terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
How Will Key Countries Respond To The US’ Attempted Restoration Of Unipolarity?
Andrew Korybko
The US’ restoration of unipolarity risks sparking
another World War if cooler heads don’t prevail
The US’ new National
Security and Defense
Strategies, which collectively articulate the “Trump
Doctrine”, make clear that the US’ grand strategic goal is to restore its
predominant position (unipolarity) over the world. Unlike during the
short-lived unipolar era that followed the end of the Old Cold War, this time
the US is explicitly reluctant to embroil itself in overseas conflicts that
risk overextending itself, and it’ll also now rely more on its regional
partners to share the burden of advancing their shared interests.
China, Russia, Iran, and North
Korea are identified as the US’ adversaries, the first of them being described
as “the most powerful state relative to us since the 19th century” in the
National Defense Strategy, and each must now decide whether to challenge the
US, balance it, or bandwagon with it. To a lesser extent, the same also applies
to rising powers like India that have complicated
ties with the US. In reverse order, India won’t ever challenge the US,
but it’s likely to balance and bandwagon instead.
The balancing aspect relies
principally on Russia for preemptively averting potentially disproportionate
economic and military-technical dependence on the US that could be weaponized
for coercive purposes. As for the bandwagoning aspect, this concerns India’s
sincere interest in complying with its new trade deal with
the US and reaching more defense ones with it too, though conditional on the
first not being exploited by the US to flood its market and the second not
requiring basing US troops on its soil.
By contrast, North Korea is unlikely to ever bandwagon with the US, instead preferring to balance it by triangulating between China and Russia (to avoid disproportionate dependence on either) while at times challenging it through military tests in response to the US’ regional moves. Iran’s approach will probably continue to apply all three policies: challenging the US in West Asia; balancing it by triangulating between China and Russia; and negotiating a new nuclear deal for bandwagoning with it one day.
Quando o sistema se encontra, a democracia costuma ficar do lado de fora
Karina Michelin
A reabertura do ano do Supremo Tribunal Federal, nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, foi marcada menos pelos discursos oficiais e mais pelo que aconteceu longe das câmeras. Nos bastidores, Lula da Silva manteve conversas reservadas, trocou tapinhas no rosto e gestos de intimidade, como mão na cabeça, com ministros da Corte, esposas de ministros e com o presidente do Senado, como registrou o Metrópoles.
Lula falou diretamente com Alexandre de Moraes e sua esposa Viviane Barci, com o presidente do STF, Edson Fachin, e com Davi Alcolumbre.
Executivo, Judiciário e Legislativo reunidos “informalmente” no mesmo espaço, trocando palavras ao pé do ouvido, enquanto decisões que afetam milhões de brasileiros seguem blindadas do escrutínio público.
Não por acaso, a conversa com Alcolumbre ocorre no momento em que o Planalto tenta destravar a sabatina de Jorge Messias, indicado de Lula ao STF e mantido em compasso de espera no Senado.
Nada disso é ilegal, mas tudo é profundamente revelador. Revela como o poder no Brasil raramente se exerce sob a luz direta da institucionalidade. Ele circula em corredores, antessalas e encontros discretos - onde a separação entre Poderes vira “cooperação seletiva”.
Enquanto o cidadão assiste a
sessões televisionadas e discursos cuidadosamente ensaiados, o jogo real
acontece fora dos holofotes. E quando o sistema se encontra sabemos que o povo
é o último a saber - e o primeiro a pagar a conta.
Título, Texto e Vídeo: Karina Michelin, X, 2-2-2026, 21h17
2-2-2026: Oeste sem filtro – Lula distribui 'tapinhas' a integrantes do STF + Em depoimento, Toffoli sugeriu perguntas para proteger Vorcaro
A imprensa e o mundo real
Supremão: o retrato de uma ditadura criminosa
Apoiando os militantes políticos (de esquerda, óbvio!) incrustrados nas redações...
