sexta-feira, 9 de abril de 2021

11 de abril: Marcha da Família Cristã pela Liberdade

Evento ganha alcance internacional e conta com apoio de mais de 60 agrupamentos conservadores

A Marcha da Família Cristã pela Liberdade já conta com dimensões e conexões internacionais. Com previsão de acontecer em mais de cinco países, incluindo Israel, Estados Unidos, Alemanha, Portugal, além do Brasil, a iniciativa é uma releitura do grandioso e importante evento popular que marcou a história do Brasil, com nome parecido: Marcha da Família com Deus pela Liberdade

Tendo seus valores alicerçados no conceito das três palavras “Deus, Família e Liberdade”, a Marcha congrega 50 entidades conservadoras de todo o país. Entre elas, o Movimento Avança Brasil, o Instituto Brasil200, o Movimento Família Brasileira, o Movimento Brasil Feminino, a Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família, o Médicos pelo Brasil, o Conselho Nacional dos Direitos da Cultura Cristã, o Instituto Liberdade e Justiça, o Movimento Conservadorismo Estudantil, a União Juventude Patriota, Associação Conservadora do Brasil e a poderosa OACB - Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil. 

A força da inédita união entre organizações conservadoras, faz com que a Marcha esteja presente em todos os estados da federação, com núcleos organizados e coordenação. “O evento tomou proporções inimagináveis. Estaremos ruas do Oiapoque ao Chuí, de Norte a Sul, em cada canto deste país”, disse o jornalista Luciano Cléver, um dos entusiastas do projeto. 

O ato está agendado para o dia 11 de abril, um domingo, cumprindo todos os protocolos de saúde e segurança preconizados pelo Ministério da Saúde. 

Mais informações:

https://asconbrasil.com.br/marcha/

Instagram @marchadafamilia

E-mail: marchadafamiliabrasil@gmail.com

Cidade no RS constrói Cristo Redentor que promete ser maior que o do Rio

A obra, iniciada em 2019, terá 43 metros de altura; o Cristo original, do Rio de Janeiro, possui 38 metros, sendo 30 da estátua e oito da base

Altair Alves

A cidade gaúcha de Encantado, no interior do Rio Grande do Sul, está construindo uma réplica do mundialmente famoso monumento do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, que promete ser a maior estátua do Cristo no Brasil. A obra, iniciada em 2019, terá 43 metros de altura e já está ganhando forma, com a recente instalação da cabeça e dos braços abertos. A previsão é que ela seja inaugurada ainda esse ano.

Batizada de Cristo Protetor, o potencial novo ponto turístico de Encantado está orçada em R$ 2 milhões e é feita de concreto e ferro. O dinheiro para erguer a estrutura foi arrecadado através de doações de empresários e da comunidade local.

Após a inauguração, o monumento de Encantado será o maior “Cristo no Brasil“, superando o da cidade de Elói Mendes, em Minas Gerais, que possui 43 metros, levando em conta base e escultura.

No mundo, o monumento gaúcho será o terceiro maior, ficando atrás do Cristo de La Paz (72 metros), em construção no México; e do Cristo Rei (52 metros), na Polônia. O original e icônico, localizado na Cidade Maravilhosa, possui 38 metros, sendo 30 da estátua e oito da base.

O local eleito para a instalação do Cristo de Encantado fica em uma região de morro que representa um marco zero da cidade localizada a 144 quilômetros de Porto Alegre. A ideia surgiu após um padre da cidade, sugerir, em 2016, ao então vereador Adroaldo Conzatti que a paixão dos moradores pela religião fosse representada por um monumento. A imagem de Cristo foi a escolhida para a simbolizar a fé dos moradores do município.

Título e Texto: Altair Alves, Diário do Rio, 9-4-2021

STF decide que o Estado pode impedir cultos presenciais. O silêncio dos bispos e a reação dos católicos

FratresInUnum.com

Por 9 votos contra 2, o Supremo Tribunal Federal decidiu que os Estados e Municípios têm o direito de impedir as missas e cultos religiosos presenciais. Enquanto isso, o silêncio da CNBB grita e acusa o seu consentimento diante de uma decisão que deixa os católicos perplexos. 

