segunda-feira, 22 de junho de 2026

Carta Aberta ao Presidente da República, ao Parlamento e a todas as Instituições ainda empenhadas na sustentabilidade da cultura milenária portuguesa

António Justo

A memória dos antepassados e a bandeira portuguesa, símbolo máximo da Nação, não são um fardo do passado, mas a bússola do futuro. Integrar sem apagar, abrir sem se perder, construir com a sabedoria de quem nos precedeu é o desafio perene que vos traz esta carta. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Instituições da Nação, é a vós que me dirijo, certo de que a integração plena do passado e do presente é o único caminho para uma sociedade verdadeiramente humana e universal. 

A verdadeira integração nunca se edifica sobre os escombros da cultura que pretende abraçar. Quando, em nome de uma pretensa abertura, se suprime a identidade que nos define, o que se obtém não é coesão, mas sim uma fratura silenciosa e profunda. É precisamente este o cerne da questão que opõe o Presidente da República, António José Seguro, ao decreto do Parlamento e que expõe, de forma crua, o embate entre a defesa do interesse coletivo e a imposição de agendas ideológicas fragmentárias. 

Em junho, o Chefe de Estado vetou o diploma que visava proibir o hastear de bandeiras “de natureza ideológica, partidária ou associativa” nos edifícios públicos. Sob o argumento aparentemente plausível de que o texto encerra conceitos vagos e que as causas humanitárias ou ambientais gozam de acolhimento constitucional, o Presidente oferece, na verdade, um flanco perigoso: o da relativização do próprio símbolo máximo da Nação. Ao fazer tábua rasa da distinção entre o que é estruturante e o que é acessório, ele e as forças que o apoiam abrem caminho para que a bandeira nacional seja remetida para um plano secundário, enquanto os estandartes sectários ocupam o espaço público, sem resistência e sem pudor. 

A propaganda, para lá dos limites do admissível

Os propagandistas da revista Der Spiegel decidiram que a capa da edição da semana passada devia ser esta:


Acompanhando uma foto de tropas nazis envolvidas na Operação Barbarossa (invasão da URSS) durante a II Guerra Mundial, e celebrando o 85º aniversário dessa ofensiva militar, o headline universaliza e prolonga a ancestral hostilidade entre germânicos e russos, afirmando literalmente: 

“A nossa guerra contra a Rússia.” 

Nesta capa é assim estampada a agenda globalista das elites europeias em geral e dos líderes do arco do poder alemães, em particular: atacar militarmente a Rússia, como fez Hitler em 1941. 

E antes de explorar esta afirmação, talvez seja pertinente revisitar a história dos conflitos entre alemães e russos. 

Em 1242, ordens militares católicas germânicas (Cavaleiros Teutónicos e a Ordem dos Portadores da Espada) tentaram conquistar os territórios das repúblicas russas de Pskov e Novgorod durante a chamada “Cruzada da Livónia”. O avanço germânico foi travado de forma decisiva pelo príncipe russo Alexandre Nevsky na famosa ‘Batalha do Gelo’. 

Durante a Guerra dos Sete Anos (1756–1763) a Prússia de Frederico, o Grande, enfrentou uma coligação que incluía o Império Russo. Não se tratou de uma invasão prussiana ao coração da Rússia, mas sim de combates violentos nas fronteiras e em territórios disputados (como a Prússia Oriental). Apesar dos russos enfrentarem na altura aquela que era a primeira máquina de guerra da Europa, uma espécie de Esparta do Báltico, o exército russo chegou a invadir a potência germânica e a ocupar Berlim temporariamente. A Prússia foi salva da derrota total pelo “Milagre da Casa de Brandeburgo”, quando o novo Czar russo, Pedro III (que admirava Frederico, nasceu na Alemanha e foi educado sob forte influência germânica), retirou a Rússia da guerra. 

Em 1812, a Prússia participou diretamente na invasão do território russo como um aliado forçado de Napoleão Bonaparte. Um corpo de exército prussiano de 20.000 soldados operou no flanco esquerdo da invasão francesa, atacando a Rússia na direcção de Riga. Os resultados catastróficos desta invasão são bem conhecidos, embora, comparativamente com as baixas francesas, o exército germânico tenha sido poupado à extinção, tendo perdido ‘apenas’ um quarto dos seus soldados. 

