domingo, 22 de março de 2026

Jornalismo ativista? Cobarde? Ignorante? Esquerdista? Cada um que escolha....

Leiam o que o Obstipador escreveu, e pensem se fosse alguém de direita a cometer esse atentado terrorista…

João Braz


Analisem o modo como o Obstipador dá a notícia… imaginem que era alguém de direita, do Chega, do que fosse, o que não seria de vomitário sobre o extremismo, o perigo do nazismo, do fascismo, nas televisões, o nosso ex-PJ agora MAI, os partidos de esquerda, o Tavares, o Carneiro, a Leitão, o Pacheco, etec4tcetc...

É este duplo critério, este nojo, que faz mesmo parecer que se toma um lado, mas não, é muito mais profundo que isso, exige-se apenas lucidez e lutar contra os FDP. E um gajo ganha o direito de dizer Filhos da… faciosos ou cobardes.

A marcha "ficou marcada por incidente violento".

O "objeto incendiário foi lançado".

A PSP "deteve agressor".

Está bom de ver que não foram "neo-nazis", nem agressores de "extrema-direita", nem "racistas". Todos estes, os que não foram, são desprezíveis. E os seus ataques também. Mas hoje não foram esses. Hoje, foi outro extremista, outro agente de ódio, outro politicamente motivado que atacou manifestantes pacíficos (numa marcha onde iam mulheres e crianças).

Mas hoje, o título e a notícia não falam de "extremista", de tentativa de "crime de ódio", de "abortista".

Hoje, parece que foi só um "incidente" e não um "ataque", algo que "foi lançado" e não alguém que "lançou”, um "agressor" e não um "criminoso".

Título, Imagem e Texto: João Braz, Facebook, 21-3-2026, 22h44 

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3 comentários:

  1. ATENTADO EM LISBOA
    No final da Marcha pela Vida, alguém respondeu com violência e ódio: um cocktail Molotov nas ruas da nossa cidade. Isto não é protesto. Isto é terrorismo.
    Quem defende a vida enfrenta agora quem promove a destruição.
    Portugal não pode tolerar esta escalada.

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  2. Jornaleiros de duas medidas O que aconteceu foi GRAVE: um cocktail Molotov atirado contra famílias, crianças e bebés.
    Por pura sorte não ardeu ninguém vivo. Tínhamos o primeiro atentado terrorista recente em Portugal com dezenas queimados - incluindo bebés.
    E o silêncio dos jornalistas? Ensurdecedor. Estes inúteis só servem para lamber narrativas. Se fosse um indivíduo de "extrema-direita" a atirar gasolina num protesto do SOS Racismo, da CGTP, da habitação ou de LGBTQI+, já tínhamos 72 horas de diretos, manchetes a vermelho, "ameaça fascista", "extremismo de direita" 24/7.
    Nos últimos anos não se calaram com "radicais de extrema-direita", "ameaça à democracia", "louvam a violência".
    Mas quando o primeiro ato terrorista a sério - queimar vivos manifestantes pacíficos, incluindo bebés - vem do lado que eles protegem, é silêncio sepulcral.
    Hipocrisia pura. Idiotas úteis? Não. Cúmplices ativos. Isto não é jornalismo. É proteção seletiva de terroristas.

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  3. A morte espreitou a Marcha pela Vida:
    «Não foi descuido, nem "acidente". É óbvio que no Sábado houve em Lisboa um atentado terrorista, o qual só não matou gente por incompetência do criminoso. O criminoso é de esquerda, e quis punir com a morte manifestantes contra o aborto, crianças incluídas.
    Ao contrário, aliás, do que as nossas televisões dizem e talvez pensem, na vasta maioria das vezes a violência e o terrorismo vêm da esquerda (os dados da Europol e séculos de História confirmam-no).
    Infelizmente, uma avaria psiquiátrica colectiva ainda leva a que se trate o terrorismo da esquerda como 'libertador': terá sido por isso que o terrorista de Lisboa já foi solto. Enquanto se prende cidadãos de direita por 'discurso de ódio' , soltam-se 'activistas' de esquerda que lançam bombas de amor.»
    Alberto Gonçalves

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