domingo, 29 de março de 2026

Os Únicos Líderes com Coragem de Enfrentar o Reinado de Terror do Irã

Majid Rafizadeh

Original em inglês: The Only Brave Leaders Standing Against Iran's Reign of Terror
Tradução: Joseph Skilnik 

Durante 47 anos, o mundo aguentou um regime que consistentemente infligiu terror, sofrimento e violência, tanto dentro de suas próprias fronteiras quanto ao redor do mundo. Desde a sua fundação em 1979, a República Islâmica do Irã, construiu a sua identidade em torno da repressão, da brutalidade e da exportação da ideologia radical.

Dezenas de milhares de seus próprios cidadãos foram mortos, torturados ou presos simplesmente por expressarem dissidência ou quererem as liberdades básicas que nós consideramos a coisa mais normal do mundo.

O regime esmagou protestos, silenciou jornalistas e empregou o medo e a intimidação para manter o seu controle sobre o poder.

Gerações inteiras de iranianos viveram sob um aparato estatal que trata a humanidade como algo descartável, contudo, por décadas, a comunidade internacional não só fez vista grossa para esta situação, como também financiou e viabilizou ativamente esse espetáculo de horrores que já dura meio século.

Este é um regime que personifica o terror em todos os níveis, um regime cuja brutalidade não tem paralelo na história moderna e, por demasiado tempo, a sua perversidade permaneceu impune.

O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, observa um míssil "Quasem Soleiman" durante um desfile militar em Teerã, em 21 de setembro de 2024. Foto: Atta Kenare/AFP via Getty Images

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Lembrando aos Brasileiros


Ouviram do Ipiranga as margens plácidas 
De um povo heróico o brado retumbante, 
E o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da pátria nesse instante.

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte!

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce,
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela própria natureza,
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza.

Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

Eduardo Bolsonaro apresenta Flávio no CPAC e dá um passo decisivo no cenário internacional

Ice

No palco do CPAC, nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro não aparece apenas como anfitrião. Ele assume uma posição muito mais clara e simbólica. Sua presença já não é a de um coadjuvante, mas a de alguém que se consolida como um fiel escudeiro, um elo direto entre o movimento conservador brasileiro e o ambiente político internacional. O gesto de apresentar Flávio Bolsonaro carrega mais do que formalidade. Representa um movimento estratégico que mostra maturidade, alinhamento e, principalmente, projeção global. 

Eduardo conduz o momento com segurança, como quem entende o peso daquele espaço. Ele não apenas introduz o irmão, ele sustenta uma narrativa de continuidade, de resistência e de expansão. Fica evidente que há uma construção em curso. O Brasil deixa de ser apenas um tema interno e passa a ser apresentado como parte de um debate maior, que envolve valores, poder e influência no cenário mundial. 

Quando Flávio Bolsonaro assume a palavra, o discurso ganha tom pessoal. Ele fala do pai, Jair Bolsonaro, com a carga de quem viveu de perto cada momento. Não é uma fala distante, é direta, quase íntima, carregada de convicção. A comparação com Donald Trump surge como ponte natural, conectando experiências e criando identificação imediata com o público presente. 

O Brasil é colocado no centro da discussão. Um país grande demais para ser ignorado, com recursos estratégicos e influência suficiente para impactar decisões globais. A mensagem é clara. O que acontece no Brasil não é um evento isolado, é parte de algo maior, algo que pode alterar o equilíbrio entre nações. 

Ao mencionar o atual governo, Luiz Inácio Lula da Silva, o contraste se intensifica. Não se trata apenas de política interna, mas de caminhos distintos para o país. De um lado, uma visão alinhada ao Ocidente e aos valores conservadores. Do outro, um direcionamento que, segundo o discurso, afasta o Brasil desse eixo. 

Censura do CPAC?

Eduardo Bolsonaro

Grande controvérsia no Brasil hoje: gravei minha entrada no CPAC e disse que meu pai veria as imagens. 

Foto: Daniel Cole/Reuters

Eis o “crime”, pois argumentam que meu pai não pode ter acesso a redes sociais - e olha que eu nem disse quando ele as veria.

Não se surpreenda, se eu estivesse no Brasil, Moraes, muito provavelmente, mandaria a sua polícia federal🐶 em minha casa confiscar meu aparelho para, na prática, fazer “fishing expedition”, tentando encontrar algo para me incriminar. 

