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Dois países, um coração
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Por que as mulheres tendem à esquerda?

O que importa
ResponderExcluirCurioso observar a atitude de veículos de mídia mais preocupados em desqualificar a presença e apelos do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em Washinton contra o tarifaço, do que em criticar a ausência do governo Lula nas tratativas para evitar perdas de 4 mil produtos brasileiros.
Donald Trump fez exatamente o que havia prometido. Horas depois de declarar que o cessar-fogo estava morto, que não pretendia mais negociar com Teerã e que o regime iraniano precisava ser derrotado, os Estados Unidos lançaram uma nova e massiva ofensiva militar contra o Irã. Nesta quarta-feira, 8 de julho, o CENTCOM confirmou uma nova rodada de ataques contra mais de 80 alvos estratégicos.
ResponderExcluirA operação atingiu sistemas de defesa aérea, centros de comando, radares costeiros, instalações de mísseis antinavio e dezenas de embarcações da Guarda Revolucionária Islâmica — justamente a estrutura militar responsável por projetar o poder do regime sobre o Estreito de Ormuz.
Explosões foram registradas em diversos pontos do sul iraniano. Entre os locais citados estão Bandar Abbas, Bushehr, Sirik, Qeshm e Chabahar. Em Bushehr, os ataques atingiram a região da base aérea.
Em Bandar Abbas e Qeshm, os alvos estariam ligados à infraestrutura naval e aos sistemas de defesa costeira.
A mídia estatal iraniana também relata danos em estruturas portuárias em Chabahar, embora parte dessas informações ainda aguarde confirmação independente.
Na prática, Washington deixou de lado qualquer tentativa de contenção. O objetivo agora parece ser claro; desmontar a capacidade militar iraniana de controlar ou fechar o Estreito de Ormuz, rota por onde passa uma parcela significativa do petróleo comercializado no planeta.
Este ataque representa uma mudança de rota, Trump sinaliza que o objetivo já não é apenas conter o regime iraniano, mas reduzir sua capacidade de projeção militar e impor, pela força, uma nova ordem estratégica no Oriente Médio - custe o que custar.