Fernando Namora, Livraria Bertrand, Amadora, dezembro de 1978, 260 páginas.
Jorge é um médico irascível, cínico e
desagradável até surgir Clarisse, uma leucêmica. A partir daí, tudo se
modifica.
Uma história exemplar de amor e de
morte, que nos mostra como somos forçados a reprimir impulsos vorazes.
Um grande escritor e um grande
romance.
“Que belo livro! Que riqueza de
análise, que riqueza de tipos! E que estilo (…). Um retrato admirável de
finura, profundidade, movimento. O autor conseguiu imprimir a esse retrato tons
de tamanha violência e aspereza que em certos momentos quase desviamos os olhos
dessa análise tão cruel e ao mesmo tempo compassiva da aventura humana. Quase
desviamos os olhos numa certa perplexidade, saboreando em silêncio a arte e o
engenho do escritor nessa sua apurada criação.”
Lygia Fagundes Telles, Estado de S. Paulo
Literatura:” Domingo à Tarde” de Fernando Namora
A história de um médico chato, vazio de humanidade e uma doente infantil e teatral.
Depressivos e chatos.
👍👍
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Sexe, science & censure – Les verités taboues de la guerre du genre
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