Título, Vídeo e Texto: Eduardo Bolsonaro, X, 29-3-2026, 3h46

Roubaram bilhões dos aposentados

Leandro Rudchel  

O filho do Descondenado é um dos investigados.

O PT, que se apresenta como "defensor dos pobres", conseguiu enterrar as investigações, com ajuda do Supremo, que se apresenta como "defensor da democracia". 

Na foto, parlamentares petistas e seus aliados aparecem comemorando mais um crime em massa que ficará impune. 


O quanto é preciso ser otário para acreditar nesse pessoal?

Título e Texto: Leandro Ruschel, X, 28-3-2026, 15h02 

[Discos pedidos] Valsas de Strauss

Johann Strauss, em 1887, num retrato realizado por August Eisenmenger. Museu de História, Viena.

Onde é? Qual o nome? 😉

[As danações de Carina] Simplesmente nada além de assustada

Carina Bratt

AQUELE BARULHO INFERNAL veio do nada. Na verdade, foi um estalo seco, como se o mundo tivesse quebrado um galho de uma árvore invisível. O meu coração disparou. Os olhos foram mais longe. Procuraram uma explicação plausível, mas só havia silêncio. O medo não estava no som, pelo contrário, se fazia presente na ausência dele. Assustada, euzinha percebi que não era o estalo seco que me inquietava, mas a lembrança de quantas vezes já havia vivido esse sobressalto: o telefone que tocava de madrugada, a porta que batia sem vento, a notícia da morte de um parente dada sem um remédio anestésico para enganar os resquícios do desassossego.

O susto é sempre maior do que o motivo. E o exórdio, a cada nova meta, se faz maior e mais degradante. E então, como quem ri ‘abestalhadamente’ de si mesma, respirei fundo. Tão fundo que meu estômago quase saiu esmagado pelos fundilhos dos meus ouvidos. Apesar disso tudo, o mundo seguiu igual, mas dentro de mim, bem lá no amago do amago que nem sei onde fica, permaneceu a marca indelével de mais um instante em que o tempo parou, estancou, se deteve, deixou de existir só para me lembrar que estar vivo é também, na maioria das vezes, se assustar, mesmo com uma simples barata com a cara daquele pacato cidadão batizado como Gregor Samsa.

Gregor Samsa, para quem não sabe, surgiu em cena como um modesto e pacato homem do povo. Um ilustre não muito ilustre, mas um desconhecido pra lá de sussa. Caixeiro viajante de profissão, ficou famoso no mundo inteiro por ser ou por se transformar no personagem central daquele famoso escritor austro húngaro de língua alemã, um tal de Kafka. Por conta de uma história escrita em 1912 e tornada pública em 1915. O barulho infernal veio do nada. Como veio do nada, isso dará mais corpo e profundidade ao meu texto. Como disse, foi um estalo seco, tipo assim, como se o mundo tivesse levado um soco e quebrado um galho de árvore de rosto invisível.

sábado, 28 de março de 2026

[Versos de través] Túnel













Fernando de Moraes Gebra

Há dias em que se formam imagens de não existir.
Meu ser esvai-se em correntes líquidas…
Outrora fluidas em circuitos que não compreendo bem
Mas que se espraiam em telas de um cinza embaçado…

Uma ânsia de quimeras onde torres bailam o seu mistério…
Circunspecto, espio minha sorte em cartas de ciganos
Que ofuscam iluminuras de estrelas passageiras…
Sorte má ou sorte boa, vida que degredo se esvai…

No túnel, o conforto pode durar um dia ou cinco anos.
Pouco se sabe dos relógios que se movem na invernia,
Pouco se contempla o que há para além do túnel,
Pouco se questiona se ainda é possível ser-se em Mim.

Ofegante transcurso de páginas sem cor neste almaço
Onde registro impressões quando ainda respirar posso.
Já não sei o que sou nem de que sou feito, matéria inerte.
Só, ainda teimo o quanto há de vida, no túnel teimo.


