Em 2023, Lula INTERFERIU nas eleições argentinas.
— Rafael Fontana (@RafaelFontana) July 25, 2026
O petista mandou seus capangas da comunicação para impedir a eleição de Milei.
PERDEU, e perdeu feio.
Vai perder de novo. pic.twitter.com/El9guAFN8h
domingo, 26 de julho de 2026
Esse era o "monitoramento do bem", esse podia
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O Washington Post, jornal esquerdista americano, noticiou que Trump estaria enviando dois funcionários ao Brasil para “levantar dúvidas” (cast doubt) sobre o processo eleitoral brasileiro.
ResponderExcluirLula, no cagaço, resolveu negar-lhes visto.
Esse é o cenário da narrativa, da mentira, da fabricação midiática. Como pode o jornal saber que o objetivo era esse? Trump apenas designou funcionários para visitar o Brasil, provavelmente como observadores, EMBORA NÃO TENHA EXPLICITADO FINALIDADES. O WP, vítima terminal de TDS (Trump Derangement Syndrome), fez a inferência que lhe pareceu mais denegridora.
A reação do governo é quase uma afirmação de más intenções. Eles sabem, como nós o sabemos, que irão perverter o processo eleitoral como puderem para sagrarem-se vencedores. Já o fizeram antes e o farão novamente.
E não estou falando necessariamente de urnas, ou quaisquer outros mecanismos ocultos de manipulação desonesta, mas daquilo que estava na cara de todo mundo, a descarada tomada de lado do TSE. Bolsonaro proibido até de mencionar os amigos ditadores de Lula enquanto esse estava livre para mentir sobre aquele o quanto quisesse, além de outras muitas “liberalidades” mais. Todos viram.
Trump também verá, com ou sem observadores especialmente enviados. A embaixada americana está aí, alerta, com seus funcionários preparados para detectar fraudes. Duvido que Trump apenas observará a mancomunação, se ela ficar evidente.
O PT, auxiliado por um TSE de cabresto, sob as rédeas da banda podre do STF, acobertados todos por uma “imprensa “ de aluguel, fará o “diabo” para vencer, como já admitiu uma vez a Anta, mas arrisca não ter a eleição reconhecida pelos EUA.
É curioso como todos embarcam em qualquer narrativa fajuta da mídia. Agora, é a de que 2 diplomatas de 2º escalão dos EUA vinham "investigar" as urnas.
ResponderExcluirComo seria isso?
O MRE está disposto a bancar oficialmente essa versão?
Há alguma evidência disso?
O objetivo todos sabemos qual é: dar a Lula a narrativa de interferência externa para poder investir no discurso, também fajuto, de defesa da soberania.
Conforme venho apontando, a barreira entre política externa e política interna caiu. O processo político se internacionalizou. O discurso de Milei na Convenção do PL e os desentendimentos recentes entre os governos Lula e Trump são expressão de tal cenário, que se tornou especialmente visível nas Américas.
ResponderExcluirQueira-se ou não, a eleição brasileira será travada diante do mundo, dentro de uma disputa de poder mundial, e não atrás de um tapume. Assim acontece hoje em todos os países, mas a atenção será imensa no caso do Brasil, pela importância da nossa nação como membro, seja do mundo livre, seja do bloco totalitário, a depender do resultado do pleito.
Obviamente:
Flávio >> mundo livre
Lula >> bloco totalitário
E o fato de que @FlavioBolsonaro tenha sabido articular-se com Trump, Milei e outras lideranças, de que tenha por assim dizer internacionalizado sua candidatura, colocando-se como candidato do mundo livre (o mundo anti-crime, o mundo da liberdade de expressão, da liberdade econômica, da liberdade religiosa, o mundo da justiça das leis e não da justiça dos amigos) é a principal força de seu nome nesta disputa eleitoral.