30-1-2026: Oeste sem filtro – Vorcaro nega senha de celular à PF para proteger 'relações pessoais' (Será que “ele” vai mandá-lo para a Papuda?) + Lula aumenta o estoque de gafes no Panamá (como de hábito)
A armadilha da unificação precoce e o erro estratégico da direita
29-1-2026: Oeste sem filtro – Tarcísio visita Bolsonaro e promete apoio a Flávio + CPMI do INSS convoca Vorcaro + Diretor de Instituto de Pesquisas fala sobre o quadro eleitoral do Brasil
[Foco no fosso] Cobras (e lagartos) em cobrar
A velha imprensa que pariu Moraes e Toffoli
2-2-2026: Oeste sem filtro – Lula distribui 'tapinhas' a integrantes do STF + Em depoimento, Toffoli sugeriu perguntas para proteger Vorcaro
A imprensa e o mundo real
Supremão: o retrato de uma ditadura criminosa
Apoiando os militantes políticos (de esquerda, óbvio!) incrustrados nas redações...
30-1-2026: Oeste sem filtro – Vorcaro nega senha de celular à PF para proteger 'relações pessoais' (Será que “ele” vai mandá-lo para a Papuda?) + Lula aumenta o estoque de gafes no Panamá (como de hábito)
A armadilha da unificação precoce e o erro estratégico da direita
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[Aparecido rasga o verbo] O “Eu, sem mim” e o “Mim, sem eu...”
Aparecido Raimundo de Souza
A narrativa é dividida
em duas partes: a banda azul (onde Renato não havia adentrado ainda no abismo
das drogas) e a banda dois, ou a negra bem negra, bem escura, aquela totalmente
sem luz. Essa explanação joga na cara, sem dó nem piedade, uma caminhada exaustiva,
fria, quase sem volta.
Alardeia todas as
desgraças como um castigo enumerando as "esfregas" impostas pela dura
realidade que o vício maldito pode levar uma pessoa jovem e sem experiência a
um abismo que muitas vezes a pessoa não consegue sair. Entrar, é a coisa mais fácil,
como roubar balas de criança indefesa. Sair é que são elas.
“O Estudante”, é para
mim, como a experiência de olhar para o espelho e não encontrar o meu reflexo,
ou como ouvir uma música sem melodia, sem um acompanhamento adequado, ou visto
por outra ótica: varrer uma casa com uma vassoura voadora.
No pior dos mundos,
comer a bucetinha da minha vizinha (bucetinha carinhosamente conhecida como
xoxota), sem deixar rastros de esperma no lençol branquinho da minha cama
barulhenta.
E eu, Aparecido, setenta e dois anos nas costas, aos 19 de março fecharei 73. Em vista desse evento, acrescentaria o seguinte: O meu “eu, sem mim”, no final de tudo, apesar da enorme chuva de farra que eu viesse a fazer, restaria apenas o vazio, ou seja, sobraria um espaço minúsculo onde as palavras não encontrariam eco e os meus pensamentos mais turbulentos não teriam sentido nem origem.
[Livros & Leituras] A religiosa
Denis Diderot, Círculo do Livro, São Paulo (por cortesia da Difusão Europeia do Livro), 194 páginas.
Que cacetada na vida conventual do
século XVIII!
👍👍👍👍
Sorte de Mulher
Uma outra voz
Revistas francesas
Comédias da vida na privada
As atribulações de um chinês na China
domingo, 1 de fevereiro de 2026
A imprensa e o mundo real
Luís Ernesto Lacombe
Não me canso de falar sobre isso... Se a imprensa não tivesse deixado de ser imprensa, o Brasil não teria chegado à situação atual. Imaginem como teria sido se, quando ministros do STF passaram a atuar politicamente, criminosamente, os jornalistas tivessem reagido... O que seria natural em outros tempos? A denúncia sobre a prática de abusos, arbítrios e ilegalidades por magistrados do Supremo, uma série incansável de reportagens, editoriais, artigos, notas, para cobrar o respeito às leis, principalmente à Constituição. O problema é que o STF e a imprensa velhaca tinham inimigos em comum e, desconsiderando o bem do Brasil, fecharam o alinhamento.
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| Foto: Imagem criada utilizando Dall-E/Gazeta do Povo |
A imprensa não apenas não apontou tudo de errado, mas passou a apoiar todas as práticas criminosas dos magistrados, como se fossem sempre “medidas em defesa da democracia”. O ilegal Inquérito do Fim do Mundo, censório, persecutório, foi tratado como essencial para “salvar o país”... A imprensa viu nele a oportunidade de combater Jair Bolsonaro, seus aliados e apoiadores e também a imprensa independente. Os veículos tradicionais não podiam gostar de um presidente que gastava muito pouco em publicidade e não conseguiam aceitar a perda do monopólio da informação para um mundo de perfis dos mais variados que surgiram nas redes sociais. Os antigos “donos da verdade” resolveram botar tudo a perder.
No caso do Banco Master, alguma coisa mudou. A pergunta que faço é: alguém acredita mesmo que uma imprensa que sempre defendeu ilegalidades praticadas pela mais alta Corte, de uma hora para outra, numa “decisão de redação”, resolveu voltar ao jornalismo de verdade? Foi assim, do nada? Os jornalistas tropeçaram, caíram, bateram a cabeça, ganharam autonomia, e tudo mudou? Foi um passe de mágica? Claro que não. Se a conivência com os desmandos de ministros do STF foi criminosa, quem decidiu dar um basta nessa aliança e tentar um caminho correto? Repito: fato é que o Brasil não estaria mergulhado em desgraça, se os jornalistas de grandes veículos não tivessem abandonado, ainda lá em 2019, todos os princípios mais básicos de sua profissão.
Supremão: o retrato de uma ditadura criminosa

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Paulo Briguet
1. Hoje acordei
terrivelmente sincero. Não há um escândalo no governo: o governo é o próprio
escândalo. O Caso Master, que tem ocupado as manchetes da mídia, não passa de
um sintoma da metástase institucional em que fomos mergulhados pelo Regime
PT-STF.
O banco de Vorcaro, com seu golpe de bilhões, representa apenas uma
pequena parte do que o governo está fazendo com o país. Trata-se de um assalto
permanente ao povo brasileiro para beneficiar uma elite política criminosa. E
querem saber uma coisa? Não vai dar em nada. Pelo simples motivo de que eles
controlam todos os meios de ação, investigação e punição. Assistiram ao filme
“Sindicato de Ladrões”? É um retrato do poder no Brasil atual.
2. Primeiro foi o Mensalão: compraram o Congresso. Depois, o Petrolão: saquearam a maior empresa brasileira e mergulharam o país na maior crise econômica da história. Enfim, veio a Descondenação: tiraram da cadeia o sujeito responsável pelos dois escândalos anteriores e o botaram na cadeira presidencial. O que vocês poderiam esperar de diferente? Picanha e cerveja? É claro que viria mais roubo. Os caras já engolem metade do que você ganha no assalto legalizado sob forma de impostos; roubar os velhinhos aposentados e usar o banco de um vigarista para lavar dinheiro e faturar alto em cima dos cidadãos comuns são coisas absolutamente previsíveis, eu diria até que inevitáveis. Os que fizeram o L queriam o quê? Ah, quem sabe os professores tenham ficado satisfeitos com o reajuste de 5,4% do piso salarial, que vai saltar de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 ― ou seja, eles continuarão pagando imposto de renda. Mas tudo bem: esquerdista ama imposto.
