quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Get out!

“Well, I guess I’ll shake your hand, but I only have one thing to say to you: You need to get out of Ukraine”
Stephen Harper, Canadian Prime Minister, greeting Russian President Vladimir Putin at the G-20 summit in Brisbane, Australia.
Via TIME

Primeiro-ministro Passos Coelho é entrevistado amanhã na RTP

O primeiro-ministro vai ser entrevistado amanhã na estação pública de televisão. A entrevista estava marcada há um mês. Depois da detenção de Sócrates, o diretor de informação da RTP reconhece ao semanário Expresso que teve “sorte no timing”.



São muitos os portugueses que gostariam de saber o que tem, efetivamente, Passos Coelho a dizer sobre a primeira detenção feita em Portugal de um primeiro-ministro. São também muitos os jornalistas que gostariam de ‘arrancar’ algumas palavras sobre o tema da boca do chefe do Executivo.

Pois bem, amanhã, 27 de novembro, o pivot da RTP, João Adelino Faria, terá a oportunidade de questionar Passos Coelho sobre o tema que mais marca a atualidade. Este estará na televisão pública para ser entrevistado.

Ao semanário Expresso, o diretor de informação da estação, José Manuel Portugal, disse que a entrevista estava marcada há um mês, a propósito da aprovação do Orçamento do Estado para 2015, mas confessou que teve “sorte no timing”.

A entrevista será emitida pelas 20h45 e terá 50 minutos de duração. 

Guião do comentário televisivo para não deixar cair Costa e o “PêeeeéSssseeeeee“…

Murphy V.
Embora na imprensa a cobertura do caso Sócrates esteja a ser isenta, i.e., vemos referidos os aspetos que suportam a detenção do ex-pm, assim como, os receios de algum justicialismo e o eventual perigo para os direitos dos cidadãos perante o sistema de justiça, na televisão, espaço onde se fabricam os presidentes e se forjam os vencedores de eleições, os comentadores do costume (Adão e Silva, Marques Lopes, Clara Ferreira Alves, M. S. Tavares, etc.) têm feito um trabalho digno de registo…

Ontem ao ver os telejornais e a fazer zapping pelos canais noticiosos, assisti a uma tremenda preocupação como a "justiça", com o imenso poder dos juízes e nadasobre o que se vai sabendo das práticas de Sócrates…

Repetidamente, vêm-se e ouvem-se, comentadores e opinadores falarem cada vez mais das preocupações com o “fim do estado de direito”, com amediatização do processo (como se essa responsabilidade não fosse exclusiva dos meios de comunicação para quem trabalham) e nada dizendo sobre o que já se sabe dos alegados crimes de Sócrates.

Assim, ao fim de 48 horas da prisão preventiva do “querido líder”, entre aconsternação e algum choque pelo sucedido, já é possível descortinar o fio condutor e as traves mestras - ou ideias a implantar - no comentário político para os tempos que se avizinham. Elenquemos algumas dessas ideias, recordando outros casos de forma a avaliar o critério agora seguido por tão distinguidos comentadores:

1ª ideia a implantar:

“É indecente falar do que, alegadamente, Sócrates andou a fazer pois está em segredo de justiça. Estão a condená-lo na praça pública e isto é uma negação de justiça!”

Caro cidadão, uma coisa é falarmos nos telejornais do roteiro de Duarte Lima em terras do Brasil por onde - alegadamente - “foi despachar” um assunto com uma sua cliente e várias reportagens nos deram  conta dos pormenores do carro alugado por Lima, da lavagem dos tapetes para eliminar vestígios do crime, etc.. Assim como, no caso de Isaltino, até era divertido falar do seu sobrinho taxista que – alegadamente – tinha em seu nome centenas de milhares de euros na Suiça.

Lembra-se de ver na televisão tantos pruridos com o “segredo de justiça”, nestes casos?

