quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Pedrinho rebate Bap e faz provocação ao presidente do Flamengo

Presidente do Vasco da Gama, Pedrinho rebate críticas do mandatário do Flamengo, Bap, e ironiza gestor do rival

Aniele Lacerda 

Presidente do Vasco, Pedrinho concedeu entrevista nesta terça-feira (11) durante evento do sorteio das quartas de final da Copa do Brasil. O gestor do Clube carioca tratou de vários assuntos, entre eles as críticas do atual mandatário do Flamengo, Bap.

Desde anúncio do interesse de Marcos Lamacchia em adquirir a SAF do Gigante da Colina, o gestor do rival está incomodado. Recentemente, ele voltou a tecer críticas sobre a condução do processo, pelo fato de ser o enteado de Leila Pereira, gestora do Palmeiras. Assim, Pedrinho ironizou o mandatário do Rubro-Negro e rebateu suas declarações.

– A gente está seguindo a risca todos os processos. Os que falam besteira sem saber, eles são contraditórios porque a própria história de vida e de gestão deles cai em contradição com o que eles falam. Eles têm que se preocupar com os clubes deles e não com o Vasco – disse Pedrinho, que concluiu:

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terça-feira, 11 de agosto de 2026

[Aparecido rasga o verbo] Quando o assim do nada, o “meu tudo” se engrandeceu

Aparecido Raimundo de Souza

MUITAS E MUITAS VEZES, a gente para no meio do caminho, olha a casa que antes estava sempre cheia de vozes, de passos, de portas batendo, de risos que vinham não só da cozinha, mas também da varanda, dos quartos e, de repente, de um canto que ninguém lembrava mais que ele existia. Num piscar de olhos, tudo calou. E então, pintou no pedaço, aquele pensamento esdrúxulo, que bateu forte como uma chuva de granizo no telhado: foi a morte. A morte é o fim. É o ponto final sem retorno. É o nada absoluto. Tudo o que existiu, o que se falou, o que se construiu com o suor e com o coração, o amor que foi regado dia após dia, de repente sumiu, se esvaiu igual fumaça que o vento levou e não deixou o menor rastro para se tentar localizar o paradeiro.

Permaneceu no ambiente só a cadeira de balanço encostada na parede que ninguém mais sentou, o relógio cuco no corredor que parou na hora exata da partida, o armário do quarto que ainda guardava as mesmas roupas, o peso do silêncio que demorou e não quis ir embora e o nome que já não se ouvia em voz alta na porta principal da frente da casa, porque quem chamava, ou quem respondia, já não se fazia mais presente. E o peito sentido apertava, a garganta fechava, e a gente dizia com toda a dor do mundo: acabou. Passou. Esse não volta nunca mais. Eu também já pensei assim, confesso. Muitas e muitas vezes. É o que os olhos veem, é o que a razão grita bem forte dentro da cabeça, é o que a lógica fria tenta explicar: o corpo parou, a vida acabou, ponto final, fim da história.

Mas o coração, nossa, o coração, esse eterno teimoso, esse que não aprendeu a obedecer às regras impostas, esse que sabe de coisas que a inteligência humana ainda não conseguiu decifrar sussurrava devagar, murmurava baixinho, quase sem voz, bem lá no, onde ninguém mais ouvia: “não é bem assim, não é o fim|. É só uma mudança estratégica de lugar”. Pode parecer triste, à primeira vista,

pode doer muito ouvir que a morte não é o fim, porque isso, de certa forma, lembra de imediato, num sem pestanejar, o quanto já perdemos, o quanto já choramos, o quanto a saudade apertou forte o nosso vazio até faltar o socorro essencial, qual seja o ar que nos mantém vivos.

Dói admitir sim, confesso, mas é exatamente nela, nessa passagem que tanto tememos, que tanto evitamos falar, que está guardada a nossa maior, a mais doce, a mais verdadeira e a mais segura esperança. A morte nunca foi o lugar onde se perde quem se ama. Nunca será. Pelo contrário, a morte é o lugar reservado, calmo, tranquilo, sereno e luminoso, onde, um dia, (sempre há um dia) encontraremos todos os nossos antepassados de novo, ou da mesma forma teremos os benfazejos de abraça-los inteiros, saudosos, como nunca mais havíamos feito. Dito de outra forma: vistos. Aqueles que um dia fizeram o nosso dia a dia valer a pena, que estiveram presentes em cada pedacinho pequeno ou grande da nossa história. E quem seriam essas criaturas?