O silêncio da imprensa brasileira sobre isso é assustador

O primeiro parlamentar trans eleito nos EUA é condenado a mais de 33 anos de prisão por exploração sexual infantil

Timeline


O ex-deputado estadual de New Hampshire, conhecido como Stacie Marie Laughton, foi condenado a mais de 33 anos de prisão federal por crimes relacionados à exploração sexual infantil, encerrando um caso que chocou a política local e ganhou repercussão nacional nos Estados Unidos. 

Laughton, de 41 anos, tornou-se conhecido por ter sido a primeira pessoa abertamente transgênero eleito para uma legislatura estadual americana. Agora, porém, seu nome passa a estar associado a uma das mais severas condenações recentes envolvendo crimes contra crianças. 

De acordo com as autoridades federais, o ex-parlamentar declarou-se culpado por receber imagens sexualmente explícitas de menores produzidas por seu então companheira, Lindsay Groves, de 40 anos. 

Groves trabalhava em uma creche na cidade de Tyngsborough, em Massachusetts, e já havia sido condenado anteriormente a 22 anos de prisão após admitir participação no esquema. 

Segundo a investigação, entre maio de 2022 e junho de 2023, Groves fotografou diversas crianças em um banheiro da instituição durante procedimentos rotineiros, como trocas de fraldas e roupas antes do horário de descanso. As imagens eram posteriormente enviadas a Laughton por mensagens de texto. 

Crianças de 3 aninhos

A apuração conduzida pelas autoridades federais revelou mais de 10 mil mensagens trocadas entre as duas pessoas em apenas um mês de 2023. Os registros continham discussões sobre as crianças e a transferência de imagens sexualmente explícitas envolvendo vítimas com idades entre 3 e 5 anos. 

O fim de uma era

Tatiane Melchior Stefanello Hodson

O Reino Unido está no fundo do fundo do poço.  Perdeu o brilho, o autorrespeito e o respeito do resto do mundo. Perdeu também a paz e até os turistas. Isso sem contar na devastadora crise de energia e da economia.

O grande azar do país foi ter no poder, e ao mesmo tempo, dois dos piores governantes que já se viu. Os cargos mais importantes da nação são ocupados por duas nulidades desastrosas, e ainda por cima, partidários dos mesmos objetivos. Dois globalistas que seguem a cartilha de islamização do Ocidente, a implantação das políticas Net-zero e a transformação de nações democráticas em prisões digitais.

O Primeiro-Ministro Starmer conseguiu em pouco mais de um ano no poder, ser odiado não só pelos britânicos, mas pelo mundo inteiro. A sua incompetência, falsidade e falta de carisma só é ultrapassada pela sua hipocrisia. Ele será obrigado a renunciar – provavelmente ainda amanhã – pois ficou sem nenhum apoio dentro ou fora de seu partido. Já vai tarde.

Lembraremos de Starmer como o protetor dos estupradores de 250 mil meninas britânicas; o admirador do criminoso americano George Floyd (para o qual Starmer se ajoelhou – vide foto), e o carrasco que mandou prender quem criticou as políticas totalitárias do governo globalista. 

Num país que já teve um Churchill e uma Margareth Thatcher liderando a nação, Starmer é um borrão imperdoável na história. Difícil de esquecer ou perdoar.

Resposta

[Sétima Arte] American Pie – A primeira vez é inesquecível


Jim Levenstein, Kevin Myers, Oz Ostreicher e Paul Finch são quatro amigos virgens às vésperas do baile de formatura. Em meio às suas tentativas frustradas de fazer sexo com as namoradas, olhar mulheres nuas na internet e até mesmo atacar uma torta recém-saída do forno, os rapazes fazem um pacto e prometem deixar a virgindade para trás antes do baile de formatura.

Agora eles têm 24 horas para cumprir esse acordo.

IMDb:  

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O Vingador 
J. Edgar 
Hamnet 

domingo, 21 de junho de 2026

[As danações de Carina] Cochinchina

Carina Bratt

FUI MORAR com o seu Sérgio Aleixo, um camarada aí pela casa dos setenta e dois anos, não para namorar com ele, mas para dividir despesas, tipo aluguel, água, luz, supermercado, condomínio, essas coisas. A beldade trabalhava o dia inteiro, de segunda a sexta, de ajudante de pedreiro e praticamente todo final de semana viajava. Nesse nosso encontro meio ‘pirado’, ele ficou com o ‘quarto de número 1’ e euzinha com o de ‘número 2’.