Rembrandt

A Ronda Noturna, Rijksmuseum, Amsterdam. Foto: Vitor Grando, 26-11-2014

Cachorro acompanha atletas em corrida de aventura épica e é adotado por eles

Equipe dividiu comida com cachorro e isso foi o suficiente para que ele seguisse os atletas por dezenas de quilômetros na mata
BBC Brasil
Dizem que o caminho para o coração do homem é o estômago. Mas um episódio em uma corrida de aventura de 700 km no Equador mostrou que o mesmo ditado também vale para os cachorros.

Foi no Campeonato Mundial de Corrida de Aventura. No meio da Floresta Amazônica, quatro atletas suecos sentaram para comer algumas almôndega quando faltavam dois trechos para o fim da prova.


Fotos: Krister Gransson Peak Performance
Leia a matéria completa aqui.

Amsterdam

26 de novembro de 2014. Foto: Vitor Grando

A propósito de discriminações

Helena Matos
Estranho que aos socráticos e respectivos compagnons de route não ocorra discutir a óbvia discriminação constituída pelo facto de se ter aberto uma excepção para Sócrates estar numa cadeia destinada a magistrados e forças de segurança. Acrescento já que concordo com essa excepção mas sei bem que caso o detido fosse do CDS ou do PSD a esta hora já estariam convocadas manifestações pelas forças vivas do costume e com a presença dos notáveis do costume para protestar contra o tratamento de favor e os privilégios. Essa decisão serviria óbvia e claramente para mostrar a parcialidade do juiz Carlos Alexandre.

Depois estranho mais ainda que Mário Soares tenha visitado José Sócrates apesar de este não ser dia de visita.

Goste-se ou não – eu não gosto – Portugal continua a ser o país em que Cavaco Silva, então primeiro-ministro, não visitou o pai no hospital porque não tinha consigo o Bilhete de Identidade e como tal um segurança não o deixou entrar. E é o país em que Mário Soares, então Presidente da República, visitou na Tunísia um  antigo primeiro-ministro italiano fugido à justiça do seu país, e agora não sei a que título visita uma pessoa que está detida num dia em que tal não é permitido aos demais.
Título e Texto: Helena Matos, Blasfémias, 26-11-2014 
Grifos: JP

Não ser mais suspeito do que o suspeito

David Dinis
Num mundo ideal, as imagens de Sócrates a sair do aeroporto não tinham acontecido. Mas num mundo ideal, quem está a investigar casos destes não deve ser mais suspeito do que o suspeito. É só isto.

Tinha acabado de ouvir as medidas de coação aplicadas a José Sócrates – prisão preventiva, por suspeita de corrupção, branqueamento de capitais, fraude fiscal qualificada -, quando vi a Clara Ferreira Alves e o Miguel Sousa Tavares na SIC Notícias. O que vão ler de seguida é o comentário deles, comentado por mim, sem rede nem testemunhas, à frente da televisão.

Clara Ferreira Alves
Para dizer a verdade o que sabemos deste processo é apenas o que tem sido dado através de fugas de informação, o que também não está certo.

Isto não era um comentário às medidas de coação?

Em termos de direitos humanos discute-se até que ponto (este prazo de três dias até haver decisão do juiz) é considerado aceitável. O caso foi transformado num formidável reality show. Os próprios advogados sabem muito pouco sobre isto. Os direitos de defesa estão gravemente ameaçados.

Direitos humanos? Claro que é difícil, mas fazia-se como? Iam todos para casa e voltavam no dia seguinte, como se fosse uma entrevista? E os advogados sabem pouco como, se eles ainda nem disseram nada publicamente? E não estiveram os três dias a consultar o processo?

Há uma condenação sistemática, um julgamento público. Isto não deve acontecer nesta fase num processo desta gravidade. Esta encenação propiciou este julgamento, sem base para isso.

Condenação sistemática!? Sim, talvez o melhor seja não se falar do caso em que um ex-primeiro-ministro é suspeito de coisas tão graves. Se calhar é melhor nem sabermos do que ele é suspeito.

