Ricardo Érik dos Santos
Alerta de texto longo.
Porque sempre gosto de mostrar coisas
profundas, plantar sementes, te convidar a refletir. Sair de clichês, implodir
pensamentos viciados, acender uma lanterna militar no canto escuro. Eu poderia
pontuar cabalmente a entrevista: também daria razão ao título desta postagem.
Flávio Nantes Bolsonaro não se mostrou
apenas preparado, estratégico e bem-intencionado: Se mostrou MADURO. Deixando
claro que nosso momento político (tenso), passa por um divisor de águas,
através de um movimento iniciado por seu pai. E tentarei explicar como,
TECNICAMENTE, ele será MELHOR do que o velho Jair.
Entretanto, eu não queria falar o
óbvio para quem viu ou sentiu o que vi e senti, afinal, o bolsonarista que viu
ou não viu, votará nele da mesma forma. E não somente pelo termo "menos
pior": é mostrar como a régua de Flávio – reflexo direto da excelente
criação de sua família – é absurdamente mais alta. O completo e exato oposto de
um psicopata manipulador. Assisti estupefato e satisfeito, um homem de bem e
maduro, constrangendo seus inquisidores com elegância, firmeza e sem nenhuma
preocupação em "lacrar". Porque seu foco é o BRASIL, não um projeto
pessoal de poder.
Eu disse ontem que a Globo ia levantar
bolas para Flávio fazer gols. Mas não esperava que fosse de forma amistosa (e
não foi mesmo). Dizem as más línguas que André Esteves ficou "pê da
vida" por não ter sido chamado para o mais importante evento de um
candidato com a nata financeira que comanda o Brasil há séculos; e canalizou
essa revolta, instruindo seus dois cachorrinhos César TRALHA e Renata
"Vai-com-selo" (de militante) a atacar o F-22. Tomou no
"Cury". Duas vezes.
Por isso peço vossa vênia e paciência
para narrar dois fatos: um, usando meu exemplo pessoal, outro, um conhecido
filme. Rapidinho. E garanto que tudo vai se conectar.
Quando eu entrei no Hotel Municipal, foi como porteiro, em 1998, depois de quatro meses parado, vindo de cinco promoções na sede da Antarctica, então uma das maiores empresas do país. Tive que me adaptar a uma empresa minúscula, com salário bem menor, pois não dava mais para "escolher" empregos. É o que um país mal administrado faz com trabalhadores de bons currículos.
O dono implicava, de certa forma por
eu usar meu "know-how", aprendido com vários e melhores cérebros do
Rio de Janeiro no seu simples hotel do centro de Duque de Caxias. Eu era o mais
cobrado. Qualquer errinho meu era multiplicado por dez. E só fui entender esses
seletivos ataques lá na frente.
Um dia, minha paciência com isso se
esgotou. Não estava bem naquela tarde. E resolvi enfrentar o velho. Mantive
minha posição, falei o que tinha de falar e fui para casa, sem saber se estaria
mais empregado. Orei ao Deus de justiça.
No outro dia tudo normal. Ao fechar
meu caixa, ao término do meu expediente, o filho do dono me perguntou: "o
que você fez com meu pai?". Então eu falei tudo que vinha acontecendo. Mas
notei que o filho (e administrador-chefe do hotel), ia sorrindo aos poucos,
conforme eu relatava. Ele conhecia seu pai. Quando terminei de colocar tudo
para fora, ele sentenciou: "te perguntei, porque eu não entendi: meu pai
QUER você como GERENTE dele. E a partir de AMANHÃ!".
Vou pular agora para o filme clássico
e conhecido, que inclusive ganhou uma continuação recente: "O DIABO VESTE
PRADA". Conta a história de uma moça (Anne Hathaway), bonita e competente,
que consegue um estágio na conceituada revista de moda "Runway",
presidida pela psicopata Miranda Presley (interpretada de maneira magistral
pela "monstra" Meryl Streep), uma executiva que tinha prazer em
humilhar seus funcionários.
