quarta-feira, 18 de março de 2026

"Só canalhas defendem o regime cubano"


João Braz

Há uma diferença que o esgoto humano, que são certos facínoras, não compreende... Os EUA têm mil defeitos, podemos não gostar ou gostar de Trump, fazer todas as críticas, mas há uma diferença que diz tudo: os americanos podem derrotar Trump nas urnas, como já fizeram, podem fazer outras escolhas.

Já em Cuba e em todas as ditaduras esquerdistas (atualmente no planeta só existem ditaduras de esquerda) não há escolha, não há opção...

Só canalhas defendem o regime cubano. Falem com cubanos que fugiram, há vários em Portugal; não com os cubanos da elite comunista, mas com as pessoas comuns. Eles falarão das perseguições, da prisão por pensamento e opinião divergentes etc.

Há fotos de gente portuga com aqueles tiranos canalhas, como Fidel etc.

Cuba é uma ditadura, como todos os regimes de esquerda, não há liberdade, não há prosperidade, não há justiça, não há felicidade, a não ser para a elite partidária.

Quem não percebe isto, não percebe mesmo nada...

A “Ilha da liberdade” diz o tirano russo… mas o outro é que é o ogre, o outro que foi eleito democraticamente e que perderá se tiver que perder as eleições democráticas, que ainda estará sujeito no seu mandato.

A queda da tirania comunista será uma oportunidade fantástica para os cubanos tomarem o seu destino nas suas mãos.

Não há paraísos na terra, mas há ideologias e sistemas que são apenas infernos.

Imagem e Texto: João Braz, Facebook, 17-3-2026, 21h41

2 comentários:

  1. O SILÊNCIO CÚMPLICE QUE MATA!
    O regime iraniano acabou de ENFORCAR o jovem atleta Saleh Mohammadi, de apenas 19 anos. O crime? Protestar por liberdade.
    Enquanto o mundo assiste horrorizado, o governo Lula e o PT continuam estendendo o tapete vermelho para ditaduras teocráticas e assassinas.
    É esse o "modelo" que querem consolidar no Brasil? Não podemos nos calar diante da barbárie. O esporte chora, a liberdade sangra.

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  2. ‘Ontem, na véspera do Ano Novo iraniano (Nowruz), a República Islâmica enforcou cinco adolescentes que haviam sido detidos durante os protestos de janeiro nas cidades de Qom e Ilam.
    Hoje, Melika Azizi, de 18 anos, da cidade de Rasht, que foi presa por queimar símbolos do regime durante os protestos, enfrenta execução iminente na prisão de Rasht sob a acusação de Moharebeh (guerra contra Allah)’.
    Cadê as feministas?
    Cadê os atores do Oscar?
    Cadê?

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