Fanático por excursão, o sujeito não perdia tempo. Não podia saber de uma, se metia nela e ficava o final de semana todo com os pés na estrada. A última vez em que caí na besteira de perguntar para onde estava indo, seu Sérgio sorriu matreiro e me disse na maior cara de pau que visitaria os confins da Cochinchina.

— Cochinchina, seu Sérgio? — Indaguei, curiosa. — E onde fica?
— Não sei, minha amiga. Nunca fui lá...
— E por qual motivo optou justamente por essa escolha?
— Pela curiosidade...
— E se a Cochinchina não lhe agradar?

Ele sorriu de novo e, desta vez mais gracioso, mandou a bomba:
— Se eu não gostar, minha amiga, mando a droga toda da tal Cochinchina exatamente pra Cochinchina.

Título e Texto: Carina Bratt, de Pequiá, ES, 21-6-2026

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O Cérbero guardião de um mundo impenetrável 
Nada além de um verdadeiro caos total 
Quando numa corrida a cegueira se torna o milagre daquele corredor que não enxerga um palmo adiante do nariz 
Visão deformada e boba de um amor não correspondido

Muito além do futebol — 2

Na Copa de 1974, o Brasil enfrentou a Holanda sem procurar saber como o adversário jogava. É o mesmo erro dos que falam de paz no Oriente Médio sem considerar os valores das tribos locais


Nuno Vasconcellos

A vitória por 3 a 0 sobre a frágil equipe do Haiti, na noite de sexta-feira passada, foi insuficiente para devolver ao torcedor a confiança perdida na seleção brasileira. Além de não construir um placar mais amplo e de perder uma oportunidade de gol atrás da outra, o time dirigido pelo italiano Carlo Ancelotti ainda pareceu meio perdidão em campo — sem passar a impressão de ter força suficiente para enfrentar os adversários mais fortes e bem treinados que terá pela frente nas próximas etapas do torneio. Essa é a opinião de um analista frio, que prefere ver o cenário pelo lado das dificuldades e não apostar todas as fichas em um time que, é inegável, conta com jogadores talentosos e capazes de resolver uma partida na base do talento individual.

O lado torcedor, é claro, deseja e considera possível que os convocados de Ancelotti se acertem, passem a dar um show de bola atrás do outro e consigam voltar desta Copa com uma imagem diferente das que os times brasileiros deixaram nas competições anteriores. E que deem exemplos mais positivos do que deram nas competições passadas, quando pareciam mais preocupados em ensaiar dancinhas para comemorar gols do que em se empenhar para marcá-los. Seja como for, é impossível não se envolver com o clima da disputa e ficar indiferente diante de um evento tão mobilizador quanto uma Copa do Mundo de Futebol.

Para se sair bem em um torneio dessa dimensão é preciso não apenas reconhecer as próprias deficiências — para corrigi-las enquanto há tempo — como, também, olhar para os adversários, ver o que eles têm de melhor e considerar a melhor maneira de lidar com eles. A propósito, uma atitude que — no futebol, na política, nos negócios e nas relações internacionais — não leva ninguém a lugar algum é a de encarar um determinado problema contando apenas com a própria visão sobre ele — sem tentar entender o cenário em profundidade e sem levar em conta o que o outro lado tem a dizer sobre o assunto. Foi o que aconteceu, por exemplo, na Copa do Mundo de 1974, na Alemanha.

“Defender a democracia através da censura é como defender a liberdade através da prisão”

Existe uma contradição perigosa crescendo dentro das democracias modernas 

@IceXTruths 

Todos dizem defender a democracia. 

Todos dizem defender as instituições. 

Todos dizem defender a Constituição. 

Mas basta surgir uma crise política, um adversário incômodo ou uma narrativa considerada perigosa para que apareçam vozes defendendo exatamente o contrário daquilo que afirmam proteger. 

De repente, a liberdade de expressão passa a ser vista como um problema. 

O contraditório passa a ser tratado como ameaça. 