Isto não devia acontecer num caso com esta gravidade? Mas porquê, se fosse com menor gravidade já se podia?

São lágrimas... só lágrimas

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Com “Petrolão”, provavelmente surgirão novas forças políticas no Brasil, como ocorreu em outros países

Cesar Maia       
1. As crises morais, políticas e econômicas têm aberto espaço para o surgimento de forças políticas alternativas. Os desdobramentos, ou seja, a sustentabilidade dessas forças políticas depende das circunstâncias e de cada caso. Na América Central isso ocorreu na Guatemala recentemente, como resposta a crise da segurança pública, no Panamá com a ascensão de novos partidos à presidência e até na Costa Rica com eleição de um outsider para a presidência.
       
2. Na América do Sul essas rupturas têm tradição. Na Venezuela o debacle moral e político abriu espaço para o chavismo e, na sua esteira, o Equador e a Bolívia. No Peru, abriu caminho para o fujimorismo, que permanece no partido dos filhos como primeira ou segunda força política e para uma vertente chavista moderada.
       
3. Na Argentina, a legislação eleitoral, pragmaticamente, autorizou a fragmentação partidária a qualquer momento, com legendas paralelas de um mesmo partido, com fusões partidárias provisórias, apenas para uma eleição, com candidatos a deputado autodeclarados testemunhais que puxam legenda e depois renunciam antes da posse, etc.
       
4. A Europa não ficou de fora. Ao contrário. As crises na África do Norte e suas migrações, a crise econômica desde 2008, e as crises morais específicas, abriram espaço para um novo nacionalismo, para a antipolítica, e para o desmonte de alguns partidos tradicionais. Aí estão os exemplos. O mais gritante é o da Grécia. A Espanha não ficou fora disso com o “Podemos” que lidera as pesquisas. Os nacionalismos e partidos representativos aí estão no Reino Unido, na França, nos países do norte da Europa, na Áustria...
       
5. O ressurgimento de movimentos separatistas é outro vetor desse processo. Vide o recente plebiscito na Escócia, o plebiscito informal na Catalunha, um processo análogo que começa em Veneza, e a guerra civil na Ucrânia, como desdobramento da crise econômica e moral.

Serial killer

José Manuel
Este título bem que poderia ser em português, mas a moda deste crime se popularizou com a grafia em Inglês, então prosseguimos assim conforme os ditames da moda.

Antes de entrar propriamente no assunto  quero chamar a atenção para o vídeo aqui inserido, de um pronunciamento no Senado, pelo brilhante Senador Álvaro Dias, sobre os financiamentos gigantescos feitos por este governo a países como Cuba e Angola, mas que estão rotulados como acordos secretos.



Por que estou tocando neste assunto? 
No decorrer do que vou escrever e que tem a ver com os participantes do AERUS, provavelmente em algum momento, principalmente quando estivermos com a ação Tarifária, transitada em julgado e certamente com a Terceira Fonte sentenciada a nosso favor, fatos que não devem demorar a acontecer, este governo certamente irá alegar que não tem dinheiro em caixa para fazer o pagamento imediato às nossas vitórias na justiça.

Então, em vista do que já se sabe que foi desviado dos cofres públicos pela corrupção e pelos aportes milionários a governos externos não confiáveis e sem o pleno conhecimento do povo, é bom que fiquemos atentos a isto, para que tenhamos a calma, o conhecimento técnico e jurídico para uma reação contrária na mesma intensidade e necessária a uma futura e pressuposta alegação governamental. Muita atenção para este detalhe.

Vivemos há 8 anos, 7 meses e 13 dias com um Serial Killer  grudado em nossos pescoços, que não dá um minuto de trégua em nossas vidas.


Não é preciso dizer o que é essa figura assassina que começou matando a nossa dignidade em abril de 2006, e continuou matando ao longo deste tempo, de todas as formas possíveis e imaginárias.

