Leandro Ruschel
Ser esquerdista hoje virou isso: defender o grupo terrorista Hamas, protestar contra a captura do narcoditador Maduro, seguir passando pano para a brutal ditadura cubana e, na melhor das hipóteses, fingir que não vê os crimes contra a humanidade do regime iraniano — que está literalmente assassinando o próprio povo.
E, ao mesmo tempo, rotulam
seus opositores de “fascistas”, acusam os outros de autoritarismo e ainda
vendem censura e perseguição política como “defesa da democracia”.
No fim, a pergunta inevitável
é: quem é fascista, afinal?
O que está acontecendo?
Título, Imagem e Texto: Leandro Ruschel, Newsletter, 14-1-2026

"APENAS CENTENAS DE MORTOS"
ResponderExcluirMnistro das Relações Exteriores do Irã:
“Essas alegações, sabe, são infundadas. Sabe, não há nenhuma prova disso. O número de mortos... é de apenas centenas."
Para os aliados de Lula, exterminar centenas é pouco.
MEU DEUS! A corajosa ativista iraniana Masih Alinejad fez um discurso contundente contra o regime de Khamenei na ONU.
ResponderExcluir“Dirijo-me agora diretamente ao representante da República Islâmica. O senhor tentou me matar três vezes.”
“Meu crime? Ecoar a voz de pessoas inocentes que o senhor matou. Seu líder, Ali Khamenei, ordenou meu assassinato.”
“Eu vi meu potencial assassino com meus próprios olhos em frente ao meu jardim, na minha casa no Brooklyn.”
“Ele disse que a agente americana que comparou o hijab obrigatório ao Muro de Berlim deveria ser morta. Eu sou essa mulher. Mas eu não sou uma agente dos Estados Unidos. Eu tenho autonomia. E sou grata ao governo americano e às forças da lei por protegerem minha vida.”
“Se não fosse pela proteção das forças da lei, eu não estaria aqui para testemunhar em nome de milhões de pessoas que enfrentam os mesmos assassinos, o mesmo regime terrorista em meu país.”
@BarronTNews_
DO JEITO desastrado e desenfreado que a coisa anda, esse quadro lamentável e diabólico de um número infindável de cadáveres amontoados (foto acima no texto de Leandro Ruschel) logo estará acontecendo aqui no brazzzil. Por aqui não temos paz, não temos ordem, nem progresso, as leis são inoperantes, falhas e obsoletas. A porra da carta magna nem para limpar os nossos traseiros serve, sem falar que não temos constituição (alguém cagou nela), o estado democrático de direito é uma piada de gosto infame. Não mencionando os nossos representantes, os deuses fajutos dos "cus sujos" enlameando os palácios da capital do "capital" do país. Faço referência aos ratos de esgoto, aos vermes, as lombrigas e os gananciosos. Mesmo tom, a corja de abutres, a máfia dos bandoleiros que trocados por sacos de merdas não vale a pena. Têm mais valor, mais qualidade, mais serventia, as ilustres trabalhadoras das camas barulhentas dos motéis e puteiros de beira de rodovias, ou seja, as meninas charmosas que ganham a vida de forma dura e infeliz, todavia, honestamente juntando seus trocadinhos nos inferninhos das beiras de estradas; garotas de almas puras, que apesar de serem levianas e viverem da venda de seus atributos sexuais, essas moças valiosas valem mais, pesam mais na balança da virtude que os larápios, os poderosos, os borra-botas, enfim, os filhos da puta que mamam, mamam, mamam e comem as nossas custas. Logo, caríssimos amigos, amanhã ou depois, estaremos passando e vendo ao vivo e a cores, essa desgraça infame dos corpos sem vida amontoados por todos os cantos. Quem viver, verá, e obviamente sentira na pele, na carne o desconforto, a miséria, a depravação, a degenerescência em forma de praga, ou melhor dito, em forma de um câncer incurável, da desgraça total de uma nação em forma de um gigantesco Titanic. O brazzzil já era, já foi, já se "fudeu". Estamos por um fio.
ResponderExcluirAparecido Raimundo de Souza, da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro.