Carlos Bolsonaro
Saio de mais um dia de visita ao meu pai, em prisão domiciliar. Fui chamado para me retirar, pois haviam se passado as duas horas impostas para a visita dos filhos. É impossível não ficar revirado. Me desculpem o desabafo.
Em prisão, o Presidente Jair Bolsonaro está triste por não poder receber visitas nem de seus irmãos, quanto mais de amigos e políticos. Sabemos que o objetivo é isolá-lo do cenário nacional e colocar sua cabeça arrancada de seu corpo como troféu do que não fazer com o sistema, mas ele, inacreditavelmente, repete e faz carinho do seu jeito: “calma, moleque!”
O “Bicho” segue melhor do que se estivesse na Papuda. As crises de soluço ocorrem com menor frequência, e a cirurgia no ombro, em decorrência da queda na superintendência da PF, está para ser marcada nos próximos dias. O Presidente continua elaborando a lista de candidatos ao Senado pelo Brasil, bem como recebendo a visita de meu irmão, Flávio Bolsonaro, que consegue vê-lo por mais 30 minutos, pois foi incluído como seu advogado nos autos.
Sei que as pessoas sentem falta de vê-lo em vídeos e ao vivo, andando pelas ruas ao lado do povo. Contudo, ele novamente me disse: “calma! Tudo isso vai passar!”
Passados mais de 5 meses desse injusto inferno que temos vivido, assim como mais de 3 anos de prisões ilegais, deixo meu pai mais um dia, procurando honrar o que ele sempre me ensinou. Difícil, dolorido, inquietante, indescritível. É isso.
Todos temos um Brasil para recuperar.
Um abraço a todos.
Texto e Imagem: Carlos Bolsonaro, X, 29-4-2026, 14h21

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