Chuva forte causa transtornos em vários pontos da cidade do Rio
Moradores da Ilha do Governador relataram ruas alagadas e árvores derrubadas com a força dos ventos
O Dia
Bairros das zonas Norte, Oeste e Sudoeste foram atingidos por uma forte pancada de chuva na tarde deste sábado (31). A Ilha do Governador está entre as áreas mais afetadas [foto]. Segundo moradores, choveu intensamente por cerca de 40 minutos na região, volume suficiente para alagar ruas e derrubar árvores.
A chuva também impactou o
transporte público. A Mobi-Rio informou que, devido a alagamentos provocados
pelas fortes chuvas no entorno do Terminal Curral Falso, os intervalos das
seguintes linhas estão irregulares:
15 - Alvorada X Curral Falso
17 - Santa Cruz X Campo Grande
20 - Salvador Allende X Santa Cruz
28 - Curral Falso X Pingo D'Água
Segundo o Alerta Rio, núcleos
de chuva avançaram pelas Zonas Oeste e Sudoeste. Por volta das 18h40 houve
registro de chuva muito forte na estação Barra/Riocentro (12,4mm).
Previsão do tempo para os
próximos dias
Entre este domingo (1º) e
terça-feira (3), o tempo no Rio permanecerá instável, com nebulosidade variada
e previsão de pancadas de chuva na tarde/noite destes dias. Os ventos estarão
fracos a moderados.
Na quarta-feira (4), áreas de
instabilidade associadas à atuação de um sistema de baixa pressão na costa da
Região Sudeste manterão o tempo instável na cidade do Rio. Assim, o céu estará
nublado e há previsão de pancadas de chuva a partir do final do período da
manhã. Os ventos estarão moderados.
Título e Texto: Redação, O Dia, 31-1-2026, 19h39
Apoiando os militantes políticos (de esquerda, óbvio!) incrustrados nas redações...
Isso aí não é "jornalista", mas um arruaceiro
de extrema-esquerda que INVADIU uma igreja e impediu o culto — algo ILEGAL nos
EUA, assim como no Brasil
A Primeira Emenda NÃO protege esse tipo de comportamento. Até porque, ao interromper a celebração, ele estava justamente impedindo o exercício da Primeira Emenda por parte dos membros da igreja invadida por ele e sua turba.
E não dá para fingir surpresa: o sujeito era âncora da CNN, de onde foi demitido. Desde então, só deixou mais evidente que é ainda mais extremista do que parecia. Na verdade, a maioria dos “jornalistas profissionais” é assim, apenas segura um pouco o extremismo revolucionário para não perder o emprego.
O mais interessante é ver os
militantes de redação que apoiaram a censura em massa nos últimos anos contra a
direita — inclusive a PRISÃO de conservadores por expressarem opiniões on-line
— agora tratando a detenção de um vagabundo desses como “perseguição”.
Texto e Imagem: Leandro Ruschel, X, 31-1-2026, 20h05
[As danações de Carina] Onde foram parar os bons tempos de ontem que não voltam mais?
Carina Bratt
POR ACHAR DEVERAS interessante e de certa
forma bem atual, adaptei o texto abaixo de um e-mail que me foi enviado por um
leitor e amigo, o senhor Joel, a quem prezo muito como amigo e pessoa. Fiz
algumas modificações colocando os diálogos mais ao gosto dos meus leitores,
amigos e amigas que me acompanham todos os domingos em minhas ‘Danações’,
publicadas aqui na revista ‘Cão que Fuma’.
Tenho certeza absoluta que todos entenderão e concordarão comigo que no tempo de nossos pais e avós, no tempo em que éramos crianças a vida, as coisas, o dia a dia se faziam mais bonitos e tranquilos e obviamente não tínhamos os atropelos que hoje invadem o nosso cotidiano de forma brutal e às vezes até com ares severos da mais pura destruição. Aliás, a devassidão em nosso hoje é a chave que abre e escancara todas as portas de um amanhã sem talvez.
sábado, 31 de janeiro de 2026
Briga judicial pelo Biscoito Globo ganha reviravolta
A disputa judicial envolvendo a marca Biscoito Globo ganhou novo capítulo no TJ-RJ após o relator se declarar impedido e mandar redistribuir o processo
Quintino Gomes Freire
A briga judicial pela marca Biscoito Globo, uma das marcas mais associadas às praias do Rio de Janeiro, travou de novo e ganhou mais um capítulo nesta quarta-feira. O processo, que já se arrasta há quase uma década, opõe a Panificação Mandarino aos herdeiros de João Pedro Ponce Fernandes, descrito como sócio histórico da empresa. As informações são de Lauro Jardim/O Globo.
