terça-feira, 22 de setembro de 2026

[Aparecido rasga o verbo] Pequena e quase imperceptível definição de “ladrões do povo”

Aparecido Raimundo de Souza

ALGUMAS PERGUNTAS que não querem ficar caladas dentro das bocas de quem pensa que o brazzzzzzil tem jeito.  E quais seriam tais indagações? Vamos a elas.

1.) Ainda existe esse tal câncer maligno chamado “ladrões do povo” na vida cotidiana dos brasileiros?

A resposta, infelizmente, é sim.

2.) E o que venha ser essas figuras asquerosas de “ladrões do povo”?

"Ladrões do povo" são aqueles vermes sórdidos e desprezíveis, que se apoderam do que é de toda uma coletividade. Referenciamos as verbas públicas, os recursos das comunidades, e em vez de seus integrantes trabalharem honestamente se transformam naqueles pulhas pífios e ordinários nojentos e funestos que vivem sem produzir nada, que passam os trezentos e sessenta e cinco dias do ano, tirando proveito dos mais fracos, dos que não têm força nas mãos para se defenderem. 

Dito de forma mais abrangente, são esses filhos das putas esquisitos que não movem uma palha em prol de ninguém, não ajudam em porra nenhuma, só levam e escolhem justamente quem está mais desprotegido, a saber: os pobres e depauperados, os idosos, os homens trabalhadores simples. Em ambos os lados da moeda, os aproveitadores, sem escrúpulos, ou em outras palavras, esses ratos de esgotos se afiguram como o diabo que enriquece seus bolsos às custas das dores e sofrimentos alheios.

3.) E esses “ladrões do povo” ainda seguem fodendo o povo nos dias de hoje?

Sim, e para quem não sabe ou duvida esses vigaristas abundam aos montes. E aqui me perdoem. Resolvemos GENERALIZAR, duplicando ou melhor colocado, “pluralizando” “LADRÕES DO POVO”, para ficar melhor explicado. Esses ratoneiros e punguistas das famílias brasileiras não só comem em nossas mesas, mas também se aproveitam das sobremesas “papam”, mandíbulas afiadas, as pregas de nossos rabos ao tempo em que nos impõem a todos seus crimes mais insanos e traiçoeiros. Esses seres repelentes e catastróficos podem ser vistos nas figuras desses políticos engravatados, nos gestores que desviam os dinheiros da saúde, as verbas da educação, as bufunfas da assistência, os caraminguás do INSS, roubando, afanando, extorquindo e metendo as mãos, furtando e desviando os “me fazem rir” dos mais necessitados e carecidos. 

São essas praguentos e odiosos, os representantes da “alta escória dos engravatados”, os eternos e imorredouros (lembrem que generalizamos) santinhos do pau oco, conhecidos ou alcunhados como golpistas e picaretas, embusteiros e trapaceiros que se aproveitam da ignorância e da confiança de pessoas simples, despreparadas e sem as visões beatificadas de um amanhã para aplicarem lesões as mais profundas, embromarem os mais estúpidos e apatetados. 

Esses seres se fazem poderosos e bárbaros e sempre se apresentam rotulados de altos cargos, como presidentes de uma nação, ministros de estado, senadores, governadores, enfim por debaixo dos panos, esses  corpos moles são todos parte de uma plêiade de disparatados sem noção, uma manada enfurecida, uma cáfila de putas e putos, um enxame de parasitas e calaceiros que se apropriam de tudo o que tem dinheiro e, de roldão, igualmente abocanham terras e bens,  passando por cima dessa multidão à deriva, como tratores desgovernados, usurpando especificamente os direitos de quem não tem voz. 

“Ladrões do povo”, são também aqueles cafajestes com suas carinhas de Tiriricas, de Arrelias, de Costinhas, de Dercys Gonçalves e Chicos Anízios, que prometem e não cumprem, que levam vantagens em cima de tudo deixando por conta desses desfalques as suas mãos grandes nas cabeças dos povos bem ainda direcionando a eles, as agruras das misérias atreladas as bocetas e bocas das desgraças alheias.  

4.) Diante desse quadro acima, ainda existe algo pior?

Sim. Muitos desses descarados andam de ternos, com cargos, protegidos, carros brindados, trocentos seguranças guardando as suas bundas e seus cus e colhões enlameados da mais pura bosta, e apesar dos pesares, cá entre nós, essas chagas incuráveis, continuam impunes, livres, leves e soltas, enquanto o povo sofre e acima de qualquer suspeita, se veem sem saída, sem eira nem beira. As multidões de infelizes seguem vida à fora como tristes “Prometeus”, tomando a cada novo dia, mais e mais no olho de seus respectivos traseiros cagadores.

5.) Teria solução? Sim. Evidentemente. E qual seria? Simples, como roubar balinhas das mãos de crianças desamparadas. Colocar todos esses canalhas e picaretas encostados numa enorme parede ou praça pública e fuzilar diante do público-proletariado “boquiabertado”, um por um. Metralhar sem dó, nem piedade esses facínoras que se acham deuses poderosos. Somente assim o que ainda resta desse brazzzzzzil sem amanhã, endireitaria.

Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, de Nova Venécia, ES, 22-9-2026 

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