sábado, 7 de novembro de 2026

Alternância no poder, reeleição e a eleição presidencial de 2026

Gastão Reis 

Muitas décadas atrás, ainda me recordo de uma entrevista de uma atriz americana dizendo que, na política, ela adotava a sugestão de seu pai, que alternava entre votar nos democratas ou nos republicanos a cada pleito. No fundo, punha em prática a alternância no poder. Tal mecanismo não funciona sempre, mas, em média, se sai melhor do que aquela atitude de votar sempre no mesmo partido, em especial quando ele já está no poder por tempo demais.

No atual Patropi, um dos lados se vê sempre no papel do mocinho, o bandido é quem não reza pela mesma cartilha. Este lado, por sua vez, se vê como mocinho. O bandido é sempre o outro, que dele discorda. Tal clima político tem dificultado, e até impossibilitado, o diálogo entre familiares, amigo (a)s e cidadão (ã)s. Trata-se de um fenômeno de regressão cultural em que a mudez tomou conta do pedaço. Mas conversar e debater civilizadamente é preciso.

Quem é de direita, direito que lhe é legitimo, vira extrema direita, fascista mesmo, ou seja, defende a repressão sob a batuta de um ditador à qualquer oposição política. Logo, quem tem perfil conservador é sinônimo de atrasado ou autoritário, independentemente de suas posições em casos concretos. O apagão de nossa memória histórica do século XIX nos impede de tomar conhecimento, por exemplo, de que todas as leis abolicionistas foram passadas por gabinetes conservadores, acompanhando as aspirações da sociedade na época.

A polarização política extremada abre espaço para a burrice aguda. Ela estreita, em muito, o papel da inteligência na politica. Gera um clima de destruição mútua. Nós estamos votando sempre no mal menor, ou até no mal maior, sem nos darmos conta. Manter no poder um presidente que buscou comprar votos, usando a máquina pública para distribuir benesses bilionárias de montão, sem nenhum posicionamento restritivo dos tribunais superiores, é uma situação mais que preocupante. Lembra Dilma no segundo mandato, que acabou em impeachment.

Flávio Bolsonaro ao ‘New York Times:’ Eleição, Moraes, passaporte e a saída do Brasil

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Marcelo Guterman

O advogado Miguel Reale Júnior se admira pelo fato de que “60 milhões de eleitores optaram por ter Flávio Bolsonaro como presidente, apesar da divulgação pelas redes sociais de quem ele era”. Assim, a seco, o nobre causídico atribui a totalidade dos votos em Flávio a uma preferência positiva, e não a uma ojeriza maior ao seu adversário. Da mesma forma, poderíamos dizer que “64 milhões de eleitores votaram em Lula, apesar da divulgação, pelas redes sociais, de quem ele era”, uma afirmação tão imprecisa e injusta quanto a primeira.

Reale Júnior cita uma conversa caricata entre “dois ricos rapazes” (claro, não poderia faltar esse toque de luta de classes em um texto de um monopolista do bem), pedindo a intervenção de Trump nas eleições, como se representasse o pensamento de 60 milhões de eleitores. Chega a ser triste o grau de indigência intelectual de uma figura pública tão importante.

Poderíamos, na mesma linha adotada pelo advogado, dizer que 64 milhões de eleitores sufragaram a tese de “golpe de Estado” no impeachment de Dilma Rousseff. Afinal, Lula e o PT nunca abdicaram dessa narrativa. Estaria o Reale Júnior de hoje apodando de golpista o Reale Júnior de 10 anos atrás ao votar em Lula? Obviamente não. O advogado ponderou prós e contras e optou, legitimamente, pelo voto no atual presidente, muito em função de seu adversário. Mas falta essa boa vontade a Reale Júnior, que coloca os 60 milhões de votos em Flávio no mesmo saco de maldades.

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Foto: Bruno Carvalho/O Globo, 2-9-2026
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[Versos de través] Ausência

Carlos Drummond de Andrade

Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência. 
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.


Carlos Drummond de Andrade

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O silêncio da sabedoria 
Era uma vez um país 
Os Portugueses 
[Versos de través] Ainda que mal 
As sem razões do amor 
Para Sempre 
O Tempo Passa? Não Passa

sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Abaixo o mau turismo!