A crítica ao poder passa a ser confundida com ataque à democracia. 

E a censura passa a ser apresentada como instrumento de proteção institucional. 

Fernando Schüler relembra uma das lições mais importantes da tradição liberal: os direitos fundamentais não foram criados para proteger discursos agradáveis. Foram criados justamente para proteger os discursos incômodos, impopulares, ofensivos e perturbadores. Porque, se a liberdade existir apenas para quem concorda com o poder, ela deixa de ser liberdade e passa a ser privilégio. 

Os criadores da democracia moderna compreenderam algo que muitos parecem ter esquecido. Se as regras fundamentais puderem ser relativizadas em nome de uma emergência política, então elas deixam de ser regras e passam a ser ferramentas de conveniência. Hoje a exceção é usada contra um adversário. Amanhã será usada contra qualquer outro grupo considerado inconveniente. 

A história está repleta de exemplos de governos, movimentos e regimes que justificaram restrições de direitos alegando estar salvando a própria democracia. A justificativa muda. O resultado costuma ser o mesmo. 

Toda censura nasce temporária. 

Onde é? Qual o nome? 😉

sábado, 20 de junho de 2026

[Versos de través] A voz dos búzios

Manuel Cândido Pimentel

Os búzios que deixaste abandonados junto da fonte
cantam salmos, lembram-se do mar,
daquela noite na praia das maçãs em que ficamos
num ramo de luar olhando as ondas.
Sintra foi o lugar possível do nosso encontro,
dos nossos beijos e abraços,
do carinho com que trocamos os nossos corpos.
Esse foi o tempo que nos demos.
Esse foi o tempo sem tempo em que fomos.
E fomos um rumor de maçãs
e fomos uvas e vinho e festa
e ânfora antiga roubada aos séculos…
mas tudo cessa…
Acabamos os dois traídos pelo tempo
e calados pela morte.

Manuel Cândido Pimentel, Casa da Calçada, 12-1-2024 

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Tudo me fala 
Sétimo dia da Paixão 
Hoje 
Ausência 
Enquanto a noite for a noite 
Três de João Franco

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Criança é atirada aos crocodilos num jardim zoológico britânico. Polícia encobre identidade do criminoso e toda a gente percebe porquê


Paulo Hasse Paixão

Um menino de três anos foi levado de urgência para o Hospital Addenbrooke’s, em Cambridge, Inglaterra, na quinta-feira, depois de ter sido atirado para um recinto de crocodilos no jardim zoológico Johnsons of Old Hurst, em Cambridgeshire, por um suspeito descrito apenas como um homem de 30 anos oriundo de Norfolk. A criança sofreu ferimentos graves e o seu estado é considerado “crítico, mas estável”.

O criminoso, que a polícia acredita não conhecer o menino, foi detido por suspeita de tentativa de homicídio.

A inspectora da polícia local, Verity McCann, afirmou a propósito da ocorrência:

“Neste momento, estamos a falar com pessoas que estavam no jardim zoológico no momento deste incidente angustiante para compreender melhor as circunstâncias. Acreditamos que o homem detido e a criança não se conheciam. Os polícias estão a prestar apoio à família do rapaz no hospital e os nossos pensamentos estão com eles”. 

O chocante ataque accionou alegadamente uma investigação de largo espsctro por parte dos detectives da Unidade de Crimes Graves da Polícia de Cambridgeshire. O público está, naturalmente, a exigir mais informações sobre o suspeito, além da sua idade e sexo.

As autoridades estão a entrevistar testemunhas que estavam presentes no zoo para melhor compreender as circunstâncias do ataque. O próprio zoo ainda não emitiu um comunicado sobre o incidente, embora os crocodilos que estavam no recinto não tenham sido eutanasiados, segundo os relatos.

[Aparecido rasga o verbo] Marlucia

Aparecido Raimundo de Souza

AS PESSOAS MAIS CHEGADAS a mim e a minha trajetória de vida meio tresloucada, ou melhor, totalmente desvairada e sem nexo, sem o brilho ofuscante e resplandecente da felicidade, me perguntam com certa insistência: quem é Marlucia? Marlucia é uma das muitas mulheres que passaram pela minha vida. Ela não foi a primeira, nem a última, mas elegantemente teve o seu jeito, a sua hora, o seu tempo de convivência.

