Culturel, conservateur & corrosif
Nº 100, double édtion, septembre 2026, SAS l’Incorrect, Paris, 103 + 69 pages.
Culturel, conservateur & corrosif
Nº 100, double édtion, septembre 2026, SAS l’Incorrect, Paris, 103 + 69 pages.
Chaves dos primeiros moradores já começaram a ser entregues; empreendimento recebeu R$ 400 milhões em obras e ainda tem 26% das unidades à venda
Victor Serra
No residencial do antigo Hotel Glória, o Airbnb ficou de fora. A convenção do condomínio, feita recentemente, permitiu a locação dos apartamentos para terceiros, mas proibiu qualquer tipo de estadia de curta duração, como as oferecidas por plataformas online. A restrição vem justamente em um momento em que o modelo ganha espaço no Rio e atrai proprietários pela possibilidade de maior rentabilidade.
As chaves dos primeiros
moradores já começaram a ser entregues, após quatro anos de obras. O
empreendimento tem 266 apartamentos, com duas, três ou quatro suítes e áreas de
até 214 metros quadrados. Os preços variam de R$ 1,8 milhão a R$ 7 milhões.
Segundo a incorporadora, 26% das unidades ainda estão à venda.
De acordo com o braço
imobiliário do fundo Opportunity, que tocou a obra em parceria com a SIG, 60%
dos compradores já moram no Rio, 30% vivem em outros estados e 10% são
estrangeiros.
O projeto, que recebeu R$ 400
milhões em investimentos, quase o dobro do valor inicialmente previsto,
revitalizou o prédio histórico do Glória e incorporou duas novas torres
residenciais construídas do zero. A fachada original, tombada pelo IRPH, foi
preservada. O imóvel foi comprado pelo grupo em 2022, por R$ 90 milhões. A
negociação foi revelada em primeira mão pelo DIÁRIO DO RIO.
Até então, o Glória estava nas
mãos do Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi que recebeu o imóvel como
parte do pagamento de dívidas de Eike Batista. O empresário havia
comprado o hotel em 2008 e chegou a anunciar a intenção de levar a bandeira Four
Seasons para o endereço. O projeto, no entanto, não avançou.
Salão histórico vira espaço
para festas
No segundo pavimento, o antigo salão de festas foi preservado na mesma posição, com grandes janelas voltadas para a Baía de Guanabara. O espaço tem 244 metros quadrados e já recebeu convenções e coletivas de presidentes da República.
Equipe melhora desempenho defensivo, ganha novas opções com os reforços e registra aproveitamento superior sob o comando de Pedro Emanuel
Altair Alves 
Vasco X Coritiba em São Januário, foto: Matheus Lima/Vasco
O Vasco deixou a zona de rebaixamento do Brasileiro após quatro meses ao golear o Coritiba por 5×0, no último sábado (19), em São Januário. A saída do Z4 na 28ª rodada também contou com o empate do Grêmio diante do Palmeiras, mas o resultado é consequência de uma evolução construída ao longo das últimas semanas, com mudanças no modelo de jogo e o impacto dos reforços contratados na janela do meio do ano.
Desde que assumiu o comando da
equipe, Pedro Emanuel teve como uma das primeiras missões reduzir o número de
gols sofridos. A comissão técnica reorganizou o posicionamento da defesa,
aproximou os setores e deu maior atenção à recomposição e às bolas paradas.
O entendimento interno era de
que o Gigante da Colina já conseguia produzir ofensivamente, mas ainda
apresentava dificuldades para ocupar os espaços no terço final e transformar o
volume de jogo em gols.
Os números mostram a mudança de rendimento. Antes da chegada de Pedro Emanuel, o Vasco havia disputado 35 partidas em 2026, com 12 vitórias, 11 empates e 12 derrotas, alcançando 44,8% de aproveitamento. Nesse período, a equipe marcou 1,3 gol por jogo e sofreu 1,2.
Justiça do Rio de Janeiro rejeita acusação do Flamengo contra o Vasco da Gama sobre danos no gramado do Maracanã
Aniele Lacerda
![]() |
| Torcida do Vasco em clássico no Maracanã, foto: Matheus Lima/Vasco |
A Justiça do Rio de Janeiro deu vitória para o Vasco mediante alegação do rival Flamengo sobre o gramado do Maracanã. O Rubro-Negro até apresentou um relatório para sustentar sua acusação inicial, mas o tribunal rejeitou.