Mas, e se a votação do STF tivesse sido favorável às Igrejas e deixasse o assunto para a discricionariedade dos bispos? A conclusão seria a mesma: a maioria dos bispos manterias as Igrejas fechadas. A única diferença que a decisão teve, em relação aos católicos, foi a de tirar o peso desta decisão dos ombros dos nossos prelados. O que muito lhes conveio! 

Já na noite de sábado, 3 de abril, Vigília Pascal, a liminar do ministro Nunes Marques liberava a celebração pública das missas, o que favoreceria os fiéis que quisessem ao menos assistir à Missa de Páscoa. Houve bispos e padres que decidiram abrir imediatamente as igrejas, tomando todas as precauções sanitárias que o momento exige; precauções, diga-se de passagem, que não podem ser tomadas nos ônibus e trens superlotados, que o nosso povo precisa tomar todas as manhãs para tentar sobreviver no meio desse caos econômico.

A maioria dos bispos, porém, a despeito da liminar, resolveu manter as Igrejas fechadas. Há poucos minutos, o Governador João Dória Júnior disse que o Estado de São Paulo progride da fase emergencial para a fase vermelha, mas que os templos continuam fechados e o Paulistão volta a rodar (por pura pressão da Federação Paulista de Futebol).

Em outras palavras, está provado que as decisões dependem da pressão das autoridades eclesiásticas, cuidadosamente omitida por razões ideológicas.

A propósito, a decisão do STF deve ter sido comemorada efusivamente pela CNBB, que aderiu à seguinte lei: Igrejas vazias e cofres cheios, não deixem de doar.

Durante a Audiência Pública, nenhum bispo ou padre compareceu; foram apenas pastores e representantes de Igrejas evangélicas e um (hum, 1, one) católico que representou todos os fiéis que desejam receber os sacramentos. A defesa de Taigara Fernandes, além de brilhante, trouxe outras realidades à tona.

Em primeiro lugar, por que não havia ali nenhum representante da CNBB ou mesmo algum bispo ou padre? Será que não existem clérigos que tenham posições divergentes a respeito, já que o assunto não é dogmático? Por que os bispos contrários à abertura das Igrejas não pediram voz e preferiram agir nos bastidores? Por que os bispos favoráveis também não resolveram falar? 

Holodomor: "The Holocaust the New York Times ignored" (+ “Harvest of Despair”)


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Eles vagam pelas ruas, têm uma cor entre cinza e chumbo, seu próprio dia nublado e feioso. Têm lixeiras a visitar, pedidos a fazer, lamentos como ganha-pão. Qualquer coração de verdade entende e bate em descompasso, esbarra em tantas impossibilidades, suspira. Resta um sopro, a esperança sopra...

Eles estão por toda parte, carregam quinquilharias, um cobertor enfermo, trapos exaustos, sacos plásticos, um pedaço de papelão, um arremedo de barraca, carregam um pouquinho da desgraça de tudo. Nesse resumo vago das dores do mundo, seus olhares são vagos. Olhos que não veem e que a maioria não vê.

Foto: Pixabay

As duas cidades entre as quais me divido estão assim, cheias de olhares atropelados. O endereço é qualquer parte: viaduto, marquise, ponte, calçada, praça, beco. É a ausência por todo canto, de todo jeito, sem nome, sem trabalho, sem comida, sem saúde. Às dezenas, às centenas, aos milhares nas ruas.

Hoje, 27 milhões de pessoas vivem com uma renda mensal inferior a R$ 246! Não digam a elas que fiquem em casa, talvez elas não tenham casa. Com certeza, elas têm fome

São os mais pobres entre os mais pobres. Eram 25 mil em São Paulo, há pouco mais de um ano. Quantos serão agora? Quem vai contá-los, sem sair de casa? Falam em 15 mil no Rio, que um terço deles, há um ano, tinha uma casa, tinha para onde voltar no fim do dia... Talvez já não lembrem o nome da rua, o número, o bairro, a região, talvez não falem disso nas conversas nos bancos das praças, nos canteiros entre as pistas dos carros, nas marquises do sem-fim de lojas fechadas.