Nessa passagem pela minha vida, deixou a sua marca indelével, o seu talento inquestionável, a sua ternura, a sua luta tenaz para tentar viver comigo, como as anteriores que cruzaram o meu caminho. As precedentes foram Dalva, com quem tive o primeiro filho, o Eduardo. Depois foi a vez de Carla, que me agraciou com a Narjara.

Mas o foco desse texto é a Marlucia. Conheci essa jovem inimitável logo que me separei de Carla. E diante da minha tristeza, ela me fez voltar a ser feliz outra vez. Me divinizou com a Amanda, e logo adiante, me enalteceu com o sorriso indescritível de Luana Cristina. Sem juízo, depois de alavancar a minha vida, de conseguir tornar real o advento da aquisição da primeira casa (junto com ela) eu a abandonei à própria sorte.

Belo dia, do nada, sem aviso, meti o pé na estrada. Fui embora para Porto Alegre, com outra mulher deixando Marlucia e as duas meninas entregues aos reveses da própria sorte. O tempo de ausência ao qual dei causa, foi muito grande. Levado pela estupidez da maldição de não ter a cabeça no lugar, nem tentar aquietar meus ímpetos, quando voltei, tudo havia se desfigurado para uma transmutação sem o antídoto cordial com ares benfazejos para uma acomodação harmoniosa.

Embora as crianças (notadamente a Amanda) nunca tenha me esquecido, apesar da ausência prolongada e sentida, quando atinei em dar os ares da graça, revolvendo os tempos dos idos de outrora, a miudinha não me rejeitou. Me amou sem a pecha da rejeição ou da esquives. Luana, entretanto, foi a mais afetada. Seguiu pelas asperezas dos enjeitamentos. Durou pouco para me aceitar como o pai safado que havia voltado das sombras.

Vasco anuncia saída de Renato Gaúcho

Vasco da Gama anunciou a saída de Renato Gaúcho em comum acordo. Técnico deixa o Clube durante a pausa para a Copa do Mundo

França Fernandes 

O Vasco anunciou na noite desta quinta-feira a saída de Renato Gaúcho do comando da equipe profissional. Com isso, chega ao fim a terceira passagem do treinador pelo clube. A decisão ocorre durante a pausa para a Copa do Mundo, período considerado estratégico para mudanças no planejamento do futebol. 

Foto: André Durão

A definição acontece após semanas de pressão nos bastidores. Mais cedo, foi noticiado que Renato Gaúcho corria risco de demissão e que a diretoria já discutia seu futuro. Ao mesmo tempo, os resultados no Campeonato Brasileiro aumentavam a preocupação dos dirigentes. Diante desse cenário, a permanência do treinador passou a ser avaliada internamente.

Além dos resultados, o técnico enfrentava desgaste com parte do elenco. Alguns jogadores não aprovaram declarações feitas por Renato em entrevistas coletivas. Em especial, houve incômodo com a exposição pública de questões internas do grupo. Anteriormente, comentários sobre a adaptação de atletas colombianos já haviam provocado desconforto nos bastidores e gerado desgaste com Marino Hinestroza. 

Nota oficial do Vasco

O Vasco da Gama informa que Renato Gaúcho não é mais o treinador da equipe profissional. A decisão foi tomada em comum acordo entre as partes. O Vasco agradece ao técnico e sua comissão pelos serviços prestados durante sua terceira passagem pelo clube e deseja sucesso na continuidade de suas carreiras.

Sinceramente, há algo que nunca vou conseguir perceber nos portugueses...

Sergio Morais

Portugal empata o primeiro jogo do Mundial e, em poucos minutos, já se procura um culpado. E, como quase sempre acontece, o nome escolhido é Cristiano Ronaldo

Mas alguém viu o jogo?

O Bruno Fernandes apareceu? O Bernardo Silva apareceu? O Vitinha apareceu? O Nuno Mendes apareceu? O Cancelo apareceu? A equipa, no seu todo, esteve ao nível que todos esperávamos? 

Portugal teve mais posse de bola, mais qualidade individual e mais talento, mas produziu muito menos do que devia. Então a responsabilidade é apenas de um jogador de 41 anos?