O Ronaldinho dos negócios ataca novamente

Da Telemar ao Careca do INSS, o sobrenome Lula da Silva atravessa duas décadas de negócios milionários sem nunca ser condenado. Coincidência ou método?

Rogerio Pires 

Se eu contasse essa história sem revelar o nome do personagem, o leitor provavelmente acharia que inventei. Um monitor de zoológico, sem qualquer histórico empresarial relevante, vira sócio de uma empresa de mídia. A empresa recebe milhões de uma gigante das telecomunicações. Vinte anos depois, o mesmo nome reaparece, agora citado por um informante da Polícia Federal num dos maiores escândalos do país.

O personagem é Fábio Luís Lula da Silva. O Lulinha. Filho mais velho do presidente da República.

O primeiro capítulo: a tele e o filho do presidente

A história começa em 2005, no primeiro governo do pai. A Telemar, que depois se transformaria na Oi, investiu R$ 5 milhões na Gamecorp, empresa que tinha Lulinha entre os sócios. O caso chegou a ser levantado na CPMI dos Correios, em plena crise do mensalão, e as perguntas eram as óbvias: por que uma concessionária de telefonia, cujo negócio depende diretamente de decisões do governo federal, colocaria dinheiro na empresa do filho do presidente?

A resposta demorou quase quinze anos para ganhar contornos concretos. Em dezembro de 2019, a 69ª fase da Lava Jato, batizada de Operação Mapa da Mina, foi atrás do rastro completo. A suspeita do Ministério Público Federal: o grupo Oi/Telemar teria transferido mais de R$ 132 milhões a empresas ligadas aos sócios de Lulinha, das quais cerca de R$ 82 milhões teriam ido à própria Gamecorp. Segundo o MPF, a empresa sequer tinha capacidade de prestar os serviços para os quais foi contratada, e a contratação foi feita sem cotação de preços, com valores acima do mercado.

O procurador do caso resumiu a tese da acusação de forma brutal: o maior ativo que a Oi buscava na Gamecorp era o fato de que, entre os sócios, estava o filho do então presidente da República.

A reunião secreta com Patrushev mostrou que Lula já escolheu um lado para o Brasil

Em dois dias, assessor de Putin passou por Defesa, Itamaraty, Marinha, Arsenal Naval e UFRJ, num roteiro que está longe de parecer uma simples conversa sobre fertilizantes

Leandro Ruschel

Na terça-feira, 4 de agosto, o presidente da República recebeu no Palácio do Planalto um homem que dirigiu o serviço secreto russo. A reunião não constava da agenda oficial da Presidência. Quem contou não foi o Planalto. Foi a embaixada da Rússia.

O nome dele é Nikolai Patrushev. E, se alguém acha que isso foi apenas um encontro sobre fertilizantes, precisa olhar para a agenda inteira. Em dois dias, esse homem entrou no Ministério da Defesa, no Itamaraty, no comando da Marinha, no Arsenal de Marinha do Rio, na UFRJ e a bordo do maior navio de guerra da América Latina.

E, no meio disso tudo, o ministro da Defesa do Brasil disse em público que, se os Estados Unidos quisessem invadir o país, ele abriria o portão.

Patrushev não é um secretário de comércio exterior. Ele dirigiu o FSB, o serviço de segurança da Rússia, herdeiro direto da KGB. Depois foi secretário do Conselho de Segurança russo, cargo que deixou em 2024. Hoje é assessor direto de Putin e preside o Conselho Marítimo da Rússia.

O Kremlin não mandou ao Brasil um vendedor de navio cargueiro. Mandou um homem da estrutura de segurança do Estado russo. E o Brasil abriu tudo.

A lista conta a história. Primeiro, a reunião com Lula, fora da agenda oficial. Depois, o ministro da Defesa, José Múcio. O comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen. A secretária-geral do Itamaraty. Celso Amorim, no Planalto. Em seguida, Patrushev foi ao Rio de Janeiro: Arsenal de Marinha, Navio-Aeródromo Multipropósito Atlântico, UFRJ e inauguração de uma exposição dedicada ao almirante soviético Sergey Gorshkov.

Festival de comida mineira chega a Copacabana com pratos típicos, doces e cachaças

Evento acontece neste sábado (15) e domingo (16), com entrada gratuita, feira de produtos mineiros, cervejas artesanais e programação musical

Mariana Motta

A comida mineira vai ganhar espaço em Copacabana neste fim de semana. Nos dias 15 e 16 de agosto, a Praça do Lido recebe o Festival UAI, evento gratuito que reúne pratos típicos de Minas Gerais, música, cachaças, licores, queijos, doces e atrações para toda a família. A programação acontece das 12h às 21h nos dois dias.

