do PIB, totalizando aproximadamente 3,6 biliões de euros, e o país apresenta um défice persistente no sector público desde 1974. 

Funcionária que tentou impedir o vandalismo num liceu em Marselha é atingida na cara pelo fogo projetado por uma lata de aerossol

Violência abundante e sem sentido. 

Why Might Putin Finally Decide To Bring Ukraine To Its Knees After Nearly Five Years?

Andrew Korybko 

Regardless of why Putin might have held off on this for so long, he’s now arguably motivated at least in part by the tantalizing possibility of reaching big-ticket resource deals with the US after the conflict ends, the details of which his and Trump’s envoys have been negotiating for over a year already

The New York Times cited allegedly intercepted Russian communications to report that Russia plans to obliterate Ukraine’s power, heating, and water systems this winter. While their claim can’t be confirmed, it aligns with Putin mildly “escalating to de-escalate” over the summer in response to Zelensky’s strike campaign, which has taken the form of ramping up attacks on Ukrainian infrastructure. If the report is true, then Russia doesn’t just aim to sever Ukraine’s military logistics, but to bring Ukraine to its knees.

Putin has thus far eschewed this arguably due to his belief that Russians and Ukrainians are kindred people. Some have suggested that Russia might not have had the drone and/or missile capacity to do so earlier, however, whether due to low production till now and/or to hedge against the scenario of a hot war with NATO. In any case, Putin now seems to have made peace with the humanitarian consequences of ending the war on Russia’s terms sooner rather than later, or at least on as many of them as possible.

He might be motivated by more than just Ukraine’s “war of attrition” against Russia that began over the summer with American backing and interestingly enough France’s as well. Treasury Secretary Scott Bessent reportedly told his Russian counterpart over the summer that no business deals are possible so long as the conflict continues. Since then, Steve Witkoff and Jared Kushner met with Putin to discuss such deals among other topics, after which Kirill Dmitriev traveled to the US to follow up on that.

Eleição para governador será decidida no segundo turno em seis estados e no DF

Foto: Pedro França/Agência Senado

Agência Senado

A eleição para governador será decidida em segundo turno em seis estados e no Distrito Federal. Veja abaixo a tabela com todos os estados em que a eleição não foi decidida no primeiro turno e os candidatos que ainda estão na disputa. O segundo turno das eleições de 2026 está marcado para o último domingo de outubro (25). 

Este é o menor número de estados que ficaram com eleição indefinida no primeiro turno desde a redemocratização. Antes, o maior número era o de 2010, com 9 estados, seguido por 2006, com 10 governadores eleitos em primeiro turno.   

Acre

Mailza Assis (PP)

Alan Rick (Republicanos)

Amazonas

Omar Aziz (PSD)

Professora Maria do Carmo (PL)

Distrito Federal

Celina Leão (PP)              

Leandro Grass (PT)

Espírito Santo

Lorenzo Pazolini (Republicanos)

Ricardo Ferraço (MDB)

Rio de Janeiro

Douglas Ruas (PL)

Eduardo Paes (PSD)

Rio Grande do Norte

Allyson Bezerra (União)

Cadu de Lula (PT)

Tocantins

Professora Dorinha (União)

Vicentinho Júnior (PP)

 Fonte: Agência Senado, 4-10-2026, 23h56

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Eleição para governador é definida em primeiro turno em 20 estados

Foto: Pedro França/Agência Senado

Os eleitores de 20 estados resolveram a eleição para governador já no primeiro turno. Este é o número recorde de definição dos governos na primeira votação desde a redemocratização. Antes, o maior número era o de 2010, com 18 estados, seguido por 2006, com 17 governadores eleitos em primeiro turno.   

De acordo com a Constituição de 1988, o candidato precisa ter mais de 50% dos votos válidos para ser eleito sem a necessidade de uma segunda votação. Outros 7 estados terão segundo turno, com a votação marcada para 25 de outubro.

O candidato com a maior porcentagem de votos válidos foi Rafael Fonteles (PT), do Piauí, que está matematicamente reeleito governador com 70,9% dos votos válidos, seguido por Jorginho Melo (PL), de Santa Catarina, com 69,98% dos votos.

Já o Paraná e o Pará registraram as vitórias mais apertadas em primeiro turno. O senador Sergio Moro (PL) foi eleito governador do Paraná com 50,1% dos votos válidos.