“Cintra’s Glorious Eden”

Lord Byron, 1809. Um dos primeiros turistas que visitou Portugal1

João José Brandão Ferreira

A questão do turismo tomou, ultimamente, foros de histerismo em Portugal.

Parece que o nosso presente, futuro, a nossa existência, depende do turismo, sobretudo dos turistas estrangeiros que nos visitam!

Não direi que a questão do turismo não seja importante, mas parece-me que a sua organização e gestão, tem sido errática, sem embargo do aumento da oferta e da qualidade também verificada nos últimos tempos.

Impõe-se para melhor situar a questão, uma brevíssima resenha histórica do turismo em Portugal.

O Turismo como o conhecemos hoje tem origem na Grã-Bretanha no último quartel do século XVIII, através do termalismo e dos banhos de praia (mais tarde também o turismo de montanha por causa da tuberculose), por parte da nobreza inglesa. Tal movimento expandiu-se por todo o século XIX, sobretudo na Europa através da vinda de ingleses para o sul de França e da nobreza Austro-Húngara e Italiana para a costa do norte mediterrânico. O navegador inglês Thomas Cook é considerado o pai do turismo moderno, já que foi o primeiro, em 1841, a realizar a primeira viagem organizada da História. Dez anos mais tarde abriu a primeira agência de viagens, a “Thomas Cook and Son”.

Porém, o grande “boom” turístico internacional apenas ocorre a seguir à Segunda Guerra Mundial.

É também devido aos ingleses que se dá o impulso inicial ao turismo nacional, sobretudo no Funchal, no Estoril e na Praia da Rocha.

É comummente aceite a divisão do turismo em Portugal em quatro fases: uma fase de “infância”, entre 1900 e 1950; a “adolescência”, entre 1950 e 1963; a da “maioridade” entre este ano e 1973 e fase da “maturidade”, de 1973 em diante.

Podemos considerar como principais marcos:

Renato Aragão tenta evitar penhora de mansão de R$ 18 milhões no Recreio e pede prazo à Justiça para acordo

Humorista quer suspender cobrança por 30 dias; defesa afirma que negociação com a Prefeitura está avançada para quitar dívidas do imóvel

Victor Serra

O humorista Renato Aragão e sua mulher recorreram à Justiça do Rio para tentar suspender, por 30 dias, a cobrança de uma dívida que levou à penhora da mansão do casal, avaliada em R$ 18 milhões. A propriedade fica em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, Zona Sudoeste do Rio.

O pedido foi apresentado depois que a Justiça determinou, no último dia 30, a penhora do imóvel por motivos de uma dívida de R$ 548 mil referente ao não pagamento do IPTU em diferentes anos. A execução foi iniciada pela Prefeitura do Rio, após a falta de pagamento dos tributos e a ausência de manifestação do artista no processo.

A defesa argumenta que a suspensão temporária permitiria concluir uma negociação com o município para resolver a situação. Segundo os advogados, as conversas estão em estágio avançado para a formalização de um termo de transação individualizada.

A proposta, de acordo com a manifestação apresentada à Justiça, não se limita ao débito de IPTU cobrado na ação. A intenção seria incluir todos os valores em aberto relacionados à propriedade. Com isso, os advogados pedem que tanto a cobrança judicial quanto a ordem de penhora fiquem suspensas durante o período de 30 dias.

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[Aparecido rasga o verbo] O que fazer quando não houver mais saída?

Aparecido Raimundo de Souza

“Quando não houver mais saída, precisamos dar um passo atrás, sentar e pensar em como achar um desvão qualquer, ainda que neste lugar não exista a esperança de uma janela ou de uma porta com chave ou pelo menos de uma fechadura com uma maçaneta emperrada”.
Thompson de Panasco – morador de Rua. São Paulo, capital

