quinta-feira, 26 de março de 2026

Casal morre ao cair do 9º andar de prédio durante briga em Sergipe

Antes da queda, vizinhos foram esfaqueados ao tentar intervir na discussão

O Dia 

Um homem e uma mulher morreram após caírem do 9º andar de um prédio, na noite desta terça-feira (24), em Aracaju, Sergipe. Segundo a Polícia Militar (PM), a queda ocorreu durante uma briga entre o casal. As vítimas foram identificadas como Washington Luís da Silva Matos e Ane Jaqueline Costa Santos Matos. 


De acordo com a PM, antes da queda, três vizinhos tentaram entrar no apartamento para conter a discussão, mas foram atingidos por golpes de faca. Após a agressão, eles deixaram o local para buscar atendimento médico.

Em seguida, o casal caiu na área comum do condomínio. As circunstâncias da queda ainda não foram esclarecidas.

Uma mulher, atingida por golpes de arma branca nas costas, foi encaminhada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para atendimento médico. Ela segue com quadro estável.

Um homem, com lesões na cabeça, axila e dedo, foi socorrido para uma unidade de saúde e outra pessoa também teve ferimento leve em um dos dedos, informou a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SE). 

O advogado do casal, Ricard Cezar, afirmou que ambos enfrentavam problemas de saúde mental e apresentavam episódios recorrentes de alucinações e sensação de perseguição. 

25-3-2026: Oeste sem filtro – Lula aumenta o repertório de gastos + TSE torna inelegível ex-governador do Estado do Rio + Lula alcança a maior desaprovação desde o começo do governo


L'Espagne, l'Argentine et le Brésil font la Une de la presse Internationale 

[Viagens & Destinos] Feira da Glória — domingo no Rio de Janeiro


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Tijuca a pé 
Algumas ruas do Grajaú

quarta-feira, 25 de março de 2026

[Quadro da Quarta] James Monroe

James Monroe, quinto presidente dos EUA, de 1817 a 1825, quadro de Samuel Morse, 1819. 

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Jacques-Bénigne Bossuet 
A coroação de Pedro II 
Amor entre as ruínas 
“O Concerto”, Nicolas Tournier, 1630-1635 

Entre Platão e o tiozão

Rafael Nogueira

Vivo, por sorte ou sina, entre dois mundos que raramente se falam. De um lado, a universidade, os livros, os colegas de debate, e os olavetes. Todos brigam entre si com uma ferocidade que só vendo. Do outro, gente simples: o mecânico, o pescador, o comerciante, a vizinha aposentada, o assessor de político, e o próprio político, em geral, inteligentemente "simples". Cada campo tem certeza de que a política é terreno seu. Os primeiros porque estudaram. Os segundos porque viveram. Quem está com a razão? Os dois, em parte. E nenhum dos dois, inteiro.

Há duas maneiras igualmente burras de arruinar a vida política de um país. A primeira é entregá-la a quem acredita que a sociedade funciona como um problema de geometria moral. A segunda, confiar que toda a sabedoria necessária já está pronta na mesa do bar, entre um palpite sobre o câmbio, outro sobre o centroavante e um terceiro sobre como resolver o Brasil em quinze minutos. A democracia decente, quando existe, vive no intervalo entre esses dois ridículos.

O erro do intelectual é um velho conhecido. Platão foi a Siracusa com a esperança de instruir o poder, lapidando o governante, convertendo força em sabedoria. E deu errado. Assim como deu errado para Heidegger, no século XX. É a tentação de Siracusa, defeito segundo o qual a inteligência se apaixona tanto pela própria lógica, que esquece que homens não são triângulos, que cidades não são diálogos.

A política morre quando abstrações teóricas tentam governar sozinhas, sem consideração pelo contexto, pelas limitações humanas e pelo povo real.

Mas convém não cair no erro oposto.

O tiozão, aqui, não é caricatura ofensiva, mas símbolo daquele homem que talvez jamais tenha lido Burke, Aristóteles ou Thomas Reid, mas distingue, por instinto moral e experiência herdada, a boa solução de uma maluquice. Percebe logo quando o remédio custará mais do que a doença. Não redige artigos para revistas indexadas, mas conhece a textura da vida como ela é. Sabe onde a burocracia aperta, onde a violência sangra, onde o imposto humilha, onde a escola falha. Há uma forma de razão encarnada nesse cidadão, a que podemos chamar de bom senso. Desprezá-la é luxo de classes abastadas e tagarelas.