Entre os pratos que estarão disponíveis no festival estão feijão-tropeiro, torresmo, costela na brasa, tutu à mineira, frango com quiabo, sanduíche de linguiça mineira e sanduíche servido no pão de queijo. O evento também terá outras opções da culinária tradicional do estado.

Além da gastronomia, o público poderá conhecer produtos típicos de Minas em uma feira dedicada a cachaças e licores. A programação inclui ainda queijos da Serra da Canastra e doces mineiros em compotas.

O Festival UAI também terá cervejas artesanais e uma área kids para as crianças. A programação de shows ainda será divulgada pela organização e terá apresentações ligadas à música de raiz.

Serviço:

Festival UAI
Data: 15 e 16 de agosto
Horário: sábado e domingo, das 12h às 21h
Local: Praça do Lido, Copacabana
Entrada: gratuita
Atrações: comida mineira, feira de cachaças e licores, queijos da Serra da Canastra, doces em compotas, cervejas artesanais, música e área kids.

Título e Texto: Mariana Motta, Diário do Rio, 10-8-2026

10-8-2026: Oeste sem filtro – Complô petista contra vice de Flávio Bolsonaro é revelado + Defesa de Marcelo Conde pede que m. deixe relatoria do caso que envolve a própria mulher

[Livros & Leituras] Nos vrais maîtres

Histoire secrète des hommes qui vendent la France à l’UE

Ghislain Benhessa, Éditions l’Artilleur/Toucan, Paris, février 2026, 176 pages. 

Qui gouverne vraiment la France ? Les politiques… ou des juges que personne ne connaît ? 

Alors que les démocraties européennes sont en crise, un coupable  tout trouvé s’impose : l’UE et sa Commission non élue, dirigée par l’omniprésente Ursula von der Leyen. Mais cette accusation passe à côté de l’essentiel.

Dans ce livre implacable, Ghislain Benhessa démontre que le centre du pouvoir est ailleurs. La vraie « machine » qui pilote, c’est la  Cour de justice basée à Luxembourg. Elle fabrique le Droit, qui s’impose  aux États, aux gouvernements et aux parlements. À l’ombre des peuples,  les hommes en noir décident. Et les politiques s’exécutent. 

Mais qui sont ces juges qui verrouillent la domination de l’UE et  interdisent toute marche arrière ? D’où viennent-ils ? Quelles sont leurs  convictions, leur idéologie ?

En remontant le fil de cette histoire cachée, Ghislain Benhessa expose la face compromise de l’Europe. Aux côtés de Walter Hallstein, premier président de la Commission et ex-militant  nazi, le lecteur découvre avec stupeur des figures aussi troublantes  que Maurice Lagrange, artisan méticuleux du statut des Juifs de Vichy, ou Karl Roemer, acteur du pillage des biens français au service du IIIe Reich.

De Jean Monnet à Emmanuel Macron, des années 1950 à nos jours, la liste est longue de ceux qui, à Bruxelles comme à Paris, ont fait le choix d’en finir avec la France souveraine. Officiellement pour le  Bien du peuple. Mais peut-être surtout pour le leur.  

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

[Sétima Arte] O Dia da Coruja


O Dia da Coruja, The Day of the Owl (Italiano: Il giorno della civetta) é um filme de drama policial de 1968 dirigido por Damiano Damiani, baseado no romance homônimo de 1961 de Leonardo Sciascia, adaptado para o cinema por Damiani e Ugo Pirro. É estrelado por Franco Nero, Claudia Cardinale e Lee J. Cobb. Wikipedia(inglês)

***

Baseada no romance homônimo de Leonardo Sciascia, esta história trata das dificuldades enfrentadas por um policial do norte que investiga um assassinato da máfia em uma pequena cidade siciliana em 1961.

Salvatore Colasbena, um fornecedor de construção, foi assassinado e enterrado sob um manto de alcatrão porque ele se recusou a se juntar ao grupo de construção de estradas controlado pela máfia. Sua viúva, Rosa, é investigada pela polícia, mas o honesto capitão Bellodi chega a suspeitar do chefe da máfia, Don Mariano Arena, quando não consegue encontrar testemunhas, nenhuma evidência, apenas obstrução hostil por influências corruptas do governo.

O capitão Bellodi não tem ideia de que sua busca pela verdade agitará um ninho de vespas. Figuras poderosas têm interesse em garantir que a própria existência da máfia possa ser negada.