As casas já não existem. Outras, aos poucos, se desfazem. São pequenas, vão ficando menores, vazias... A geladeira está vazia. De repente, não há mais geladeira. Um sofá, um colchão, vende-se quase tudo. Vende-se por muito pouco, na deflação que o desespero, a incerteza e a fome provocam. Aceitam trocas também, aceitam feijão, arroz, cesta básica.

Bolsonaro chama Barroso de militante e diz faltar coragem moral ao ministro

Juiz do STF obrigou o Senado a abrir uma CPI contra o governo federal

Cristyan Costa

O presidente Jair Bolsonaro acusou nesta sexta-feira, 9, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso [foto] de ser um militante. Além disso, disse que o magistrado atua politicamente. Trata-se de uma reação à ordem do juiz do STF de obrigar o Senado a abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar suposta negligência do governo federal no enfrentamento da epidemia de coronavírus.

“A CPI que Barroso ordenou instaurar, de forma monocrática, na verdade, é para apurar apenas ações do governo federal. Não poderá investigar nenhum governador, que porventura tenha desviado recursos federais do combate à pandemia”, publicou Bolsonaro, em suas redes sociais. “Barroso se omite ao não determinar ao Senado a instalação de processos de impeachment contra ministro do Supremo, mesmo a pedido de mais de 3 milhões de brasileiros. Falta-lhe coragem moral e sobra-lhe imprópria militância política”, acrescentou o chefe do Executivo.

Bolsonaro recebe primeira videochamada com 5G

A chamada foi feita pelo ministro Fábio Faria, de São Paulo

Andreia Verdélio

O presidente Jair Bolsonaro recebeu hoje (9) a primeira videochamada da América Latina utilizando a tecnologia 5G standalone de conectividade móvel - o 5G puro, com rede independente e de maior qualidade. A ligação para o Palácio do Planalto, em Brasília, foi feita pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, da sede da Nokia, em São Paulo.

Foto: Marcos Corrêa/PR

O evento desta sexta-feira faz parte de uma série de demonstrações de fabricantes da tecnologia 5G ao governo brasileiro. A previsão é que o leilão do 5G no país ocorra até o meio deste ano e que até junho de 2022, a tecnologia esteja funcionando em todas as capitais brasileiras. Antes disso, as operadoras devem disponibilizar a solução híbrida – non-standalone, que compartilha redes já existentes do 3G e do 4G.

edital do leilão foi aprovado pelo Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) em fevereiro e agora passa pela análise do Tribunal de Contas da União (TCU). A expectativa é que essa etapa seja concluída até o fim do primeiro semestre.

Para o presidente Bolsonaro, o 5G trará reflexos importantes na sociedade, não só para a conectividade entre as pessoas, mas para o desenvolvimento dos setores empresarial e industrial. “Assistimos durante a pandemia agora que o consumo de internet aumentou em mais de 50%. Realmente o 5G vem em boa hora porque nós do Brasil precisamos cada vez mais integrar a regiões, em especial, ainda existe um deserto na Região Norte e no nosso querido Nordeste. Com essa tecnologia vamos avançar e muito”, disse.

Campanha de vacinação contra a gripe começa na segunda

Meta é imunizar 79,7 milhões de pessoas

Jonas Valente

O Ministério da Saúde e as secretarias estaduais e municipais de saúde começam na segunda-feira (12) a campanha de vacinação contra a gripe. Além de evitar complicações decorrentes da gripe causada pelo vírus, a vacinação ganha uma outra importância no momento.

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Com diversos estados com leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) lotados e filas de espera em função da pandemia do novo coronavírus, a iniciativa também é importante para evitar uma sobrecarga nos sistemas de saúde.

O público estimado pelo ministério é de 79,7 milhões de pessoas e o objetivo é vacinar pelo menos nove em cada dez pessoas dos grupos prioritários.

Os grupos serão organizados para vacinação em três etapas. Os dias de mobilização, chamados de dias D, serão definidos em cada município pela Secretaria de Saúde local.

