sábado, 21 de março de 2026

20-3-2026: Oeste sem filtro – Lula tenta culpar Bolsonaro (que surpresa!) pelo escândalo Master + Vorcaro dá os primeiros passos para delação premiada + Mendonça diz que o papel do juiz não é ser estrela + Gilmar, o chorão, espicaça Mendonça

🚨 A política e a economia brasileira estão fervendo! 

No programa de hoje, revelamos os bastidores do pânico no STF com a delação de Vorcaro, que promete abalar as estruturas de Brasília em plena campanha eleitoral. E mais: o que está por trás dos repasses milionários envolvendo a J&F, a consultoria Master e o silêncio sobre figuras ligadas aos ministros Nunes Marques e Dias Toffoli? 

Enquanto isso, Alexandre de Moraes analisa o prontuário médico de Jair Bolsonaro, e os rumores de uma prisão domiciliar ganham força nos bastidores.

Na economia, o alerta vermelho está aceso: o preço do diesel disparou com a crise no Estreito de Ormuz, e Lula fala em criar estoques para o Brasil "não chupar dedo".

#Bolsonaro  #STF #AlexandreDeMoraes #Lula #NoticiasUrgentes #PoliticaBrasileira  #Economia #Diesel  #JovemPan  #ElonMusk  #Delação 

@jaobolao114: 
Gente... Vamos divulgar o documentário feito pelo português + brasileiro de todos, o jornalista Sérgio Tavares que se chama "O Falso Juiz 2026”. É muito elucidativo e muito importante para nós.

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5 comentários:

  1. O Documentário “O falso Juiz” (2026) é uma nova versão dublada em português do Brasil, do filme "The Fake Judge". Aborda o golpe eleitoral no Brasil, a corrupção no poder judicial, os escândalos financeiros, censura e perseguição a milhares de pessoas inocentes, incluindo a condenação do ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, um homem inocente, que foi julgado pelos seus maiores inimigos.

    Este é o filme que revela a maior conspiração da História do Brasil. Uma história de luta de um povo pela Liberdade contra a ditadura judicial encabelada por Alexandre de Moraes, o falso juiz.

    https://youtu.be/EfpeJZSR-EU?si=gRzJSFJkhc162_0W

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  2. "MARSIGLIA: Os RECADINHOS no voto do GILMAR MENDES deixam clara a intenção de fazer com o CASO MASTER o que foi feito com a LAVA-JATO.
    Ele levanta uma série de críticas processuais que provavelmente serão usadas NO FUTURO para buscar nulidades no processo. É bem isso aí.
    E ele até já acionou sua porta-voz na imprensa (MÔNICA BÉRGAMO) para ajudá-lo no processo. Hoje de manhã, ela já "chorou" pela forma com que VORCARO era tratado na prisão em que estava e agora, à noite, já começa a disseminar a narrativa de que MENDONÇA seria o novo "SÉRGIO MORO".
    É tudo combinado e bem articulado. Mas, dessa vez, não vai colar
    @gilmarmendes e @monicabergamo. Desistam. Essa PIADA é velha e manjada.

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  3. Globo DESTRUIU o voto de Gilmar Mendes– Como Vorcaro fará uma delação de ministros que irão julgá-lo?
    Demétrio: “Os argumentos garantistas estão fora do contexto, paralelo com a Lava Jato que não se aplica. É um álibi para criar obstáculos à investigação e uma trincheira para proteger ministros do STF”

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  4. A Lei Felca tem o potencial de ser, para as novas gerações, o desastre que a Lei da Reserva de Informática foi para a minha geração.
    A lei criou obrigações legais e técnicas que vão inviabilizar, ou encarecer muito, a oferta de serviços de tecnologia e internet no Brasil.
    A lei - uma colaboração entre a “direita progressista” e a extrema-esquerda - obriga as empresas de tecnologia a monitorar os cidadãos. O Estado, de posse dessas informações, poderá, então, descer sobre dissidentes a mesma mão pesada que condenou Débora dos Santos e Léo Lins.
    A lei é uma tragédia, uma vergonha legislativa produzida por parlamentares que não entendem as consequências do que aprovam porque legislam sobre o que não entendem.
    Esse é o mesmo Congresso que aprovou o Cadastro Nacional de Pets.
    A lei inverte a finalidade da Agência Nacional de Proteção de Dados. Ao invés de proteger a privacidade dos cidadãos, ela obrigará as empresas a coletar dados sobre eles - exatamente como no livro 1984, no qual o Ministério da Paz cuidava da guerra, o Ministério da Verdade era encarregado da mentira e o Ministério do Amor aplicava tortura.
    Será que nenhum parlamentar leu a lei? Se leram, será que não entenderam? Se entenderam, como aprovaram?
    Ao exigir identificação obrigatória de usuários das redes, a lei Felca destrói um dos fundamentos da internet: a liberdade de acessar informações sem autorização e intermediação do Estado.
    O desastre é certo.
    A não ser que o Congresso desperte e revogue o lixo que criou.

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  5. Há algum tempo, venho percebendo a tentativa de transformar a direita em um movimento feminista radical.
    Não posso aceitar calado que sequestrem o movimento conservador bolsonarista para uma agenda ideológica que considero antinatural e agressivamente antimasculina.
    A atual tentativa de aprovar a chamada “Lei da Misoginia”, por agentes públicos eleitos sob a batuta do bolsonarismo, deve ser completamente repudiada.
    A inserção de conceitos e da linguagem do movimento feminista radical na pauta política da direita não pode ser aceita ou normalizada, pois há quem almeje usar o escudo de proteção do bolsonarismo para impor uma agenda que consideram prejudicial à população.
    Nunca antes na história humana homens e mulheres se viram como concorrentes em guerra. Pela primeira vez, homens e mulheres foram colocados em uma disputa artificial, e as consequências dessa guerra planejada têm sido desastrosas, principalmente para as mulheres.
    A ferocidade do discurso feminista, segundo essa visão, atingiu tal nível que a própria estrutura burocrática do Estado estaria sendo moldada para perseguir e subjugar homens.
    Décadas de hostilidade na mídia, na academia e em organizações institucionais teriam afastado do tecido social a percepção de fraternidade e complementaridade que sempre regeram as relações entre os sexos.
    O lar passou a ser retratado como um lugar de martírio e sofrimento; o matrimônio, como uma forma de escravidão; e a família foi colocada de lado como um estorvo, um inconveniente que supostamente atrapalha a mulher moderna.
    A agenda de valores da direita, sob essa perspectiva, visa resgatar a fraternidade entre os sexos, e não ampliar conflitos por meio de leis consideradas persecutórias e draconianas.
    Defende-se que parlamentares que apoiem propostas alinhadas ao feminismo sejam cobrados, sejam deputados ou senadores.
    Também se sustenta que o bolsonarismo não deveria ser utilizado como justificativa para pautas vistas como anticristãs e antifamília.
    Argumenta-se que a misoginia a ser combatida seria aquela atribuída ao próprio movimento feminista, entendido como responsável por distorcer o papel da mulher.
    Essa visão conclui com um chamado à mobilização política e à defesa do que considera valores tradicionais.
    Juntos somos mais fortes. Que Deus una e abençoe a comunhão fraterna advinda da singularidade de cada um dos sexos.

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