Para o Descondenado, ser anticomunista é ser "anti-latino-americano"

Leandro Ruschel 

Não, Descondenado.

Comece acertando a genealogia. Não foi o avô nem o bisavô. Foram os pais de Marco Rubio que deixaram Cuba, em 1956. Tentaram voltar em 1961, mas desistiram diante da repressão do regime comunista. Rubio nasceu em Miami, em 1971. Você errou duas gerações na mesma frase em que se julgou apto a diagnosticar a alma do homem. 

Rubio não odeia a América Latina. Rubio odeia o que fizeram com a América Latina. 

E quem fez foi você. 

Foi você que, em 1990, fundou o Foro de São Paulo ao lado do carniceiro Fidel Castro. O pretexto era articular a esquerda continental depois da queda do Muro. O objetivo real era recuperar na América Latina o que o socialismo tinha acabado de perder no Leste Europeu: DITADURAS SOCIALISTAS. 

E funcionou. 

Cuba entrou em 2026 com o pior ano econômico em sete décadas e fechou agosto de 2025 com 1.185 presos políticos, o maior número já registrado pela Prisoners Defenders. Sessenta e sete anos de "revolução" para chegar aqui. 

A Venezuela, que já foi o país mais rico da América Latina, expulsou mais de um quarto da própria população. Quase oito milhões de pessoas fugindo do "Socialismo do Século XXI". 

Mas eu entendo a frustração. Trump, com Rubio ao lado, está desmontando peça por peça o projeto totalitário que você passou trinta e seis anos montando. 

Would Russia Really Cease To Exist Without Maximum Victory In The Ukrainian Conflict?

Andrew Korybko 

What’s altogether most important in this thought exercise, which resembles the scenario implied by top Russian expert Vasily Kashin in late May, is that Russia keeps pace in the arms race and that its people remain resilient

Former Russian President and incumbent Deputy Chair of the Security Council Dmitry Medvedev declared in late July that “Our common task is to preserve our country. The only way to preserve our country is victory in the special military operation.” Victory has been officially described by the authorities from Putin on down as demilitarizing Ukraine, denazifying it, restoring the country’s constitutional neutrality, and having Kiev officially recognize the loss of five regions in full.

Maximum victory would be the best way to ensure Russia’s comprehensive national interests, but even in the scenario that the aforesaid goals aren’t all achieved by the time that the conflict ends per a speculative cost-benefit calculation by Putin, Russia would likely still survive. This scenario can’t be ruled due to the Foreign Minister Sergey Lavrov recently reaffirming his country’s commitment to the “Spirit of Anchorage” in which Putin would reportedly cease hostilities if Trump gets Zelensky to cede Donbass.

The West’s (specifically the US’ and France’s) new Ukrainian-fronted “war of attrition” against Russia, which also targets civilian logistical infrastructure and is due to Trump “escalating to de-escalate” with Russia, could also change Putin’s calculations if it radically intensifies. The aforesaid factors are being shared not to imply that Russia should compromise on its pursuit of maximum victory, just to highlight why it might, thus leading to the thought exercise inspired by Medvedev’s remark.

Justiça censura TV Record e proíbe exibir entrevista de Cabrini e ex-marido de Maria da Penha é preso

Marco Antônio Heredia Viveros concedeu entrevista ao Domingo Espetacular, mas reportagem foi proibida de ir ao ar por decisão judicial; prisão preventiva foi cumprida neste domingo


A Justiça brasileira impediu a Record de exibir uma entrevista de Roberto Cabrini com Marco Antônio Heredia Viveros, ex-marido de Maria da Penha, prevista para o Domingo Espetacular deste domingo (9). Horas depois da repercussão em torno da reportagem, Heredia foi preso preventivamente em Natal, no Rio Grande do Norte.

A decisão judicial determinou que a emissora não exibisse a entrevista em suas plataformas e estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento. A ordem também alcançou conteúdos relacionados à reportagem.

Na prática, a decisão impediu que uma reportagem já produzida por um dos principais programas jornalísticos da televisão brasileira chegasse ao público — uma censura prévia, isto é, a intervenção do Estado antes da publicação de determinado conteúdo.

A Constituição de 1988 estabelece, em seu artigo 220, que “é vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística” e determina que nenhuma lei pode constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística.

Heredia concedeu a Cabrini sua versão sobre o caso que deu origem à Lei Maria da Penha e contestado pontos da narrativa consolidada sobre os crimes pelos quais foi condenado. O conteúdo integral da entrevista, porém, não pôde ser conhecido pelo público justamente porque sua transmissão foi proibida.

