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O cinismo tem nome, sobrenome e um cargo de comando em Caracas. Jorge Rodríguez, o estrategista-mor do chavismo, acaba de lançar um bumerangue verbal que atinge em cheio a Praça dos Três Poderes, em Brasília.
ResponderExcluirAo admitir que a famigerada "Lei contra o Ódio" foi deformada para se tornar uma metralhadora giratória contra opositores, Rodríguez não está confessando um erro; está expondo a anatomia de uma tirania que se finge de legalista.
Enquanto a cabeça do regime venezuelano reconhece que a lei serviu para prender ilegalmente quem não rezava pela cartilha de Maduro, o Brasil observa o Inquérito das Fake News (Inq 4781) completar 7 anos de uma vigência que desafia a lógica democrática.
O roteiro é idêntico; cria-se um monstro jurídico com conceitos elásticos - “ódio" lá, "ataque às instituições" aqui - e entrega-se o controle remoto da censura ao Estado.
A correlação é ácida e inevitável, na Venezuela, o termo "fascista" virou o salvo-conduto para o cárcere. No Brasil, o rótulo de "antidemocrático" ou "disseminador de fake news" tornou-se a sentença prévia que derruba perfis, bloqueia contas bancárias e silencia parlamentares sem o devido processo legal transparente.
A armadilha é sempre pavimentada com boas intenções; dizem proteger a "democracia" enquanto destroem os pilares que a sustentam: a liberdade de expressão e a paridade de armas.
Se até o mentor do autoritarismo venezuelano assume que essas ferramentas de controle social são armas de perseguição, qual é a desculpa brasileira para manter um inquérito de exceção aberto por tempo indeterminado e presos políticos?
O indicador mais confiável de autoritarismo é a punição e/ou intimidação oficial daqueles que criticam as autoridades.
ResponderExcluirXandão vem fazendo isso há anos, mas poucos, na mídia, se importaram porque era dirigida contra os bolsonaristas e outros inimigos políticos.
Mas era sempre inevitável que ele usasse isso contra todos os críticos.
Eles criaram esse monstro. A agora ele nunca vai parar por vontade própria.