Andrea ou "Andy", personagem
de Hathaway, estava ali para abrir portas para o que ela tinha talento: ser uma
jornalista de redação. Não especificamente de moda (que ela não entendia), mas
para "turbinar" seu currículo. Possuía raciocínio acima da média ante
a garotas deslumbradas e exercia competência a nível superior. Virou o
"alvo" principal de Miranda, uma vez que um facho de luz adentrou no
seu espaço de densas trevas, seu habitat.
Ao longo do filme, Andy foi se
adaptando e subindo no conceito da executiva. Na verdade, Miranda a estava
preparando para ser sua possível sucessora, mas nos mesmos moldes demoníacos.
Andy não "comprou" seu teste final e abandonou a megera no ápice do
maior evento em Paris, quando as duas já eram amigas íntimas.
O que me chamou atenção foi quando
Andy finalmente conseguiu o emprego que queria, mas seu novo patrão pediu
referências para a Runway, sendo respondido pessoalmente por Miranda: "ela
disse que, de todas as suas assistentes, você foi a maior decepção. Mas que eu
seria um completo idiota, se eu não te contratasse".
Tanto minha experiência no hotel,
quanto a história desse filme, me ensina uma coisa: o próprio diabo não tolera
puxas-sacos. Ele percebe e abomina a falsidade. Uma pessoa de bom caráter, se
torna seu maior desafio, mesmo que, inconscientemente, ele saiba que perderá
essa batalha no futuro. A bondade é muito superior, apesar da aparência frágil.
O que eu queria dizer, amados, é que
quando se adquire competência e experiência combinado com o bom caráter desde a
criação, isso te torna "diferente" em todos os espaços. Um escolhido.
Destacado. Como se nascido para a missão. Sujeito a covardias e ataques acima
da média. Isso se dá porque o diferente TEM QUER SER O MAIS COBRADO. O fogo que
o forja durante sua trajetória é mais aumentado.
Jair Bolsonaro passou pelo mesmo
processo. E passou. Cravou seu nome na história do Brasil, para mim, como o
melhor presidente que se sentou naquela cadeira, contra tudo e contra todos. Um
esboço de renovo, mesmo com ataques de "seus Newtons" e
"Mirandas" da vida. Ele foi o começo e reinou no seu tempo. Ele
acordou a gente.
Flávio entra agora, representando os
acordados, que lavaram seus rostos, escovaram seus dentes e estão arrumados na
mesa do café da manhã, prontos para mais uma batalha. Jair nos acordou: Flávio
conduzirá os despertos. Ele é diferente, mais articulado, eliminando pequenos
erros que seu pai havia cometido. Um Bolsonaro 2.0, atualizado e com novos
gráficos.
A situação serve para separar os
emocionados dos atentos, OBRIGANDO a maioria a fazer uma escolha: ou se
politize, ou se deixe destruir. Observem como Flávio foi solidário com a
repórter mal-intencionada logo de cara, que foi esculhambada por seu adversário
na noite anterior. Não por puxa-saquismo, mas por pura estratégia. Isso não vem
de marqueteiros: vem da sua HONRA.
Flávio humilha seus inimigos não por prazer, mas por determinação da VERDADE. A verdade dói mesmo, desmonta, embrulha o estômago e trinca dentes. Ele foi MELHOR do que eu próprio imaginei. A "cola na mão" foi mais uma ideia fantástica, onde o tubarão faminto e desesperado mordeu a isca de maneira certeira.
Ele veio representar todo o brio das
pessoas de bem e colocar em julgamento coletivo, o caráter de cada um de nós.
Não sei vocês, mas para mim, Flávio veio para mostrar não só a diferença
absurda de um candidato para outro, mas também a mais cristalina diferença
entre o bem e o mal.
Tipo Jesus diante de Barrabás, tendo a
Vênus prateada no papel de Pôncio Pilatos. Governante romano que aliás, mais
para a frente, se suicidou quando César descobriu seus vários casos de
corrupção. E de início eu pensei que a escolha se daria por critérios mais
acirrados. Me enganei. A diferença é GRITANTE.