Briga em Brasília

A primeira foto, de Pedro Ladeira/Folhapress, integra a matéria de Márcio Falcão, na Folha de S. Paulo : Comissão do Congresso aprova manobra fiscal pela segunda vez.
A legenda é do jornal.
25-11-2014, 00h17

A segunda foto, de André Dusek/Estadão Conteúdo, integra a matéria de Fernanda Calgaro, no G1:
25-11-2014, 00h52

Manifestantes discutem antes do início da reunião


Islamists: "Destruction is a Matter of Time"

Mitchell Bard
"If the Jews left Palestine to us, would we start loving them? Of course not. The Jews are infidels not because I say so but because Allah does... They aren't our enemies because they occupy Palestine; they would be our enemies even if they had not occupied anything." — Muhammad Hussein Ya'qub, Egyptian cleric.

Muslim extremists trust that time is in their side, in part because they are on the threshold of acquiring nuclear weapons. Once Iran and other Muslim countries have this capability, they will have the military means to blackmail their oil-rich neighbors, destroy Israel and threaten Europe.

What makes negotiations with Iran, ISIS, Hamas or any other Islamist group impossible is that their leaders believe they are acting according to the immutable word of God. America, Israel, other Muslims with whom they disagree, cannot do anything to satisfy them except "submit" (the Arabic word "Islam" means "submission"). As Egyptian cleric Muhammad Hussein Ya'qub said in a televised sermon in 2009, "If the Jews left Palestine to us, would we start loving them? Of course not. The Jews are infidels not because I say so but because Allah does... They aren't our enemies because they occupy Palestine; they would be our enemies even if they had not occupied anything."

Hamas, Hezbollah, Islamic Jihad and other terror groups do not conceal their intentions. The Hamas covenant explicitly calls for Israel's destruction and does not distinguish between Israelis and Jews:

Our struggle against the Jews is very great and very serious... It strives to raise the banner of Allah over every inch of Palestine... It is one of the links in the chain of the struggle against the Zionist invaders...

The Islamic State Reshapes the Middle East

George Friedman

Nuclear talks with Iran have failed to yield an agreement, but the deadline for a deal has been extended without a hitch. What would have been a significant crisis a year ago, replete with threats and anxiety, has been handled without drama or difficulty. This new response to yet another failure to reach an accord marks a shift in the relationship between the United States and Iran, a shift that can’t be understood without first considering the massive geopolitical shifts that have taken place in the Middle East, redefining the urgency of the nuclear issue.

These shifts are rooted in the emergence of the Islamic State. Ideologically, there is little difference between the Islamic State and other radical Islamic jihadist movements. But in terms of geographical presence, the Islamic State has set itself apart from the rest. While al Qaeda might have longed to take control of a significant nation-state, it primarily remained a sparse, if widespread, terrorist organization. It held no significant territory permanently; it was a movement, not a place. But the Islamic State, as its name suggests, is different. It sees itself as the kernel from which a transnational Islamic state should grow, and it has established itself in Syria and Iraq as a geographical entity. The group controls a roughly defined region in the two countries, and it has something of a conventional military designed to defend and expand the state’s control. Thus far, whatever advances and reversals it has seen, the Islamic State has retained this character. While the group certainly funnels a substantial portion of its power into dispersed guerrilla formations and retains a significant regional terrorist apparatus, it remains something rather new for the region — an Islamist movement acting as a regional state.

It is unclear whether the Islamic State can survive. It is under attack by American aircraft, and the United States is attempting to create a coalition force that will attack and conquer it. It is also unclear whether the group can expand. The Islamic State appears to have reached its limits in Kurdistan, and the Iraqi army (which was badly defeated in the first stage of the Islamic State's emergence) is showing some signs of being able to launch counteroffensives. 

