Assim Patrícia Campos Mello encerra seu artigo na Folha, hoje
Leandro Ruschel
Depois da busca pela imposição da CENSURA, a principal bandeira dos globalistas é a derrubada de Donald Trump, por conta do estrago gigantesco que ele produziu ao projeto globalista.
Poucos militantes de redação representam melhor o movimento do que Patrícia Campos Mello, uma das principais promotoras da censura em massa no Brasil.
Quem pode esquecer a fake news promovida por ela ainda durante a campanha eleitoral de 2018, quando acusou apoiadores de Bolsonaro de financiarem disparos em massa por WhatsApp, entre o primeiro e segundo turno? Acusação que o TSE julgou improcedente por falta de provas.
Posteriormente, ela escreveu um livro que serviu de base para a onda de censura e perseguição política no Brasil, segundo os próprios ministros, que chegaram a citar o panfleto autoritário nos seus votos persecutórios.
Escrevendo hoje para a Folha, jornal do qual faz parte do conselho editorial, ela deixa clara a estratégia globalista: utilizar o conflito no Irã para atacar Trump — na prática, fazendo o jogo dos aiatolás iranianos.
Entre um regime totalitário, que trata mulheres como cidadãs de segunda classe, assassina manifestantes e promove terrorismo em escala industrial, e a aliança EUA e Israel, a militante de redação não tem dúvida de que lado ficar. Texto: Leandro Ruschel, X, 19-3-2026, 15h48

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Não publicamos comentários de anônimos/desconhecidos.
Por favor, se optar por "Anônimo", escreva o seu nome no final do comentário.
Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente. Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-