Recentemente, o adversário
acusou o Gigante da Colina de ter causado danos no gramado do estádio, após
confronto diante do Palmeiras em 2023. No entanto, a decisão do tribunal
indicou que o laudo da época era hipotético. Além disso, destacou que a
apresentação das provas seria útil na fase introdutória, não para a revisão do
julgamento. As informações são da ESPN e Jogada10.
– O laudo, àquela época, era meramente hipotético, o que se extrai tanto da data de sua confecção, anterior à partida, quanto, agora, das próprias expressões empregadas pelo embargante (Flamengo), todas formuladas no futuro do pretérito (“comprometeria”, “poderia”, “geraria” etc.), revelando tratar-se de prognósticos acerca de possíveis consequências futuras, e não de constatação de danos efetivamente verificados – disse a decisão, que concluiu:
Aparecido Raimundo de Souza
1.) Ainda existe esse tal câncer maligno chamado “ladrões do povo” na
vida cotidiana dos brasileiros?
A resposta, infelizmente, é
sim.
2.) E o que venha ser essas figuras asquerosas de “ladrões do povo”?
"Ladrões do povo" são aqueles vermes sórdidos e desprezíveis, que se apoderam do que é de toda uma coletividade. Referenciamos as verbas públicas, os recursos das comunidades, e em vez de seus integrantes trabalharem honestamente se transformam naqueles pulhas pífios e ordinários nojentos e funestos que vivem sem produzir nada, que passam os trezentos e sessenta e cinco dias do ano, tirando proveito dos mais fracos, dos que não têm força nas mãos para se defenderem.
Dito de forma mais
abrangente, são esses filhos das putas esquisitos que não movem uma palha em
prol de ninguém, não ajudam em porra nenhuma, só levam e escolhem justamente
quem está mais desprotegido, a saber: os pobres e depauperados, os idosos, os
homens trabalhadores simples. Em ambos os lados da moeda, os aproveitadores,
sem escrúpulos, ou em outras palavras, esses ratos de esgotos se afiguram como
o diabo que enriquece seus bolsos às custas das dores e sofrimentos alheios.
3.) E esses “ladrões do povo” ainda seguem fodendo o povo nos dias de
hoje?
Sim, e para quem não sabe ou duvida esses vigaristas abundam aos montes. E aqui me perdoem. Resolvemos GENERALIZAR, duplicando ou melhor colocado, “pluralizando” “LADRÕES DO POVO”, para ficar melhor explicado. Esses ratoneiros e punguistas das famílias brasileiras não só comem em nossas mesas, mas também se aproveitam das sobremesas “papam”, mandíbulas afiadas, as pregas de nossos rabos ao tempo em que nos impõem a todos seus crimes mais insanos e traiçoeiros. Esses seres repelentes e catastróficos podem ser vistos nas figuras desses políticos engravatados, nos gestores que desviam os dinheiros da saúde, as verbas da educação, as bufunfas da assistência, os caraminguás do INSS, roubando, afanando, extorquindo e metendo as mãos, furtando e desviando os “me fazem rir” dos mais necessitados e carecidos.
Samuel P. Huntington, Gradiva, Lisboa, 6ª edição: maio de 2026, 422 páginas.
Publicado
originariamente em 1996, nos Estados Unidos.
O livro que teve razão antes do tempo: um clássico das relações internacionais, o mais influente sobre política externa
O Choque das Civilizações e a Mudança na Ordem Mundial, de Samuel P. Huntington, mostra como os confrontos entre civilizações e religiões constituem a maior ameaça à paz mundial, mas também como uma ordem internacional baseada nessas mesmas civilizações pode ser a melhor salvaguarda contra a guerra.
Os ataques
de 11 de setembro de 2001 e as guerras no Iraque e no Afeganistão demonstraram
a ameaça dos choques civilizacionais.
À medida
que as distinções ideológicas entre nações foram sendo substituídas por
diferenças culturais, a política mundial foi profundamente reconfigurada,
pulverizando a antiga ordem da Guerra Fria.