Nossa vitória será muito além do que
mera política...
Deus abençoe a todos.
Título, Imagem (Primeira) e Texto: Ricardo Érik dos Santos, Facebook, 29-8-2026, 11h42
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Flávio Bolsonaro convidando para o dia 7 de setembro
Ninguém votou nele
CHEGA de "ala do STF" e "integrantes ouvidos pela coluna"
Por que o JN faz pergunta de um minuto?


MINHAS IMPRESSÕES DA SABATINA - E SÃO SÓ MINHAS IMPRESSÕES. 😉
ResponderExcluirNo geral, Tralli e Renata foram com vontade para cima de Flávio e muitas vezes não o deixaram concluir uma fala. Chato isso, pareciam o Faustão. E pelo que ouvi falar, com Lules foi diferente.
Flávio começou nervoso, normal. Estava em ambiente hostil, numa situação nova. Fez certo em se solidarizar com o episódio de ontem, em que Lules, tosco e mandão, quis corrigir a jornalista.
Master - as cobranças eram esperadas e Renata errou feio quando deu a entender mais de uma vez que Flávio teria recebido dinheiro. Não, não recebeu. Ele estava ansioso cobrando o investimento para a finalização do filme sobre Bolsonaro. Vorcaro aceitou ser um dos investidores e ainda não tinha honrado com sua parte. Flávio deveria ter falado sobre a cláusula de confidencialidade que o fez se omitir inicialmente quando questionado sobre Vorcaro. Nenhum investidor poderia ser revelado, afinal muitos evitam a associação com o nome Bolsonaro por medo de perseguição ou represálias. E também deveria deixar claro que não tinha como arrumar um investidor de última hora depois que Vorcaro passou a ser investigado. Gostei dele ter lembrado que a Globo também recebeu investimento de Vorcaro, assim como outras empresas. Acho que poderia ter se saído melhor.
"Golpe" - que tema sem sentido! O que a candidatura de Flávio tem a ver com o que aconteceu no 8 de janeiro? Não vejo ligação, a partir do momento que ele não é Jair e não teve nada a ver com aquele triste acontecimento que levou à prisão gente inocente por um golpe que nunca aconteceu. É sempre a guerra da narrativa, não é? Foi grotesco ela perguntar se ele não teria a mesma ideia. Sacanagem, safadeza. E Flávio fez bem em falar que vai lutar pela anistia dos presos políticos.
Caixinhas mágicas - outro assunto que não precisava ser explorado, me pareceu que os dois quiseram comparar Flávio a Jair. Flávio deixou claro que vai respeitar o resultado das eleições tendo-o como vencedor. A Renata quase pediu que ele jurasse com a mão sobre a Constituição, que ridícula.
Tarifas - Flávio se saiu muito bem. Deixou claro que era contra, que foi o único a comparecer à reunião da câmara de comércio americana para defender as empresas brasileiras e pedir que Trump pelo menos esperasse ele ganhar as eleições para negociar. Renata e Tralli ficaram o tempo todos falando do que Eduardo disse ou postou. Ora, Flávio não manda em Eduardo, Eduardo não manda em Trump, e querer que Flávio respondesse por falas ou decisões de outras pessoas não está certo. É bizarro também Renata achar que Trump mudaria de ideia a partir de um pedido de um senador brasileiro (que não tem nada a lhe oferecer).
Envolvimento com pessoas investigadas ou perigosas - Flávio explicou que concedeu medalha a um policial do BOPE anos antes dele se envolver com o crime e a Renata ficou insistindo que ele teria ligações com o cara e Flávio teve que ficar se repetindo que anos atrás não teria como saber que o policial se meteria com coisas ruins e que sempre defendeu o pessoal da segurança pública. Engraçado que ela não fez pergunta semelhante ao Lules. Né?
ExcluirAjuste fiscal - pediram números exatos do que Flávio pretende fazer para ajustar as contas públicas. Ele recordou ao público a situação deplorável do país e que pretende cortar gastos onde for possível, mas que não vai mexer no salário mínimo. De novo Renata ficou exigindo um detalhamento que ela não cobrou do Lules - se cobrasse ele inventaria qualquer número ou daria bronca nela.