A New Territorial Threat
The Islamic State has created a vortex that has drawn in regional and global powers, redefining how they behave. The group's presence is both novel and impossible to ignore because it is a territorial entity. Nations have been forced to readjust their policies and relations with each other as a result. We see this inside of Syria and Iraq. Damascus and Baghdad are not the only ones that need to deal with the Islamic State; other regional powers — Turkey, Iran and Saudi Arabia chief among them — need to recalculate their positions as well. A terrorist organization can inflict pain and cause turmoil, but it survives by remaining dispersed. The Islamic State has a terrorism element, but it is also a concentrated force that could potentially expand its territory. The group behaves geopolitically, and as long as it survives it poses a geopolitical challenge. 

Nas urnas: rejeição da forma e do conteúdo

Após o resultado das últimas eleições, manifestação na Av. Paulista contra projetos bolivarianos do PT

Pe. David Francisquini
Uma das lições das urnas nas recentes eleições foi mostrar a existência de algo promissor que se faz sentir tanto na vida pública quanto na dos indivíduos em relação aos valores da instituição familiar e da moralidade em geral. Na verdade, vem causando acentuado desconcerto na opinião nacional a situação civil e religiosa na qual nos encontramos.

Se de um lado parece haver uma máquina organizada para conduzir o País rumo ao caos, as recentes eleições evidenciaram de outro lado a existência de uma crescente e atuante oposição que tenta impedir o pior para o Brasil, ou seja, que ele se aprofunde cada vez mais no despenhadeiro da decadência moral, cujo último termo é a sua completa bolchevização.

A expressiva votação no candidato da oposição – sem falar dos milhões de brasileiros que se abstiveram por não se sentirem representados por nenhum dos contendores – não pode ser creditada somente aos predicados do senador Aécio Neves, mas à rejeição de forma e do conteúdo do governo do PT, e ao desejo de mudanças profundas na condução da coisa pública.

Mudanças essas sintetizadas num excelente documento difundido a mancheias durante o período eleitoral pelo Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, o qual apresenta ideias como a defesa da vida humana inocente desde a fecundação até a morte natural, isto é, o rechaço à legalização do aborto, da eutanásia e das drogas.

E o documento vai além, ao defender a família como Deus a fez – um homem e uma mulher; ao condenar a intromissão do Estado no direito dos pais à educação dos filhos; ao reivindicar a proteção das propriedades rurais e urbanas, alvo crescente de invasões; a defesa do agronegócio, esteio de nossa economia; ao rejeitar a sovietização do Brasil através de “conselhos populares” e “movimentos sociais”.

Minuto do dia – 271

PROCURE ser humilde em todas as circunstâncias.
Humildade não é dizer “sim” a tudo e a todos.
Nem é apregoar que somos humildes.
Não é agachar-se mentalmente a tudo o que os outros dizem.
Não!
Humildade é saber exatamente o que somos e o que valemos.
É conhecer-nos a nós mesmos, procurando corrigir sinceramente nossos defeitos, e não nos querendo impor aos outros.
Quem é humilde, em geral, não sabe que o é.
Mas quem não é humilde é que pensa que é!

Exemplo que despreza o coitadismo, bolsas e outras mumunhas

Flanelinha maranhense supera desafios, estuda e entra na universidade

Em mais uma emocionante história do Confesso que Vivi, José Mario, de 52 anos, dá uma aula de superação e força de vontade. Natural de São Luiz (MA) e atualmente morador do Distrito Federal, ele ficou mais de 28 anos longe dos livros, mas, determinado, conseguiu entrar na faculdade. Hoje, o flanelinha cursa Gestão Ambiental e é o orgulho da família. Confira!


Perceba bem a volta que a mocinha do 'Público' dá!

Ia saindo, fui atualizar o Twitter e me deparo com este vídeo. Ao ler o título: 

Uma incógnita jurídica e política

Não contive a minha curiosidade. Pensei "Ué?! Como o 'Público' está tão imparcial? Que barato!" E assisti ao vídeo, duas vezes, para ter a certeza.

