quarta-feira, 15 de julho de 2026

14-7-2026: Oeste sem filtro – Mulher de m. liberou o Master para captar dinheiro de fundos da Previdência + Janja acha que fama de 'gastadeira' é exemplo de misoginia + OAB pede a m. que autorize Flávio a visitar Bolsonaro como advogado

Relacionados:
"O flagrante do tratamento ilegal e desigual imposto a Bolsonaro está escancarado" 
13-7-2026: Oeste sem filtro – Após carta, m. proíbe visitas de Flávio a seu pai + m. dá 48 horas para Bolsonaro explicar divulgação de carta nas redes… 
A imparável Michelle 
A fábrica de inúteis 
Motocicletas e bicicletas viram o terror dos pedestres

4 comentários:

  1. Janja acaba de dizer que as críticas aos seus gastos são fruto de “misoginia” - uma declaração absurda e equivocada. A fala revela uma estratégia política cada vez mais usada pela esquerda radical: quando faltam argumentos para responder ao mérito das críticas, transforma-se o crítico em criminoso.

    No Brasil de Lula e Janja, parece existir um novo manual de sobrevivência política. Se alguém questiona gastos públicos, é “misógino”. Se cobra transparência, está atacando uma mulher. O dinheiro público deixa de ser o centro da discussão e a identidade de “gênero” de quem ocupa o cargo passa a servir como escudo contra qualquer questionamento legítimo.

    Isso é perigosíssimo.

    Ninguém está acima do escrutínio público; muito menos quem vive no Palácio do Planalto, participa de agendas oficiais, influencia decisões de governo e utiliza recursos pagos pelo contribuinte. Dinheiro público não pertence ao governo, mas sim ao cidadão. E todo cidadão tem o direito - e o dever - de fiscalizar como ele é gasto.

    É justamente por isso que vejo com enorme preocupação o projeto que amplia a criminalização da misoginia. Sou completamente contra. Não porque seja favorável à violência ou à discriminação contra mulheres - isso já é combatido pela legislação brasileira e deve continuar sendo. Sou contra porque considero essa proposta mais uma pauta identitária da esquerda que substitui o debate de ideias pela divisão da sociedade em grupos permanentes de vítimas e opressores.

    Trata-se de uma atualização de uma velha lógica política: estimular conflitos entre categorias sociais para ampliar o controle sobre o debate público. Ontem era a luta de classes, hoje, homens contra mulheres, ricos contra pobres, brancos contra negros, heterossexuais contra homossexuais. Quanto mais dividida a sociedade, mais fácil se torna rotular, silenciar e desqualificar quem pensa diferente criando um ambiente de ódio.

    Questionar gastos públicos nunca foi misoginia - Isso se chama democracia.

    O dia em que fiscalizar o poder passar a ser tratado como preconceito será o dia em que a liberdade de expressão deixará de ser um direito para se tornar uma concessão do próprio Estado. Isso é o que busca o PT?

    ResponderExcluir
  2. Janja descobriu a desculpa perfeita: toda crítica aos seus gastos virou misoginia. Virou ódio contra mulher.
    Daqui a pouco, pedir transparência será violência de gênero.
    E sim: a lei da misoginia é exatamente isso: criminalizar qualquer crítica que se faça a uma mulher. responsabilidade com o dinheiro público não é machismo, é obrigação básica.
    Misoginia mesmo é se esconder atrás da própria saia de mulher pra roubar no escuro e fugir do escrutínio que qualquer parasita do poder merece.

    ResponderExcluir
  3. Está claro o caráter TOTALITÁRIO da esquerda brasileira, que instrumentaliza o feminismo para calar qualquer oposição.

    Repare no movimento. A mulher do Descondenado chama de "misoginia" a simples cobrança do público sobre seus gastos exorbitantes em viagens pelo mundo. Cobrança legítima, feita a quem vive do dinheiro do contribuinte.

    O truque é velho e é sempre o mesmo. Transformar crítica política em crime de gênero. Quem pergunta quanto custou vira agressor. Quem exige transparência vira misógino.

    Não se responde à pergunta. Criminaliza-se quem pergunta.

    E não é retórica solta. Na mesma entrevista em que classificou a cobrança sobre suas viagens como "misoginia pura", ela pediu ao Congresso que aprove o PL 896, o projeto que equipara misoginia a racismo, com pena de dois a cinco anos, crime inafiançável e imprescritível. O texto já passou no Senado e teve urgência aprovada na Câmara. A oposição resiste exatamente pelo motivo óbvio: uma tipificação vaga o bastante para transformar opinião em processo criminal.

    Junte as duas pontas. Primeiro se decreta que criticar uma mulher de poder é misoginia. Depois se pede uma lei que mande a misoginia para a cadeia. O que sobra no meio é a oposição, processada por perguntar quanto custa o avião.

    O raciocínio, levado ao fim, é este: basta ser mulher para ficar acima da fiscalização, e quem insistir na pergunta responde na Justiça.

    Isso não é defesa de mulher nenhuma. É blindagem de poder com verniz de pauta identitária.

    Isso é a esquerda.

    ResponderExcluir
  4. Quanta ignorância
    Ao acusar as primeiras-damas de não “trabalharem efetivamente”, Janja rasga a história de Ruth Cardoso, antropóloga, professora universitária, doutora pela USP e coordenadora do programa Comunidade Solidária.

    ResponderExcluir

Não publicamos comentários de anônimos/desconhecidos.

Por favor, se optar por "Anônimo", escreva o seu nome no final do comentário.

Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente. Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-