Meio ambiente - um assunto que não tinha necessidade de ser explorado numa sabatina, não no Brasil atual de tantas urgências. Em vez de perguntar sobre as ideias para segurança pública ou como lidar com o país quebrado, a Renata ressuscitou uma frase antiga de Flávio em que ele dizia que não existia aquecimento global. O cúmulo foi a jornalista perguntar se ele iria continuar negando "evidências científicas". Flávio declarou que há eventos climáticos extremos - muito frio, muito calor, muita chuva ou muita seca - e eles vão se sucedendo. Acho uma boa explicação, suficiente.
Senti o tempo todo que os globais se esforçaram nas perguntas para que o povo enxergue Flávio como o "golpista", "negacionista" e "miliciano" que eles veem em Bolsonaro e não como um candidato que é filho de Bolsonaro e tem suas próprias ideias. Foi o que eu senti.
Flávio foi educado, respeitou os jornalistas, não se exaltou e no final apresentou o nome do médico Cláudio Lottenberg como escolhido para a pasta da saúde. Pediu que todos compareçam às urnas e lhe deem um voto de confiança para mudar o Brasil. Como ele deixou claro: ninguém precisa gostar de Flávio Bolsonaro, mas querer mudanças. É isso.
Flávio Bolsonaro se saiu muito bem na sabatina. Foi claro, firme e, principalmente, demonstrou que sabe exatamente os problemas que o Brasil enfrenta.
ResponderExcluirConseguiu desmontar narrativas fora de contexto e não caiu em provocações. Falou com tranquilidade, mas sem fugir de temas difíceis.
Apontou o que precisa ser dito: descontrole fiscal, carga tributária sufocante, saneamento básico abandonado e uma saúde pública que não consegue atender dignamente a população.
Enquanto Lula insiste em vender a fantasia de que o Brasil está às mil maravilhas, Flávio mostrou conhecer a realidade de um país que está sendo empurrado para uma crise cada vez maior.
E isso faz toda a diferença.
Ele não apresentou respostas genéricas. Identificou problemas estruturais e deixou claro que sabe onde precisa agir.
Mas o ponto mais importante foi o reconhecimento do descontrole fiscal e do excesso de impostos dois dos grandes problemas que estão sufocando o Brasil e o compromisso de enfrentá-los.
É disso que precisamos: alguém que reconheça o problema antes de tentar resolvê-lo.
Goste ou não de Flávio Bolsonaro, a sabatina deixou uma coisa clara: ele demonstrou consciência da realidade brasileira e apresentou uma visão de país completamente diferente da que vem sendo imposta pelo governo Lula.
O Brasil não precisa de mais quatro anos de negação, improviso e aumento de impostos.
Precisa mudar de direção.
E, para mim, a escolha é simples: Flávio Bolsonaro ou a continuidade da ruína. Dito isso
@FlavioBolsonaro 2️⃣2️⃣ 🇧🇷
🇧🇷 Essas sabatinas da Rede Globo não podem ser ignoradas; são assistidas pelo povo não-politizado, que muitas vezes fica alheio às dicussões de internet e notícias da mídia.
ResponderExcluirNas suas considerações finais, Flavio Bolsonaro, usando a tática de “conversar” diretamente com o espectador (e não necessariamente com o seu eleitor), lhe lançou algumas perguntas retóricas, que não precisam sequer de resposta, sobre como estará a própria vida daqui a 4 anos, se continuar esse governo (de Lula, obviamente).
Essa estratégia foi brilhante.
Ali naquele momento (e na verdade em toda a sabatina) tenho certeza que Flavio Bolsonaro captou muitos votos. Ele será eleito o próximo presidente da república. Se não acontecer nenhum “evento cisne-negro”, vimos ali, naquela entrevista, o próximo presidente da república brasileira alguns meses antes da sua posse.
Temos que trabalhar para que ele se eleja logo no 1º turno e acabe de vez com a agonia do Brasil.