O Choque das Civilizações e a Mudança na
Ordem Mundial mostra ainda como a explosão demográfica nos países
muçulmanos e a ascensão económica do Leste asiático fragmentou o equilíbrio
global.
Estes desenvolvimentos desafiam a predominância ocidental, incentivam a oposição aos supostos ideais «universais» do Ocidente e intensificam os conflitos entre civilizações em torno de temas como a proliferação nuclear, a imigração, os direitos humanos e a democracia.
Monetizar o corpo só é pecado quando a mulher o faz por
conta própria — e sem pedir autorização à nova moral
Maria Helena Costa
Antes de iniciar a minha prosa
sobre os raivosos ataques à protagonista da campanha da plataforma de apostas Novig, Sydney
Sweeney, cumpre-me dizer que, como cristã, acrescento outra recusa, mais antiga
e menos negociável: não me revejo na exibição do corpo feminino como meio para
o que quer que seja — nem para apostas, nem para um suposto “empoderamento”,
nem para vender calças de ganga ou previsões. O corpo não é um cartaz. Não é um
argumento. Não é moeda de troca. Esta recusa não nasce de um pudor vitoriano,
nem de ódio à beleza; nasce da convicção de que a pessoa humana não se reduz ao
que se pode mostrar, cobrir estrategicamente ou cotar no mercado.
Posto isto, creio que já todos
sabem que há um anúncio em que Sydney Sweeney aparece nua, ou quase nua,
coberta por bolas, raquetes e tacos, a promover uma plataforma de previsões
desportivas. Várias atletas reagiram com indignação — não face ao crescente
mercado das apostas, onde tantos gastam mais do que aquilo que têm, mas sim
perante o que consideram ser um “pontapé na cara de todas as mulheres”, que
sexualiza o desporto feminino, reduz anos de treino à mera aparência e monetiza
o corpo. Ariarne Titmus pergunta como é que ainda se vive num mundo em que isto
acontece. Amy Hunt, após uma final de 200 metros, olha para a câmara e atira:
“É assim que são as mulheres no desporto” — músculos, sangue, suor e lágrimas.
O desconforto das atletas é
compreensível. O desporto feminino lutou durante décadas para não ser tratado
como uma revista de praia com cronómetro. As mulheres querem ser vistas pelo
que fazem, não pelo que tapam ou destapam. Até aqui, perfeitamente razoável.
O problema começa quando se repara no resto do programa moral de muita gente que agora grita “objetificação”.
Em perfil criado há menos de 60 dias, Príncipe Imperial do Brasil pergunta "quem julga o julgador?", recupera o debate sobre o Poder Moderador e alcança milhões de brasileiros nas redes sociais
Quintino Gomes Freire
Sem palácio, bandeiras ou cenário cerimonial, sentado diante de uma parede clara, vestindo terno escuro e falando diretamente para a câmera, o príncipe Dom Rafael de Orléans e Bragança conseguiu algo pouco comum para um pronunciamento de caráter institucional. Em menos de 24 horas, sua mensagem sobre a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) ultrapassou rapidamente 1 milhão de visualizações no Instagram e começou a circular por páginas de notícias, perfis monarquistas e milhares de conversas particulares.
O vídeo, com dois minutos e 24
segundos de duração, foi publicado no perfil oficial do Príncipe Imperial do Brasil, criado há menos de 60 dias. A
velocidade da repercussão chama atenção justamente porque Dom Rafael ainda
inicia sua presença pública na plataforma, sem uma audiência formada durante
anos ou uma longa trajetória como produtor de conteúdo digital.
Nas primeiras 24 horas, além
de superar 1 milhão de visualizações, a publicação já reúne aproximadamente 103
mil curtidas, 4.880 comentários, quase 10 mil republicações e 26,2 mil
compartilhamentos por mensagem. Recortes do pronunciamento também passaram a
circular em outras páginas, acumulando
mais dezenas de milhares de novas interações em outros perfis.