No centro do caso está uma
perícia contábil que deveria apurar o valor do negócio e que, segundo o relato
do processo, ainda nem começou. Os herdeiros entraram com recurso e conseguiram
decisão favorável: a 6ª Câmara de Direito Privado do TJ-RJ deu
provimento unânime para que a perícia fosse realizada. A decisão foi relatada
pelo desembargador Fernando Fernandy Fernandes.
Depois disso, veio a reviravolta. A empresa apresentou embargos de declaração, que chegaram a entrar em pauta. Só que, na data marcada para a sessão, o próprio relator, após analisar o caso, declarou-se impedido por motivo de foro íntimo. Na sequência, determinou a redistribuição do processo.
Sócia do Vasco aciona Compliance da SAF e denuncia Diniz (Ainda continua no Vasco??)
O documento relata possíveis práticas de assédio moral e abuso de poder por parte de Fernando Diniz com jogadores do Vasco
França Fernandes
Uma sócia do Vasco,
identificada como Aline da Rocha Moreira, protocolou uma denúncia formal junto
ao Departamento de Compliance da Vasco da Gama SAF. O documento relata
possíveis práticas de assédio moral e abuso de poder por parte do técnico
Fernando Diniz no tratamento com os jogadores do elenco profissional.
No documento enviado ao clube,
a sócia argumenta que o comportamento do treinador ultrapassa a esfera da
liderança técnica, configurando constrangimento aos atletas. A denúncia destaca
o estilo de Diniz, citando especificamente as broncas acintosas e a exposição
pública dos jogadores durante a derrota para o Mirassol, na estreia do
Campeonato Brasileiro.
A autora da ação sustenta que, dependendo da frequência e da intensidade, essas condutas violam normas trabalhistas, além de ferir políticas internas da própria SAF voltadas ao combate ao assédio e à proteção da saúde mental dos colaboradores.
Uma escolha política
No domingo, 8 de fevereiro, a escolha, agora pintalgada como meramente protocolar, não-ideológica e “moral”, vai ser particularmente consequente e política.
E Ventura, que há meia dúzia
de anos surgiu como “o Perturbador” daquilo a que começou logo por chamar “o
sistema”, está no centro da escolha e da perturbação, gerando uma coligação
negativa, cuja amplitude seria então difícil de imaginar.
Ora esta polarização não se
passa só em Portugal. Depois do fim da União Soviética e do sonho globalista do
comunismo, veio um globalismo plutocrático alternativo e, com ele, a
deslocalização e desindustrialização de muitos países da Euro-América. Na Europa,
esse globalismo tomou a forma de federalismo europeu, um federalismo ideológico
e económico impulsionado a partir de Bruxelas e da Comissão Europeia.
Estes movimentos globalistas,
a par da imigração, ao irem contra as nações e as identidades e ao causarem um
empobrecimento relativo das comunidades atingidas, levantaram fortes reações
populares a que os partidos do chamado Centrão, da esquerda socialista e
social-democrata à direita social-democrata e democrata-cristã, não foram
capazes de responder, gerando muitos “deixados para trás”. Daí vieram as novas
forças políticas nacionalistas, populares e nacionais-conservadoras que, na
Europa e nas Américas, apareceram como uma “nova direita” essencialmente
nascida do voto popular, em democracia e pela democracia.