Os grupos prioritários são:

- Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;

- Gestantes;

- Puérperas;

- Povos indígenas;

- Trabalhadores de saúde;

- Pessoas com 60 anos ou mais;

- Professores;

- Portadores de doenças crônicas não transmissíveis;

Rio flexibiliza restrições a partir desta sexta; bares e restaurantes voltam a receber público

Estabelecimentos gastronômicos podem funcionar com presença de público até às 21h; praias, no entanto, seguem com permanência na areia vetada

Raphael Fernandes

Foto: Cleomir Tavares/Diário do Rio

A partir desta sexta-feira (9), as restrições no município do Rio de Janeiro começam a ser flexibilizadas.

Depois de 14 dias de pausa emergencial imposta pelo poder público, estabelecimentos gastronômicos, por exemplo, podem voltar a receber público presencialmente, assim como os shoppings centers voltam a funcionar.

Praias e cachoeiras, no entanto, seguem com a permanência vetada.

O que passa a ser liberado:
· Restaurantes, bares e lanchonetes podem funcionar com presença de público até às 21h, com tolerância de 1 hora para fechamento;
· Comércio, das 10h às 18h;
· Órgãos não essenciais da Administração Pública, das 8h às 17h;
· Museus, galerias, bibliotecas, visitações turísticas, feiras, exposições e congressos e seminários podem funcionar até às 21h.

O que permanece proibido:
· Permanência nas praias, parques e cachoeiras, assim como as atividades econômicas na faixa de areia e esportes coletivos;
· Estacionamento na orla, exceto para moradores, idosos, pessoas com deficiência e hospedes de hotéis;
· Esporte coletivo em áreas abertas ou fechadas, como academias ou aulas particulares;
· Funcionamento de casas noturnas, festas públicas e particulares e roda de samba e afins.

Vale ressaltar que o ”toque de recolher” que impede a permanência de pessoas em locais públicos das 23h às 5h permanece.

Título e Texto: Raphael Fernandes, Diário do Rio, 9-4-2021

[Aparecido rasga o verbo] Elas são boas assim: nuas e cruas

Aparecido Raimundo de Souza

Para meu grande amigo, o escritor Rubem Fonseca (In memorian), que dias antes de seu falecimento, me concedeu uma entrevista em seu apartamento no Rio de Janeiro e me presenteou com seu livro “A Coleira do Cão” . Este texto é uma paródia à ele.

TÃO LOGO ME SEPAREI da última companheira, passei numa papelaria e comprei um caderninho onde escrevia os nomes das mulheres que foram para a cama comigo. Quando estava casado eu não tinha nenhum caderninho, a minha mulher era muito possessiva e as suas crises de ciúme, além de longas, pareciam mais teatrais que condizentes com a verdade. Ela rasgava as minhas roupas novas. Eu não dava a menor importância à isso. Logo depois ela voltava atrás, passava a mão em mim e me levava para comprar tudo novo.

Eu escondia de Gioconda a existência das outras mulheres que povoavam o meu mundo tresloucado. Ainda não tinha caderninho naquela época, mas já ia para a cama com outras. O ciúme doentio de Gioconda vinha sempre causado por um gesto inocente da minha parte, como olhar uma dona que passava perto da nossa mesa no restaurante, ou rebolando no calçadão da Avenida Atlântica. Às vezes, num mero exercício especulativo, eu imaginava o que ela faria se soubesse que eu devorava outras mulheres, ainda que com os olhos cheios de desejos pecaminosos.

Mas eu não corria riscos. Caderninho de endereços, cartas, retratos, essas coisas clandestinas sempre são descobertas. Por que me separei dela? Talvez porque não aguentasse mais ter que usar as roupas da “última moda” que a Gioconda comprava para mim. Durante algum tempo eu achava graça em mim mesmo enfiado naqueles paramentos. Tenho senso de humor, como todo sujeito preguiçoso. Me lembro de um jantar, presentes as habituais figurinhas que se enfeitam com esmero para essas ocasiões, quando uma das mulheres, uma ruiva bonita, de fechar o comércio, elogiou os meus trajes.

Eu disse que Gioconda os havia escolhido. A ruiva se virou para o marido, um advogado vestido formalmente que suava pelos cotovelos apesar do ar refrigerado, e lhe disse que ele devia seguir o meu exemplo. O resto da noite, os casais presentes — havia profissionais liberais, empresários, escritores, jornalistas, até mesmo uma artista plástica, a maioria trajada conforme os ditames estilísticos da época — discutiram se as mulheres deviam ou não escolher a roupa que os maridos usavam.