TENHO PLENA CONVICÇÃO que apesar de existirem momentos na vida onde a nossa estrada (cheia de deslumbramentos com os novos aspectos das coisas que surjam pareçam bons e satisfatórios), de repente, do nada, o cenário mude num piscar de olhos e o próximo passo termine num precipício sem volta, tipo um despenhadeiro de fogo diabólico onde almas em completo desespero clamam por socorro, ainda nesse cenário, não podemos entrar em rota de prostração e neurastenia. Em vista disso, a gente anda, se mata, se esfola, comprometemos os pés, encalacramos os ossos e, no minuto seguinte, uma sucessão de eventos não previstos nos fazem bater frontalmente numa parede tão sólida que não há buraco, ou melhor, não se é possível vislumbrar uma fissura benfazeja, tampouco uma porta salvadora para despachar os demônios que se debatem agourentos dentro de nossa alma pelejando para nos aprisionar vencidos ao pó da Terra. Mesmo quadro, quando não há nenhuma fresta que nos permita antever um caminho ou um atalho, próximo ou ao lado, onde seguir adiante ou um alivio que nos mostre uma recepção menos devastadora e torturante e nessa hora, nos vemos e nos pegamos, “no mato sem cachorro”. Não podemos entregar os pontos e abraçar o fracasso.

O fracasso é como se o mundo inteiro tivesse se fechado de uma hora para outra em uma asfixia insossa e aterradora, e do nada, o “tudo” ficasse lá do lado de fora, batendo, pedindo, implorando esperando que alguém ou alguma coisa, como num passe de mágica, batesse a varinha e fizesse a gentileza de escancarar uma brecha e nos devolver o sempiterno e “seguir em frente”. A primeira vontade que nos assola é a de se sentar num canto e desistir. Dizer a nós mesmos, aos gritos histéricos: “já chega, não dá mais”. Algumas pessoas do nosso convívio, chamam a isso de “pobreza de espírito”. Mas, acreditem, isso não é abatimento. É humano. É exatamente o que qualquer coração cansado, ou alma atribulada sente quando os pés doem e o horizonte some em meio a um monte de nuvens escuras.  Confesso, muitas vezes diante desses percalços e dissabores, pensei em desistir. Todavia, uma força interna me levou a acreditar e aprendi com os que já passaram por isso antes de mim. Percebam, não ter saída, não significa que seja o fim. Sinaliza apenas que Deus ou a vida quer que paremos de correr para ouvir melhor. Quando não há caminho à frente, talvez não seja preciso andar. Se faz necessário apenas sentar e respirar. Recuperar as forças, o fôlego.

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

MAGA Can Only Be Saved By Trump Cutting Grand Deals With Russia, Iran, & China

Andrew Korybko 

Each of them is capable of keeping Americans’ cost of living high at MAGA’s expense in 2028 unless Trump reaches a series of mutual compromises with them that advance some of their most sensitive interests in a foreign policy revolution that would fundamentally reshape the emerging world order

The bloodbath that the Republicans just suffered risks repeating itself in 2028 unless Trump reduces the cost of living that spiked over the past year due to the Third Gulf War. It was earlier advised that “Trump Must Curtail Energy Exports To Europe If MAGA Is To Have Any Chance In 2028” since redirecting them to the domestic market would more quickly lower fuel prices to this end. Resolving the Third Gulf War and the Ukrainian Conflict are also important for gradually restoring stability to the global energy market.

Even in the best-case scenario that all three happen by early 2027 with a meaningful reduction in fuel prices across the next year that in turn reduces the cost of living ahead of 2028, however, that could all be for naught if China initiates another round of their trade war before the next elections. Xi might calculate that he could blackmail Trump into major concessions that the latter could agree to out of desperation to give MAGA a fighting chance at survival instead of guarantee its decimation in 2028.

From China’s perspective, a Democrat president could be relatively better for it than another Republican one given the Democrats’ relative softness towards China and prioritization of Russia’s containment over China’s, so the abovementioned scenario is sensible and thus realistic. Essentially, the future of MAGA therefore depends on Trump cutting grand deals with Russia, Iran, and China in order to lower the cost of living before the next elections and ensure that none of them do anything to spike it before then.