Repare, generoso leitor, na hábil construção do discurso. A menina, uma aluna aplicadíssima de Marco Antônio, começa por concordar com a detenção de Sócrates e, descontraído o leitor, a menina nos leva à generalização... como quem diz, e disse, todos os políticos são iguais a José Sócrates... e no final do vídeo, depois do 'fade out', o que fica?

Todos os políticos são corruptos, António Costa vai "gerir" muito bem, os outros, todos, que não são do agrado, ou da ideologia da menina, estão sob suspeita. Porque a menina, no seu panfleto, sublinhou que José Sócrates era o "único" político detido, António Costa iria gerir bem e os outros... ora, são todos corruptos, que ainda não foram 'detidos'. (!!!)



segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Sócrates fica em prisão preventiva

Diogo Pombo
Já são conhecidas as medidas de coação aplicadas ao ex-primeiro-ministro: 
José Sócrates e mais dois arguidos ficarão em prisão preventiva.
O advogado de Santos Silva fica proibido de sair do país.

José Sócrates dormiu três noites nas instalações da Polícia de Segurança Pública, em Moscavide. Foto: John Thys/AFP/Getty Images

Foram determinadas as medidas de coação na Operação Marquês. José Sócrates, João Perna e Carlos Santos Silva ficam em prisão preventiva. Já Gonçalo Ferreira fica impedido de contactar com os restantes arguidos e de se ausentar para o estrangeiro. O ex-primeiro-ministro vai continuar detido, já depois do interrogatório aos arguidos envolvidos nesta operação judicial. Minutos antes de Teresa Santos, escrivã do Tribunal Central de Investigação Criminal (TCIC), ler o comunicado redigido pelo juiz Carlos Alexandre, o advogado de Sócrates, João Araújo, classificou de “profundamente injusta e injustificada” a decisão. “Naturalmente, a não ser que o meu cliente dê ordens em contrário, irei interpor recurso”, revelou.

Aos três arguidos que ficarão em prisão preventiva estão em causa os crimes de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção. Apenas a João Perna, motorista de Sócrates, foi também imputado o crime de “detenção de arma proibida”.

Já Gonçalo Ferreira, advogado de Carlos Santos Silva, foi acusado de fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. É o único arguido a quem não foi aplicada a medida de prisão preventiva — terá de apresentar o passaporte, ficando proibido de se ausentar para o estrangeiro e de entrar em contacto com “os demais arguidos”. O arguido terá ainda de se apresentar duas vezes por semana nas instalações do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

No dos outros...


… é refresco, pá!

Macroscópio – Um sábado diferente de todos os outros

José Manuel Fernandes
O país que não estava acordado na madrugada de sexta para sábado acordou estremunhado na manhã de sábado ao aperceber-se que, horas antes, o anterior primeiro-ministro José Sócrates fora detido para interrogatório judicial. Não é possível neste espaço recapitular todo o abundante notíciário do fim de semana, mas é possível sugerir um bom ponto da situação informativo: O que já se sabe (e falta saber) do caso Sócrates, aqui no Observador.

Munidos da informação essencial, passemos aos muitos textos de análise e comentário – o que obriga a um Macroscópio um pouco mais longo do que o habitual. Um primeiro grupo, escrito muito a quente, nas horas imediatas ao momento em que a notícia foi conhecida, põe o ênfase na esperança de que a Justiça esteja a actuar com segurança. Foi o que defendeu Henrique Monteiro, no Expresso, que escreveu ser este caso “um enorme desafio à Justiça. Um erro cometido com Sócrates não é igual a um erro cometido com um cidadão qualquer. Tendo sido primeiro-ministro, a sua detenção é a esta hora notícia em quase todos os jornais internacionais e o seu processo vai ser seguido com atenção redobrada.”