Caminhar para vencer

Nelson Teixeira

Nenhum caminho é fácil, nada na vida é conquistado sem esforço, determinação e dedicação. Tudo o que nos propomos a fazer exige de nós a responsabilidade e a confiança de que vamos conquistar. 

Esmorecer não é o objetivo, e lamúrias não podem fazer parte da trajetória. 

Não existe tempo certo para começar essa transformação, cada um tem o seu momento, mas quando esse dia chegar devemos agarrar com todas as forças e seguir adiante firmes e certos de que chegaremos vitoriosos. 

Que haja paz em nosso coração, firmeza em nossos passos, coragem em nossas atitudes, esperança em nossa alma e Luz em nosso caminho, para que possamos atingir nosso objetivo maior que é evoluir.

Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 9-4-2021

LIVE com o presidente Bolsonaro, 8 de abril de 2021

quinta-feira, 8 de abril de 2021

Nota de esclarecimento: matéria da Folha manipula, omite e distorce ao dizer que hospitais militares estão ociosos


O Ministério da Defesa (MD) informa que a matéria "Hospitais das Forças Armadas reservam vagas para militares e deixam até 85% de leitos ociosos sem atender civis", publicada em 6 de abril, no portal da Folha de S. Paulo, contém graves manipulações, incorreções, omissões e inverdades, que levam o leitor à completa desinformação. 

Ao contrário do que induz o título da matéria, a grande maioria dos hospitais militares está com quase todos os leitos de UTI ocupados. Na realidade, muitos hospitais militares têm frequentemente removido pacientes para outras regiões para evitar o colapso. Assim como os hospitais civis, a situação varia de acordo com cada região. Os números são críticos e evoluem diariamente.

A reportagem deliberadamente usou dados de hospitais pequenos, com poucos leitos, recursos limitados e de alguns que sequer possuem UTI.

No caso do Exército, a matéria afirmou que os leitos clínicos estão ociosos nos hospitais em Florianópolis-SC, Curitiba-PR, Marabá-PA e em Juiz de Fora-MG. No entanto, a reportagem omitiu que os leitos de UTI, dessas mesmas unidades, estão totalmente ocupados. No Paraná, no Pará e na Zona da Mata Mineira a ocupação é de, respectivamente, de 117%, 133% e 500%. Em Santa Catarina, não há leitos de UTI.

No caso da Força Aérea, o Esquadrão de Saúde de Guaratinguetá, também alvo da reportagem, está instalado dentro de uma escola de formação da FAB. Ele possui sete leitos de enfermaria Covid-19 para atender 3.000 militares, sendo que desse total 1.300 alunos estudam em regime de internato. Já os esquadrões de saúde de Curitiba-PR e de Lagoa Santa-MG possuem, respectivamente, seis e 13 leitos de enfermaria. Ressalta-se que essas unidades não dispõem de estrutura para internação de longa permanência e também não possuem disponibilidade de UTI.

A matéria mostra ainda todo o seu viés, tendencioso e desonesto, ao mencionar que as Forças Armadas “contrariam os princípios da dignidade humana e violam o dever constitucional do Estado de oferecer acesso à saúde de forma universal”. O jornalista deliberadamente ignora e omite todas as ações que as Forças Armadas vêm realizando há mais de um ano, em apoio abnegado à população brasileira, desde o início da pandemia.

[Discos pedidos] Agnaldo Timóteo (* 16-10-1936 – † 3-4-2021)

Aterrisei no saudoso e verdadeiro Galeão em 29 de março de 1972, uma quarta-feira. No domingo, 2 de abril, assistia a Silvio Santos, na TV Globo. O cara começava tipo 11h30 e ia até às 20!! Foi um choque, no bom sentido, claro.

E no programa de Silvio Santos, como em outros que muito gostava de assistir, como "Buzina do Chacrinha", "Programa do Bolinha", "Almoço com as estrelas"... estou citando de cabeça, septuagenária, adorava ouvir Agnaldo Timóteo e outros tantos cantores brasileiros que, cedo aprendi, eram desprezados pela "elite" da Zona Sul do Rio de Janeiro... Aliás, até hoje, 8 de abril de 2021, essa "elite" tem sérios problemas com o povo, o povo de verdade... mas isto é assunto para outro dia.

