O Ministério Público de São Paulo acaba de reconhecer o ÓBVIO: que as falas de Monark sobre nazismo não configuravam apologia, mas sim uma "defesa abstrata da liberdade de convicção e expressão".
Ou seja, o próprio órgão que ajuizou a ação civil pública agora pede a sua rejeição. Levou QUATRO ANOS para chegarem a essa conclusão.
Destruíram a vida de um jovem comunicador por conta de UMA OPINIÃO sobre liberdade de expressão. Por mais que eu não concorde com o que ele disse — a ideia de nazistas terem direito a um partido —, o simples fato de discutir essa possibilidade jamais poderia ser considerado crime. O debate era sobre os limites da atuação estatal e da liberdade de expressão, não sobre a defesa do ideário nazista.
Vale lembrar o estrago que fizeram: Monark foi expulso do podcast que ajudou a criar, desmonetizado, banido do YouTube, investigado pela PGR e pelo MPF. E para piorar, a mais alta corte do país — que deveria garantir seus direitos fundamentais — expandiu a perseguição.
Moraes determinou o bloqueio
de TODOS os seus perfis: Instagram, Facebook, X, Rumble, Telegram, TikTok,
YouTube, Discord, e até plataformas de áudio como Spotify e Deezer. Teve as
contas bancárias bloqueadas e levou multa de R$ 300 mil. O motivo? Ter entrevistado
um deputado federal que questionou a transparência das urnas eletrônicas.
Na prática, o que aconteceu com Monark foi a aplicação de uma verdadeira pena de morte virtual — sem processo, sem condenação, sem crime. Cancelado, censurado, desmonetizado, multado, empurrado para fora do país.
Agora o MP reconhece que nunca
houve crime. Mas quem repara o dano? Quem devolve os anos de perseguição, a
renda destruída, a reputação arrasada?
Espero que Monark processe o
Estado e obtenha uma reparação multimilionária pela injustiça que sofreu. É o
mínimo.
Título, Imagem e Texto: Leandro
Ruschel, X,
3-4-2026, 23h05

Quero lembrar todos que o Ministério Público de SP, em ação civil pública lá em 2024, havia pedido uma multa de R$ 4 MILHÕES como punição RAZOÁVEL do Monark pelas falas sobre o partido nazista.
ResponderExcluirEsse mesmo Ministério Público agora pediu o arquivamento da ação civil pública. Já havia criticado duramente toda essa perseguição lá em 2024, e fico feliz com esse desfecho (meu tweet da época no comentário).
É patético. É grotesco. É perseguição por crime de opinião. O sistema jurídico brasileiro é um lixo autoritário e contraditório, e os praticantes do direito que ingressam nas carreiras públicas aparentemente não têm um pingo de bom senso, porque se transformam em “paladinos da moral e da virtude”, querendo caçar pessoas pacíficas que apenas manifestam opiniões polêmicas ou abjetas, ou censurar comediantes porque suas piadas “constituem injúria coletiva”. Enquanto isso, os crimes contra a vida e contra o patrimônio correm soltos pelas ruas do Brasil - sem falar das facções criminosas.
E, claro, seu imposto estadual paga os salários desses promotores.