O problema começa quando Platão despreza o tiozão e o tiozão despreza Platão.

O primeiro chama o segundo de ignorante. O segundo chama o primeiro de inútil. E ambos, nesse duelo de vaidades, deixam a cidade à mercê dos canalhas profissionais, esses sim verdadeiramente práticos, bons em saquear tanto com planilhas quanto com lábia. A democracia acaba em disputa entre soberba de gabinete e ressentimento de balcão.

Escondido no Rio: o passeio gratuito na fábrica da Ambev com chopp direto do tanque que poucos conhecem

Com degustação e agenda disputada, visita em Campo Grande revela bastidores da cerveja e expõe um roteiro fora do radar na Zona Oeste

Renata Granchi

Numa cidade onde o roteiro turístico costuma orbitar entre praias, cartões-postais e trilhas, um programa fora do circuito tradicional segue praticamente desconhecido por boa parte dos cariocas e, curiosamente, é gratuito. Na Zona Oeste, a visita guiada à fábrica da Ambev, em Campo Grande, abre as portas de um universo pouco explorado: o da produção em escala industrial de uma das bebidas mais consumidas do país. 

Localizada na Estrada Rio–São Paulo, a unidade recebe visitantes de terça a sábado em grupos de até 30 pessoas, quase sempre com lotação esgotada com cerca de dois meses de antecedência. Sinal de que, embora ainda fora do radar popular, a experiência já circula com força no boca a boca. Há, inclusive, lista de espera.

O tour dura cerca de duas horas e percorre todas as etapas da produção cervejeira, do recebimento das matérias-primas ao envase. Ao longo do trajeto, tanques de grande porte, esteiras automatizadas e áreas de controle revelam a escala industrial por trás de um produto cotidiano. É o tipo de passeio que, como se diz, “vale mais do que parece à primeira vista”: mistura curiosidade técnica com uma boa dose de experiência sensorial.

O ponto alto é justamente a degustação de chopp retirado diretamente do tanque, um detalhe que transforma a visita em algo além do didático. Aos sábados, a experiência ganha um tempero extra, com harmonizações que incluem petiscos e até combinações menos óbvias, como cerveja com doce, ampliando o repertório de sabores.

Rio inicia campanha anual de vacinação contra a gripe

Todas as pessoas a partir de 6 meses de idade podem tomar imunizante

O Dia 

Foto: Edu Kapps/SMS

Começou nesta terça-feira (24) a campanha de vacinação contra a gripe para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade na cidade do Rio. O imunizante está disponível nas três unidades do Super Centro Carioca de Vacinação e em todos os centros municipais de saúde.

A campanha vai até dia 30 de maio.

A vacinação é feita em dose única anual. Já as crianças menores de 9 anos que serão vacinadas pela primeira vez devem receber duas doses, com intervalo de 30 dias. 

"Sem dúvida nenhuma, é a doença que mais preocupa o sistema de saúde. Por isso, a recomendação é que todas as pessoas com mais de seis meses de idade tomem a vacina. Ela é produzida pelo Instituto Butantan, protege contra H1N1, H3N2 e contra a influenza B, e está atualizada para as cepas que estão circulando no Brasil nesse momento. Não deixe para tomar mais tarde, porque ela tem muita qualidade, com alto grau de proteção e salva muitas vidas”, destacou Daniel Soranz, secretário de Saúde, que acompanhou o lançamento da ação, no Super Centro de Botafogo.

A aposentada Ieda Ciríaco, de 77 anos, contou ao DIA que aproveitou a oportunidade para receber a última dose contra a Covid-19: "Tomei a vacina da gripe e da Covid, foi tudo muito tranquilo."

Agente comunitária de saúde, Eneida Aires, 62, reconheceu a importância da campanha: “Não estava cheio, por isso aproveitei para me vacinar, meu marido também veio hoje. Meus filhos não moram por aqui, mas também vão! É muito importante para combater as doenças”, afirmou. 

Confira os postos de vacinação:

FC Porto muito perto de atingir os 175 mil sócios

Dragões atualizaram o número de associados no Portal da Transparência

Carlos Gouveia

O associativismo continua a crescer no FC Porto, que está muito perto de atingir a marca dos 175 mil sócios. O clube atualizou os dados no Portal da Transparência dando conta que a 3 de março eram 173 801.