Numa coluna ao lado, Henrique Raposo seguia uma via semelhante: “uma sociedade deve atacar a jugular dos poderosos, mas convém que a dentada inicial seja logo a dentada fatal. Ou seja, prender alguém implica ter um caso sólido, bem construído e demonstrável. Problema? A nossa justiça abusa da apresentação de casos que não colam em tribunal. A polícia e o ministério público têm revelado uma incapacidade crónica para morder a sério”.

Eu próprio, também na mesma manhã de sábado, disse esperar poder confiar na Justiça. Mas fui um pouco mais longe, reagindo já a alguns dos comentários que tinham sido feitos na noite das televisões e já estavam a inundar as redes sociais. Foi nesse quadro que defendi a ideia de que “a Justiça não se redime nem merece ser condenada só porque deteve José Sócrates para interrogatório. E o regime também não está em causa só porque existe este caso e estas suspeitas”.

Fator Previdenciário, o exterminador do aposentado do RGPS

Valter Almeida
Neste filme eu apresento o tema do FATOR PREVIDENCIÁRIO que é uma fórmula criada para reduzir os valores daqueles aposentados do RGPS que pagaram para receber mais de um salário mínimo e que tem como finalidade evitar aposentadorias, mesmo completando os 35 anos de contribuição exigidos por lei.

Esta aplicação do Fator leva em consideração a expectativa de vida para calcular a redução do benefício e tudo isso tem como objetivo prolongar a concessão das aposentadorias para diminuir as despesas da previdência social.

Esta barbaridade prejudica os trabalhadores porque mesmo com 35 anos de contribuição, dependendo da sua idade, não terá o valor do seu benefício integral, ou seja, 100%, o valor terá uma redução acentuada que poderá acarretar grandes perdas.

Este tema é de suma importância para os aposentados e trabalhadores da ativa regidos pelo RGPS, que um dia também serão aposentados.


Título, Vídeo e Texto: Valter Almeida, 24-11-2014

Resolvi contar...

Ivan Ditscheiner

Então resolvi contar aos médiuns em Oxalá ...

Estava eu sentado em meu banquinho anos atrás…
Sempre fui um médium consciente ou seja sabia ser eu uma entidade físico espiritual, em contato com uma entidade espiritual, que era eu mesmo antes de vir para este lado.
Por vezes ríamos juntos e uma vez disse a ele…
Veja lá o que vai dizer, porque senão ainda tiram minha bengala e me pregam é na minha cabeça, e ríamos juntos.

Um dia chegou uma moça muito bonita, dizendo que o marido tinha ido para outra cidade, e ela estava com muito medo porque ficou sabendo que tinha muita moça bonita naquela cidade …
E a reposta foi… dorme sossegada fia, ele num faz o que você faz!
E a moça bonita transfigurou-se dizendo… Eu podia dormir sem essa!

E eu pensando… e a bengalada escapei por pouco.

Dr. Bezerra nestes três anos que lá trabalhei, foram acho que por volta de três ou quatro vezes. Quando ele vinha eu ficava não inconsciente mas assim nem barro nem tijolo.
Contudo, houve um dia, um único dia em que eu ainda vi sentada à nossa frente, uma senhora que via-se de bons tratos por sua vestimenta.
Mas pude observar seus olhos. Nunca havia imaginado ver, olhos tão tristes.

Foi então, que saí totalmente do ar, e só voltei para participar do final…
Olhei para os olhos dela, que refletiam imensa alegria! Suas lágrimas pareciam diamantes rolando pela face.
Mas ela dizia, por favor me diga seu nome! Por favor, pelo amor de Deus me diga seu nome! Por Deus me diga seu nome!

Foi então que uma voz muito calma disse:
Não, não vou dizer o meu nome, senão você vai sair daqui e contar para todo mundo que falou comigo … e vai esquecer o que eu disse.
Muito agradeço os convites pela festa à Iemanjá
Contudo moro longe, e não tenho no momento condições físicas para estar aí.
Mas espiritualmente, não nego convite e lá estarei.
Vosso irmão de sempre, 
Título e Texto: Ivan Ditscheiner, 24-11-2014