Então, dizia eu, foi nesses programas, que tive o privilégio de assistir, de graça, a grandes e estupendos cantores brasileiros, como Agnaldo Timóteo.


Anteriores:
Remembering the Great James Brown 
Este jamais terá qualquer chance. Por quê? 
No tempo em que SÓ a VOZ encantava 
Fred Astaire e Rita Hayworth dançando "Milonga para as missões", de Renato Borghetti (+) 
Marchinhas de verdade (bis) 
Genival Lacerda (* Campina Grande, 15 de abril de 1931 — Recife, 7 de janeiro de 2021) 
O que é, o que é? 
Ennio Morricone (* Roma, 10 de novembro de 1928 – † Roma, 6 de julho de 2020) 

Augusto Nunes: Tarcísio é um cara que faz e isso é um horror para os opositores

Os Pingos nos Is, 8-4-2021

Ciro Gomes líder do centro? Bateu desespero na esquerda tucana!

Rodrigo Constantino, 8-4-2021

E se Kierkegaard tivesse que fazer testes covid?

Vitor Cunha

Camus intuía existirem três soluções para o absurdo: suicídio, salto de fé ou a aceitação do absurdo. Há uns tempos andamos ocupados em providenciar uma saída institucional para a primeira opção através da eutanásia. Ainda não está completamente aprovada, mas há de estar, pelo que é como se já estivesse. Assim, podemos aceitar já esta resolução secular para a solução um do problema que consiste no estado providenciar significado para a nossa existência e, em simultâneo, significado para a sua alienação. Curiosamente, esta solução, a do suicídio por procuração, integra plenamente a necessidade do salto de fé da segunda opção, a de que outros podem decidir sobre as opções fundamentais de cada um como se uma resolução não implicasse responsabilidade e avaliação individual.

O salto de fé de Kierkegaard pode ser providenciado com o veneno que escolher: socialismo, liberalismo (ateu ou moderno), ou a sua síntese simbiótica em covidismo etc. Para algumas pessoas basta a convicção de que são deusas por terem vagina; para outras basta a convicção de que os seus sentimentos são avatar da construção moral coletiva; para outros ainda, basta serem chamados de especialistas por uma televisão qualquer.

Relutantemente, a par destas crenças pessoais intrametafísicas, ainda subsistem religiões que permitem a algumas comunidades um salto de fé em algo que transcende a “autoridade ética” (cof, cof) dos governos. 

O Islão é uma delas e também providencia solução para a primeira hipótese, a da eutanásia involuntária de infiéis, pelo que, logicamente, poderia ser adotada como religião oficial do estado poupando angústia existencial desnecessária aos cidadãos inconformados.

Tucker Carlson: an interview with Piers Morgan

He didn't believe her then AND he still doesn't believe her now. Piers Morgan's explosive first television interview since the Meghan Markle feud and walking off the set of his popular British TV show.

Aired: April 5th, 2021

Tommy Brun Olesen

Safra de grãos será recorde com 273,8 milhões de toneladas, diz Conab

Soja e milho respondem pela grande maioria da produção anual

Pedro Peduzzi

A produção de grãos no Brasil deve chegar a 273,8 milhões de toneladas na safra 2020/21, de forma a bater, novamente, o recorde com um crescimento de 6,5% em relação à safra anterior, percentual que corresponde a um aumento de 16,8 milhões de toneladas. Os dados foram divulgados hoje (8), em Brasília, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ao anunciar o 7º Levantamento de Grãos Safra.

Foto: Wenderson Araújo/CNA/Trlux

Segundo a Conab, o destaque deve-se, sobretudo, à “consolidação do plantio das culturas de segunda safra e início de semeadura das culturas de inverno, com sustentação no aumento geral de 68,5 milhões de hectares e boa performance da soja e do milho”.

O número apresenta um aumento de 1,5 milhão de toneladas na comparação com a previsão anterior – aumento sustentado principalmente pelo crescimento de 1,1% na área plantada de milho segunda safra. Houve também ganho na produtividade da soja.