Fernando de Moraes Gebra 

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Shopping na Barra recebe exposição com camisas históricas de seleções e bolas das Copas do Mundo

''Expo Lendas do Futebol'' ocorre no Shopping Metropolitano, da próxima quarta-feira, 1º de abril, até ao dia 15 de maio

Raphael Fernandes 

Foto: Cesar Degani

Da próxima quarta-feira (1/4) até o dia 15/5, o Shopping Metropolitano, na Barra Olímpica, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, recebe uma exposição dedicada à história das Copas do Mundo e aos grandes momentos do futebol internacional. A mostra, intitulada de ”Expo Lendas do Futebol”, reúne camisas de seleções de diferentes países e épocas, além de bolas oficiais utilizadas em diversas edições do Mundial.

A exposição apresenta uma linha do tempo com as bolas de todas as edições da Copa, desde 1930, incluindo modelos icônicos, como a ”Telstar” e a ”Azteca”, usadas nos Mundiais de 1970 e 1986, respectivamente, ambos no México; a ”Jabulani”, utilizada na África do Sul, em 2010; e a ”Brazuca”, do Brasil, em 2014. 

Lula quer que você culpe o Pix, o celular e o cachorro por dívidas

Em mais um discurso de improviso, presidente demonstra que dará muito trabalho para marqueteiros na campanha

Andreza Matais 

Foto: Hugo Barreto//Metrópoles

Para Lula, basta tirar o Pix, o celular e os cachorros para resolver o problema do endividamento do brasileiro.

Sem filtro, o presidente demonstra que vai dar muito trabalho para seus marqueteiros nas eleições presidenciais.

Ganha o eleitor, que pode decidir o seu voto com base no que pensa o candidato. Se eleito, serão 16 anos no poder.

Quem tem ou já teve dívidas sabe o quanto isso afeta toda uma família. O quanto é difícil deitar a cabeça no travesseiro sem saber como sair do buraco cavado pelos juros altos.

Os discursos de improviso revelam que Lula perdeu a capacidade de sentir na pele o problema do eleitor, sua principal qualidade. É sintomático.

A maioria dos brasileiros não se endivida porque compra de forma compulsiva, como colocou, mas porque o orçamento não cobre mais despesas básicas, incluindo nessa conta celular e pacote de dados. 

Itens essenciais para quem vive no mundo real.

E oferecer empréstimo para cobrir empréstimo não deixa de ser empréstimo.

Ao dizer que as pessoas fazem compras impulsivas e depois colocam a culpa no governo, Lula só reforça o estereótipo de que todo brasileiro é desonesto e se endivida porque quer.

Quem tenta empreender, para ficar num exemplo, está sufocado por impostos.

27-3-2026: Oeste sem filtro – Bolsonaro em casa para cumprir a domiciliar


Acompanhe os detalhes urgentes da volta de Jair Bolsonaro para casa em prisão domiciliar, usando colete à prova de balas e tornozeleira eletrônica, e a forte declaração de Michelle Bolsonaro sobre o futuro político do ex-presidente. 

Além disso, detalhamos o bate-boca histórico que fez a CPMI do INSS perder o controle, o relatório final pedindo o indiciamento de Lulinha e a nova ofensiva do PL, que protocolou queixa-crime contra o ministro Gilmar Mendes. 

Para completar o caos: Alexandre de Moraes limita o Coaf e o STF aprova novo limite salarial de quase R$ 79 mil para juízes! 

Neste programa, você vai entender tudo sobre:

👉 O estado de saúde e as restrições de Bolsonaro no condomínio.

👉 A confusão pesada entre Lindbergh Farias e Alfredo Gaspar na CPMI.

👉 O embate direto entre o Congresso e o STF (Gilmar Mendes e Moraes).

👉 O teto salarial do Judiciário que está gerando revolta.

👉 Bastidores de Zema, Flávio Bolsonaro e a situação de Braga Netto. 

Brasil perde, mas o problema não é esse

sexta-feira, 27 de março de 2026

[Aparecido rasga o verbo] Trinta coisas que nunca verei

Aparecido Raimundo de Souza

‘Acredito que nunca verei um “dinoceronte” treinando um balé dantesco antes de sentar à sua bunda balofa na cadeira do “plenariordinário” da Suprema Corte’.
Carina Bratt de ’Bicho solto’

1. O BRASIL, perdão, o brazzzzzzil tentando achar os trilhos da evolução definitiva e se tornar uma Nação Independente e magnânima.

2. O fim dos bandidos e das facções criminosas.

3. A justiça de verdade sem aquela porra de venda lhe cobrindo a cara, perdão, a fuça.

4. A corrupção voadora sendo estuprada nos gabinetes flamejantes e engalanados da Câmara dos deputados e do “Senado Fedemal”.