Em Portugal, as condições
especiais geradas pelo 25 de Abril, que trouxe uma situação de pré-revolução
comunista década e meia antes do fim do comunismo na Rússia e na Europa
Oriental, pesaram muito para que se mantivesse um regime governado pelo Centrão,
com tutela cultural esquerdista.
Quando André Ventura e o Chega
apareceram, ainda que centrados numa dialética antissistema e num discurso
tribunício e populista, com uma natural nota de generalização e de excesso,
foram-se afirmando casuisticamente valores de orientação esquecidos ou negligenciados:
a nação, a família, o trabalho, a identidade, o controlo da imigração.
Por ironia do destino, António José Seguro, que havia de correr contra ele, era alguém por quem a esquerda do Partido Socialista e a Extrema-Esquerda não morriam de amores. E por quem a Direita tinha até alguma simpatia, pela moderação, pelos maus-tratos sofridos às mãos de camaradas, pela honestidade pessoal.
30-1-2026: Oeste sem filtro – Vorcaro nega senha de celular à PF para proteger 'relações pessoais' (Será que “ele” vai mandá-lo para a Papuda?) + Lula aumenta o estoque de gafes no Panamá (como de hábito)
29-1-2026: Oeste sem filtro – Tarcísio visita Bolsonaro e promete apoio a Flávio + CPMI do INSS convoca Vorcaro + Diretor de Instituto de Pesquisas fala sobre o quadro eleitoral do Brasil
[Foco no fosso] Cobras (e lagartos) em cobrar
A velha imprensa que pariu Moraes e Toffoli
O Braziu de Lula
28-1-2026: Oeste sem filtro – M nega reunião com Vorcaro + STF se recusa a informar como Toffoli se tornou relator do caso Master + Senador diz que atuação do banco é típica de crime organizado
De passo em passo, e com mãos limpas
INSS passará a exigir novo RG de aposentados e pensionistas a partir de 2028
27-1-2026: Oeste sem filtro – M fez lobby pelo Master na casa de Vorcaro? + Escândalo do Master chega ao gabinete presidencial + Fachin promete agir, se necessário, doa a quem doer (É?) Caso Master: Moraes degustando charutos no bunker de Vorcaro
[Versos de través] Tenta-me de novo
E por que haverias de querer minha alma
Na tua cama?
Disse palavras líquidas, deleitosas, ásperas
Obscenas, porque era assim que gostávamos.
Mas não menti gozo prazer lascívia
Nem omiti que a alma está além, buscando
Aquele Outro. E te repito: por que haverias
De querer minha alma na tua cama?
Jubila-te da memória de coitos e acertos.
Ou tenta-me de novo. Obriga-me
Hilda Hilst
Anteriores:
Amavisse
Labareda das águas
Da nossa casa o Alentejo é verde
De “Fragmentos” de Novalis, via Cesariny (poema-colagem)
Palavras de uma mãe na partida do filho
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Torcida do Vasco perde a paciência e elege culpado por derrota para o Mirassol. (Enquanto Pedrinho presidir o Vasco, vai continuar)
Vasco da Gama estreou no Campeonato Brasileiro 2026 com uma derrota de virada para a equipe do Mirassol fora de casa
Altair Alves
O Vasco perdeu de virada para o Mirassol, na noite desta quinta-feira (29), em jogo válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. Depois do duelo, muitos torcedores do Cruzmaltino apontaram um culpado pela derrota.
No primeiro tempo, Coutinho
abriu o placar no duelo entre Vasco x Mirassol, mas viu Renato Marques empatar
por 1 a 1. Eduardo, ex-Botafogo e Cruzeiro, virou a partida para os donos da
casa e deus números finais ao confronto.
Nas redes sociais, muitos
jogadores foram criticados pela torcida do Vasco depois da derrota na abertura
do Brasileirão. Apesar disso, o principal alvo dos vascaínos foi o técnico
Fernando Diniz.
Veja os comentários abaixo:
Fim de jogo.