Segundo o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sergio De Zen, os números devem ser comemorados, em especial, se for levado em consideração que o período atual é de “crise sem antecedentes, que realça a imprevisibilidade em relação ao futuro”.

“As economias precisam fazer uso de programas sociais que aumentam a demanda por alimentos, sem uma contrapartida de aumento da produção, na maioria dos casos. Os países onde a produção pode aumentar, como é o caso do Brasil, sofrem enormes pressões para que isso ocorra. É diante desse quadro que anunciamos esse levantamento”, disse o diretor.

Soja e milho

Ele observou que, no Brasil, soja e milho continuam respondendo pela grande maioria da produção anual. Esses grãos estão presentes em outros tipos de alimentos que chegam à mesa do brasileiro. “É o caso do leite e da carne. Por isso, é importante acompanhar essas produções”, argumentou.

[Livros & Leituras] Les tyrannies de l’épidémie – Un livre féroce et nécessaire

“Un style brillant”
Marie-Laetitia Bonavita, Le Figaro

“Il pose sans façon la question la plus taboue du moment”
Claire Chartier, L’Express

“Un essai courageux, argumenté et magnifiquement écrit”
Jean-Cristophe Buisson, Le Figaro-Magazine



« Nous sommes en guerre »
Dès le 16 mars 2020, Emmanuel Macron donne le ton, mais ne dit pas la vérité. Ce soir-là, il s’adresse à plus de 35 millions de téléspectateurs ; la finale de la Coupe du monde de football remportée par la France, en juillet 2018, n’avait intéressé « que » 26 millions de Français ; et celle de 1998, face au Brésil, « à peine » 20 millions. Autant dire que le président de la République a été écouté par tous les citoyens en âge et en état de comprendre ce qui se dit à la télévision… C’est la première victoire du pouvoir : réunir, à défaut de rassembler. Tout le monde se sent concerné, parce que tout le monde a peur d’attraper le virus, et d’en mourir… Le 23 octobre, soit sept mois et une semaine après cette allocution présidentielle, la France franchit officiellement le cap du million d’habitants ayant contracté la Covid-19. Trente-cinq millions, contre un million… Après 29 semaines, 2,8 % des téléspectateurs ont donc été malades : pour que l’ensemble de l’audimat du 16 mars soit touché, il faudrait, à ce rythme, 1 015 semaines, soit près de vingt ans. De mars à octobre, 35 000 personnes sont mortes, soit un téléspectateur sur mille, 0,1 %… Pendant la Première Guerre mondiale, la France a mobilisé au total 8 millions d’hommes, et 1,4 million ne sont jamais revenus, soit un taux de mortalité de 17,5 %. Le coronavirus est nettement moins efficace que la mitrailleuse allemande…

Et pourtant, ce 16 mars au soir, à six reprises, les Français entendent la même phrase, antienne du saisissement général et de l’émotion incandescente : « Nous sommes en guerre. » Ce n’est plus une métaphore, c’est une anaphore. Évoquant le « Moi, président ! » de François Hollande, lors du débat d’entre deux tours face à Nicolas Sarkozy, en 2012, ce « Nous sommes en guerre » doit devenir le mantra d’Emmanuel Macron, sanglé dans un uniforme antiviral invisible, mine grave comme les événements, et verbe martial, comme s’il s’agissait de jouer un « 18 juin » sanitaire. « Nous sommes en guerre », ce peut être, à la limite, le slogan du soutien aux personnels soignants : eux, en effet, risquent leur vie à approcher les malades et ce virus inconnu, à gérer les réanimations débordées et les pénuries diverses. Le président s’adresse d’ailleurs à eux, en filant la métaphore du pays mobilisé derrière ses « poilus », l’arrière prenant soin du front : « La Nation soutiendra ses enfants qui, personnels soignants en ville, à l’hôpital, se trouvent en première ligne dans un combat qui va leur demander énergie, détermination, solidarité. Ils ont des droits sur nous. » La blouse blanche remplace le pantalon garance, car ces combattants montent à l’assaut bien mal équipés, comme les pioupious de 1914. Frôlant même l’incongruité du maréchal Edmond Le Bœuf, qui assurait en 1870, juste avant une cinglante défaite face aux Prussiens, qu’« il ne manquerait pas un bouton de guêtre à nos soldats », Emmanuel Macron promet : « Nous leur devons des masques, du gel, tout le matériel nécessaire, et nous y veillons et veillerons. » Ce qui n’empêchera pas quelques hôpitaux de devoir bricoler des blouses de protection en découpant des sacs poubelle. Mais peut-être est-ce à cela qu’on reconnaît une guerre, surtout quand on est incapable de la gagner : l’intendance ne suit jamais.