Alagoas

JHC (PSDB), como é conhecido João Henrique Caldas, foi eleito governador de Alagoas com 52,2% dos votos. Nascido em 1987, em Maceió (AL), ele é formado em Direito, com mestrado em Administração Pública. Filho da senadora Dra. Eudócia (PSDB-AL), ele foi eleito deputado estatual em 2010, deputado federal em 2014 e 2018 e prefeito de Maceió em 2020, tendo sito reeleito em 2024.  Deixou o cargo de prefeito em abril de 2026 para concorrer ao governo. Sua vice é Célia Rocha (PSDB)

Amapá

Dr. Furlan (PSD) será o novo governador do Amapá e foi eleito com 57,11% dos votos. Nascido em San José, na Costa Rica, em 1973, ele foi criado no Pará e é cirurgião cardiovascular. Seu primeiro mandato eletivo foi conquistado nas eleições de 2014, quando se elegeu deputado estadual pelo Amapá. Foi reeleito em 2018 e dois anos depois, em 2020, foi eleito prefeito de Macapá, cargo para o qual se reelegeu em 2024. Em março de 2026, renunciou ao cargo para disputar a eleição para o governo do estado. Sua vice é Luciana Gurgel (PL).

Conheça os 54 senadores eleitos no domingo, 4 de outubro de 2026


Pedro França/Agência Senado

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Neste domingo (4), os eleitores do país escolheram 54 senadores. Eles terão mandato de oito anos, entre 1º de fevereiro de 2027 e 31 de janeiro de 2035. Para saber mais sobre os eleitos, clique nos links de cada estado na tabela abaixo.

Senadores eleitos por estado

Acre

Marcio Bittar (PL) e Mara Rocha (Republicanos)

Alagoas

Arthur Lira (PP) e Marina JHC (PSDB)

Amapá

Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD)

Amazonas

Eduardo Braga (MDB) e Plínio Valério (PSDB)

Bahia

Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT)

Ceará

Cid Gomes (PSB) e Luizianne Lins (Rede)

Distrito Federal

Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL)

Espírito Santo

Renato Casagrande (PSB) e Evair de Melo (Republicanos)

Goiás

Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União) 

Maranhão

André Fufuca (PP) e Lahesio Bonfim (Novo)

Mato Grosso

Mauro Mendes (União) e Zé Medeiros (PL) 

Mato Grosso do Sul

Reinaldo Azambuja (PL) e Capitão Contar (PL)

Minas Gerais

Domingos Sávio (PL) e Marília Campos (PT) 

Pará

Helder Barbalho (MDB) e Chicão (União)

Paraíba

João Azevêdo (PSB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB)

Paraná

Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) 

Pernambuco

Humberto Costa (PT) e Marília Arraes (PDT)  

Piauí

Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD)

Rio de Janeiro 

Carlos Portinho (PL) e Carlos Jordy (PL)

Rio Grande do Norte

Styvenson Valentim (Podemos) e Samanda de Lula (PT)

Rio Grande do Sul

Ubiratan Sanderson (PL) e Marcel Van Hattem (Novo)

Rondônia

Fernando Máximo (PL) e Bruno Scheid (PL)

Roraima

Nicoletti (PL) e Teresa Surita (MDB) 

Santa Catarina

Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL)

São Paulo

Guilherme Derrite (PP) e André do Prado (PL)

Sergipe 

Rogério Carvalho (PT) e Alessandro Vieira (MDB)

Tocantins

Eduardo Gomes (PL) e Alexandre Guimarães (MDB)

Título, Imagem e Texto: Pedro França, Agência Senado, 4-10-2026, 22h51 

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Veja os 46 deputados federais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026

Confira os 46 deputados federais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026. O PL conquistou 15 vagas e a federação PT PCdoB PV ficou com oito cadeiras na Câmara

Quintino Gomes Freire

O Rio de Janeiro definiu neste domingo (4/10) os nomes que vão representar o estado na Câmara dos Deputados a partir de fevereiro de 2027. O PL conquistou a maior bancada fluminense, com 15 deputados federais eleitos, enquanto a federação formada por PT, PCdoB e PV ficou com oito cadeiras.

A federação União Progressista, que reúne União Brasil e PP, conquistou seis vagas. Já o PSD, a federação PSDB/Cidadania e a federação PSOL/Rede ficaram com quatro deputados cada.

Republicanos, MDB, PDT, Novo e Solidariedade completam a distribuição das cadeiras, com um representante cada.

A nova bancada reúne parlamentares que conquistaram a reeleição e nomes que vão estrear na Câmara dos Deputados. Entre os eleitos estão Dr. Luizinho (PP), candidato com a maior votação nominal do estado, Rick Azevedo (PSOL), segundo mais votado, e Lindbergh Farias (PT), que terminou na terceira colocação.

PL conquista 15 cadeiras e terá a maior bancada do Rio

O Partido Liberal (PL) foi a legenda que conquistou mais vagas para deputado federal no estado. Ao todo, serão 15 representantes na próxima legislatura.

Entre os eleitos estão Altineu Côrtes, Sóstenes Cavalcante, General Pazuello, Soraya Santos e Chris Tonietto, que disputaram a continuidade de seus mandatos.

