sábado, 13 de junho de 2026

Moraes é desmoralizado em decisão na Itália sobre Zambelli


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3 comentários:

  1. A Justiça Italiana enfiou hoje goela abaixo do STF uma derrota significativa, ao divulgar as razões que a levaram a negar o pedido de extradição de Carla Zambelli e colocá-la em liberdade em maio.
    Basicamente, a Corte italiana apontou o óbvio: a perseguição política movida por alexandre de moraes, que agiu no processo como juiz e como vítima.
    Além de outros vícios processuais no caso, comprometendo o STF que atua ao lado de moraes.
    Vale lembrar que Itália, EUA e Espanha -que negou definitivamente a extradição de Oswaldo Eustáquio- são os países que denunciam e se opõem mais veementemente à ditadura brasileira do judiciário.
    O ministro do desgoverno lula, fachin, pulou nos tamancos e reagiu à decisão italiana, alegando que o pedido de extradição segue os ritos do STF à risca.
    Mas, afinal, quem no mundo liga pra os ritos do STF, uma instituição sem credibilidade alguma dentro e fora do país?
    A tentativa patética de fachin ao tentar dar uma camada do verniz de 'seriedade' a uma instituição que nada tem de sério, o STF, não consegue apagar anos de barbaridades jurídicas cometidas pela entidade e vistas -infelizmente para eles- pelo mundo inteiro.
    Algo como alguém considerar 'democrática' a suprema corte de nicolás maduro, em seus bons tempos.
    Uma piada brasileira que, para infelicidade dos humoristas envolvidos, não tem a menor graça para os verdadeiros juristas de outros países, que levam a Justiça à sério.
    A derrota é grande para o STF e para o sistema, e reforça a visão que se espalha pelo mundo: a constatação da parcialidade da suprema corte brasileira e os casos nítidos de perseguição política.
    Enquanto Jair Bolsonaro e os presos políticos da farsa do 8 de janeiro continuarem presos, não existe a menor possiblidade de algum país do mundo considerar a justiça brasileira como imparcial.

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  2. O ministro Edson Fachin, aquele que brecou a atuação da polícia no combate ao crime, disse que “acompanha com preocupação” a decisão da Itália sobre Carla Zambelli.
    No Supremo, a preocupação surge quando alguém resolve defender o devido processo legal e a liberdade.
    Isso é inaceitável por lá...

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  3. Se você precisa de recursos do Estado para fazer arte, então você não é um artista, é um funcionário público.
    Javier Milei

    Com a extradição da Zambelli negada com direito a um esculacho da justiça italiana, Alexandre de Moraes acumula mais uma derrota internacional.

    Mais uma. Na verdade, ele não ganhou uma.

    Nos EUA, os pedidos de extradição de Allan dos Santos e de Ramagem foram negados. No caso do Ramagem teve constrangimento público. Alexandre também tenta me citar no processo do golpe, mas até hoje não conseguiu cooperação do DOJ.

    A sua designação como violador de direitos humanos pelo Global Magnistky Act permanece e parte das suas sanções (como as de visto) permanecem - com o retorno das sanções financeiras no horizonte.

    A Interpol retirou os nomes do Allan e do Eustáquio e ainda recusaram incluir outros.

    Na Espanha, negaram a extradição do Eustáquio e também acusaram de politização do judiciário brasileiro.

    A Argentina concedeu asilo aos presos do 8 de janeiro, também reconhecendo perseguição política.

    Assim como fez a Polônia, dando asilo ao Didi Red Pill.

    Enquanto isso ele ainda tem que responder um processo federal nos EUA, cuja citação ele tentou evitar sem sucesso, por ordens ilegais ao Rumble.

    No final das contas, o mundo inteiro considera o Brasil um regime de exceção. Menos o Brasil. Já passou a hora de extirparmos esse câncer.

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