Notas dos jogadores do Vasco no empate contra o Bahia na Fonte Nova

Jair foi o principal destaque do Vasco da Gama, enquanto David e Marino Hinestroza receberam as menores avaliações na análise

Anderson Montalvão

Vasco empatou em 0 a 0 com o Bahia neste domingo (9), na Arena Fonte Nova, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em uma partida movimentada, o Cruzmaltino apresentou uma atuação coletiva consistente, competiu de igual para igual com o adversário e teve bons momentos, principalmente na primeira etapa. 

As duas equipes chegaram a balançar as redes em duas oportunidades cada, mas os quatro gols foram anulados por impedimento. Apesar de não ter conseguido transformar as chances em vitória, o Vasco mostrou novamente evolução defensiva e chegou ao quarto jogo consecutivo sofrendo apenas um gol. Veja os melhoresmomentos.

Notas dos jogadores do Vasco

As avaliações abaixo foram apuradas pelo ge após a partida na Arena Fonte Nova.

·         Léo Jardim: 5,5

·         Paulo Henrique: 6,0

·         Carlos Cuesta: 6,5

·         Saldivia: 5,0

·         Robert Renan: 6,0

·         Cuiabano: 5,0

·         Jair: 7,0

·         Barros: 6,0

·         Tchê Tchê: 5,5

·         Thiago Mendes: 6,5

·         Adson: 6,5

·         Spinelli: 5,0

Entrada de Dragão

FC Porto venceu o FC Alverca na primeira jornada da Liga Portugal 2026/27 (2-0)

Depois de “queimar os barcos” usados no percurso rumo ao título, o FC Porto entrou com o pé direito no campeonato e conquistou os primeiros três pontos frente ao FC Alverca (2-0). Tal como aconteceu há praticamente um ano, na visita do CD Nacional ao Estádio do Dragão, Luís Godinho voltou a fazer vista grossa a dois pênaltis a favor do FC Porto. Desta feita, ao contrário do que sucedera na quinta jornada da Liga Portugal 2025/26, o VAR alertou-o em ambas as ocasiões e o juiz da AF Évora não teve alternativa senão assinalar as duas grandes penalidades. 


Pressionantes desde o apito inicial, os Campeões Nacionais só precisaram de oito minutos para se adiantarem: lançado por William Gomes, Victor Froholdt cruzou para André Silva, que foi atingido pelo guarda-redes adversário dentro da área. Depois de consultar as imagens fornecidas pelo videoárbitro, Luís Godinho assinalou pênalti e o camisola 19 fez o gosto ao pé (1-0).

À meia-hora de jogo, só um corte decisivo de Ian Luccas impediu Zaidu de desviar um cruzamento de William Gomes para a baliza, mas até ao intervalo ainda haveria tempo para os 47.558 portistas que encheram as bancadas voltarem a festejar. De novo à direita, Pepê combinou com William antes de cruzar para a zona do segundo poste, onde André Silva foi impedido de chegar devido a um puxão na camisola por parte de Touaizi.

[Sétima Arte] No vale das sombras

In the Valley of Elah (No Vale de Elah, em Portugal, No Vale das Sombras, no Brasil) é um filme norte-americano de 2007 dirigido por Paul Haggis. 

No primeiro fim de semana após retornar do Iraque, Mike Deerfield (Jonathan Tucker) desaparece. Ele passa a ser considerado como foragido do exército, com seus pais, Hank (Tommy Lee Jones) e Joan (Susan Sarandon), sendo informados.

Ao saber do caso, Hank, que é um ex-policial militar, decide partir em busca do filho.

Ele recebe a ajuda da detetive Emily Sanders (Charlize Theron), que trabalha na jurisdição onde Mike foi visto pela última vez.

À medida que as investigações avançam o que era um caso de desaparecimento torna-se uma suspeita de assassinato, o que faz com que Emily tenha que enfrentar o alto escalão militar.  

***

Fala terráqueos como vão vcs? Cês tão legais? Como tá a Pandemia de vcs? Tá Boa? Tá ruim? Tá coisada que nem a minha? Espero que não… Eu nem posso reclamar, na verdade, sabe… eu reclamo porque a gente sempre reclama de tudo né? Então eu vou dizer que eu tô legal… 

Terceiro e último filme dessa sexta-feira, primeiro de abril… dia da mentira. É um drama… de duas horas de duração chamado “No Vale das Sombras” (ou “In The Valley of Elah” no original em inglês), lançamento dele foi em 2007, então já tá velhinho. Eu tropecei nele zapeando no catálogo da Netflix. O filme estrelado por Tommy Lee Jones, Charlize Theron, Susan Sarandon e Jason Patric conta a história de Hank Deerfield (interpretado por Tommy Lee Jones) um sargento aposentado das Forças Armadas Americanas que resolve procurar pelo filho Mike (interpretado pelo ator Jonathan Tucker), que desaparece do nada, próximo à base onde estava trabalhando depois de voltar de uma campanha sangrenta na Guerra do Iraque. 

domingo, 9 de agosto de 2026

[As danações de Carina] No dia dos pais, minha mãe...