Os números mostram que o vídeo
deixou rapidamente os círculos tradicionalmente ligados à Família
Imperial Brasileira. Curtir uma publicação representa uma reação imediata;
compartilhar um pronunciamento de quase dois minutos e meio exige um
envolvimento maior do espectador. Foi assim que a pergunta escolhida por Dom
Rafael como eixo da mensagem — “Quem julga o julgador?” —
ganhou vida própria nas redes.
Um pronunciamento sem nomes
ou acusações
Dom Rafael começa afirmando
que os acontecimentos recentes no STF preocupam todos aqueles que desejam o
melhor para o país. Em seguida, afasta deliberadamente sua manifestação das
disputas pessoais: “Não me cabe tomar partido nem julgar as pessoas”,
declara.
O príncipe não cita ministros, partidos, processos ou acusações específicas. Em lugar de distribuir responsabilidades individuais, conduz a reflexão para o desenho das instituições brasileiras e para as dificuldades que surgem quando um conflito nasce dentro da própria Corte encarregada de julgar as questões constitucionais mais importantes do país.
Veículos estavam na altura do número 1702, em frente ao Copacabana Palace, na tarde deste domingo (20)
Daniela Calcia
Carros foram flagrados
estacionados irregularmente sobre o calçadão tombado da Avenida Atlântica, em
Copacabana, na altura do número 1702, em frente ao Copacabana Palace, na tarde
deste domingo (20/09). O registro foi publicado pelo perfil Amigos de Copa,
da Associação Amigos de Copacabana.
Na publicação, feita por volta
das 15h, a entidade questiona a fiscalização no local: “Orla cheia de
GM de trânsito que poderia ir ao local infracionar, mas até agora nada.
Tolerância Zero ou mais ou menos?!”
Segundo a denúncia, havia
agentes da Guarda Municipal de trânsito na região, mas, até o momento do
registro, os veículos não haviam sido autuados.
“Isso acontece com frequência em frente ao Copacabana Palace”, afirma Horácio Magalhães, presidente da Associação Amigos de Copacabana.
Nova estação tem início nesta terça-feira (22), com calor de até 36°C, mas previsão aponta mudança no tempo a partir de quarta (23)
Alexia Gomes 
Praia de Copacabana, Posto 5, 20-9-2026, foto: Carlos Elias Junior/Agência O Dia
Depois de um fim de semana de
sol e tempo firme no Rio, a semana que marca a chegada da primavera começa com
previsão de chuva e mudança nas temperaturas. A nova estação tem início nesta
terça-feira (22), que ainda deve ser de calor, com máxima de 36°C. A partir de
quarta (23), porém, os termômetros podem despencar e há previsão de pancadas de
chuva.
Ao longo deste domingo (20), a
circulação dos ventos associados ao posicionamento de um sistema de alta
pressão no oceano influenciará o tempo na cidade. O céu irá variar entre
parcialmente nublado a nublado e há previsão de chuva fraca durante a noite. Os
ventos estarão moderados (de 18,5km/h a 51,9km/h) a ocasionalmente fortes (de
52km/h a 76km/h), principalmente nas Zonas Oeste e Sudoeste. A mínima prevista
é de 16°C e a máxima de 32°C.
Já nesta segunda-feira (21), a
previsão é de céu parcialmente nublado a nublado, com possibilidade de pancadas
de chuva isoladas durante a noite. Os ventos devem variar de moderados a
fortes. A temperatura fica entre 20°C e 35°C.
Na terça-feira (22), primeiro dia da primavera, a chuva deve ganhar força, com previsão de pancadas a partir da tarde. O céu fica parcialmente nublado a nublado, e os ventos variam de moderados a fortes, de sul a sudoeste. As temperaturas ficam entre 18°C e 36°C.
FC Porto venceu o Benfica (3-1) e aumentou a distância para os rivais na liderança da Liga
Quando FC Porto e Benfica entraram em campo, podia ler-se “supremacia” numa tarja gigante exibida na Superior Sul do Estádio do Dragão. Os 90 minutos que se seguiram fizeram jus a isso mesmo. O Campeão Nacional venceu o clássico da sétima jornada da Liga (3-1) e está agora mais isolado na liderança da classificação, com cinco e seis pontos de vantagem sobre os rivais de Lisboa.