A bancada também contará com nomes como Manoela Peres, Júlia de Castro, Diogo Balieiro Diniz, Rafael Satiê, Wladimir Garotinho e Thiago Gagliasso.

O resultado mantém o PL como uma das principais forças políticas do Rio na Câmara dos Deputados, em uma eleição marcada também pelo desempenho de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e de Douglas Ruas para o Governo do Estado.

Veja os 70 deputados estaduais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026

Palácio Tiradentes, foto: Marcio Curvello/Diário do Rio

Confira os 70 deputados estaduais eleitos pelo Rio de Janeiro em 2026. O PL conquistou 21 cadeiras na Alerj seguido pela federação PT PCdoB PV com dez vagas

Quintino Gomes Freire

O Rio de Janeiro definiu neste domingo (4/10) os 70 deputados estaduais que vão ocupar as cadeiras da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) a partir de 2027. O PL conquistou a maior bancada, com 21 parlamentares, enquanto a federação formada por PT, PCdoB e PV ficou com dez vagas.

O PSD e a federação União Brasil/PP elegeram nove deputados cada. Já a federação PSOL/Rede conquistou cinco cadeiras, seguida pelo Republicanos e pelo grupo formado por Solidariedade/PRD, com três representantes cada.

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A nova composição reúne deputados que conquistaram a reeleição, nomes que retornam ao Legislativo estadual e políticos que vão assumir um mandato na Alerj pela primeira vez.

Entre os destaques da votação estão Índia Armelau (PL), Márcio Canella (União Brasil) e Renata Souza (PSOL), que apareceram nas três primeiras posições do ranking de votos nominais.

PL conquista 21 das 70 cadeiras da Alerj

O Partido Liberal foi o principal vencedor na distribuição de vagas para deputado estadual no Rio de Janeiro.

Com 21 eleitos, a legenda terá 30% das cadeiras da Assembleia Legislativa. O resultado coloca o partido em posição de destaque nas negociações sobre a composição das comissões e o comando da Casa.

A lista do PL é liderada por Índia Armelau, que recebeu 248.312 votos e terminou como a candidata a deputada estadual mais votada do Rio.

Portugal vence no Dragão com Diogo Costa na baliza

Seleção portuguesa levou a melhor sobre a Noruega (2-1) e qualificou-se para os quartos de final da Liga das Nações

Com Diogo Costa a titular e a cumprir os 90 minutos na baliza, Portugal carimbou a qualificação para os quartos de final da Liga das Nações ao bater neste domingo a Noruega (2-1), no Estádio do Dragão.


O guarda-redes e capitão do FC Porto atingiu as 52 internacionalizações pela equipa das Quinas em mais uma ronda do Grupo 4 da Liga A da Ligas das Nações, liderado por Portugal com um pleno de vitórias nos quatro jogos disputados.

Antes do encontro, o camisola 99 dos Campeões Nacionais foi homenageado com uma placa a assinalar a meia centena de internacionalizações pela seleção portuguesa.

Título, Imagem e Texto: FC Porto, 4-10-2026, 21h44

No Estado do Rio de Janeiro: Douglas Ruas na frente – Carlos Portinho e Carlos Jordy eleitos

Senadores eleitos:
Carlos Portinho (PL), 4.264.932 votos - 26,77%;
Carlos Jordy (PL), 3.912.405 - 24,56%

Vamos para o 2º turno!

[Sétima Arte] Indiana Jones e os caçadores da arca perdida

Raiders of the Lost Ark (no Brasil, Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida; em Portugal, nos PALOP e em Macau, Os Salteadores da Arca Perdida) é um filme de aventura americano, dirigido por Steven Spielberg, que estreou em 1981. 

Foi produzido por Frank Marshall e Howard Kazanjian, com produção executiva de George Lucas, roteiro de Lawrence Kasdan, baseado em um tratamento de George Lucas e Philip Kaufman.

É o primeiro filme da saga Indiana Jones e o segundo da cronologia da série. Ele coloca Indiana Jones contra um grupo de nazistas que estão procurando a Arca da Aliança, que Adolf Hitler acredita que possa tornar o seu exército invencível.

O filme é estrelado por Harrison Ford, Karen Allen, Paul Freeman, John Rhys-Davies, Ronald Lacey e Denholm Elliott.

O roteiro foi escrito por Lawrence Kasdan, depois de uma discussão de quatro dias, na qual Spielberg, Lucas e ele definiram os principais elementos narrativos da trama.

A concepção do filme se originou quando Lucas decidiu criar uma versão moderna dos seriados dos anos 1930 e 1940. A produção aconteceu em Elstree Studios, na Inglaterra; mas as filmagens também aconteceram em La Rochelle, Tunísia, Havaí e Califórnia de junho a setembro de 1980.