Carina Bratt

Meus queridos leitores das minhas ‘Danações’ de todos os domingos e, em especial ao meu amigo Jim Pereira.

DE CORAÇÃO, rogo a todos os meus leitores de domingo, da minha coluna ‘Danações’ por contas desse domingo não ter enviado, como sempre faço a minha colaboração. A todos, pois, as minhas sinceras desculpas pelo atraso no envio do texto.

Não foi por descuido nem por esquecimento, tampouco por falta de importância, muito pelo contrário.

O meu amigo Jim e todos os meus leitores precisam saber o que houve. Ontem à noite, eu e Aparecido precisamos retornar de uma viagem com certa urgência à Vila Velha.

Minha mãe precisou ser levada às pressas. E careceu de ficar internada. 

Eu e Aparecido corremos com ela, e graças ao Pai Maior, cuidamos de tudo o que foi necessário, e nessa correria angustiada de cada momento, acabei me esquecendo de enviar as minhas ‘Danações’. 

Tudo o que era rotina e calma se desfez em preocupações, e só agora, às 14h50 consegui respirar aliviada ao vê-la bem e em franca recuperação. Mais calma e serena, pude dar uma parada básica e voltar à normalidade e obviamente aos meus afazeres cotidianos. Sem me esquecer, de enviar essa pequena ‘Nota de esclarecimento’.

Agradeço a todos e especialmente ao amigo Jim, que todos os domingos publica os meus escritos e me acolhe com o seu coração grandioso em face da sua paciência.

Em breve prometo entregar o texto que deveria ter sido enviado ontem.

Aos meus leitores, em contrapartida, repetindo, sei que merecem acima de tudo uma explicação e sei também que posso contar com a compreensão de todos nesses momentos difíceis.

Com apreço, reiterando as minhas desculpas sinceras,

Título e Texto: Carina Bratt, em Vila Velha, ES, 9-8-2026

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[As danações de Carina] E se dissesse tudo o que eu sinto, você ainda me olharia assim?
‘Esdruxulidades’ para ninguém botar defeitos
Buraco de tatu
O meu maior desejo vem exatamente daquilo que sequer tenho coragem de revelar
Não inflói, nem contribói - Mas diverte muito!
Sobre o amor 
Cochinchina

[Antigamente] Paris: canicule de 1911

Canicule de 1911 : la France suffoque pendant 70 jours et pleure des milliers de jeunes enfants 

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Columbo 
[Antigamente] ALF, o ETeimoso 
Orelhões 
Morreu! 
O amigo da onça (2) 
[Antigamente] Caneco 70

Dia dos Pais para todos. Menos para um

Condenados pelos crimes mais brutais do país passam o Dia dos Pais em casa. O ex-presidente não pode abraçar os próprios filhos

Rogerio Pires 

Hoje é Dia dos Pais. E antes de qualquer outra coisa, quero homenagear todos os pais brasileiros. Os que acordam cedo, os que chegam tarde, os que criam sozinhos, os que se desdobram para estar presentes. A data é deles.

Mas existe um pai, neste domingo, que a Justiça brasileira proibiu de receber os próprios filhos.

Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e 3 meses em prisão domiciliar, pediu ao Supremo Tribunal Federal autorização para receber Flávio, Carlos e Jair Renan na tarde do Dia dos Pais. A defesa foi clara: tratava-se de um pedido excepcional, de caráter humanitário e familiar, apenas para preservar o vínculo entre um pai e seus filhos, pelo tempo e nas condições que o ministro entendesse cabíveis.

Alexandre de Moraes negou.

No despacho publicado neste sábado, o ministro julgou o pedido prejudicado, lembrando que as visitas ao ex-presidente estão suspensas por 30 dias desde 17 de julho, com exceção apenas de médicos, fisioterapeutas e advogados. A suspensão foi imposta depois que Flávio Bolsonaro leu publicamente uma carta escrita pelo pai, o que Moraes considerou descumprimento das medidas cautelares. Essa é a justificativa oficial, e ela precisa ser registrada aqui, porque jornalismo sério registra os dois lados.