— Vasco da Gama (@VascodaGama) January 30, 2026
MIR 2️⃣✖️1️⃣ VAS#Brasileirão2026#VascoDaGama pic.twitter.com/Bp0tKhIKvB
[Aparecido rasga o verbo] Nem o nosso ouro reluz como em tempos passados
Aparecido Raimundo de Souza
Mas basta virar a
esquina para ver o mesmo modelo em promoção, pendurado numa banca improvisada,
ao lado de um amontoado de óculos escuros que juram ser “originais”. Nem tudo o
que reluz é ouro. Às vezes esse ouro é apenas um latão polido com a fria cara
de um marketing construído a poder de falcatruas as mais cabeludas.
Na pracinha da matriz
em frente à paróquia de São Cabuloso, os doze bancos de madeira brilham como se
fossem convites ao descanso. O sol bate forte, refletindo nas superfícies
envernizadas, e os moradores se aproximam curiosos e admirando para conferirem
o “novo cartão-postal da cidade”.
As crianças correm e
pulam, os idosos comentam sem dar muito crédito e até os pombos parecem mais
animados com o cenário reluzente. Porém, sempre há um porém. Basta sentar a
bunda para perceber que o verniz esconde farpas mal lixadas, estilhas que se
infiltraram discretamente nas roupas e na pele.
O brilho, na verdade,
é só fachada: por baixo, a madeira se faz áspera, desconfortável, quase hostil.
O que parece aconchego, na verdade, não vai além de uma armadilha para ingleses
verem ou manés desconectados da realidade quem se deixa seduzir pela falsa
aparência. E não acontece assim só na praça.
Fora dela também. A coisa fluí de modo mais chamativo. Não precisa se sentar para perceber a farsa. É só direcionar o olhar para o carro importado que desliza pela avenida que esconde dívidas sufocantes. O sorriso impecável da moça na porta da ótica, talvez não seja só a maquiagem para uma rotina escondendo o seu rosto cansado.
Triplo salto para os oitavos
FC Porto venceu o Rangers FC (3-1) e terminou a fase da Liga Europa na quinta posição
O FC Porto venceu o Rangers FC (3-1), concluiu a fase de liga no quinto posto e qualificou-se diretamente para os oitavos de final da Liga Europa. Com a segunda vitória caseira da semana, construída graças aos golos de Rodrigo Mora e Francisco Moura e a um autogolo de Emmanuel Fernandez ainda na primeira parte, os Dragões garantiram o estatuto de cabeças de série e vão jogar a segunda mão na Invicta.
A armadilha da unificação precoce e o erro estratégico da direita
Eduardo Brandão
A leitura de que a direita
precisa se unificar desde já em torno de um único nome para enfrentar Lula
ignora um dado central da política eleitoral brasileira: eleições presidenciais
não se vencem por engenharia partidária, mas por mobilização social, narrativa
consistente e desgaste progressivo do adversário. Nesse ponto, a tese de
unificação precoce pode ser menos uma virtude e mais uma armadilha,
especialmente conveniente à esquerda.
A polarização imediata com um
candidato associado ao clã Bolsonaro interessa diretamente ao lulismo. Ela
reduz o debate, limita o campo de ataque e reativa o discurso emocional que
Lula domina como poucos: “nós contra eles”. Um primeiro turno com candidato
único da direita tende a cristalizar rejeições antes mesmo que o eleitor médio
seja convencido da necessidade de alternância de poder.
Ao contrário, a multiplicidade de candidaturas no primeiro turno (com nomes como Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Ratinho Junior) amplia o espectro de críticas, oxigena o debate e força Lula a se defender em várias frentes. Cada candidatura representa um vetor distinto de ataque: gestão, segurança pública, fiscalismo, eficiência administrativa e pragmatismo econômico. Isso não fragmenta a direita; fortalece o campo oposicionista.

