5. Um peixe andando de bicicleta pela Avenida Brasil  usando uma camisa do Flamengo com a cara estampada do pato Donald Trompa  munido de um binóculo espionando a Amazônia.

6. Políticos desonestos tomando porradas e sendo surrados pela plebe sofredora pelas ruas, praças e avenidas famosas das mais diversas capitais desse país entregue às moscas e aos ratos de esgoto.

7. Ministros do STF agindo com lisura e construindo verdadeiramente não um apodrecido “Estrado Demoniatrático de Direito”, mas um honroso soberbo e decente Estado Democrático de Direito.

8. O papagaio da Ana Maria Braga, do “Mais você”, recitando versos de Mário Quintana, acompanhado por uma vaca executando a “Quinta Sinfonia” de Beethoven ao violino.

9. A Alegria brilhando nos olhos de todas as pessoas que sofrem vitimadas por alguma doença incurável.

10. A pobreza de uma vez para sempre erradicada.

11. O falido e inoperante INSS deixando definitivamente de ser uma latrina cheia de merda onde se abrigam “I”mpostores, “N”oiados, “S”alteadores e “S”alafrários em respeito às imensas e infindáveis famílias de idosos que todos os meses tomam nos retos de seus respectivos cus no momento em que comparecem nessas instituições financeiras conhecidas como ”bancos” para receberem seus mirrados e inexpressivos benefícios. 

12. Debaixo da Terceira Ponte, um peixe pedalando uma bicicleta com esforço, enquanto espiava, boquiaberto, um avião passando sobre ele fazendo abdominais para manter a forma e pousar no Santos Dumont sem amedrontar os passageiros.

Santa Teresa ganhará ‘bunker’ secreto para reuniões privadas e encontros de alto padrão

O espaço, localizado na parte alta do bairro, será acessado apenas por indicação, e cada encontro passará por uma curadoria prévia para avaliar se o perfil da reunião está alinhado com a proposta

Victor Serra

Santa Teresa vai ganhar, nos próximos meses, um novo espaço voltado a reuniões privadas e encontros de alto padrão, com uma proposta pouco comum na cidade. Batizado de Yamantaw, o local aposta na discrição como principal ativo e funcionará sem divulgação pública, letreiro ou acesso aberto.

O espaço, localizado na parte alta do bairro, será acessado apenas por indicação, e cada encontro passará por uma curadoria prévia para avaliar se o perfil da reunião está alinhado com a proposta. O objetivo é garantir não só privacidade, mas também controle sobre quem frequenta o ambiente.

O nome traduz o conceito. Yamantaw faz referência ao Monte Yamantau, na Rússia, frequentemente associado a estruturas subterrâneas e teorias sobre instalações ultrassecretas. A inspiração ajuda a entender o posicionamento do projeto, que aposta no inacessível como valor.

Essa lógica aparece também na arquitetura. O espaço foi desenhado com estética de bunker, com predominância de concreto e ferro, criando uma sensação de isolamento. Ao mesmo tempo, o ambiente incorpora elementos que suavizam essa rigidez, como uma coleção de carros clássicos usada para compor a atmosfera. Entre os modelos previstos está o Porsche 356, além de ícones mais recentes do mercado brasileiro, como o Escort XR3 e o Gol GTI. Ao todo, serão 46 veículos, que não estarão disponíveis para uso, funcionando como parte da ambientação.

Idosa é arrastada pelo chão durante assalto em Copacabana

Criminoso fugiu na garupa da moto de um comparsa após conseguir roubar a bolsa da vítima

O Dia

Uma idosa foi jogada e arrastada pelo chão durante um assalto na Rua Xavier da Silveira, em Copacabana, na Zona Sul, na tarde desta quinta-feira (26). Imagens registradas por câmeras de segurança mostram que o crime aconteceu na calçada, em frente a um prédio, por volta das 13h. 

No vídeo, o bandido aparece puxando a bolsa da vítima, que estava no seu ombro, fazendo com que ela caia. De forma truculenta, ele insiste até conseguir levar o item. Logo em seguida, um pedestre que passava pela região tenta intervir, mas o criminoso consegue subir na garupa da moto de um comparsa e foge.

Nas redes sociais, moradores da região mostram indignação com a violência. "À luz do dia, é muito revoltante! Cidade completamente largada. Zona Sul, em que se paga um IPTU altíssimo. Segurança zero!", disse um internauta.