Foto: Miguel Pereira

Duas semanas depois esse número está desatualizado, faltando, sabe O JOGO, muito pouco para que seja atingida essa fasquia.

De salientar que em meados de junho do ano passado, quando terminou uma época sem conquistas, o FC Porto tinha pouco mais de 151 mil sócios, o que significa que ganhou mais de 22 mil nos últimos nove meses.

Título e Texto: Carlos Gouveia, O JOGO, 24-3-2026, 18h23 

24-3-2026: Oeste sem filtro – M (santo santificado) autoriza prisão domiciliar para Bolsonaro, mas só por 90 dias + Advogados vão levar caso de Filipe Martins à OEA


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[Língua Portuguesa] Lágrimas de crocodilo


Débora Ribeiro

Significado de Lágrimas de crocodilo

expressão Choro falso, fingido, hipócrita; choro de quem está fingindo um sentimento de tristeza. Demonstração de tristeza que não é sincera: as lágrimas de crocodilo na despedida foram de um constrangimento tal que não consegui assistir tamanha hipocrisia. Etimologia (origem de lágrimas de crocodilo). A expressão lágrimas de crocodilo deriva da junção do plural da palavra lágrima, lágrimas, e da palavra crocodilo.

Expressões Idiomáticas

Origem da expressão "Lágrimas de Crocodilo"

Os crocodilos, ao capturar uma presa, abrem muito a boca para engolir completamente a sua vítima, sem a mastigar, em razão disso suas mandíbulas pressionam suas glândulas lacrimais, fazendo-o lacrimejar e dando a impressão de que está chorando.

Sinônimos de Lágrimas de crocodilo

Lágrimas de crocodilo é sinônimo de: fingimentofalsidadementiradissimulaçãohipocrisia

Definição de Lágrimas de crocodilo

terça-feira, 24 de março de 2026

[Livros & Leituras] Breve História do 25 de Novembro – O dia em que a utopia revolucionária deu lugar à sensatez democrática

Filipe Garcia, Ideias de Ler, Porto Editora, setembro 2025, 248 páginas.

Entre abril de 74 e novembro de 75, Portugal foi comparado a “um manicómio em autogestão”. Trocaram-se agressões, lançaram-se rivais políticos ao rio, invadiram-se e bombardearam-se sedes de partidos e quartéis. O pior cenário nunca se confirmou, mas a que distância estivemos de uma guerra civil?

Em Breve História do 25 de Novembro, Filipe Garcia traça o percurso de um país à beira do abismo e dividido entre visões opostas para o seu futuro. Com base em investigação rigorosa e entrevistas inéditas, revisita os tempos do PREC até ao dia que ditou o seu desfecho, abrindo finalmente caminho à democracia tal como agora a conhecemos.

Pelo percurso revelam-se episódios até hoje desconhecidos – como um arsenal de armas que ainda se encontra enterrado –, que poderão mesmo mudar a forma como a história do 25 de novembro será contada. 

Uma investigação jornalística que ajuda a fazer a verdadeira história do 25 de Novembro.
José Pedro Castanheira, jornalista
 

Filipe Garcia. Alfacinha desde 1980, criado entre os Anjos e a Estefânia, de liceu cumprido no Camões e licenciatura em História concluída no Campo Grande, na Universidade de Lisboa, Filipe Garcia tornou-se jornalista em 2001.

Atualmente na Agência Lusa, iniciou-se na profissão no Record, seguindo depois por Focus, Sábado, Diário Económico, Diário de Notícias e Expresso.

Le grand remplacement des élus est en marche


Chassés, hués, insultés, moqués, brocardés, on les a vus sortir de leur mairie, la tête basse, la larme à l’œil souvent. Ils sont républicains ou socialistes, ou communistes ou sans étiquette ; ils ont été maires pendant des années. Autour d’eux, on crie, on danse, on chante, on exulte ; des femmes voilées entonnent des youyous guerriers ; des jeunes garçons arborent des drapeaux algériens ; d’autres exhibent des doigts d’honneur vengeurs. On entend des « casse toi » et des « nous sommes tous des enfants de Gaza ». 

On voit bien que ce n’est pas une alternance politique traditionnelle. On n’est plus dans la politique et ses batailles d’idées ; on est dans la revanche historique, ethnique, religieuse, raciale. Ce n’est pas une victoire démocratique qu’on célèbre, c’est un rituel d’humiliation auquel on se sacrifie. C’est le gwer, le blanc, qui, quelle que soit son étiquette partisane, est renvoyé avec une jubilation ostentatoire. 