De Maricarmen a Renata: revolução acampada

Telmo Azevedo Fernandes

Ao início as «acampadas» eram muito mais honestas e tinham a virtude rara de não esconderem ao que vinham. Manifestantes e políticos nacionais disseram explicitamente que o objetivo era a revolução, a ação direta contra o capitalismo, fizeram apelo à luta de classes, a expropriações e ao fim da propriedade privada, defenderam a destruição do Estado de Direito e chegou a ser mostrada uma simpatia inspiradora pelo massacre de judeus de 7 de outubro. Tudo isto foi dito, redito, escrito, proclamado, cantado e aplaudido inúmeras vezes nos primeiros dias da ocupação do Rossio e da Pç. D. João I. Aí foi também anunciado que a habitação era apenas uma das muitas frentes da guerra ideológica que travam os «okupas».

Mas, para efeitos de marketing junto das televisões os manifestantes deram, entretanto, uma falsa aparência de inocente reivindicação de direitos sociais e, para isso, tentou-se importar de Espanha a mártir Maricarmen como símbolo da luta em Portugal. Infelizmente, veio-se a saber que Maricarmen foi durante décadas uma privilegiada de arrendamento protegido ao abrigo de leis do general Franco e tinha sido também administradora de empresas imobiliárias e especuladoras.

O pessoal da «acampada» teve por isso de trocar Maricarmen por Marta Almeida, a comovente história de uma mãe, viúva com dois filhos menores, despejada de uma habitação social em Lisboa pela Gebalis. A chatice é que a senhora nunca foi titular do arrendamento, nunca residiu no imóvel, o tribunal decretou por duas vezes que estava a ocupar ilegalmente a casa e ficou a saber-se que quem foi efetivamente expulso da habitação foi um idoso de 84 anos, por coação de Marta, e que era o legítimo residente.

Juntos com Rogério Marinho para Presidente do Senado

Juntos com  @rogeriosmarinho para Presidente do Senado. 

Só hoje, presentes 33 Senadores em exercício e eleitos, em apoio a Marinho. PL, NOVO e PP unidos. Somos muitos mais. Vamos trabalhar muito para elegê-lo.

Título, Imagem e Texto: Bia Kicis, X, 5-11-2026, 12h52

Trump: a maior derrota de sempre desde Obama

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Trump’s Legacy Will Ultimately Be Determined By The Outcome Of The Third Gulf War 
“Donald Trump mostrou-nos o que acontece quando a direita abandona princípios” 

Calorão, temporais e frio: veja como fica o tempo no Rio de Janeiro nos próximos dias

Termômetros podem chegar aos 35°C no sábado, mas máxima não deve passar dos 24°C no domingo

Mariana Motta

Depois de uma madrugada de chuva intensa, trovoadas e mais de 3,4 mil raios, o Rio de Janeiro deve enfrentar novos episódios de instabilidade nos próximos dias. A previsão da Climatempo indica alternância entre períodos de calor, pancadas de chuva e queda nos termômetros ao longo do fim de semana.

Foto: FernadoMaia

Nesta quinta-feira (5), a manhã deve ter uma trégua na chuva, mas novas áreas de instabilidade podem se formar a partir da tarde, com possibilidade de temporais em diferentes regiões do estado. Mesmo com a previsão de chuva, o calor continua, e a temperatura máxima na capital pode chegar a 35°C.

Segundo a Climatempo, núcleos de chuva que se desenvolveram sobre o Paraná e São Paulo avançaram em direção ao Rio de Janeiro e ganharam intensidade principalmente sobre a Baía de Sepetiba. A meteorologistas explicam que esse tipo de temporal tem menor previsibilidade, por estar associado a áreas de instabilidade menores, que se formam e se intensificam rapidamente.

Como fica o tempo no Rio até domingo?

Na sexta-feira (6), a temperatura diminui. O sol aparece entre muitas nuvens, e a máxima prevista é de 27°C. Ainda há possibilidade de chuva a qualquer momento do dia, com intensidade fraca a moderada.

Time da virada! Vasco faz jus ao apelido e quebra escrita na Arena da Baixada

Vasco da Gama venceu o Athletico-PR por 3x1, fora de casa, e se afastou da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro

Foto: Matheus Lima/Vasco

Altair Alves

“O Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor”. Há quase 40 anos, essa é uma das icônicas músicas da arquibancada vascaína, entoada a plenos pulmões pelo torcedor quando a equipe se encontra atrás no placar. E na última quarta-feira (4/11), o Cruzmaltino conseguiu a virada do placar contra o Athletico, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Arena da Baixada. Com isso, a equipe comandada por Pedro Emanuel aplicou a sexta virada na competição de 2026.