"Revoltante uma senhora sendo assaltada e ainda jogada no chão, como se não tivesse história, como se não fosse alguém que merece respeito e dignidade. Até quando vamos assistir a cenas assim e normalizar a violência? Isso não pode ser tratado como mais um caso. É desumano, é cruel, é inaceitável", lamentou outro.

26-3-2026: Oeste sem filtro – O teto salarial de R$ 78,7 mil no STF + CPI do Banco Master, CPMI do INSS e a ligação de Lulinha com a Fictor

🚨 A política está fervendo!

No programa de hoje, analisamos os temas mais polêmicos e urgentes do Brasil e do mundo.

Enquanto o STF define um teto salarial astronômico de quase R$ 79 mil para juízes e integrantes do Ministério Público, a Justiça da Itália aceita a extradição de Carla Zambelli, acendendo um alerta máximo nos bastidores políticos. 

Aqui você também vai entender o desabafo de Braga Netto para Wajngarten sobre se sentir abandonado, o novo cerco de Alexandre de Moraes a Tagliaferro, e a polêmica decisão sobre a participação exclusiva de mulheres biológicas em categorias femininas no esporte. 

Além disso, trazemos os detalhes exclusivos sobre a atuação de Lulinha, a nova gafe de Lula e a presença de Nicolás Maduro em um tribunal de Nova Iorque. 

Fique por dentro de tudo o que a grande mídia não te conta em detalhes! 

No programa de hoje, você vai ver: 

quinta-feira, 26 de março de 2026

Casal morre ao cair do 9º andar de prédio durante briga em Sergipe

Antes da queda, vizinhos foram esfaqueados ao tentar intervir na discussão

O Dia 

Um homem e uma mulher morreram após caírem do 9º andar de um prédio, na noite desta terça-feira (24), em Aracaju, Sergipe. Segundo a Polícia Militar (PM), a queda ocorreu durante uma briga entre o casal. As vítimas foram identificadas como Washington Luís da Silva Matos e Ane Jaqueline Costa Santos Matos. 


De acordo com a PM, antes da queda, três vizinhos tentaram entrar no apartamento para conter a discussão, mas foram atingidos por golpes de faca. Após a agressão, eles deixaram o local para buscar atendimento médico.

Em seguida, o casal caiu na área comum do condomínio. As circunstâncias da queda ainda não foram esclarecidas.

Uma mulher, atingida por golpes de arma branca nas costas, foi encaminhada por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para atendimento médico. Ela segue com quadro estável.

Um homem, com lesões na cabeça, axila e dedo, foi socorrido para uma unidade de saúde e outra pessoa também teve ferimento leve em um dos dedos, informou a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SE). 

O advogado do casal, Ricard Cezar, afirmou que ambos enfrentavam problemas de saúde mental e apresentavam episódios recorrentes de alucinações e sensação de perseguição. 

25-3-2026: Oeste sem filtro – Lula aumenta o repertório de gastos + TSE torna inelegível ex-governador do Estado do Rio + Lula alcança a maior desaprovação desde o começo do governo


L'Espagne, l'Argentine et le Brésil font la Une de la presse Internationale 

[Viagens & Destinos] Feira da Glória — domingo no Rio de Janeiro


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Praia do Leme de manhã – Ondas, exercícios e rotina carioca 
Amanhecer na Praia Vermelha – Rio de Janeiro 
Copacabana à noite 
Relíquias do Centro do Rio: Caminhando por ruas históricas e um estacionamento que poucos conhecem 
Barra da Tijuca — um dos bairros mais desejados do Rio de Janeiro 【4k】verão 2026 
Temporal na Tijuca: Fui pego pela chuva! (Áudio 3D Binaural) 
Tijuca a pé 
Algumas ruas do Grajaú

quarta-feira, 25 de março de 2026

[Quadro da Quarta] James Monroe

James Monroe, quinto presidente dos EUA, de 1817 a 1825, quadro de Samuel Morse, 1819. 