Le grand remplacement des élus a commencé, et il suit logiquement celui du peuple français. 

Depuis trente ans, je leur annonce et je leur répète : « La démographie, c’est le destin. » Ils m’ont ri au nez, ou traité d’excessif ou de Cassandre. Ils m’ont fait la leçon au nom des « valeurs de la République » et n’ont pas compris que celles-ci seraient balayées par le retour du refoulé ethnique, religieux, tribal. 

Ils ont longtemps cru que leur habileté politicienne, leur clientélisme cynique - une mosquée par-ci, un stade de foot par-là, une visite pour l’Aïd et des subventions aux associations soi-disant culturelles ou sportives, leur permettrait de garder les rênes de leur ville. 

Vai Brasa! (??)


Pra quem não entendeu a parada da Nike, estão inventando esse negócio de "brasa" porque isso é a justificativa pra camisa vermelha que eles tanto sonham. 

Ninguém, nunca,em nenhuma hipótese, nem uma única vez, chamou a seleção brasileira de "brasa" ou "vai brasa" ou besteira do tipo. Isso nunca existiu em lugar algum. 

Mas os esquerdopatas estão, até hoje chorando porque a camisa amarela virou símbolo do bolsonarismo. Esquerdistas não conseguem usar a camisa da seleção sem baterem uma punheta/siririca em homenagem ao bolsonaro depois. 

Daí querem essa camisa vermelha, não é de hoje que tem o papo. Mas teve muita rejeição quando lançaram a ideia. Então decidiram uma estratégia em etapas para vencer a rejeição. 

"Brasil" vem de "brasa", cor vermelha. Depois de estabelecerem "brasa" como tema da seleção, o próximo passo é fazer uma camisa cor "brasa", não vermelha, mas "brasa", entendeu? 

Pode esperar vários comerciais e vinhetas com temas de "brasa" e "fogo" envolvendo a seleção. Em seguida, o lançamento da camisa 3 "brasa".

Pra quem não entendeu a parada da Nike, estão inventando esse negócio de "brasa" porque isso é a justificativa pra camisa vermelha que eles tanto sonham. 

Ninguém, nunca,em nenhuma hipótese, nem uma única vez, chamou a seleção brasileira de "brasa" ou "vai brasa" ou besteira do tipo. Isso nunca existiu em lugar algum. 

Mas os esquerdopatas estão, até hoje chorando porque a camisa amarela virou símbolo do bolsonarismo. Esquerdistas não conseguem usar a camisa da seleção sem baterem uma punheta/siririca em homenagem ao bolsonaro depois. 

23-3-2026: Oeste sem filtro – Bolsonaro recebe alta da UTI e é transferido para quarto

 🚨 O cerco fechou na política brasileira!

De reunião decisiva entre Moraes e Michelle Bolsonaro a escândalos milionários envolvendo Lulinha e o INSS. Assista agora para entender os bastidores de Brasília que ninguém está te contando. 

No programa de hoje, trazemos atualizações urgentes sobre o estado de saúde de Jair Bolsonaro, que deve deixar a UTI, enquanto a PGR se manifesta a favor de sua prisão domiciliar.

Será que Alexandre de Moraes vai recuar após a reunião com Michelle? 

Além disso, detalhamos o escândalo da viagem de Lulinha à Finlândia, bancado por um lobista num hotel de R$ 37 mil a diária, e a polêmica dos supersalários: 6 dos 10 ministros do STF receberam acima do teto, com Moraes liderando a lista. 

Ainda neste programa:

• CPMI do INSS vai pedir o indiciamento de 200 pessoas!

• Ministro Mendonça manda leiloar os carros de luxo do "Careca do INSS".

• Prisão de contador por ordem de Moraes e a polêmica do "Gilmarpalooza".

• Tensão Global: Trump suspende ataques à infraestrutura de energia do Irã e Cuba alerta para possível ataque dos EUA.

[Aparecido rasga o verbo] Assim são meus dias em formatos cada vez mais curtos

Aparecido Raimundo de Souza

“Eu disse que faria um poema à tua volta. Não voltaste. Escrevi essas linhas à tua espera”.
J. G. de Araújo Jorge.

À espera...


