sexta-feira, 24 de abril de 2026

Ponderações de Cármen Lúcia e de Gilmar Mendes


2 comentários:

  1. "Imagine se começássemos a fazer bonecos do Zema como homossexual. Será que não é ofensivo?"
    Para o Ministro Gilmar Mendes, a orientação sexual de alguém é um "ataque" ou uma "desonra". Quando a homossexualidade é usada como sinônimo de piada ou algo depreciativo por um membro do STF, o preconceito ganha selo de oficialidade.

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  2. O editorial de O Globo de hoje vem dizer que “críticas e sátiras não podem ser incluídas no inquérito das Fake News”.
    Cita como exemplo os vídeos satíricos do Zema contra os ministros do STF e admite que, desde 2019, o inquérito “tem sido usado para garantir ao STF poderes excepcionais que não se justificam”.
    Basta um segundo de memória para ver que o maior responsável por esse "inquérito heterodoxo" é o próprio Grupo Globo. Em 2019, quando Eduardo Bolsonaro publicou um meme com a Greta Thunberg, o Jornal Nacional tratou o conteúdo como “foto falsa” e a agência de checagem do G1 carimbou: Fake News. Sem explicar a compreensão da cultura de memes da internet.
    Durante anos a Globo reduziu o jornalismo num instrumento de manipulação de consciências. Se o Aurélio ainda estivesse vivo, já teria incluído a verbete: “Globo” substantivo feminino – sinônimo de manipulação de massas no Brasil. Agora o mesmo grupo vem posar de defensor da liberdade de expressão.

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