O Vasco viu o Athletico-PR abrir 1 a 0 com Mendoza ainda no primeiro tempo. No entanto, o time voltou com uma postura diferente e conseguiu na etapa final fazer 3 a 1, com gols de Aguirre (contra), Bruno Duarte e Gabriel Pereira.

A primeira virada aconteceu justamente contra o Palmeiras, adversário da semifinal da Copa do Brasil, ainda na quinta rodada do torneio, em São Januário. Duas rodadas depois, o Cruzmaltino venceu o clássico contra o Fluminense, no Maracanã. Na ocasião, o time deixou o Tricolor das Laranjeiras abrir 2 a 0 de vantagem, mas conseguiu finalizar o jogo com o triunfo.

[Aparecido rasga o verbo – Extra] Uma “luz divina” que nunca se apagará

Aparecido Raimundo de Souza

ESTIVEMOS ONTEM (04.11.2026) NO VELÓRIO em despedida da brilhante e querida atriz GLOBAL, ELIANA ROCHA, nascida aos 14 de abril de 1944 e (falecida em 03.11, 2026), aos 82 anos).  A cerimônia aconteceu no “Funeral House Pacaembu”, na Avenida Pacaembu, 1254 no Bairro do mesmo nome, aqui em São Paulo. A atriz nasceu em Santos, litoral de São Paulo e, em face disso o adeus final foi levado a efeito nesta capital paulista.

Num primeiro momento, a família não havia divulgado onde seria o sepultamento, apenas o local do velório, obviamente um instante reservado somente para os mais próximos e alguns jornalistas ligados a REDE GLOBO, ao SBT, a “REVISTA QUEM”, e a  “REVISTA CÃO QUE FUMA”. 

Apesar desse sigilo, muitos artistas e fãs da inesquecível Eliana, se dirigiram para esta região do Pacaembu, localidade próxima do bairro da Consolação na zona oeste de São Paulo. Em todo o momento em que estivemos, por aqui, não registramos nenhum incidente durante o decorrer da cerimônia.

Eliana Rocha teve papel de destaque na série escrita especialmente para ela, por Miguel Falabela, onde na série desse autor, ela se perpetuou como a “Luz Divina”, e a depois, igualmente, fez um papel importantíssimo em “Pé Na Cova” e “Toma lá, Dá Cá”.

Eliana Rocha, estreou na Rede Globo em 1990 na novela “Meu Bem, Meu Mal”, seguida, a depois, por “Negócio da China”, (2008). No canal de Silvio Santos, (SBT), ela trabalhou em “Razão de viver”, “Chiquititas”, “Eu, a Vó e a Boi” (como a personagem Belize Bangalow, ficando este folhetim como o seu derradeiro trabalho nas telinhas de todo o Brasil.

Dragão de Champions

FC Porto goleou o SSC Napoli (4-1) na noite em que o Estádio superou os 20 milhões de espectadores


Na noite em que o Estádio do Dragão superou a marca dos 20 milhões de espectadores, o FC Porto bateu o SSC Napoli por 4-1 e somou os primeiros três pontos na fase de liga da Liga dos Campeões. Os centrais Jan Bednarek e Jakub Kiwior fizeram a diferença de cabeça, Samu fechou o resultado de grande penalidade e, pelo meio, Gabri Veiga voltou a assumir o papel de maestro e a assinar um golo e uma assistência pelo segundo jogo consecutivo. 

Francesco Farioli lançou Martim Fernandes e André Silva nos lugares ocupados por Zaidu e Samu frente ao Estoril Praia e o lateral, logo aos três minutos, isolou Pepê para o primeiro remate certeiro da noite, mas o lance viria a ser anulado por fora de jogo do internacional brasileiro. Pouco depois, Borja Sainz ficou perto de replicar o golo marcado na última jornada do campeonato, só que a bola saiu ligeiramente por cima. 

À terceira foi de vez: Gabri Veiga cobrou o canto à direita com precisão e Jan Bednarek, no coração da área, estreou-se a marcar na Liga dos Campeões com uma cabeçada certeira (1-0, 11m) a confirmar a entrada forte dos Dragões. No último quarto de hora da primeira parte, os italianos criaram perigo pela primeira vez e acabaram por chegar à igualdade por Scott McTominay, já perto do intervalo (1-1, 43m). 