Registrado o outro lado, vamos ao que ele não explica.

Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos de prisão pelo assassinato dos próprios pais, cumpre pena em regime aberto desde janeiro de 2023. Vive no interior de São Paulo, casou-se, teve um filho, cursa faculdade de Direito.

Alexandre Nardoni, condenado pela morte da filha Isabella, progrediu ao regime aberto em 2024. Ana Carolina Jatobá, condenada pelo mesmo crime, também já deixou o regime fechado.

Elize Matsunaga, condenada pelo homicídio e esquartejamento do marido, está fora da prisão desde 2022 e hoje trabalha como motorista de aplicativo.

E tem mais.

Brasileiro preso em Cuba é acusado de espionagem e pode ser condenado à morte

Embaixada brasileira em Havana afirma acompanhar o caso, mas não faz qualquer esforço pelo brasileiro

Allan Dos Santos

Marcelo Scampini está em prisão preventiva e responde a processo por espionagem. Documento cubano obtido pela Timeline prevê penas que podem chegar à prisão perpétua ou, em tese, à morte

Um cidadão brasileiro está preso em Cuba e é investigado pelas autoridades do regime por espionagem, em um processo mantido integralmente sob sigilo e que envolve, segundo seu advogado, equipamentos eletrônicos utilizados para captar sinais nas proximidades de instalações consideradas estratégicas.

Documentos obtidos com exclusividade pela Revista Timeline identificam o brasileiro como Marcelo Scampini e mostram que o processo tramita sob o número PN260302100257. O contrato oficial de serviços jurídicos emitido pela Organización Nacional de Bufetes Colectivos (ONBC), estrutura à qual pertencem os advogados cubanos, registra expressamente como assunto: “ESPIONAJE, ART. 116.1.2.3.4.6”.

O mesmo documento classifica Scampini como “imputado, acusado o sancionado” e informa que o caso está vinculado à unidade de investigação da PNR de Villa Marista, em Havana.

Villa Marista não é um endereço qualquer dentro do sistema cubano: é historicamente associada aos órgãos de Segurança do Estado.

A Timeline teve acesso também a uma extensa manifestação escrita do advogado cubano Manuel Alejandro Alonso Díaz, contratado pela família para representar Scampini.

E é nesse documento que aparecem os elementos mais graves do caso.

O que Marcelo teria admitido

Segundo Alonso Díaz, o processo está submetido à chamada “reserva del examen de las actuaciones”, mecanismo que mantém secreta a investigação. O próprio advogado afirma não ter acesso ao conjunto do inquérito.

Onde é? Qual o nome? 😉

Cada vez mais isolado

O Brasil amplifica as crises com os Estados Unidos e a Argentina, enquanto o Paraguai não liga para o que Lula falou e fecha acordo nuclear com Washington


Nuno Vasconcellos

Entre as críticas cada vez mais ácidas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Brasil têm recebido do presidente da Argentina, Javier Milei, um ponto deve ser levado a sério. Muito a sério. Não porque envolve troca de ofensas entre os governantes, mas porque toca numa questão sensível demais para ser ignorada. Como disse o comunicado de Buenos Aires sobre o rebaixamento das relações entre os dois países, decidida por Brasília, “o Brasil está se isolando do restante da região por razões puramente ideológicas”.

Ninguém precisa gostar de Milei para concordar com o que ele diz. Basta observar os acontecimentos recentes no campo das relações internacionais para constatar as consequências da postura brasileira. O que mais chama atenção nesses episódios é a capacidade que o Itamaraty tem demonstrado de amplificar problemas menores e escolher caminhos errados na hora de lidar com as questões mais sérias.

CORPO MOLE

Na semana passada, como reação às declarações de Milei sobre Lula, o Itamaraty retirou o embaixador do Brasil, Júlio Bitelli., de Buenos Aires e rebaixou a embaixada na Argentina para uma representação de negócios. Como consequência, forçou a saída de Brasília do embaixador argentino, Guillermo Daniel Raimondi.

Pela importância das relações entre os dois países tanto do ponto de vista econômico quanto geopolítico, isso já seria suficiente para acender o sinal de alerta. Só que a crise não parou por aí. Como reação ao corpo mole que o Brasil vem fazendo para aprovar o nome de Daniel Perez, escolhido pelo presidente Donald Trump para ser embaixador dos Estados Unidos no Brasil, o secretário de Estado Marco Rubio cancelou o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiz Viotti.