![]() |
| Foto: Fernando Araújo/Lusa |
Daredevil (bra/prt: Demolidor: O Homem sem Medo) é um filme americano de 2003, uma aventura dirigida e escrita por Mark Steven Johnson, baseado no personagem homônimo criado por Stan Lee, Bill Everet e Frank Miller.
As canções de sua trilha
sonora foram lançadas no álbum Daredevil: The Album.
Sinopse
Após descobrir o verdadeiro
trabalho de seu pai, que era um boxeador na juventude, Matt Murdock sofre um
acidente que o expõe à radioatividade deixando-o cego, porém com o poder de ter
seus sentidos ampliados. Além disso, Matt ganha um apurado radar mental, que
faz com que consiga perceber o que ocorre à sua volta além do que as pessoas
normais podem ver.
Já adulto, Matt trabalha como
advogado criminal e após o expediente, transforma-se no Demolidor, o destemido
herói na luta contra o crime. Ele tem dois grandes vilões: o Mercenário (Colin
Farrell) que assassina o pai de Elektra, Nikolaos Natchios (ela pensa que foi o
Demolidor quem assassinou seu pai); e o Rei do Crime (Michael Clarke Duncan)
sendo esse o homem que assassinou o seu pai, após ele ganhar uma luta, quando
Matt ainda era criança (nessa luta, o pai de Matt deveria ter entregado o
ringue, mas como ele não queria passar um mau exemplo para o filho, vence a
luta e depois acaba sendo morto, a mando do vilão).
Se alguém tem dúvidas de como funciona uma ditadura perfeita, leia esse artigo e tirem suas conclusões‼️
Título e Imagem: IaraGB, X, 20-9-2026, 11h37
Relacionados:O presidente transformou a prisão de um adversário em promessa de campanha. Se a Justiça é independente, o que a eleição tem a ver com isso?
Rogerio Pires
Era sábado, e Lula estava em
Florianópolis, na praça Tancredo Neves, em pleno comício quando bufou:
“Eu quero ganhar para manter Bolsonaro
na cadeia.”
A plateia respondeu gritando “sem
anistia”.
Não foi um militante exaltado. Não foi
um perfil anônimo perdido numa rede social. Foi o presidente da República,
candidato à reeleição, em voz alta, como promessa de campanha. E num estado
onde Bolsonaro teve quase 70% dos votos válidos no segundo turno de 2022.
Li a frase uma vez. Depois outra. E
fiquei com uma pergunta que não sai da minha cabeça.
Desde quando o presidente da República
ganha uma eleição para decidir quem continua preso?
Todos deveriam inferir que, numa
democracia, quem julga é o Judiciário. O presidente governa, o Congresso
legisla, o juiz decide. Cada um no seu quadrado. Bolsonaro foi condenado por
esse STF politizado e envolvido por toda sorte de escândalos, a 27 anos e três
meses e hoje cumpre prisão domiciliar. Se essa pena foi decidida por juízes,
com base em provas e na lei, deveria ser absolutamente indiferente quem vai
sentar na cadeira do Planalto em janeiro.
Então por que Lula acha que a vitória dele muda alguma coisa?
Fundada por um relojoeiro carioca que fez fortuna em Porto Alegre, a Casa Masson retornou ao Rio e se transformou em uma das grandes referências em relógios, joias e óptica, ocupando três pavimentos no Centro, vendendo pelo correio para lugares distantes e colocando seu nome até em mostradores da Patek Philippe
![]() |
| Rua Sete de Setembro, Rio de Janeiro |
Andrew Korybko
Article 5 doesn’t mandate the use of military force in
support of an ally, and it certainly wasn’t meant to be exploited by false
flags (or even genuine accidents) like Poland’s liberals seem to want to do
Slovak Prime Minister Robert
Fico recently
made headlines for telling his
compatriots that he’ll do his utmost to keep their country out of war with
Russia, including if it’s asked to participate in such a conflict through
Article 5. During the same event, he also warned that European NATO and Russia
are closer to war than ever, adding in reference to those of his counterparts who
just visited Ukraine that “I am deeply concerned that they are merely
looking for a pretext for a major conflict between NATO and Russia.”