Podemos discutir as opções de Roberto Martínez. Podemos questionar por que não entrou mais cedo um Rafael Leão ou um Francisco Conceição, jogadores capazes de desequilibrar no um para um, acelerar o jogo e criar situações de perigo. Podemos criticar a falta de intensidade, a falta de criatividade e a forma como a equipa deixou de controlar o jogo em vários momentos.

Mas transformar Cristiano Ronaldo no bode expiatório de tudo o que corre menos bem já se tornou um hábito nacional.

Curiosamente, quando ganha, ganha a equipa. Quando perde ou empata, a culpa é do Cristiano.

E já agora, sejamos honestos...

Ainda antes de a bola começar a rolar, já uma parte da imprensa portuguesa andava à procura de problemas onde eles nem sequer existiam.

Durante dias falou-se mais do Cristiano Ronaldo do que da própria Seleção. Uns questionavam se devia ser titular, outros se devia continuar a ser convocado. Ao mesmo tempo surgiam notícias sobre o eventual futuro de Roberto Martínez depois do Mundial, como se estivéssemos a preparar um funeral antes de começar a festa.

18-6-2026: Oeste sem filtro – Jaques Wagner exposto: Caso Master chega ao coração do PT

No programa de hoje, trazemos todos os detalhes da megaoperação da Polícia Federal que pegou o governo de surpresa e colocou o Senador Jaques Wagner (PT) [foto] no centro de um escândalo milionário envolvendo propina e dólares em espécie. Como fica o governo Lula? 


⚖️ E o cerco internacional se fechando: Alexandre de Moraes sofre duras derrotas com a aprovação na Câmara que anula R$ 7 bilhões em multas aos caminhoneiros, e um pedido de julgamento à revelia nos EUA movido pelas gigantes Trump Media e Rumble! 

Ainda falaremos sobre a farra internacional: os gastos e os dias de Janja e Lula fora do Brasil, a manobra do Bolsa Família em ano eleitoral, a defesa de Bolsonaro sobre sua arma de fogo, e o pacote de Flávio Bolsonaro após declarar que o "PT da Bahia foi implodido". 

#JaquesWagner #AlexandreDeMoraes #PoliciaFederal #Bolsonaro #NoticiasDaPolitica #STF #Lula #AoVivo  #Governo  #NoticiasDoDia  

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Prefeitura do Rio demole castelo de areia de 30 anos na Praia do Pepê, na Barra da Tijuca

Ação foi encabeçada pela vereadora Talita Galhardo. Estrutura considerada irregular apresentava risco de desabamento e era usada como moradia

Mateus Aguiar

Nesta terça-feira (16/6), A prefeitura do Rio demoliu o tradicional castelo de areia da Praia do Pepê, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste da cidade. A ação foi realizada com apoio da vereadora Talita Galhardo (PSDB).

A estrutura, que se tornou um ponto conhecido da orla ao longo de três décadas, foi removida por equipes municipais após ser considerada irregular e apresentar riscos à segurança.

Esta foi a segunda demolição realizada pela prefeitura. Em março, uma primeira ação já havia sido feita após a identificação de objetos perfurantes e cortantes, como facas e serras, e materiais incompatíveis com uma construção de areia, como plástico e cimento. Apesar da intervenção, o castelinho voltou a ser erguido no local e acabou sendo novamente demolido. Outros artefatos, como geladeira velha e cilindro de gás também foram encontrados no interior do castelo de areia.

Em contato com o DIÁRIO DO RIO, a vereadora Talita disse que agiu junto à Comlurb para a demolição do castelo de areia devido a quantidade de sujeira e perigo que o local apresentava.

“Eu passei de manhã e vi que estava ainda mais sujo, saltei do carro, fiquei revoltada com a imundice que vi e chamei a Comlurb. Eu mesma pesquisei que não tinha autorização pra aquela imundice (de arte não tinha nada), ajudei algumas horas tirando lixo para não expor tanto os garis porque o sujeito (“dono” do castelo de areia) não queria que jogasse nada fora.”, disse a vereadora.

Cette condamnation ne nous fera pas taire

Chers amis,

Je souhaite vous informer d’une décision judiciaire qui me concerne directement et qui marque, selon moi, un tournant extrêmement préoccupant pour la liberté d’enquêter et de publier en France.