Aqui me pego, à tua saudade, esperando
que venhas e traga ternura em teus traços...
Porém, passam-se as horas... E já desanimado
Cismo que não chegarás até meus braços
E meus anseios vão se arrastando
em tua ausência c’os meus embaraços...
Tão depressa as horas foram passando,
Que até ouço a saudade e seus tristes passos...
Perto de mim, uma pá de gente segue cruzando
indiferente ao anseio de que desejo ver-te
e que aos poucos estou me definhando...
Esgotou-se o tempo... Esperar-te foi em vão.
Mas a angústia louca de amanhã rever-te,
faz regressar feliz este meu coração!...

Rival

Todas as manhãs ao acordar,
o sol opulento,
viril, ciumento...
Após escalar
e penetrar
em minha janela
com o seu fulgor
e todo ardor,
vem despertar-me
e despregar-me
do calor do corpo dela...
Para em meu lugar,
quieto ficar,
sem poder desfrutar
adormecendo e abraçado
a ela!...

segunda-feira, 23 de março de 2026

A Top Russian Expert Shared His Views On Relations With The US

Andrew Korybko 

They’re worth paying attention to since he might reasonably be consulted by Putin or other policymakers given his renown as one of the world’s top experts in this field

Dimitri Simes is definitely one of the world’s top experts on Russian-US relations. He used to advise Richard Nixon and even ran his institution for nearly three decades, advised Trump in 2016, hosts a leading show on Russian TV, and moderated an economic-political session with Putin in 2023. That’s why his longform interview with RT is so important for folks to pay attention to, but given its length and some readers’ limited time, this piece will highlight his main points for convenience and then analyze them.

Contrary to common assumptions, Simes said, not a lot actually unites Russians and Americans nowadays due to the “tremendous changes – demographically, culturally, and in terms of lifestyle” – that the latter have undergone in recent decades. He elaborated that the US’ demographic changes in particular, transformation from a “melting pot” to a “mixed salad”, and political correctness widened differences with Russians and pose serious domestic challenges.

On the international front, Russia and the US nowadays embrace the opposite worldviews of multipolarity and global dominance, but this wasn’t predetermined. According to Simes, while “certain factors do foster mutual distrust and place competition above cooperation”, political émigrés from the USSR and some former Soviet Republics’ deep resentment of Russia emboldened liberal globalists in the US after the (Old) Cold War to take a harder line towards Russia. They then also underestimated it.

A contrarrevolução de Donald Trump

Roberto Motta 

O presidente dos EUA, Donald Trump, durante coletiva na Casa Branca nesta quinta (19-3). Foto: Aaron Schwartz/EFE/EPA

A cegueira ideológica e a miopia histórica impedem a compreensão do real significado do segundo governo de Donald Trump. O que está acontecendo diante de nossos olhos é isso: Trump está mudando a natureza do governo americano e confrontando a esquerda de forma inédita, em seus próprios termos – e as ondas de choque dessas mudanças repercutirão por todo o mundo.

Ninguém explicou melhor isso do que o historiador militar e comentarista político Victor Davis Hanson. Segundo ele, Trump não está realizando apenas uma mudança de rumo temporária na política americana. Trata-se de uma mudança estrutural; uma contrarrevolução.

Essa mudança seria comparável à reestruturação do governo americano feita por Franklin Roosevelt na década de 1930. Roosevelt criou o governo gigante, que interfere em tudo e regula a todos. É uma receita socialista. Trump está implantando medidas da mesma magnitude, mas na direção oposta.

Nenhum político moderno impôs tantas derrotas, de tamanha gravidade e em tantas áreas, ao movimento marxista mundial, como Donald Trump

Depois de herdar uma catastrófica política de imigração – se é que ela pode ser chamada de política – Trump fechou a fronteira. Um problema insanável foi resolvido em meses.

Todo o arcabouço marxista de guerra cultural conhecido como DEI – “Diversidade, Equidade e Inclusão” – está sendo desmontado. E o mais importante de tudo: com o reconhecimento da sociedade de que isso é a coisa certa a fazer. As universidades estão corrigindo o rumo e enfrentando o sectarismo e até o terrorismo que tinham se instalado nas salas de aula. Instituições que faziam o trabalho sujo de dominação cultural da esquerda contabilizam uma derrota após a outra.

Duas pessoas morrem após avião colidir com caminhão em aeroporto de Nova Iorque

Outras 13 ficaram feridas

Estadão Conteúdo

O aeroporto LaGuardia, em Nova Iorque, suspendeu os voos na madrugada desta segunda-feira, 23, após uma colisão envolvendo uma aeronave da Air Canada e um caminhão da Autoridade Portuária na pista, segundo autoridades locais e federais. O piloto e o copiloto do avião morreram no acidente.