This is especially true as
regards Poland’s ruling liberals, who appear
to be plotting a major escalation against Russia, but only if they can
manipulate the conservative president into going along with it. Liberal Prime
Minister Donald Tusk has been fearmongering about a Russian attack since spring but has ramped up his rhetoric
to the point of hysteria this month while Foreign Minister Radek Sikorski provocatively
claimed that “Russia is at war with Europe” already. They might thus cook
up a false flag with Zelensky.
On that topic, former conservative Polish President Andrzej “Duda Belatedly Confirmed That Zelensky Tried To Manipulate Poland Into War With Russia” when speaking last year about late 2022’s Przewodów incident after leaving office, which saw an errant Ukrainian air defense missile kill two Poles. At the time, “Ukraine Tried To Trick NATO Into Starting World War III After It Accidentally Bombed Poland” by lying that it was a Russian missile, but Duda didn’t take the bait despite some thinking that he would.
![]() |
| Ilustração: Carlota Madeira Alves |
Karina Michelin 
Foto: Miguel Schincariol/AFP
Este vídeo de Lula é o retrato de uma
campanha infame, que mostra claramente como a prisão de Jair Bolsonaro e a
situação dos presos do 8 de Janeiro foram transformadas em instrumento
eleitoral. Neste sábado, 19 de setembro, em Florianópolis, Lula disse: “Flávio
quer ganhar para tirar o pai da cadeia. E eu quero ganhar para manter ele na
cadeia.” A declaração foi feita em pleno ato de campanha.
E há algo importante a ser divulgado:
ontem, 18 de setembro, a coordenação petista transmitiu a mais de 140 mil
militantes e porta-vozes a seguinte ordem: “não podemos ficar na defensiva,
temos que ir na ofensiva”. Lula vem aumentando os ataques contra Flávio
Bolsonaro justamente quando os escândalos atingem também pessoas de seu próprio
entorno político e familiar.
No Banco Master, Lula tenta jogar
sobre Bolsonaro, mas ele não conta que parte essencial dessa história passa
pela Bahia petista: o Credcesta, originado da Cesta do Povo, foi privatizado em
2018 no governo Rui Costa, em processo conduzido pela secretaria de Jaques
Wagner. Augusto Lima assumiu a operação e depois levou o ativo ao Banco Máxima,
futuro Master. Wagner, então líder do governo Lula no Senado, tornou-se alvo da
PF por sua relação com Lima.
No INSS, Lulinha é investigado pela PF por suspeitas de tráfico de influência em negócios envolvendo Roberta Luchsinger e o Careca do INSS. Mensagens obtidas pela PF mostram Roberta apresentando-se como “sócia” e “irmã” de Lulinha.
Equipe transforma volume em gols, controla o jogo em São Januário e tem sua atuação mais convincente sob o comando de Pedro Emanuel
Sergio Santana
A goleada por 5 a 0 sobre o Coritiba pode servir como um marco para a temporada do Vasco com Pedro Emanuel. A equipe, que por semanas ficou com o estigma de aproveitar pouco as chances criadas, finalmente foi à forra: o placar, mesmo elástico, ficou até barato pelo que a equipe produziu em São Januário pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro.
![]() |
| Colídio, foto: André Durão |
Com a suspensão de Tchê Tchê,
Alan Lescano entrou no time titular. A chegada do argentino deixou a equipe
mais leve e com maior presença ofensiva para levar a bola do meio-campo ao
ataque. As jogadas aconteciam de forma natural. Em poucos toques, era possível
enxergar um atleta vascaíno com liberdade no terço final.
Os três argentinos que
chegaram nesta janela — além de Lescano, Colidio e Sosa — foram importantes
para isso. Enquanto o volante trazia segurança para o miolo defensivo com
coberturas precisas, o atacante confundia a defesa do Coritiba com saídas para
fora da área e movimentos diagonais, abrindo espaços para os avanços de
Cuiabano.
Assim, o Vasco abriu caminho para uma goleada acachapante na sua melhor atuação em 2026. Não houve uma fagulha de perigo do Coritiba, que tentou ataques por meio de lançamentos longos em contra-ataques após recuperações de bola, mas a defesa do time carioca apareceu bem postada e com capacidade de velocidade para se recuperar.