[Aparecido rasga o verbo – Extra] Ficou em mim uma ausência que nunca foi embora

Aparecido Raimundo de Souza

Para meu Pai Roberto, onde estiver, as minhas saudades eternas. E aos meus filhos, todas as felicidades do mundo.

MEU PAI, desde que me conheço por gente, esteve divorciado do meu dia a dia. Por incrível que pareça, esse afastamento se fez sempre disperso e fragmentado. Em decorrência do vazio intransponível e levado pelo peso endoidecido, bem ainda por sua dinâmica de existência, o vácuo enegrecido se estendeu, ou melhor, ainda se alonga e persiste por todos os meus setenta e três anos. Em outras palavras, essa disjunção doentia hoje e agora, se sustenta e até o presente momento, alimentada por uma carga negativa que sobrevive e creio, se dilatará e se engrandecerá até os fins dos meus dias aqui na Terra.

A minha vida, desde os 19 de março de 1953, sofre com esse esvaziado. Meu pai nunca me segurou desde os encantos dos primeiros passos. Não ouviu as minhas primeiras palavras, não esteve ao meu redor quando careci de conselhos, nem quando celebrei as minhas conquistas. Cresci ao apego do acaso, carregando um silêncio pesado dentro do peito, um espaço grandioso e incomensurável que nunca se preencheu — e eu, tolo, abobado, abestalhado, infantil e leigo, julguei houvesse me ajustado ou me amoldado, ou ainda, me naturalizado com a densa situação.

Certas coisas, em nossa vida, a gente por mais que se viva ou queira deixar que passe em branco, tipo assim despercebido, não gera os resultados esperados.  Até que a notícia chegou do nada: Papai havia morrido. Foi a partir de então, quando descobri, ou melhor, me conscientizei de que ele já não estava mais neste mundo. A saudade dele bateu e caiu intransigente. Se fez forte, corpulenta e grossa, destemida, alentada e fornida. Caiu como um temporal com ventos destruidores. Estranho, não é mesmo? Esquisito pra caramba, assemelhado a um membro paralítico que a gente sabe que tem na conjunção do corpo, todavia, por algum motivo de força maior, não podemos usá-lo.

Se faz inerte. Foi assim ou pior. Foi por esse sentir que a falta dele se apossou de mim. Estagnou. O não estar presente o autor da minha vida, me moldou por completo. Meu Deus, sentir uma falta tamanha de quem nunca esteve presente não é coisa normal. Mas na saudade, ou dentro dela, foi por conta do seu peso malévolo que descobri tarde demais, ela não nasce apenas do que vivemos. 

sábado, 8 de agosto de 2026

48 horas depois, a caçada começou

A PGR arquivou o caso de Alfredo Gaspar em maio, por falta de indícios. Ele virou vice de Flávio Bolsonaro numa quarta-feira. Na sexta, a Polícia Federal entrou em cena

Rogerio Pires 

Preste atenção na cronologia desta história. Ela diz mais do que qualquer editorial. 

Na quarta-feira, 5 de agosto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como candidato a vice-presidente em sua chapa. Ex-procurador de Justiça, ex-secretário de Segurança Pública de Alagoas, Gaspar chegou ao posto depois de semanas de especulação. 

Na sexta-feira, 7 de agosto, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou que a Polícia Federal investigue indícios de crimes na execução de emendas Pix auditadas pelo Tribunal de Contas da União. Na lista, está justamente a emenda indicada por Alfredo Gaspar. 

Quarenta e oito horas. Esse foi o intervalo entre o anúncio político e a decisão judicial. 

O caso que já tinha sido encerrado 

Para entender o peso desse calendário, é preciso voltar alguns meses. 

Em abril, o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou à Procuradoria-Geral da República uma representação contra Gaspar. O motivo: emendas Pix de sua autoria, no total de R$ 6,2 milhões, destinadas ao município de São José da Laje, no interior de Alagoas. Uma auditoria do TCU havia apontado falhas de rastreabilidade na aplicação do dinheiro pela prefeitura. 

A PGR analisou. E arquivou. 

No parecer, o órgão foi direto: indicar emendas é atribuição constitucional do parlamentar, e isso, por si só, não permite presumir responsabilidade por irregularidades na execução dos recursos. A gestão do dinheiro cabe ao ente que o recebe, no caso, a prefeitura. E, mais importante, a Procuradoria registrou a “ausência de indícios concretos da participação do representado nas possíveis irregularidades”. O despacho de arquivamento foi assinado pelo vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand Filho.