De acordo com a imprensa local, outras 13 pessoas, sendo 11 passageiros e dois socorristas, ficaram feridas e foram encaminhadas a hospitais.

Vídeos registrados por testemunhas e publicados nas redes sociais mostram a aeronave com danos severos na parte frontal. O site do Sistema Nacional do Espaço Aéreo da FAA também confirmou o fechamento do aeroporto após o incidente.

De acordo com a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês), o aeroporto foi fechado devido a uma "emergência" relacionada a uma aeronave. "LaGuardia está fechado", informou o órgão em seu site, acrescentando que os voos com destino ao terminal foram suspensos.

O Departamento de Polícia de Nova Iorque confirmou a colisão, mas não divulgou detalhes adicionais até o momento.

Este líder não vira

FC Porto venceu em Braga (2-1) e manteve-se na liderança isolada da Liga

A mesma pressão, o mesmo compromisso e a mesma intensidade. Em terra de vira minhoto, o líder do campeonato manteve-se firme e conseguiu a reviravolta em dez minutos na 27.ª jornada da Liga (2-1). Graças aos golos de William Gomes e de Seko Fofana [foto], o FC Porto passou a somar 72 pontos, mais sete do que os rivais de Lisboa. 


Francesco Farioli promoveu oito alterações face ao onze europeu e repetiu o que havia alinhado na última jornada do campeonato, diante do Moreirense, o princípio já bem vincado de pressionar a toda a largura manteve-se desde o apito inicial e Alan Varela ficou perto de marcar ao quarto minuto, com um remate potente à entrada da área que rasou o poste direito da baliza de Lukas Hornicek.

Embalados por um apoio vibrante saído do setor visitante do Municipal de Braga, os portistas voltaram a criar perigo com um cabeceamento ao lado de Oskar Pietuszewski (7m) antes de Niakaté saltar para a ribalta: aos 27 minutos, o central bracarense empurrou Zaidu perto da área e aos pés de António Nobre, que mandou seguir o lance, e aos 34 puxou pelas costas Deniz Gül, que seguia isolado para a baliza, e apenas viu o cartão amarelo. Gabri Veiga quase desviava as atenções da decisão com um remate em arco que saiu a centímetros do poste, mas o nulo manteve-se até ao regresso aos balneários.

No regresso, o número 4 do SC Braga voltou a estar em evidência, mas na área azul e branca. Aos 51 minutos, na sequência de um canto batido à direita, caiu após uma disputa física com Gabri Veiga e o árbitro apontou prontamente para a marca de grande penalidade, de onde Rodrigo Zalazar assinou o 1-0. Do lance, resultou ainda um cartão amarelo que retira o médio espanhol da recepção ao FC Famalicão.

Sarah Knafo réagit aux résultats de Paris : "Je ne regrette pas mon désistement"

Renato Gaúcho deixa recado ao explicar entrada de Matheus França

Treinador do Vasco da Gama reforça meritocracia no elenco, afirma que todos terão oportunidades e destaca: “O jogador é que se escala”

Anderson Montalvão

O Vasco venceu o Grêmio por 2 a 1 na tarde deste domingo, em São Januário, em partida válida pela 8ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a equipe comandada por Renato Gaúcho segue em ascensão na tabela e chega a 11 pontos sob o comando do treinador.

Após o confronto, Renato explicou a decisão de colocar Matheus França [foto] durante o segundo tempo, destacando a necessidade de segurar mais a bola no momento em que o adversário partiu para o tudo ou nada.

Foto: Matheus Lima/Vasco

– Quando o Thiago Mendes pediu para sair, coloquei o Rojas e o França porque eles seguram a bola. Eles sabem fazer jogadas com os atacantes pelo lado e agredir a área. Não adianta, com o jogo pedindo, colocar um atacante que vai e volta. Procurei fazer a gente sofrer menos – afirmou o treinador.

Renato também ressaltou a leitura de jogo da equipe nos minutos finais, quando o Grêmio aumentou a pressão em busca do empate.

– Estava na cara que o Grêmio ia para tudo ou nada. Soubemos sofrer e conseguimos mais uma vitória – completou.

O técnico ainda fez questão de valorizar o elenco vascaíno e reforçar que todos os jogadores terão oportunidades ao longo do restante da temporada.