[Foco no fosso] SUBJUGAÇÃO – parte 4 – mentes controladas (I)

Haroldo Barboza

No período em que ainda não existia tv e as ondas de rádio sofriam interferências por falta de poderosas antenas, a força das palavras “convincentes” era disseminada através de líderes religiosos de boa lábia. Pelo menos 80% possuem bons propósitos em aliviar os sofrimentos pessoais (os da alma são piores). Cerca de 20% estão mais focados na coleta de dízimos entre seus fiéis para erguerem e manterem suntuosas edificações. Ambas as parcelas atendem aos planos das FFOO já citadas.

Tais líderes mantinham (e ainda) guardados a sete chaves, segredos (reais ou não) criando a auréola misteriosa que emoldura centenas de relatos (repetidos 1000 vezes tornam-se “verdades”) para “atenuar” sofrimentos concretos e gerar sementes de esperança que devem ser cultivadas com o adubo da resignação; bem conveniente aos gestores públicos que elaboram as normas sacrificantes aos seus domesticados subalternos hipnotizados (eleitores iludidos). 

Nas épocas em que a fome massacra os sacrificados à beira do precipício da miséria, estes líderes recebem mantimentos (vindos dos gestores e de grande parte da população generosa e comovida) para ganharem créditos junto a estes esfomeados. Alegam que foi a ajuda divina que trouxe os alimentos e as vestes para envolvê-los. A partir do instante que a fome é saciada, seguem na pregação de que devem cultivar a fé (mais?) com resignação extrema (por quanto tempo?) até que o céu lhe avise que “agora tudo vai melhorar em nossas vidas”.

O STF se prepara para executar o pior ataque contra a religião

O alvo são os templos evangélicos, um dos piores pesadelos da esquerda, do 'centro liberal' e das classes pensantes deste país

J. R. Guzzo

O Supremo Tribunal Federal (STF), com a cumplicidade ativa de governadores, prefeitos e a militância em favor do “fecha tudo” geral, e com o amplo apoio da mídia e do restante da elite nacional, se prepara para executar o pior ataque contra a liberdade de religião que o Brasil já sofreu — pelo menos desde que foi estabelecido por lei que Estado e Igreja são separados, não podem interferir um no outro e cada cidadão é livre para praticar as suas crenças religiosas e frequentar os cultos que bem entender.

A desculpa deste último ataque aos direitos do cidadão é, mais uma vez, a covid — para “evitar aglomerações”, o STF pode proibir que o público frequente missas, orações e cerimônias espirituais de qualquer natureza.

O ministro Gilmar Mendes abriu o tiroteio, votando pelo fechamento das igrejas na sessão plenária que vai decidir sobre a questão. Alegou que o Brasil se tornou um “pária” mundial no tratamento da covid e, por isso, as pessoas não podem mais fazer suas devoções em público. Não explicou por que, objetivamente, o Brasil é um “pária” comparado a outros países de primeira linha — mas desde quando um ministro do STF precisa apresentar algum motivo decente para baixar os seus decretos? O Supremo só decide; todos os demais só obedecem. A votação começou, foi suspensa e recomeça nesta quinta-feira.

A parceria da alta hierarquia da Igreja Católica no voto de Gilmar, as profissões de fé dos comissários do coronavírus e as piedosas garantias dos políticos de que a liberdade religiosa está “garantida” só mostram o quanto é hipócrita a ofensiva contra o culto — o alvo real, de novo, são os templos evangélicos, um dos piores pesadelos atuais da esquerda, do “centro liberal” e das classes bem pensantes deste país.