João Maurício Brás
(…)
A normalização da falsificação
da ética, porque arbitrária, está patente na defesa de determinadas culturas e
práticas, especialmente por parte de certos segmentos de jovens politizados que
são incompreensíveis.
Fala-se do machismo, da
homofobia, da transfobia no Ocidente e nada se diz ou faz sobre essa realidade
na África e na Ásia, negoceia-se até com esses países e se promovem eventos de
expressão mundial nessas zonas.
O progressismo virtuoso dos
governos ocidentais negoceia com tiranias e cleptocracias em toda a parte do
planeta, e as grandes empresas defensoras de todas as modas inclusivas e de
gênero deslocalizam a sua produção para essas latitudes enquanto fazem campanha
no Ocidente contra o machismo e a homofobia ocidentais.
É comum movimentos LGBT+
referirem o perigo do extremismo de direita do Ocidente, regra geral candidatos
e partidos democráticos, mas apoiam movimentos fundamentalistas islâmicos e
teocráticos. Só o Ocidente é mau e tem uma história tenebrosa.
Outro aspecto por demais
evidente são as nossas preocupações e até histeria, com os problemas
ambientais, mas não alteramos o nosso modo de vida, nem questionamos o modelo
capitalista e liberal que produz este mundo. Como não há verdade, tudo se torna
defensável e legítimo.
O relativismo é, sem dúvida,
um escândalo da razão e da verdade. A ideia de que os juízos morais apenas
expressam emoções ou sentimentos é incompatível com a verdade e objetividade.
Se defendemos que a distinção
entre o certo e o errado depende das convicções de cada pessoa, então também
aceitamos que os sentimentos de alguém não são melhores nem piores do que os de
outro, o que nos torna mais tolerantes. Este é o tipo de raciocínio da
ideologia progressista.
(…)
Texto: João Maurício Brás, in “O Laboratório Progressista e a
Tirania dos Imbecis”, página 75; Título e Digitação: JP, 28-8-2025
"Quando estamos num país que não é nosso, nós é que nos temos de adaptar…"
“as velhas virtudes são agora pecados, e os vícios as novas virtudes.”
O que seria uma ditadura liberal progressista?
O estranho casamento entre a esquerda e o islamismo radical
O uso do discurso do ódio como arma ideológica
João Brás: “As pessoas estão fartas, querem trabalho, bons salários, viver melhor, e não saber se somos todos trans, homofóbicos, racistas ou colonialistas “
A genealogia do fanatismo
A novilíngua progressista é novo idioma oficial
João Brás: “Vivemos atrelados à UE que nos dá o dinheiro, como em outros tempos vivemos atrelados às riquezas das Áfricas e dos Brasis.”
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