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[Viagens & Destinos] Centro do Rio a pé

Hoje o passeio é pelo Centro do Rio de Janeiro, andando por ruas cheias de história, comércio e tradição. 

Começamos na Rua Sete de Setembro e seguimos pela Rua da Assembleia até a Rua Gonçalves Dias, onde entramos na Confeitaria Colombo, uma das mais famosas e bonitas confeitarias do Brasil, aberta em 1894. Depois passamos pela Rua do Ouvidor, uma das ruas mais antigas da cidade, e chegamos na Avenida Rio Branco. 

Voltamos para a Sete de Setembro e demos uma passada rápida na Rua Uruguaiana para ver a fachada da Casa Cavé, confeitaria centenária fundada em 1860. Na sequência, seguimos pela Rua da Carioca, Avenida República do Peru e Avenida República do Chile, onde entramos na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, com sua arquitetura em forma de cone e seus vitrais enormes. O passeio termina na Rua Senador Dantas.

📍 Trajeto do vídeo:

Rua Sete de Setembro

Rua da Assembleia

Rua Gonçalves Dias – Confeitaria Colombo

Rua do Ouvidor

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Show me!

Uma coisa é vencer uma eleição. Outra, muito diferente, é tomar o poder

Na democracia, o poder não pertence a quem governa. Pertence ao povo. Os governantes apenas o exercem, temporariamente, por delegação da vontade popular.

E toda delegação exige prestação de contas.

A história ensina que nem toda ruptura democrática chega acompanhada de tanques nas ruas, soldados armados ou generais anunciando a queda de um governo.

O poder também pode ser usurpado silenciosamente, pela manipulação das instituições, pelo desrespeito às regras ou pela supressão da vontade popular.

Mas suspeitar não é provar. E questionar não é acusar.

A democracia deve ser suficientemente sólida para conviver com perguntas e suficientemente transparente para respondê-las.

Ao acompanhar as eleições americanas, voltei a refletir sobre os diferentes sistemas de votação.

Nos Estados Unidos, não existe um modelo único. Cada estado estabelece suas regras e escolhe os equipamentos utilizados.

Há eleitores que preenchem cédulas de papel, posteriormente contabilizadas por leitores eletrônicos. Outros utilizam máquinas nas quais fazem suas escolhas numa tela, com a produção de um registro físico do voto. Existe ainda a votação por correspondência, mediante cédulas de papel submetidas a procedimentos de verificação e contagem.

Trump’s Legacy Will Ultimately Be Determined By The Outcome Of The Third Gulf War

Andrew Korybko 

If the conflict drags on or he provokes Iran into obliterating the Gulf’s energy infrastructure in retaliation for being nuked, for example, then the resultant surge in the cost of living that was responsible for the Republicans’ latest bloodbath will sweep MAGA into the dustbin of history in 2028 

The Democrats retook control of Congress in an electoral bloodbath that decimated the Republicans during the midterms. Many had predicted that this would happen, and it’s not because of the Canadian meddling that the White House recently drew attention to or any other countries’ related efforts, but due to the cost of living surging as a result of the Third Gulf War that Trump initiated with Bibi. Higher oil prices naturally translated into higher prices across the board that hit average Americans very hard. 

Trump earlier threatened to become “Mr. Veto” if the Republicans lost control of Congress, elaborating that the Supreme Court recently strengthened his executive authority, and his sharing on social media of a pic of a red hat with the word “VETO” on it after the results poured in suggests that he’s serious. That’s sensible since it would be illogical for him to pass up the opportunity to veto legislation against his agenda when the Democrats don’t have the two-thirds supermajority in both chambers to overrule him. 

The Democrats will therefore have to either compromise over the next two years or the US will remain legislatively paralyzed with both sides blaming the other ahead of the next elections. The Democrats might also try to once again impeach Trump, but they lack the two-thirds supermajority in the Senate to oust him from office, so it would only be symbolic. In any case, Trump might pivot towards foreign policy if domestic policy is deadlocked, which could have important implications for many countries.

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