Je viens d’être condamné à six mois de prison avec sursis et 30.000 euros d’amende et de dommages et intérêts à la suite d’une enquête publiée par Frontières sur le business de l’immigration et, notamment, sur le rôle de certains acteurs du droit des étrangers dans le système migratoire. 

Cette décision est d’autant plus incompréhensible que nous n’avons jamais été condamnés pour diffamation dans cette affaire. Face à notre enquête, de nombreuses plaintes ont été déposées. Nous avons remporté les procédures engagées sur le terrain du droit de la presse.

Pourtant, certains ont choisi une autre voie en s’appuyant sur la loi dite « Samuel Paty », un texte conçu à l’origine pour lutter contre les campagnes de haine ayant conduit à l’assassinat d’un enseignant.

AUJOURD’HUI, CETTE LOI EST UTILISÉE CONTRE UN JOURNALISTE POUR SON TRAVAIL D’ENQUÊTE.

Je considère cette décision comme une grave dérive. Car si publier une enquête documentée sur un sujet d’intérêt public peut conduire à une condamnation pénale, alors c’est la capacité même des journalistes à enquêter sur certains sujets sensibles qui est remise en cause.

Mais uma prova do colapso da Justiça brasileira

e da sua transformação no principal mecanismo de repressão política do regime

Leandro Ruschel 

Eduardo Bolsonaro foi ao exterior denunciar o regime. Da mesma forma que os aliados de Lula foram ao exterior denunciar o que consideravam uma perseguição ao então ex-presidente. Nenhum político esquerdista foi investigado, muito menos condenado pelas denúncias no exterior. Ainda há a diferença: Lula não foi perseguido, foi condenado no maior caso de corrupção da história, tendo sido descondenado pelo Supremo, que agora persegue a direita. 

Nas conversas reveladas pela Folha, extraídas do celular do ex-diretor do TSE, Eduardo Tagliaferro, trocadas com um juiz auxiliar de Moraes no TSE, veio a ordem: “Ele quer pegar o Eduardo Bolsonaro”. 

Em qualquer país civilizado, sob a vigência do Estado de Direito, tal revelação já seria suficiente para gerar a suspeição de Moraes no caso. 

Mas é muito pior do que isso. Moraes e os outros ministros são parte interessada no processo, visto que as acusações de Eduardo às autoridades americanas levaram à imposição de sanções, como a perda de vistos e a Lei Magnitsky. 

Vale lembrar que, há poucos dias, a última instância do Judiciário da Itália anulou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli justamente pelo fato de Moraes ter atuado na sua condenação como vítima e juiz, o que a corte italiana chamou de “macroscópica violação” do direito de defesa. 

17-6-2026: Oeste sem filtro – Motta não vê problema no caso do hotel em Lisboa patrocinado por Vorcaro + Confronto entre Gilmar e Mendonça escancara diferenças no STF


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[Daqui e Dali] Onde se fala de Maria e dos lobos que vivem no templo

Humberto Pinho da Silva

Estando em Viana do Castelo em veraneio, assisti a curiosa e instrutiva homilia. O sacerdote tentava explicar, cautelosamente, que Maria é uma só, a Mãe de Jesus.

As invocações, os santuários, festas e romarias a Nossa Senhora de..., não significam que haja várias, mas uma com diversas denominações.

Escuto agora, após a monumental peregrinação a Fátima, dizer "Tenho muita devoção a nossa Senhora de Fátima!"

2-6-2026, foto: JP

Saberá, quem o disse, que deveria dizer “Sou devoto de Maria”, seja a de Fátima, de Lourdes, Aparecida ou do Brasil.

Muitos asseveram: que prestam culto a Nossa Senhora. Orar a Maria presta-se adoração, pela santidade e por ser a Mãe de Jesus.

A Veneração a santos, não a imagens, melhor seria aos contemporâneos, expor só fotografias. A veneração aos santos, chamamos dulia; à Mãe de Jesus, hiperdulia.

Devemos evangelizar os infiéis e cristianizar os cristãos, para serem profetas esclarecidos e aptos a diferenciarem o trigo do joio: dos que se servem do ambão para tosquiarem as ovelhas, e dos que se servem do púlpito para servir o Senhor.