quinta-feira, 26 de março de 2026

25-3-2026: Oeste sem filtro – Lula aumenta o repertório de gastos + TSE torna inelegível ex-governador do Estado do Rio + Lula alcança a maior desaprovação desde o começo do governo


L'Espagne, l'Argentine et le Brésil font la Une de la presse Internationale 

Globonews corta Flavio Bolsonaro e encerra entrevista


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7 comentários:

  1. Vocês têm absoluta razão em criticar cada senador que ontem votou pela aprovação do PL grotesco e Orwelliano da senadora Soraya Traíranique. O errado é errado e conceder a isso é parte do que nos trouxe até aqui.
    Agora, entre isso e anunciar que "agora meu voto é nulo", há um abismo de racionalidade. Sejamos honestos, a maioria de vocês que chamam o nosso país de Bostil, nunca terão condições de sair daqui. É nesse país que vocês vão crescer, envelhecer, criar seus filhos etc. Quem tem mais de 30 anos, não é (ao menos não deveria) ser ingênuo o suficiente para achar que no meio desse lamaçal, aos 45 do segundo tempo, vai surgir um candidato puro e iluminado para nos livrar das trevas do petismo.
    Vocês sabem que isso não vai acontecer. Não estamos falando aqui de um país normal. Isso aqui é um hospício, uma protoditadura com mais de 80% da população vivendo na ignorância e na pobreza.
    Mais de 60 milhões de pessoas vivem em território dominado pelo crime organizado.
    Votar nulo serve apenas para garantir a continuidade disso, gostem vocês ou não. O candidato que vocês almejam só existirá no futuro longínquo caso muita coisa corra extremamente bem. Não esqueçam de 2022. Eu não faria esse acordo.

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    1. Viva o nosso país Bostil. Nas próximas eleições vamos mandar o nosso presidiariodente Mula pra puta que pariu.
      Aparecido Raimundo de Souza, de São Paulo, capital.

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  2. O Brasil caminha a passos largos para consolidar uma ditadura esquerdista identitária brutal. Sugerir que uma mulher está de TPM passará a ser crime, enquanto afirmar que todo homem é um potencial estuprador não será apenas tolerado, como tratado por sinal de "consciência social".
    A lei passa a tratar pessoas de forma diferente, dependendo do seu sexo, sua cor de pele ou sua inclinação sexual. O colapso do tecido social é garantido.

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  3. Vendida como avanço civilizacional, a criminalização da “misoginia” se tornará exatamente o oposto - um dispositivo de medo, autocensura e ruptura das relações sociais.
    O problema não está em punir violência real contra mulheres, isso já existe e deve ser reprimido com rigor. O escândalo começa quando o Estado resolve empurrar para o campo penal um conceito vago, elástico e ideologicamente manipulável, como “aversão”, “desprezo” ou “ódio” às mulheres.
    A partir daí, a lei deixa de mirar fatos objetivos e passa a flertar com a punição da interpretação. E isso é gravíssimo. Porque, na prática, não se estará mais julgando apenas uma conduta concreta, mas contexto, tom, percepção, intenção presumida e narrativa. É a porta escancarada para o abuso hermenêutico - quando o que vale já não é o fato, mas a leitura politizada do fato. Num país devastado por insegurança jurídica, militância institucional e punição exemplar antes mesmo do trânsito em julgado, uma lei assim não protege a sociedade, pelo contrário, a transforma em guetos.
    O efeito previsível é a instauração de um regime de cautela paranoica. Homens passarão a medir palavras, evitar situações triviais, recalcular interações e transformar convivência em protocolo defensivo.
    Empresas, temendo passivos judiciais e danos à imagem, passarão a burocratizar relações, restringir convivências informais e operar sob lógica de prevenção constante.
    O resultado é um ambiente de desconfiança generalizada, onde o medo substitui a normalidade das relações. Esse tipo de legislação inaugura uma fase de desconfiança estrutural entre homens e mulheres, implode a espontaneidade das relações humanas e cria uma sociedade emocionalmente policiada, juridicamente instável e moralmente histérica.
    Quando o Estado passa a criminalizar percepções e ampliar tipos penais sobre conceitos abertos, ele não está protegendo direitos, mas sim ensinando a população a viver com medo perene.
    Essa lei não deveria nem mesmo ser cogitada em existir, é uma loucura!

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  4. Sim, foi uma enorme cagada. Eles também não ajudam dando moral para infiltrado picareta. Mas não venham falar em voto nulo por conta disso! Do outro lado é Lula, porra! É o PT! Não dá para ser indiferente. Não precisa gostar do nosso candidato; basta não suportar o petista!

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    1. SE essa terrível lei da misoginia fosse ser aplicada de forma isonômica, ela ao menos teria três efeitos positivos: acabar com o funk no Brasil, tornar o Islã uma religião proibida e levar Lula de volta para a cadeia. Mas claro que vai servir só para perseguir a direita.

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