A desfaçatez não tem limite.
— Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 (@leandroruschel) April 23, 2026
Depois de anos de censura e perseguição política contra a direita, a ministra fala em população atenta para "impedir o surgimento da repressão"!
Ora, não foi essa ministra que votou para censurar um documentário antes das eleições, e para condenar… pic.twitter.com/8kaWdTPeIw
Para atacar @RomeuZema, só de ontem para hoje Gilmar Mendes partiu para:
— Marina Helena (@marinahelenabr) April 23, 2026
-xenofobia
-homofobia
Ambos enquadrados na lei de racismo: inafiançável e imprescritível.
Mas o que não pode é sátira? 🤔 pic.twitter.com/ZxuFLy8d3D
O Brasil chegou a um ponto institucionalmente grotesco - o decano do STF, Gilmar Mendes, após pedir o inserimento do pré-candidato presidencial Romeu Zema no inquérito das fake news por um vídeo satírico, continuou suas provocações públicas ao ex-governador de Minas Gerais.
— Karina Michelin (@karinamichelin) April 24, 2026
Em… pic.twitter.com/MPgNtGDEyR

"Imagine se começássemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo?"
ResponderExcluirPara o Ministro Gilmar Mendes, a orientação sexual de alguém é um "ataque" ou uma "desonra". Quando a homossexualidade é usada como sinônimo de piada ou algo depreciativo por um membro do STF, o preconceito ganha selo de oficialidade.
O editorial de O Globo de hoje vem dizer que “críticas e sátiras não podem ser incluídas no inquérito das Fake News”.
ResponderExcluirCita como exemplo os vídeos satíricos do Zema contra os ministros do STF e admite que, desde 2019, o inquérito “tem sido usado para garantir ao STF poderes excepcionais que não se justificam”.
Basta um segundo de memória para ver que o maior responsável por esse "inquérito heterodoxo" é o próprio Grupo Globo. Em 2019, quando Eduardo Bolsonaro publicou um meme com a Greta Thunberg, o Jornal Nacional tratou o conteúdo como “foto falsa” e a agência de checagem do G1 carimbou: Fake News. Sem explicar a compreensão da cultura de memes da internet.
Durante anos a Globo reduziu o jornalismo num instrumento de manipulação de consciências. Se o Aurélio ainda estivesse vivo, já teria incluído a verbete: “Globo” substantivo feminino – sinônimo de manipulação de massas no Brasil. Agora o mesmo grupo vem posar de defensor da liberdade de expressão.