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Jacques-Bénigne Bossuet 
A coroação de Pedro II 
Amor entre as ruínas 
“O Concerto”, Nicolas Tournier, 1630-1635 

Entre Platão e o tiozão

Rafael Nogueira

Vivo, por sorte ou sina, entre dois mundos que raramente se falam. De um lado, a universidade, os livros, os colegas de debate, e os olavetes. Todos brigam entre si com uma ferocidade que só vendo. Do outro, gente simples: o mecânico, o pescador, o comerciante, a vizinha aposentada, o assessor de político, e o próprio político, em geral, inteligentemente "simples". Cada campo tem certeza de que a política é terreno seu. Os primeiros porque estudaram. Os segundos porque viveram. Quem está com a razão? Os dois, em parte. E nenhum dos dois, inteiro.

Há duas maneiras igualmente burras de arruinar a vida política de um país. A primeira é entregá-la a quem acredita que a sociedade funciona como um problema de geometria moral. A segunda, confiar que toda a sabedoria necessária já está pronta na mesa do bar, entre um palpite sobre o câmbio, outro sobre o centroavante e um terceiro sobre como resolver o Brasil em quinze minutos. A democracia decente, quando existe, vive no intervalo entre esses dois ridículos.

O erro do intelectual é um velho conhecido. Platão foi a Siracusa com a esperança de instruir o poder, lapidando o governante, convertendo força em sabedoria. E deu errado. Assim como deu errado para Heidegger, no século XX. É a tentação de Siracusa, defeito segundo o qual a inteligência se apaixona tanto pela própria lógica, que esquece que homens não são triângulos, que cidades não são diálogos.

A política morre quando abstrações teóricas tentam governar sozinhas, sem consideração pelo contexto, pelas limitações humanas e pelo povo real.

Mas convém não cair no erro oposto.

O tiozão, aqui, não é caricatura ofensiva, mas símbolo daquele homem que talvez jamais tenha lido Burke, Aristóteles ou Thomas Reid, mas distingue, por instinto moral e experiência herdada, a boa solução de uma maluquice. Percebe logo quando o remédio custará mais do que a doença. Não redige artigos para revistas indexadas, mas conhece a textura da vida como ela é. Sabe onde a burocracia aperta, onde a violência sangra, onde o imposto humilha, onde a escola falha. Há uma forma de razão encarnada nesse cidadão, a que podemos chamar de bom senso. Desprezá-la é luxo de classes abastadas e tagarelas.

O problema começa quando Platão despreza o tiozão e o tiozão despreza Platão.

O primeiro chama o segundo de ignorante. O segundo chama o primeiro de inútil. E ambos, nesse duelo de vaidades, deixam a cidade à mercê dos canalhas profissionais, esses sim verdadeiramente práticos, bons em saquear tanto com planilhas quanto com lábia. A democracia acaba em disputa entre soberba de gabinete e ressentimento de balcão.

Escondido no Rio: o passeio gratuito na fábrica da Ambev com chopp direto do tanque que poucos conhecem

Com degustação e agenda disputada, visita em Campo Grande revela bastidores da cerveja e expõe um roteiro fora do radar na Zona Oeste

Renata Granchi

Numa cidade onde o roteiro turístico costuma orbitar entre praias, cartões-postais e trilhas, um programa fora do circuito tradicional segue praticamente desconhecido por boa parte dos cariocas e, curiosamente, é gratuito. Na Zona Oeste, a visita guiada à fábrica da Ambev, em Campo Grande, abre as portas de um universo pouco explorado: o da produção em escala industrial de uma das bebidas mais consumidas do país. 

Localizada na Estrada Rio–São Paulo, a unidade recebe visitantes de terça a sábado em grupos de até 30 pessoas, quase sempre com lotação esgotada com cerca de dois meses de antecedência. Sinal de que, embora ainda fora do radar popular, a experiência já circula com força no boca a boca. Há, inclusive, lista de espera.

O tour dura cerca de duas horas e percorre todas as etapas da produção cervejeira, do recebimento das matérias-primas ao envase. Ao longo do trajeto, tanques de grande porte, esteiras automatizadas e áreas de controle revelam a escala industrial por trás de um produto cotidiano. É o tipo de passeio que, como se diz, “vale mais do que parece à primeira vista”: mistura curiosidade técnica com uma boa dose de experiência sensorial.

O ponto alto é justamente a degustação de chopp retirado diretamente do tanque, um detalhe que transforma a visita em algo além do didático. Aos sábados, a experiência ganha um tempero extra, com harmonizações que incluem petiscos e até combinações menos óbvias, como cerveja com doce, ampliando o repertório de sabores.