sexta-feira, 20 de março de 2026

"Donald Trump, esta guerra é sua, e a crise na economia mundial já caiu no seu colo."

Assim Patrícia Campos Mello encerra seu artigo na Folha, hoje

Leandro Ruschel

Depois da busca pela imposição da CENSURA, a principal bandeira dos globalistas é a derrubada de Donald Trump, por conta do estrago gigantesco que ele produziu ao projeto globalista. 

Poucos militantes de redação representam melhor o movimento do que Patrícia Campos Mello, uma das principais promotoras da censura em massa no Brasil. 

Quem pode esquecer a fake news promovida por ela ainda durante a campanha eleitoral de 2018, quando acusou apoiadores de Bolsonaro de financiarem disparos em massa por WhatsApp, entre o primeiro e segundo turno? Acusação que o TSE julgou improcedente por falta de provas. 

Posteriormente, ela escreveu um livro que serviu de base para a onda de censura e perseguição política no Brasil, segundo os próprios ministros, que chegaram a citar o panfleto autoritário nos seus votos persecutórios. 

Escrevendo hoje para a Folha, jornal do qual faz parte do conselho editorial, ela deixa clara a estratégia globalista: utilizar o conflito no Irã para atacar Trump — na prática, fazendo o jogo dos aiatolás iranianos.

Entre um regime totalitário, que trata mulheres como cidadãs de segunda classe, assassina manifestantes e promove terrorismo em escala industrial, e a aliança EUA e Israel, a militante de redação não tem dúvida de que lado ficar.

Texto: Leandro Ruschel, X, 19-3-2026, 15h48

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